Contos eróticos para ler inteiros.

Sedução Forçada

Provocando o Chefe Sedutor

milena-717 min

Minha sorte era horrível. Literalmente, a pior. Todo sinal fechava, todo dia de folga chovia, e eu nunca ganhei nada em bilhete de loteria. Nem um real de raspadinha.

Então, naturalmente, acabei trabalhando com o mesmo idiota que me traiu na faculdade. Melhor ainda, ele era meu gerente. Não podia ser inteligente o suficiente pra merecer o cargo.

Uma manhã, esbarrei com ele na escada e quase tropecei, sem acreditar no que via.

"Tom?! Que porra você tá fazendo aqui?" soltei.

Meu olhar caiu no crachá dele. "Sério? Te contrataram?"

"Bom te ver também, boneca," ele sorriu.

"Vai se foder."

Os olhos dele percorreram meu corpo, então deu de ombros. "Não, obrigado."

Mentiroso filho da puta. Ele obviamente me queria, sempre quis. Não conseguia tirar as mãos de mim quando estávamos juntos. Eu rebolava bem ao andar, deixando ele ter uma bela vista da bunda que nunca mais ia pegar.

No mês seguinte, fiz da minha vida atormentá-lo. Blusas decotadas, sutiãs de renda que deixavam meus mamilos aparecerem de leve, saias com um lindo rodado que eu usava só quando ele podia ver. Meus saltos ganharam um centímetro. Desconfortável, mas valia a pena cada vez que eu pegava ele olhando minha bunda.

O clima quente de verão ajudava. Bom, o escritório era gelado, mas minha vingança era mais importante que tremer um pouco. Não que eu tremesse quando o Tom estava por perto. Nem. Eu tava pegando fogo.

Alguns podiam me chamar de vadia obcecada, que eu devia ser a pessoa madura e deixar pra lá. Alguns não entendiam como era trabalhar sob o Tom. Controlador, microgerenciador, idiota inútil era minha forma mais educada de descrevê-lo.

Então eu era uma rainha passivo-agressiva todo dia, torcendo pra ele ficar irritado o bastante pra se transferir ou, melhor ainda, se demitir. Claro, tinha a chance de ele me demitir, mas eu era boa no meu trabalho e super simpática com todo mundo. Bonitinha, um pouco provocante, talvez meio vestida de menos, mas ninguém reclamava. Ele não ia querer começar demitindo uma funcionária perfeita.

Um mês, e ele surtou. Só que não do jeito que eu queria.

Quando eu dobrava o terceiro lance de escada, meus saltos batendo nos degraus de metal, um sorriso puxou meus lábios. Odiar alguém nunca tinha sido tão divertido. Hah! Hoje, eu planejava derrubar coisas na frente do escritório dele. Com a calcinha minúscula que eu tinha escolhido hoje, e meu vestido bem curto, eu tinha certeza que ele ia passar o dia de pau duro. Não devia ter fodido outra garota na nossa cama, Tom.

Parei no topo da escada, fechando os olhos pra afastar aquela lembrança. A música alta tinha abafado os sons deles até eu entrar bem na hora. Ugh.

"Tirando uma soneca, Ellie?"

Meus olhos se abriram de supetão. Endureci e ergui o queixo. "Só tentando não olhar pra você."

O idiota nos meus pensamentos tava bem na minha frente, examinando minha roupa devagar. Não tinha notado ele descendo. Meus ombros se endireitaram e meu peito saltou um pouco.

Comecei a passar por ele. "Com licença. Algumas de nós têm trabalho a fazer."

Ele não se mexeu. Os olhos dele estavam grudados nos meus peitos. Heh, isso também funcionava. Eu, sem querer querendo, esbarrei o ombro nele ao passar.

E me vi girando, voando até minhas costas baterem na parede com um baque.

Tom agarrou meus braços com força enquanto girava comigo, o rosto a centímetros do meu, me prendendo com um olhar intenso. "O que você pensa que tá fazendo, Elena? Você nunca foi tão vadia."

Sem fôlego e chocada, não disse nada. Uma parte pequena de mim tava radiante por tê-lo irritado tanto, mas Tom nunca tinha sido violento.

O olhar dele me percorreu de novo, e ele murmurou: "Esse vestido não esconde nada. Você é uma provocadora do caralho. Tentando entrar nas minhas calças, boneca?"

