Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

O Ânus Quente e Disposto da Mamãe

cainabook31 min

O Ânus Cálido e Disposto da Mamãe

Por Klrxo

Marci se movia freneticamente pela cozinha, equilibrando o bebê irritadiço contra o peito enquanto montava sanduíches de pasta de amendoim e geleia e palitos de cenoura para o almoço das outras crianças. Seus olhos dispararam para o relógio — já eram 7h45, e o marido estava prestes a sair.

— Querido, não esqueça a maleta! — gritou, a voz se elevando sobre o barulho, ao avistar a maleta abandonada em cima da mesa.

O movimento brusco sacudiu o bebê, que prontamente golfou em seu roupão delicado. — Ah, não... — murmurou, pegando um pano para combater a mancha que se espalhava.

Naquele momento, Jayden, seu filho de 18 anos, entrou arrastando os pés na cozinha, esfregando os resquícios de sono dos olhos. Marci o cumprimentou com um sorriso caloroso, que logo se congelou quando seu olhar caiu sobre a inconfundível tenda nas calças do pijama — um pau matinal saltitante, projetando-se das virilhas adolescentes.

Jayden murmurou um sonolento "Bom dia", alheio à situação constrangedora.

Os olhos bonitos de Marci se desviaram num piscar de olhos, as bochechas ardendo de vergonha. — B-bom dia, querido. O café da manhã está na mesa.

Ela se virou, escondendo desesperadamente o estado agitado ao focar intensamente em limpar o queixo do bebê. O que ela não conseguia ignorar era o jeito como seus mamilos gordos estavam endurecendo nos picos de seus peitos enormes de mamãe.

Jayden se acomodou na cadeira, puxando uma tigela de cereal para perto de si com notável cautela. Os olhos do garoto, atraídos como ímãs, devoravam famintos a forma de sua mãe loira enquanto ela se movia pela cozinha, o roupão sexy colando-se às suas curvas deliciosas como uma segunda pele.

Seu olhar queimava sobre o volume de seus seios gigantes, mal escondidos sob o tecido fino e esticado do roupão, ameaçando explodir sob a tensão do decote profundo.

Mais abaixo, o roupão moldava-se aos globos pronunciados de sua bunda suculenta e empinada, a forma firme e arredondada implorando por sua atenção.

Marci sentiu o peso escaldante do olhar do filho mais velho, um rubor quente e picante subindo pelo seu pescoço e incendiando sua pele. Cada terminação nervosa gritava contra o tabu, a inadequação dos olhos famintos do filho em seu corpo. No entanto, uma emoção sombria e vergonhosa percorreu-a, mesmo enquanto sua mente girava com humilhação.

Ela forçou o foco de volta para a mamadeira do bebê, as mãos tremendo apesar de sua vontade feroz de firmá-las, o ar ao seu redor crepitando com tensão e calor proibido.

O marido de Marci entrou na sala com a energia de um furacão, mal parando para plantar um beijo rápido em sua bochecha. — Preciso correr, querida! Tenho uma grande apresentação hoje. Te amo! — Sua voz ecoou com urgência enquanto bagunçava o cabelo de Jayden. — Tchau, campeão! Arrasa na escola!

Jayden respondeu com um grunhido baixo, o foco agora fixo nas profundezas da tigela de cereal.

Marci observou o marido desaparecer pela porta, depois roubou um olhar furtivo para o filho. O volume dele ainda estava inconfundivelmente proeminente, a carne da excitação pressionando o tecido fino. Seu coração acelerou, traindo seu turbilhão interno. Ela se repreendeu silenciosamente, redirecionando desesperadamente a atenção para o bebê nos braços, tentando afastar o calor que se insinuava sobre sua pele.

Assim que as crianças mais novas saíram correndo para pegar o ônibus escolar, Marci deitou cuidadosamente o bebê, agora adormecido, no berço. Voltando para a cozinha descalça, encontrou Jayden ainda largado na mesa, cutucando sem entusiasmo o cereal ensopado.

