Contos eróticos para ler inteiros.

Sedução Forçada

O Aniversariante

contosdejosi27 min

Esta é uma encomenda de um dos meus leitores. Eles tiveram a gentileza de me deixar postar aqui e compartilhar com vocês. Espero que gostem.

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"Vamos lá, gente, onde vocês estão me levando?"

"Você vai ver, cara. Não quero estragar a surpresa."

Sam está completando 21 anos hoje à noite. Seus amigos Derek, Nate e Ben o "sequestraram" para levá-lo a uma balada para comemorar seu aniversário. Vinte minutos atrás, eles o agarraram no estacionamento da faculdade, vendaram seus olhos e o jogaram no carro do Nate antes de saírem dirigindo pela noite.

No começo, o jovem entrou em pânico, já que não viu quem o abduziu, pois eles chegaram por trás. Ele pensou que ia acabar em uma banheira de motel barato cheia de gelo e sem seus órgãos. Felizmente, porém, um deles não conseguiu segurar a risada e explodiu. Sam, reconhecendo a voz do Ben, percebeu o que estava acontecendo e se acalmou.

"Que porra é essa, caras! Me caguei de medo!" Sam gritou, meio por raiva e meio por alívio.

"Desculpa, amigão, não resisti, tínhamos que respeitar a tradição." Nate responde, olhando pelo retrovisor enquanto continua dirigindo.

"Eu podia ter arrebentado a cara de vocês!"

Nate, Ben e Derek se olharam em silêncio por um segundo antes de quase estourar os tímpanos do Sam com a gargalhada que soltaram.

"Boa, Sammy, ainda bem que você não trouxe sua roupa de kung fu!" Derek retrucou entre dois chiados.

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Depois de uns trinta minutos de viagem, o carro para.

"Chegamos, tirem o aniversariante do carro e vamos começar a festa!" Nate diz enquanto desliga o motor e sai do carro.

Sam remove a venda e sai do carro. Ele olha ao redor para se situar. Ele nunca tinha estado ali antes. O grupo está parado no que parecia ser uma espécie de rua dos fundos, atrás da balada. Um pouco distante de onde os quatro homens estão, o prédio treme levemente com a música alta de grave batendo que se ouve por toda parte. Estava bem movimentado lá fora, pessoas sentadas nos degraus da entrada do prédio, ou encostadas na parede conversando, se beijando. Quando eles finalmente entram na balada, um homem forte, de barba espessa e vestindo um terno que parece apertado demais para seu conforto, para Sam para pedir a carteira de identidade. Quando Sam a mostra, o homem dá uma olhada rápida e gesticula para ele entrar, carrancudo para Sam.

Assim que entram, eles vão direto para o bar. Para chegar lá, Sam precisa manobrar entre casais dançando com o propósito de se excitarem e caras que estão próximos demais dele, balançando lentamente enquanto o álcool os faz perder qualquer resquício de coordenação. O DJ está tocando música eletrônica que parece sacudir o ambiente a cada batida. O volume da multidão garante que as letras, se é que são inteligíveis, passem despercebidas pelo ouvido humano. Uma nuvem espessa de suor e o cheiro doce de álcool preenchem o ar.

Eles chegam ao balcão, onde Derek dá um tapa vigoroso nas costas de Sam.

"Certo, então o plano é o seguinte, Sammy." Derek explica, elevando a voz o máximo possível para ser ouvido sobre a música. "Vamos encher a cara, nos divertir na pista de dança e depois, a parte realmente divertida, vamos atrás de umas garotas para a noite!"

Nate e Ben gritam "É isso aí!" enquanto batem as mãos no balcão.

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~Duas horas depois~

Depois de duas horas de bebedeira pesada, dança ridícula e troca de uma quantidade infinita de piadas obscenas com muitos tapas nas costas, os quatro amigos começam sua busca por aventuras de uma noite.

