Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Pagamento em Espécie

edsonfelex16 min

Aproveitem e, como sempre, críticas construtivas são bem-vindas :)

...

Eu tinha toda a intenção de bancar o padrasto carinhoso e atencioso quando me casei com Holly Park. Ela era uma mulher linda, com cabelos pretos na altura dos ombros, um rosto redondo que transbordava simpatia e grandes olhos azuis. Era mais cheinha, com seios fartos e macios e quadris largos. Depois da morte da minha esposa, quase cinco anos antes, ela foi a primeira pessoa que eu deixei entrar. Era a mulher dos meus sonhos. Mas ela veio com um pacote: uma garotinha miúda chamada Annabeth. Annabeth não se parecia em nada com a mãe. Era loira escuro, com olhos azuis claros e um rosto anguloso. Era magra, quase franzina, e, aos dezessete anos, parecia que já tinha parado de crescer. Ela não gostava muito de mim, mas, aos dezessete, também não gostava de quase nada além dos amigos, do celular e da porta trancada do quarto.

Uma semana depois do casamento, tirei Holly e Annabeth do apartamento minúsculo de dois quartos no centro e as trouxe para meu sobrado maior, no coração da cidade. Ficava mais perto do escritório onde eu trabalhava como advogado financeiro e ela como auxiliar jurídica, e mais perto da faculdade comunitária onde Annabeth fazia aulas. Para todos os efeitos, viramos uma família.

Tudo correu bem nos dois primeiros anos. Annabeth estava se adaptando bem, Holly trabalhava sem parar, tentando uma promoção, e eu estava mais feliz do que nunca. Mas, como diz o ditado, depois da alegria vem a tristeza.

— David! — Francine, minha secretária, invadiu meu escritório numa quinta-feira à tarde. — Você nunca vai adivinhar quem eu vi na hora do almoço. — Francine era uma fofoqueira de marca maior, mas isso tornava o dia de trabalho mais interessante. Deixei de lado os relatórios financeiros que estava lendo e dei a ela toda a minha atenção.

— Quem?

— Sua esposa. — Francine parecia o gato que pegou o canário. — Ela estava almoçando com um dos sócios.

— Legal. — Sorri. Holly estava disputando uma promoção; imaginei que estivesse fazendo o que fosse preciso para consegui-la. Bom para ela.

— Não. Não é legal. — Francine deslizou o celular pela mesa. — Isso não foi um inocente almoço de colegas de trabalho. — Peguei o telefone. Holly estava inclinada na direção do meu chefe, Grayson, um sorriso enorme no rosto. O homem tinha uma mão sobre a mesa e a outra embaixo dela, claramente estimulando-a de algum jeito. Tive vontade de gritar.

A foto seguinte mostrava os dois prestes a se beijar. Minha boca ficou instantaneamente seca. Eu não conseguia acreditar que Holly faria algo assim. Deslizar de novo foi toda a prova de que eu precisava. Estavam se beijando loucamente no restaurante, atraindo olhares estranhos dos outros fregueses.

Num piscar de olhos, mandei as fotos para mim mesmo, já pensando no meu próximo passo.

Francine pareceu entender que eu precisava de espaço e se retirou. Ela era tão fofoqueira que, até o fim do dia, todo o escritório saberia que minha esposa estava tendo um caso com o chefe. A humilhação era quase insuportável.

Terminei minhas tarefas do dia e fui para casa mais cedo, ainda fervendo de raiva. Tinha algumas horas antes de Holly chegar do trabalho e usei esse tempo para arrumar com cuidado o lado dela do armário. Coloquei três malas enormes ao lado da porta do quarto e me sentei na cama.

Annabeth chegou fazendo barulho, falando ao telefone e batendo a porta do quarto. Se viu as malas do lado de fora, não disse nada. Começou a tocar sua playlist habitual de depois da aula, tão alto que as paredes quase tremiam, mas eu já estava acostumado.

Servi-me de alguns copos de uísque e fiquei sentado sozinho na cozinha, pensando se seria apropriado pedir comida pronta na noite em que você pede o divórcio à sua esposa.

Holly chegou em casa mais tarde do que de costume e congelou quando me viu esperando por ela no escuro. Colocou a bolsa no primeiro degrau da escada, entrou e acendeu a luz do teto.

— O que você está fazendo aqui sozinho no escuro?

— Como estava o seu namorado?

— Do que você está falando? — Ela soou genuinamente confusa. — Tive um dia infernal, e realmente não preciso do que quer que seja que você está prestes a começar, David. — Rindo um pouco, abriu a geladeira. Suas ações eram deliberadamente despreocupadas, e percebi na hora que era fingimento.

