Contos eróticos para ler inteiros.

Gays

O Criador de Bimbos

tintadekassandra19 min

— Estou te falando, é verdade — diz Rick.

Nós dois estamos sentados no sofá do apartamento dele, cada um numa ponta.

Não conheço o Rick há muito tempo. A gente se conheceu em Biologia 101 na faculdade comunitária local. Fomos colocados em dupla para um trabalho e descobrimos que tínhamos algumas coisas em comum. O Rick me convidou para ir ao apartamento dele pra bater um papo, jogar videogame e tomar umas cervejas.

O Rick tem vinte e poucos anos, como eu, e acho que eu o descreveria como um cara normal. Nem alto nem baixo, nem magro nem gordo.

Mas o que ele acabou de me contar é que uma parte dele não é nada normal, e sim bem especial.

Ele me disse que se um cara puser os olhos no pau dele, esse cara fica completamente incapaz de resistir a ele.

Eu, claro, disse que isso era papo furado. E agora ele está tentando me convencer do contrário.

— Você está me dizendo que se eu, um homem hétero que não tem nenhum interesse em fazer nada gay, olhasse para o seu pau, eu não conseguiria me controlar? — eu digo.

— Acontece toda vez, Chris. Nenhum homem resiste — ele diz. — É como um superpoder.

— Quem sabe seu pau pode ser a estrela do próximo filme da Marvel — eu digo.

Nós dois rimos.

— Tá — eu digo. — Digamos que eu acredito em você, o que não é o caso. Por que você não tem mulheres em cima de você?

— Bom, aí é que tá. Só funciona com homens. Quer dizer, até que me viro bem com as garotas, mas os homens enlouquecem com a minha ferramenta especial — diz Rick.

Agora não sei se ele está só me zoando. A gente estava conversando num tom de brincadeira, mas ele tem um sorriso confiante que me diz que ele está falando completamente sério.

— Continuo não acreditando em você — eu digo.

— Que tal uma aposta? — Rick pergunta.

— Tô ouvindo.

— Eu vou te mostrar meu pau, e se você conseguir resistir por 24 horas, eu te dou 500 dólares.

— Tão confiante assim? E como a gente define "resistir"?

— Ah, você vai saber. — Rick diz, com o sorriso se alargando.

Eu dou um gole na minha cerveja. O dinheiro certamente me cairia bem...

— E se eu não resistir? O que você ganha? — pergunto.

— Não se preocupa, essa parte se resolve sozinha.

— Aceito a aposta. — eu digo. Não tem como só olhar para o pau dele fazer alguma coisa comigo. — Dinheiro fácil.

A gente aperta as mãos para selar o acordo.

Rick se levanta do sofá e fica de pé na minha frente, então desabotoa a calça jeans e abaixa o zíper.

— Tá pronto?

— Vamos ver o que você tem.

Usando os polegares, ele empurra a calça e a cueca para baixo e deixa cair até os tornozelos.

Eu esperava ver algo absurdo, mas balançando entre as pernas do Rick está só um pênis comum. Ele é completamente depilado, e o pênis é circuncidado. O pau e as bolas dele parecem ser iguais ao resto dele... normais.

Nada de especial aqui, eu penso. Só um pau mole normal.

— Achei que você tinha dito que eu ficaria impotente pra resistir — eu digo.

— O efeito não é tão forte quando tá mole. Confia em mim, se estivesse duro você já estaria de joelhos.

Eu rio. — Tá, sei.

Mas percebo que quero vê-lo ficar duro. Não parece certo ele ali balançando, mole e sem receber atenção. Um pau desses merece ficar bem duro e gostoso.

Minha cabeça parece estar girando devagar. É só a cerveja, eu digo a mim mesmo. Mas e se não for?

— Chris — ouço Rick dizer.

— É?

— Você tá olhando pro meu pau faz 20 minutos.

— Hã? — Não tem como ter passado 20 minutos. Ele acabou de abaixar as calças.

Pego meu celular para ver as horas, e parece que é um esforço enorme desviar o olhar do pau dele.

Consigo mudar o foco para a tela do celular. Ele tá certo, faz pelo menos 20 minutos e eu estava encarando o pênis dele o tempo todo.

— Acho que você já viu o suficiente — diz Rick.