Respirei fundo e me pressionei contra a parede, virando o rosto enquanto meus lábios se torciam de nojo. "Desculpa aí. O que eu visto não é consentimento. Sai de cima de mim."

Gritei quando ele puxou meus dois braços acima da cabeça, segurando meus pulsos juntos com uma mão enquanto a outra descia pela pele sensível do meu braço, os nós dos dedos roçando minha bochecha, os dedos passando de leve na lateral do meu seio. Meus nervos formigaram, e eu lutei pra não tremer. O toque dele sempre me incendiou. Um canto dos lábios dele se curvou. "A questão é, acho que você tá mentindo. Acho que é consentimento... porque você obviamente tá me provocando de propósito."

"Ah, você adoraria. Sai. Para de me tocar!" Finalmente comecei a lutar. Já tinha ido longe demais. O aperto nos meus pulsos era forte demais, então pisei no pé dele.

Ele se esquivou, riu, e enfiou um joelho entre minhas pernas. A coxa dele subiu, e minha boceta de repente tava sentada contra o músculo duro. Um raio subiu pelas minhas costas. Eu suspirei e fiquei imóvel. Ele se curvou pro meu ouvido. "Não preciso desejar o que você tá dando de graça."

Aquele vestido tava parecendo uma péssima ideia agora. O material fino mais minha calcinha quase inexistente não me protegiam do calor da coxa flexionada dele. Aquele calor se espalhou rápido demais. Se ele não saísse de cima de mim, eu ia deixar uma mancha molhada vergonhosa que ele nunca me deixaria esquecer.

Corei e fiz minha melhor cara fechada. "Não tô te dando nada-- Ei! Para!" A mão perdida dele apertou meu seio. Um pingo de pânico entrou na minha voz. "Que porra tem de errado com você?!"

"Eu? Ah, Ellie. Você é a obcecada." Ele sorriu enquanto mexia a coxa, esfregando minha boceta. O movimento me tirou o fôlego. Eu precisava que ele parasse, mas meus músculos não queriam mais me obedecer, e eu não conseguia juntar forças com aquela pressão insistente entre minhas pernas. A mão dele amassou meu seio, depois trocou pra dar atenção ao outro. Tentei subir pela parede, ficando na ponta dos pés enquanto ele rolava meu mamilo e mandava uma faísca pela minha espinha. Meu rosto tava vermelho, minha respiração acelerada; ele sabia o que tava fazendo comigo. Eu odiava. Odiava ele tanto.

Sorrindo, ele continuou: "Você não para de pensar em mim. Você se arruma pra mim todo dia. Você faz questão de me mostrar seu corpo lindo. Não tem nada de errado comigo. Só tô aceitando o que você tá oferecendo. A essa altura, é só educação."

Engoli. Sim, eu tinha provocado, mas não queria ele. Só queria fazer ele se arrepender de ter me perdido.

"Você tá errado," murmurei. "Para. Por favor, Tom, só para!"

Implorar pra ele foi péssima ideia. Ele riu, se inclinou no meu ouvido e sussurrou: "Vamos provar então, que tal? Se você não for uma puta molhada, eu recuo."

Minha mente processou as palavras dele muito devagar. A mão dele já tava descendo pelo meu lado, levantando meu vestido curto demais enquanto minha cabeça girava. Quando a perna dele desceu, eu teria caído em cima dele se ele não estivesse ainda segurando meus braços pra cima. Atordoada, só pisquei enquanto a mão dele contornava meus quadris e achava minhas coxas.

Minhas pernas se fecharam instintivamente. Capturar a mão dele foi tudo que consegui, mas foi o suficiente pra me tirar do torpor idiota induzido pela luxúria. Minhas bochechas queimavam. Ele sempre soube como me derreter. Não acreditava que tava caindo tão fácil.

"Não se atreva, porra-- Ai! Tom!" guinchei quando os dedos dele se enroscaram na minha calcinha, puxando-a de lado e pairando sobre minha boceta.

Ele pausou. "Admite que você é uma provocadora sem vergonha, então?"

"Não!"

