No Cinema - Classificação XXX
No meu aniversário de vinte e um anos, duas das minhas irmãs de fraternidade mais próximas me levaram para comemorar. Fomos a um bar numa parte meio barra-pesada da cidade, não muito longe do campus, e lá pedi meu primeiro drinque "legal". Sally, Jenny e eu já estávamos ficando bem alegrinhas quando a conversa tomou um rumo meio picante. Jenny me perguntou se eu já tinha ido a um cinema adulto.
"Eu? Não, claro que não." A pergunta dela me pegou totalmente desprevenida.
"Ah, Kim, você não sabe o que está perdendo." Jenny disse. "O Danny me levou uma vez e foi muito louco. Tinha uns caras sentados nas fileiras de trás batendo punheta e a gente até viu uma garota fazer um boquete num velho. Foi tão excitante... depois, fiz o Danny dirigir até o mirante e... bom... a gente se divertiu no banco de trás."
"Meu Deus! Você tá brincando, né?" Eu disse, meio chocada, já que sempre achei a Jenny meio certinha.
"E você, Sally? Já foi alguma vez?" Jenny perguntou.
"Bom, não, mas o Mitch e eu assistimos uns DVDs pornôs do pai dele uma vez... o Mitch disse que o pai tinha escondido onde achava que ninguém ia encontrar." Sally disse. "Mas você tem razão, Jenny, pornô é realmente excitante. Mitch e eu transamos no sofá enquanto assistíamos ao filme. O Mitch me desafiou a fazer tudo que a garota do filme fazia... foi tãããão quente! Eu adorei."
"Ai, meu Deus... o que você fez?" Eu disse, sem saber se estava mais surpresa com a confissão da Sally ou com a Jenny ter trazido o assunto à tona.
"Bom... ahhhh..." Sally gaguejou.
"Vamo lá... você tem que contar!" Jenny insistiu.
"Eu deixei o Mitch gozar na minha boca. Nunca tinha feito isso antes, mas gostei muito; agora deixo ele fazer isso toda hora. E..."
"Desembucha!" Eu disse quando a Sally fez outra pausa.
"A gente fez anal."
"Ah, isso é tão quente!" Jenny disse. "Nunca fiz, mas acho que gostaria de tentar... mas o Danny só gosta de papai e mamãe."
Toda essa conversa sobre sexo estava começando a mexer comigo; embora as bebidas também fossem um fator contribuinte, tenho certeza. Eu era a única das três que estava sem namorado no momento e, por isso, não ficava com um cara há meses. É verdade que eu gozo quase todo dia com meu vibradozinho, mas não é a mesma coisa. Então, enquanto ficávamos ali sentadas bebendo e falando sobre boquete e sexo anal, eu começava a sentir uma certa melação entre as pernas toda vez que as cruzava.
Por outro lado, também podiam ser os caras da república sentados no bar que estavam tão obviamente olhando para cima da minha minissaia toda vez que eu cruzava as pernas, o que era parcialmente responsável por me deixar excitada e incomodada. Porém, confesso que eu cruzava e descruzava as pernas com frequência só para ver a reação deles... acho que posso ser um pouquinho safada às vezes.
Jenny virou o que restava do drinque e disse: "OK, meninas, é o seguinte. Tem um cinema adulto a três quarteirões daqui. Sally, você e eu vamos dar à Kim um presente de aniversário que ela nunca vai esquecer!"
"Ah, sim!" Foi a resposta imediata de Sally, e ela virou o que restava do drinque dela também. "Vamos, Kim... termine seu drinque."
"Ei, escuta... eu não acho que eu..."
"Bobagem!" Jenny disse e agarrou meu braço. Dei um último gole no meu drinque enquanto Jenny me puxava da cadeira e me empurrava em direção à porta do bar. Ouvi alguns comentários indecentes dos caras da república quando saímos, e eu estava começando a me arrepender de não ter ficado no bar. Tenho certeza de que teria "dado sorte" se tivéssemos ficado mais um pouco.
Enquanto íamos em direção ao cinema pornô, tentei argumentar que não era seguro, dado o bairro em que estávamos, e apontei que a área do cinema pornô era ainda mais barra-pesada. Sally sacou uma latinha de spray de pimenta que o pai dela tinha dado e disse que podia dar conta de qualquer um que encontrássemos pelo caminho. Não tendo mais desculpas, deixei minhas amigas me arrastarem para o cinema de filme triple-X.
No cinema, compramos nossos ingressos e entramos no saguão. Tinha um cara negro grandão lá recolhendo os ingressos e arrancando os canhotos, igualzinho a qualquer cinema normal.
"Identidade, por favor", ele disse enquanto pegava nossos ingressos.
"Hã?" Eu disse.
"Você tem que ter 18 anos pra entrar, mana." Então cada uma de nós pegou a carteira de motorista na bolsa.
