O Jogo dos Gêmeos
Eu não esperava por ela.
Não aqui. Não esta noite. Definitivamente não na minha república, onde a cerveja derrama mais rápido que segredos e ninguém dá a mínima para espaço pessoal — muito menos eu. Mas lá estava ela. Dylan. Minha irmã gêmea. Vestida com shorts jeans que deveriam ser ilegais e um top preto tão apertado que eu quase podia contar suas costelas. Seus cachos estavam soltos, selvagens, livres, do jeito que ela nunca usava em casa. E por um segundo, eu esqueci de respirar.
"Que porra você tá fazendo aqui?" murmurei enquanto a puxava para o lado, longe do grave e dos corpos se esfregando na sala. Ela sorriu como se tivesse ganhado algo.
"Que bom te ver também, Mike."
"Dylan, isso é uma festa de república, não é a sua praia."
"Talvez eu quisesse experimentar algo novo." Ela deu de ombros, seus ombros roçando os meus de um jeito que parecia... deliberado.
Eu odiava como estava consciente dela. Odiava porque estava consciente. Aquele maldito momento, meses atrás. Passei pela porta do banheiro compartilhado, e ela estava entreaberta. Vapor por toda parte. A silhueta dela brilhando atrás do vidro. Eu vi um seio. Só um. Mal. Mas aquilo tinha se marcado no meu cérebro de merda como um pecado que eu não podia confessar. Agora ela estava aqui. Na minha festa. Parecendo a tentação em shorts jeans e cheirando a baunilha e más decisões.
"Vai pra casa," eu disse.
Ela inclinou a cabeça. "Me obriga."
Eu devia ter ido embora.
Devia ter dito para ela sair e falado sério. Mas em vez disso, fiquei ali parado como um idiota enquanto a Dylan me dava aquele olhar. Aquele que ela usava quando éramos crianças e ela queria o último picolé ou dedurar sem realmente dedurar. Só que dessa vez, ela tinha 21 anos, os lábios brilhando, e aquele olhar convencido fazia coisas que não devia.
"Tá bom," rosnei, enfiando uma cerveja na mão dela como se isso tornasse tudo normal. "Não passa vergonha."
"Ah," ela disse com uma piscadela. "Tá com medo que eu passe vergonha pra você?"
Essa era a última coisa que eu precisava. Eu já estava a meio caminho de perder a cabeça.
A festa tinha descido, cheia de corpos, fumaça e calor. Alguém diminuiu as luzes e abaixou o som. Isso significava uma coisa: Verdade ou Desafio.
Avistei meu amigo Drew me chamando, já sorrindo como uma hiena bêbada. "E aí, Mikey! Guardamos um lugar pra você, mano!"
E ali, bem ao lado dele, estava Dylan. Sentada de pernas cruzadas no chão, copo vermelho na mão, fingindo que pertencia aqui.
"Sério?" sibilei, deslizando para o lado dela. Minha coxa roçou na dela. Ela não se mexeu.
Ela sorriu em vez disso, tomou um gole. "Você disse para não te envergonhar. Tô me misturando."
"Você tá de batom."
"E?"
"E é distraidor pra caralho."
Os olhos dela brilharam. "Que bom."
A garrafa girou. Parou em um calouro que foi desafiado a tomar um body shot da namorada do Drew. As pessoas riram, gritaram, derramaram bebida. O próximo giro parou na Dylan.
"Verdade ou desafio?" alguém perguntou, já rindo.
Ela não hesitou. "Desafio."
Má ideia. Eu conhecia essa galera. Eu era essa galera.
"Beleza," Drew sorriu, bêbado e cruel. "Eu te desafio a beijar a pessoa mais gostosa da sala."
Meu estômago despencou.
Dylan nem piscou.
Ela se virou para mim. "Esse seria você, irmãozão."
A sala congelou.
Alguém riu. "Ei, que porra é essa?"
"Espera, eles são gêmeos," uma garota disse, de olhos arregalados.
Dylan deu de ombros. "Regras são regras."
Minha respiração prendeu. "Dyl—"
E então ela me beijou.
