Primeiro Encontro
O restaurante vibrava com o burburinho da noite, a luz ambiente lançando um brilho cálido sobre as toalhas de mesa brancas. Craig mexia no relógio, inquieto, verificando a hora outra vez enquanto examinava a entrada. O perfil de namoro dele não o preparara para a mulher que atravessou a porta.
Heather moveu-se com uma graça deliberada, o vestido vinho colando-se a curvas que atraíam todos os olhares masculinos no recinto. Seus cabelos escuros caíam em cascata pelos ombros, emoldurando traços que oscilavam entre o inocente e o malicioso. Craig levantou-se desajeitado quando ela se aproximou.
— Você deve ser o Craig. — Heather estendeu a mão, o aperto firme mais forte do que ele esperava. — Espero não ter te deixado esperando muito.
— De jeito nenhum. — A voz dele falhou ligeiramente. — Eu também acabei de chegar.
Uma mentira que ambos reconheceram.
Heather deslizou para seu assento, cruzando as pernas devagar o bastante para atrair o olhar dele. — Fiz reservas em três restaurantes diferentes hoje à noite. — Seus lábios carmesins se curvaram num sorriso. — Gosto de manter minhas opções em aberto.
Craig fez sinal para o garçom, desesperado por um drinque. — E o que te fez escolher este?
— Eu queria um lugar... íntimo. — Heather inclinou-se para a frente, o decote revelando apenas o suficiente para exigir imaginação. — Um lugar onde pudéssemos realmente nos conhecer.
Durante as entradas, ela manteve um contato visual que beirava o inapropriado, mordendo ocasionalmente o lábio inferior quando ele falava. Suas perguntas sondavam além do território de um primeiro encontro, perguntando sobre as fantasias dele, suas preferências.
— Você parece tenso — observou Heather no meio do prato principal. Ela puxou a cadeira para mais perto, os joelhos se tocando sob a mesa. — Deveria relaxar.
A mão dela encontrou a coxa dele, dedos traçando padrões distraídos que avançavam cada vez mais para cima. Craig quase engasgou com o vinho.
— Problema? — A expressão de Heather era a própria inocência enquanto sua mão continuava a exploração. O polegar roçou perigosamente perto do volume crescente dele. — Ora, ora — sussurrou, os olhos arregalados de falsa surpresa. — Isso já é para mim?
Craig lutava para manter a compostura enquanto os dedos dela delineavam o contorno através das calças. O garçom se aproximou com os cardápios de sobremesa, completamente alheio à atividade debaixo da toalha.
— Duas taças de vinho — pediu Heather sem consultá-lo. Quando o garçom partiu, ela apertou de leve. — Parece que alguém está animado para me conhecer melhor.
— Heather, estamos em público...
— E você está duro como uma pedra. — Sua voz baixou para um sussurro rouco. — Isso aconteceu no instante em que entrei ou precisou que minha mão achasse sua coxa? — Seus dedos prosseguiram na exploração torturante. — Aposto que você está doendo nessas calças apertadas, não está?
As pontas dos dedos de Heather traçavam o contorno rígido do pau de Craig através da calça jeans, a pressão leve o bastante para enlouquecer. Ela manteve contato visual inabalável enquanto o polegar circulava a cabeça sensível, já detectando uma pequena mancha úmida se formando sob o brim.
— Adoro como você está duro — sussurrou, inclinando-se para perto. O hálito fazia cócegas no ouvido dele.
A respiração de Craig acelerou quando a palma dela pressionou com firmeza contra o comprimento, deslizando para cima e para baixo com uma lentidão deliberada. O tecido criava uma fricção tentadora que fazia os quadris dele impulsionarem instintivamente para cima.
— Fique quieto — ordenou Heather em voz baixa, a mão livre alcançando a taça de vinho. — Não deixe óbvio o que estou fazendo com você.
Os dedos dela se curvaram em torno do membro, apertando ritmicamente enquanto mantinham a aparência de uma conversa casual de jantar. As bochechas de Craig ficaram vermelhas enquanto a mão dela trabalhava mais rápido, o contorno da ereção aparecendo visivelmente contra a calça jeans.
— Deus, você está tão duro — ronronou ela. — Consigo sentir cada centímetro de você através dessa calça.
Uma jovem garçonete se aproximou da mesa, o rabo de cavalo loiro balançando a cada passo. O crachá dizia “Tiffany”.
— Já estão prontos para pedir os pratos principais? — perguntou Tiffany animada, a caneta sobre o bloco.
