Contos eróticos para ler inteiros.

BDSM

Projeto Científico

jeniferarruda18 min

— Você disse que trabalhava com tecnologia? — perguntou Mallory.

— Sim — respondeu Wren —, bem, eu era aluna da universidade. — Ela girou o canudo no copo. — Você não bebeu muito — observou Wren.

Mallory fez uma careta. — Não sou muito de beber, especialmente em primeiros encontros — desculpou-se.

— Pedi um bom coquetel para você — disse Wren. — Termine e eu te acompanho até em casa, que tal?

Mallory engoliu relutantemente o resto do coquetel que Wren havia comprado para ela e as duas mulheres saíram do bar, Mallory um pouco instável sobre os pés. As ruas escuras lá fora pareciam ondular e se agitar de maneiras que ela não esperava depois de apenas uma bebida. Wren passou um braço firme em volta da cintura dela, pelo que Mallory ficou muito grata.

— Desculpa — murmurou Mallory. — Acho que não saio muito.

— Não se desculpe, querida, você está indo muito bem — disse Wren.

As ruas ficaram cada vez mais embaçadas. A última lembrança consciente de Mallory foi perceber que estavam indo na direção errada, e que seu apartamento ficava em um bairro completamente diferente, e então ela apagou.

Quando voltou a si, sentiu uma estranha sensação de desconforto. Tentou se espreguiçar na cama e descobriu que não conseguia se mexer um centímetro. E também não estava na cama. Piscou para despertar e, com horror, absorveu o novo ambiente ao redor.

Mallory estava amarrada de costas em uma mesa acolchoada, os pulsos presos em algemas almofadadas, as pernas dobradas e amarradas como as de um sapo, deixando-a completamente vulnerável. Suas roupas tinham sumido. Uma luz fraca incidia sobre seu corpo impotente. O único outro móvel no quarto era outra mesa com algumas formas estranhas sobre ela e uma cadeira, onde Wren estava sentada, tomando notas em um pequeno diário.

— O que está acontecendo? — grasnou Mallory. — Onde eu estou?

— Você está segura — disse Wren. Fechou o diário e Mallory sentiu o olhar dela percorrer seu corpo contido. — Não precisa entrar em pânico.

— Não, eu não... Me solte. Me tire daqui.

— Ah, Mallory — disse Wren, levantando-se. Começou a circular a mesa, as mãos roçando levemente sobre a pele de Mallory. — Mallory, Mallory. Sua garota boba. Você realmente não faz perguntas suficientes antes de sair com alguém, não é? Eu não apenas saí da universidade, fui expulsa. Meus professores não gostavam muito do tipo de ciência que eu queria seguir. Bem, tanto faz. Sou persistente. Pense nisso como um estudo independente, e pense em você como minha assistente.

Mallory estremeceu quando Wren agarrou um de seus seios e apertou, as unhas cravando na pele dela.

— Só me solte — disse Mallory —, não vou contar nada para ninguém, prometo, eu juro.

— Não posso te soltar — disse Wren. — Você é a assistente perfeita. Sabe, não foi coincidência nós termos combinado online. Eu manipulei o aplicativo para mostrar meu perfil para você como sua combinação perfeita. Simplesmente não resisti – encontrei seu blog, Mallory. O secreto. Aquele onde você detalha todas as coisas terríveis, horríveis e pervertidas que deseja que alguma garota safada faça com você.

— São só fantasias! São só...

— E eu nunca teria imaginado, olhando para você — continuou Wren. Mallory estremeceu quando Wren arrastou as unhas pela barriga dela. — Tímida. Sem estilo. Você não bebe, não vai a festas, não sabe flertar nem para salvar a vida. Você vai a encontro atrás de encontro insatisfatório e depois vai para casa e escreve as coisas mais obscenas. Me diga, Mallory – você ainda é virgem de verdade?

Mallory desviou o olhar. A vergonha ardia intensamente em seu rosto. Lá estava ela, amarrada daquele jeito, drogada em um primeiro encontro, e ficando envergonhada porque ainda era virgem. Porque toda vez que saía com alguém, era com alguma garota doce que ria e arrulhava e cheirava a algodão-doce e não despertava nada em Mallory. Faltava alguma coisa. Ela sempre sentia que estava faltando alguma coisa.

— Não sei o que devo pensar, Mallory — disse Wren. — Você está me dizendo não. Mas depilou sua bucetinha para o nosso primeiro encontro. E olhe para você – está encharcada, e eu nem toquei em você.

