Contos eróticos para ler inteiros.

Sedução Forçada

Perdoai-lhes, Padre

marcely29 min

Em algum lugar bem no interior, sobre a charneca, erguia-se um casarão alto construído de madeira escura. Ao seu redor ardiam fogos verdes mágicos que faziam as sombras das árvores dançarem na noite. Mesmo que você fosse procurá-lo, não o encontraria. Estava escondido da vista pelos feitiços do coven de bruxas que ali habitava. Na melhor das hipóteses, você talvez pudesse ouvir as risadinhas fracas das bruxas enquanto elas tramavam seus próximos planos malignos.

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"Você tinha que ver o estado da sala de orações quando eu saí!" Uma bruxa de longos cabelos negros disse para a multidão de bruxas risonhas ao redor da mesa redonda. "Estavam adorando, sim, mas não o Deus delas!"

As bruxas reunidas riram ainda mais alto da história narrada por sua colega.

"Por que é tão fácil transformar essas mulheres piedosas e pudicas em vadias lésbicas gementes?" Divagou em voz alta outra bruxa.

"Porque a fé delas não muda o fato de que são seres vivos de carne e sangue. Desejos carnais são difíceis de suprimir e fáceis de despertar. Quando são sufocados, um simples empurrão tende a fazê-los explodir." Respondeu a bruxa sentada numa cadeira de madeira ornamentada. Era a Anciã do coven, embora aparentasse estar no auge da vida e fosse absolutamente deslumbrante.

Há décadas, este coven tinha como missão transformar conventos, abadias e mosteiros em lugares de devassidão, de sexo lésbico desenfreado. 'Por quê?' seria uma pergunta interessante, mas se você pudesse perguntar à Anciã, ela provavelmente responderia 'Por que não?'. Sexo era parte da vida, e ela odiava vê-lo reprimido.

Enquanto as bruxas continuavam a descrever com todos os detalhes salazes suas aventuras mais recentes, uma das bruxas juntou coragem para falar. Ao contrário da maioria das outras bruxas, ela era tão jovem quanto aparentava, com meros vinte verões, e era a mais nova integrante do coven. Com seus cabelos castanhos na altura dos ombros, olhos da mesma cor, seios empinados e cintura de vespa, ela mais parecia uma garotinha fofa do interior do que uma bruxa, mas seu potencial estava despertando lentamente sob a orientação da Anciã.

E ela estava cansada de ser considerada uma novata pelo resto do coven.

"Anciã, se me permite, há algo que desejo discutir com o coven." Ela disse, agarrando-se à sua frágil confiança da melhor forma que podia.

Todos os olhos se voltaram para a jovem bruxa e o silêncio caiu sobre o casarão das bruxas.

"Sim, Evelyn? O que é?" A Anciã perguntou gentilmente.

Evelyn engoliu em seco, subitamente consciente de todos os olhares sobre si. "Estive procurando novos alvos, como a senhora pediu. E encontrei um interessante." Ela agarrou o cajado que estava encostado em sua cadeira. Evelyn ainda era fraca demais para lançar feitiços sem usar seu cajado como catalisador para sua magia. Ela fechou os olhos e se concentrou por um segundo, e um mapa apareceu, flutuando acima da mesa.

"É um convento nas montanhas ao norte. É bem remoto, mas mulheres são enviadas de todo o continente para este convento." Um ponto brilhante apareceu no mapa ilusório para ilustrar seu argumento.

"O que é? Um convento para VIPs?" Riu uma das bruxas, mas foi rapidamente silenciada pelo olhar da Anciã.

"Muito bem, Evelyn. Devemos..."

"Eu quero ir." Evelyn afirmou, interrompendo a Anciã no meio da frase.

A Anciã olhou Evelyn nos olhos em silêncio, e a morena não pestanejou. Ela cerrou os dentes até que a Anciã falasse novamente.