A mão de Heather nunca interrompeu a massagem ritmada. — Vou querer o filé mignon — disse ela suavemente. — Ao ponto, mal passado.
Craig abriu a boca para falar bem na hora em que o polegar de Heather pressionou firme a parte de baixo sensível da cabeça do pau. A voz dele se engasgou na garganta.
— Senhor? O que gostaria? — O sorriso alegre de Tiffany não vacilou.
— Ele vai querer... — começou Heather, aumentando o ritmo debaixo da mesa.
— Eu mesmo posso pedir — administrou Craig, a voz forçada. Ele agarrou a beirada da mesa enquanto os dedos de Heather traçavam seu comprimento com uma pressão primorosa. — O, hã, salmão, por favor.
Tiffany rabiscou no bloco. — Como prefere o ponto?
A palma de Heather apertou com mais força, movendo-se em círculos apertados sobre a cabeça do pau dele. As coxas de Craig tensionaram enquanto o prazer o percorria.
— Ao ponto — ele engasgou. — Ao ponto está bom.
— Perfeito! Volto já com seus pedidos. — Tiffany recolheu os cardápios e partiu, completamente alheia ao apuro de Craig.
— Você lidou bem com isso — sussurrou Heather, a mão agora esfregando todo o comprimento dele com movimentos firmes e determinados. — Mas senti você pulsar quando ela estava olhando. Isso te excitou, ser tocado enquanto ela observava?
Os olhos de Craig se arregalaram e ele balançou a cabeça de leve. — Isso não é... Eu não estava...
— Shh. — Heather se inclinou para mais perto, os lábios roçando o lóbulo da orelha dele enquanto a mão mantinha o ritmo torturante debaixo da mesa. — Não tem problema admitir. A adrenalina de quase ser pego é... intensa.
Craig engoliu em seco, o pau se contraindo contra a palma dela quando ela apertou com mais força. Sua tentativa de negação se dissolveu num gemido reprimido.
— Tenho uma confissão a fazer — sussurrou Heather, a voz baixando para um ronronar rouco. Seus dedos traçaram a cabeça inchada do pau dele por cima da calça, sentindo a umidade crescente ali. — Eu absolutamente amo fazer homens gozarem nas calças. É o que mais me excita.
Sua mão aumentou o ritmo, massageando o membro com movimentos deliberados e habilidosos.
— Então eu realmente espero que você tenha fôlego, Craig — continuou, os olhos brilhando com malícia. — Porque não vou parar até nossa comida chegar.
A respiração de Craig acelerou. — Heather, não consigo...
— Mesmo que você esteja perto — interrompeu, o polegar circulando a cabeça sensível. — Não vou parar. Então, a não ser que queira passar a refeição inteira com a cueca cheia de porra quente, é melhor mostrar algum controle.
O sorriso malicioso nos lábios dela denunciava suas verdadeiras intenções. Seus dedos trabalhavam mais rápido, apertando e massageando com precisão. Ela queria sentir ele perder o controle, ver o rosto enquanto ele lutava — e falhava — em manter a compostura em público.
— A cozinha parece atrasada hoje à noite — observou ela com inocência, olhando na direção das portas da cozinha. — Pode demorar um pouco até nossa comida sair.
Heather olhou ao redor do restaurante, notando a iluminação reduzida e o posicionamento estratégico da mesa de canto. Com um sorriso predatório, seus dedos se moveram para a fivela do cinto de Craig.
— O que você está... — Os olhos de Craig se arregalaram de alarme.
— Shh — sussurrou, desabotoando o cinto com destreza. — Ninguém consegue ver debaixo da toalha.
Seus dedos ágeis abriram o botão e lentamente arrastaram o zíper para baixo, o som quase imperceptível sob o ruído ambiente do restaurante. A respiração de Craig acelerou quando o ar frio atingiu o tecido fino da cueca.
— Heather, isso é demais — sibilou ele, mas não fez movimento para impedi-la.
— Coitadinho — ela murmurou, deslizando a mão quente para dentro do cós da cueca samba-canção. Seus dedos envolveram o pau nu, já escorregadio de pré-gozo. — Nossa, você está pingando.
Craig mordeu o lábio inferior enquanto a mão dela estabelecia um ritmo lento e torturante, a palma deslizando sobre a cabeça sensível antes de descer por todo o comprimento. O contato direto pele com pele enviava choques de prazer pelo corpo dele.