"Satisfeito?" Sally disse com um sorrisinho sarcástico. O segurança não disse nada, mas deu a Sally um olhar que parecia dizer que se ela abrisse a boca de novo, estaria na rua num piscar de olhos.
"Vamos." Eu disse, e empurrei minhas duas amigas para dentro do que notei ser um lugar horrível e nojento.
"Eca, tudo parece tão... tão... imundo!" Sally disse, obviamente tendo chegado à mesma conclusão que eu.
Sally se virou para o segurança e gritou. "Ei, onde a gente compra pipoca?"
O cara negro simplesmente mostrou o dedo do meio para ela.
"Vamos!" Jenny disse, e todas nós entramos correndo no cinema. Paramos na entrada da sala de exibição para dar aos nossos olhos uma chance de se ajustar à escuridão. Logo ficou evidente, quando finalmente conseguimos enxergar, que a maioria dos assentos estava vazia — tinha talvez umas trinta ou quarenta pessoas no lugar. Um filme já estava em andamento, com corpos nus se contorcendo por toda a tela.
Sally soltou um grande suspiro. "Ah, droga! Perdemos os desenhos animados." Todas rimos, mas meio nervosas, sem saber exatamente o que esperar naquele lugar sinistro.
"Vem, esta fileira aqui." Jenny sussurrou. Ela tinha ido um pouco à frente e estava parada ao lado de uma fileira de assentos perto do fundo do cinema. Sally e eu fomos pelo corredor até Jenny, e ela me empurrou para a fileira que havia escolhido, à frente dela e de Sally.
Ouvi ela e Sally rindo baixinho enquanto eu começava a sentar no terceiro assento.
"Não... não... continua indo." Jenny disse enquanto incentivava Sally a me empurrar mais para o fundo da fileira.
Tentei me virar e perguntar qual era o problema enquanto me movia pela fileira, mas Jenny só dizia "continua indo". Então, não vi o cara sentado no escuro no meio da fileira; quase caí em cima dele.
Me virei para ele e disse o mais baixo que pude, "desculpa". Então notei como ele parecia desleixado, apesar da luz fraca do cinema. Ele obviamente não se barbeava havia dias e parecia muito mais velho que o meu pai. Me virei de volta para Sally e Jenny para protestar que não poderíamos de jeito nenhum sentar ao lado de um personagem tão mal-encarado, apenas para descobrir que Jenny e Sally já estavam sentadas. Elas tinham me deixado o assento bem ao lado do cara como minha única opção. Jenny se inclinou por cima da Sally, agarrou meu braço e me puxou para aquele assento antes que eu tivesse chance de passar por elas e fugir.
Enquanto me acomodava no assento, olhei para minhas amigas e vi que elas estavam de cabeças juntas, sussurrando algo uma para a outra. Tentei me inclinar e interromper a conversa secreta delas para dizer que precisávamos nos mudar, mas elas me ignoraram.
Jenny apontou para a tela e vi o queixo da Sally cair; também a ouvi prender a respiração — obviamente chocada com algo. Isso chamou minha atenção, então olhei para a tela e vi o maior pau negro que já tinha visto entrando e saindo da buceta depilada de uma loira enquanto ela alternadamente chupava outros dois paus enormes. Como Sally, eu também fiquei hipnotizada e logo senti um fervilhar em minhas entranhas.
"Ai, meu Deus." Eu disse, para ninguém em particular. Enquanto eu ficava ali sentada vendo o cara negro comendo a loira e ouvindo seus gemidos e guinchos de prazer, algo no canto do olho chamou minha atenção. Virei a cabeça levemente para a esquerda e vi que o velho ao meu lado tinha uma jaqueta leve sobre o colo e a mão direita debaixo da jaqueta, claramente se movendo para cima e para baixo com um movimento rápido.
"Ah, merda!" Eu disse. Me virei para Sally e Jenny e agarrei as duas.
"Esse tarado aqui do meu lado está batendo punheta!" Eu sussurrei meio alto, tentando enfatizar a gravidade da minha situação. "A gente tem que sair daqui!"
"Ah, caramba... deixa eu ver." Jenny disse. Jenny se inclinou para frente o máximo que pôde para ver ao redor de Sally e de mim e engasgou ao ver que o velho realmente estava batendo uma. "Ah, isso é tão quente!"
Sally também estava olhando o cara tocar a própria rola debaixo da jaqueta e apenas riu baixinho. Com toda a comoção que Jenny e Sally estavam fazendo, o cara nos notou, e também o fato de que estávamos todas olhando para ele. Ele desviou a atenção das pessoas transando na tela e olhou para nós.
"Vocês, garotas, querem dar uma mãozinha aqui?" Ele sorriu um sorriso malicioso cheio de dentes... diretamente para mim.
"Ei, é... Kim... dá uma mão pro cara." Jenny disse, rindo.
"Você SÓ pode estar brincando!" Eu me virei para Jenny e protestei. Enquanto eu estava distraída pela sugestão absurda de Jenny, o cara colocou a mão no meu pulso esquerdo e rapidamente guiou minha mão para o colo dele, e a próxima coisa que soube, eu estava segurando um pau bastante grande e extremamente duro.
