Contos eróticos para ler inteiros.

Exibicionismo e Voyeurismo

Para Satisfazer uma Necessidade – Cap. 04

talia198618 min

------LAURA------

Quando acordei, só pensava em café da manhã e um copo d'água.

Minha cabeça latejava. Durante o dia anterior, eu tinha ingerido tanto álcool pra combater os nervos avassaladores que a situação estava criando dentro de mim. Quando o álcool começou a passar, minha proporção de tesão pra nervosismo começou a pender pra um lado insustentável, então consegui ficar bêbada basicamente o dia todo. Ver os dois juntos era insuportavelmente gostoso, claro. Mas não consegui lutar completamente contra as emoções naturais de ver meu namorado tomar posse da minha melhor amiga. Ou vice-versa.

Eu torcia pra que ele me reivindicasse de novo hoje. Que me mostrasse que ainda me amava. Depois de ver a compatibilidade sexual e mental óbvia deles ontem, eu estaria mentindo se dissesse que me senti completamente confortável com tudo que aconteceu. Me excitou, mas me assustou. Mas o medo era tão excitante. Isso era um fetiche distorcido pra caralho.

Me virei na cama, com os olhos apertados contra a luz dolorosa da manhã, e deixei minha mão cair no lado da cama do Justin. Buscando o toque reconfortante e estabilizador do meu homem. Em vez disso, minha mão encontrou o ar vazio e lençóis frios.

Meu coração deu um pulo, como naqueles sonhos em que você tropeça e acorda bem antes de bater no chão. Deixei meus olhos se abrirem um pouco, semicerrrados contra o brilho do quarto. Vazio. Só eu, enrolada nos lençóis da nossa cama. Senti o pânico percorrer meu corpo, mas minha mente imediatamente correu pra justificar a ausência dele. Ele deve ter ido ao banheiro, ou pegar uma bebida, tenho certeza que já volta.

Fechei os olhos de novo e esperei. E esperei. E esperei. A ansiedade crescendo no meu coração a cada momento que passava. Não podia continuar esperando. Precisava de água se quisesse combater essa dor de cabeça. Precisava ir lá fora.

Me levantei, encontrei uma camiseta e um short, e cambaleei até a porta fechada. Respirei fundo pra acalmar os nervos antes de girar a maçaneta e entrar na sala de estar.

Imediatamente, fui atingida pelo cheiro de suor, carne e fluidos. O calor úmido do sexo enchia a casa. Eles tinham ficado nisso pelo que deviam ser umas 10 horas, com pausas, antes de eu ir dormir. Quem sabe por quanto tempo depois que saí do quarto. Mas o cheiro não era o único indício do que aconteceu na noite passada.

Justin tinha aberto o sofá-cama. Isso deve ter acontecido depois que eu saí. Ontem eles quebraram uma regra. Ela o chamou de "Senhor", e ele a chamou de "bebê". Hoje eles quebraram outra.

Justin estava deitado de costas, nu, o pau mole pendendo entre as pernas e ainda coberto por uma camada brilhante de porra, saliva e fluidos. Deviam ter pegado no sono há pouco. Tessa estava aninhada nele, deitada de lado contra ele. Um seio transbordava sobre o peito dele, e ela tinha a perna enrolada sobre a dele, com o braço dele em volta dela. O rosto dela estava enterrado no pescoço dele.

Era difícil não ver aquilo pelo que era. Dois amantes envolvidos em êxtase pós-coito. Aproveitando o toque um do outro depois de horas e horas de fogos de artifício sexuais. Senti ânsia, não totalmente por causa da latejante na minha cabeça.

Atravessei a sala na ponta dos pés, sem querer acordá-los e "pegar" eles naquela posição, eu não tinha capacidade mental pra lidar com essa situação. Me arrastei até a cozinha e abri a porta da geladeira só o suficiente pra pegar uma garrafa de água. Abri e virei uma garrafa inteira em pé na cozinha antes de pegar outra e começar a voltar de fininho pela sala.

Enquanto passava sorrateira pelos amantes adormecidos, os olhos da Tessa tremeram e se abriram. Por um momento nos olhamos em silêncio, ela aninhada nos braços do meu namorado, e eu na ponta dos pés tentando não perturbar a infidelidade emocional diante de mim.

"Ei amor, bom dia, como você dormiu?" Tess perguntou baixinho, com uma leveza cantada que eu nunca tinha ouvido na voz dela antes.

