Não Muito Cristão da Parte Dela – Parte 03
A HISTÓRIA CONTINUA......
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Depois do jantar, Elaine e seu filho Jeffrey curtiram um ao outro pelo resto da noite. Já tendo recebido 2 gozadas dentro dela durante o "jantar", Jeffrey a presenteou com mais 3, antes de se dar por satisfeito.
Por volta das 5h, Elaine acordou e viu Jeffrey dormindo profundamente ao seu lado. O fedor de sexo no quarto pairava como uma nuvem. Conseguindo se sentar, ela jogou as pernas cansadas para fora da cama.
"Ughhhh," murmurou, sentindo a pulsação na vagina ainda forte. A dor que sentia era algo a que já estava acostumada, já que sua "clientela" a mantinha bastante ocupada. Mas, na maioria das vezes, Jeffrey era o sortudo receptor e beneficiário do que ela oferecia.
Olhando diretamente para o espelho à sua frente, encostado na parede do quarto, a expressão de satisfação ressoava em seu rosto. Ainda exibindo o cansaço da noite anterior, a fachada glamourosa que Elaine ostentava era, naquele momento, a de uma mulher que parecia um desastre.
Seu cabelo perfeito estava um caos. A maquiagem, uma bagunça. O vestido vermelho que usava e que Jeffrey pediu que não tirasse estava agora jogado no chão. Seus seios maternais pendiam do peito como duas peras numa árvore. As meias-calças cor bege nas pernas já tinham visto dias melhores. Havia um belo fio puxado na parte interna da coxa, obviamente causado pelo jeito bruto do filho. Abrindo as pernas, o bronzeado das meias que ficava no meio cobrindo sua boceta encharcada estava agora com uma cor branca e pegajosa.
Com um pequeno sorriso no rosto, ela começou a se levantar. "Você me arrebentou gostoso," admitiu para si mesma.
Vendo os saltos altos vermelhos caídos de lado perto da cama, Elaine sabia que tinha tido uma noite muito longa. Depois de chegar ao banheiro, sentou no vaso. Um "PLOFT!" alto se ouviu batendo na água. Todo o sêmen que Jeffrey havia metido nela tinha vazado para os lençóis e para as meias, mas a maior parte ficou dentro.
Após alguns minutos, Elaine saiu do banheiro. Tendo tirado as meias-calças que usara durante a noite, sentou na beirada da cama. Abrindo a gaveta da mesa de cabeceira, enfiou a mão e pegou outro par. Enquanto deslizava as meias pelas pernas, ouviu o celular vibrando no criado-mudo. Vendo que era o marido, foi até a penteadeira.
Deslizou "Atender" e falou. "Alô?" Começou baixinho.
"Elaine, querida," a voz do outro lado começou. "Estamos no centro da cidade e o prédio em que estamos tem sinal de celular limitado. Não é o ideal, mas achei melhor te atualizar."
Olhando para a cama, viu Jeffrey começando a se mexer. Abaixando as meias até os quadris, subiu rapidamente na cama e montou no filho, segurando o pau dele com a mão livre. Enquanto falava com o marido John, ela freneticamente masturbava o monstro dele até ficar totalmente duro.
"Mãe?" Ele resmungou, enquanto ela descia sobre o mastro dele.
Colocando dois dedos sobre os lábios dele num gesto de "shiu", ela articulou com a boca: "Seu pai." Entendendo o recado, Jeffrey ajustou o corpo discretamente para ficar de costas na cama, com a mãe perfeitamente empalada em seu pau.
"Que bom que a viagem está indo b..bem," a última palavra causada por uma estocada para cima dentro dela.
"Você está bem, Elaine?" O Pastor John Jennings perguntou, preocupado.
"Eu... eu estou bem," ela começou a gaguejar enquanto Jeffrey tinha as mãos nos quadris dela. Estocando para cima de forma fervorosa, mas discreta, Elaine colocou a mão no peito dele. "Devagar!" articulou com a boca, enquanto um sorriso safado aparecia no rosto dele.
"Sim, Jeffrey fez um tra...trabalho... ah sim.. humm ótimo.. na.. na.. igreja," ela disse. "Des... Desculpa, querido. Estou... na... na esteira... agora," exclamou, enquanto a preocupação a dominava.