Agora Mallory tentou se contorcer para longe e fechar as pernas, mas não conseguiu se mover nem um centímetro. Wren se agachou entre as pernas dela e Mallory sentiu o bafo quente soprar sobre sua boceta exposta. Ela estava molhada. Estava absolutamente mortificada.

— Por favor, me solte — sussurrou Mallory.

— Os professores eram todos tão puritanos com esse tipo de coisa — disse Wren, como se Mallory não tivesse dito uma palavra em protesto. — Sempre me dizendo que eu não podia fazer esse tipo de experimento, que nunca encontraria uma cobaia disposta, que não havia como fazer esse tipo de coisa eticamente. Bem, tanto faz. Eu já estava pronta para fazer do meu jeito até encontrar seu blog. Quer ouvir sobre meu projeto, Mallory? Quer ouvir o que me fez ser expulsa de uma das universidades mais prestigiadas do país?

— Por favor, eu não vou...

— Acho que finalmente montei um dispositivo que permite ao usuário ter controle ilimitado sobre os orgasmos de uma mulher — disse Wren. — Seja fazendo-a gozar sem parar ou nunca mais ou qualquer coisa entre esses extremos. O único problema é que precisa ser calibrado, e não consigo calibrá-lo mantendo uma observação objetiva. Então você é perfeita. Você quer isso. Você gosta disso. Vou treiná-lo no seu corpo.

Mallory debateu-se nas amarras enquanto Wren puxava a cadeira para se sentar entre as pernas abertas dela.

— Não coloque um dispositivo em mim, não — implorou Mallory —, eu não quero...

— Não seja boba — disse Wren. — Já instalei. Fiz isso enquanto você estava inconsciente. É uma coisinha discreta. Os nervos e músculos que controlam seu orgasmo são surpreendentemente pequenos. — Ela deu um tapinha na boceta de Mallory e Mallory estremeceu de novo. — Apenas relaxe, querida — disse Wren. — Você está completamente segura. Não vou te machucar. Apenas deite, divirta-se, deixe a parte científica comigo, ok? Se quiser contribuir com observações pessoais, não vou te impedir, mas já estou obtendo ótimos dados do dispositivo assim mesmo.

Wren tirou um pequeno vibrador, ligou-o e pressionou-o contra o clitóris de Mallory.

Ela nem teve um segundo para processar. Já estava excitada, já estava com tesão, e o vibrador a atingiu como um raio. Ela ofegou quando sua boceta se contraiu de prazer, as vibrações penetrando em seus quadris, o calor se acumulando nas coxas e na barriga. Mallory não conseguia se mover. Não conseguia nem empurrar os quadris para cima para ter mais. Nunca tinha se sentido assim na vida, sempre passara desajeitadamente por algumas sessões de amassos e depois sumia – isso era algo completamente diferente.

— E isso é perfeito — disse Wren. — Você é virgem, então estamos começando com uma tela em branco. Vamos te levar à beira do orgasmo algumas vezes e depois vou apresentá-la ao meu vibrador favorito para tortura – quer dizer, para experimentos.

Levar à beira? Não, Mallory queria gozar.

— Você não... — ofegou — vai me fazer gozar?

Wren riu. — Você estava me ouvindo ou estava com tanto tesão que não prestou atenção? Não, querida, não vou deixar você gozar. Não nas primeiras semanas, pelo menos. Preciso calibrar o dispositivo! Preciso ensinar a ele como o corpo de uma mulher fica quando está bem no limite, em todos os diferentes estágios de desespero e excitação. Vamos chegar à parte de fazer você gozar mais tarde. Muito, muito mais tarde.

Por que isso a deixava tão excitada? Por que isso a fazia disparar direto para o limite?

Mallory gritou quando sua boceta se contraiu e Wren ergueu o vibrador no momento exato antes que ela pudesse tombar.

— Ah, você é tão putinha — provocou Wren. — Você gosta quando eu digo não, hein? Gosta quando eu digo quanto tempo vai ficar sem gozar?

— Não — chorou Mallory.

— Sua boceta não mente. Você está tão molhada. — Wren se inclinou e lambeu uma faixa da boceta de Mallory, e ela ofegou quando a língua provocou seu clitóris recém-levado ao limite. — Deus, você tem um gosto bom — murmurou Wren. Ela deu um beijo quase puritano no clitóris de Mallory e depois o atingiu com o vibrador novamente.