Não foi um selinho. Não foi uma piada. A mão dela se enrolou na minha camisa e a boca dela derreteu na minha como se ela estivesse esperando. Como se ela soubesse o que estava fazendo. Seus lábios macios. Quentes. Demorados. A sala explodiu em risadas, suspiros, alguém gritando "puta merda!" — mas tudo que eu conseguia sentir era ela. Tudo que eu conseguia sentir era o gloss de baunilha que ela usava e a memória do vapor atrás da porta de vidro.
Ela se afastou devagar, os lábios brilhantes, os olhos desafiadores.
"Pronto," ela sussurrou. "Ainda quer que eu vá pra casa?"
Ela ficou sentada ali como se não tivesse acabado de beijar o próprio irmão na frente de uma sala cheia de universitários meio bêbados. Como se meu coração não estivesse batendo no peito como um tambor de guerra do caralho. As pessoas riram. Alguns encararam. Um cara murmurou algo sobre "energia estranha de gêmeos" e passou um baseado como se nada importasse. Mas eu não conseguia parar de olhar para ela.
Dylan.
Minha irmã.
Ela lambeu os lábios, olhos fixos na garrafa que girava como se não tivéssemos acabado de cruzar uma linha que eu jurei que nunca sequer chegaríamos perto. Nem mesmo depois daquele vislumbre acidental meses atrás, quando a porta do banheiro não fechou completamente, e eu vi mais dela do que jamais devia. E agora? Agora eu sabia como a boca dela era. Agora eu sabia que ela queria que eu soubesse.
A garrafa girou de novo. Parou em mim. Senti os olhares. Ouvi as risadinhas.
"Verdade ou desafio, Mikey," alguém cantou.
Dylan me olhou de lado, convencida pra caralho.
Limpei a garganta. "Verdade."
Um gemido percorreu o círculo. "Sem graça," uma garota disse.
Drew se inclinou. "Beleza, mano. Você já bateu uma pra alguém que não devia?"
A multidão uivou. Eu podia mentir. Eu devia mentir. Mas Dylan estava me observando, sobrancelhas erguidas como se já soubesse.
Minha garganta estava seca. "...É."
Risadas mais altas. Alguns assobios. Alguém gritou, "Sua professora?"
"Sua meia-irmã?" outro brincou.
Eu não disse uma palavra. Só peguei minha cerveja e bebi.
As próximas rodadas ficaram confusas. Alguém teve que fazer uma lap dance em um estranho. Outra pessoa admitiu ter transado na biblioteca do campus. As pessoas ficaram ousadas. Soltas. Mão boba.
Dylan não saiu do meu lado. A coxa dela continuou pressionada contra a minha, quente e casual como se sempre tivesse estado ali. Ela sussurrava comentários espertinhos no meu ouvido, o hálito quente roçando minha pele toda vez. Aquilo estava me deixando louco de vez.
Então a garrafa parou nela de novo.
"Verdade ou desafio?" Drew perguntou, sorrindo abertamente.
Ela sorriu. "Desafio."
"Merda, beleza..." Ele esfregou o queixo, bêbado, mas determinado. "Eu te desafio... a sentar no colo do Mikey pelas próximas três rodadas."
A sala rugiu. Eu quase engasguei.
"Sério?" perguntei, com a voz tensa.
"É um desafio," Dylan disse docemente.
Ela se levantou, virou e se abaixou sobre mim como se não fosse nada. Como se não fôssemos sangue. Como se ela não tivesse acabado de me beijar e sequestrado meu cérebro. Ela não ficou parada também. Não. Ela se mexeu. Se acomodou. A bunda dela contra minha virilha. As costas dela pressionadas no meu peito. O perfume dela na porra do meu nariz.
Eu não conseguia respirar. Definitivamente não conseguia esconder o jeito que meu corpo estava reagindo. E eu sabia que ela sentiu. A respiração dela falhou por um segundo, mas ela ficou ali mesmo, perfeitamente imóvel exceto pelo rolar lento dos quadris quando ninguém estava olhando.
Ela devia parecer familiar. Comum. A única pessoa no mundo que nunca me fez pensar duas vezes. Mas não havia nada de familiar nisso. Nada de inocente no jeito que ela sentava no meu colo, o corpo dela se movendo devagar e deliberado, se mexendo só o suficiente para me lembrar exatamente onde eu estava duro.
Eu não olhei para ela. Não conseguia. Minhas mãos ficaram plantadas no chão atrás de mim como algemas. Tocá-la teria destruído o pouco controle que me restava. Mas ela se recostou mesmo assim, perto o suficiente para a voz dela deslizar no meu ouvido, suave, doce e cruel.