Depois de mais alguns minutos falando com o marido, a tensão sexual acumulada finalmente tomou conta. Assim que a cama começou a ranger de verdade, ela agiu rápido.
"Pre...ciso... ir," ela disse, agora com a voz arrastada. Como a respiração estava ficando superficial, não conseguiu terminar. "O Jeff... o Jeffrey acordou." Encerrando a ligação rápido demais e sem nem dizer tchau, uma pontada de culpa, embora rapidamente desaparecida, a fez olhar para o filho.
Quando um sorriso malicioso voltou ao seu rosto, a matriarca segurou os peitos. "Vira sua mãe e me fode direito," Elaine disse sedutoramente, a luxúria incestuosa dominando o momento.
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"Jeffrey! Jeffrey!! Ai sim!!" A atmosfera frenética que envolvia o quarto estava chegando ao fim. Enquanto as pernas cobertas de nylon de Elaine se agitavam no ar, Jeffrey dava os retoques finais no encontro mais recente.
"Ahhhhhhhhhhhhhh!" O alívio que Jeffrey sentia, enquanto mais uma carga copiosa escapava de suas bolas pintando o colo do útero da mãe, era o começo de mais um dia glorioso.
Sabendo que tinham que estar na igreja às 8h, já que tinham a rotina de sempre na segunda, a dupla exausta se desvencilhou do emaranhado. Enquanto Elaine ficava deitada, suor e cansaço emanando de sua fachada arruinada, e Jeffrey se apoiava sobre ela, o suor dele pingando nos peitos e no torso dela, a respiração pesada e laboriosa à qual se acostumaram desde que o relacionamento incestuoso começou destacava a normalidade deles.
Colocando a mão esquerda, com a aliança de casamento e tudo, no peito dele, ela metodicamente enrolava os pelos do peito dele entre os dedos.
"Se você não fosse meu próprio sangue, rapaz," ela riu, um sorriso cansado no rosto. Dando um tapinha no quadril dele, sinalizou a necessidade de se aprontarem para o dia. "Precisamos nos refrescar, querido," ela disse, com a garganta rouca.
Quando saíram da cama e ficaram de pé, o rescaldo de sempre da foda deles tomou o centro das atenções. A substância branca leitosa que Jeffrey havia metido em Elaine fez seu caminho até a saída, formando um glóbulo branco. PING PING PING descia pela parte interna das coxas até a região do reforço das meias-calças que estavam abaixadas nos quadris.
"Ughhhhhhh," Elaine suspirou, não por vergonha ou nojo, mas sim pelas respostas normais que emitia depois das surras diárias do filho. Suas coxas estavam moles e os seios matronais, vermelhos e doloridos por causa do filho ter ficado em cima dela de missionário o tempo todo.
Tirando a meia-calça suja, foi para o banheiro tomar banho enquanto Jeffrey foi para o outro. 30 minutos depois, ambos emergiram revigorados e prontos para o dia.
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Decidindo ir num carro só, Elaine e Jeffrey foram para a igreja. Já havia carros estacionados no pátio. Ao entrarem, a recepcionista os cumprimentou, assim como alguns pastores auxiliares. Esperando na frente do escritório de Elaine estava Jenni.
"Jenni, bom dia!" Elaine disse, enquanto vasculhava a bolsa atrás da chave do escritório.
"Pos... posso... falar com você... em particular?" Jenni perguntou com cuidado.
Olhando para Jeffrey, um leve olhar de irritação no rosto dele, já que ela normalmente lhe faz um boquete antes de ele ir para o escritório, ele já sabia o que ela diria.
"Mãe. Te vejo depois," ele disse, já indo para o escritório. "Parece importante."
"Obrigada, querido. Te vejo depois," ela exclamou, um olhar de desejo no rosto.
Quando as duas mulheres entraram no escritório de Elaine, Elaine pendurou o casaco e a bolsa no cabide perto da porta. Abrindo as cortinas, o sol entrou. Sentando no sofá, usado várias vezes para seus encontros íntimos, Elaine deu um tapinha na almofada à sua esquerda.
