Reverenciando o Papai Peludo
No instante em que pisei na academia, me senti constrangido. Um homem de 50 anos não tinha nada que ficar se metendo com a geração mais nova, com seus corpos perfeitos, ou pelo menos era isso que eu achava que todos estavam pensando, especialmente se aquele homem de 50 anos nunca tinha feito exercício na vida.
Mas eu queria muito. Era por isso que eu estava ali. Tomar essa decisão foi empoderador no conforto da minha própria casa, com minha esposa e dois filhos me incentivando. Agora, enquanto eu caminhava lentamente entre as pessoas levantando peso, agachando, correndo, pulando... me senti um bundão. Algumas daquelas pessoas eu até conhecia, porque a cidade era pequena o bastante. O rapaz que trabalhava lá era vizinho e filho de um amigo. Minhas bochechas queimaram quando me aproximei dele.
"Seu Eliezer, como vai?" disse Kai. Ele tinha no máximo vinte e dois anos, vestindo calça de moletom e camiseta de nylon. Seus músculos saltados despertavam inveja.
"Olá, Kai. Hummm. Quero me inscrever. Quer dizer, começar a malhar. Mas se eu for muito velho, pode falar, vou entender."
"Bobagem. O senhor já está ótimo. Malhar só vai dar um gás a mais." Ele sorria abertamente e piscou um olho castanho. Seus elogios eram tão despreocupados que eu os senti sinceros. "Depois de se inscrever, precisamos tirar umas medidas e o senhor pode começar amanhã. Me acompanhe."
Ele me levou a uma salinha nos fundos, onde verificou meu peso: 91 quilos. Fiz umas piadas sobre minha barriga redonda, e de algum jeito ele percebeu que eu estava constrangido e mais uma vez me elogiou. Supus que ele lidava com muita gente com vergonha do próprio corpo e sabia como tratá-los. Ele era bem mais novo que eu, mas naquele ambiente ele era a autoridade. Então ele pediu que eu tirasse a camisa.
"Precisa mesmo?" perguntei.
"Procedimento padrão, senhor." Ele sorria. "Olha, sei que não há nada que eu possa dizer que vá fazer o senhor se sentir magicamente confortável com seu corpo, mas Seu Eli... O senhor não é feio. Para a sua idade, quer dizer, está muito bom. Então vamos, sobe, sobe, sobe."
"Bem, não é exatamente do meu corpo que tenho vergonha..." Calei a boca, mas comecei a acariciar meu próprio braço. A parte visível dos meus braços era uma indicação bem clara de como era o resto do meu corpo. Eram absurdamente peludos, do dorso das mãos até as mangas. Esqueci a última vez que tirei a camisa em algum espaço público.
Kai encarou meus braços. "Então o senhor é peludo. Sério? Queria ser assim, senhor. Além disso, estamos só nós dois aqui."
Certo. Eu estava sendo tolo. Mesmo assim me senti esquisito ao puxar a camisa e olhei para a frente, para o caso de perceber alguma reação negativa do Kai. O que eu não sei não me machuca, esse tipo de coisa.
Kai pediu que eu levantasse os braços, e eu me encolhi, sabendo que minhas axilas eram como duas selvas selvagens. Desisti de aparar fazia tempo. Não sabia que seria inspecionado assim. Eu tinha 50 e poucos anos e ainda corava.
Ele tirou medidas da minha cintura, dos meus braços, das minhas pernas. Teve muito toque, e não pude evitar me sentir como um monstro, impondo àquele rapaz que tocasse meu corpo peludo e nojento. Olhei para o rosto dele por um instante e notei como ele estava vermelho.
"Desculpa", a palavra escapou da minha boca.
Ele me olhou por uma fração de segundo, depois baixou o rosto corado.
"Se eu soubesse que precisaria tirar a camisa, teria pelo menos aparado todo esse pelo, filho. Desculpa", repeti.
Kai balançou a cabeça. O rosto dele ficou ainda mais vermelho enquanto evitava meus olhos. Merda, ele não conseguia nem me olhar.
"É nojento", eu disse, tentando dar a ele algum conforto.