"Relaxa, Mikey," ela sussurrou. "É só um jogo."
Meu maxilar travou. Eu não respondi. Porque não era mais um jogo.
Drew girou a garrafa. Parou na namorada dele, e o desafio era algo idiota envolvendo chantilly e o pescoço de alguém. As pessoas gritaram. Riram. Tomaram shots. Dylan não se mexeu. Nem quando ela balançou os quadris, de leve. Só o suficiente para o atrito. Só o suficiente para sentir. Eu enrijeci debaixo dela, dedos cravando no carpete.
"Dylan," murmurei baixinho, um aviso gravado na minha voz como uma rachadura prestes a se abrir.
Ela não respondeu. Só estendeu a mão para trás e passou os dedos pelo meu cabelo como se ela fosse dona de mim.
Alguém do outro lado do círculo ergueu uma sobrancelha. "Vocês são próximos, hein?"
Dylan sorriu por cima do ombro. "Telepatia de gêmeos."
"Ela sempre foi assim?" a garota acrescentou, um pouco ciumenta, um pouco curiosa.
Eu não conseguia falar. Estava ocupado demais memorizando o jeito que a respiração da Dylan falhou quando eu mexi minha coxa ligeiramente debaixo dela. Testando. Pressionando de volta.
Ela se inclinou, a voz mais baixa dessa vez. "Quer que eu pare?"
Engoli em seco. "Sim."
Mentira. Ela sabia. Outro giro. Outro desafio. Outro momento passando com o corpo dela moldado ao meu como se ela tivesse nascido para se encaixar ali. E então...
"Dylan," alguém chamou. "Verdade ou desafio?"
Ela lambeu os lábios. "Verdade."
Alguns gemidos, mas alguém foi mais rápido que a multidão: "Você já sentiu atração por alguém que não devia?"
Silêncio caiu.
Meu pulso rugiu nos meus ouvidos.
Ela não hesitou.
"Sim."
A sala reagiu, selvagem com risadas e assobios.
"Quem?" alguém gritou.
Ela inclinou a cabeça, olhou direto para mim.
E sorriu.
"Quem me dera vocês soubessem?"
Aquilo foi o suficiente. O próximo giro não foi o meu, mas eu não me importei. Eu me levantei. Tirei ela do meu colo como uma bomba prestes a explodir e murmurei algo sobre o banheiro. Ninguém me parou. Eu precisava de ar. Precisava de espaço.
Cheguei no corredor de cima, bati a porta atrás de mim, agarrei a pia como se ela me devesse respostas. Então ouvi o clique da porta atrás de mim. Ela tinha me seguido. A porta clicou fechada atrás de mim. Eu não olhei para cima. Eu conseguia ver o reflexo dela no espelho mesmo assim — encostada na porta do banheiro como o próprio pecado. Braços cruzados, olhos afiados, como se ela soubesse exatamente o que estava fazendo.
"Foi longe demais?" ela perguntou, falsamente inocente.
Eu não respondi.
Minhas mãos estavam fechadas ao redor da pia, nós dos dedos brancos. Água fria correndo. Tentando esfriar o sangue que pulsava através de mim como um tambor de guerra do caralho.
Ela deu um passo mais perto. "É só um jogo, Mikey."
Eu me virei.
"Não, não é," disparei. "Não quando você senta no meu colo daquele jeito. Não quando você me olha como se estivesse me desafiando a porra de te tocar."
Os olhos dela se estreitaram, lábios se contraindo. "Talvez eu esteja."
Eu a encarei. "Por quê?"
Um instante de silêncio.
Então ela deu outro passo à frente. E outro.
"Não sei," ela disse suavemente. "Talvez porque desde que você me viu no banho, você não me olhou do mesmo jeito. E talvez eu tenha gostado."
Minha respiração prendeu.
"Você sabia?"
"Eu senti isso," ela sussurrou. "Você me olhou como se estivesse tentando apagar a imagem — e falhando."
Eu me virei. "Porque eu estava."
"Então por que você nunca me disse para parar?"
Ela estava atrás de mim agora. Eu podia sentir o calor dela nas minhas costas. Seus dedos roçaram a barra da minha camisa.
"Você me deixou sentar ali," ela disse. "Você me deixou te beijar. Você me deixou me mexer."
