Regras da Casa Pt. 01
As costas de Mike doíam. Ele passara a manhã inteira carregando caixas e agora estava deitado na cama, tentando se espreguiçar para aliviar a dor. Olhou para o teto do novo quarto e refletiu sobre a estranheza de tudo aquilo.
Alguns meses antes, a mãe dele recebera uma carta avisando que seu tio-avô havia morrido e que ela era a única herdeira de sua herança. Algo sobre ela ser a única parente viva mais próxima.
Mike não se importara muito, pois todos acharam que era piada na época. A mãe dele nunca ouvira falar de um tio-avô. Mas então, um mês atrás, o tabelião os visitou pessoalmente e confirmou a veracidade da carta.
A herança consistia em vários bens e uma quantia em dinheiro, a maior parte destinada a caridade e impostos. Mas o maior item da lista era a casa em si. Era muito antiga e devia pertencer à família há muitas gerações.
O testamento do tio-avô estipulava que, se houvesse parentes vivos, a única condição para herdar era que o beneficiário se mudasse para a casa. Caso contrário, ela seria demolida e o terreno, com os fundos restantes, transformado em reserva natural.
Eles discutiram em família. Nem Mike nem sua irmã gêmea Jessica estavam animados para mudar de estado e praticamente para o meio do nada. Mas no fim, a mãe deles, Monica, bateu o pé e logo todos arrumaram as malas e se mudaram para o fim do mundo.
Chegaram ontem e, algumas horas depois, a transportadora ligou. O caminhão furara um pneu e levara mais um dia para as coisas deles chegarem. Então, tiveram que se virar com o básico e os móveis que já havia na casa.
Esta manhã, Jessica declarou no café da manhã que não gostava muito da nova casa. Disse que era sinistra e velha, e que ouvira barulhos estranhos à noite. Mas, pensando bem agora, Mike realmente gostara da primeira noite.
Claro, os barulhos eram assustadores, mas logo descobriu que era só a madeira velha estalando com o vento forte. Além disso, achou legal morar numa casa com hall de entrada e sala de jantar, em vez do apartamento apertado onde vivera a maior parte da vida.
Mike fechou os olhos e tentou relaxar as costas, mas foi interrompido pela voz da mãe. "Mike, desça aqui. Você ainda não terminou. Quero que leve essas caixas para o sótão."
Mike suspirou. "A Jessi não pode fazer isso?", gritou, sem se mexer da cama.
"Vai se foder!"
"Linguagem, Jessica!", ouviu a mãe repreender a irmã. "Não, Mike, são muito pesadas. Por favor, não me faça subir aí para te buscar."
"Tá bom", murmurou Mike e desceu as escadas. Passou a hora seguinte carregando as caixas restantes da van de mudança escada acima até o sótão.
Quando a última estava no lugar, ele parou para recuperar o fôlego e sentou-se em uma delas. Olhando ao redor, não ficou muito impressionado com o que viu. Ninguém subia ali havia anos, décadas talvez. O chão estava coberto por uma espessa camada de poeira e Mike pôde ver suas próprias pegadas levando ao alçapão.
Além das caixas que ele levara, não havia muito mais. Apenas um abajur de chão quebrado e uma escrivaninha sem uma perna, caída de lado. Ele se levantou e ia descer a escada quando notou um estojo na parte de baixo da escrivaninha. Se a perna não estivesse faltando e a mesa não estivesse inclinada, ele não teria visto.
A curiosidade falou mais alto e Mike decidiu investigar. Examinou o estojo mais de perto e constatou que estava toscamente pregado na escrivaninha. Com um puxão firme, conseguiu soltá-lo e descobriu um pequeno livro de capa preta e letras douradas na frente, onde se lia Regras da casa, no interior do estojo.
Folheando as páginas, Mike viu que a maioria estava vazia, exceto as duas primeiras. Apertou os olhos, tentando ler as letras, mas a iluminação era péssima e ele mal conseguia decifrar o que estava escrito.
Fechou o livro e desceu a escada, querendo achar um lugar melhor para ler. No quarto, Mike sentou-se à própria escrivaninha e abriu a primeira página do livro. Dizia o seguinte:
"Estas são as regras da casa da Mansão Pearson.
Qualquer pessoa, seja hóspede ou residente, é obrigada a seguir estas regras durante sua estadia ou será rapidamente removida das dependências."