"Não vou me opor ao seu desejo. Mas acho que ainda é cedo demais. Ao menos leve alguém com você."

Evelyn balançou a cabeça. "Como posso provar meu valor, se não me deixarem voar sozinha?"

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Infiltração em conventos costumava ser bem fácil. Com um hábito e um simples feitiço de confusão, qualquer um podia entrar em um, e nenhuma freira pestanejaria. Mas este era diferente, Evelyn percebeu enquanto observava cuidadosamente o impressionante edifício de uma distância segura.

Cercado por altos muros e com Soldados da Igreja em cada entrada, aquilo estava longe de ser o resort de férias que suas colegas bruxas tinham imaginado. Aquilo mais parecia uma prisão para Evelyn, mas de seu ponto de observação numa colina perto do convento, ela podia ver freiras fazendo coisas de freira, como rezar no jardim, rezar lá dentro, rezar sozinhas, rezar em grupos...

Ela decidiu não pensar muito sobre por que freiras exigiriam uma segurança tão alta, e em vez disso se concentrou na tarefa que tinha em mãos. Ela esperaria até o sol se pôr atrás das montanhas e usaria a escuridão para se esconder enquanto usava um feitiço de voo para cruzar os muros.

E uma vez lá dentro, o plano era novamente simples. Ela encontraria uma freira, a faria se submeter com seu feitiço indutor de luxúria e satisfaria a ninfomaníaca lésbica recém-despertada antes de passar para outro alvo, até que o convento inteiro fosse reduzido a uma massa viciada em sexo de corpos se contorcendo.

Evelyn suspirou, o olhar fixo no horizonte atrás do edifício de pedra. Ela apertou o manto comprido ao redor dos ombros enquanto tremia no ar frio do final da tarde. Ela tinha insistido em estar ali sozinha, e estava totalmente dedicada a deixar a Anciã orgulhosa, mas agora que o momento da verdade se aproximava, ela começava a se perguntar se aquilo era mesmo uma boa ideia. Seu domínio da magia ainda era instável, se fosse honesta consigo mesma, e ela tinha um mau pressentimento sobre aquele lugar.

Evelyn balançou a cabeça para clarear os pensamentos. O sol começava a se esconder atrás dos picos e o céu estava tingido de vermelho. Já era tarde demais para desistir agora, e mesmo que pudesse, ela não desistiria. Esta era sua chance, e não podia deixá-la escapar por entre os dedos.

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Como esperado, entrar no prédio não foi exatamente difícil. Guardas tendem a ter o mau hábito de nunca olhar para cima e de fazer o mínimo possível. Uma vez dentro do pátio, Evelyn ficou a princípio surpresa ao encontrar a porta principal do prédio destrancada, mas depois refletiu que, afinal, aquelas freiras tinham uma muralha externa as separando do resto do mundo.

Evelyn agora vagava pelo térreo do prédio, silenciosa como uma gata. Ela esperava encontrar uma freira solitária para usar sua magia, mas a maioria das freiras aparentemente já havia se recolhido para o andar superior ao anoitecer quando ela conseguiu entrar.

Ela perambulou sem rumo enquanto mordiscava suavemente o lábio inferior, ponderando as opções que tinha agora. Quase tinha decidido subir a escadaria principal quando ouviu um ruído fraco vindo de algum lugar no andar em que estava. Ela parou e se concentrou, gastando um pouco de sua energia mágica e fazendo-a fluir pelo seu cajado para melhorar sua audição.

Vozes. Ela podia ouvi-las agora, não com clareza suficiente para entender as palavras, mas o bastante para rastreá-las. Como uma sombra, ela começou a se mover novamente, em direção àquelas vozes. Evelyn podia diferenciar duas. Ela teria preferido encontrar uma freira sozinha, mas duas deveriam ser manejáveis. Orgias não eram exatamente incomuns lá no casarão, então ela tinha bastante experiência com múltiplas parceiras ao mesmo tempo.