"Isso, bebê... toca uma... assim." Ele disse e colocou a mão sobre a minha, apertou forte e começou a mover minha mão para cima e para baixo em seu membro.
Dei um gritinho abafado e meu coração disparou; fiquei pasma. Tentei puxar minha mão, mas o cara a segurou firme em volta de seu membro inchado e continuou a me fazer tocar sua rola. Sally se inclinou sobre meu ombro; ela estava maravilhada.
"Ah, Kim, me deixa ver! Amor, isso é tããão quente... faz ele gozar, Kim! Quero ver ele gozar."
Apesar do meu choque inicial, eu realmente gostei da sensação do pau grande do cara na minha mão e percebi que estava ficando ainda mais molhada do que momentos antes, quando assistia ao show de sexo na tela. Então, comecei a tocar o pau do cara eu mesma. Sally passou o braço em volta de mim e puxou a jaqueta do colo do cara para poder ter uma visão melhor; e o cara simplesmente se recostou no assento e curtiu toda a atenção — gemendo um pouco enquanto minha mão masturbava seu membro rígido.
"Ah, Kim... me deixa fazer isso um pouco." Sally disse depois de um ou dois minutos me vendo fazer uma punheta no velho. Ela deslizou da beirada do assento e veio para perto de mim, para poder se ajoelhar na frente do cara. Sally agarrou o membro do cara logo abaixo de onde eu o segurava; então eu soltei.
"Ah, olha... pré-gozo." Sally exclamou. De fato, uma grande gota do fluido transparente havia se formado na ponta do pau dele. Sally se inclinou e a lambeu com uma longa e sensual passada de língua.
"Hmmmm... uma delícia." Ela disse suavemente. Notei, enquanto Sally saboreava os fluidos do tarado, que a outra mão dela estava subindo por debaixo de sua própria saia. Eu sabia o que ela estava prestes a fazer.
"Nossa, Sally, não acredito que você acabou de fazer isso!" Tentei sussurrar, mas saiu meio alto. Então soltei um gritinho. Bem quando eu estava repreendendo Sally, senti uma mão sendo colocada na minha perna nua, bem na barra da minha minissaia. Assim que a mão tocou minha coxa, ela se moveu rapidamente perna acima, empurrando minha saia curta para cima, até eu sentir os dedos pressionando asperamente contra a renda da minha calcinha fio-dental. Apesar do meu choque, foi tão bom que instintivamente abri mais as pernas para dar acesso mais fácil.
"Ah, merda!" Eu exclamei, tentando não ser muito barulhenta e atrair a atenção dos outros frequentadores do cinema. No começo fiquei espantada, mas enquanto assistia Sally tocar o cara ao meu lado e sentia os dedos dele pressionando e me acariciando através da calcinha, decidi: que se dane, posso muito bem aproveitar todas as deliciosas sensações que minha buceta estava me dando.
"Não para!" Eu disse ao cara. "É tããão bom." Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo; quão descarada eu estava sendo, e a Sally — que putinha ela estava se revelando.
A essa altura, Jenny tinha se mudado para o assento ao meu lado — aquele que Sally havia desocupado para se ajoelhar na frente do cara que ela estava masturbando.
"Ah, Kim... como é que tá a sensação... você tá toda molhada, amor?" Jenny tinha se inclinado e estava sussurrando no meu ouvido. Minha respiração estava vindo em uma série de arfadas curtas e eu não conseguia responder, mas eu sabia que Jenny podia perceber que eu estava realmente curtindo o cara me apalpando.
Em seguida, os dedos do cara empurraram o tecido delicado da minha calcinha para o lado. Seus dedos mergulharam entre meus lábios externos e ficaram muito escorregadios com meus fluidos copiosos. Então senti o dedo dele deslizar pela minha racha até encontrar meu clitóris inchado. Um fogo elétrico percorreu todo o meu corpo, fazendo meus dedos dos pés formigarem; meus quadris se inclinaram para cima por vontade própria para aumentar a pressão e o prazer dos dedos dele. Então ele começou a beliscar e apertar meu clitóris escorregadio, o que me deixou enlouquecida de luxúria.
Eu guinchei. Fechei os olhos; joguei a cabeça para trás e senti uma mão sendo colocada gentilmente sobre minha boca.
"Não tão alto." Jenny sussurrou. "Você vai fazer todo mundo do cinema vir para cá." Ela disse enquanto tentava abafar os sons do meu desejo lascivo.
Mas era tão bom. Antes que eu pudesse chegar ao clímax, os dedos dele deixaram meu clitóris latejante e foram explorar. Pela minha fenda, os dedos dele serpentearam até a ponta de um dedo entrar em mim e começar uma penetração lenta e deliciosa. Eu apenas gemia o mais baixo que podia.