Depois disso, havia várias passagens ilegíveis, exceto o primeiro número de cada parágrafo, que ia de 1 a 11. O resto estava riscado com tinta.
Mike suspirou, decepcionado. Alguém aparentemente havia riscado as regras da casa e não havia como recuperar o que fora rasurado. Irritado, largou o livro e se deitou de novo na cama para descansar as costas ainda doloridas.
No momento em que achou uma posição confortável, ouviu um rangido e a cabeça da irmã apareceu na porta. "Qual é, Mike, já se esgotou?" Ela deu um sorriso malicioso ao irmão. "A mãe diz para você parar de vadiar e levar minhas caixas para o meu quarto também."
Mike lançou um olhar duro. "É mesmo?", perguntou. "E o que mais, devo limpar seu quarto também?"
"Se não se importa, claro. Na verdade... é, ela disse isso mesmo. Vamos, sem tempo para folga."
Mike jogou o travesseiro no rosto dela, mas ela se abaixou e escapou do quarto, evitando o golpe por pouco. Ele ouviu sua risadinha e os passos rápidos sumindo ao longe, depois uma porta se abriu e fechou. Por um instante, ficou deitado pensando em como se vingar da irmã. Como nada veio à mente, gemeu e se levantou para pegar o travesseiro.
Então seus olhos caíram sobre o livro na escrivaninha e ele soltou um som exasperado. Era mesmo o melhor que podia inventar? "Que seja, talvez seja engraçado para a próxima pessoa que ler quando achar isso daqui a 100 anos", pensou. Sentou-se à escrivaninha, pegou uma caneta e abriu o livro. Abaixo do último parágrafo, escreveu:
- Jessica só consegue andar com uma perna.
Sorriu por um instante imaginando a irmã pulando pela casa numa perna só. Uma pontada nas costas o lembrou do trabalho do dia e ele fechou o livro de novo para se deitar na cama e finalmente tirar a soneca que desejara o dia todo. Seus últimos pensamentos foram da irmã tropeçando e caindo num monte de lama. Um sorriso se espalhou pelo rosto.
Um coelho gigante o perseguia. Tum-tum-tum. Ele corria, mas não conseguia despistá-lo. Tum-tum-tum. O pânico crescia no estômago de Mike. Ele respirava pesado. Tum-tum-tum. O coelho era enorme. A cada salto, o chão tremia sob seus pés. Tum-tum-tum. Olhou por cima do ombro. O coelho estava logo atrás. Mike gritou quando ele pulou e—
"Acorda, idiota, o jantar tá pronto!" Mike quase pulou da cama. De repente, estava totalmente acordado e seu coração batia forte. A irmã o olhou com uma sobrancelha erguida, mas pela primeira vez não disse nada.
Ao olhar ao redor, viu que já estava quase escuro lá fora. Aparentemente, dormira muito mais do que a soneca rápida que planejava. Bocejando e fechando os olhos, espreguiçou-se com cuidado, mas, para seu alívio, nenhuma dor percorreu o corpo.
Quando abriu os olhos de novo, flagrou a irmã saindo do quarto e... "Espera, isso não tá certo", pensou consigo mesmo e correu atrás dela.
Tum-tum-tum. Lá estava ela, pulando numa perna só em direção às escadas. Mike ficou boquiaberto. Será que ela lera o livro?, imaginou. Não havia como aquilo ter funcionado de verdade. Mas havia um jeito de descobrir. Correu de volta para a escrivaninha, abriu o livro e rabiscou apressadamente:
- Jessica só pode se referir a si mesma na 3ª pessoa.
Então, enfiou o livro e a caneta no bolso e desceu. Quando entrou na cozinha, um cheiro maravilhoso chamou sua atenção. A mãe preparava o jantar de costas para ele. Mike não pôde deixar de olhar para sua bunda firme por um instante, depois, desviando o olhar, foi ao armário e começou a tirar pratos para pôr a mesa.
"Aí está você, querido. Descansou bem?", perguntou a mãe. "Não quis te acordar, você parecia exausto. Mas também não podia deixar você perder o jantar."
"Tô bem, obrigado, mãe." Ele deu um sorriso caloroso. Então pegou os pratos e foi para a sala de jantar. A irmã já estava lá, largada numa cadeira, digitando freneticamente no celular. "Quer ajudar, talvez, Jess?", perguntou enquanto colocava pratos e talheres nos lugares.
