Contos eróticos para ler inteiros.

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O Doutor Vai Te Atender Agora

ThaisaZampieri26 min

O Médico Vai Te Atender Agora

Resumo:

Jim, um estudante universitário de 21 anos, tímido e curioso, visita uma clínica nova depois de lidar com uma pressão estranha e latejante que ele não entende. O que começa como um exame de rotina se transforma em algo muito mais íntimo – e muito mais revelador. Sob as mãos experientes e a autoridade tranquila do Dr. Angelo, o primeiro exame de próstata de Jim desperta desejos ocultos e borra a linha entre o clínico e o carnal. Curvado sobre a mesa de exames, vulnerável e exposto, Jim descobre sensações – e uma submissão – que nunca soube que desejava.

Uma história intensamente erótica de dominação, exploração médica e rendição psicológica. Crua, gráfica e escrita da perspectiva de um homem submisso com uma queima lenta e deliberada. Temas de primeira vez, estimulação da próstata, dinâmicas de poder e M/M explícito.

"A Primeira Consulta"

Jim acordou naquela manhã com um tipo familiar de desconforto. Não era dor. Nem mesmo agudo. Mas pulsava. Profundo. Persistente. Como se algo quente tivesse se instalado dentro dele e se recusasse a sair. Algo no fundo da barriga. Nas entranhas. Na... bunda?

Ele se mexeu na cama, apertando as coxas. A sensação ficou mais forte.

Não era um problema típico. Não daqueles que ele podia jogar casualmente para a mãe durante o café ou comentar com os amigos por mensagem com uma piada. Isso era diferente. Íntimo. Constrangedor.

Quando ele sentou no vaso e tentou se aliviar, sua respiração falhou. Não por esforço. Por uma pressão estranha e desconhecida. Não era dor. Era quase o oposto. Parecia... plenitude. Como se algo dentro dele quisesse ser tocado.

Ele sempre se considerou saudável. Alto, magro, 21 anos e em forma por causa das horas na academia do campus e da energia inquieta. Mas ninguém falava com homens jovens sobre próstatas. Isso era coisa de velho. Dos amigos do pai. Homens de cabelo grisalho em salas de espera. Não dele. Não de um estudante universitário tarado com uma meia de porra debaixo da cama e cinco abas de pornô ainda abertas da noite anterior.

E, no entanto, a dor permanecia.

Naquela tarde, ele ligou para a clínica. Marcou uma consulta. Só por precaução.

A voz da enfermeira era animada. Animada demais.

"Você vai ser atendido pelo Dr. Angelo", ela disse. "Ele é novo aqui, mas muito experiente. Clínica geral. Especialista em saúde masculina. Você estará em boas mãos."

Jim agradeceu. Desligou.

As palavras ficaram ecoando.

Em boas mãos.

A clínica cheirava levemente a lenços umedecidos com álcool e tempo. Jim sentou na beirada da cadeira, de moletom e jeans, roendo a pele em volta da unha do polegar. A dor tinha voltado. Sutil. Profunda. E com ela... um formigamento. Uma pulsação estranha que subia pela base da coluna sempre que ele pensava nisso por muito tempo.

"James Carter?"

Ele olhou para cima.

O homem na porta era alto. Largo. Na casa dos cinquenta, talvez mais velho – mas não fraco. Ele usava o jaleco branco aberto, a camisa social com as mangas arregaçadas até os antebraços, e seus olhos – Deus – seus olhos eram escuros, calmos e firmes. Como se já tivessem visto coisas. Como se nada pudesse surpreendê-los.

"Sou o Dr. Angelo. Pode me chamar de Paul se for mais fácil."

A voz dele era baixa, lenta. Não suave – apenas... deliberada. Como se quisesse que cada sílaba caísse no lugar.

Jim o seguiu pelo corredor, o pulso acelerado.

O consultório do Dr. Angelo era acolhedor. Não era clínico. Sem iluminação forte. Apenas o cheiro de lustra-móveis e café, e o zumbido de algo suave tocando em uma caixa de som atrás de uma cortina.

