Parentalidade
Crista quase sentiu pena dela. Dormindo tão tranquilamente, tão alheia. Totalmente indiferente à comoção ao seu redor ou às cordas em seus pulsos. Ela observou a curva suave dos ombros de Ella subir e descer com sua respiração enquanto o homem juntava travesseiros.
— A senhora disse que queria esses debaixo dela, senhora?
Ela fez um som de concordância. Ia ser um dia longo, e ela não queria que Ella interferisse demais. Manteve um olhar avaliador na posição de sua enteada enquanto o homem se aproximava e ergueu seus quadris até que sua bunda ficasse bem no ar, apoiada nos travesseiros. Melhor. Mas ainda não era infalível. Com um suspiro, Crista se levantou e deu uma volta lenta ao redor da cama.
— Amarre os tornozelos também — decidiu finalmente. — Um em cada coluna da cama. Não quero que ela se desloque da posição chutando.
Crista quase sentiu pena dela.
Quase.Ela não era uma mulher má. Estava fazendo isso por amor. Não por Ella, claro, Deus sabe que ela sempre achou a coisinha mimada desagradável, mas amor pelo pobre pai dela. Crista o conhecia há apenas alguns meses quando ele ficou doente, e embora ainda não fizessem um ano de casados, era culpa dela querer ser uma boa esposa? Ele era um homem tão solitário, seu pobre querido, e tudo o que aquela garota desgraçada fazia era sair para festas e deixar Crista cuidando dele. Mimada até o osso. Bem, talvez Ella fosse a menina dos olhos do papai, mas Crista era inteligente o bastante para saber como impor uma educação adequada em casa, e também tinha motivação para isso.
— Isso está bom.
O homem se afastou de onde tinha terminado de amarrar os tornozelos de Ella. Crista não sabia o nome dele, não queria saber quase nada sobre ele, o tinha encontrado em algum site de fetiche qualquer, mas era melhor assim. A última coisa que ela queria era que ele tentasse se envolver depois. Tudo o que importava era que ele era saudável e atraente. E que tinha um volume considerável, porque uma educação adequada exige castigo.
— Quer que eu tire a calcinha dela?
Ele soava excitado com a perspectiva. Crista mal conseguiu evitar revirar os olhos. A putinha mal estava usando alguma coisa, e estava com as nádegas quase todas de fora. Era abundantemente claro que ninguém nunca a ensinou a se comportar como uma dama. Ela fez um gesto despreocupado com a mão para ele. Se ele queria tirar a calcinha, que tirasse. Ele precisaria tirá-la de qualquer jeito.
— Mas nada de tocá-la até que ela esteja acordada.
O homem deslizou a calcinha de Ella com algum esforço; ela ficava presa nos travesseiros. Exposta assim, ela parecia ainda mais a putinha que Crista tinha certeza que era; bunda rechonchuda no ar, peitos soltos sob a camiseta, até sua boceta sem um único pelo. O rosto de Crista se contorceu. O pai de Ella estava de cama doente e tudo o que ela fazia era sair por aí correndo atrás de garotos, se sua boceta servia de indicativo.
Bem, ela a endireitaria rapidinho.
Ella soltou um ruído suave e sonolento enquanto se mexia. Era mais cedo do que ela pensava, mas exatamente o que ela esperava — quando Crista lhe dera os comprimidos, ela não sabia por quanto tempo eles a derrubariam. A vida já se agitava dentro das cuecas do homem só com a perspectiva de Ella acordar. Olhando para sua ereção crescente, Crista ficou contente por ser apenas uma espectadora. O tamanho dele era aterrorizante até para ela, e ela tinha décadas de experiência. Ella tinha apenas vinte e um anos.
— Hmm...
Ella se moveu de novo. Crista olhou para o rosto dela bem a tempo de ver aqueles olhos se abrirem. Ela era uma coisa irritantemente bonita, toda olhos cor de chocolate e cabelos castanhos acetinados, e tudo o que fazia era desperdiçar isso. Isso nunca teria acontecido se Crista a tivesse criado.
— Crista...? — Ella estava apenas começando a perceber que não estava sozinha. Ela olhou para Crista com olhos turvos, e Crista olhou de volta inexpressiva. Atrás de Ella, o homem começara a tirar a cueca.