"Não, a Jessica tá bem", respondeu a irmã, sem nem levantar os olhos, como se não houvesse nada de estranho no jeito que falara. Mike parou e ficou olhando para ela. Depois de um instante, a irmã ergueu o olhar e perguntou: "Por que você tá encarando a Jessica assim, esquisitão?"
"Ah, nada", respondeu Mike, tentando conter o riso. "Mal posso esperar até a mãe ouvir isso", pensou, e continuou pondo a mesa.
Momentos depois, ouviu passos atrás de si e a mãe entrou na sala, carregando uma panela fumegante. Colocou-a na mesa e, com um grande sorriso, exclamou: "Bom, ataquem!"
Todos se sentaram e Jessica comentou: "Tá cheirando muito bem, mãe, a Jessica adora suas almôndegas." Mike sufocou uma risada e olhou para a mãe para não perder a reação dela.
Para sua surpresa, ela só sorriu e respondeu: "Eu sei, querida, fiz especialmente para você. Achei que poderia ajudar você a se adaptar um pouco mais."
Mike ficou pasmo, talvez a mãe não tivesse notado ou achasse que a irmã estava tentando ser engraçada. Então, durante o jantar, tentou várias vezes chamar a atenção dela para o comportamento estranho da irmã. Mas em vão, não importava quantas vezes a irmã falasse de si mesma na 3ª pessoa, a mãe não parecia perceber.
Finalmente, quando a irmã saiu da mesa e pulou para fora da sala numa perna só sem que a mãe erguesse uma sobrancelha, ficou claro para ele que, para ela, tudo parecia perfeitamente normal.
Durante todo o tempo de recolher a mesa e colocar a louça na lava-louças, a mente de Mike acelerava. Muitas possibilidades tinham se aberto e ele não sabia o que queria fazer. Depois de desejar boa noite à mãe, correu para o quarto e se instalou na escrivaninha. Então pegou o livro e a caneta que ainda estavam no bolso.
"Primeiro o mais importante", pensou, e riscou as duas primeiras regras que escrevera uma hora antes. Claro, era meio engraçado ver a irmã daquele jeito, mas se só ele achava estranho, a graça era pela metade.
Franziu a testa tentando pensar no que fazer com esse novo poder. Então um sorriso malicioso se espalhou pelo rosto. Sabia o que faria. Iria se vingar da irmã e se divertir enquanto isso. Freneticamente, escreveu no livro e, antes de finalmente se deitar para dormir, produziu vários novos parágrafos:
- Jessica não gosta de ser má com o Mike.
- Jessica sente atração sexual por Mike, mas acha que não pode agir baseado nesses sentimentos porque tem medo de ser rejeitada por ele e não tem certeza de como se sente sobre incesto.
- Jessica tenta chamar a atenção de Mike se vestindo de forma provocante.
- Monica sente que é seu dever como mãe dar um bom show para Mike se vestindo de forma provocante para ele em casa.
- Quando Mike usa a frase "você não se lembra", Monica e Jessica consideram qualquer afirmação anexada como verdadeira e a racionalizam.
- Monica não quer que Jessica saiba de suas relações sexuais com Mike, porque tem medo de que Jessica fique horrorizada com incesto.
- Monica é muito ruim em esconder suas relações sexuais com Mike de Jessica, embora ela mesma não perceba.
- Jessica secretamente inveja a mãe pela relação sexual dela com Mike.
- Jessica tentará fingir que não sabe o que está acontecendo sempre que perceber Mike e Monica tendo relações sexuais, porque não sabe como reagir.
Na manhã seguinte, Mike acordou com uma ereção violenta. Não tinha certeza se não imaginara os acontecimentos do dia anterior, mas uma olhada na escrivaninha confirmou a realidade da situação: o livro ainda estava lá, e também suas novas regras.
Ainda vestindo a camiseta com que dormira e a cueca boxer, foi até a cozinha, segurando o livro na mão enquanto o coração batia descontrolado.
Quando passou pela porta, seu queixo caiu. Lá estava a mãe, descalça, usando apenas shortinhos e um top cropped. A bunda dela quase saltava para fora da calça e, quando se virou para lhe dar um beijo na bochecha, ele notou que ela não usava sutiã.