"Pode ir entrando e se sentar", disse o médico, apontando para o banco almofadado ao lado da mesa. "Me conte o que está acontecendo."

Jim sentou.

Engoliu em seco.

"Eu tô com uma... sensação. Não sei. Por dentro. Como se algo estivesse empurrando de dentro para fora. Na minha... uh. Lá atrás."

O Dr. Angelo não riu. Nem piscou.

Ele se inclinou para a frente, os antebraços nas coxas, a voz paciente. "Pressão? Como uma plenitude?"

Jim assentiu. "É."

"E não dói?"

"Não. Na verdade, não. É mais como... parece que precisa... de algo."

Os olhos deles se encontraram.

O Dr. Angelo inclinou a cabeça. "Você já fez um exame de próstata?"

Jim corou.

"Não, senhor."

"Você se sentiria confortável em fazer um hoje? É a maneira mais direta de avaliar qualquer inflamação ou outras possíveis causas. Você ficará vestido até que eu dê outra instrução. Você está no controle."

Algo na maneira como ele disse aquilo – essa última frase, "você está no controle" – fez o estômago de Jim revirar. Seu coração bateu mais forte. Ele se sentiu pequeno. Jovem.

Mas sua voz estava clara.

"Sim."

O Dr. Angelo assentiu.

"Ótimo."

Ele se levantou e foi até um armário lateral.

"Vou te guiar por cada parte do processo", ele disse, calçando um par de luvas novas. O estalo do látex ecoou pela sala.

"Tire a roupa da cintura para baixo, depois deite de lado na mesa de exames, com os joelhos levemente puxados para cima. Sem pressa."

Jim hesitou.

Então se levantou.

Com as mãos tremendo, ele desabotoou a calça jeans. Puxou para baixo. Saiu dela como um garoto se despindo na frente de um homem pela primeira vez.

Jim ficou ali parado, tremendo ligeiramente, a calça jeans amontoada nos tornozelos, o moletom pendurado sobre os quadris. O tecido grudava nas coxas. Sua cueca boxer estava na metade. Ele parecia pequeno. Preso em algum lugar entre garoto e homem – incerto, excitado, envergonhado.

A voz do Dr. Angelo veio de trás dele. Calma. Uniforme.

"Vou precisar que tire a calça completamente, Jim."

Jim enrijeceu.

"O quê – uh – completamente?"

As palavras pairaram na sala quente como vapor.

"Sim", repetiu o médico. "Completamente. Saia delas, dobre-as sobre a cadeira."

Jim hesitou.

"Não posso só – quer dizer, não posso deixar elas... nas coxas ou algo assim?"

O tom do Dr. Angelo não se elevou. Não vacilou. Mas endureceu. Levemente.

"Preciso de acesso total à sua parte inferior. Os músculos glúteos, a base sacral, o períneo. Isso não é uma olhada casual, Jim. É um exame clínico. Você veio aqui em busca de respostas."

Essa última frase foi firme. Um empurrão. Uma escolha apenas no nome.

Jim engoliu em seco.

Seus dedos estavam desajeitados. Frios.

Chutou os sapatos. Saiu da calça jeans. Puxou a cueca para baixo e para fora, dobrando-a bem e colocando-a na cadeira como se fosse algo sagrado. O ar frio beijou suas coxas, seu pau semi-duro pendia entre as pernas – não ereto, mas também não mole. Confuso. Como o resto dele.

"Agora", disse o Dr. Angelo, gesticulando em direção à mesa acolchoada. "Se incline sobre a beirada. Cotovelos na almofada. Deixe as pernas se abrirem naturalmente."

O estômago de Jim revirou.

"Espera, eu... eu achei que podia deitar de lado...?"

"Você pode", disse o médico, dando um passo para trás. "Mas essa posição é ideal para palpação geral. Não para inspeção interna. Se você quer entender essa pressão que sente – se quer respostas – precisamos ser precisos."

O silêncio entre eles ardeu.

Jim foi em direção à mesa como se fosse um altar. Curvou-se.

