No Calor do Momento
Completamente inventado, apenas fruto da minha imaginação. Qualquer sexo fictício é entre adultos fictícios consentidos.
"Cada minuto gasto se preocupando com 'o jeito que as coisas eram' é um momento roubado de criar o jeito que as coisas podem ser." Robin Sharma
O que você faria se seu mundo desabasse num instante, do nada, totalmente inesperado? Como você reagiria ao golpe no estômago de uma traição cegamente cruel? Você conseguiria manter o juízo quando o amor que você deu incondicionalmente ao seu cônjuge fosse cuspido e tratado pior que um fanático torcedor dos Giants no Dodger Stadium? Você manteria a calma, explodiria de raiva, ficaria violento ou simplesmente desabaria em prantos? Bem, posso dizer por experiência própria, você nunca sabe até estar naquele momento, e espero que nunca precise descobrir.
Meu nome é Tim Gibson e exatamente um ano atrás, hoje, eu me vi nessa situação. Eu estava parado do lado de fora do nosso quarto. A porta estava entreaberta. Minha adorável esposa de seis anos, Amber, estava no meio de uma sessão de sexo quente e fervente com meu chefe, o Sr. Glen Davis. Amber era uma mulher de boa aparência, 1,70m, cabelo loiro curto e um corpo lindo de 32 anos. Como a maioria dos casais, a gente brigava e discutia de vez em quando, mas eu a adorava e achava que nos curtíamos tanto ou mais do que outros casamentos que eu observava. Ela nunca me deu motivo para suspeitar do que eu encontrei naquele dia fatídico.
Glen não era um velho desleixado; ele tinha quarenta e poucos anos, em forma e esbelto para um cara já na meia-idade. De onde eu estava, ele tinha um tamanho decente lá embaixo. Não era nada de outro mundo, mas parecia grosso e uns sólidos quinze ou dezoito centímetros, quatro dos quais estavam enterrados fundo na boca de Amber. Ajoelhada na frente dele, ela ronronava olhando para cima com adoração enquanto as mãos dele seguravam firme a nuca dela enquanto ele fodia sua boca.
Era para eu estar a caminho de Houston, mas meu voo saindo de Dallas foi cancelado de última hora devido a fortes tempestades de primavera ao redor do aeroporto. Peguei meu celular, remarquei para primeira hora da manhã e fui para casa pensando em uma noite deliciosa com Amber. Agora, de boca escancarada, eu tentava lidar com o maior choque da minha vida.
Nos minutos seguintes, não recuei nem avancei. Só fiquei parado, paralisado em desespero, percebendo que a vida que eu achava que tinha tinha acabado. Ele tirou o pau da boca dela e estapeou seu rosto com ele.
"Amber, você é uma chupadora de pau tão boazinha. Você fica assim tão babada e excitada com o Tim?"
"Não, amor", ela ronronou tentando colocar a boca de volta no pau dele. "Seu pau é tão grande e lindo, tão melhor que o do Timmy!"
Que porra é essa? Ela nunca me chamou de Timmy e ele não tinha mais que um centímetro a mais que eu, e nem era ligeiramente mais grosso. Certamente nada pelo qual ela deveria estar me zombando!
"Bem, é melhor você implorar por ele se realmente quiser!"
"Me dá ele, Glen, me dá seu pau grande e gostoso. Eu amo como você me controla, amor!"
Ele colocou de volta na boca dela por mais um ou dois minutos antes de levantá-la e jogá-la na nossa cama de casal. Pelos dez minutos seguintes, ele a fodeu de missionário, de vaqueira e de quatro, cada posição arrancando gemidos e suspiros da minha esposa vadia. "Isso, com força e fundo, amor, me dá com tudo!"
Glen também estava ficando vocal. "Ah, isso, Amber, sua buceta é tão apertada e doce! Eu adoro foder sua buceta de casada, torná-la minha!"
"Siiiiim", ela sibilou, "É sua, amor, você a tomou do pequeno Timmy! Domina minha buceta, garanhão!"
Era tão clichê que eu achei que estava vendo filme pornô, não minha esposa transando com meu chefe. Eu comecei perguntando, o que você faria com uma bagunça tão desgraçada? Vou te contar minha resposta.