— Estive pensando — murmurou, os lábios roçando a orelha dele enquanto a mão mantinha a massagem implacável. — Nossa garçonete Tiffany deve voltar com a comida logo.
Sua pegada apertou ligeiramente, o ritmo deliberado e medido.
— Posso muito bem te manter na beirada até ela chegar — continuou Heather, os olhos dançando com deleite malvado. — Depois vou fazer você gozar enquanto ela estiver parada bem aqui.
Os olhos de Craig se arregalaram de horror. — Heather, por favor, não.
— Imagine só ela observando seu rosto — sussurrou, a mão acelerando. — Como sua expressão vai mudar quando você estiver gozando. Como seus olhos vão revirar, o pequeno gemido que você vai soltar.
— Por favor — implorou Craig, a voz tensa e desesperada. — Assim não. Não na frente dela.
O sorriso de Heather ficou ainda mais predatório enquanto a mão massageava o pau dele com urgência crescente.
— Heather, estou falando sério — suplicou Craig, o rosto corado com partes iguais de excitação e vergonha. — Por favor, não.
O ritmo de Heather acelerou dramaticamente, a mão virando um borrão de movimento debaixo da toalha de mesa. Os sons molhados da palma deslizando pelo membro lubrificado de pré-gozo eram felizmente mascarados pelo ruído ambiente do restaurante.
— Olhe para você — sussurrou, os olhos acesos de prazer travesso. — Me encontrando pela primeira vez hoje à noite, e já estou com a mão no seu pau debaixo da mesa de um restaurante.
Os nós dos dedos de Craig ficaram brancos enquanto ele agarrava a beirada da mesa. Sua respiração vinha em arfadas curtas e superficiais.
— O que as pessoas pensariam se soubessem? — Heather riu, a voz brincalhona mas carregada de ameaça erótica. — O certinho do Craig, sendo masturbado por uma mulher que conhece há quarenta e cinco minutos.
O pulso dela girou na subida do movimento, e as coxas de Craig começaram a tremer incontrolavelmente.
— Ahhh — ela murmurou, sentindo o pau dele se contrair contra a palma. — Alguém já está ficando pertinho?
Craig mordeu o lábio inferior, os olhos percorrendo o restaurante nervosamente. — Heather, não...
— Não o quê? — Ela riu de novo, o som inocente mas totalmente perverso. — Não pare? Não vá mais rápido? — Sua mão manteve o ritmo implacável. — Lembra o que eu disse, Craig. Não vou parar.
O pau dele pulsou visivelmente na mão dela, e ela sentiu outra onda de pré-gozo cobrir seus dedos.
— Então, a não ser que você queira gozar nas calças logo no nosso primeiro encontro — provocou ela, a voz modulada com divertimento —, é melhor achar um pouco de autocontrole.
A mão livre dela alcançou a taça de vinho, tomando um gole casual enquanto a outra mão continuava a massagem impiedosa debaixo da mesa.
— Mas tenho que dizer — acrescentou Heather com outra risadinha leve e borbulhante —, a ideia de você sentado durante o jantar com a cueca encharcada de porra é absolutamente deliciosa.
O fôlego de Craig falhou quando um giro particular do pulso dela enviou uma onda de choque de prazer através dele.
— Oh! Você gostou disso? — Os olhos de Heather se arregalaram com inocência fingida, suas risadinhas ficando mais frequentes. — Seu pau acabou de ficar ainda mais duro! Consigo sentir cada pequeno tremor.
A mão de Heather trabalhava sem misericórdia debaixo da toalha, os dedos escorregadios do pré-gozo de Craig enquanto deslizavam pelo membro. O inconfundível clique de saltos contra o piso anunciou a aproximação de Tiffany, e os olhos de Craig se arregalaram em pânico.
— Heather, por favor... — sussurrou com urgência.
A resposta de Heather foi um sorriso malvado e uma mudança súbita de técnica — o pulso girando em círculos apertados e rápidos enquanto os dedos mantinham a pegada de torno no pau dele. A sensação era avassaladora.
— Aqui estamos! — anunciou Tiffany alegremente, chegando com os pratos equilibrados com destreza no braço. — O filé mignon para a senhora, e o salmão para...
As costas de Craig arquearam involuntariamente quando a mão de Heather aplicou um giro particularmente devastador. A pressão que vinha se acumulando em suas bolas subitamente explodiu. Seu pau pulsou violentamente na mão de Heather quando a primeira golfada grossa de porra jorrou, encharcando a frente da cueca.