A mãe peituda sentou-se à sua frente, reunindo cada grama de coragem para a conversa desconfortável, mas inevitável.

— Jayden, querido... — Sua voz era uma mistura de determinação e temor. — Precisamos conversar. Ontem à noite, ouvi você no telefone com o Ryan. Você mencionou algo sobre "não conseguir entrar pela porta dos fundos amanhã"... O que exatamente você quis dizer com isso?

Os olhos de Jayden se arregalaram de alarme, as bochechas ardendo num vermelho vívido. — Ah, hum, n-não foi nada, mãe, sério. Só papo idiota de garoto — gaguejou, se remexendo na cadeira enquanto o olhar disparava para qualquer lugar, menos para a mãe.

Marci inclinou-se para a frente, o roupão de seda se abrindo para revelar o abismo do decote, os olhos penetrantes e inflexíveis. — Não pareceu nada. Por favor, seja sincero comigo; só estou tentando entender e ter certeza de que você está sendo seguro e responsável. — As palavras eram gentis, mas firmes, sem espaço para evasivas.

Jayden se contorceu desconfortável, o rosto agora um carmesim profundo e ardente. — Ai, caramba, mãe, precisamos mesmo falar disso? É tão constrangedor... — Ele podia sentir o calor da mortificação subindo pelo pescoço.

Marci estendeu a mão sobre a mesa, o toque suave, mas insistente, ao segurar a mão dele. — Eu sei que é estranho, querido, mas me importo com você e quero ter certeza de que está fazendo boas escolhas. Agora, por favor, me diga o que quis dizer com "porta dos fundos". — Sua voz estava calma, mas havia uma resolução inabalável por trás das palavras.

Jayden exalou pesadamente, os ombros caindo enquanto encarava o colo, sentindo-se completamente encurralado. — Tá bom, então... Hoje é, hum, para ser o "Dia Nacional do Sexo Anal".

— Dia... Nacional do Sexo Anal? — a mãe repetiu com uma expressão confusa. — Nunca ouvi falar disso.

— Bem, É uma coisa, e aparentemente é hoje — explicou o filho. — E eu disse ao Ryan que não ia... você sabe... "entrar pela porta dos fundos"... porque não tenho namorada no momento. — Cada palavra parecia um peso no peito, e ele se recusava a encontrar os olhos da mãe, afogando-se em vergonha.

De repente, a mãe jogou a cabeça para trás e riu roucamente, fazendo seus peitos gordos e de mamilos duros estremecerem. — Ah, querido, é só com isso que você está preocupado? Não tenha tanta vergonha, é perfeitamente natural que um garoto da sua idade seja obcecado por essas coisas. Só estou aliviada que você não está em nenhum tipo de problema.

Ela apertou a mão dele, os dedos queimando na pele dele. — E escute, já que estamos sendo honestos, também não vou participar do "Dia Nacional do Sexo Anal" — seu pai nunca soube apreciar o prazer de me possuir desse jeito. — Ela lambeu os lábios, os olhos brilhando com tristeza.

Jayden engoliu em seco, reunindo coragem. — Então... você gosta de sexo anal? — Sua voz falhou ligeiramente, mas seus olhos estavam acesos de curiosidade.

A respiração de Marci prendeu-se. Ela hesitou, guerreando consigo mesma, antes de finalmente assentir. — Sim, eu... eu gosto. Mas... isso provavelmente não é uma discussão muito apropriada para nós, querido.

— Qual é, mãe, já sou adulto, e fui honesto com você, não fui? Só estou interessado na perspectiva de uma garota sobre isso, sabe? — Jayden pressionou, inclinando-se para a frente atentamente. — Do que você gosta nisso?

Marci mordeu o lábio, as bochechas em chamas. — Bem, eu... eu acho que gosto da sensação...

— De que jeito? — o filho insistiu.