— Por que você está...? — Ella fez menção de se mover, de se levantar, e a cama chacoalhou quando as cordas puxaram. Ella congelou. Isso, pensou Crista, isso era exatamente como uma disciplina adequada se parecia. As bochechas de Ella imediatamente ficaram vermelhas de pânico, seus olhos arregalados e despertos.
— O que você está fazendo?
Não era uma pergunta, mas Crista inclinou a cabeça mesmo assim, sem se mover de onde estava parada ao lado da cama. Ella se debateu contra as cordas, depois se debateu mais um pouco; Crista a observou impassível por alguns momentos.
— Decidi que já era hora de haver uma educação adequada por aqui.
— Você está louca?
— Vai ser bem mais fácil para você se você se comportar.
Ella olhou para ela com todo o nojo e desafio do mundo. Bem, que fosse do jeito dela então. Crista não perderia o sono por isso. Seu marido estava no hospital por mais três dias, e ela ficaria mais do que feliz em manter Ella amarrada assim pelos três dias se fosse preciso.
— Garotinhas mimadas como você não sabem se comportar. — Uma pena, realmente. — Você precisa começar a assumir responsabilidade em casa.
— Responsabilidade? — Ella quase gritou. Deus, sua voz era tão aguda e irritante, Crista jurou que poderia muito bem estar assistindo a um filme de meninas malvadas. — O que há de errado com você? Me solta!
Bem, era verdade que Ella fazia algumas coisas em casa, lavanderia, aspirar e manter o banheiro limpo. Mas Crista queria dizer responsabilidade de verdade. Ella não pagava aluguel, não trabalhava, não cozinhava para eles. Por que ela estava com eles, então? Ela tinha sorte de ter Crista. Quando dois meses antes seu marido confessou a ela o quanto queria ter netos, Crista soube exatamente o que fazer.
Claro que ela não podia contar a ele. Ele adorava Ella, a mimava até a morte. Crista podia apreciar um pouco de amor parental, mas ele nunca concordaria com disciplina. Ela tinha que fazer isso sozinha pelo bem de todos eles.
Crista acenou para o homem, que, com um sorriso, ficou bem no pé da cama e largou seu pau considerável em cima da curva da bunda de Ella. Mais uma vez Ella congelou.
— Crista? — Ela soou aterrorizada apropriadamente desta vez. Bom. — O que é isso?
— Comprei um amigo para ajudar a te ensinar boas maneiras. — Crista adorava como sua voz soava uniforme e segura comparada à de Ella. — Maneiras e responsabilidade. Já é hora de você começar a cuidar um pouco do seu pai, e ele quer netinhos tanto, então você e eu vamos fazer isso acontecer.
Enquanto ela falava, a respiração de Ella ficava cada vez mais difícil. — Não, você não vai — ela exalou, incredulidade e terror colorindo o que Crista achou que era para ser finalidade. — Não, você não vai. — E Ella começou a se debater de novo.
Ai, ela não tinha tempo para isso. — Você terminou? — Ella não respondeu, não parou, e Crista revirou os olhos. A insolência! Bem, tanto fazia. Ela podia consertar isso também, com um pequeno desvio. Ela se virou e abriu uma das gavetas de Ella, depois outra, remexendo até encontrar o que procurava. Pela primeira vez, o fato de Ella ser uma vadia foi útil. Ela puxou uma camisinha e o pequeno recipiente de lubrificante, e os mostrou para o homem. Assim que ele notou, ela os jogou na direção dele; ele os pegou no ar.
— Estamos tendo uma pequena mudança de planos. — Ele pareceu desapontado com a possibilidade de não emprenhar Ella. Crista teve uma ideia melhor. — Coloque a camisinha. Já que ela é tão dedicada a agir como uma putinha mimada, você vai dar uma bela enfiada no cu dela primeiro.
Quando ele sorriu, ela acrescentou: — Mas use só um pouco de lubrificante. Só preciso que você entre, não que ela goste.
— Não — Ella ofegou. — Não não não. — Ainda sorrindo, o homem atrás dela desenrolou a camisinha, abriu o frasco e pingou uma pequena quantidade de lubrificante bem no cu de Ella. Ella gritou.
— Ah, cale a boca — Crista retrucou. — Guarde os gritos para quando estiver no seu cu. Você vai precisar deles.