Abri os olhos e me virei para olhar o cara e vi que Sally não estava mais o masturbando. Em vez disso, sua boca envolvia totalmente o pau dele e ela estava se movendo lentamente para cima e para baixo ao longo de seu membro.
"Continua assim, bebê, que eu vou explodir na sua boquinha linda a qualquer segundo." Ele disse suavemente. Fiquei surpresa com a voz dele; eu esperava uma aspereza que combinasse com sua aparência. Mas, em vez disso, sua voz transmitia uma sensação de gentileza não totalmente consistente com estar num cinema triple-X e se divertindo com um par de universitárias.
Eu meio que esperava que Sally parasse de chupar o cara, já que ele tinha acabado de dizer que estava prestes a gozar, mas em vez de parar por medo de receber uma boca cheia de porra, Sally aumentou o ritmo e em segundos vi o cara enrijecer e ouvi um gemido abafado dele. Enquanto eu observava, um fiozinho ralo de porra escorreu pelo comprimento do membro dele, onde se misturou e se perdeu em sua espessa moita de pelos pubianos. Sally continuou a chupar o pau dele.
Quando o cara gozou na boca da Sally, a tensão de seu alívio o fez enfiar involuntariamente os dedos bem fundo dentro da minha buceta e ele atingiu algum lugar dentro de mim que instantaneamente me fez tremer e estremecer incontrolavelmente. Minha visão se turvou por um instante e minha buceta convulsionou involuntariamente.
"Ai, meu Deus!" Eu gritei. A mão de Jenny ainda cobria gentilmente minha boca, mas não conseguiu suprimir meu grito de prazer quando cheguei ao limite. Puxei a mão do cara para cima, em direção aos meus quadris, para manter seus dedos profundamente dentro de mim. Ouvi vozes e risadinhas atrás de mim.
"Irado, cara." "Isso aí, bebê... chupa esse pau." "Aí siiiim!"
Eu me recuperei rapidamente do meu mini orgasmo; abri os olhos e virei a cabeça e fiquei pasma ao ver que tínhamos uma plateia. Vários caras estavam assistindo da fileira atrás de nós e dois deles estavam com os paus para fora das calças, se masturbando.
"Ah, não!" Eu sussurrei em choque. Mas continuei a me contorcer e manipular a mão dentro da minha buceta, sem querer que as sensações diminuíssem.
Um dos caras na fileira atrás de nós se esticou e começou a desabotoar minha blusa. Em segundos, ele tinha minha frente completamente exposta. Seus dedos habilmente desengancharam o fecho do meu sutiã de fechamento frontal e ele puxou o material transparente para longe dos meus seios num movimento rápido. Então senti a pressão requintada de suas mãos envolvendo ambos os meus seios e me deliciei com a sensação de seus dedos enquanto apertava meus mamilos retesados.
"Ah, Kim, isso é tãããão quente!" Ouvi Jenny exclamar. Virei a cabeça em direção a ela e vi sua mão enfiada dentro da frente de sua calça jeans, seus dedos sem dúvida trabalhando em seu próprio clitóris.
"O que está acontecendo aqui?" Uma voz masculina profunda ribombou. O segurança negro grandão estava andando pela nossa fileira. Ele parou bem atrás de Jenny e colocou as mãos de forma ameaçadora nos quadris.
Jenny se virou para ele, ainda sentada na beirada do assento.
— Ah, nada, senhor. — Enquanto falava, ela pousou as mãos nas coxas musculosas dele e então deslizou os dedos sobre o volume impressionante na calça, enquanto alcançava e abaixava o zíper da calça dele. Num movimento rápido, enfiou a mão e puxou o maior pau semi-ereto que eu já tinha visto — ele aparentemente não era de usar cueca.
Antes que o cara pudesse reagir, Jenny já tinha o membro enorme na boca e estava chupando e balançando a cabeça para cima e para baixo na extensão do tronco, embora fosse impossível para ela enfiar tudo na boca.
O segurança não disse mais nada. Mas ouvi um guincho à minha esquerda e me virei para ver Sally se contorcendo em êxtase. O cara, que ainda tinha uma mão enterrada na minha boceta, tinha se inclinado e enfiado a outra mão por baixo da saia de Sally, e ela estava se torcendo e gemendo — obviamente no meio de um orgasmo intenso.
Naquele momento, percebi que precisava desesperadamente de um pau dentro de mim. Meu breve miniclímax não foi suficiente e eu estava chegando a um ponto de frustração em que sentia que ia explodir. Puxei os dedos do velho para fora da minha boceta pingando.
Me inclinei e disse para o cara:
— Preciso da porra do seu pau dentro de mim!
Sally estava descendo do platô — ainda tremendo — e, felizmente, o velho ainda estava quase duro, então parecia que eu ia conseguir o que tão desesperadamente precisava.