Marci olhou ao redor nervosamente por um momento, como se pudesse haver mais alguém na casa, mas sabia que, com exceção do bebê, estavam apenas ela e o filho. — Jayden, você não pode contar a ninguém que tivemos essa conversa.

— Não vou, juro — respondeu ele, o coração batendo a mil por hora. — Estou realmente curioso sobre por que você gosta da sensação.

— Bem, só, hum... ter um pênis duro se movendo pelo tubo apertado do meu ânus. — Sua voz caiu para um sussurro rouco. — O jeito como a glande gorda cava tão fundo no meu reto, me preenchendo e me esticando...

Os olhos de Jayden se arregalaram, a respiração superficial. Ele nunca tinha ouvido a mãe, geralmente reservada, usar palavras tão explícitas, e gostou muito. — Uau, isso é muito excitante — soltou o garoto, os olhos disparando para os botões túrgidos que se projetavam no roupão da mãe nos picos de seus melões arfantes.

Os olhos de Marci cintilaram para baixo, focando na inconfundível tumescência da ereção do filho. Calor líquido acumulou-se no fundo do seu ventre. — Adoro a ardência e o estiramento deliciosos quando uma haste grossa invade meu buraco mais proibido. A sensação intensa e cheia quando meu traseiro está completamente preenchido... — Ela foi diminuindo a voz, apertando as coxas uma contra a outra.

O ar crepitava com tensão elétrica, o desejo tabu saturando o espaço entre eles. Jayden olhava abertamente para o decote arfante da mãe, enquanto Marci fitava hipnotizada o contorno proeminente da ereção latejante do filho. Por mais errado que fosse, ambos se encontraram irremediavelmente excitados pela conversa inapropriadamente íntima.

— A gente devia, hum... provavelmente falar de outra coisa agora — sugeriu a mãe, virando-se abruptamente e indo para a pia.

Dylan a observou, o roupão de seda colando-se às suas coxas como o abraço de um amante. Enquanto ela se curvava sobre o balcão, sua bunda carnuda balançava hipnoticamente, o tecido fino fazendo pouco para esconder a prateleira luxuriante de seu traseiro. Ele podia até ver a fissura bem definida separando suas nádegas gorduchas.

— Ande logo e termine seu café, querido, senão vai perder o ônibus — advertiu a mãe, tentando varrer da mente os pensamentos de uma profunda penetração anal.

O pau de Jayden latejava no pijama, seus hormônios adolescentes rugindo como um incêndio florestal enquanto desejos proibidos consumiam seu cérebro. O pré-gozo subira pelo tubo da uretra, escorrendo pela fenda do mijo e deixando uma mancha úmida e viscosa nas calças do pijama.

Ele se imaginou espreitando atrás da mãe gostosa, as mãos agarrando seus quadris generosos, explorando as curvas inebriantes de sua bunda. Em sua fantasia, ela gemia, arqueando as costas, oferecendo-se completamente a ele. Imaginou rasgar o roupão dela, a faixa caindo para revelar seu corpo nu, um templo de luxúria pura e voluptuosa.

O sangue jorrou para o pau de Jayden, inchando-o a ponto de uma agonia requintada enquanto ele imaginava agarrar os orbes cheios e arredondados da bunda da mãe, separando rudemente as nádegas macias para revelar o anel delicado e enrugado de seu santuário mais íntimo.

Ele quase podia sentir o calor escaldante emanando da rachadura do traseiro dela ao imaginar pressionar a cabeça ingurgitada do seu pau contra aquela passagem tabu. Em sua imaginação febril, ele se via mergulhando para a frente, centímetro por centímetro excruciante, enterrando toda a haste na pegada pulsante e como um torno do ânus de sua própria mãe.

Marci permanecia alegremente alheia, cantarolando inocentemente enquanto limpava o balcão. Mas Jayden estava consumido por sua fantasia sombria e proibida, a respiração irregular e desesperada enquanto reivindicava sua mãe imaginária com estocadas duras e implacáveis.