Ele agarrou o pau e o alinhou com o buraco dela, mas Ella se debateu, lutando contra as cordas, e ele errou uma, depois duas vezes. Crista estalou a língua. Isso não dava, não dava mesmo. Ela precisaria pôr as mãos na massa.
Crista sentou na cama e agarrou a bunda de Ella com força. A carne macia parecia suave e saltitante sob seus dedos. Crista abriu bem as nádegas de Ella enquanto a mantinha imóvel.
— Vai. — Ela queria a garota grávida, pelo amor de Deus, não arrombada. Isso era só disciplina. Mas o homem não precisou que mandasse duas vezes. Ele alinhou o pau de novo, bem contra o que Crista podia ver que era um cu muito apertado, e empurrou. Enquanto ele começava a abri-la, Ella tentou se afastar.
— Não, por favor, espera. — Ela estava tagarelando como um bebê agora, a coisinha desgraçada. — É grande demais, não vai caber, eu — oh, por favor, para! Não vai caber, dói, não, por favor, não—
Ela parou com um grito quando seu esfíncter apertadinho se alargou ao redor da cabeça do homem e não fechou de novo. Crista concedia a ela — provavelmente era grande demais, ficando mais grosso à medida que avançava, facilmente a grossura de uma lata ou mais. Mas corpos são elásticos. Ela tinha certeza de que Ella ficaria bem. Se levasse umas duas semanas para ela conseguir se sentar ou andar de novo, isso era tudo parte da lição.
— Tira! — Toda a bravata dela se foi, como deveria ser. Já estava funcionando. Ella estava chorando, ofegante, embora aquilo pudesse ser da dor. Crista estudou seu rosto, suas bochechas coradas, seus olhos selvagens. — Por favor, tira, é grande demais, é grande demais, você vai me arrebentar—
— Esse é o ponto. — Deus, ela não tinha ouvido nada do que Crista disse? Ela lançou um olhar significativo para o homem, que estava mais do que feliz em captar a dica e piorar as coisas. Ele se inclinou sobre as costas de Ella, sorrindo como um demônio.
— Isso dói? — Sua voz era toda de falsa simpatia. — Ahh. Deixa eu enfiar um pouco mais para ter certeza.
Seu pau desapareceu enquanto ele empurrava todo o seu peso nela com uma estocada bruta; Ella gritou.
Crista manteve as mãos nas nádegas de Ella. O homem riu, e quando ele puxou os quadris para trás ela viu o cu de Ella envolto em seu pau como um torno, a pele puxando e esticando enquanto ele se movia, tremendo como uma folha. Talvez ela não fosse tão vadia quanto Crista pensava, se ela nunca tinha dado o cu. De qualquer jeito, isso ia endireitá-la. Ela soltou.
— Come ela — ordenou, e o homem ficou todo satisfeito em obedecer.
Ele a fodeu com estocadas fortes e profundas, puxando tudo para fora antes de enfiar de novo; Ella gritava a cada vez que ele enfiava fundo. Ela estava se debatendo apenas debilmente agora, se agitando fracamente aqui e ali, mas Crista não era estúpida a ponto de pensar que Ella tinha aceitado aquilo. O corpo não era suficiente. Ela precisava que a pirralhinha fosse humilhada, senão nunca pegaria. Crista deu um tapa forte na bunda de Ella, e ouviu Ella engasgar num soluço.
— O que você diz?
— Por favor, eu—
— Eu tentei fazer isso do jeito fácil, mas você continuou se rebelando. O que você diz?
Ela ficava mais bonita quando chorava, Crista notou. A desobediência teimosa não lhe caía bem. Iria lhe dar rugas.
— Me desculpa. — Foi um lamento alto de desculpa. — Me desculpa, me desculpa mesmo, Deus, dói, por favor, tira, me desculpa mesmo.
Hmm.
Crista a observou por mais alguns momentos enquanto ela soluçava. Então olhou para o homem e assentiu. Provavelmente era suficiente. Ela não queria que ele gozasse antes de estar onde precisava estar, de qualquer forma.
O homem deu uma estocada final, e Crista estremeceu com o quão fundo pareceu ir. Ele colocou toda a sua força nela, se o grito que Ella deu servia de indicativo. Então ele saiu lentamente, seu pau arrastando suas entranhas; quando saiu com um pop obsceno, Crista pôde ver o cu de Ella escancarado, vibrando dolorosamente, mas não fechando. O homem apertou a bunda dela.