"Senta aí, Jen. O que foi?"
Sem saber como começar, Jenni tinha metodicamente deixado o cérebro formular as palavras que sabia que poderiam provocar uma reação defensiva.
"Não sei como dizer isso de outra forma, mas eu ouvi você e o Jeffrey depois que todo mundo foi embora no domingo," ela disse, de forma direta. Vendo a cor sumir do rosto de Elaine, Jenni levantou a mão. "Não... não... relaxa. Por favor. Eu tinha esquecido o celular e voltei para pegar."
Elaine, agora com uma expressão de horror absoluto no rosto, ficou sentada em silêncio. Percebendo que sua situação perfeita tinha acabado de ser exposta, Elaine começou o controle de danos. "Ai meu Deus... Ai meu Deus," ela soluçou baixinho, olhando para o lado, culpada. Parecendo envergonhada, Elaine não conseguia encarar o olhar de Jenni.
"Seu segredo está seguro comigo," Jenni murmurou, enquanto se remexia na cadeira. "Eu também tenho uma confissão minha."
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30 minutos depois, depois que Jenni explicou seu próprio caso incestuoso com o filho, as duas mulheres deram risada.
"Estou tão aliviada que não sou a única," Jenni disse, aliviada. "Estava pensando seriamente em não frequentar mais a igreja por causa da culpa imensa que sinto," exclamou.
"Nossos filhos sabem o que querem, não é?" Elaine perguntou, já sabendo a resposta.
Levantando a saia, revelando assim as próprias pernas cobertas de nylon, uma pequena protuberância apareceu. Jenni olhou para cima, com cautela para Elaine.
De repente percebendo, Elaine levou a mão à boca. "Jenni," ela perguntou inquisitivamente, "Você está...?"
Acenando com a cabeça, Jenni admitiu baixinho. "Grávida? Sim. Estou de 3 meses."
Antes que Elaine pudesse responder, Jenni acrescentou: "Sim. É do Dominic."
"Uau," foi tudo que Elaine conseguiu murmurar. "Você está radiante."
Aos 40 anos, até para Jenni foi uma surpresa. Claro, o sexo que faziam era mais variado, desde de quatro, missionário, 69, cowgirl reversa, o que você imaginar. Mas, enquanto Jeffrey era mais amoroso com a mãe, Jenni explicou como o Dominic dela era agressivo.
"Desde que o pai dele nos deixou, ele levou muito a mal," ela admitiu. "Ele me culpa pelo divórcio, então desconta em mim, sexualmente."
Agora que as duas mulheres tinham se aberto, concordaram em manter a vida uma da outra em sigilo.
Quando Jenni chegou à porta, Elaine a parou. "Jen?" ela perguntou. Virando-se para Elaine, Elaine continuou: "Vamos fazer um... encontro duplo uma noite dessas?" A pergunta pairando no escritório.
"Deixa eu falar com o Dom," Jenni respondeu, com o cansaço no próprio rosto evidente.
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"Seu pai chega em casa logo," Elaine sussurrou, enquanto estavam sentados no restaurante. "Além disso, suas irmãs também estarão de férias da escola, então vamos ter que dar uma segurada."
Enquanto dizia isso, o vestido longo preto de baile que usava foi levantado da barra, passando da cintura. Agradecidos por estarem numa mesa onde podiam ser discretos, os dedos de Jeffrey percorriam a parte interna da coxa dela.
"Jeffrey, querido," ela sussurrou. "Se comporte." As palavras dela eram inúteis. Estar com as meias-calças abaixadas logo abaixo dos quadris era um movimento ousado para o momento. Uma mulher de 42 anos, esposa de pastor, blasfemando pela cidade em que moravam, colocou a mão sobre a do filho.
Enquanto um sorriso surgia no rosto, Elaine começou a passar as unhas, sedutoramente, pela mão de Jeffrey. "Vamos comer, ok?" Elaine falou. "Aí você pode levar a mamãe para casa e me foder até eu entrar em coma."
Acariciando a mão da mãe, Jeffrey disse de forma dissimulada: "Mal posso esperar."
Enquanto os dois comiam, ainda se comportavam como pombinhos, mas sem cruzar nenhuma linha óbvia, já que ainda podiam ser reconhecidos no ambiente.