Ele se abaixa para puxar as calças.

Não, por favor, não guarda! eu digo na minha mente, mas consigo não falar em voz alta.

— São 11 da noite, amanhã a essa hora você vai me dever 500 dólares — eu digo, tentando soar mais confiante do que me sinto. Agora que o pau dele está de volta nas calças, sinto que consigo pensar mais claramente, mas ainda tem algo persistindo no fundo da minha mente.

— Vamos ver — diz Rick. — Bom, tá tarde e eu vou capotar. O sofá é todo seu.

— Beleza, valeu por me receber.

Ele vai para o quarto, e eu termino minha cerveja e me deito no sofá para tentar dormir.

Estou cansado e bêbado e tentando pegar no sono, mas minha mente fica me mostrando a imagem do pênis mole do Rick, balançando na frente do meu rosto. Tento imaginar como seria quando estivesse duro.

Por que eu me importo com como ele fica duro? Por que não consigo parar de pensar nisso?

Não, chega disso. É só um pênis. Não tem poder sobre mim.

Tento manter esse pensamento na cabeça e acabo adormecendo.

Mas meu sono é atormentado por sonhos. Sonhos com o pau do Rick. Nos sonhos, ele está duro e grande.

******

Acordo na manhã seguinte e meu pau está mais duro do que nunca. Está forçando contra a calça. As últimas imagens dos meus sonhos estão se dissipando.

Olho o celular. São 11 da manhã. Dormi por 12 horas e estou na metade do caminho para ganhar a aposta.

Eu consigo, penso enquanto vou ao banheiro para o xixi matinal. Ainda estou de pau duro e tenho que me curvar e mirar na privada. Quando termino, meu pau finalmente começa a amolecer.

Bebo água e jogo um pouco no rosto, tentando clarear a mente.

Tá, eu penso, como posso ganhar essa aposta?

Percebo que nunca estipulamos que eu tinha que ficar aqui no apartamento dele. Eu poderia ir embora e ficar longe do Rick e do pau dele até as 11 da noite, e eu ganharia.

Sim, esse é o plano. Vou simplesmente entrar no meu carro e ir.

Quando saio do banheiro, Rick está na cozinha.

— Ouvi você levantar — ele diz.

Ele está vestindo só cueca boxer e uma camiseta.

— Você teve bons sonhos essa noite? — ele diz.

O quê? Será que ele sabia?

— Como assim? — pergunto com cautela.

— Eu levantei mais cedo e vim aqui, e vi que você ainda estava dormindo. Você estava com uma barraca bem armada nas calças.

— Ah, sim, eu, hã, estava sonhando com a Rebecca Amberton. Estava comendo ela gostoso — gaguejo.

Rebecca é uma garota gostosa da nossa aula de Bio.

— Ah, aposto que sim — ele diz.

Estou prestes a dizer que vou embora, mas ele diz: — Quase esqueci, quero te mostrar uma coisa.

Ele está com o celular e puxando algo para eu ver.

— Você conhece o Sean McDonaldson? — ele pergunta.

Sean é da nossa aula de Bio. Ele tá no time de luta livre. Puro tipão de atleta machão.

— Sim.

— Olha isso.

Rick me entrega o celular, e quase deixo cair quando vejo a foto.

A foto é do ponto de vista do Rick, ele está de pé, e Sean está de joelhos. Os dois estão nus, e o pau do Rick está na boca do Sean!

Os olhos do Sean estão fechados e o rosto está franzido de concentração. Dá pra ver só um pouquinho da base do pau do Rick.

Imediatamente fico curioso sobre quanto do pau está na boca e na garganta do Sean.

Antes que eu possa dizer algo, ele passa o dedo na tela do celular, indo para outra foto.

Meu queixo cai quando vejo essa foto. Mais uma vez tem um homem nu chupando o pau do Rick. O homem é o Sr. Groverton, o renomado professor de física. Ele está olhando para a câmera, e a mão está perto do rosto, mostrando a aliança de casamento. Consigo ver 5 centímetros da base do pênis do Rick. Parece grosso.

Imagino como seria estar na posição dele, de joelhos com o pau do Rick na minha boca.

— Tenho muitas, muitas outras dessas — diz Rick enquanto tira o celular das minhas mãos. — Eu te disse, é inevitável.