— Devíamos fazer isso de novo algum dia.
— Tira a camisinha. — Chega de enrolação. Ela estava ficando cansada daquilo. — Não quero que nenhum de vocês dois saia deste quarto até que ela esteja emprenhada.
— Crista. — O tom de Ella era aterrorizado, suplicante. Desesperado. Exatamente como deveria ser ao falar com seus superiores. — Crista, por favor, não faça isso.
Ela estava falando demais, para alguém em sua posição. Crista a encarou friamente. Com sorte, se tornar mãe realmente curaria a infantilidade que ela claramente estava sofrendo.
— Eu acabei de te dizer que preciso impor educação. Deus, você nunca ouve, ouve? Já estou te dando suplementos de fertilidade há um mês. Isso vai acontecer. Você só continua dificultando para si mesma.
Ela ficava bonita quando chorava, mas os sons que fazia eram tão feios. Ella continuava soluçando, nojenta e longamente, e isso só fazia Crista ficar mais desapontada com ela.
— Por favor. — Ela realmente não ia parar de tentar, ia? — Por favor, eu não quero isso.
— Isso não é sobre você, criança estúpida. — Que egoísta! Crista fez uma careta. — Você está retribuindo à pessoa que te deu tudo o que você tem. Deixa de ser pirralha e começa a pensar em nomes de bebê.
Se Ella tinha mais algo a dizer, foi cortado por um assobio baixo atrás dela.
— Merda, ela está pingando. — O homem colocou as mãos nos quadris de Ella e abriu bem sua boceta enquanto ela se contorcia. — Não me diga que você realmente gostou disso? Ah, você é ótima.
— Eu não— — Ella começou a protestar, mas parou, suas palavras se transformando em um longo gemido quando o homem deslizou dois dedos dentro dela. Ele riu, mas Crista apenas suspirou.
— Eu sabia que você era uma vadia. Você vê por que eu tenho que fazer isso, né? — E com um aceno ela instou o homem a continuar.
Ele foi lento desta vez, também, enquanto empurrava a cabeça do pau contra a boceta de Ella, abrindo-a centímetro por centímetro enquanto ela balbuciava nãos e por favores. Ella meio que gemeu, meio que gemeu de novo quando ele a preencheu, seu rosto uma careta de dor. Crista notou com uma carranca que alguns centímetros do pau dele ainda estavam para fora.
— É melhor você enfiar tudo isso.
Ele puxou lentamente, depois se enfiou de novo. Ella gritou de novo, mas entrou um pouco mais fundo desta vez.
— Merda, ela é aperta, senhora. — Para Ella, ele murmurou. — Putinha bonita, eu posso sentir seu colo do útero.
Quando ele foi dar outra estocada, Ella perdeu o controle.
— Não não, por favor. — Como se eles já não tivessem passado por isso. — Por favor, para, não de novo, dói demais!
Claro, ele a fodeu mesmo assim. Todo o seu corpo balançou com a força de sua próxima estocada, e Crista viu as novas ondas de lágrimas caírem dos olhos de Ella. Ele devia estar machucando o colo do útero dela bastante. Melhor ainda para deixar todo o seu gozo bem fundo.
— Aguenta. — Sua paciência estava ficando terrivelmente curta. — Você vai aguentar e pronto.
O homem agarrou a cintura de Ella na estocada seguinte, e ele finalmente enfiou tudo, gemendo alto enquanto suas bolas batiam no clitóris dela. Ela gemeu também, algo que fez seu rosto parecer dez vezes mais envergonhado. Crista bufou.
— Prontinho — ele ronronou. — Agora tá tudo dentro. Neném, vou arrebentar sua bocetinha tão gostoso.
Era melhor que isso estivesse ajudando ele a gozar, senão ela estava realmente tendo sua paz perturbada por nada. Crista não estava pagando a ele para conversar, e certamente não estava pagando a ele para fazer amizades. Mas Ella fez um barulhinho estranho quando ele moeu os quadris contra os dela, algo quase como prazer. Inacreditável. Quando Crista olhou para ela, sua expressão era toda conflituosa, em algum lugar entre horror e excitação.
Que puta absoluta.