"Bom dia, querido", ela o cumprimentou com entusiasmo. Mas ele não respondeu de imediato. Não conseguia. Seus olhos estavam grudados nos seios dela. Notou que os mamilos estavam levemente eretos, marcando a blusa. A mãe lhe deu um sorriso malicioso.
"Vejo que meu garoto gosta do que vê", ela disse com um tom lisonjeado. "Escolhi a roupa especialmente para você esta manhã. Mas nada de tocar, afinal sou sua mãe!" Ergueu um dedo para reforçar o argumento. "Agora levante esse queixo do chão e me ajude a pôr a mesa."
Piscando para ele, virou-se e Mike conseguiu fechar a boca e murmurar: "Sim, senhora", sem conseguir acreditar que aquilo realmente funcionara. Então sorriu.
"Mãe, você me disse que gosta quando eu toco em você, não se lembra?" Por um instante, uma expressão de confusão se instalou no rosto dela. Depois o sorriso voltou.
"Claro, que boba eu!", ela se repreendeu. "Você pode me tocar o quanto quiser. Mas primeiro coloque os pratos, está bem, querido? Você pode brincar com os peitinhos da mamãe depois." Foi a vez de Mike sorrir, e ele pegou alguns pratos das prateleiras.
Naquela manhã, ele foi excepcionalmente rápido ao pôr a mesa, então, quando finalmente terminou, aproximou-se silenciosamente por trás da mãe e deslizou as mãos por baixo do top, enchendo as mãos com seus seios grandes. Mike ouviu um leve gemido escapar dos lábios dela e sentiu os mamilos endurecerem sob seus dedos.
Ele se pressionou contra ela enquanto massageava seus seios e, de vez em quando, beliscava um dos mamilos. A cada vez, um gritinho de prazer escapava da mãe, mas ela continuava preparando o café da manhã como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Lentamente, deixou uma das mãos deslizar pela barriga lisa dela e descer para dentro da calça, enquanto a outra continuava brincando com os mamilos. As pontas dos dedos sentiram os pelos encaracolados da mata não depilada e o calor irradiando de sua boceta.
"Mike!", ela ofegou. "Não... você não acha que isso é ir longe demais? Eu... eu sou sua mãe, afinal", Monica sussurrou hesitantemente.
"Mas mãe, você me disse que gostava quando eu te dedilhava", ele sussurrou no ouvido dela, "não se lembra?" Com isso, enfiou dois dedos na boceta da mãe, sentindo a umidade quente e as paredes da boceta se contraindo ao redor de seus dedos.
"Ahhhh, claro que me lembro, bebê", a mãe gemeu, deixando a cabeça cair para trás no ombro dele. Seus olhos se fecharam e ela curvou os lábios num sorriso extasiado.
Mike sorriu e começou a dedilhar a mãe, ali mesmo na cozinha. Com o passar do tempo, ela se apoiou cada vez mais nele, e ele continuou estimulando os mamilos com a outra mão, que a essa altura já poderiam provavelmente cortar vidro.
Logo sentiu os joelhos dela fraquejarem e a segurou pela cintura, mantendo-a em pé enquanto a outra mão bombeava furiosamente em sua boceta. A mãe de repente virou a cabeça e mordeu seu pescoço, não dolorosamente, mas o bastante para deixar uma marca, e ele sentiu o grito de prazer sufocado dela reverberar através dele.
Com isso, ele sentiu seu próprio membro inchar e o pressionou contra a bunda da mãe. "Alguém... está... ficando... animado," sua mãe ofegou em seu pescoço, ainda se recuperando do orgasmo. "Por que você não... sobe... e resolve isso... a mamãe espera com o café da manhã." Ela virou o rosto corado e lhe deu um sorriso maternal caloroso.
Mike retribuiu o sorriso inocentemente e respondeu: "Mas mãe, você geralmente me chupa no café da manhã, não lembra?" Novamente, o olhar confuso passou pelo rosto dela, então seus ombros caíram.
"Não sei o que há de errado comigo esta manhã, querido," ela suspirou com um olhar cabisbaixo. "Não acredito que esqueci seu boquete matinal. Sou uma mãe tão ruim." Uma expressão perturbada se espalhou pelo rosto dela.
Mike a virou para encará-la e levantou seu queixo com uma das mãos. "Tudo bem, mãe, você provavelmente só está cansada," ele tentou consolá-la. "Ontem foi bem exaustivo."
