Contos eróticos para ler inteiros.

Grupal e Orgias

Pt 21: Eu Aguento Mais Que a Equipe do Gangbang

stefanieapatecida13 min

Então, aconteceu. Quer dizer, era inevitável, né? Desde a minha primeira experiência em grupo... só pensei em uma coisa... "ir maior e melhor!" Nos últimos meses... organizar um gangbang foi um dos primeiros pensamentos na minha cabeça quando eu acordava e o último antes de dormir.

Tipo, como é que se organiza um gangbang?

Mando mensagem para desconhecidos?

Coloco um anúncio?

Mando mensagem para todos os caras com quem já transei?

Mesmo assim, quantos estariam a fim?

Acho que muita gente pensa que, ei... sou uma garota bonita... com certeza não seria difícil arranjar alguns caras que quisessem me comer.

Bom, sorte a minha que jogar essas perguntas pro universo pareceu funcionar.

Um cavalheiro chamado Brock apareceu nas minhas DMs com tudo que eu queria. Ele e um grupo de caras eram organizadores e participantes regulares de gangbangs locais. Que boba eu. Como eu podia não conhecer esse mundo kink-friendly onde gangbangs eram uma ocorrência normal de sexta à noite?

Mas adivinha... Brock tinha me fornecido meu ingresso para esse novo mundo exótico dos gangbangs. Quer dizer, faz alguns anos, eu nunca tinha nem assistido pornô de gangbang. Agora, aqui estou, com o véu tirado dos meus olhos sobre o quão pervertidas algumas pessoas realmente são. Acho que a pessoa "socialmente normal" não tem ideia do mundo maravilhoso do sexo. E é louco pensar... o quanto estão perdendo.

Então, pulando as formalidades... acontece que Brock e sua turma estavam reservados todo fim de semana pelos próximos dois meses. Uau... acho que eles devem ser muito populares e que há muito mais mulheres pervertidas na minha cidade do que eu pensava.

Como você sabe, eu estava doida pra organizar isso. Fiquei eufórica que isso eliminaria todo o trabalho chato de tentar resolver sozinha. Sei lá, eu compararia a pegar um agente de viagens para organizar as férias pra você. Você só quer deixar alguém fazer o trabalho chato e curtir a diversão.

Perguntei como funcionava e basicamente ele me disse que eu podia avaliar os caras, mas que eu ficasse tranquila porque ele tinha uma "política de zero babacas".

Enquanto ele contava isso, eu sentia minha boceta vibrar de excitação ao pensar em cinco, seis ou até sete caras aparecendo e usando todos os meus buracos. Caras que eu nunca tinha conhecido antes. Caras cujos nomes eu provavelmente nem saberia ou jamais descobriria.

O único lado ruim. Eu teria que esperar dois meses inteiros antes que isso virasse realidade. Nas semanas seguintes, Brock me mandou fotos dos participantes elegíveis. Não recusei nenhum. Pra ser justa, o nível dos caras era bem alto. Cada vez que ele me mandava um novo, eu passava a próxima hora mais ou menos sonhando acordada sobre como todos eles me usariam.

Não falei nada pro maridão sobre o que eu tinha colocado em andamento. Só cerca de uma semana e pouco antes, quando ele me ouviu organizar uma babá.

Me virei pra ele e disse: "Se você pudesse ter qualquer coisa, o que você iria querer de Natal?"

Ele parou pra pensar antes de me dizer que não se importaria com um Rolex ou um carro novo.

**Cara de palma**

Andei até ele, deslizei lentamente minha mão pela frente da calça dele até segurar as bolas e disse... "Sério, você pode ter o que quiser..."

"Adoraria ver você ser usada pelo máximo de caras possível" foi a resposta dele.

Sorri, tirei minha mão do shorts dele e disse: "bem, se é isso que você quer" e saí andando direto do quarto.

Ele teve uma semana pra refletir sobre o que aquilo significava.