Ben, sendo o mais baixo de todos mas definitivamente o mais extrovertido, inicia uma conversa com uma ruiva de vestido verde de verão e sua amiga morena. A poucos passos das garotas, Sam podia ver Nate conversando com uma mulher de pele escura. Eles logo saem de sua vista e se dirigem aos banheiros femininos.

"Precisa de ajuda para arrumar uma mina?" Derek diz, rindo antes de ir para a pista de dança para ver o que consegue pescar.

Sam revira os olhos e volta para o bar. "Uma cerveja, por favor."

"Aqui, cortesia da gatinha ali." O barman traz um chope para o rapaz e acena na direção de uma garota sentada a cinco bancos de distância de Sam.

O rapaz vira a cabeça na direção indicada e a avista. Ela sorri para ele e começa a se aproximar. Ela está usando um vestido azul justo, curto o suficiente para mostrar suas coxas grossas e torneadas. Ela parece ter cerca de 1,65 m de altura, uma cabeça e meia mais baixa que Sam. Ela tem cabelo loiro curto e ondulado que se enrola na nuca. Olhos azuis, cílios grossos pintados de preto com sardas leves ornando seu rosto. Seus lábios brilhavam refletindo a luz da balada. Sua pele branca como pêssego faz Sam quase querer morder um pedaço para ver se é tão doce quanto parece. Conforme seus quadris balançam ao andar até ele, o garoto embriagado pôde admirar seu corpo curvilíneo. Sam tenta ser o mais sutil que um jovem bêbado e excitado pode ser ao secar o corpo de uma mulherão. Ela se senta ao lado dele e, ao se inclinar sobre os antebraços contra o balcão, seus seios pequenos e empinados pressionam o tecido macio do vestido azul, revelando um decote generoso.

"Como está o drink?" Ela diz com um sorriso.

"Hum, é. B-bom. Muito bom. Sim...muito...bom..." Ele desembucha, o cérebro ficando em branco com todo o álcool em que está mergulhado há mais de uma hora.

"Ficou com a língua toda enrolada, hein? Primeira vez que dá em cima de você numa balada?" Ela ri antes de tomar um gole do próprio drink. Ela parece estar gostando da falta de charme dele, provavelmente feliz por estar no controle.

"É meu aniversário hoje."

"Sério?" Ela retrucou com um sorriso malicioso enquanto olhava Sam de cima a baixo.

"Sim! Vinte e um. Meus amigos me arrastaram para comemorar." Sam explica e se vira para apontar para os amigos, mas eles já parecem ter sumido. "Acho que a comemoração acabou. Sou o Sam, a propósito."

"Grace, e não precisa acabar~" Ela se inclinou ainda mais perto, os olhos dele piscando um pouco ao sentir o perfume dela.

Um rubor se espalhou pelas bochechas de Sam e ele começou a tropeçar nas palavras: "Uh...eu...nós, gostaria...d-de...você sabe...ir...fazer alguma coisa..."

Ela puxa Sam para mais perto pela gola da camisa. "É assim que eu gosto de ouvir~" Ela se levanta e pisca para ele. "Vem, gatinho. Vamos tornar seu aniversário inesquecível."

Grace pega a mão de Sam e o guia para longe do bar, através da multidão dançante, até o banheiro masculino. Ela empurra Sam pela porta e o prensa contra a parede de uma das cabines voltadas para a entrada.

"Urgh. V-vai com calma-" Sam geme, mas é instantaneamente silenciado pelos lábios suculentos da garota colidindo com os seus. O jovem fica atordoado por um segundo, ele nunca tinha visto uma garota tão assertiva a não ser em filmes. Ele fecha os olhos e se deixa aproveitar o momento enquanto eles se beijam. Ambos gemem enquanto suas línguas dançam na boca de Grace, depois na de Sam, depois voltam para a de Grace. Depois de pouco mais de um minuto, Sam quebra o beijo para respirar. Grace, no entanto, não parece precisar de uma pausa, pois desliza seus lábios pelo maxilar e pescoço dele, alternando entre cobrir a área com beijinhos e deixar leves chupões. A loira desliza uma das mãos por baixo da camisa de Sam, acariciando lentamente seu peito definido, enquanto a outra agarra o volume que ela nota em suas calças. Grace aperta, arrancando um gemido dele.