— Bem, esse não vou ser eu — eu digo. — Aliás, já estava indo embora.

Tento me afastar, mas meus pés não se movem. Em vez disso, meus olhos se voltam para a virilha da cueca boxer dele. Consigo ver um contorno fraco de onde está o pau.

— Qual é o problema? — ele diz. — Achei que você ia embora.

Estou paralisado, incapaz de desviar o olhar ou me mexer.

— Quer ver de novo? — ele pergunta.

— Sim — eu digo. — Só uma olhadinha rápida antes de eu ir.

— Ah, claro, sim, só uma olhadinha rápida — ele diz com um sorriso. — Vou te mostrar de novo, mas com uma condição. Você tem que ficar de joelhos. Assim, você vai ter uma visão bem de pertinho.

Eu nem hesito. Me abaixo e fico de joelhos, e meu rosto fica na altura da virilha dele.

— Tira meu shorts — ele diz.

Estico as duas mãos e seguro o cós. Então puxo a cueca boxer para baixo e deixo cair aos pés dele. O pênis mole balança na minha frente, a poucos centímetros do meu rosto.

Parece só um pênis comum, mas meus olhos parecem colados nele. Continuo dizendo a mim mesmo que preciso levantar e ir embora.

Mas, em vez disso, digo: — Quero ver como fica quando está duro.

Não acredito que essas palavras saíram da minha boca. Olho para o rosto do Rick. O sorriso dele se alargou.

— Imaginei que você ia querer — ele diz. — Põe as mãos no meu pau, Chris. Deixa ele duro.

Minha mente dá um último e fraco grito de 'Não, não faz isso!' antes de meu braço direito se mexer e minha mão se estender em direção ao pau do Rick.

Agarro o corpo do pênis com os dedos, e o pau dele pula ao meu toque. Meu próprio pau ganha vida, e fico duro rapidamente.

Continuo puxando o pau dele, e ele continua crescendo e crescendo enquanto enche minha mão.

Em pouco tempo nós dois estamos com o pau duríssimo. Meu pau está forçando contra a parte de dentro da calça jeans. Minha mão está em volta do pau duro do Rick.

O pau dele é grande e grosso, provavelmente uns 20 centímetros de comprimento. É curvado para cima e tem uma cabeça roxa e carnuda.

Estou mexendo a mão devagar para cima e para baixo no corpo do pênis dele. O pau está irradiando calor.

Fico olhando para o buraquinho da ponta, fascinado ao vê-lo abrir e fechar com o movimento da minha mão.

O pau dele está enchendo minha visão e minha mente. Não consigo pensar em mais nada além do pau dele. Neste momento, parece que é a única coisa que existe no mundo.

— O que você tá pensando? — ouço Rick perguntar lá de cima.

— No seu pau — eu digo.

— É? O que tem o meu pau?

— É tudo.

Ele ri. — Você se sente como uma putinha sem cabeça?

Eu me sinto sem cabeça. E percebo que o pau dele está me deixando incrivelmente excitado.

— Sim — eu digo.

Ele ri de novo. — Sim, isso acontece. Eu chamo de "Cérebro de Bimbo". Meu pau desligou sua mente.

— Sim — concordo. — Isso parece certo. Sou uma bimbo com a cabeça vazia que só se importa com o seu pau.

As palavras estão saindo de mim sem pensar.

— Me diz o que você acha do meu pau — ele diz.

— Quero dar prazer a ele. Quero adorá-lo.

— Você quer ser uma putinha bimbo completa para o meu pau?

— Sim.

— Então faz.

Eu me inclino para frente e ponho a língua para fora. Quando a ponta da minha língua alcança a ponta do pau dele, eu giro a língua em volta da cabeça. O pau dele tem um gosto inacreditavelmente bom.

Deixo a ponta bem molhadinha, então deslizo os lábios sobre ela. A cabeça grossa e esponjosa passa pelos meus lábios e vai para a minha língua, enquanto meus lábios deslizam pelo corpo do pênis.

Rick geme baixinho. — Isso, Chris, chupa meu pau.

Continuo descendo a boca nele, e chego um pouco depois da metade quando a cabeça do pau bate no fundo da minha garganta.

Tenho uma leve ânsia, e meu pau explode enquanto gozo na calça.