Avança pra grande noite. Maridão e eu arrumamos o carro e fomos pro centro bem cedo. Fizemos uma noite de encontro e saímos pra uma refeição caprichada à tarde no porto. Foi difícil se concentrar em qualquer outra coisa. Estávamos os dois eufóricos de empolgação.

Eu tinha uma pequena ideia do que me esperava. Em retrospectiva, não cheguei nem perto.

Fizemos check-in no hotel. Quando chegamos no quarto, encontramos um probleminha. Tínhamos reservado uma suíte que tinha um grande salão de estar, mas o quarto. Era minúsculo. Não tinha como 7 caras e eu caberem.

Brock chegou uns 5 minutos depois da gente. Ele era tão tranquilo e até trouxe bebidas e petiscos pra todo mundo. Acho que dá pra dizer... ele era um profissional habilidoso. E foi ele quem resolveu nosso problema do quarto sugerindo trazer o colchão pra sala.

Maridão foi mover ele, quando Brock o parou e disse pra não se preocupar, os caras fariam isso.

Ele nos deixou logo depois, dizendo que ia encontrar todos os caras no bar do outro lado da rua, e que mandaria dois ou três por vez.

Foi aí que comecei a sentir um friozinho na barriga de nervoso. Estava acontecendo. Eu estava prestes a ser o centro das atenções de um monte de paus duros. E não vou mentir. Era eletrizante.

Uns dez minutos se passaram até a primeira batida na porta. Nós dois paramos o que estávamos fazendo, eu no sofá e Maridão na cozinha, e nos entreolhamos, antes de eu acenar com a cabeça em direção à porta.

Achei que seria divertido o maridão abrir a porta e me apresentar pros caras que estavam prestes a me dobrar e me encher.

Eles eram todos tão genuínos. Quer dizer, Maridão disse que eu passava uma vibe divertida desde o começo. Mas a conversa simplesmente fluiu. Não tinha nada de constrangedor. Era só um grupo de pessoas saindo numa noite de sexta-feira prestes a fazer coisas que o público em geral provavelmente desaprova.

Logo outro grupo de caras chegou, e Brock veio por último. Olhei pelo quarto e pensei, não tinha como eu ter reunido um bando de caras tranquilos e bonitões pra brincar sozinha.

Batemos um papo por um tempo até eu começar a me perguntar como aquilo ia começar. Literalmente no momento em que esse pensamento entrou na minha cabeça, um dos caras veio e começou a me beijar no sofá. Deixa eu só dizer que perdi a noção de quem era quem.

Logo tinha 4 caras ao meu redor no sofá. Eles puxaram meu vestido pra baixo e expuseram meus peitos. Eu tinha um cara me beijando enquanto outros dois chupavam meus seios e o quarto provocava minha nuca com a língua. Era exatamente como eu lembrava. Sobrecarga de sensações.

Logo, eles tiraram meu vestido por cima da minha cabeça, e aí Brock interveio e me puxou do sofá pro colchão.

Dois caras imediatamente me seguiram. Um começou a me beijar e o outro estava de joelhos, brincando com minha boceta pingando enquanto chupava meus peitos. Não demorou muito até eu ter muito mais mãos em mim e cair de joelhos. Comecei a desafivelar as calças mais próximas do meu rosto, antes de outro cara me virar pra ele e dizer: "Tô pronto pra ação."

Ele não tava mentindo. O pau dele estava duro como pedra. E claro, bem maior que o do meu marido. Esse foi o primeiro pau que eu vi e o começo foi triunfal.

Dali logo virou um círculo de paus. Eu tinha um em cada mão e um na boca o tempo todo. Enquanto isso, sempre tinha alguém ou chupando meus peitos ou brincando com minha boceta.

Acho que Maridão foi o primeiro a comentar como minha boceta tava molhada enquanto um dos caras me dedilhava por trás.

Eu não conseguia nem responder, já que minha boca estava sempre cheia de pau.