— Senhor? Está tudo bem? — perguntou Tiffany, embora o tom inocente não combinasse com o olhar sabido nos olhos.
— Ele está bem — respondeu Heather tranquilamente, sem jamais interromper o movimento frenético de torção da mão. — Só... animado com a comida.
O rosto de Craig se contorceu quando outra pulsação poderosa enviou mais porra quente inundando a cueca. A umidade morna se espalhou pela virilha enquanto jato após jato bombeava para fora, completamente fora de controle. Ele mordeu o lábio para abafar um gemido, os quadris dando pequenos solavancos debaixo da mesa.
Tiffany pousou os pratos e olhou entre eles, o rabo de cavalo balançando quando ela inclinou a cabeça. Um sorriso se espalhou pelo rosto enquanto se dirigia a Heather.
— Mana, você está fazendo aquilo de novo?
Os olhos de Heather cintilaram de malícia. — Claro.
O queixo de Craig caiu em choque, mesmo com outro jorro de porra surgindo do pau, criando uma mancha úmida visível que começou a transpassar as calças.
Tiffany se inclinou, baixando a voz conspiradoramente. — Ele está gozando agora?
— Tanto — confirmou Heather, a mão ainda trabalhando debaixo da toalha enquanto o corpo inteiro de Craig tremia. — Ele está fazendo uma bagunça e tanto.
A risadinha de Tiffany foi leve e musical enquanto ela voltava a atenção diretamente para Craig, cujo rosto ardia de vergonha.
— Então me conta — perguntou, a persona inocente de garçonete completamente abandonada —, quão frustrante é ter a minha irmã mais velha fazendo você gozar nas calças desse jeito?
Craig não conseguiu responder. Sua cueca agora estava completamente encharcada com o que parecia um fluxo interminável de porra, a umidade morna grudando na pele enquanto a mão implacável de Heather continuava a ordenhar cada última gota dele.
Heather lentamente retirou a mão de debaixo da toalha, os dedos faiscando com porra espessa e perolada. Em vez de pegar um guardanapo, ela a ergueu entre si e Tiffany, exibindo a evidência pegajosa de seu feito.
— Olha a bagunça que ele fez — disse com um sorriso triunfante.
Os olhos de Tiffany se arregalaram quando ela encarou os dedos cobertos de porra da irmã. — Ai meu Deus, Heather!
Craig queria desaparecer pelo chão quando Heather levou os dedos aos lábios e lenta, deliberadamente lambeu uma faixa de porra do dedo indicador. Sua língua serpenteou por cada dedo, recolhendo cada gota enquanto mantinha contato visual com ele.
— Mmm — ela murmurou apreciativamente, chupando o dedo médio até limpá-lo. — Nada mau.
Tiffany balançou a cabeça, o rabo de cavalo sacudindo. — Você é tão malvada, Heather! Olha a cara dele! Ele está mortificado!
Craig ficou paralisado, ainda se recuperando do orgasmo intenso e da realização humilhante de que ambas as mulheres estavam plenamente cientes do que acabara de acontecer. A umidade morna na cueca estava esfriando rapidamente, tornando-se um lembrete desconfortável de sua falta de controle.
— É isso que torna divertido — respondeu Heather, lambendo os últimos vestígios do polegar.
Tiffany lançou a Craig um olhar solidário, mas divertido. — Aproveite o jantar — disse com uma risada mal contida, depois virou-se e foi embora, os quadris balançando enquanto desaparecia entre as mesas.
Heather recostou-se na cadeira, encarando Craig com uma satisfação indisfarçável. Os cantos da boca se ergueram num sorriso predatório.
— Isso — declarou — foi uma das maiores gozadas que já vi. Sua pobre cueca deve estar absolutamente encharcada. — Ela pegou o garfo e a faca, cortando o filé. — E só para ficar claro, você não tem permissão de ir se limpar.
Os olhos de Craig se arregalaram. — O quê? Mas não posso...
— Pode e vai — interrompeu Heather com firmeza. — Você vai ficar aí sentado na sua poça de porra durante a refeição inteira. — Ela deu uma mordida no filé, mastigando devagar antes de engolir. — Considere como parte da experiência do nosso encontro.
Craig se ajeitou desconfortavelmente, a umidade grudenta colada à pele. Suas calças tinham uma mancha úmida visível que ele desesperadamente esperava que não fosse notada pelos outros frequentadores.
— Estou acabado — murmurou, alcançando o copo d'água com a mão trêmula.