"Elaine? Jeffrey?"
Uma voz ecoou perto do casal, enquanto Jeffrey cutucava a meia-calça da mãe por baixo da mesa. Concentrando a atenção, viram um dos diáconos da igreja, Robert Smith, e sua esposa June.
Retirando rapidamente a mão do filho de sua coxa, Elaine se ajeitou discretamente, alisando o vestido sobre os joelhos.
"Diácono Smith... June," Elaine exclamou baixinho, sem encontrar os olhos de Robert. "Que surpresa ver vocês aqui."
"Vimos vocês quando entramos e só queríamos dar um oi," Robert disse, com os olhos em Elaine. "Ainda temos nosso... compromisso na terça, certo?"
Rapidamente, Elaine confirmou. "Sim.. hum sim." A forma como respondeu não foi com confirmação, mas com uma ponta de indignação. "Te vejo por volta do meio-dia."
Quando o casal mais velho saiu para sua mesa, uma onda de alívio tomou conta de Elaine.
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20h45.
Depois do jantar, correram para casa. Uma vez lá dentro, Jeffrey pegou a mãe no colo e a carregou escada acima. Jogando-a na cama, ela imediatamente levantou a barra do vestido. À vista, suas meias-calças brilhavam. Sem nunca tirar os olhos do filho, ela observou enquanto ele começava a se despir. Enquanto isso, Elaine foi se ajeitando no colchão, apoiando a cabeça no travesseiro.
Uma vez acomodada, enfiou dois dedos no cós da meia-calça e a puxou para baixo, passando dos quadris. Quando sua vulva inchada e entumescida apareceu, o pau mole de Jeffrey ficou duro como pedra. Sem perder tempo, ele subiu na cama e se colocou entre as pernas da mãe.
"Dá uma surra gostosa na mamãe," Elaine disse lascivamente, os olhos brilhando. "Me fode até eu precisar de uma cadeira de rodas." Levantando suas lindas pernas matronais, Jeffrey não perdeu tempo.
"Ahhhhhhhh!" Ele exclamou, enfiando cada centímetro dentro dela. Não havia delicadeza, nem gentileza. Em vez disso, havia apenas uma determinação bruta. Chegando ao fundo, ele reajustou as pernas dela, agora colocando-as atrás da cabeça dela. Enquanto as pontas dos saltos altos tocavam o colchão de cada lado da cabeça dela, Jeffrey fez uma breve pausa. "A gente vai direto pro inferno, mãe," ele riu, um olhar sério no rosto.
"Ah, querido, sim. Então faz valer a pena," Elaine murmurou, colocando as mãos nos saltos altos ao lado da cabeça.
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"Jeff... Jeffrey! Ai, querido!" Elaine proferiu. Ouvir seus gritos de prazer só aumentava a intensidade das relações incestuosas que aconteciam. "Ungh! Ungh! Ungh! Isso! Isso!" Ela gritou, sentindo o peso do filho cair sobre suas coxas.
A batida constante da cabeceira contra a parede só podia ser descrita como harmônica, combinada com o ranger das molas da cama e dos postes da cama. Vez após vez, Jeffrey desabava sobre a mãe com a intenção de acabar com ela. O ranger dos dentes mostrava o foco intenso em seu rosto coberto de suor.
Depois de uns 15 minutos de sua surra persistente, Jeffrey saiu, sem ter gozado dentro da mãe. Soltando as pernas dela, ele se afastou o suficiente para o corpo dela se contorcer.
"Fica de quatro, mãe," Jeffrey ordenou, como se fosse o Alfa da família. "Quero te foder por trás."
Quando Elaine ficou de mãos e joelhos, o cansaço que agora estampava seu rosto era evidente. Seus peitos estavam machucados, enquanto o sutiã de renda ficava, estranhamente, no peito. Um seio estava fora do lugar enquanto o outro balançava, de forma depravada, do torso. O cabelo, antes perfeitamente penteado, estava agora uma bagunça total.