"Talvez você tenha razão. Mas isso não é desculpa," ela respondeu e suspirou novamente. Então ela o olhou com um sorriso malicioso se espalhando no rosto e disse: "Prometo que vou compensar na mesa."
Ela estendeu a mão para a dele e deslizou os dedos dele, ainda cobertos de seu suco de boceta, em sua boca, chupando-os lentamente e lambendo-os até limpá-los. Mike quase furou a cueca com a visão. Então o rosto da mãe de repente ficou ansioso. "Mas não podemos deixar sua irmã saber. Acho que ela não entenderia."
"Claro que não, mãe," Mike a tranquilizou, "vamos ser discretos." Então ele lhe deu um beijo rápido na bochecha.
Enquanto carregavam a refeição que Monica havia preparado para a sala de jantar, Mike ouviu sua irmã descendo as escadas e logo ela entrou no cômodo, vestindo uma minissaia e um top justo. Como a mãe, ela não estava de sutiã esta manhã. Mike notou que ela estava olhando fixamente para sua virilha e só então percebeu que ainda estava de pau duro, visivelmente armando uma barraca na cueca.
Ele sorriu interiormente, fingindo não ter notado o olhar dela, e sentou-se à mesa. "Bom dia, querida, dormiu bem à noite?" sua mãe a cumprimentou.
"Bom dia," sua irmã respondeu sonolenta, "nem tanto, os rangidos me mantiveram acordada a noite toda. Juro, esta casa é mal-assombrada, ou há fantasmas morando aqui, algo assim." Ela bocejou e começou a empilhar ovos mexidos em seu prato. "E quando finalmente consegui dormir, tive uns... sonhos estranhos."
Mike novamente viu sua irmã lançar um olhar para sua virilha. Seu pau estremeceu ao pensar na irmã sonhando com eles juntos, fazendo todo tipo de obscenidades.
"Sinto muito, querida. Tenho certeza de que você vai se acostumar rapidinho," sua mãe respondeu e sorriu para Jessica, então começou a atacar o próprio café da manhã.
Mike não conseguia pensar em nada além do que estava prestes a acontecer e mal tocou na refeição. Depois de alguns minutos brincando com a comida no prato, ele notou que sua mãe havia praticamente devorado a porção dela. Ela lhe deu uma piscadela, então derrubou a faca no chão com um barulho alto.
"Minha nossa, como sou desastrada esta manhã," ela exclamou e mergulhou debaixo da mesa. Por um momento ele a ouviu resmungar e praguejar baixinho. Então Mike sentiu uma mão se enfiar na frente da cueca e agarrar o tronco de seu pau totalmente ereto. Ele deu um guincho surpreso e tentou disfarçar pigarreando alto. Sem se deter, a mão puxou seu pau para fora e de repente ele sentiu lábios quentes envolvendo seu membro.
Ele suprimiu um gemido e empurrou os quadris um pouco para frente para dar melhor acesso à mãe. Ao mesmo tempo, enfiou um garfo cheio de ovo na boca e tentou fingir que sua mãe não estava lhe fazendo um boquete debaixo da mesa de jantar, enquanto sua irmã sentava a poucos metros de distância.
Mike sentiu sua mãe aumentar a sucção em seu pau e girar a língua em volta da cabeça do pau. Ao mesmo tempo, ela começou a subir e descer a cabeça em seu pau. De repente, outra mão deslizou para dentro da cueca pela abertura da perna, segurando suas bolas gentilmente e massageando-as.
Ele abafou um gemido e lançou um olhar para a irmã. Jessica aparentemente não havia notado o que acontecia debaixo da mesa, os olhos grudados na tela do celular. Quando ele olhou para ela, ela ergueu os olhos e perguntou: "Você está bem, mãe? Precisa de ajuda para achar a faca?"
Mike sentiu seu pau escapar da boca da mãe e a ouviu responder: "Sem problemas. Está meio duro aqui embaixo, mas acho que quase consegui."
Com isso, ela chupou o pau dele de volta para a boca e começou a empurrá-lo fundo na garganta. Ela o manteve lá por um momento antes de dar uma ânsia alta e deixá-lo deslizar de volta para uma posição mais confortável. Então ela passou a fazer garganta profunda periodicamente, continuando a dar ânsias altas a cada vez.