— Não estou tentando começar nada. Só estou constatando fatos. — Esvaziei meu copo. — Você estava aos beijos com um sócio sênior no meio de um restaurante lotado durante o almoço, Holly. Você é tão burra assim? — Zombetei. O rosto dela estava dentro da geladeira, então não pude ver a reação completa, mas ela congelou.

— Quem te contou?

— Importa? Eu sei.

A mudança foi imediata. Onde ela estava relaxada e despreocupada, agora era uma bolha de ansiedade. Virou-se e me encarou com os olhos arregalados.

— David, não é o que parecia. — Senti algo dentro de mim se quebrar. — Ele está pendurando uma promoção sobre a minha cabeça o ano inteiro. — Eu a via se embaralhando em mentira atrás de mentira. — Eu não sabia mais o que fazer!

— Você podia ter escolhido continuar fiel a mim!

— Me desculpa!

— Eu quero que você dê o fora da minha casa agora mesmo.

Quando achei que os olhos dela não podiam arregalar mais, eles arregalaram. Sabia que estávamos pensando exatamente a mesma coisa. Holly tinha se mudado para cá depois do nosso casamento, dois anos atrás. Eu tinha um sobrado de três quartos, e ela tinha um apartamentinho minúsculo de dois quartos no centro. Foi a melhor decisão para a nossa pequena família, e agora isso significava que eu tinha todas as cartas na mão.

— É sério, sua puta vagabunda. Junte suas tralhas e dê o fora daqui. — Não gritei. Fui muito direto. De repente, ela se dissolveu em lágrimas.

— Por favor... — Implorou. — Você não pode nos por na rua! — Agarrada à minha camisa, caiu de joelhos diante de mim. — Tenho economias, mas definitivamente não o suficiente para achar um lugar para mim e para a Anna tão em cima da hora. — Fuzilei-a com o olhar. — Por favor, pense na sua filha. — Soltei-me dela, deixando-a cair para a frente sobre as mãos.

— Ela não é a porra da minha filha, e, até onde sei, não é problema meu. — Comecei a sair furioso, mas a voz dela me deteve.

— Você tem razão. Ela não é sua filha. — A voz de Holly era pequena. Virei-me para ela e a vi ainda no chão, tremendo com as lágrimas que ainda rolavam pelas suas bochechas. — Eu vejo o jeito como você olha para ela às vezes. Você pode ficar com ela.

— O quê? — Meu coração disparou até a garganta. — Será que você perdeu todo o bom senso de tanto foder naquele seu encontro?

— Estou mantendo esta família unida. — Ela soava séria, e no fundo eu esperava que estivesse. — Você pode ter a Annabeth quando e onde quiser, só não nos ponha na rua. — Era uma ideia tentadora, mas eu não queria dar a ela a satisfação de aceitar logo de cara. — Por favor.

— Você está delirando. — Saí da cozinha furioso e subi as escadas de volta. Tranquei a porta do quarto, sentei e ruminei. Não tinha a menor chance de ela estar falando sério, certo? Nenhuma mãe que se preze ofereceria a própria filha assim. Eu a ouvia gritar e bater na porta, mas não me importava. Não queria dar à oferta ridícula dela um segundo pensamento, mas eu era apenas um homem, e tinha que admitir como aquilo era tentador. Finalmente, depois de me convencer a aceitar e a rejeitar a sugestão ridícula, abri a porta e encontrei Holly de joelhos de novo.

— Eu faço qualquer coisa. Por favor. — Implorou de novo, erguendo os olhos para os meus. — Quer três refeições quentinhas por dia? Eu cozinho. Quer que eu peça demissão do escritório? Já pedi. — Levantou as mãos até a fivela do meu cinto e lentamente a soltou. — Quer boquetes num estalar de dedos? Já estou de joelhos, amor. — Tirando meu pau flácido para fora, lambeu toda a extensão. Não foi preciso muito incentivo para que ele endurecesse sob suas habilidosas técnicas de chupar rola. Deixei as mãos ao lado do corpo, permitindo que ela fizesse todo o trabalho, e ela não decepcionou. Fiquei totalmente ereto em segundos e ela começou a cair de boca. Senti-a engasgar algumas vezes, mas ela não parou até que eu derramei minha porra em sua boca.

Isso, eu sabia, era o teste definitivo. Holly odiava engolir. Ela era discreta quanto a isso, muitas vezes se desculpando para cuspir no banheiro ou num lenço. Por isso, quando a vi engolindo meu esperma com uma expressão resignada, soube que estava desesperada.

— A Anna está no quarto dela agora. — Eu disse a ela. — Quero ela aqui embaixo no meu escritório às nove horas. — Meu coração batia tão rápido que eu me surpreendia que Holly não pudesse ouvir. — Leve suas coisas para o quarto de hóspedes. Não consigo nem olhar para você, quanto mais dormir ao seu lado.