Sua bunda nua se ergueu instintivamente, exposta sob a luz baixa da clínica. Seu moletom pendia inútil sobre a parte inferior das costas, sem esconder as curvas agora em exibição: a fenda suave entre as nádegas, o músculo tênue ao longo das coxas, a dobra vulnerável do períneo.

Ele estremeceu quando o ar frio roçou seu buraco.

Então ele ouviu.

Estalo.

Uma luva.

Estalo.

A segunda.

A respiração de Jim falhou.

Então veio o som molhado. Schlup. Um esguicho de lubrificante do tubo. O gel brilhante fez uma mancha escorregadia e obscena na borracha.

"Você vai sentir pressão", disse o Dr. Angelo, em pé atrás dele agora. "Primeiro frio. Depois aperto. Vou devagar. Apenas se concentre na respiração. Boca aberta. Cotovelos firmes."

Jim gemeu – baixo, involuntário.

Ele sentiu o primeiro toque: dois dedos enluvados abrindo as nádegas, expondo o anel do seu buraco completamente. O ar frio varreu por ele. Então um dedo – escorregadio, frio – traçou suavemente ao redor do lado de fora.

Todo o corpo dele se contraiu.

"E-eu não sei se consigo fazer isso..."

"Você já está fazendo", disse o Dr. Angelo suavemente.

A ponta pressionou para dentro.

As costas de Jim arquearam. Sua respiração parou como um soluço.

A sensação era estranha – como algo empurrando contra o centro mais profundo dele. Um lugar que ele nunca tinha sequer reconhecido.

"Respire, Jim."

O dedo deslizou mais fundo. O lubrificante era espesso, quase quente agora dentro dele. Seu buraco se esticou – não bruscamente, mas com persistência. A sensação era insuportável. E ainda assim... algo dentro dele se contraiu.

Seu pau se agitou.

Deus.

Ele estava ficando duro.

Ele queria correr, gritar, chorar – mas suas pernas estavam travadas. Seu buraco estava apertado ao redor do dedo do Dr. Angelo como se não quisesse soltar.

"Sua próstata está bem aqui", murmurou o médico, pressionando em círculos lentos, firmes e deliberados. "Está sentindo isso?"

Jim ofegou – um som que era um soluço e um gemido ao mesmo tempo.

Era demais.

E não era suficiente.

As pernas de Jim tremiam, nuas e abertas na beirada da mesa de exames, os cotovelos pressionados fundo na almofada de vinil. A sala estava quente, mas ele tremia. A umidade fria grudava no seu buraco onde o dedo enluvado do Dr. Angelo tinha começado sua pressão lenta e implacável – o gel espesso se espalhando dentro dele como um aviso e uma promessa.

"Mmmf – nngh – por favor..."

O gemido escapou sem permissão. Sua voz estava aguda, ofegante, quebrada – mais como um suspiro do que fala. Seus quadris se contraíram para a frente, mas não havia para onde ir.

A pressão aumentou.

O Dr. Angelo estava atrás dele, sem pressa. Uma mão abria mais as nádegas de Jim, a outra firme na base das suas costas, segurando-o no lugar. Ele se inclinou, a voz baixa, suave, o tom de um homem no controle total.

"Você está gemendo como uma putinha", ele disse, quase gentilmente. "Você percebe isso, não percebe?"

O rosto de Jim ficou vermelho de vergonha. Seus olhos se fecharam com força. Seus lábios se entreabriram para protestar, mas as palavras nunca vieram. O único som que ele fez foi outro gemido impotente enquanto o dedo do médico empurrava além do anel externo do seu cu.

A distensão era obscena. Escorregadia e implacável. Parecia que ele estava sendo aberto por algo mais do que apenas borracha e lubrificante – algo deliberado. Algo pessoal.

A voz do Dr. Angelo era seda embrulhada em aço. Calma. Cruel. Paciente.

"Você é gay, Jim?"