Enquanto isso, Mike agarrava a borda da mesa, tentando não gozar imediatamente na boca da mãe. Ele queria saborear o momento um pouco mais. Especialmente porque a essa altura não havia como sua irmã não ter percebido o que estava acontecendo lá embaixo. Sua mãe havia perdido qualquer disfarce e produzia ruídos altos de sucção enquanto devorava seu pau.
Quando Mike olhou para a irmã, viu-a franzir as sobrancelhas enquanto encarava o celular. Seu rosto era como uma tela de cinema e por um momento ele viu luxúria, frustração, inveja e medo, tudo ao mesmo tempo exibido no rosto da irmã.
"Está... tudo... bem... Jess?" ele perguntou com hesitação. Com um ruído alto de ânsia, sua mãe tinha acabado de enfiar o pau dele fundo na garganta novamente. Jessica o encarou e falhou em colocar uma expressão de normalidade. Mike pensou que ela parecia ou desejar estar lá em cima ou embaixo da mesa, não tinha certeza.
"Está... tudo bem. Acho que só estou cansada," ela respondeu com hesitação. "Acho... que vou voltar para a cama... é... tentar recuperar o sono."
Enquanto ela se levantava, debaixo da mesa sua mãe murmurou: "Faça isso, querida, vou ver como você está mais tarde, se precisar de algo." Ela não se preocupou em tirar o pau da boca e mal se entendia. Então houve um ruído de sucção e o som de gotas batendo no chão de madeira.
Jessica apenas assentiu, virou-se e caminhou de forma aparentemente lenta em direção à porta, como se tudo estivesse bem. Quando sua traseira apareceu, Mike viu que a saia dela havia subido um pouco, expondo a calcinha e uma pequena mancha molhada era claramente visível. Com a visão, ele não aguentou mais.
"Jess," ele chamou. Ela parou, então se virou para olhar para ele. Mike conseguiu sustentar o olhar dela. Então ele se partiu e explodiu na boca da mãe. "Você... você... uhn... precisa de mais ajuda... ugh... com suas caixas?" ele perguntou, interrompendo-se com gemidos de prazer.
Ainda assim, ele tentou manter uma cara séria e sorriu para a irmã. Ao mesmo tempo, ele jorrava jato após jato de porra na boca faminta da mãe e um guincho alegre e uma risadinha ressoaram debaixo da mesa e após alguns segundos ruídos altos de deglutição.
Jessica retribuiu o sorriso quase timidamente. "Não, obrigada. Eu... eu só estava te provocando ontem," ela respondeu acanhadamente. Mike conseguiu um aceno e ela se virou novamente. Então ela caminhou rapidamente para fora e fechou a porta atrás de si.
Mike desabou na cadeira. Seu pau estava lentamente amolecendo na boca da mãe, mas ela ainda continuava chupando-o, como se fosse uma chupeta. Ele se inclinou para espiar debaixo da mesa e deu uma boa olhada nela.
Seus lábios e queixo estavam cobertos de saliva, assim como seu top, agora quase transparente, e seu decote brilhava com saliva. Ela lhe deu um sorriso amoroso e maternal e continuou chupando seu pau por um momento. Então ela o deixou escapar da boca, deu um beijo na ponta e exclamou: "Meu garoto cresceu tão rápido, foi uma carga grande, querido!" Ela sorriu radiante para ele. "Tive que engolir duas vezes para conseguir descer tudo!"
Então ela fez menção de se levantar debaixo da mesa, mas Mike a segurou suavemente. "Na verdade," ele pensou, "você se importaria de só chupar um pouco mais? Preciso pensar e sua boca no meu pau sempre deixa meus pensamentos mais claros, não lembra?"
Sua mãe nem hesitou desta vez. "Claro, querido," ela respondeu com um sorriso. Então ela colocou o pau dele de volta na boca. Desta vez, porém, ela simplesmente brincou com ele com a língua e o chupou gentilmente.
O pau de Mike havia murchado um pouco, e ele sabia que levaria um momento para recarregar. Mas isso era gostoso, então ele se recostou na cadeira enquanto sua mãe lentamente explorava cada centímetro de seu pau com a língua, até mesmo deslizando sob o prepúcio.
Mike desfrutou de sua sorte por alguns minutos. Tudo tinha saído conforme o plano, até melhor. Ele tinha certeza de que sua irmã havia percebido o que acontecera debaixo da mesa e nenhuma palavra de protesto passara pelos lábios dela. Na verdade, ele tinha certeza de que ela estava lá em cima agora, esfregando a boceta pensando em chupar o pau dele. Ele fechou os olhos e relaxou, sentindo seu pau envolvido na boca quente da mãe.