Depois de alguns minutos percebendo que eles não tinham ideia de que eu estava bem ali fora do quarto, comecei a recobrar o juízo. Comecei a filmá-los. Gravei cerca de três minutos, que foram os três minutos mais longos da minha vida. Então recuei silenciosamente, desci até meu escritório no porão e peguei algo da minha mesa. Tendo levado exatos cinco minutos para bolar um plano para o resto da minha vida, voltei sorrateiramente escada acima e cheguei perto da porta novamente. A ação tinha parado por enquanto e a conversa de travesseiro tinha começado.
"Ah, meu Glen, você é tão terrível, mas sempre abala meu mundo. Vejo estrelas quando você me fode." Ela estava com um braço e uma perna jogados sobre ele e acariciava seu rosto.
"Amber, você é além de incrível! Preciso te dizer que fiquei surpreso na festa de Natal quando você pediu para ver meu escritório e depois me deixou te curvar sobre minha mesa e te foder enquanto o pequeno Timmy estava se tornando um cuck sem saber!"
"Sim, eu o amo sim, e ele me trata tão bem, mas às vezes eu preciso ser tomada e simplesmente fodida como uma puta. Eu sabia que você faria isso comigo na primeira vez que pus os olhos em você. Tim é doce, mas quando você o diminui enquanto me arromba, eu gozo tão forte que quase desmaio. Eu amo o que a gente faz junto! Espero que você continue mandando ele viajar a trabalho."
"Sem problemas aí, coisinha doce, ele vai ser nosso cuck por muitos anos!"
Com isso, ele a rolou e se ajoelhou atrás dela. Ela levantou a bunda oferecendo-a a ele. Glen estapeou com firmeza algumas vezes antes de entrar nela de novo. "Porra, você é uma potranquinha tão safada", ele exclamou puxando-a pelos quadris para seu membro inchado. "Isso!" ela gemeu, "Me toma, cavalga sua égua!"
Era hora de agir. Para o bem ou para o mal, coloquei meu plano precipitado em ação. Entrei no quarto e fui até o pé da cama, parecendo perplexo e magoado, tentando ao máximo não aparentar ser uma ameaça.
"Ah, não, querida... Glen, o que vocês dois estão fazendo? Por que estão fazendo sexo na nossa cama?" Lágrimas começaram a brotar nos meus olhos enquanto eu tentava parecer arrasado e derrotado.
Ao menos por um momento, Amber ficou chocada e amedrontada. "Ah, querido, o que você está fazendo em casa? Por que não me ligou? Glen e eu podemos explicar!"
"Por favor, expliquem", implorei cambaleando para trás e caindo na poltrona em frente à cama. "Por que vocês dois fariam isso comigo?" perguntei com voz chorosa.
Glen percebeu isso imediatamente. "Bem, Timmy, está na hora de você descobrir. Sua esposa é uma pistola sexual ardente que precisa de uma boa foda que você e seu pauzinho não conseguem proporcionar. Ela pode ser sua esposa, mas é minha vadiazinha e não há nada que você possa fazer, cuckzinho!"
Amber ficou perdida por um segundo, mas rapidamente entendeu. Ela sorriu maliciosamente e entrou na onda. "É, Timmy, Glen me fode tão gostoso. Você é meu maridinho doce e sempre será, mas Glen é meu homem, meu macho alfa. Ele vem aqui e me fode na nossa cama de casal porque ele quer. Não posso impedi-lo, não quero impedi-lo, eu amo como ele me come. Sei que você também não pode pará-lo. Ele é tão maior e melhor que você!"
"Então, pequeno Timmy", Glen disse provocativamente. "Você pode ficar e assistir se quiser, mas precisa me pedir para foder sua esposa. Me implorar de joelhos para colocar meu pau na buceta da sua mulher e dar a ela o que você não consegue. Se for um bom menino, vou deixar você chupar a buceta dela e limpar meu pau com a boca quando terminarmos, mas é melhor você suplicar por esse privilégio!"
"Amber, é isso mesmo que você quer?" gemi, como se tentasse manter uma pequena porção da minha masculinidade. "Por favor, não me obrigue, amor. Não me faça implorar para ele te foder. Por favor, não me force a assistir ele e depois limpar os dois com minha boca!"
"Desculpa, docinho, mas sim, é exatamente isso que eu quero, e é o que você vai fazer agora mesmo! Implore, pequeno Timmy, implore para Glen me foder e depois permitir que você chupe o pau dele e minha buceta."