"A gente...vai mesmo... fazer isso... tipo... aqui?" Sam pergunta incrédulo. Ele sempre sonhou em transar em um lugar público.

"Nunca fez nos banheiros de uma balada?" Grace provoca enquanto desfaz o cinto dele e puxa suas calças e cueca para baixo.

"Você é tão gostoso, puta merda~"

A mulher claramente excitada envolve a mão pequena e quente em volta do pau semi duro do rapaz e dá algumas punhetadas. O pré-gozo começa a escorrer, mas a vara não parece estar ficando mais dura ou maior. Grace ergue uma sobrancelha para o rapaz corado.

"Eu... hã... acho que bebi demais..." Ele diz, com uma voz envergonhada. Seu olhar evitando o dela.

Grace lhe dá um sorriso compreensivo e solta seu pintinho. "Tudo bem, não ia usá-lo mesmo~" Ela diz antes de girá-lo e prendê-lo contra a parede fria e provavelmente anti-higiênica.

"Uau... O-ok..." Ele solta, pego de surpresa.

"Alguém já lambeu seu cu?" Ela sussurra no ouvido dele, sua respiração quente e palavras causando arrepios na espinha dele.

"N-não. Não mesmo..." Ele responde nervosamente. O rosto de Sam ficou completamente vermelho. Ele já assistiu pornô de beijo grego e não era contra experimentar, especialmente depois de todas as histórias que ouviu dos amigos.

Seu coração começa a bater ainda mais rápido do que quando a beldade falou com ele pela primeira vez. A loira, em um movimento rápido, se agacha e puxa as calças e a cueca dele para baixo, expondo o bumbum liso e saltitante de Sam. Grace morde o lábio e não perde tempo em abrir bem as nádegas rechonchudas de Sam. Seus olhos crescem de desejo quando ela vê seu anel adoravelmente apertado. "Que cuzinho mais fofo!" ela exclama com um sorriso. Ela pressiona seus lábios macios e carnudos contra ele, plantando um beijo no topo do buraco virgem, saboreando o sabor doce e intocado.

Ela dá várias lambidas carinhosas no cuzinho, provocando Sam ao girar a língua em volta da entrada, mas nunca abrindo-a. O quadril de Sam empurrou e ele junta as mãos em frente à boca para abafar seus gritos.

"Não está acostumado a receber muita atenção aqui, hein?" Ela diz, notando a reação dele. O bafo quente que ela exala no fiofó dele após cada palavra faz o asterisco de Sam tremer. "Pffft, deixa eu resolver isso~!" Ela diz antes de dar um tapa de brincadeira em uma das nádegas.

Grace começa a bicar a entrada rosa várias vezes antes de sua língua empurrar com mais força a cada vez para forçar a abertura do esfíncter de Sam. Cada vez que o músculo molhado sai, o músculo externo o segura, contraindo-se, desesperado para manter o verme se contorcendo dentro.

"Nah-h-h-Hahhh..." Sam geme enquanto suas costas se arqueiam.

Grace ri da forma como o garoto fofo é receptivo e sensível e empurra seu cuzinho o máximo possível com a língua, chupando a borda e arrancando mais gemidos adoráveis dele.

Sam pode sentir aquele nó familiar se formando dentro do abdômen inferior, aquele nó que ele sente sempre que está prestes a gozar durante a masturbação. Ele cobre o rosto com as mãos e respira nelas ruidosamente para tentar se conter, pois não consegue acreditar que uma língua no cu está prestes a fazê-lo jorrar sem nem tocar no pau.