— Troca de lugar, garota. — falei para Sally, e ela foi para o assento do outro lado do velho. Eu me levantei, de costas para ele, puxei minha minissaia sobre os quadris, deslizei meu fio-dental até o chão e saí de dentro da calcinha encharcada. Senti as mãos do velho quando ele as colocou nos meus quadris; pensei que ele estava me guiando para o pau ainda duro. Em vez disso, senti algo molhado nos lábios da minha boceta e uma arranhadura áspera nas minhas nádegas, e percebi que ele estava me lambendo por trás. Foram sensações intensamente deliciosas quando senti a língua dele entrar em mim e rodear a entrada do meu sexo.
— Isso é maravilhoso, mas, amor, quero seu pau dentro de mim... agora mesmo!
— Ah, mas, querida... você tem um gosto tão doce... — ele começou a protestar.
— Agora!
Então ele puxou meus quadris para baixo e senti a dureza dele sob minha bunda. Mexi meu corpo até sentir o pau dele pressionando os lábios da minha boceta. Então, estendi a mão entre as pernas, agarrei o tronco dele e o guiei para a minha abertura. Inclinei os quadris e então me joguei sobre ele, sentindo a carne gloriosa dele enfiar fundo dentro de mim.
— Ah, merda! — ele disse.
As mãos dele estavam na minha cintura, logo acima dos quadris. Senti outras mãos alcançando meus ombros por trás... apertando e acariciando meus seios. Torci e girei os quadris no pau do cara e senti o calor da minha paixão se espalhar pelo corpo. O fogo na minha barriga irradiava por cada parte de mim. Fechei os olhos, joguei a cabeça para trás e me deleitei na sensação de estar tão cheia do pau dele, e também senti a cabeça inchada do pau dele pressionando e deslizando sobre as paredes aveludadas e úmidas da minha feminilidade.
— Me fode! — gritei, sem me importar mais se alguém me ouvia. — Me fode... com força... com força!
E comecei a quicar para cima e para baixo no tronco intumescido dele. Ouvi o som molhado da minha boceta encharcada e me inclinei para frente, colocando as duas mãos no assento à minha frente para me apoiar e ter mais alavancagem para bater minha boceta quente na carne do cara.
Pelo canto do olho, vi Sally sendo manipulada por dois caras — ambos com as calças abaixadas e os paus balançando. De onde eles vieram eu não tinha ideia; nem me importava. Pude ver que ela estava completamente nua nos poucos momentos que levei para colocar meu cara dentro da minha boceta pingando e começar a foder os miolos dele. Um dos caras virou Sally para que ela ficasse de frente para a fileira atrás da nossa e a empurrou para baixo, fazendo-a se ajoelhar na beirada do assento, com o corpo curvado e apoiado nas costas do assento. A boceta dela estava bem apresentada para o cara que ia fodê-la. Enquanto eu mantinha um ritmo constante em cima do pau do meu velho, vi o cara de Sally introduzir lentamente o pau dele na boceta reluzente dela, num movimento fluido, e então ele se lançou sobre ela enquanto segurava os quadris dela com força, com suas mãos grandes e poderosas.
Sally gritou. Não de dor, mas de prazer.
— Ah, sim!... SIM!... Faz isso em mim... faz!
O outro cara com Sally saltou sobre as costas do assento ao lado dela como um tenista vitorioso que acaba de vencer uma grande partida. Então, ele ficou de pé na frente dela e ofereceu o pau duro para ela — Sally o engoliu avidamente e o chupou como uma fanática enquanto era bombada por trás pelo outro estranho.
Enquanto eu observava a cena quente ao meu lado, senti a tensão aumentar dentro de mim. Havia um aperto na minha barriga — um calor requintado nas minhas entranhas — e eu sabia que estava perto. Em segundos, eu estava no topo.
— Arrrrrrrrgh!... Ah, Deus!... Não para... me fodeeeeeee mais fooooorte! — gritei.
Enquanto meu corpo espasmava, senti as paredes da minha boceta apertarem o pau duro do cara e me joguei sobre ele uma última vez, depois me recostei contra ele, exausta. As mãos dele me envolveram e ele começou a apertar meus seios. A mão de outra pessoa foi colocada na lateral da minha cabeça e me puxou para o lado. Antes que eu percebesse, a cabeça do pau de alguém estava entre meus lábios. Eu não me importava. Chupei e senti ele entrar completamente na minha boca.
O cara debaixo de mim ainda estava dentro de mim e ele começou a ondular os quadris, me fazendo responder da mesma forma. Eu sabia que ia ter outro orgasmo se ele continuasse com aquela estocada maravilhosa por muito tempo.
Então senti um fluido quente na parte de trás da minha garganta e provei o sabor salgado e agridoce de porra enchendo minha boca. Quase engasguei, mas consegui evitar. O cara tirou o pau gasto da minha boca e um longo fio de porra pingou no meu seio exposto. Mal o cara retirou o pau, outro pedaço de carne dura estava bombeando entre meus lábios. Mas eu não me importava; estava gozando de novo. Acho que gritei — não tenho certeza —, mas se gritei, foi abafado pelo pau fodendo minha boca.