Ele teve que morder os dentes no lábio para abafar o gemido primal que ameaçava escapar quando a imaginou lançando um olhar perverso por cima do ombro, os quadris recuando para receber sua surra frenética. O barulho obsceno e rítmico da carne da bunda batendo contra seu abdômen esguio ressoava em seus ouvidos como uma sinfonia selvagem.

— Jayden? Você está se sentindo bem, querido? — A voz da mãe cortou seu devaneio vívido como uma lâmina, puxando-o de volta à realidade.

Ele piscou rapidamente, o rosto se incendiando com uma mistura ardente de vergonha e constrangimento. — Ah, hum, s-sim, mãe, estou bem... — gaguejou, remexendo-se desajeitadamente debaixo da mesa. — Eu só estava, hum, pensando em... o-outra coisa...

O olhar de Marci desceu, e ela não pôde ignorar o volume inegável esticando as calças finas do pijama dele. Um sorriso sabido se espalhou por seus lábios. — De alguma forma, duvido que estivesse pensando em "outra coisa", rapaz — provocou, os olhos brilhando de diversão.

— Eu estava... mesmo.

Ela olhou de relance para a virilha dele, depois de volta para ele, os lábios luxuriosos se curvando com divertimento. — Bem, seu pênis está marcando bem alto no medidor de ereção — brincou. — Então é por isso que acho que você ainda pode estar remoendo a diversão safada do bumbum.

Jayden se contorceu em pura mortificação, o rosto queimando num tom impossível de vermelho enquanto lutava para esconder a ereção furiosa com mãos trêmulas. — Ai, caramba, mãe! — lamuriou-se, a voz tingida de desespero.

Marci riu baixinho, dando um tapinha compreensivo em seu ombro. — Tudo bem, querido, eu entendo. Você é um garoto em crescimento, com necessidades. Por que não vai cuidar disso antes da escola, hmm? — Ela assentiu com ênfase em direção ao quarto dele. — Acho que um pouco de "alívio de estresse" lhe faria bem.

— Tá, claro, obrigado, mãe — murmurou Jayden, a gratidão misturada à urgência enquanto se levantava da cadeira, praticamente disparando para fora da cozinha, impulsionado pela necessidade de escapar do constrangimento sufocante e do olhar sabido demais da mãe.

Marci o observou sair correndo, o sorriso desvanecendo enquanto balançava a cabeça. Sua expressão tornou-se dolorida, doendo com o conhecimento de que seu filho, tão cheio de virilidade, seria cruelmente negado dos prazeres do Dia Nacional do Sexo Anal. Sua respiração prendeu-se ao se lembrar da primeira vez que teve um pau enfiado em seu canal anal, a euforia, a dor requintada da rendição ao amante.

— Meu pobre garoto. — sussurrou, a voz pesada de desespero. — Apenas 18 anos, explodindo de energia sexual e aquele pau duro e latejante condenado a ficar insatisfeito no Dia do Sexo Anal. — Suas mãos se fecharam em torno dos pratos do café, os nós dos dedos ficando brancos. — Nenhum cu ansioso para apertar seu pênis tenro, nenhum suspiro de prazer para ouvir. É cruel. Injusto!

Uma pontada aguda de simpatia maternal apunhalou seu coração, rapidamente seguida por um pensamento sombrio e proibido. Uma imagem de si mesma, curvada sobre a mesa da cozinha, as mãos fortes de Jayden agarrando seus quadris enquanto ele a reivindicava por trás, invadiu sua mente. Ela tentou afastá-la, mas persistiu, queimando sua consciência.

— Marci, pare! — ofegou, horrorizada com sua própria depravação. — Ele é seu filho! Seu próprio sangue!

Ela atacou as panelas com vigor renovado, tentando esfregar a mancha de suas imaginações perversas.

No entanto, enquanto terminava suas tarefas, limpando os balcões com movimentos bruscos e agitados, a fantasia persistia. Escondia-se nas sombras de sua mente, um sussurro tentador e tabu que se recusava a ser silenciado.