Seus lábios se entreabriram com a primeira estocada completa, ficaram entreabertos na segunda num gemido silencioso. Suor pingava da testa de Ella. Suas mãos estavam em punhos apertados, e ela pressionara o lado do rosto com força contra o colchão, olhos fechados, como que para se distrair. Uma pequena mancha molhada estava se formando bem debaixo de sua boca. Ela estava babando, a putinha, ela estava gostando. Ela merecia tudo o que estava por vir. Crista a ouviu ofegar quando o homem deu uma estocada particularmente forte. Que belo sinal de disciplina quando não havia gritos e luta. Se Crista soubesse que tudo o que Ella precisava era ter a atitude fodida para fora dela, ela teria feito isso um ano atrás.
Seu prazer inesperado pareceu fazer pouca diferença para o homem. Ele fodeu em Ella sem preocupação, gemendo sem vergonha, então Crista recostou-se e observou acontecer.
— Oh! — Ele estava ofegante agora, e o som era puro teatro, mas os olhos de Ella se abriram abruptamente mesmo assim. Acima dela, ele estava sorrindo. — Você sente isso? Estou ficando todo inchado agora. Lá vem a maternidade.
Apesar do pânico em seus olhos, Ella estava exausta demais para lutar, ou talvez perdida demais na sensação. Crista podia ver isso no olhar vidrado de seus olhos.
— Por favor — ela fez uma última tentativa débil. — Por favor, tira, eu não vou contar, só tira, por favor—
Ele não pareceu ouvi-la. Ele acelerou o ritmo enquanto investia nela, ganhando velocidade. E então se chocou contra ela com uma ferocidade uma, duas vezes, e na terceira gemeu "tome meus filhos!" e parou. Ele se manteve todo dentro, no que Crista presumiu estar pressionando com força contra o colo do útero, se o gemido dolorido que Ella soltou fosse alguma indicação. Ótimo. Finalmente. Ela observou os testículos dele se contraindo enquanto gozava, o rosto em êxtase. E então ele deu um tapinha leve nas costas de Ella.
"Merda, isso foi bom." Ele ofegava como um cachorro. Apesar dos abdominais definidos e do rosto jovial, Crista o achava nojento. "Acho que você vai ser uma ótima mamãe para o meu moleque, sabe."
Demorou um momento para Ella reagir a isso. Crista estreitou os olhos, dando uma olhada rápida nela; ela estava se contorcendo? Ela tinha gozado? Ella estava ofegante, ainda alargada ao redor do pau do homem, as coxas dando pequenos espasmos. Quando ele se retirou e um fio de porra escorreu de sua boceta assada, ela soltou um ruído pequeno e superestimulado.
Ela abriu e fechou a boca algumas vezes, como se lutasse para lembrar como falar contra a sensação de ser preenchida.
"Pai..." ela começou, então se cortou com outro espasmo. Ah, ela gostou disso. "Pai não vai deixar você sair impune disso."
Crista afastou o cabelo grudado no suor da testa de Ella quase maternalmente. Que garota idiota.
"Ele vai, porque você não vai contar a ele." Quando Ella começou a discutir, Crista acrescentou: "Você não vai contar porque ele está doente, e eu sou a única que cuida dele, e você não vai deixar seu pai sem ninguém, vai? Além disso, ele quer muito conhecer os netinhos antes que a saúde piore ainda mais. Você tiraria isso dele?"
Ela pôde ver a culpa se formando nos olhos de Ella e soube que havia vencido. Crista sorriu e endireitou as costas novamente.
"Pense nisso como um presente para ele. Ele vai ficar tão feliz."
Não houve resposta. Ella encarou o nada por um segundo, dois segundos, então começou fracamente a puxar as cordas. Esperando se soltar? Ah, eles ainda não tinham terminado.
"Ah, vá em frente, se debata de novo." Talvez a maternidade a tornasse mais inteligente, também. "Amarrada nessa posição, só deixa a porra ir mais fundo no seu útero fértil. Você vai estar inchada antes que perceba."
Ella ainda tinha um longo caminho a percorrer, mas Crista estava cansada. Ela já tinha perdido seu programa favorito. Enquanto se dirigia para a porta, ela gritou para o homem atrás do ombro: "É melhor descansar rápido. Voltarei em uma hora e quero ver pelo menos mais duas cargas dentro dela até lá."
Ela apenas o viu sorrir. Crista não ia deixar aquele homem sair até que Ella acordasse com o bebê dele garantido.