"Porque eu não conseguia te parar," rosnei. "Porque eu não queria."
Eu me virei. E lá estava ela — lábios entreabertos, bochechas coradas, olhos arregalados de desejo e algo mais profundo.
"Você me quer?" ela perguntou, sem fôlego.
Eu não falei. Agarrei a cintura dela, a empurrei contra a porta do banheiro, e a beijei como se cada pensamento que eu tentei enterrar finalmente tivesse se libertado.
O suspiro dela se quebrou na minha boca, dedos agarrando minha camisa. Eu pressionei — corpo colado ao dela — sentindo cada curva, cada tremor, cada grama de tensão que se acumulou desde aquele primeiro giro da garrafa.
Ela me beijou de volta com força. Como se estivesse com raiva. Como se precisasse disso. Como se estivesse esperando por esse momento exato, sozinhos e sem controle. Minha mão deslizou pela lateral dela, por baixo da camisa. Ela se arqueou contra mim, lábios se movendo para meu maxilar, meu pescoço.
"Eu pensei nisso," murmurei contra a garganta dela. "Toda noite. Aquele vislumbre. O que eu vi. O que eu não devia ter desejado."
Ela gemeu baixinho. "No que mais você pensou?"
Arrastei minha boca de volta para a dela. "Em como você soaria dizendo meu nome assim."
Ela choramingou. "Michael..."
E foi isso.
Minhas mãos estavam em toda parte — por baixo da roupa dela, agarrando suas coxas enquanto eu a levantava para o balcão. As pernas dela se enrolaram em mim sem hesitação, calor irradiando entre nós como fogo selvagem. Eu não estava mais pensando. Só me movendo. Só sentindo. E que se dane o mundo por tornar isso errado. O nome dela era um pecado na minha língua. Não um sussurro. Não um apelo. Uma reivindicação.
"Michael," ela ofegou, a respiração falhando quando eu puxei sua blusa para cima e a tirei, deixando-a apenas de sutiã de renda preta que não fazia nada para esconder o jeito que o corpo dela respondia a mim.
"Diz de novo," rosnei, lábios em sua garganta, provando cada centímetro que eu nunca tive permissão de desejar.
"Michael..." Mais suave dessa vez. Mais carente. Pernas apertadas em volta dos meus quadris como se ela nunca quisesse que eu saísse.
Os dedos dela estavam no meu cabelo, puxando, me arrastando para baixo em seu peito. Eu não me contive — boca aberta, língua áspera, mordendo forte o suficiente para fazê-la arquear e xingar.
"Porra..."
Ela estava se desfazendo debaixo de mim, e eu estava perdendo o controle com ela. Eu me afastei só o suficiente para olhá-la. Seus lábios estavam inchados. Olhos vidrados. Rosto corado.
Minha irmã.
Minha porra de gêmea.
E eu a queria mais do que eu jamais quis qualquer coisa.
Ela alcançou meu cinto.
"Eu pensei nisso," ela disse, dedos trabalhando a fivela, voz arruinada. "Tantas noites. Desejando que você só... entrasse no meu quarto e pegasse o que nós dois queremos."
Eu rosnei. "Você devia ter falado alguma coisa."
"Eu não achei que você me queria."
Eu agarrei o queixo dela, inclinei seu rosto para cima.
"Eu nunca parei de te querer."
Os olhos dela se fecharam, e eu a beijei de novo — mais forte dessa vez, desesperado. Minhas calças caíram no chão. Os shorts dela saíram em um puxão bruto. Sem jogos. Sem hesitação.
Só ela. Nua. Molhada. Aberta.
"Tem certeza?"
Ela segurou meu rosto. "Cala a boca e me fode."
Eu me enterrei nela em uma estocada. A cabeça dela bateu contra o espelho, a boca se abrindo em um grito silencioso.
"Jesus, Dylan..."
Ela estava apertada. Tão apertada. Tão quente pra caralho em volta de mim que eu mal conseguia pensar. Eu agarrei os quadris dela e estoquei nela de novo, e de novo, vendo-a se desfazer debaixo de mim. Eu não conseguia mais me controlar. Eu era um homem perdido em seus desejos. Depois de ficarem presos por tanto tempo, eles estavam fortes.