Os dedos dele pousaram. Eu falhei completamente em evitar que um gemido sem fôlego escapasse dos meus lábios. Porra, eu sentia falta do jeito que ele me acariciava, a ponta do dedo arrastando meus sucos copiosos pela minha fenda, subindo e circulando sem bem tocar meu clitóris, me provocando, brincando comigo. Meus músculos perderam a força e minhas coxas enfraqueceram, se abriram como se eu desse boas-vindas ao toque. Não dei. Juro que não!

"Eu sabia. Puta," ele riu, aproveitando a deixa pra enfiar a perna entre as minhas.

Eu tensionei. Meu peito subia e descia muito rápido, meu coração batendo mais forte a cada pincelada lenta dos dedos dele, e meu rosto tava quente como se eu tivesse bêbada. Bêbada de tesão pelo meu ex idiota. Isso não era como eu tinha planejado nada.

"Para," eu arfei. "Tá bom, tô molhada, e daí? Só para, Tom. Alguém pode nos encontrar."

Pouca gente usava as escadas, mas ainda era possível. Ele não ia querer ser pego quase me dedando, ia?

Eu gemi. Não quase. Ele mordiscou minha orelha, e eu puxei a cabeça, o que deu a ele acesso ao meu pescoço. A boca dele chupou minha pulsação enquanto os dedos empurravam minha entrada. Minhas coxas tremeram quando um nó do dedo deslizou pra dentro de mim. Meus músculos internos apertaram. Aquele pequeno enrolar enquanto ele esfregava minhas entranhas sempre me deixava louca. Mordi o lábio. Corpo estúpido. Eu não queria isso. Eu devia estar provocando ele, não o contrário!

"E daí, Ellie?" murmurou, a respiração dele fazendo cócegas no meu pescoço e mandando um arrepio pelas minhas costas. "E daí que eu vou te foder como você tem implorado desde que cheguei."

Meu fôlego prendeu. Ele não tava falando sério. Tava só tentando me assustar. Ele não ia -- não ali onde qualquer um podia tropeçar na gente, onde eu podia gritar e... bom, tomara que alguém ouvisse. Eu não tinha certeza de quão à prova de som era a escadaria.

Incerteza e choque nublaram minha mente, mas Tom não tinha tais limitações. Os dedos dele saíram do meu interior molhado, esfregando ao redor do meu clitóris de novo antes de a mão me deixar momentaneamente. Só o bastante pro som rápido de um zíper aumentar a negação na minha cabeça. Ele não ia. Meu ex não era tão horrível.

Mas o corpo dele pressionou mais perto, e um comprimento quente que sem dúvida era o pau dele empurrou entre minhas pernas. Minha língua esqueceu como funcionar. Eu negava com a cabeça em silêncio, meu cabelo balançando pra lá e pra cá. Não, não, não.

"Isso. Fica quietinha e aceita. Eu sei o quanto você gosta do meu pau, boneca," ele disse enquanto puxava o fundo da minha calcinha. Um choquinho atingiu meus nervos quando o calor do pau dele pressionou minha abertura. Carne quente, sedosa, rígida. Ele ia me foder no pelo. Eu nunca deixei ele fazer isso. Era arriscado demais.

Minha boceta encharcada realmente queria sentir o pau duro e nu dele.

Ele tava rápido demais. Meu cérebro confuso e atordoado de tesão não conseguia acompanhar. Tentei fechar as pernas, mas ele já as tinha firmemente abertas. Mesmo quando soltou meus braços pra levantar mais minha bunda, tudo que eu fiz foi cair pra frente e me apoiar nos ombros dele. Minha boceta se encaixou no pau dele no processo.

Eu literalmente caí no pau dele. Gemendo enquanto ele forçava minhas coxas a montar na cintura dele, me empurrei pra cima, mas ele subiu comigo, meteu em mim, se enterrando fundo no meu túnel dolorido.

Ooh, porra, a esticada. Um gemido choroso subiu pelos meus pulmões. Eu mal tinha presença de espírito pra murmurar: "Não... não, ohh, porra não... Tira, sai. Eu-eu vou gritar." Se eu conseguisse puxar ar o bastante pra gritar. Ele me enchia tão completamente, eu não tinha espaço pra ar. A queimação sensual entre minhas pernas fazia minhas coxas tremerem.

Mas não doeu. Ah não, dor teria sido bondosa demais. Dor talvez me deixasse fingir que o pau dele não se encaixava perfeitamente na minha boceta.