Ela seguiu as vozes até uma porta de madeira no canto esquerdo do prédio. Para ter certeza de que não estava prestes a entrar num quarto abarrotado de freiras, Evelyn pressionou o ouvido contra a madeira.

"Obrigada por tirar um tempo para me ajudar a limpar. Eu agradeço muito, Irmã Amelia." Uma das vozes disse. Falava a língua comum com um sotaque carregado que Evelyn não conseguiu identificar, mas definitivamente soava exótico.

A outra voz riu antes de responder. "De nada, Irmã Sofia. Eu sei que essa tarefa pode levar bastante tempo sozinha, mas com outra pessoa acaba num instante!"

Evelyn deu um passo para trás da porta e se aprumou. Ela fechou os olhos por um instante e concentrou sua magia no cajado. O cristal em sua ponta começou a brilhar rosa e pulsar com energia. A bruxa reduziu o alcance de seu feitiço de luxúria ao mínimo, pois definitivamente não queria ter que lidar com uma horda de freiras acordando irresistivelmente excitadas.

Evelyn respirou fundo, então empurrou a porta de madeira e deu um passo para dentro do aposento. Ela estava numa espécie de refeitório, com várias mesas compridas, aparadores e montes de cadeiras. Perto da entrada do aposento havia uma pilha alta de cadeiras de madeira empilhadas umas sobre as outras, e a bruxa novata manobrou cuidadosamente ao redor dela, com seu cajado nas mãos.

Duas mulheres estavam de pé no fundo do aposento, mais confusas com a súbita intrusão de Evelyn do que amedrontadas. A primeira era baixa, seu corpo esguio escondido atrás do hábito. Ela era muito pálida, como se nunca tivesse visto a luz do sol, com cabelos loiros curtos. Irmã Amelia, Evelyn deduziu.

A outra freira era pelo menos uma cabeça mais alta que sua amiga. Com base no tom bronzeado de sua pele e nos cabelos negros que quase alcançavam suas nádegas, ela provavelmente vinha das províncias do sul. Mesmo com a roupa ampla que vestia, suas curvas voluptuosas eram visíveis. Ela era a própria definição de um corpo ampulheta, com seios fartos, cintura estreita e bumbum empinado. Irmã Sofia, provavelmente.

"Oi." Evelyn disse para as duas mulheres perplexas. "Não tenham medo. Sou amigável." Um pouco cafona, mas esta era a primeira vez de Evelyn, ela ainda não tivera tempo de aperfeiçoar suas frases de efeito.

O cajado de Evelyn brilhou rosa e liberou uma onda de pura luxúria antes que qualquer uma das mulheres pudesse pensar sobre a entrada inesperada da bruxa. Ela sorriu maliciosamente quando a onda de luxúria atingiu as freiras. Irmã Sofia gemeu alto, abraçando a luxúria, seus olhos revirando. Irmã Amelia resistiu muito melhor a seus desejos, mas ainda assim estava muito enrubescida, as bochechas vermelho-carmim.

Como golpe de misericórdia, Evelyn deixou cair sua capa de viajante, revelando que por baixo ela não usava nada além de lingerie vulgar que grudava em seu corpo. Para garantir, ela enviou mais uma onda de luxúria mágica para terminar o trabalho.

As mãos de Sofia foram para dentro de suas calças. Ela já estava perdida, engolida pela luxúria. Mas Amelia resistiu, seu corpo todo tremendo com espasmos.

"Lutar contra seus desejos não é natural. Não os resista. Eu as ajudarei." Evelyn disse suavemente.

Sofia grunhiu e se livrou das roupas rapidamente, revelando seu corpo deslumbrante beijado pelo sol, bem como um inesperado, grande e latejante pênis projetando-se do meio de suas pernas.

Os olhos de Evelyn se arregalaram e ela apertou os lábios. Isto definitivamente não fazia parte do plano.