Ela se levantou desajeitada e disparou para o quarto da filha, e eu tomei um instante para recuperar o fôlego e afivelar as calças. Depois, desci para tomar mais uísque.

Annabeth bateu na porta do meu escritório faltando um minuto para as nove. Eu estava sentado à minha mesa, revisando arquivos do trabalho. Quando a chamei para entrar, vi que Holly não tinha me decepcionado. Anna estava usando uma blusa branca de botão com os três primeiros botões abertos, de modo que o início dos seios ficava totalmente à vista. Vestia a minissaia de xadrez mais minúscula que eu já tinha visto, e eu mal conseguia distinguir a calcinha branca que usava por baixo. Meias brancas até o joelho completavam o conjunto, e ela usava um par de saltos agulha pretos da Holly. O cabelo estava preso em maria-chiquinhas amarradas com duas fitas cor-de-rosa. Ela era uma fantasia distorcida de colegial, e senti meu pau dar uma pulsada. Não estava maquiada, nem mesmo um gloss. Holly não disse nada, apenas fechou a porta atrás dela.

— Eu não entendo o que está acontecendo, David.

— Sente-se. — Ela obedeceu. — Achei que sua mãe tivesse explicado, mas parece que não. — Escarneci. — Covarde. — Levantando, contornei a mesa para ficar diante dela. Ela soltou um gritinho abafado quando viu o volume nas minhas calças. — Sua mãe está trepando com um dos sócios há um ano.

— O quê?!

— Quando eu tentei terminar com ela, ela ofereceu você como meu prêmio de consolação. — Usei um dedo para acariciar-lhe o queixo de leve. Lágrimas começaram a se formar nos seus olhos, mas eu não me importei. — Olhe para mim. — Ela olhou. Sempre adorei como ela era obediente por baixo de toda a revolta adolescente. Era realmente uma garota doce que não merecia uma mãe tão vagabunda. — Eu conheço você desde os seus dezessete anos e, por mais errado que sua mãe tenha sido ao sugerir, não posso negar o quanto quero te foder agora. — Ela corou intensamente. — Tire a blusa. — Ela obedeceu.

O sutiã veio em seguida, revelando seios de taça B, macios, e mamilos rosados que já estavam duros. Ela estava excitada.

— Eu vou te foder, Anna, não só porque quero, mas também porque não há nada neste mundo que eu queira mais do que corromper a filha perfeita da Holly. — Agarrei-a pela garganta, não com força para machucar, mas o bastante para surpreendê-la, e puxei-a para a mesa. Ergui as duas pernas dela, de modo que ficasse completamente aberta, com os pés em cada ponta. Ela gemeu baixinho. Eu sabia que a posição era desconfortável, mas já tinha deixado de lado toda a empatia e razão.

Eu me perguntava o que Holly tinha feito com o colega de trabalho naquela tarde. Será que ela deixou que ele a dobrasse sobre cada superfície do escritório dela? Será que ela gemeu o nome dele? A traição doía, mas a submissão de Annabeth seria o bálsamo.

Levantei a saia dela e acariciei suas nádegas, arrastando um único dedo por toda a extensão de sua fenda. Ela gemeu de novo enquanto eu gentilmente puxava sua linda calcinha branca para o lado, expondo sua boceta macia e ligeiramente brilhante.

— Ah, Annabeth... — murmurei. — Você tem uma boceta tão linda. — Minha boca estava enchendo d’água. Ela fechou os olhos e virou o rosto. Tirei meu pau para fora das calças e passei a cabeça suavemente para frente e para trás contra ela, lubrificando-o. — Vou me divertir tanto com você, Anna. — Eu disse. Toda pretensão de cuidado havia desaparecido. Ela era minha propriedade, e eu ia usá-la até me entediar.

Deslizei para dentro dela lentamente e ela gemeu a cada centímetro que desaparecia em seu interior. Uma vez enterrado completamente, dei-lhe exatamente cinco segundos para se acostumar com a sensação antes de começar a me mover.

Sem me importar com nada além de satisfazer minhas próprias necessidades, arremeti com força na garotinha loira dobrada sobre a minha mesa. Ela gritou alto, mas se foi de dor ou de prazer, eu não dei a mínima. Saí completamente e arremeti nela de novo, minhas bolas batendo contra sua carne macia. Quando estabeleci um ritmo, Anna estava gemendo e grunhindo, agarrando-se à mesa com toda a força. Gozei gloriosamente, enchendo-a com minha porra. Eu não sabia se ela tomava pílula. Eu não me importava.

— Vá tomar a porra de um banho. — Saí de dentro dela, amassei sua blusa e a joguei para ela. — Não se incomode em se vestir. Você vai dormir na minha cama esta noite. — Ela estava chorando ao sair do escritório, mas eu estava nas nuvens. Não podia me incomodar.