"Não..." a voz dele estava tensa. Os olhos brilhavam para mim. "Estamos quase terminando, senhor... Não acho o senhor nojento. É impressionante."
"Você não precisa me fazer sentir melhor, Kai", eu disse, com uma risada forçada. Eu era repulsivo.
Quando ele terminou, vesti rapidamente a porra da camisa. Começava a duvidar se voltaria algum dia.
"Ah, merda, senhor... Esqueci de... de... medir sua cintura."
"Achei que já tinha medido."
"Não, esqueci, desculpa. Pode tirar a camisa de novo?"
Porra. Quase disse que não seria necessário, já que eu não voltaria, mas não sabia como falar isso sem ser muito constrangedor.
Mais uma vez mostrei minha barriga de pelos pretos. Ele passou a fita métrica ao redor da minha cintura, os dedos roçando minha pele. Levou alguns segundos para obter a medida.
"Agora as pernas", ele disse.
"Peraí, você não mediu as pernas?" perguntei, confuso. Dessa vez ele se ajoelhou na minha frente, uma posição muito esquisita, já que minha virilha estava bem na cara dele. Ele se aproximou muito da minha perna e lentamente passou a fita ao redor, esfregando meus pelos. "Hã, você não deveria estar anotando?"
"Minha memória é boa..."
"Tá."
Quando ele se levantou, a ereção saltava na calça de moletom. "Pronto. Terminamos, senhor."
"Hã, obrigado."
Vesti a camisa de novo, mais uma vez olhando para a virilha dele, onde claramente estava de pau duro. Ele terminou de anotar as medidas.
"Amanhã?" ele perguntou.
"Sim. Amanhã."
No dia seguinte, Kai me seguiu pela academia. Ele ia me supervisionar de perto e me orientar, para garantir que eu não me excedesse. No final do dia, parecia que ele era o homem mais cruel da Terra, e eu disse isso a ele, o que o fez rir.
"Só o começo, senhor. E vai doer pra caramba amanhã, especialmente nesses braços", ele disse, roçando levemente meu braço.
"Mal posso esperar", eu disse.
"De algum jeito, com o suor o senhor parece ainda mais peludo", ele disse, soltando o comentário do nada.
"Planejo aparar, juro."
"Não faça isso, senhor." A voz dele soou quase surpresa, como um pedido. Estranho.
"As pessoas me olham como se eu fosse um macaco ou algo assim."
"Que se fodam. Você está ótimo", ele disse. "Está mesmo", repetiu com veemência depois de olhar para o meu rosto.
"Você só está dizendo isso, mas notei como você ficou estranho ontem, não negue."
"Senhor, fiquei surpreso porque nunca vi alguém tão peludo como o senhor." Ele estava sussurrando agora, me fazendo inclinar levemente na direção dele. "Mas não fiquei estranho. O senhor é tipo um deus dos pelos. É bem impressionante."
Dei uma risada. Precisava de água. Ele me observou beber.
"Prometa que não vai aparar nada..." ele disse, me olhando pelo espelho, bem nos olhos.
"Tá bom."
"Assim que se fala", ele disse, os lábios se abrindo num sorriso radiante. Tocou meu braço de novo, esfregando os pelos para baixo. Quase como uma carícia. "Maldito gorila..." o jeito como ele sorriu deixava claro que não tinha intenção de ofender. Por algum motivo, olhei em volta para ver se tinha alguém por perto.
No dia seguinte, comecei a trabalhar as pernas. Me senti um bebê, sem conseguir fazer nada direito. Kai não parava de dizer que era normal para quem estava começando. Mas eu não acreditava nele. No final, minhas pernas tremiam como se eu estivesse numa convulsão constante.
"Você consegue, vamos", ele dizia. Quando mandei ele ir se foder, ele riu alto. "Isso significa que está funcionando."
"Não consegui nem mexer os braços quando acordei hoje", eu disse depois de terminar de empurrar peso. Me sentei num dos bancos em frente a um espelho. "Se minhas pernas acordarem do mesmo jeito, como caralho vou trabalhar?" Ele só riu do meu sofrimento. "Era para você me confortar."