— Mmmmmm — gemo em volta do pau dele e me apoio segurando as coxas dele enquanto meu pau continua jorrando porra.

Tem uma mancha escura e molhada se espalhando na minha calça jeans, onde a ponta está forçando contra o tecido.

— Ah, a bimbo fez uma bagunça na calcinha? — diz Rick.

— Mmhmmm.

— Então tira elas. Você pode ficar aí embaixo por um bom tempo e não vai querer ficar desconfortável. Aliás, por que você não fica completamente pelado?

Sem tirar o pau dele da boca, mudo de um joelho para o outro e consigo tirar a calça e a cueca arrastando. Fico surpreso quando meu pau salta para cima, ainda duríssimo. Normalmente ele amolece rápido depois que eu gozo, e leva pelo menos alguns minutos para ficar duro de novo. Mas ter o pênis magnífico do Rick na boca está me deixando muito excitado.

Percebo que não tem como tirar a camiseta sem tirar a boca dele. Relutantemente, deslizo a boca para fora do corpo dele, chupando enquanto faço isso. A cabeça se solta da minha boca com um estalo audível.

Tiro a camiseta bem rápido, sem nunca tirar os olhos do pau dele. Então o abocanho de novo, amando a sensação da carne quente nos meus lábios e na minha língua.

Desço de novo até a cabeça ficar mais uma vez contra a barreira da minha garganta. Tento forçar mais para baixo, mas meu reflexo de vômito é forte demais. Estou fazendo sons altos de engasgo.

— Aah, porra, isso, engasga nele. Se afoga no meu pauzão — diz Rick.

Estico a mão e agarro as nádegas dele, uma em cada mão. Puxo ele em direção ao meu rosto. Meus olhos estão lacrimejando.

Tento e tento, mas a cabeça do pau dele não entra na minha garganta. Me forço até sentir que posso vomitar e mal consigo respirar.

Tiro a boca do pênis dele enquanto tusso e suspiro por ar. Grossos fios de saliva misturados com pré-gozo estão ligando meus lábios ao pau dele.

Quando estou respirando de forma constante de novo, Rick diz: — Olha aqui pra cima.

Limpo as lágrimas dos olhos e olho para cima e vejo que ele está segurando o celular com a câmera apontada para mim.

— Tirei umas fotos boas de você engasgando — ele diz com um sorriso. — Agora vou gravar um vídeozinho. Beija a ponta do meu pau, mostra o quanto você ama ele.

Eu me inclino e pouso os lábios na cabeça do pau dele. Então olho de novo para cima.

— Eu amo o seu pau — eu digo.

Ele põe o celular no balcão e diz: — Seja uma boa bimbo e chupa mais o meu pau.

— Sim, senhor.

Com avidez, abocanho ele de volta. Desta vez, quando desço o máximo que consigo, deslizo de volta para a cabeça. Ponho as mãos nas coxas dele e começo um ritmo constante, balançando para frente e para trás no seu grosso membro.

Meus lábios estão deslizando pela pele dele, enquanto minha língua chicoteia para frente e para trás na parte de baixo. Sinto a uretra pulsar na minha língua quando ele flexiona o pau.

— Que chupador de pau bom — diz Rick.

Sim, eu sou um chupador de pau, penso. Isso é o que eu sou, isso é quem eu sou. Essa é a minha identidade. O pau do Rick e a minha boca são as únicas coisas que existem. Dar prazer ao pau dele é a minha vida.

Balanço mais rápido, querendo fazê-lo se sentir bem, querendo fazê-lo gozar.

Ele põe a mão na parte de trás da minha cabeça e empurra firmemente para baixo no ritmo do meu balanço. Ele começa a impulsionar os quadris no ritmo da minha cabeça.

Ele está enfiando o pau contra a minha garganta enquanto empurra minha cabeça para baixo.

Começo a fazer sons altos de engasgo enquanto ele enfia mais rápido e com mais força. Minhas mãos estão agarrando as coxas dele com força, tentando manter o equilíbrio enquanto balanço para frente e para trás de joelhos.

— Aaah, pooorra. Engole meu pau, Chris. Ama meu pau enquanto eu fodo sua cara de bimbo.