A voz de Jim falhou. "Não – não, eu juro –"

"Mm." Angelo pressionou mais fundo, curvando ligeiramente, massageando o interior do reto de Jim com confiança praticada. "Tem certeza disso?"

"Eu não – eu não penso em caras, eu juro –" ele ofegou.

"Nunca pensou em um pau no seu cu?" Angelo perguntou, girando lentamente o dedo, acariciando as paredes internas escorregadias.

"Não, nunca!"

"Mas você está duro."

Os quadris de Jim se sacudiram.

Seu pau estava latejando agora – vermelho de excitação, vazando pré-gozo que pingava em fios longos e viscosos pela sua coxa. Ele não conseguia nem fingir que não estava acontecendo. Seu corpo estava o traindo.

"Eu não... sei... por quê –"

O Dr. Angelo se inclinou, sua voz agora no ouvido de Jim. "Então me explique uma coisa."

O segundo dedo pressionou para dentro.

Jim gritou – um som agudo e estrangulado de choque e calor, seus joelhos quase falhando. A distensão dobrou, escorregadia e espessa, e seu cu espasmou ao redor da intrusão.

"Por que", Angelo continuou, sua respiração quente contra o ouvido de Jim, "você está gemendo como uma cadela no cio enquanto eu enfio o dedo no seu buraquinho apertado?"

Jim soluçou na mesa, humilhado. Seu pau latejava dolorosamente. O som do lubrificante borbulhando enquanto o médico o fodia lenta e firmemente ecoava na sala.

"Por que seu cu está chupando meus dedos como se estivesse faminto por pau, se você só está aqui para um 'check-up', hein?"

"Eu – eu não estou –"

"Você está pingando", sussurrou Angelo. "Você está esfregando seus quadris na minha mesa. Você está se esfregando como um brinquedinho carente."

"Eu não estou – eu não –"

"Você não o quê?" ele rosnou, girando os dedos de novo. "Você não gosta de ser aberto assim? Você não quer sentir algo mais grosso que meus dedos te partindo ao meio? Você não quer sua próstatasinha virgem cheia de algo quente?"

Jim engasgou com a própria respiração, tremendo violentamente.

"Você está duro", murmurou Angelo, acariciando por dentro de novo, lento e cruel. "Você está gemendo. E isso", ele acrescentou, empurrando até Jim gemer, "é o que seu corpo quer."

Jim não podia negar.

Não com a maneira como seu pau estava babando.

Não com a maneira como seu buraco estava se contraindo.

Não com a maneira como cada centímetro dele parecia que ia explodir.

O Dr. Angelo se inclinou mais perto. Uma mão enluvada desceu, envolveu o pau de Jim – não para masturbá-lo, mas para mostrar como ele estava molhado. Ele esfregou o polegar sobre a fenda, depois segurou a bagunça escorrendo na cara de Jim.

"Você vê isso?" ele disse, a voz como um sermão. "Isso não é confusão. Isso é um garotinho sujo ficando excitado por ser degradado."

Jim estremeceu.

"Agora. Me diga a verdade", sibilou o médico. "Me diga o que você quer."

A voz de Jim falhou, mal acima de um sussurro.

"Eu... eu não sei –"

Outra torção. Todo o corpo dele espasmou.

O Dr. Angelo pressionou mais perto, o calor dele inconfundível agora.

"Você quer ser usado", ele disse. "Você quer algo maior. E eu vou te mostrar como isso é."

Jim estava curvado sobre a mesa de exames acolchoada, o cu escorregadio e aberto, ambos os dedos grossos e enluvados do Dr. Angelo agora trabalhando em conjunto – tesourando-o lentamente, abrindo mais seu buraquinho virgem a cada torção cruel. A distensão era insuportável. E a pior parte – a parte mais humilhante – era como seu corpo reagia.

Ele não conseguia parar de gemer.

Não de dor. De... pressão. De vergonha. Do prazer doentio e molhado florescendo dentro dele.

Seu pau estava vazando – não pingando, jorrando, pré-gozo escorrendo pela parte de baixo como se ele estivesse sendo ordenhado. Suas coxas estavam tremendo. Seu buraco estava se contraindo nos dedos do médico como se quisesse ser fodido.