"Bem. Cabeça dói. Você dormiu bem?" perguntei, me esforçando pra formar as palavras na minha boca seca como osso. Imediatamente me arrependi de ter perguntado.

Tessa olhou pro rosto adormecido do Justin e girou o dedo pelos pelos do peito dele.

"Ah, você sabe." Ela sorriu, apertando a perna com mais força em volta da do Justin, "Quase não dormi. Algum plano pra hoje?"

Desviei os olhos dos dela pro Justin e de volta pra ela. Meu cérebro tentando lentamente pensar no que eu queria dizer. Tess notou minha hesitação.

"Você tá bem, Lor?" Ela parou de acariciar meu namorado e pareceu ficar tensa, "A gente foi longe demais com essa parada de cuck? Sei que quebramos algumas regras, mas... você pareceu gostar..."

"Cuck?" retruquei, pega de surpresa, "O que é um cuck?"

Tess só me olhou com uma expressão confusa. Como se não acreditasse nas palavras saindo da minha boca.

"Uhhh, você é, Lor. Você gosta de ver seu homem foder uma mulher 'melhor'" Ela fez aspas com os dedos na palavra, como se nós duas não soubéssemos a verdade, "Você goza com a vergonha e a humilhação, né?"

Ela tinha razão, claro. Mas existia um TERMO pra isso? Pra pessoas como eu? Apesar de mim mesma, senti uma umidade começar a crescer entre minhas pernas. Ouvir ela dizer aquilo tão despreocupadamente. Isso era fodido. Era isso que significava ser um cuck? Ver coisas emocionalmente dolorosas acontecendo com você e ficar molhada com isso? Isso era perigoso pra caralho, meu relacionamento podia estar em perigo. Talvez eu já tivesse fodido tudo.

Assenti.

"Eu gosto. É gostoso. Eu gostei. Só queria... não quero ser..." Olhei pro Justin, sentindo um peso enorme no coração, "É muita coisa."

Tessa pareceu relaxar um pouco.

"Eu disse a ele que devia deixar você reconquistá-lo. Isso é uma coisa importante nas paradas de cuckquean que eu vi. Mas você quer isso mesmo? Isso começou porque você não transava com ele, você gostaria que ele te reconquistasse?" Tessa perguntou, aninhando a cabeça na curva do braço do Justin.

É difícil não sentir que ela não estava jogando na minha cara. Aninhando o corpo nu contra o meu namorado recém-fodido enquanto o gozo dele secava dentro dela. Esfregando na minha cara o fato de que a razão de estarmos aqui era por causa da minha falta de libido.

Mas era verdade pra caralho. Tudo isso. Eu causei isso. As emoções rodopiando dentro de mim eram incompreensíveis e tão, tão excitantes. Eu amava cada momento disso. A humilhação, ela jogando na minha cara, minha inutilidade. Mas eu ainda queria me sentir amada. Isso era tão errado?

"Eu quero que ele faça. Eu gosto disso. É excitante. Mas é assustador. Não quero perdê-lo." Suspirei, colocando minhas vulnerabilidades em plena exibição. Senti lágrimas começarem a brotar nos meus olhos enquanto colocava em palavras meu maior medo.

"Amor. Ele te ama. Ele só quer me foder. Você não vai perdê-lo." Tessa disse, a mão descendo lentamente pelo corpo dele, "Tenho certeza que consigo convencê-lo a te foder se você quiser."

Era a isso que as coisas tinham chegado? Onde eu preciso implorar pra Tessa convencer meu namorado a me foder? Eu nem precisava ser fodida. Só queria sentir nossa proximidade emocional de novo.

"Sim. Por favor. Eu quero isso." disse, limpando as lágrimas dos olhos.

"Deixa comigo, mana. Por que você não vai buscar algo pra gente comer? Vou deixar ele animadinho pra você, tá?" Ela disse, segurando a base do pau dele e começando a massagear a carne mole.

Segui as instruções. Eu estava com fome de qualquer jeito e precisava de algo pra combater essa ressaca. Virei a garrafa d'água com alguns ibuprofenos, antes de pegar minhas chaves pra ir comprar um café da manhã na lanchonete fast-food da rua de baixo.

Dei uma última olhada pro novo casal. Tessa estava acariciando ele suavemente pra acordá-lo enquanto sussurrava no ouvido dele.

"acorda, acorda"

------TESSA------

Justin se mexeu quando a porta da frente bateu. O pau dele endurecendo lentamente na minha mão.