Mallory já havia se levado à beira do orgasmo sozinha antes. Claro que sim, era sobre isso que adorava blogar. Suas pequenas incursões em provocação e negação. Mas sozinha era fácil. Ela podia gozar quando quisesse, terminar o jogo quando se cansasse. Ela puxou com força os pulsos amarrados e não foi a lugar nenhum. A única pessoa que podia fazê-la gozar agora era Wren, e Wren não ia fazer isso, e então Mallory não ia gozar, estava fora de seu controle, e isso mais o vibrador a empurraram para outra borda formigante que iluminou todo o seu corpo. Ela gemeu em frustração agonizante quando Wren a deixou ali.

— Me diga a última vez que você gozou — ordenou Wren.

Mallory lutou para engasgar uma resposta enquanto Wren balançava o vibrador em seu clitóris, mantendo-a bem no limite, cambaleando na ponta de uma faca. Sua boceta se contraía e ela podia sentir a umidade pingando na mesa abaixo. Podia ouvir o vibrador zumbindo em seu grelo encharcado. A qualquer segundo, a qualquer segundo, e Wren sempre sabia exatamente quando aliviar e quando pressionar de novo para impedi-la de ter nem um segundo de misericórdia.

— Ontem — conseguiu Mallory.

— Me conte. O que você usou? Você se provocou primeiro? Foi na cama, no chuveiro, em outro lugar?

— Meus dedos, eu... eu esfreguei o clitóris, foi na minha mesa, no computador, eu...

— Vestida? Nua?

— De calça — ofegou Mallory. — Por favor, me deixa gozar, eu preciso...

— Não — disse Wren. — Você não vai gozar. O que você estava fazendo quando gozou da última vez?

— Vendo pornô, por favor...

— Que tipo de pornô?

— Outras garotas gozando, outras garotas sendo forçadas a gozar – por favor, me deixa gozar...

— Não. Você não vai gozar. Estava se provocando com o pornô? Se provocando com outras garotas gozando?

— Sim — disse Mallory. — Sim, um pouco. Porra, por favor!

— Quanto é um pouco? — perguntou Wren. — Quantas vezes você chegou à beira?

— Não sei, eu... eu me provoquei por um tempo, tipo, quinze minutos, acho... por favor, por favor, só me deixa gozar!

— Não — repetiu Wren. — Mallory. Não vou deixar você gozar. Você não goza mais. — Ela tirou o vibrador e chupou o clitóris inchado de Mallory na boca e rodou a língua ao redor até Mallory estar gritando de desejo, implorando incoerentemente por misericórdia, sentindo que a qualquer segundo ia tombar, a boceta pulsando, até Wren soltar com um estalo e a vagina atormentada de Mallory ficar latejando vazia no ar frio. — Você usa brinquedos? — perguntou Wren.

— Por favor — gemeu Mallory —, por favor...

— Você usa brinquedos?

— Eu só quero gozar, por favor...

— Vamos deixar uma coisa bem clara, agora mesmo — disse Wren. — Eu não me importo nem um pouco com você. Só me importo com minha ciência. Se você não está ajudando, está atrapalhando, e nesse caso tenho certeza de que posso encontrar outro projeto que precise de você. Talvez aquele em que vejo quantos volts de eletricidade são necessários para fazer uma garota esguichar sem gozar. Ou aquele em que vejo quanto tempo leva para fazer uma garota se arruinar só de ser fodida no cu. Ou talvez até aquele em que testo minha nova linha de soros de punição – tenho umas fórmulas muito promissoras com gengibre e pimenta. Eu disse que não ia te machucar, Mallory, então, por favor, não me faça mentirosa. Responda às minhas perguntas.

Mallory tremeu nas amarras. Estava tão, tão, tão perto de gozar. Wren tinha desligado o vibrador, mas deixado a cabeça lisa dele apoiada em seu clitóris, e só o peso parecia mantê-la no limite. Ela deveria ter ficado horrorizada com os cenários que Wren descrevera. De alguma forma, ela fora levada além do horror, para uma excitação infinita.

— Então, como eu perguntei antes — disse Wren. — Você usa brinquedos?

Ela esfregou a cabeça do vibrador sobre o clitóris em círculos suaves. Mallory gemeu.

— Às vezes — sussurrou Mallory. — Geralmente só minha mão.

— Que tipo de brinquedos?

— Tenho um vibrador bullet.

— E?

— Só isso.

— Só isso? — repetiu Wren. — Acho difícil de acreditar. Você é tão puta.

— Não queria pedir nada online caso meus vizinhos vissem, e não queria ir à loja e ter que falar com alguém sobre isso, e...

— Então você nunca foi fodida antes — disse Wren. — Não por nada. Você se dedilha?