Tom cantarolou: "Shh, shh, shh. Isso é só uma transa de reconciliação raivosa, não é mesmo? A gente brigou, você gritou comigo, tá tudo bem agora. Tudo... bem... pra caralho. É... Ah, é."

Ele começou a se mexer, saindo e metendo de volta. Devagar no começo, as mãos dele me segurando pela bunda, depois mais rápido, os quadris ganhando velocidade enquanto ele me martelava contra a parede. Cada estocada pra dentro e pra fora era completa e profunda. Batendo como meu coração. Metendo no meu âmago. Preenchendo uma ânsia desesperada que eu não queria sentir.

"Não... Seu idiota. Ah... P-para, porra não..." Mas eu gemia essas palavras. Meus braços caíam moles sobre as costas dele. Cada investida saltitante ameaçava fazer as alças do meu vestido caírem dos meus ombros.

Ele riu. "Tava com saudade, bebê? Parece que sim. Sua bocetinha quente tá pingando por mim."

Meu corpo absolutamente sentia saudade de tudo aquilo -- da força dele, do ritmo implacável, dos lábios no meu pescoço enquanto me empalava de novo e de novo. Eu nunca ia admitir. Odiava ele. Foder ele era a última coisa que eu queria, não importava quão bom fosse.

"Ahh... porra... mmm..." gemi. Pena que eu não conseguia me comunicar direito, bem, nada. Tipo como ele precisava me colocar no chão e sumir de perto de mim. Ou como o pau nu dele provavelmente tava vazando pré-gozo e eu não tomava anticoncepcional. Na verdade, pensar no gozo dele inundando minha boceta de algum jeito fez o pau dele parecer ainda melhor. Meu cérebro lógico sabia que seria horrível. Minha boceta apertou mais forte. Eu gemi.

A respiração dele ficou mais pesada enquanto eu quicava no pau dele. Ele se afastou um pouco, sorrindo. "Você tá tão molhada e quente, boneca. Fazendo aquele barulhinho fofo e aquela cara adorável. Quase lá, não tá? Você não pode mentir pra mim. Seu corpo não pode mentir pra mim. Eu te conheço."

Mordi o lábio, então gritei quando ele meteu mais forte. "Mmm... não... ahh! Por favor..." Que porra eu tava implorando afinal? Eu tava perto. Era terrível e eu devia ter tentado empurrar ele, não puxar mais fundo e inclinar meus quadris pra base do pau dele bater no meu clitóris. Porra, assim. Ai, não.

Ai, porra sim! "Ahh! Tom! Porra!" Minha espinha se curvou. Prazer avassalador e inevitável me inundou. Me enrolei nele enquanto meus músculos tremiam, me segurei nele como tinha feito tantas vezes antes de ele partir meu coração.

Ele riu. "Isso. Isso! Goza no meu pau, porra, Ellie! Goza pra mim, bebê!"

"Não!" eu lamentei enquanto meu corpo traidor me ignorava completamente e se dobrava à vontade dele, minhas paredes internas vibrando incontroláveis no pau dele. Isso era o completo oposto do que eu queria!

Meu ex devia estar enlouquecido de tesão, arrependido de ter me feito infeliz, e implorando pra eu voltar. Eu não teria aceitado. Eu tinha esquecido o quão incrível o pau dele era, mas isso não era importante. Não devia ser! Ele devia estar se desfazendo aos meus pés, mas aqui estava eu, meu cérebro sendo fodido até ficar burro.

Incrivelmente burro. A felicidade lânguida pós-orgasmo afogou minha mente enquanto ele continuava usando meu corpo pro próprio prazer. Hoje sempre foi sobre ele pegar o que queria. Meu prazer era só um bônus legal. Legal pra ele, vergonhoso pra mim. Eu devia ter deixado ele em paz. Meu plano tinha saído pela culatra do pior jeito.

Tom mudou o aperto e tirou, o vazio repentino me deixando confusa. Ele ainda não tinha gozado. Ele sempre gozava na minha boceta. Na camisinha.

A camisinha que ele não tava usando porque ele não ligava mais pro que eu queria. Meu cérebro teve só o tempo de entender isso enquanto ele me baixava no chão e me empurrava de joelhos. Minhas mãos agarraram um degrau quando ele montou na minha bunda e meteu de volta na minha boceta. Eu solavanquei pra frente.