Beijei o peito dele. O pescoço. A bochecha. Lutando brevemente comigo mesma sobre se deveria fazê-lo quebrar outra regra. Não. Tinha que ser decisão dele.

Os olhos dele se abriram lentamente, um sorriso suave adornando o rosto antes de o corpo dar um pulo e os olhos se arregalarem.

"Porra! Que horas são-!..." Ele começou, mas eu o cortei.

"Ela já nos viu. Ops. Ela foi buscar comida pra gente, então temos um tempinho a sós." falei baixinho, tentando acalmar as emoções dele enquanto continuava a trabalhar o pau dele até ficar totalmente duro.

"Porra. Que merda, a gente fodeu tudo. Ela tá... bem?" Ele cobriu os olhos com uma expressão de dor. Toda vez que ele gozava ou saía do frenesi de luxúria, ele ficava todo "não devíamos estar fazendo isso! Cadê a Laura!". Como se ela não fosse a que nos empurrou pra isso. Abraça isso, Justin. Porque eu não vou parar.

"Sim. Ela tá bem. Só um pouco carente. Eu te disse que você devia ter fodido ela noite passada." Repreendi ele, esfregando o pré-gozo que escorria de volta nele.

"Merda... Eu sei. É que... A gente tava... Você me manteve ocupado." Ele riu.

Beijei o pescoço dele, antes de me balançar pra sentar em cima dele e guiar o pau dele em minha direção, "Com certeza absoluta."

Afundei ele em mim, até encaixar tudo, um pequeno guincho escapando de mim.

Porra, Laura. Como você conseguiu esse cara? Corpo forte, pau perfeito, tarado sexual agressivo, E respeitoso até demais? Claro que ele quebrou algumas regras, mas só depois de um incentivo significativo da namorada pra nos colocar aqui, e meu próprio comportamento - reconhecidamente - insistente. Em qualquer situação normal, Justin era perfeito. Em algum lugar bem fundo dentro de mim, eu odiava que ela o tivesse primeiro.

Eu quicava no pau dele e saboreava o momento enquanto a expressão dele se transformava em um prazer agonizante. Ele gemeu, rouco e faminto.

"PUTA QUE PARIU, Tess!" Ele levou as mãos aos meus quadris e me ajudou a me jogar com força nele, "Como você ainda tá disposta a foder? Não tá exausta?"

Levei meu rosto ao dele. Nossos narizes se tocando enquanto eu continuava a rebolar os quadris contra ele e o encarava na alma.

"Eu poderia te foder pra sempre." Riu, sentindo a alegria insana das últimas horas pulsar dentro de mim, "Acho que talvez eu faça isso."

Gemi quando ele se ajeitou debaixo de mim, envolvendo os braços na minha cintura e me puxando apertado contra ele. Justin meteu pra cima dentro de mim, de alguma forma assumindo o controle total por baixo. Imprudentemente ele me arrombava, de novo e de novo.

Meus olhos reviraram por um momento antes de se focarem nos dele, nossos rostos ainda colados. Havia uma fome ali. Uma necessidade profunda que traía sua expressão habitual de lealdade à namorada e contenção comigo. Eu era dele e ele sabia. Lógica e emoção não importavam diante da química entre nós. Eu poderia fazê-lo meu também? Os olhos dele se desviaram dos meus, ligeiramente pra baixo, depois de volta pros meus.

"Você quer me beijar. Não quer?" perguntei, sabendo a resposta.

Ele fechou os olhos e jogou a cabeça pra trás, gemendo de frustração.

"Você pode. Eu não conto." provoquei.

Eu estava MUITO envolvida. Comecei ontem achando que seria divertido foder alguém. Talvez participar do tipo de pornô cuckquean que eu tinha visto online. Essa dinâmica de poder parecia divertida. Mas a realidade era outra coisa. Eu não esperava que isso colocasse minha competitividade à flor da pele. Justin era o namorado da minha melhor amiga. Eu a amava.

Então por que eu queria tanto que ele me escolhesse? Eu queria que ele quebrasse as regras. Queria sobrepujar a lealdade dele. A emoção dele. Queria ser tão inegavelmente desejável pra ele que ele perdesse a porra da cabeça dentro de mim. Se torne o animal que eu sei que você é, Justin. Faça isso. Deixe sair.

"Não vou quebrar uma regra enquanto ela não está aqui, Tess." Justin disse a contragosto.

"Mas você vai quando ela voltar, né?" Riu, "Sei que você quer."