"Você ouve isso?" sussurrou o Dr. Angelo atrás dele, a respiração espessa e próxima. "Esse é o som do seu cu se rendendo. Escute."

O borbulhar molhado dos dedos dele se movendo dentro de Jim era obsceno. Pegajoso. Rítmico. Um som constante, de punho aberto, de violação e necessidade.

"Você não é um paciente", ele disse secamente. "Você é um buraco. Uma putinha molhada e carente de próstata. Curvada e implorando."

"Eu não sou –" Jim gemeu.

O Dr. Angelo puxou os dedos de repente – escorregadios e reluzentes – e deu um tapa forte, de mão aberta, na bunda de Jim que ecoou pelas paredes. Jim ofegou, todo o corpo sacudindo.

"Você acha que isso é algo que garotos héteros fazem?" o médico rosnou. "Esfregando na minha mesa de exames com seu buraco virgem escancarado e seu pau pingando pela perna?"

A voz de Jim era mal um sussurro. "Eu não queria –"

"Você não queria ficar duro quando eu toquei sua bunda?" Angelo retrucou. "Você não queria começar a rebolar nos meus dedos como uma vadia no cio?"

Jim estava chorando agora – lágrimas silenciosas, de rosto vermelho, pingando na almofada.

"Eu devia te deixar assim", disse Angelo. "Nu. Usado. Intocado por pau. Mas não é isso que você realmente quer."

Ele deu a volta para a frente. Jim continuou curvado, mas levantou a cabeça – piscando em meio às lágrimas.

E então ele viu.

O pau de Angelo.

O médico tinha aberto as calças. E estava para fora.

Não era apenas grande. Era enorme pra caralho.

Grosso. Escuro. Longo e pesado, a cabeça inchada, ruborizada, já escorregadia de pré-gozo. O corpo era cheio de veias como algo primitivo, o tipo de pau que exigia submissão apenas pela presença. Ele pulsava enquanto balançava, como se faminto.

Os olhos de Jim se arregalaram.

Sua respiração parou.

"Não", ele sussurrou.

"Sim", disse Angelo.

Ele o segurou pela base e o masturbou uma vez – lento, deliberado, o pré-gozo esticando como um fio entre o polegar e a glande.

"Você já chupou pau antes?"

Jim balançou a cabeça violentamente.

Angelo deu um passo mais perto.

"Então é assim que você aprende."

Ele agarrou um punhado do cabelo de Jim e inclinou a cabeça dele para trás.

"Implora."

"O quê –"

"Implora."

Os lábios de Jim tremeram. Seu rosto estava molhado. Seu buraco ainda estava aberto atrás dele, contraindo-se com a perda dos dedos de Angelo.

"Eu... eu quero..."

"Diga direito", ordenou o médico. "Você já está curvado como uma puta. Termine o trabalho."

Jim engasgou.

Então:

"Por favor, Dr. Angelo... por favor me deixe chupar seu pau..."

"Por quê?"

"Porque – porque eu preciso disso. Eu quero sentir... eu quero na minha boca. Eu quero te provar."

"Mais alto."

"Por favor! Eu preciso chupar seu pau! Eu sou sua putinha, eu quero ele na minha garganta!"

Os olhos de Angelo ficaram escuros.

"Abre."

A boca de Jim se abriu, bem aberta.

A cabeça do pau de Angelo pressionou contra a língua dele – quente, grossa, pesada.

E então ele empurrou.

Jim engasgou instantaneamente.

Era grande demais.

Angelo não parou.

Seu punho enrolado no cabelo de Jim, ele o manteve imóvel enquanto a glande gorda do pau atravessava o fundo da língua – e então continuou.

A garganta de Jim palpitou ao redor da intrusão. Sua mandíbula esticou dolorosamente. Saliva escorreu pelos cantos da boca, pingando pelo queixo em cordas grossas.

Angelo grunhiu.