Baixei a cabeça como se estivesse completamente derrotado. "Glen, chefe, Sr. Davis, senhor... por favor, o senhor poderia foder Amber? Por favor, o senhor poderia tomá-la na nossa cama de casal e dar a ela o prazer que meu pau pequeno jamais conseguiria proporcionar? Por favor, Sr. Davis, faça dela uma mulher de verdade e depois me deixe servir aos dois chupando seu pau grande, gostoso e viril e lambendo a buceta doce dela!"
"Bom garoto", Glen respondeu enquanto estava novamente duro como pedra e arrombando minha esposa por trás. Amber estava de frente para mim e me olhando com desprezo até que o impacto das estocadas dele a fez fechar os olhos e gemer alto. Os olhos de Glen estavam apertados de excitação enquanto ele estapeava a bunda dela e a penetrava. Isso me deu a chance que eu estava esperando.
Levantei calmamente, com meu braço direito escondido da vista deles.
"Só mais uma coisa, Sr. Davis, senhor..."
"Sim, cuck, o que é?"
Levantei minha mão direita e a arma que ela continha. "Morra, seu merda!" Fiz uma pausa de dois segundos antes de apertar o gatilho. "Pop, pop, pop, pop, pop, pop." O machão Glen gritou "NNNÃOOOO!" levantando as mãos enquanto ao mesmo tempo mijava em si mesmo e em sua amante, minha esposa vagabunda.
Nunca levei tiro de arma de pressão de perto, mas presumo que doa pra caralho. No entanto, certamente não vai te matar. Deixei meia dúzia de vergões nele e ele estava chorando como um bebê. Ri da bundão que seu grande "garanhão" realmente era.
Quando Glen começou a se acalmar, percebeu que seu status de alfa estava na merda. Decidiu vir para cima de mim. Má escolha da parte dele. Não sou nenhum faixa preta de caratê, mas já me meti em algumas brigas, e estava puto da vida. Cinco minutos depois, Glen tinha perdido uns dentes e provavelmente estava com uma ou duas costelas quebradas. Estava caído no chão, nu, com hematomas sérios além dos vergões. Meu pé estava firmemente plantado em seu peito.
"Fica quietinho no chão ou vou te bater mais, garoto Glen."
De sua parte, Amber tentava se cobrir e soluçava algum absurdo sobre como amava só a mim e tinha sido tudo um grande engano. Suas desculpas eram tão clichês quanto sua conversa obscena de minutos antes.
Permaneci calmo, peguei minha arma de pressão de volta e apontei para ela. "Amber, olhe para mim." Ela continuou soluçando; o rosto enterrado nas mãos. "Amber", disse mais firmemente, "olhe para mim agora mesmo, sua puta." Isso chamou sua atenção.
Dei nela apenas uns dois tiros. Um no ombro e um na parte superior da coxa direita. Ela gritou de dor.
"Dói pra cacete, não dói, puta?"
"Por favor, Tim, por favor, para!"
Joguei a arma na poltrona ao meu lado enquanto pressionava só um pouco mais forte o peito de Glen. Ele gemia de dor.
Comecei a me dirigir à minha esposa vadia. "Vamos conversar um instante, Amber." No entanto, Amber ainda estava um pouco histérica e sem focar.
"Bem," pensei, quase sem emoção, "acho que vamos ter que fazer do jeito difícil." Fui até a cama, agarrei-a pelo cabelo, levantei seu rosto e a estapeei. Não bati nem perto do quão forte poderia, ou queria, mas o suficiente para fazê-la se acalmar e prestar atenção. "Amber, olhe para mim e me escute."
Ela ficou realmente chocada com minhas ações. Eu raramente, se é que alguma vez, levantei a voz para ela e nunca sequer considerei encostar um dedo nela. Ela estava além de pasma. "O quê, Tim? Estou ouvindo", ela disse bem mais suavemente, a voz trêmula de medo.
"Bem, minha cara, você fez uma bela bagunça com tudo. Eu achava que a gente se amava e adorava, mas claramente eu nem te conheço. Meu coração está partido e talvez eu nunca mais confie em outro ser humano, então muito obrigado por esse presente."
"Tim, eu..."
"Amber, cala a porra da boca. Eu estou falando, você está ouvindo. Depois que eu for embora, você pode falar com o imbecil do Glenny aqui o quanto quiser."
"Indo? Aonde você vai, Tim? Você precisa ficar aqui, a gente pode superar isso, eu sei que você me ama."
Inclinando-me para ela e agarrando-a pelo cabelo, eu a puxei para cima. Ficamos nariz com nariz. "Amber, se você não fechar o bico, vou te estapear de novo, entendeu?"