— Não — sussurrou Mallory. — Uma ou duas vezes, quando era mais nova, mas não fez muita coisa para mim e eu simplesmente parei.

— Ah, querida — disse Wren. — Que mundo você está perdendo. — Ela enfiou dois dedos na boceta ávida de Mallory e Mallory gemeu com a dilatação. Era uma sensação tão estranha. Invasiva. Ela podia sentir os dedos de Wren sondando seu interior, acariciando suas paredes, alargando-a lentamente, demorando-se e massageando sempre que Mallory ofegava. — Você tem uma boceta tão linda — murmurou Wren. — Vou fazer coisas terríveis com ela. É tão triste que você nunca tenha gozado sendo fodida antes, e agora vai ter que esperar tanto tempo para ter a chance. Uma borda clitoriana nem se compara às bordas que vou arrancar de você da próxima vez.

Mallory se contraiu ao redor dos dedos dela com aquilo e Wren riu e acrescentou um terceiro dedo.

— Como isso é? — perguntou Wren. — Não acredito que sou a primeira a te tocar assim. Eventualmente, talvez, eu te solte, e você vai estar arruinada depois disso. Ninguém nunca mais vai te tocar como eu vou. Todos esses pontinhos dentro de você, Mallory, são todos meus. Esta é minha boceta agora, agora e para sempre.

Mallory gemeu impotente. Seu clitóris não estava sendo tocado e parecia mais quente e inchado do que nunca, ansiando por atenção depois de todas aquelas bordas e não recebendo nada. Quando Wren retirou a mão, ela gritou desapontada. Sua boceta parecia tão vazia agora sem nada dentro. Ela não tinha percebido, provocando-se apenas com o clitóris todo esse tempo, o quanto precisava ser preenchida.

E então Wren colocou algo horrível sobre a barriga de Mallory.

— Isto — disse Wren — vai ser sua nova melhor amiga. Ou talvez sua pior inimiga. É tudo uma questão de mentalidade.

O consolo tinha vinte e cinco centímetros de comprimento e pelo menos sete e meio de circunferência. Tinha uma cabeça bulbosa e uma haste ondulada. Mallory não conseguia imaginar nem uma fração daquela coisa dentro dela, e Wren a colocara ali para forçá-la a imaginar.

— Não — disse Mallory. — Não, isso não vai caber, não vai...

— Vai — disse Wren. — Sua boceta me pertence, eu posso colocar o que eu quiser nela. Vai caber. Eu vou fazer caber.

Mallory tentou com renovado desespero escapar e chegou exatamente onde chegara da primeira vez que tentou. A lugar nenhum. Foi forçada a assistir enquanto Wren alinhava a cabeça bulbosa com sua boceta encharcada e começava a empurrar para dentro.

— Não! — gritou Mallory.

— Shhh, querida, calma — murmurou Wren. — Relaxe. Relaxe. Você vai aguentar, de um jeito ou de outro.

Sua boceta ardeu enquanto se dilatava, a cabeça forçando a entrada, e Mallory chorou e tremeu e se debateu e então gemeu quando a cabeça do consolo massivo finalmente entrou com um estalo. Wren deixou descansar ali. Deixou-a sentir sua boceta flexionar e apertar ao redor da parte mais larga. Então Wren começou a puxar para fora e Mallory gemeu de dor quando o consolo a dilatou uma segunda vez. Wren esfregou sua entrada, massageou por dentro de sua boceta.

— Uma garota tão boazinha — acalmou Wren. — Está vendo? — Então ela empurrou de novo e desta vez não houve resistência real. A boceta de Mallory tinha desistido. Mallory ofegou enquanto ele ia mais fundo, e mais fundo, e parou no colo do útero, onde ela gemeu de desconforto. — Aperta — ordenou Wren, e Mallory tentou. Ela não tinha para onde ir. Estava completamente preenchida. — Porra, sua boceta é tão gostosa com isso dentro — disse Wren.

Wren puxou o consolo quase todo para fora e lentamente o introduziu de novo, fodendo Mallory com estocadas que estavam começando a...

Ah, não. Ah, porra.

Sua boceta ondulou ao redor do consolo. Estava ficando bom. Estava ficando perigosamente bom. Um gemido gutural escapou de Mallory enquanto suas paredes eram esticadas ao máximo, cada estocada fazendo um som obsceno, seu clitóris tremendo e implorando por alívio. Quaisquer pensamentos que ela tivesse eram fodidos para fora de seu cérebro. Sua boca ficou aberta, baba escorrendo pelos cantos dos lábios frouxos, seus olhos semicerrados em êxtase.