Marci mordeu o lábio, tentando desesperadamente focar em suas tarefas, não se imaginar se abrindo para o filho, oferecendo seu cu a ele como um animal no cio. Mas quanto mais resistia, mais o desejo proibido queimava dentro dela.

A mãe agitada pegou o telefone, o coração martelando enquanto discava para sua irmã mais velha, Pam. Pam, sempre seu porto seguro, sua confessora, era a única para quem ela podia despejar esse desejo distorcido.

— Ei, mana, o que está pegando? — Pam atendeu, a voz um farol de calor.

— Pam, eu... Preciso da sua ajuda — gaguejou Marci, a voz sufocada pelo desespero. — Mas você tem que jurar que não vai me julgar. É sério.

— Juro pelo meu coração — comprometeu-se Pam, a voz firme e segura. — Você sabe que pode me contar qualquer coisa. Agora, o que está te corroendo viva?

Marci deu um suspiro trêmulo, a confissão explodindo dela como um segredo sombrio. — Aparentemente, hoje é o Dia Nacional do Sexo Anal e... e Jayden, ele não tem ninguém para... celebrar com. Eu ouvi a fome na voz dele, a decepção. Ele quer, Pam. Ele quer possuir alguém por trás, foder alguém no cu.

— Ok, hum... continue falando, Marci. Desabafe tudo — incentivou Pam, a voz tingida de antecipação.

— E eu... não consigo parar de me imaginar oferecendo meu cu para ele, Pam — sibilou Marci, a voz um sussurro distorcido. — Deixar meu próprio filho me reivindicar, bater o pau jovem dele através do anel do meu cu, só dessa vez, para que ele não perca. Não é doentio? Não é a coisa mais fodida que você já ouviu?

Pam ficou em silêncio por um momento, a pausa espessa de tensão. Então, sua voz cortou o silêncio, firme e segura. — Escute, Marci. Não é tão tabu quanto você pensa. Mães e filhos, às vezes se envolvem nesse tipo de coisa e, bem... sexo anal nem é o mesmo que sexo vaginal, então não seria como incesto de verdade, de qualquer forma. É só... um tipo diferente de proximidade.

— Sério? Você acha que é... que é ok para uma mãe e um filho ficarem próximos desse jeito? — Marci perguntou, o desespero ecoando na voz enquanto se agarrava às palavras da irmã.

— Claro que sim — afirmou Pam, o tom cortante e convincente. — Quero dizer, você ficaria surpresa com o número de mães que deixam os filhos enfiar no bumbum delas. Uma coisa boa é que você certamente não teria que se preocupar com ele te engravidar.

A mente de Marci acelerou, a respiração ofegante enquanto ponderava as palavras de Pam. — Mas... mas é traição, não é?

Pam zombou, a risada fria e áspera. — Traição? Por favor. Maridos são desligados, Marci. Eles vivem em seus próprios mundos. Uma vez, um maldito dia de penetração anal com seu filho, e seu marido nunca vai saber. Isso é sobre você e Jayden. O dever de uma mãe de tornar o dia do filho inesquecível.

Os olhos de Marci se arregalaram, o coração martelou enquanto as palavras de Pam despiam sua culpa, tornando o proibido cru e real. — Você realmente acha... que eu deveria me oferecer a ele? Deixar ele me foder no cu? Só dessa vez?

— Sim... eu acho! — instou Pam, a voz feroz. — Qual é a porra do mal? Você dá ao seu filho uma experiência incrível, você tira um prazer sujo para si mesma. Todo mundo ganha, Marci. Todo. Mundo. Ganha.

Jayden saiu do banheiro, a toalha mal presa à cintura, o corpo ainda pingando do banho escaldante. Ele congelou na porta do quarto, os músculos tensos quando seus olhos pousaram na cena crua e sem censura à sua frente.