"Vai ficar tudo bem, King Kong."
Ele sentou ao meu lado, e dava para ver que ele estava encarando meus braços suados, o que fazia os pelos parecerem encharcados, como se eu tivesse acabado de tomar banho.
Ele percebeu que foi flagrado e corou.
"Qual é a sua comigo e meus pelos?" eu disse.
"O quê?" ele disse inocentemente.
"King Kong é meio ofensivo."
"Não falei como ofensa", ele disse com um sorriso convencido.
"Eu sei... Dá para perceber. Então, qual é?"
Kai ficou em silêncio por um momento. Olhou em volta para ver se ainda estávamos sozinhos. Soube que ele ia dizer algo perigoso.
"Tá bom. Acho muito foda."
"É?" eu disse provocativamente, embora meu coração estivesse batendo forte e eu não soubesse que porra estava acontecendo. "Você gosta de homens peludos?"
"Porra, sim, gosto", ele sussurrou. "Mas espero que você não conte para ninguém."
"Você tem namorada, né?" Kai assentiu. "Mas gosta de homens peludos."
"Homens grandes e peludos. Como você."
"E eu tenho esposa", eu disse, me aproximando.
"Tanto faz."
"Você fica duro com meu corpo grande e peludo?" perguntei. Pare com essa merda agora, uma parte de mim gritava.
"Ah, porra, sim", ele disse, apertando o pau por cima do short. "Sim, senhor. Desci uma punheta para você ontem."
"Desceu?"
"Maldito gorila! Não conseguia tirar você da cabeça."
"E hoje? Vai bater uma para mim?"
Ele balançou a cabeça. "Provavelmente não vou precisar. Vou gozar no short a qualquer momento agora."
Dei uma risada.
Kai esfregou meu braço, passando os dedos pela selva. "Tudo bem?" O toque era íntimo e lento.
"Claro." Minhas respirações estavam superficiais. Olhei em volta. Kai mordeu o lábio.
"Você gosta de como eu te olho, não gosta, macaco?" Suspirei, incapaz de pronunciar palavra. A mão dele foi para baixo da minha manga, esfregando meu ombro. "Tão peludo pra caralho."
"Está ficando tarde. Talvez eu deva ir."
Ele parou o toque.
"Tá. Você volta amanhã?"
Assenti.
Faltei à academia por uma semana inteira.
No começo foi fácil fingir que nada tinha acontecido. Bastava olhar para os rostos dos meus filhos se começasse a ter dúvidas. Mas havia pensamentos estúpidos que acabaram se instalando, como, por exemplo, minha esposa nunca me chamou de gorila olhando para mim como se quisesse me devorar. Comparada ao garoto da academia, ela era indiferente aos pelos do meu corpo.
Apareci na academia na segunda-feira de manhã com o rabo entre as pernas. E Kai fingiu que eu não estava lá. Doeu. Eu o perdi. Minha aventura proibida estava acabada e enterrada. Nunca mais poderia explorá-la.
Me senti um bundão, como se merecesse. Era estranho viver tanto tempo e então perceber que na verdade eu era muito dependente de validação, especialmente da validação de um jovem atlético que eu mal conhecia. Tinha acontecido tão rápido, e terminado mais rápido ainda.
Saí da academia com os músculos doloridos de novo, e sem uma palavra do Kai. Voltei no dia seguinte mais determinado e até pedi ajuda a ele, o que ele foi obrigado a me dar. Fora isso, o mesmo tratamento de gelo terrível. No terceiro dia, o peguei me encarando, mas foi rápido, e ele não fez de novo.
Porra, ele me odiava. Porra, porra, porra. Eu não era mais o King Kong dele. Voltei a ser o velho peludo e nojento.
"Ei", ele disse, me tirando do transe. Balancei a cabeça, me virando. Eu estava me encarando no espelho. "Você está bem?" ele perguntou.
"Ah, sim. Desculpa."
Ele assentiu e foi embora. Quis implorar que ele ficasse mais um pouco, talvez eu pudesse consertar. Merda, um papinho já era suficiente para me encher de esperança.