Depois de algum tempo, Mike sentiu o chamado da natureza e estava prestes a se levantar quando um pensamento perverso lhe ocorreu. Por um momento ele hesitou. Isso seria bem maldoso e ele só tinha querido se vingar da irmã. Além disso, ele admitiu para si mesmo, sempre quis que sua mãe chupasse seu pau, mas só isso.
"Talvez o poder realmente corrompa," ele pensou consigo mesmo. Outra ideia lhe ocorreu e ele sorriu. "Se ela gosta também, não estou lhe fazendo um favor, realmente?" ele tentou se convencer. Ele pegou o livro da mesa, onde o havia colocado depois de arrumar a mesa, e o abriu. Então ele escreveu outro parágrafo.
- Monica ama beber o mijo de Mike.
Largando a caneta, ele olhou para a mãe que ainda estava diligentemente chupando seu pau. "Mãe, preciso mijar." Ela deixou o pau dele escapar dos lábios por um momento e sorriu calorosamente para ele.
"Bem, já estou aqui embaixo. Então... por que você não... deixa a mamãe cuidar disso?" ela perguntou com um olhar travesso no rosto. Mike ficou um pouco surpreso. Ele nem tinha precisado usar a frase. Aparentemente, sua mãe era muito mais safada do que ele imaginava.
"Tem certeza?" ele perguntou, bancando o inocente.
"Querido, eu já engoli sua porra!" sua mãe exclamou. "O que é um pouco de mijo?"
"Tudo bem então," ele acquiesceu, "lá vai."
Mike tentou relaxar enquanto sua mãe colocava seu pau semi-duro de volta na boca. Então, sem perder o contato visual, ele simplesmente se soltou. Ele sentiu o jato quente saindo de seu pau e ouviu-o batendo no céu da boca da mãe. Ela apenas sustentou seu olhar e Mike observou enquanto suas bochechas lentamente começaram a inflar.
Então, inesperadamente, sua mãe começou a acariciar sua glande com a língua enquanto ele ainda mijava. Ele sentiu seu mijo quente girando em volta do pau enquanto ela o mexia como um coquetel. Mesmo que ele tivesse acabado de gozar na boca da mãe enquanto mantinha contato visual com a irmã, esta tinha que ser a sensação mais intensa que ele já sentira.
Por um momento Mike pensou que sua mãe fosse derramar tudo no chão. Mas então, ainda acariciando sua glande com a língua, ela deu uma golada pesada e ele sentiu a maior parte do líquido em sua boca desaparecer. Mike não tinha certeza, mas pensou ter visto sua mãe sorrir, enquanto suas bochechas começavam a inchar novamente.
Isso continuou por mais duas goladas até que sua bexiga estivesse completamente vazia. Quando seu jato parou, sua mãe não havia derramado uma única gota e Mike estava duro como pedra novamente. Enquanto ele sentia as últimas gotas fluírem de seu pau, ela lentamente o soltou dos lábios, mantendo-os selados. Então ela engoliu uma última vez e sorriu para ele.
"Ahhh," ela saboreou, "isso foi gostoso, bebê. Por que não fazemos sempre assim? Só quando sua irmã não está por perto, claro." Ele notou que seu sorriso era diferente desta vez, de alguma forma mais confiante. Mike não tinha certeza do que isso significava, talvez fosse porque tinha sido ideia dela. Ele não iria impedi-la, no entanto.
"Se você não se importa, mãe," ele respondeu, olhando para ela. "Isso me pouparia muito tempo, não ter que correr para o banheiro toda hora."
"É só chamar sua mãe se precisar ir, ok, querido?" ela disse e piscou para ele. Então ela olhou para seu pau duro. "Agora, eu não disse que ia compensar você?" Com um movimento rápido, ela empurrou o pau dele até o fundo da garganta novamente.
Mike gemeu alto e descansou a mão na cabeça da mãe. Ele pretendia desfrutar sua nova vida e não iria interromper tal iniciativa. Pelo canto do olho, ele viu sua irmã, espiando pela porta entreaberta, se dedilhando furiosamente. Ele sorriu. Tudo estava como deveria ser.