Nos primeiros minutos, eu já estava esguichando por toda a cama. Acho que esse foi o primeiro sinal pra todo mundo ali de que ia ser uma noite divertida.

Um pouco depois, experimentei meu primeiro blow bang. E adorei. Eu estava de joelhos com 5 paus ao meu redor. E depois de um ou dois minutos chupando, eles rodavam e substituíam um pau por outro.

Eu estava no céu. E os caras também. Enquanto eu pegava cada pau na boca, eu reparava no tamanho e na grossura de cada um. Não sei em que momento ele brotou na minha frente, mas um dos caras era o dono do mais grosso, não, do maior pau que eu já tinha visto.

Parei ali mesmo e fiz sinal pro Maridão chegar mais perto. Sim, Maridão estava lá, andando ao redor do círculo de paus que me cercava. Segurei meu braço, sim, meu braço, ao lado do pau dele, mostrando pro Maridão, incrédula, que era mais comprido e grosso que meu braço. Apelidei ele de "tronco de árvore" pela noite, e o nome pegou. Mas não terminei por aí. Fiz Maridão tirar o pau dele pra comparar. Não tinha comparação. O do Maridão não chegava nem na metade do comprimento, e o "tronco de árvore" tinha mais que o dobro da grossura.

Mal podia esperar pra deslizar ele na minha boceta.

Brock assumiu a liderança de novo e anunciou que já era hora de eu ser fodida.

Depois de uns 20 minutos chupando pau atrás de pau, fiquei feliz em finalmente ter alguns deles dentro de mim. E pela meia hora seguinte, foi exatamente isso que aconteceu.

O tempo todo eu tinha um pau na boca e na boceta.

Passei o próximo, sei lá quanto tempo já que o tempo ficou irrelevante, de quatro. Com um cara me bombando por trás e outro fazendo o mesmo com meu rosto. Quando um cara cansava, alguém imediatamente pulava e o substituía.

Uma coisa se destacou. Todos os caras ficaram chocados com o quão molhada eu estava.

Eu estava tão excitada. Mais pelo fato de que o que estava acontecendo era tão fora do normal, tão safado. Na minha vida normal, ninguém jamais esperaria isso de mim. Sou a mãe que nunca fala palavrão, felizmente casada, três filhos, emprego respeitável, casa no subúrbio, minivan. Não era pra eu sequer ter essas fantasias, muito menos realizá-las.

No entanto, aqui estava eu. Satisfazendo não um, não dois, mas sete caras. Deixando todos eles usarem meus buracos para o próprio prazer. E aparentemente eu estava fazendo um trabalho decente, já que alguns deles já tinham gozado em mim.

Maridão ainda estava lá. Eu frequentemente o pegava no canto do olho batendo uma, com o celular na mão. Eu o mantinha envolvido pedindo pra ele me buscar certas coisas. Ele foi meu submisso da noite. Ele pegou minha faixa de cabelo e me trouxe água pra me reidratar e manter minha boca molhada pra todos os paus aproveitando ela.

Em certo momento, enquanto o Maridão pegava minha faixa de cabelo, olhei pra cima e vi um retardatário que ainda não tinha sido apresentada.

Sorri pra ele e disse: "Acho que ainda não tive seu pau na minha boca... vem cá."

Todo mundo riu. Aparentemente, sem eu saber, ele já tinha tido a vez dele na minha boca. Foi tão excitante saber que um cara simplesmente apareceu, tirou a roupa e enfiou o pau na minha boca sem eu nem dizer oi.

Depois de um tempo, disse a eles que estava pronta pra aumentar um pouco a aposta. Coloquei um dos caras deitado e montei nele de costas, estilo cowgirl reversa. Deslizei o pau duro como pedra dele no meu cu usando a lubrificação da minha boceta. Ele seria minha base, pois eu finalmente ia ser penetrada em dobro de novo. E foi o que eu consegui. Cada cara teve sua vez de deslizar na minha boceta. Tive todos eles, um após o outro, entrando na minha boceta enquanto minha base continuava no meu cu. E pra completar, os caras que esperavam se revezavam enchendo minha boca também.