Olhando para a entrada da porta do quarto, ela agora estava pronta. Se enfiando entre as pernas dela, o rapaz de 19 anos segurou os quadris dela. Admirando a vista da MILF à sua frente, Jeffrey ainda não conseguia acreditar em como sua mãe estava "acessível" para ele desde que esse relacionamento começou. Avançando, ele estava ansioso para terminar fundo dentro dela.
"Ohhhhhhh siiiiiiim!!" Ela sibilou, a força a empurrando para frente na cama. "Jeffreyyyyy!" Ela ofegou, a voz uma mistura de luxúria e desejo.
Imediatamente, Jeffrey recomeçou de onde havia parado. Bomba após bomba, reivindicando a posse da mãe, ecoava pelo quarto.
"PLAFE! PLAFE! PLAFE! PLAFE!" O som de pele batendo contra pele contava toda a história. Agarrando o lençol e a colcha embaixo dela, Elaine tentou gritar para o filho.
"Deva... deva... devagar," ela bufou, um dos seios agora balançando violentamente. "Ai... ai, ai meu Deus," ela gemeu, em êxtase total. Sem ouvir os apelos da mãe, Jeffrey manteve o foco em sua tarefa.
"Porra, siiiim!" Jeffrey exclamou, agora dando tudo o que tinha. "Porra, isso mãe!"
"Isso! Isso! Isso!" Elaine gritou, os olhos agora revirados. "Goza... goza... em mim! Ai, querido!"
Ficando tenso, Jeffrey a puxou de volta contra ele. "Mããããe!" Ele gritou, um pouco alto demais, enquanto seu pau latejante explodia dentro dela.
"Ohhh Jeffrey," ela gemeu, o caos ainda não diminuindo. Caindo para frente, Elaine estava exausta. Com o peito no colchão, ela caiu. Atrás dela, Jeffrey colocou o peso nas costas dela, desesperado para terminar dentro dela.
De repente, um estrondo chamou a atenção deles. Ouvindo do corredor, a cabeça de Elaine se ergueu. Na porta estavam suas filhas Gracie e Katie.
"Mãe? Mas o que...!?" O olhar de horror absoluto na mãe e no filho anunciava a desgraça. Com o pau até as bolas dentro da mãe, Jeffrey congelou. Incapazes de se mexer, foram pegos. "Ai meu Deus!" Katie gritou. Disparando para longe da porta, sua irmã Gracie correu atrás dela.
Respirando pesadamente e finalmente soltando o aperto nos lençóis e na colcha, Elaine começou a chorar baixinho: "Ai meu Deus, Jeffrey."
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******Epílogo*******
O rescaldo iminente foi um caos. As filhas, que tinham voltado para casa mais cedo, genuinamente não faziam ideia do caso ilícito. Horrorizadas e chocadas ao ver a mãe e o irmão, que por anos, hipocritamente, davam lições de moral nas meninas tentando vender a ideia do cristianismo, saíram de casa. Sem alarde, sem briga, sem discussão.
Alguns dias depois, o Pastor Jennings chegou em casa. Tendo sido informado pelas filhas, a ideia das ações infames da esposa e do filho precisava ser tratada em particular.
Informando a congregação de uma pausa indefinida devido a um assunto familiar, ele ordenou uma investigação interna. Duas semanas depois, ele se apresentou diante da congregação informando que Elaine e Jeffrey haviam sido removidos de seus cargos e não seriam bem-vindos de volta. Sem entrar em detalhes, ele apenas disse que soube de alguns detalhes perturbadores e precisou tomar medidas imediatas. Dois de seus diáconos também foram implicados, já que vídeos por toda a igreja flagraram Elaine, não apenas com Jeffrey, mas com outros homens da igreja.
Agora em exílio, Jeffrey e Elaine mudaram-se para dois estados de distância, aguardando o desfecho do divórcio movido pelo Pastor. Concluído o processo, Elaine recebeu apenas uma pequena parte da casa, o suficiente para que ela e Jeffrey pudessem se reerguer. Em pé na cozinha do apartamento, cinco semanas depois que o caso ilícito e incestuoso deles foi exposto, Elaine, com lágrimas nos olhos, olhou para o filho, Jeffrey.
— Querido, estou grávida — anunciou, a voz agora desprovida do tom poderoso e autoritário de antes.