Ele range os dentes e choraminga enquanto seu pau se contrai preguiçosamente e dispara cordas de sêmen quente contra a parede. Sam desaba para a frente enquanto seu buraco espasma em volta da língua de sua amante conforme seu clímax o percorre.

Grace ri enquanto lambe as nádegas encharcadas de saliva dele até sentir que ele fica mole antes de se levantar.

"Adoro ver garotos tendo seu primeiro orgasmo anal. Sempre me deixa duro~" Ela diz, mais para si mesma do que para o garoto ofegante. Sam não percebeu isso, ocupado demais riscando um item da sua lista mental de desejos.

"Certo, agora que a preparação terminou, hora da verdadeira diversão~" Ela continua, um tom de malícia na voz.

Com Sam ainda descendo do ápice de seu orgasmo que nublava a mente, ele não percebeu Grace levantar a saia, abaixar a calcinha de renda preta e, acima de tudo, o pobre coitado não notou o monstro enorme de vinte e cinco centímetros babando e o saco grande preso à sua virilha saltando para fora. Ela coloca a mão esquerda em volta da cintura de Sam e deixa-a deslizar para agarrar uma das nádegas gordas, e usa a outra para apontar o mastro carnudo entre as nádegas do garoto. Ela provoca sua rabeta, roçando sua monstruosidade cheia de veias ao longo dela e pressionando seu períneo.

Sam é instantaneamente arrancado de seu êxtase. "Opa, Opa, Opa, Opa!!!" Seus olhos quase saltando da cabeça com a sensação. Mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, a mão de Grace empurra contra sua cabeça, prendendo-o na parede mais uma vez.

"V-você é homem?" A voz de Sam falhou com o choque. Ele deixou um homem lamber seu cu e lhe dar a melhor gozada da sua vida.

"Sim. Difícil de acreditar, eu sei. Você não imaginaria que esta gracinha tem uma piroca de burro. Dá muito trabalho esconder este menino mau, também~" Ela flexiona o pau entre as pernas dele e cutuca seu saco menor por trás para enfatizar seu ponto.

A coisa tinha quase a largura do antebraço dele e estava coberta de veias pulsantes. Era incircunciso, o prepúcio estava esticado sobre a glande, criando uma grande tenda na cabeça, sem cobri-la totalmente. Cada centímetro de seu comprimento estava revestido de pré-gozo, dando-lhe um aspecto úmido. Embora não pudesse ver, Sam sabia que não queria aquela coisa dentro dele. Certamente o mataria ou ferraria seus órgãos. O garoto lutou para se libertar, tentando se torcer, mas a combinação de álcool e um orgasmo alucinante transformou seu corpo e músculos em gelatina.

"P-por favor. E-eu não quero isso, por favor..." Ele implora. "A gente pode fazer o que você quiser, só, eu te pago!"

Mas o femboy não o ouviu. Ou melhor, ele ignorou seus pedidos enquanto colocava sua cabeça de pau latejante em cima do buraquinho fechado e viscoso. Com um sorriso maligno no rosto, ele aplicou pressão suficiente para seu faz-viado romper o pequeno orifício.

"É isso que eu quero~"

Sam grita ao sentir a vara grossa e invasora pressionando com mais força contra seu fiofó e sente que ele realmente começa a se abrir.

"E logo, você não conseguirá viver sem isso~"

Um estalo molhado e úmido ecoa pela sala quando o pau grosso de Grace rompeu o anel rosa e vermelho de Sam, roubando sua virgindade anal. Seu túnel interno apertado estava se esticando para acomodar o intruso enquanto seu tronco de carne era forçado para cima em seu canal anal, pouco a pouco a cada estocada.

"AAAARGGHH! PORRA..!! MERDA!!!"

Sam se debate, mas seus esforços só o cansavam mais rápido. Com um empurrão final, Grace enterra seu comprimento total dentro das tripas do garoto e vai até o fundo.