"Irmã Sofia! Você sabe que é proibido mostrar nosso apêndice profano para qualquer outra pessoa!" Amelia disse, tentando ser indignada, mas sua voz pingava desejo. Agora que o gato estava fora do saco, Evelyn podia ver o volume na virilha de Amelia, mesmo através das roupas.

Evelyn riu nervosamente. "Bem, senhoras... Meu trabalho aqui está feito. Vou dar um espaço para vocês..." Ela disse enquanto começava a andar para trás, torcendo para alcançar a porta antes que algo terrível acontecesse.

O cajado de Evelyn pulsou mais uma vez. Sob forte estresse, ela estava começando a perder o controle de sua magia. Sofia gemeu lascivamente enquanto começava a se esfregar no ar inutilmente, enquanto Amelia caiu no chão, se contorcendo enquanto sua fé e vontade férrea tentavam sufocar sua luxúria despertada.

Focada em impedir que seu cajado complicasse ainda mais as coisas, Evelyn parou de prestar atenção por onde ia. Ao dar mais um passo para trás, ela tropeçou na capa caída no chão e foi lançada de uma vez sobre a pilha de cadeiras perfeitamente arrumada, soltando um ganido.

As cadeiras tombaram ruidosamente sobre ela, enterrando-a sob seu peso enquanto ela gritava. Na confusão, ela soltou o cajado, que rolou para longe, para baixo da pilha espalhada de cadeiras.

Com os olhos fechados, a bruxa desajeitada sentiu-se sendo arrastada para fora de sua prisão de madeira. Quando o movimento parou, ela se sentou sobre o traseiro e abriu os olhos. Ela se viu encarando diretamente um pênis latejante pingando pré-porra.

"Você disse que ia nos ajudar com nossos desejos..." Sofia disse num gemido luxurioso.

Evelyn abriu a boca para responder algo, mas rapidamente entendeu seu erro quando Sofia arremessou os quadris para frente, enfiando seu pênis na boca molhada e aberta de Evelyn. A freira do sul soltou um grunhido gutural enquanto seu pênis desfrutava do calor de uma mulher pela primeira vez em sua vida, e Evelyn engasgou alto, lutando para respirar com um pênis invadindo sua boca.

A bruxa tentou lançar um feitiço para se livrar da mulher cujo pau estava atualmente dentro de sua boca, mas sem seu cajado ela estava indefesa, sua magia faiscando inofensivamente. As coisas pioraram quando Sofia agarrou a parte de trás de sua cabeça e a manteve no lugar enquanto começava a mover os quadris para frente e para trás, seu instinto assumindo o controle enquanto ela começava a foder o rosto de Evelyn.

Lágrimas começaram a cair dos olhos de Evelyn enquanto ela engasgava repetidamente contra o pênis saqueando sua boca e garganta. A freira reprimida arremessava seu pau para frente com o entusiasmo de uma virgem, com pouca consideração pelo bem-estar da pobre bruxa. Irmã Sofia soltava gemido atrás de gemido de puro deleite enquanto suas bolas batiam no queixo de Evelyn toda vez que ela afundava todo o comprimento de seu pênis dentro da garganta involuntária de Evelyn.

Com um pênis na garganta bloqueando suas vias aéreas, Evelyn não conseguia pensar coerentemente. Ela não reagiu enquanto seu corpo inteiro era sacudido pela força da penetração oral. Ela apenas ficou ali sentada, num aturdimento induzido por pênis enquanto a freira futa estuprava sua boca repetidamente.

Contra a parede do aposento, a uma distância segura da devassidão, Irmã Amelia estava de joelhos, suas roupas finalmente descartadas também. Ela lentamente levou uma das mãos ao seu pênis considerável, e quando finalmente pousou a mão nele seu corpo inteiro se retesou com a sensação maravilhosa. Ela deu uma estocada tentativa em seu pau e se contorceu enquanto o prazer se espalhava dentro dela, abafando o que restava de sua apreensão. Em pouco tempo ela estava se masturbando furiosamente à visão de sua colega freira violentamente devastando a boca de Evelyn.