— Mmmmmmm — é tudo que consigo fazer entre os engasgos. E gozo de novo. Sinto meu pau latejar enquanto minha porra jorra no chão laminado da cozinha. Ele continua fodendo minha cara durante o meu orgasmo.

— Caralho, você ama isso pra caralho. Você ama quando meu pau fode sua boca.

Agora ele está com as duas mãos na minha cabeça, e está martelando minha cara sem parar. Meus olhos estão lacrimejando de novo e a pelve dele vindo na minha direção é um borrão.

— Porra, você vai me fazer gozar, Chris — diz Rick. — Tá pronto para receber minha porra, sua putinha bimbo?

Meus ruídos de engasgo e sons de chupada são minha única resposta audível. Mas na minha mente, estou ansioso para receber a porra dele.

Sim, eu penso. Sim, por favor. Permita-me dar prazer a você fazendo-o gozar. Me dá sua porra, senhor.

— Aí vem — ele diz. — Vou jorrar minha porra direto na sua garganta de putinha. Engole tudo, baby, não desperdiça nem uma gota.

Mais rápido e mais rápido, o pau dele como um pistão, batendo contra o fundo da minha garganta.

"Uhhhhh, poooooorra", ele grita.

As mãos dele agarram meu cabelo com força. O pau dele para de meter por cerca de meio segundo antes de eu sentir a cabeça inchar e então o pau dele flexiona enquanto um jato quente de porra sai da ponta e espirra no fundo da minha garganta.

Estou lutando contra a vontade de engasgar com o sêmen espesso dele quando outro jato sai.

Minha boca está enchendo rapidamente, e começo a engolir o mais rápido que posso. Nem percebo o gosto, só estou tentando garantir que engulo tudo. Quero ser uma boa gostosa e não desperdiçar nada da porra máscula dele.

Engulo e engulo, sinto o calor descendo pelo meu esôfago e entrando na minha barriga. O pauzão do Rick ainda está pulsando e jorrando porra.

Finalmente, as pulsações diminuem de força e a quantidade de porra a cada esguicho vai minguando. Consigo engolir tudo.

"Boa menina", Rick diz, soando sem fôlego.

O aperto na minha cabeça relaxa e ele tira as mãos. Ele move os quadris para trás e o pau dele vai saindo da minha boca.

Quando só a cabeça ainda está dentro, ele aperta a base e diz: "Chupa, garante que tira toda a porra."

Eu chupo a ponta e passo a língua no buraquinho. Sinto o gosto de mais algumas gotas que saem, e as engulo. Saboreio o gosto salgado enquanto desce pela minha língua antes de ir pela garganta. É o gosto que prova que fiz um bom trabalho agradando o lindo pau dele e fazendo-o gozar.

Ele tira o pau da minha boca e pega papel-toalha do balcão.

"Limpa a sua bagunça", ele diz, apontando para a pequena poça de porra no chão na minha frente.

Limpo a porra e me levanto para jogar as toalhas fora. Minhas pernas estão rígidas e fracas. Vejo o relógio no fogão, que marca 12:27. Fiquei de joelhos por bem mais de uma hora.

O tempo voa quando a gente está se divertindo, penso. E o que poderia ser mais divertido do que chupar o pau do Rick?

Depois de jogar as toalhas, me viro e vejo Rick ainda em pé na cozinha, pelado. O pau dele está amolecendo; está pendurado, mas ainda maior do que estaria completamente flácido.

Ando até minha pilha de roupas no chão e me abaixo para pegá-las e me vestir.

"Não precisa disso", Rick diz. "Você só ia tirar de novo daqui a pouco, mesmo."

"Quer dizer... a gente não... ou... você não... acabou?", gaguejo. Minha mente está girando.

Ele ri. "Ah, não, as coisas estão só começando. Eu ganhei a aposta, e temos o dia todo para aproveitar meu prêmio."

Olho para o pau meio duro dele, balançando entre as pernas. Tenho vontade de cair de joelhos de novo e colocá-lo na boca.

"O dia todo", ecoo. Consigo desviar os olhos do pênis dele e olhar para o rosto. "Sim, acho que eu gostaria disso."

"Essa é uma boa gostosa. Agora, vem comigo para a sala." Ele se vira e vai para o outro cômodo.

Eu o sigo, animada com o que vai acontecer em seguida.

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