"PpPorrra..." Ele grunhe com os dentes cerrados. O femboy deixa seu pau repousar na barriga da sua vítima, apreciando a sensação quente e aconchegante das entranhas de Sam tentando o melhor para esmagar e expulsar o objeto estranho. "Como estamos, aniversariante~?" Ele provoca. Quando não recebe resposta, ele contrai os músculos da pélvis e flexiona o pau dentro dele, arrancando um gemido do passivo. "Eu disse: Como estamos, aniversariante~?"

"V-VÁ SE FODER!"

"Se você insiste~"

Grace puxa para fora até restar apenas sua glande dilatada e se joga para dentro novamente, e repete isso algumas vezes, gradualmente aumentando o ritmo de seus quadris e com ele, a força que aplica para arrombar o buraco carnudo de Sam. Enquanto acelera o passo, Sam pode sentir a borda do seu ânus sendo puxada junto, sem querer deixar o pau de cavalo do garoto feminino para trás, arrancando mais gritos de Sam a cada retirada e investida penetrante.

Suas bolas enormes e pesadas batem contra as do garoto, contribuindo para a sinfonia do seu cu arrebentado a cada martelada. As palmadas molhadas enchendo o ambiente, acompanhadas pelos gemidos de Sam, pelo cheiro másculo de sexo e pelo almíscar igualmente másculo de Grace fazem a loira se sentir no paraíso. É tão bom que o pau dele quase murcha, e se não fosse por sua resistência natural e autocontrole insano, ele teria ejetado galões de creme dentro de Sam.

"Porra... Que boceta de macho deliciosa..." Grace geme baixinho.

Grace abre bem a bunda do seu brinquedo sexual, certificando-se de não perder nenhum vislumbre e som da boceta de Sam se agarrando desesperadamente ao seu pau cada vez que chega ao fundo. Pelos próximos cinco minutos, Grace o fode até deixá-lo atordoado. O cérebro do viadinho começa a se transformar em mingau à medida que o prazer lhe é forçado, seus membros param de lutar, cansados demais para isso. Logo, seu corpo está todo tremendo enquanto os gemidos se transformam em balbucios e seus olhos reviram.

O garoto bem dotado percebe isso e ri. "Começando a gostar desse pau nas suas entranhas, não é, gatinho~"

Sam é rapidamente reduzido a uma bagunça suada e babando enquanto é fodido até ficar estúpido.

"Vou considerar isso um sim~" Ele para de arruinar as entranhas de Sam por um segundo e então muda o ângulo. Ele fica na ponta dos pés e puxa a bunda de Sam para baixo.

Sam sente o tronco de foda se mover para baixo e depois para cima, seus olhos se abrem quando sua próstata é esmagada e destruída sob o puro tamanho e poder do pau do seu ativo feminino. Seu grito e guincho se misturam com gemidos enquanto a dor repentina se transforma em prazer.

"Porra! Porra! Por favor! AAAAHHHHhhHNN!! Fffffuuu..."

A boca e as mãos de Sam não estão mais tentando abafar qualquer som enquanto o masoquista começa a desejar mais. Grace fornece mais enquanto enche a boceta de macho apertada com mais centímetros de sua cobra cheia de veias a cada estocada poderosa. A pressão é demais para Sammy e ele logo jorra fios de porra grossa. Ele arranha a parede enquanto dispara sua carga mais uma vez. Seu fiofó aperta em volta de Grace, quase como se estivesse tentando ordenhá-lo, pois continua sugando seu pau com toda a força.

— MERDA! APERTADO! D-deixa eu...!! PORRA — Grace pragueja e range os dentes. Leva dez estocadas para Grace atingir um orgasmo que o faz gozar dentro dele, paralisante e esvaziante. Mas a femezinha não quis tirar; pelo contrário, preferiu deixar suas enormes bolas se esvaziarem dentro de seu brinquedo e marcá-lo com seu sêmen potente.