Lá estava ela, Marci, sua própria mãe, usando apenas salto alto e posicionada como um animal à espreita, sua bunda nua e suntuosa apontada para ele como um prêmio. Ele sentiu um rosnado primal se formar na garganta enquanto seus olhos devoravam as curvas do corpo dela, demorando-se nos globos lisos e redondos de suas nádegas, tremendo a cada respiração antecipatória. Aninhado entre suas bochechas amplas, seu cu o chamava, um convite provocante.

— M-mãe? — deixou escapar Jayden, a voz uma mistura irregular de choque e luxúria. — O que você está fazendo?

Marci espiou por cima do ombro, o rosto uma tela de intenção perversa, bochechas coradas e olhos dançando com perigo. — Feliz Dia Nacional do Sexo Anal, bebê — arrulhou, a voz temperada com pecado. — Eu sei que você está doendo por isso, então a mamãe está te dando um presente. Meu cu é seu, querido. Tome-o. Me possua.

A mente de Jayden era um turbilhão de incredulidade e desejo. Isso não podia ser real, devia ser algum sonho fodido. Mas a visão dela, o cheiro do seu calor, bateu nele com uma força que o deixou tonto.

A toalha do adolescente caiu subitamente da cintura, atingindo o chão como uma bandeira caída, revelando sua ereção colossal. Ela saltou livre, feroz e rígida como um monumento esculpido em granito puro e polido com seda.

Seu pau era uma arma, maciço e grosso como um bastão de aço. Uma veia pulsante serpenteava pela parte inferior do tronco, latejando como um tambor de guerra. A cabeça roxa e inchada alargava-se como a coroa de um cogumelo atômico, já lustrosa com uma fina camada de pré-gozo, promessa de uma explosão iminente.

Os olhos de Marci brilharam enquanto ela devorava a visão brutalmente magnífica da ereção titânica do filho, um rosnado de aprovação vibrando em sua garganta. "Deus, você está pronto para me despedaçar, não está?" ela sibilou, a voz pingando luxúria e desafio. "Tudo bem, querido. Traga esse maldito monstro aqui e me mostre do que você é feito."

Com um sorriso selvagem, ela estendeu a mão para trás e cravou os dedos na carne macia de sua bunda carnuda, escancarando-se e apresentando seu buraco apertado e rosado como uma oferenda sacrificial.

Ela sacudiu o traseiro voluptuoso, fazendo seus peitos empinados balançarem e quicarem sob seu corpo como sinos de igreja convocando os fiéis. Seus mamilos estavam duros como diamantes, gritando sua necessidade primitiva.

Jayden estava hipnotizado, o coração batendo como uma britadeira enquanto ele absorvia o espetáculo carnal. As curvas dela ondulavam como um mar tempestuoso, e seu cu pulsava com um convite sombrio, desafiando o pau latejante dele a possuí-lo.

Em transe, ele deu um passo à frente, agarrando o tronco com dedos de ferro. Alinhou a cabeça de cogumelo com aquele alvo tentador, pronto para saquear e conquistar.

"Vai, bebê, enfia essa coisa monstruosa no buraco da mamãe de uma vez," comandou Marci, a voz um rosnado rouco e desesperado.

Ela se preparou, cada músculo tenso, antecipando a intrusão brutal. "Me abre ao meio! Destrói meu cuzinho apertado com essa besta!"

Jayden posicionou a cabeça bulbosa de sua ereção latejante contra o anel apertado do ânus dela. O botão de rosa dela tremeu, a carne rosada e escura contraindo e relaxando em antecipação. Ele esfregou a ponta lisa e coberta de pré-gozo ao redor da borda, provocando-a, fazendo-a gemer e se contorcer.

Com um rosnado gutural, o adolescente começou a empurrar para frente. A coroa de seu pau pressionou insistentemente contra o anel anal, buscando entrada. Marci gritou com a pressão intensa, seu corpo instintivamente resistindo à intrusão maciça. Mas Jayden era implacável, aumentando a força de forma constante.

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