Eu finalmente estava conseguindo exatamente o que queria. Eu era a vadia do gangbang de três buracos. Maridão depois me disse que foi de longe uma das coisas mais excitantes que ele já me viu fazer. Ter todos os meus três buracos preenchidos.

Depois que cada cara teve sua vez, foi hora de um intervalo. Quando anunciei que precisava de uma pausa, Brock mencionou que aquele foi o maior tempo que qualquer garota tinha aguentado sem precisar de um descanso.

Aquele foi um momento de orgulho de vadia pra mim. Essa mãe comum ainda conseguia aguentar uma foda tão bem quanto qualquer outra.

Se você está imaginando o que acontece no intervalo de um gangbang. Bem, basicamente todos nós pegamos as bebidas e ficamos pelados, nos conhecendo, rindo e fazendo piadas. Foi revigorante, ficar ali pelada na frente de tantos caras, que ainda estavam duros ou meio duros. Eu só tinha vontade de pegar água e voltar pra posição de quatro pra eles poderem continuar a gozar.

Durante o intervalo, perguntei se alguém topava uma penetração vaginal dupla. Quer dizer, estava no topo da minha lista de desejos por tanto tempo e nunca haveria uma hora melhor pra tentar.

Todos aceitaram na hora. Aparentemente, mesmo eles indo a um gangbang na maioria das noites de sexta-feira, poucas garotas topam.

Foi aí que pensei comigo, vamos com tudo ou vai pra casa, né.

Dessa vez, "Tronco de Árvore" seria minha base. Então, eu não só teria dois paus na boceta ao mesmo tempo, mas um deles seria o maior que já tive. Não dá pra dizer que não sou divertida.

Foi uma sensação que jamais esquecerei. A plenitude. O aperto. E o ritmo de ter dois caras em mim ao mesmo tempo mandava formigamentos pelo meu corpo. E pra completar, a cara dos caras conforme cada um se revezava deslizando em mim.

Em certo momento, até me inclinei e comecei a chupar um dos paus também. Eu era insaciável. Finalmente estava conseguindo algo em que pensava desde meu primeiro ménage. Mais uma vez, cada cara teve sua vez. Cada um trazendo uma sensação diferente pra minha boceta. Alguns indo devagar e fundo e outros com força e rápido. Mas o tempo todo... a sensação de plenitude me levando ao êxtase.

É isso mesmo. Pode muito bem ter sido um dos orgasmos mais fortes da minha vida.

Depois que todos tiveram sua vez, continuamos de onde paramos. Eles me puseram contra a parede, de quatro, montando como cowgirl. E conforme cada posição mudava, logo os caras começaram a gozar. Alguns gozando nos meus peitos e outros dentro de mim.

O quarto foi esvaziando devagar. Maridão disse que, antes de irem embora, tentaram se despedir de mim, mas eu estava ocupada demais. Logo só restavam dois. Tronco de Árvore e o retardatário. Tronco de Árvore gozou em mim, um momento que não esquecerei tão cedo, pois ele atingiu pontos que ninguém jamais tinha alcançado antes.

E o retardatário. Bem, acontece que ele tinha a maior resistência de todos. Mas é claro que eu o acabei com a boca, e ele gozou tudo nos meus peitos.

Olhei pro Maridão e sorri. Se eu algum dia pudesse descrever um olhar de orgulho, seria aquele olhar.

Ele me deu um beijo e disse que não acreditava em como eu era incrível. Pra ser justa, eu provavelmente poderia ter aguentado mais uns dois caras ali mesmo.

Sabe como é, quando se está no clima... se está no clima.

Brock ficou até o fim e disse que da próxima vez vai encontrar mais de dez caras, porque ele também concordou... eu preciso de mais paus.

Quem sabe na próxima eu consiga dominar um grupo ainda maior de caras.

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