A sensação de seu buraco e cólon sendo inundados com gosma branca e quente de bebê faz Sam estremecer e gemer. O odor pungente e o calor se espalham por seus túneis internos. Com um som alto e úmido, o ativo finalmente remove sua vara reluzente. Sua besta murcha ainda apontada para frente como uma agulha de bússola, uma fonte de fluidos misturados sai do cu de Sam e começa a formar uma grande poça no chão.

— Deus! Essa foi uma das bocetas de porra mais apertadas e quentes que já estourei. — Grace comenta enquanto Sam tenta se recompor. Seus pensamentos estão embaralhados como um ovo cozido. — Qual é o seu nome mesmo, fofinho~?

De repente, Grace ouve passos vindo lá de fora. — Merda, rápido, pra dentro! — Ele força Sam para dentro de uma das cabines e o segue, fechando a porta atrás deles.

— É, mano, aquela mina é uma PIRANHA!! — Dois homens entram no banheiro e vão para a pia. Os dois parecem que vão ficar um tempo ali, pois começam a conversar e divagar sobre garotas e trabalho.

Sam e Grace esperam pacientemente que eles saiam. Ele está sentado no vaso com o pau da femezinha, que endurece rapidamente, apontado diretamente para o seu rosto. Ele engole em seco e então olha para cima, para o sorriso cruel e sádico de Grace, que lambe os lábios para Sam.

— Não me culpe, culpe a si mesmo por ser essa gracinha~ — Ele diz enquanto bate sua monstruosa vara de carne no rosto de seu brinquedo, espalhando a meleca de suas bolas por todas as belas feições de Sam.

— Vou te emprenhar até sair pelos ouvidos, vou curtir te alimentar meu pauzão de touro e ver quantos galões de semente seu corpinho pequeno aguenta antes de jorrar pelo seu buraco de merda... — Ele provoca, ou melhor, promete, e força a cabeça de seu pau para dentro da boca macia, molhada e quente de Sam. Ele solta um gemido de satisfação.

— ...Agora começa a chupar, vadia.

Mas Sam ainda tinha um pouco de luta dentro de si. No entanto, a única maneira de demonstrá-la era lançando olhares desafiadores e furiosos para o dono do pau. Ao que a armadilha pauzuda sorri e lentamente leva a mão ao trinco da porta, destrancando-a devagar. Os olhos de Sam se arregalam e ele rapidamente começa a trabalhar a língua ao redor da glande coberta pelo prepúcio, a haste e cada parte que consegue encaixar na boca e ao redor da língua.

— Tão fofo... Tão divertido... — Grace murmura enquanto se empurra mais para dentro do buraco facial de Sam e garganta abaixo, forçando o pobre coitado a lutar contra o reflexo de vômito enquanto lágrimas rolam por suas bochechas e se misturam com a gosma grossa da femezinha já espalhada por todo o seu rosto.

— Sua garganta de vadia é tão gostosa... — Ele geme. O que preocupa Sam, temendo que os outros possam ouvir.

Ele rapidamente estabelece um ritmo implacável, fodendo o rosto de Sam até deixá-lo uma bagunça espumosa e pegajosa de saliva e sucos de pau.

A conversa dos dois homens do outro lado da cabine silencia quando eles percebem os estranhos sons de ~GLUCKGLUCK~ da besta da armadilha rasgando a garganta de Sam ao meio e os barulhos de ~PLOPLOP~ de suas bolas cheias de creme batendo contra o queixo do garoto. O sorriso sádico de Grace se alarga, pois o pensamento de que essas duas testemunhas podem descobrir o que está acontecendo deixa a loira eufórica. Os únicos sons ouvidos são sua carne de foda perfurando a parte mais profunda do túnel apertado de Sammy, os ~schlicks~ molhados da boca de Sam lutando para respirar através do abuso carnal que seu buraco bucal está sofrendo, e o constante ~Plap~ que suas enormes bolas produzem a cada balanço.

— Uurgh, Porra, acho que vou...

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