Eu puxei meu pau da boceta encharcada dela até a ponta e o enfiei de volta nela. Meus olhos em seus peitos e no jeito que eles balançavam a cada estocada. Seus gemidos e suspiros, música para meus ouvidos.
"Tá gostando?" eu disse, enquanto a buceta dela apertava em volta do meu pau. A sensação era intoxicante. Ela assentiu freneticamente, o rosto corado e os olhos vidrados de prazer.
"Sim... Porra, sim. Assim mesmo." As unhas dela cravaram nos meus braços enquanto eu continuava meu ritmo implacável, atingindo aquele ponto doce dentro dela. "Mais forte..."
Eu sabia que não ia durar muito mais. Mas eu estava desesperado para vê-la se desfazer antes de eu terminar. Estendi a mão entre nós. Meu polegar encontrou o clitóris dela. As pernas dela tremeram. As unhas dela marcaram minhas costas. Ela estava ofegante, implorando, gemendo meu nome como se fosse uma oração que ela não devia saber.
"Mais rápido... por favor... não para..."
Eu não parei. Não conseguia.
Os sons naquele banheiro eram obscenos. Pele batendo. Respiração colidindo. A voz dela quebrando enquanto eu a fodia como se nunca tivesse outra chance. Como se o mundo acabasse depois disso.
Ela gritou agudamente enquanto meu polegar circulava seu clitóris inchado em movimentos rápidos e habilidosos. Eu estocava dentro dela, fundo e rápido com meu pau enquanto meu polegar fazia sua mágica do lado de fora. Seus seios balançavam descontroladamente, mamilos endurecidos. Seus músculos internos se apertaram em volta de mim, perto do orgasmo. "Deus..." O corpo dela se contraiu em volta de mim, súbito e apertado.
"Eu... eu vou... porra, Michael...!"
Ela gozou com um grito que me despedaçou. O corpo dela convulsionou enquanto um orgasmo poderoso a inundava. Sua boceta se apertando em volta do meu pau como um torno, pulsando e apertando. Seus olhos reviraram, a boca aberta em um grito silencioso de êxtase. Eu senti seu líquido quente cobrindo meu pau enquanto ela se desfazia.
Eu segui segundos depois, gemendo o nome dela em seu pescoço enquanto gozava tão forte que minha visão ficou preta. As pernas dela tremeram enquanto eu liberava dentro dela, longas cordas de porra quente a enchendo. Ela choramingou baixinho, completamente exausta de seu orgasmo intenso. O corpo dela se apoiou contra o espelho, incapaz de se sustentar.
"Caralho... porra... Michael..."
"É," eu disse "Eu sei."
Ficamos assim. Respirando pesado. Suados. Tremendo. Ela sorriu, preguiçosa e satisfeita. Eu beijei sua clavícula.
"Estamos tão fudidos," murmurei.
Ela riu, suave e ofegante. Seus olhos brilhando com malícia e satisfação.
"É... realmente estamos."
Eu me mexi, meu pau ainda amolecendo dentro dela. Ela balançou os quadris levemente contra mim.
"Mas porra se não valeu a pena."
Eu a beijei de novo, mais devagar dessa vez, cheio de calor e ruína. Eventualmente, eu saí de dentro dela, e ela estremeceu um pouco, nós dois sensíveis pra caralho. Peguei um punhado de papel toalha, nos limpei o melhor que pude, mãos tremendo ligeiramente. Ela ajeitou o sutiã, vestiu os shorts de volta com um pequeno silvo, então passou os dedos pelos cachos como se isso desfizesse o que tínhamos feito. Não desfez.
Eu me encostei na parede, ainda recuperando o fôlego. Ela ajeitou o cabelo, então me olhou pelo espelho como se não tivesse acabado de gozar no meu pau, gemendo meu nome como se significasse algo.
"Acha que sentiram nossa falta?" ela perguntou, lambendo os lábios.
Soltei um suspiro lento, espesso como fumaça.
"Eles nem notaram que a gente saiu."
Dylan sorriu e abriu a porta. Saiu primeiro. Como se nada tivesse acontecido. Como se o gloss não estivesse borrado e suas coxas ainda não tremessem. Eu a segui. No corredor, a música batia como um coração. A festa continuava girando. Ninguém olhou. Só mais uma noite. Só mais um jogo. Mas eu sabia. E ela sabia. Não éramos os mesmos. Não depois disso.