A namorada dele veio visitar. Era uma coisinha loira. Eles se beijaram. Achei que ele estava muito acima do nível dela. A revolta caiu sobre mim como água fria quando percebi que fiquei com ciúmes por um momento. Mas uma vez solto, o pensamento cresceu e não pude mais negar. Ele era um jovem atraente que merecia muito mais do que aquela buceta genérica loira. Ele merecia alguém melhor... maior... como um King Kong.
Era ridículo, claro. Fiquei feliz que pensamentos fossem algo tão privado. Ninguém jamais saberia os meus.
Comecei a arregaçar as mangas enquanto malhava. Ainda não era corajoso o bastante para usar camisetas sem mangas. Podia ver que algumas pessoas achavam engraçado. Mas, surpreendentemente, não me importei tanto, porque meu garoto começou a me lançar olhares com mais frequência, como se não conseguisse evitar.
"Muito bem", ele disse um dia, depois que terminei uma rotina de bíceps. As palavras dele me deram uma onda quente de prazer.
Ele é trinta anos mais novo que você, velho nojento, uma parte de mim gritava.
Infelizmente, eu era muito suscetível a essa voz dentro da minha cabeça. Ela geralmente ganhava as batalhas. Comecei a baixar as mangas, mas então notei pelo espelho que ele balançava a cabeça lentamente, como se implorasse para eu não fazer aquilo.
Levantei as mangas. Ele sorriu, apertou o pau e se virou.
Fui para casa naquele dia correndo para o banheiro e bater uma. Me senti um adolescente de novo.
Geralmente sempre tinha algumas pessoas na academia, mas na sexta-feira aconteceu de só ter duas pessoas além de mim e Kai, um casal, e percebi que, se esperasse o bastante, poderíamos ficar sozinhos. Estiquei meu tempo, fiz intervalos mais longos e fui muito ao banheiro. Meus esforços foram bem-sucedidos. Acabei sentado sozinho num banco enquanto Kai mantinha distância. Agora que estávamos sozinhos, eu não tinha ideia de como começar uma conversa. Cada cenário terminava com ele zombando de mim e mandando eu ir me foder.
"Ei, você está bem?" ele disse.
Acordei dos meus pensamentos de auto-ódio, balançando a cabeça.
"Sim. Desculpa."
"Você faz isso às vezes. Você simplesmente se perde por um momento", ele disse, se aproximando. "Seu Elliot, agora que estamos sozinhos, queria me desculpar com o senhor." Ele se aproximou, mas ainda manteve distância e não sentou.
"Se desculpar?"
"Sim. Não tive a intenção de deixá-lo desconfortável."
Comecei a esfregar os pelos do meu braço. Estava bem suado. Os olhos dele foram instantaneamente atraídos.
"Não deixou", eu disse.
Com passos lentos e olhando por cima do ombro, ele sentou ao meu lado. "Você precisa ser um pouco mais claro aqui. Não quero cometer o mesmo erro de novo."
"Quer esfregar meu braço?"
Ele esfregou. Senti os dedos dele indo para cima e para baixo na minha pele peluda, me dando arrepios.
"Seu macaco sentiu sua falta", eu disse.
Ele deu um pequeno suspiro. O short começou a armar.
"Você desapareceu de mim, macaco", ele disse.
"Eu sei. Desculpa."
"Você sabe o quão mal eu me senti?"
"Como posso compensar?" perguntei.
"Tire a camisa."
Meu rosto estava queimando. Ele provavelmente conseguia ouvir meu coração batendo forte.
"E se alguém vier?"
"Aí você está malhando sem camisa. Grande coisa."
Ele me ajudou com a camisa, depois a segurou na mão esquerda enquanto a direita esfregava minha barriga. Ele estremeceu visivelmente.
"Porra! Gorila..."
Meus pelos eram tão grossos e grandes que os dedos dele se enrolaram neles. Minha barriga era redonda o suficiente para que ele tivesse bastante espaço para explorar.
"Essa porra é insana! Olha quanto pelo do caralho... você é um deus!"
Nós dois vimos meu pau saltando na cueca, latejando dolorosamente.