Quando recuperei algum semblante de controle, observei Sally pelo canto do olho e a ouvi gozar quando o cara dela gemeu alto e deu uma última estocada nela. Antes que Sally pudesse se recuperar do próprio clímax, o pau do primeiro cara foi substituído por um novo, que começou a bombear furiosamente na boceta de Sally. Vi porra escorrendo pelas coxas internas de Sally, no mesmo instante em que senti outra carga quente de porra encher minha boca. Engoli — não tive escolha. O pau que acabara de descarregar sua porra na minha garganta saiu e alguém puxou minha cabeça para o outro lado — de volta para o lado de Jenny.
Outro pau imediatamente encheu minha boca. Eu estava num estupor de prazer e não resisti. O cara debaixo de mim ainda estava me fodendo — aparentemente ele não tinha gozado de novo, tendo descarregado na boca de Sally apenas alguns minutos antes. E, sendo obviamente mais velho, ele provavelmente não gozaria de novo por algumas horas. Mas ele ainda estava duro e ainda estava me fodendo, e eu ainda adorava cada estocada deliciosa e todas as sensações perversamente deliciosas que o pau velho, mas duro, dele estava me proporcionando.
Enquanto um cara novo fodia minha boca, consegui ver, além do pau dele, e notei que Jenny não tinha ficado ociosa enquanto Sally e eu estávamos ocupadas. Ela ainda estava de regata, mas a calça jeans e a calcinha tinham desaparecido. Jenny estava dobrada sobre as costas do assento na fileira da frente da nossa. Ela estava empalada por um pau negro enorme e eu via os assentos em ambos os lados dela balançarem para frente e para trás enquanto os quadris musculosos do grande segurança negro batiam nela repetidamente. Parecia que os assentos do cinema poderiam ser arrancados de suas bases de concreto pela força das estocadas dele.
— Você gosta disso, sua putinha? — a voz grave dele ribombou. — Quer mais desse pau negro grande na sua boceta branquinha? Hein?
— Ah, sim! SIM! Fode minha boceta branca... me dá, amor... mais forte! — Jenny gritou.
Mas então, o segurança fez justamente o contrário. Ele parou e saiu de dentro de Jenny com um "pop" bem audível.
— Ei... mano... vem cá. — O segurança fez sinal para um dos caras negros parados perto do final da fileira de assentos, masturbando seu próprio e também impressionante pau negro.
O cara deu um passo à frente e o segurança fez sinal para ele se sentar no assento ao lado do meu. Então ele puxou Jenny para cima das costas do assento sobre o qual seu corpo estivera drapeado enquanto o segurança a fodia. Ele cuspiu nos dedos e então aplicou a saliva na parte traseira de Jenny, e de repente me dei conta do que ele estava prestes a fazer.
Jenny parecia meio atordoada enquanto o segurança a manipulava em cima do pau duro do seu mano.
— Enfia na bunda dela, mano...
— Ah, porra! — Jenny ofegou quando o pau duro do irmão negro estalou dentro do buraquinho traseiro franzido, e devo acrescentar, virgem, de Jenny. Depois do choque e alongamento iniciais, ela pareceu gostar de tê-lo fundo na bunda, porque começou a quicar suavemente para cima e para baixo no tronco dele.
— Fica quieta, puta. — O segurança ordenou enquanto se abaixava e se firmava segurando nos dois apoios de braço do assento do cinema. Então, ele rapidamente lançou os quadris para frente e empalou Jenny mais uma vez com seu enorme pedaço de carne negra.
Jenny guinchou quando ele a penetrou e ela teve, pela primeira vez na vida, dois paus grandes fodendo seus dois buracos ao mesmo tempo. Ela parecia estar no paraíso carnal. Ela se agarrou aos ombros do segurança enquanto ele martelava sua boceta apertada e eu pude ouvir o som das bolas dele batendo repetidamente nas nádegas nuas de Jenny. O outro cara negro debaixo dela bombeava dentro dela o melhor que podia, dado que ele tinha o peso tanto de Jenny quanto do segurança para lidar.
Enquanto eu assistia àquele show erótico acontecendo ao meu lado, outra carga de porra encheu minha boca. Eu já não estava mais chupando de verdade; apenas deixei o cara foder minha boca enquanto eu continuava a me contorcer no pau ainda dentro da minha boceta e a assistir Jenny ser tão gloriosamente fodida. Porra escorreu da minha boca e pelo meu queixo — pingou nos meus dois seios, que estavam quase cobertos com aquela coisa branca e pegajosa. Então senti outra coisa molhada nos meus seios e olhei para baixo para ver Sally curvada e lambendo a gosma branca dos meus seios enquanto alguém continuava a fodê-la por trás. Não dava para saber se era o mesmo cara ou alguém novo. Ela lambeu um glóbulo especialmente grande de porra; seus olhos ergueram-se para o meu rosto. Então ela se ergueu lentamente e me beijou; a língua dela coberta de porra estava na minha boca e ela estava compartilhando os sucos salgados de vários caras diferentes comigo. O beijo dela não parou em compartilhar porra, porém, prosseguiu indefinidamente e se tornou tão apaixonado quanto qualquer beijo que eu já tivesse experimentado com um cara — nossas línguas se entrelaçaram e dardejaram para dentro e para fora da boca uma da outra.