"Não, Tom, para," gemi, tentando engatinhar de novo. Mas eu ainda tava tão fraca. Ele puxou meus quadris de volta pro pau, esfaqueando fundo em mim enquanto eu gemia mais alto.

"Shh, boneca, tô quase lá. Que tal você gozar de novo enquanto eu encho sua bocetinha? Pode fazer isso por mim, Ellie bebê?" Ele riu enquanto me fodia mais e mais forte. Medo me atravessou. Eu tinha que fugir antes de ele gozar. Choramingando, eu me agarrei ao corrimão, esperando achar algo pra me ajudar a me puxar dali.

Meu vestido desistiu em algum ponto entre meu debater e as estocadas dele. As alças caíram, meus peitos balançando no meu sutiã fino. Eu realmente parecia a puta que ele sempre me chamava. Vergonha se misturou com medo. Meus dedos pegaram uma barra. Correr, escapar, fugir -- antes que ele me emprenhasse e me marcasse permanentemente.

Ele se inclinou pra frente, agarrou meus braços, e os torceu atrás das minhas costas. "Eu disse que tô quase acabando. Não posso deixar você fugir ainda. Ah, é. Imagina você andando por aí o dia todo com meu gozo na sua boceta... porra." Ele gemeu, martelando em mim mais rápido.

"Vai... se foder," eu arfei. "Não se atreva, porra. Eu não tô... ahh... não tô tomando nada!"

O aperto dele apertou. "Bom. É disso que eu gosto de ouvir. Devia ter te emprenhado na faculdade. Te mantido de costas. No seu lugar."

Eu mal consegui soltar: "Bastardo!"

Outra estocada. Mais fundo, mais forte. Outra. Ele me abraçou apertado com um braço. "Sim. Toma o meu," ele ronronou.

Meus pulmões congelaram. Os quadris dele dispararam, o pau cravando até o fundo do meu túnel, me preenchendo completamente enquanto a haste inchava. Senti um tremor. Não, meus lábios formaram a palavra, mas o som não saiu — não antes que ele gemesse, recuasse e metesse com toda a força, o primeiro jorro de porra espirrando em minhas paredes internas desprotegidas. Meus olhos ficaram vidrados. O calor úmido fez algo comigo, roubou o último pingo de sanidade enquanto meu corpo se rendia. Ele era gostoso. O pau dele, a porra dele, o corpo dele me envolvendo. Estremeci, minha boceta apertando enquanto ele soltava jato após jato de sêmen viril dentro de mim. Terrivelmente gostoso. O pior tipo de incrível. Ah, porra, não...

"Ah, meu bem", ele arfou enquanto metia mais algumas vezes. "Que jeito gostoso de começar o dia. Obrigado pela boceta gostosa, Ellie. Adorei seu vestido."

Rindo, ele soltou meus braços, e o pau escapou enquanto eu desabava. A porra vazou para dentro da calcinha. Fiz uma careta. Isso era ruim. Muito ruim. Minha menstruação devia vir na semana que vem. Devia. Com minha sorte, eu já devia estar grávida. Porra.

Tom usou meu vestido para limpar o pau antes de se guardar. Ajeitando a roupa, ele se abaixou e deu uma apertada rápida no meu seio antes de se virar para sair. Então fez uma pausa.

"Ah, e Elena?" ele jogou por cima do ombro. "Você está atrasada. Tente não se atrasar amanhã."

Cuzão. Juntei minhas roupas e corri para o banheiro, dando pancadinhas no vestido e me perguntando se devia me salpicar com café. Mancha de café, sim. Definitivamente não é porra. Com certeza não dei pro meu chefe. Ou o que quer que tenha acabado de acontecer.

Eu estava tão confusa. Ele era meu ex horrível e infiel. Eu não o queria de jeito nenhum, mas... Limpei a boceta e reprimi um gemido.

Talvez... Isso pudesse ser o começo de um relacionamento de inimigos com benefícios muito satisfatório. Inimigos coloridos? Algo assim. Assim que eu resolvesse meus problemas de anticoncepcional, pelo menos. Fazendo careta, limpei outra gota de porra. Ou talvez devesse deixar a calcinha um pouco molhada. Será que ele conseguiria me comer duas vezes no mesmo dia? Hmm.

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