Sofia se retesou quando uma sensação desconhecida começou a inchar dentro dela e ela rapidamente se aproximou de seu limite.

"Algo... Algo está acontecendo... Hunnng... Eu sinto, eu sinto como se estivesse no céu, Irmã!" O resto de sua frase degenerou em grunhidos ininteligíveis de êxtase enquanto ela enfiava seu pau até o talo dentro da boca quente à sua frente uma última vez e chegava ao clímax pela primeira vez em sua vida.

Evelyn podia sentir o sêmen espesso jorrando do pênis de Sofia e enchendo sua boca e garganta. Ela fez o melhor que pôde para engolir a carga massiva, na esperança de não se afogar em porra, mas o orgasmo da freira parecia interminável, e a porra começou a escorrer pelo canto de sua boca superlotada. A cabeça de Sofia foi jogada para trás enquanto ela uivava delirantemente enquanto despejava uma vida inteira de porra goela abaixo da relutante depósito de porra.

Quando Sofia ficou lúcida o suficiente para registrar que ainda estava segurando a cabeça de Evelyn, ela a soltou e retirou seu pênis de sua boca. Evelyn caiu para frente, tossindo o que restava da carga de Sofia na entrada de sua garganta e em sua boca, o resto já goela abaixo.

"Irmã Amelia, por que nos foram negados tais prazeres por tanto tempo? Nos disseram que nossos pênis são uma maldição colocada sobre nós, mas vejo agora que são uma bênção concedida a nós por nosso Senhor! Tal êxtase não deveria ser vilificado, mas saboreado!"

Amelia não estava realmente ouvindo sua amiga futa. Ela ainda estava acariciando seu pau, fascinada pela boca pingando porra de Evelyn. Sofia olhou para a Irmã se masturbando e seu rosto se suavizou num sorriso gentil. Ela sabia exatamente do que Amelia precisava agora. Ela agarrou a bruxa atordoada pelo ombro, arrastando-a até a freira loira delirante.

"Eu vou te mostrar, Irmã. É melhor do que você pode imaginar..." Sofia sussurrou e agarrou a parte de trás da cabeça de Evelyn, guiando-a em direção ao pênis latejante de Amelia.

Evelyn tentou falar, mas tudo que conseguiu produzir foi um som distorcido, sua garganta dolorida e encharcada de porra. Irmã Amelia deu um último olhar para os lábios de Evelyn antes de olhar Sofia nos olhos. A futa bronzeada sorriu calorosamente, antes de empurrar rudemente a cabeça de Evelyn para baixo, forçando-a sobre a vara de Amelia até que o nariz de Evelyn batesse na virilha raspada de Amelia.

Os olhos de Amelia se arregalaram e sua boca se abriu num guincho silencioso de alegria, enquanto ela por sua vez desfrutava da garganta da bruxa infeliz. Usando sua pegada na cabeça de Evelyn, Sofia começou a mover a cabeça da bruxa para cima e para baixo violentamente, usando-a como uma fleshlight no pau de sua amiga. Amelia começou a gaguejar incoerentemente, incapaz de pôr seus sentimentos em palavras.

"Não se segure, Irmã. Deixe sair tudo. Todos os seus desejos." Sofia disse suavemente acima dos ruídos molhados e do som repetido de engasgo feito por Evelyn.

Depois de se masturbar pela primeira vez, receber um primeiro boquete desleixado e forçado era demais para a freira sobrecarregada. Com um ganido fofo e agudo, seus instintos assumiram o controle e ela arremessou os quadris para frente o máximo que pôde logo antes de deixar seu orgasmo tomar conta. Sua carga explodiu da ponta, jorrando dentro da garganta de Evelyn, a vida inteira de abstinência de Amelia terminando com um estrondo.