Num piscar de olhos ele me agarrou pela cintura e me girou pra fora dele e de costas antes de me montar e envolver as mãos no meu pescoço. Bom. Perca a cabeça.

"Você é malvada pra caralho, sabia?" Ele apertou, e senti minha respiração ficar ofegante enquanto ele me arrombava.

"Você é uma vadia malvada do caralho. Você quer que eu foda tudo tãããão mal." Ele me fodia imprudentemente e eu senti meu orgasmo crescer.

"Então você precisa merecer pra caralho." Ele soltou meu pescoço, bem no timing do meu orgasmo iminente, e a inundação de oxigênio me mandou às alturas. Minha visão escureceu nas bordas enquanto os espasmos pulsavam através de mim.

Enquanto eu lentamente voltava à consciência do meu próprio corpo, senti Justin apoiando todo o peso dele nos meus seios enquanto me estraçalhava. Ele estava perdido nisso. O animal tinha saído. Agora é minha chance.

"Você quer foder a Laura assim? Jogá-la de um lado pro outro, enforcá-la, forçar a cabeça dela no seu pau, abusar da sua preciosa namoradinha?" provoquei. Sabia que estava cutucando a onça. Mas às vezes eles precisam de um pequeno empurrão na direção certa. Eu podia merecer como ele quer, e podia deixar a Laura feliz.

Dois coelhos com uma cajadada só, né Lor?

"Porra, sim" Ele rosnou enquanto continuava a me arrombar, "Ela não quer. Você serve pra isso."

Ele puxou a mão pra trás e deu um tapa forte na minha bochecha antes de aplicar pressão no meu pescoço de novo. Senti os arrepios de boa menina brilharem confusamente no fundo do meu cérebro e sorri pra ele de forma embriagada.

"Eu vou fazer acontecer. Vou merecer." murmurei.

Os olhos de Justin se cravaram nos meus, e eu vi o lampejo de esperança ali.

Nesse momento a porta da frente se abriu e Laura entrou em casa, os olhos fixos em nossa luxúria primal enquanto ela largava a sacola de fast-food na mesa.

Toquei o lado do rosto do Justin, "Me deixa levantar, Senhor."

------LAURA------

Meu coração afundou quando entrei pela porta com os sons de uma foda implacável que enchia minha casa. De novo? Já? Por quanto tempo eles conseguiam continuar?

'Isso é o que você queria'

O pensamento dançou pela minha mente de novo. O que eu esperava colocando esses dois maníacos sexuais juntos? As duas pessoas que eu mais amava no mundo estavam se divertindo muito. Isso era tão ruim assim? E eu realmente amava aquilo. A humilhação, a agressão, o controle. Essas coisas que eu sempre achei que seria contra, agora me inundavam.

Eu só queria que Justin direcionasse o desejo dele pra mim de novo. Reconquistá-lo? Acho que foi isso que a Tess chamou. Parecia certo. Ele tinha brincado por horas com seu brinquedinho novo e reluzente e eu não o culpava. Mas eu me sentia tão... pequena e sem valor. O que me deixava molhada também me deixava triste, isso era difícil de navegar.

Justin olhou pra mim - montado em cima da Tessa - enquanto ela sussurrava algo pra ele. Coloquei a comida na mesa. Eu tinha comido a minha parte na volta pra casa e já estava combatendo a dor de cabeça.

Justin voltou o olhar pra Tessa e disse algo baixinho que não consegui entender enquanto dava uma metida profunda nela. Um sorriso malicioso cresceu no rosto dela.

Depois de um momento, os dois se separaram, e ambos se levantaram e caminharam em minha direção.

"Bom dia, bebê. Como você está se sentindo?" Ele perguntou enquanto se aproximava de mim. Seu pau pesado balançando a cada passo. Reluzente com os sucos dela, parecia mais sexy do que nunca.

"Bem. Trouxe um bagel de salsicha pra você." respondi roboticamente, perdida nos meus pensamentos.

Justin tomou meu rosto nas mãos e me beijou, apaixonadamente. Como um bálsamo no meu coração dolorido, senti nosso amor fluir pelo meu corpo. Ainda estávamos ali. O amor dele era um opioide bem-vindo pra minha dor. Isso era lar.

Ele interrompeu o beijo e eu vi a fome nos olhos dele. Algo novo mexeu dentro de mim. Ele me olhava com amor, paixão, agressão. Me senti uma presa.