Finalmente, o cara que fodia Sally se retirou e a puxou para longe de mim. Ele a empurrou para baixo no assento à minha esquerda para poder enfiar o pau na boca dela enquanto descarregava uma grande carga na garganta dela.
Não tive tempo para pensar muito sobre o que poderia ser classificado como minha primeira experiência lésbica. O cara em quem eu estava sentada me empurrou para cima e sobre as costas do assento à minha frente e começou a me martelar furiosamente. Esse novo ataque me levou ao limite mais uma vez e eu gritei e gemi enquanto sentia a semente quente dele jorrar dentro de mim. Com a estocada final, ele enterrou o pau o mais fundo possível dentro de mim e apenas se agarrou aos meus quadris e estremeceu.
Enquanto meu cara terminava de esguichar o último de sua carga dentro de mim, vi que Jenny ainda estava sendo bombada pelos seus dois caras negros e dava para perceber que ela estava gozando de novo. O segurança me viu encarando-os e, quando o velho retirou seu pau semiereto de dentro de mim, o segurança abriu um grande sorriso.
— Quer um pouco disso, puta? — Ele sorriu para mim, mas era um sorriso perverso. Acho que não percebi que ele estava falando comigo até que ele puxou Jenny para cima do pau do seu "mano" negro. Ele a empurrou em direção a um grupo de caras parados no final da fileira que estavam assistindo Jenny ser fodida. Parecia que quase toda a plateia no cinema estava reunida ao nosso redor nos assistindo, e não a tela.
O segurança me agarrou pelo braço e me deu a mesma "preparação" que dera a Jenny — saliva dos dedos aplicada no meu cu. Mas senti ele inserir um dedo na minha bunda e deslizá-lo para frente e para trás para lubrificar um pouco meu delicado botão de rosa. Então ele me segurou pelos ombros e me guiou sobre o pau longo e duro do outro cara, exatamente como tinha feito com Jenny. Senti um pau, maior do que qualquer um que eu já tinha conhecido, empurrar minha abertura franzida e fiz o possível para relaxar os músculos necessários para aceitar o membro enorme dele, mas ainda doeu quando ele irrompeu de repente no meu túnel interno. Tentei não me mexer; apenas deixei meu corpo se acostumar com a intrusão abrupta.
— Abre as pernas, garota branca. — O segurança disse enquanto afastava rudemente minhas coxas.
Antes que eu tivesse tempo de considerar o que estava acontecendo, meu corpo de repente sentiu como se estivesse sendo partido ao meio quando o pau monstruoso dele se enfiou fundo na minha boceta. Havia dor; mas também havia as sensações mais requintadas que eu já experimentara. Eu podia sentir o cara debaixo de mim me preenchendo completamente e o segurança começando a acariciar minhas entranhas com sua ferramenta negra enorme. Agarrei-me desesperadamente ao segurança conforme o ritmo dele enfiando sua carne em mim aumentava. Mordi o lóbulo da orelha dele e gritei no ouvido dele:
— Me fode, seu negro grande filho da puta... me fode para sempre... não para de me foder... POR FAVOR!
Meu corpo estremeceu... tremeu... convulsionou. Todo o meu ser pulsava com o êxtase de ser tão completamente preenchida por dois paus enormes; eu nunca queria que aquelas sensações parassem.
— Ah, Deus... ah, Deus... ah, Deeeeeeus! — gritei.
O segurança soltou um gemido poderoso e eu realmente senti pressão interna a cada jorro de sua porra quente enquanto ele descarregava na minha boceta ardente.
— Ahhhh... isso foi tãããão bom, baby. — ele disse.
De trás e debaixo de mim, ouvi o outro cara negro murmurar que também estava prestes a gozar. O segurança me puxou para cima e me virou de frente para o irmão.
— Chupa essa porra do pau do meu mano, sua puta. — E ele me empurrou para frente e forçou minha cabeça sobre o outro pau grande quando ele começou a explodir. O primeiro jorro espirrou todo no meu rosto, mas eu o coloquei na boca a tempo de engolir todo o resto. Eu nunca tinha provado porra preta antes e concluí que tinha basicamente o mesmo gosto que porra branca; embora cada cara tenha um gosto um pouco diferente.
Eu estava ajoelhada na frente do outro "mano" limpando a porra dele do meu rosto e lambendo meus dedos quando o segurança me entregou um frasco.
— Um aperitivo. — Foi tudo o que ele disse. Tomei um grande gole e o líquido quente queimou minha garganta, mas foi néctar para mim naquele momento. Tomei outro grande gole e ele arrancou o frasco de mim.