— Sua coitada, coitada — disse Wren, e Mallory vagamente a ouviu. — Sua pobre boceta. Seu clitóris está tão vermelho e inchado. Aposto que quer muito, muito gozar. Aposto que, em mais alguns minutos, você vai sair do platô e subir até a borda e, ah, você vai ficar furiosa. Nada arde como uma borda por penetração. Mas espere só. Algumas semanas de bordas assim. Depois eu te arruino desse jeito.

Algo estava acontecendo dentro de Mallory. Ela nunca tinha sentido nada assim antes. Era profundo, era quente, estava enviando vibrações pela sua boceta, estava fazendo suas coxas tremerem - seu clitóris gritava para ser tocado, e pulsava, e ela respirava tão fundo, e o prazer subia para alguma conclusão inevitável - ela estava no limite, tinha certeza. E ardia e fervia e ela estava pronta para gozar, estava pronta, e ali estava, ela ia gozar tão forte, ela estava -

Wren arrancou o consolo.

Mallory uivou em desespero. "Não!" ela gritou. Sua boceta pulsava e se contraía em torno do nada. Por um momento ela pensou que poderia gozar, só daquele último impulso, e seu corpo inteiro doeu e tremeu e nada aconteceu. "Não, não, não! POR FAVOR!"

Wren riu de novo. "Ah, bebê! Coitadinha de você! Foi difícil? Eu avisei que seria difícil."

Lágrimas escorriam pelas bochechas de Mallory enquanto ela implorava incoerentemente por mais, e então ela chorou mais alto quando Wren a atendeu e começou a foder ela de novo porque ela sabia o que aconteceria, era como jogar gasolina em brasas ardentes. O próximo limite a atingiu pior. Ela não queria apenas gozar. Ela precisava gozar. Se ela não gozasse, algo terrível aconteceria com ela.

"POR FAVOR!" Mallory gritou. "POR FAVOR, VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO COMIGO!"

Wren esfregou sua boceta inchada e molhada em círculos suaves. "Shh, shh, está tudo bem", ela disse. "Querida, isso não é nada. Você vai se sentir muito pior quando eu te der uma frustrada assim. Imagine realmente chegar ao limite e então eu tirar e você gozar no nada. Às vezes uma frustrada pode quase ser boa, se for clitoriana. Uma frustrada penetrativa não é nada. Como poeira. Como cinzas na boca. É isso que você tem para esperar."

Mais uma vez Wren a fodeu até o limite e a abandonou lá e mais uma vez Mallory ficou reduzida a soluços e súplicas.

"Acho que você vai funcionar perfeitamente para este projeto, afinal", Wren disse. "Isso é o que está na agenda, então. Cinco, talvez seis semanas de provocação. Ou até que eu não consiga te levar a níveis mais altos de excitação. Depois, pelo menos seis semanas de orgasmos frustrados. Preciso que o dispositivo aprenda como isso é também. Depois teremos que fazer alguns orgasmos muito, muito lentos. Sua pobrezinha da sua boceta não estará acostumada a gozar nesse ponto. Teremos que acostumá-la de volta. Vou deixar você ter orgasmos reais com coisinhas suaves como penas, pincéis de pó - ah, eu adoraria ver se você conseguiria gozar só comigo soprando no seu clitóris. Um orgasmo de verdade, claro! Só que muito, muito lento. Talvez você ainda considerasse uma frustrada. E, obviamente, pelo menos seis semanas disso, só por uma questão de simetria e consistência. Depois disso, acho que vou te manter em um cinto de castidade, para você não estragar meus dados se atrapalhando com sua boceta - nesse ponto, você não terá colocado um dedo nela por, meu Deus, meses e meses. Você provavelmente se machucaria se tentasse. Mas uma vez que estiver no cinto, serei muito generosa, e você pode gozar quando quiser se conseguir sem tocar. Tenho que dizer, Mallory, eu realmente gosto de negar você. Não tenho certeza se vou deixar você ter orgasmos regulares nunca mais. Talvez eu arrume outra garota para isso. Talvez eu faça você assistir. Acho que você vai ter que esperar para descobrir."

Mallory não sabia ao certo quanto disso era real e quanto era uma fantasia distorcida. Mas enquanto Wren continuava a provocá-la, e seu cérebro vazava de sua boceta para o chão, seu último pensamento consciente foi que aceitar aquele encontro tinha sido a melhor decisão de sua vida.

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