"Eu te amo" Ele sussurrou, e meus joelhos quase fraquejaram. Como uma frase tão simples pode ser tão boa.

"Também te amo." respondi, lágrimas de felicidade brotando nos meus olhos.

"O que você trouxe pra mim, Lor?" Tessa interrompeu - me arrancando do meu transe.

"Uh... A mesma coisa. Bagel." falei pra ela, desviando minha atenção na direção dela.

Enquanto ela caminhava em minha direção, tive minha primeira visão real dela em horas. Marcas vermelhas no pescoço, marcas de mãos no rosto e nos peitos. Pequenos hematomas e marcas de mordida já começando a se formar nos seios dela. Justin tinha acabado com ela. Seus quadris balançavam a cada passo, andando em minha direção com uma confiança que eu nem conseguia imaginar. Ela deu a volta por trás de mim e senti seus peitos pressionarem minhas costas.

"Trouxe uma coisa pra você também, querida." Tess disse, me envolvendo com os braços por trás. Uma mão serpenteou pelo meu pescoço e a outra roçou meus mamilos.

"Ele tá tooooodo animadinho pra você" Ela sussurrou enquanto beijava meu pescoço, "Mas você vai ter que ser uma boa menina pra gente, tá?"

Senti um arrepio subir pela espinha e uma série familiar de fogos de artifício explodiu no meu cérebro. Porra. Eu estava tão carente que só de ouvir a Tess me chamar de boa menina já era o suficiente para me provocar ondas de prazer? Eu já tinha aceitado meu papel de submissa a ela? Que eu precisava ser uma boa menina para todos os meus superiores?

Assenti.

"Boa." Ela manteve o aperto suave na minha garganta enquanto a mão deslizava para dentro do cós do meu short.

Ai, meu Deus. Ela vai...?

Senti os dedos dela pressionarem meu monte de Vênus, fazendo círculos no meu clitóris com as pontas dos dedos.

"Aaaaaiiimeeudeuuuuuus" gemi, olhando para Justin, que estava de boca aberta, assistindo maravilhado à cena diante dele.

Eu e Tess já tínhamos brincado com mulheres antes. Já havíamos conversado sobre isso. Mas nunca tínhamos brincado uma com a outra, embora certamente já tivéssemos feito piadas. Nunca, nem por um segundo, imaginei que essa situação toda fosse levar a isso. Mas, enquanto ela girava os dedos com destreza ao redor do meu clitóris e Justin assistia — hipnotizado, tudo parecia perfeito.

"Acho que a sua vadiazinha patética está pronta para você, Senhor. Pode tirar a camisa dela?" disse Tess, apertando meu pescoço e inclinando-o para cima, em direção a Justin.

Ele saiu do transe e entrou em ação, agarrando minha camisa e puxando-a por cima da minha cabeça, enquanto Tessa aproveitava para baixar meu short até o chão antes de voltar à posição original. Ela esfregou minha boceta agora exposta e enrolou um dos meus mamilos com a outra mão.

"Ele ajudou a tirar sua roupa, o que você diz, bebê?" Tessa cantarolou atrás de mim, e as palavras já estavam nos meus lábios antes mesmo de ela terminar.

"Obrigada, Papai."

"Aaaaawnnnnn" Tessa arrulhou antes de me dar um selinho na bochecha. "Essa é uma boa menina, mas eu também ajudei. Onde estão seus modos?"

"Obrigada, se-" me interrompi. Eu nunca tinha usado um honorífico como 'Papai' para a Tess, mas 'senhora' quase escapou dos meus lábios sem eu querer. Ela merecia ser tida em alta estima. A bela rainha que fode meu namorado como eu não consigo.

Tessa riu atrás de mim.

"Ai, meu Deus, Lor, você quase me chamou de 'Mamãe'?" Ela mordiscou minha orelha. "É isso que você quer? Quer que a Mamãe e o Papai cuidem de você?"

Puta merda. Meu corpo todo estremeceu. Porra, sim. Nem tinha passado pela minha cabeça, mas SIM. Reboli o quadril contra a mão brincalhona dela.

"Sim, Mamãe."

"De joelhos, vadia." Tessa me empurrou para baixo, e meus joelhos enfraquecidos cederam.

Desabei na frente de Justin, encarando o pau dele — ainda encharcado com os fluidos da Tessa — enquanto ela juntava meu cabelo em um punho.

"Deixa a Mamãe te ensinar a engolir uma rola direito."

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