— Ei, puta, deixa um pouco para mim.
Senti o álcool esquentar minha barriga e minha cabeça começou a nadar um pouco. Fiquei me perguntando o que estava acontecendo com Sally e Jenny, então olhei para onde Sally estivera e vi que ela também estava sendo fodida em dose dupla e amando cada segundo daquilo; embora ela também tivesse um pau na boca que chupava avidamente enquanto os outros dois a fodiam como loucos. Então ouvi Jenny gritando do outro lado.
— É! É isso aí, seu fodido... me dá... me dá, amor... me fode COM FORÇA!
Quando me virei, a vi no corredor montada em um terceiro cara negro. Ela estava totalmente nua, alguém tinha se livrado do seu top e sutiã. Mãos estavam por toda ela e dois paus se revezavam em sua boca enquanto seus quadris batiam no cara debaixo dela sem parar. Me ocorreu que o cara negro não estava comendo ela tanto quanto ela estava comendo ele. Enquanto eu observava, vi o esperma dele esguichando da boceta da Jenny, mas ela não parou até ter outro orgasmo só dela.
O que aconteceu depois continua sendo um borrão para mim. Lembro de dar mais alguns goles no frasco e sei que mais caras me foderam; mas quantos exatamente permanece um mistério. Também parece que me lembro do rosto da Sally enterrado entre minhas pernas em um momento, enquanto ela lambia um fluxo constante de esperma que escorria da minha boceta. Ela estava, é claro, sendo continuamente fodida por trás enquanto me lambia. Também me lembro de ver algumas outras garotas sendo fodidas e chupando -- elas pareciam mais velhas... talvez na casa dos trinta. Não sei de onde elas vieram, mas o cinema tinha se transformado em uma grande orgia selvagem. Quantos caras me foderam no meu aniversário? Uma dúzia? Mais? Não sei, mas a Jenny estava certa... foi um aniversário que nunca vou esquecer.
Horas depois, de alguma forma conseguimos recuperar a maior parte das nossas roupas, embora nenhuma de nós tenha encontrado nossas calcinhas. Enquanto cambaleávamos para a calçada em frente ao cinema adulto, devíamos estar um verdadeiro espetáculo. Jenny tinha uma grande mancha molhada na virilha do jeans que parecia que ela tinha feito xixi nas calças. Mas Sally e eu sabíamos que era esperma vazando da boceta dela. Enquanto caminhávamos de volta para o campus, a cada meia quadra, mais ou menos -- especialmente sob a luz dos postes, onde qualquer um podia nos ver claramente -- Sally e eu tínhamos que parar, já que ambas usávamos saias muito curtas, e limpávamos o esperma das nossas coxas internas enquanto ele escorria continuamente de nós duas por horas. Lambíamos os dedos, ou oferecíamos um pouco do esperma para Jenny lamber, e assim, todas saboreamos os últimos vestígios da nossa noite selvagem.
Quando Jenny, Sally e eu voltamos para a casa da irmandade, em algum momento antes do sol nascer, todas desabamos no meu quarto. Jenny se jogou no sofá e Sally acabou se aconchegando em mim na minha cama. Ela me beijou de novo como tinha feito no cinema e, mesmo tão esgotada sexualmente, seus beijos ainda me excitavam e eu soube então que era bi.
Ela me puxou da cama para o chuveiro ao lado, onde me ensaboou toda e lavou meu corpo inteiro de forma muito sensual; prestando atenção especial em limpar meus dois buracos bem fodidos. Retribuí o favor e a lavei toda, e nós nos beijamos apaixonadamente e esfregamos a boceta uma da outra e deixamos a água quente e fumegante nos lavar; lavando toda a sujeira da nossa noite suja no cinema.
Jenny nos surpreendeu entrando no chuveiro por trás da cortina.
"E o que vocês duas estão tramando aqui... hein?"
Então mostramos a ela. Nós duas a lavamos e demos a mesma atenção especial à boceta e ao cu dela que tínhamos dado uma à outra. Sally e eu nos revezamos beijando Jenny profunda e apaixonadamente até que a água quente começou a esfriar.
Nos secamos umas às outras e voltamos para a minha cama, onde todas desabamos nuas no colchão com braços e pernas entrelaçados, e dormimos.
Quando acordei bem depois do meio-dia, foi com Sally gentilmente lambendo meu clitóris enquanto seus dedos estavam enfiados fundo na boceta molhada da Jenny.
Passamos o resto daquele dia explorando nossos sentimentos especiais recém-descobertos umas pelas outras.
Naquela noite, durante o jantar em uma lanchonete/bar local, comparamos notas sobre o que aconteceu na noite anterior. Enquanto ríamos, dávamos gargalhadas e relembrávamos as putas que todas demonstramos ser, Jenny fez a pergunta que provavelmente todas tínhamos em mente.
"Então... quando vamos ao cinema de novo?"