"É. Isso mesmo. Olha para você. Engasgando como uma vadia no seu primeiro pau."

Os olhos de Jim reviraram. Sua garganta convulsionou. Seus lábios agarraram ao redor do corpo grosso enquanto Angelo começou a foder seu rosto – lento no início, deixando Jim sentir cada centímetro.

"Você foi feito para isso", ele rosnou. "Gargantinha apertada. Chupando pau com lágrimas nos olhos e seu buraco ainda aberto atrás de você."

Jim gemeu ao redor dele.

Era primitivo.

Seu pau pulsou entre as pernas, vazando sem parar, intocado, enquanto o Dr. Angelo usava sua boca como um brinquedo.

Cada estocada era profunda.

Molhada.

Implacável.

A garganta de Jim estava em chamas, crua e engasgando, mas ele não parou. Ele não conseguia. Suas mãos agarraram a mesa. Sua boca babava e chupava.

Angelo puxou para fora apenas o suficiente para dar um tapa com o pau na língua de Jim – fios grossos de cuspe se partindo entre eles.

"Você ama isso", ele sussurrou. "Diga."

"Eu amo", ofegou Jim. "Eu amo chupar seu pau. Por favor, me usa –"

Angelo enfiou de volta.

Até o fundo.

Bolas pressionadas no queixo de Jim.

Ele o manteve ali.

Jim se contorceu. Gemeu. Se afogou.

Quando Angelo finalmente puxou para fora, Jim desabou na mesa, tossindo, cuspe pingando pela garganta, seu buraco ainda aberto, seu pau encharcado de pré-gozo.

E Angelo?

Ele o agarrou pelo cabelo de novo.

"Não terminei com você."

O corpo de Jim desabou sobre a mesa de exames, saliva pingando do queixo na almofada, coxas tremendo, buraco contraindo por ter sido dedilhado e deixado vazio. Sua boca ainda tinha gosto de pau -- grosso, cheio de veias, lambuzado de sal -- e aquilo tinha quebrado algo dentro dele.

Ele não estava mais pensando.

Ele estava sentindo.

Pulsando.

Implorando.

Dr. Angelo estava atrás dele de novo, pau nu na mão -- grosso, ruborizado, pendendo baixo e furioso, reluzente de pré-gozo e saliva. Parecia monstruoso entre seus punhos. Uma arma. Um castigo.

"De joelhos de novo", ele rosnou.

Jim obedeceu como um cachorro.

Ele caiu instantaneamente, pau balançando entre as coxas pegajosas, cu ainda aberto, joelhos afastados.

Angelo parou na frente dele, imponente -- pau na altura do seu rosto.

"Abra."

Jim abriu.

Angelo enfiou a cabeça de novo, mais devagar dessa vez -- observando o medo se misturar com luxúria nos olhos do garoto enquanto seus lábios envolviam a coroa.

"Isso mesmo", ele murmurou. "Ocupe seu lugar."

Ele agarrou um punhado do cabelo de Jim, forçou-o a olhar para cima -- olhos arregalados, boca esticada, baba já grudando no queixo.

"Diga."

Jim piscou.

"Diga o quê, senhor?"

Angelo se inclinou, voz suave como veneno. "Diga o que você é."

"Eu sou seu... eu sou seu paciente--"

Tapa.

Um estalo seco de palma na bochecha.

"Não. Você não é."

Jim gemeu, saliva voando.

A voz de Angelo cortou de novo, dura.

"Diga direito."

"Eu sou... eu sou seu chupador de pau."

"Mais."

"Eu sou sua vadia."

"Mais alto."

"Eu sou uma vadia chupa-pau! Seu brinquedo de garganta de merda--sua putinha boqueteira bicha!"

Ele estava tremendo. Pau duro. Buraco pingando lubrificante. Mente se estilhaçando.

Angelo sorriu.

"Aí está."

Ele ficou atrás de Jim de novo. Cuspiu na palma. Esfregou ao longo da base do próprio pau -- uma camada grossa de saliva e lubrificante deslizando sobre a carne grossa e cheia de veias.

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