"Quero esfregar minha bochecha em você todo", ele disse, meio perguntando, meio afirmando.
Dei a ele um pequeno aceno.
Enquanto ele abaixava o tronco na minha direção, agarrei a cintura dele. Ele esfregou o rosto todo, não só a bochecha, o rosto inteiro. Senti o nariz dele, a bochecha, os lábios... ele até me lambeu. Eu estava muito suado.
"Meu Deus", ele disse contra o meu estômago. "Tão bom."
"Acho que vou gozar", eu disse. Minhas bolas estavam fervendo, como se fossem explodir. Uma coceira aguda e constante que me fez contrair a bunda.
"Goza, macaco. Porra, goza." Ele agarrou meu pau por cima do short, um agarro completo, como se minha carne fosse dele. "Isso, papai peludo. Me deixa ver você gozar. Quero ver você gozar." De repente, meu pau foi puxado para fora e eu gemi, jorrando porra dolorosamente enquanto meu corpo todo convulsionava. "PORRA, ISSO!"
Mais tarde, nós dois estávamos um pouco corados com o quão descuidados fomos. Merda, eu sabia como aquilo pareceria. Perderia minha esposa num instante.
"Vamos ser mais cuidadosos", ele prometeu. "Só não desapareça, macaco. Podemos nos encontrar em outro lugar."
"Tá bom. Prometo."
Um dos lugares diferentes onde se encontraram foi no carro do Kai, no meio da noite, depois que eu saí do trabalho. Pequeno e apertado, ele me acariciou no banco de trás como num maldito sonho adolescente. Chupou meus mamilos até ficarem doloridos, e pela primeira vez na vida fiquei feliz que minha esposa não estava mais tão interessada em mim, então consegui esconder. "Você é o homem mais lindo que já vi", Kai disse. "O mais peludo." Ele deixou claro que para ele eram a mesma coisa. Me apalpou dentro das calças, amando a floresta lá embaixo.
Outro lugar foi um hotel barato numa cidade vizinha. A primeira vez que deitamos juntos numa cama e ele chupou minhas axilas, fechando os olhos em puro êxtase, enquanto esfregava o pau duro nas minhas coxas. Eu tremia e estremecia no meu âmago, a experiência mais erótica da minha vida, e naquele dia tive múltiplos orgasmos. "Diz que você é minha putinha peluda", ele pediu.
"Pooooorra, sou sua putinha peluda." Ele estava roçando um dedo no meu cu peludo, me impedindo de pensar direito.
— Posso chupar sua bunda peluda e linda, macaco? — ele perguntou.
— Sim — eu gemi.
Fiquei de quatro na cama, me expondo de um jeito que jamais imaginei que faria para um jovem trinta anos mais novo que eu. Ele acariciou minha bunda com o nariz, enfiando o rosto na minha racha e me beijando no buraco. — Caralho, você tem um cheiro incrível. Você cheira como uma putinha, macaco.
Meu pau já estava pronto para outra rodada de gozadas, mesmo com as bolas cansadas e vazias.
Ele sacudiu minha bunda com o rosto enfiado nas minhas nádegas, e riu como se estivesse se divertindo horrores, enquanto eu agonizava e me contorcia como uma garota.
— Você sabe o quanto você é lindo pra caralho? — ele perguntou depois de me satisfazer completamente, com o rosto a centímetros do meu. Sorri e ele me beijou. Ele escolheu aquele momento para pedir minha virgindade. Não havia como eu recusar.
Fiquei mais confiante, até minha família percebeu e achou que era por causa da academia, e não do jovem que trabalhava lá. Eu sentia um orgulho culposo em dizer que eles jamais suspeitariam de algo assim. O marido e pai deles era um homem de bem e respeitável, não uma putinha barata que se deliciava com a atenção de um macho mais novo. Impensável.
Enquanto isso, eu saía mais cedo do trabalho só para deixar o tal jovem abusar do meu buraco no banco de trás do carro dele. A adoração dele pelos meus pelos corporais virou necessidade. Ele lambia meu almíscar e ficava feliz em fazer isso. Algo que a namorada dele jamais poderia lhe dar.