Pela segunda vez no dia, o estômago de Evelyn foi preenchido com porra de futa, as mãos em sua cabeça não lhe dando escolha a não ser engolir. Ela não tinha certeza do efeito de seu feitiço de luxúria em futas, mas em mulheres sem pênis ele aumentava massivamente o desejo e a resistência sexual, e por isso ela se perguntava quantas cargas seriam despejadas à força dentro dela antes que as duas freiras ficassem satisfeitas.

Quando o orgasmo trêmulo de Amélia finalmente diminuiu, Sofia soltou a cabeça de Evelyn e a bruxa rapidamente removeu o objeto estranho de sua boca, antes de engatinhar para trás no chão, olhos arregalados e porra pingando de sua boca. Ela alcançou o outro lado do quarto e esbarrou nos móveis. Ela se firmou, recuperando o fôlego e organizando seus pensamentos.

Os olhos de Amélia nunca deixaram Evelyn e ela começou a falar com sua colega freira.

"Irmã Sofia... Eu quero fazer de novo." Ela praticamente implorou.

"Eu também..." A freira estrangeira respondeu suavemente. "Do jeito que o Senhor pretendia..." Seus paus ainda estavam dolorosamente duros e pulsando.

Evelyn balançou a cabeça violentamente. "Esperaesperaesperaesperaespera! Talvez a gente possa, sei lá... Conversar sobre isso? Vocês são freiras, não querem ser estupradoras, querem?"

As duas freiras se entreolharam, mortificadas, antes de olharem para Evelyn novamente.

"Estupro...? Mas foi você quem invadiu aqui, falando de desejo e vestida como uma vadia. Eu pensei que você estava... disposta." Sofia comentou.

"Não! Bem, sim, mas não exatamente. É complicado." Evelyn não ia explicar a elas sua missão nem o fato de que não esperava que elas tivessem paus.

Sofia olhou para Amélia novamente. Evelyn fez uma careta. Ela tinha dado a elas uma dose bem generosa de seu feitiço e não tinha certeza se as duas freiras ainda podiam ter pensamentos racionais, pelo menos até se livrarem daquela luxúria persistente.

Sofia se levantou, seu pau enorme e duro cortando o ar ameaçadoramente à sua frente. "Mas... Mas você disse que nos ajudaria..." Ela deu um passo em direção à bruxa encurralada.

Evelyn mordeu o lábio inferior. Sua mente estava acelerada, mas ela não conseguia vislumbrar um futuro onde não fosse recheada de paus e porra de futa. Ela se resignou e tentou tirar o melhor de sua situação atual.

"Eu vou... Eu vou ajudar vocês, mas depois, vocês vão ter que me ajudar. Vejam, eu estou numa enrascada. Eu deixo vocês me foderem se me ajudarem a sair dessa porra de lugar quando terminarem. Negócio fechado?" Ela se perguntou se aquilo era realmente uma boa ideia, mas era o melhor que tinha.

Sofia piscou timidamente enquanto dava outro passo à frente, sua mente entorpecida pela luxúria tentando processar o que a mulher escassamente vestida à sua frente tinha acabado de dizer. Ela inclinou a cabeça, pensando, quando Amélia saltou de pé.

"Sim, sim. A gente faz o que você quiser. Eu preciso!" A freira pálida declarou enquanto caminhava em direção a Evelyn acariciando o pau.

A irmã Sofia concordou com a cabeça por sua vez, e as duas freiras convergiram para a bruxa. Elas agarraram Evelyn pelos braços e a carregaram até uma mesa próxima, então a dobraram sobre ela, suas pernas de um lado com a bunda para cima no ar, e seus braços pendurados livremente do outro lado com o rosto também a uma altura conveniente. Sua luxúria alimentando sua força, Sofia agarrou a calcinha de Evelyn e a rasgou em pedaços como se fosse feita de papel.

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