"Sim."
Soltei-a e ela caiu de volta nos lençóis manchados de urina.
"Como eu disse, você me destruiu mental e emocionalmente. Sua crueldade desafia a compreensão. Não sou perfeito, mas não mereço a merda que você e seu amante tentaram fazer comigo aqui hoje."
"Então, nada de longas conversas para resolver ou tentar consertar. Eu vou embora. Vai levar um dia ou mais para me organizar e começar minha jornada para onde vou. Onde quer que seja, estará fora do seu alcance. Vou manter você e o garotão aqui amarrados por uns dois dias para eu poder chegar onde preciso antes que você ou ele chamem a polícia. Vou jogar seus celulares no rio no caminho para fora da cidade, então vocês não poderão contatar ninguém. Vocês estarão bem amarrados, então os próximos dias serão dolorosos, mas não mortais."
"Ninguém vai saber procurar por Glen aqui, e já que você não trabalha, ninguém vai descobrir nenhum dos dois nos próximos dias. Assim que eu estiver a salvo, avisarei a polícia para passar e soltar vocês. Tenho certeza que naquele ponto seu namorado bundão vai prestar queixa. E, sabendo agora o quão pouco você me ama, você provavelmente também vai tentar me mandar prender. Mas sem problemas, eu já estarei muito longe."
Amber não respondeu, só desabou no chão e soluçou.
Os dois dias seguintes foram movimentados. Desamarrar Amber para ela usar o banheiro, amarrar Amber de novo. Ir ao banco, zerar as contas, vender o carro dela, resgatar meu plano de previdência, desamarrar Amber para usar o banheiro, amarrar Amber de novo, pesquisar lugares para morar, passar pelo fedorento e amassado Glen e chutar suas bolas, tomar uma cerveja.
Ao final do segundo dia, eu estava resolvido. O quarto fedia a céu aberto e Amber estava fraca por falta de comida. Mas sem problemas, ela tinha engordado uns quilinhos nos últimos anos, então poderia considerar isso um pequeno programa de perda de peso. Em um ou dois dias ela estaria bem fisicamente. Mental e emocionalmente talvez fosse outra questão. Mas, novamente, eu não tava nem aí.
Minhas últimas horas antes de partir foram um pouco nebulosas. Como eu disse, ninguém procuraria por Amber tão cedo, já que ela não tinha emprego nem fazia trabalho voluntário. Os pais dela tinham morrido uns dois anos antes e sua única irmã morava do outro lado do país. Elas só se falavam por telefone nos finais de semana. Tenho certeza que a esposa de Glen estaria procurando por ele, mas duvidava seriamente que ela o procurasse na nossa casa. O pessoal do escritório presumiria que eu estava em Houston até sexta-feira.
No entanto, achei melhor pecar pelo excesso de cautela e cair fora dali. Depois de fazer as malas, dar mais um chute em Glen e sorrir com desprezo para minha esposa vadia completamente desmoralizada, eu me mandei.
Vinte horas e duas viagens de avião depois, cheguei ao meu destino. Sendo homem de palavra, liguei para a polícia lá em Dallas. Também mandei para a esposa de Glen uma mensagem com o vídeo que gravei anexado. Depois joguei meu celular no primeiro rio que vi. Presumi que ela se divorciou dele, mas não me dei ao trabalho de descobrir. Se ela o manteve, provavelmente levaria um bom tempo até ele conseguir fodê-la direito. Talvez ela o fizesse de cuck!
Isso foi há um ano, hoje. Enquanto estou sentado em um pequeno café num canto obscuro de Montenegro, sinto um leve remorso pelo que fiz. Foi odioso e vingativo, mas o que eles fizeram foi além de cruel. Como eu disse, tive cerca de cinco minutos para decidir como reagiria, e levei apenas uns cinco segundos para determinar que ser um cuck e me submeter à humilhação não era uma opção. Todo o resto fluiu a partir disso.
Por que Montenegro? Bem, algumas razões. Primeiro, provavelmente a maioria das pessoas lendo esta história vai precisar pegar um mapa mundi para achar onde fica. E, segundo, é um dos países sem extradição mais agradáveis que se pode chegar com muito pouca preparação. Uma vez que me estabeleci, aprendi que as pessoas são amigáveis, mas não intrometidas. O clima é razoável e estou até começando a pegar o idioma!
Hvala što ste čitali, zbogom!