Arrumei as coisas, desliguei o computador e subi para o meu quarto. Tomei um banho rápido e, quando saí, Annabeth estava encolhida no canto mais distante da cama. Deitei-me e a puxei para perto de mim.

— Não precisa ser tímida, princesinha. Esta é a sua vida agora, lembra? — Ela não iria embora. Tinha tido dois anos de vida sem aluguel, sem dívidas, e eu sabia que ela gostava de não se preocupar muito com o futuro. Ela nem sabia ao certo o que queria fazer do resto da vida, e Holly e eu tínhamos assegurado que ela tinha todo o tempo do mundo para decidir.

— Sim.

— Diga: sim, papai. — Ela engoliu em seco e eu a vi se encolher. Nunca havia me chamado de pai ou papai nos dois anos em que a conhecia. Sempre fora David e, no começo, Sr. Ericson. — Diga, ou você e sua mãe vagabunda vão parar na rua.

— Por que você está fazendo isso?

— Porque, querida Annabeth, depois de quase meia década sozinho, eu deixei uma única pessoa entrar. Eu a adorava, a venerava, enchia-a de presentes, elogios e amor. — Minha voz estava amarga. — Sua mãe sabia o quanto eu estava quebrado depois que minha esposa morreu e ainda assim escolheu partir meu coração de novo, logo com o meu chefe. — Rangi os dentes. A traição ainda ardia. — Você consegue imaginar como isso é humilhante? Aquele emprego era o único lugar que me restava, e ela o arruinou para sempre. — Puxei Annabeth ainda mais para perto, passando um braço em volta do seu estômago e usando o outro para roçar seus mamilos. — Para piorar, quando confrontada com a opção de assumir a responsabilidade por seus erros, ela escolheu vender você para mim para manter seu precioso estilo de vida. — Apertei seu mamilo, e ela fez um som sibilante. — Como é se sentir sabendo que, para sua própria mãe, você só vale uma casa enorme e uma mesada mensal para compras? — Annabeth não respondeu, mas eu podia senti-la tremer. — Então, com tudo isso em mente, as coisas vão mudar drasticamente por aqui. — Apertei seu mamilo de novo.

— Mudar como?

— Bem, teremos que manter as aparências, com a escola e o trabalho. — Minha mente corria a mil por hora. — Mas, a partir do momento em que você chegar em casa, você é minha. Dorme nesta cama comigo. Seu quarto agora é apenas para fins de entretenimento. — Ela assentiu. Fiquei genuinamente surpreso com o quão bem ela estava aceitando aquilo. Devia ser choque e raiva pelo comportamento da mãe. — Eu transo com você quando, onde e como eu quiser. — Minha mão deslizou mais para baixo, cobrindo seu monte de vênus. — E se eu te pedir para fazer algo, você faz sem questionar. — Sua respiração ficou mais pesada imediatamente. — Mantenha-me feliz e você e sua mãe continuarão a ter um teto sobre suas lindas cabeças. — Provoquei seus lábios, ocasionalmente roçando seu clitóris. Ela estava se contorcendo lentamente, o corpo acompanhando o ritmo que eu ditava com meus dedos. — Me decepcione e eu jogo vocês duas para fora e dreno cada centavo da sua pouca conta poupança.

— Eu vou te manter feliz. — Ela afirmou, empinando os quadris. Continuei com meu movimento torturante, fazendo-a tremer de necessidade.

— Diga de novo.

— Vou te manter feliz, papai.

— Muito bem. — Parei imediatamente, deixando-a molhada e cheia de vontade, e puxei o lençol sobre nossos corpos nus. — Quero que você me acorde com um boquete. — Ela assentiu lentamente. — Agora durma um pouco. Amanhã vai ser um bom dia.

Ela já estava pegando no sono quando terminei de falar, e eu reservei um momento para olhar seu rosto, ainda tão inocente. Eu a faria ficar de joelhos implorando pelo meu pau como a putinha sedenta por porra que eu sabia que ela podia ser.

Eu sabia que Holly estava pensando na minha compaixão, na minha compreensão e na minha consideração quando me ofereceu Annabeth. Mal sabia ela que uma parte de mim morreu no momento em que soube que ela estava me traindo. Não haveria compaixão para Annabeth. Eu a tornaria minha escrava sexual, viciada no meu pau e, só depois que Holly visse o erro monumental que cometeu, eu faria Annabeth ter meu filho e a levaria para longe daqui, deixando a mãe dela sem dinheiro, sem lar e sem esperança. Beijei a bochecha de Anna e, mesmo dormindo, ela sorriu, endossando silenciosamente meus planos distorcidos para sua mãe prostituta.

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