Contos eróticos para ler inteiros.

Grupal e Orgias

Minha Única Noite como Puta

maikovaz20 min

Não faço ideia de por que fiz aquilo. Bom, até que faço. Mas ainda assim. Me surpreende e me deixa excitada quando penso nisso.

Estava chegando o fim de semana. Na quinta, a Danielle me ligou. Disse que ela e umas amigas alugaram uma casa na praia e uma delas precisou desistir. Perguntou se eu estava disponível. Falou que a amiga aceitaria metade do valor da parte dela.

Danielle trabalhou comigo em outro emprego. Ela e as amigas eram 10 anos mais novas que eu. Depois do meu divórcio, ela me apresentou uns caras. Acho que ela esquecia a minha idade. Quando eu tinha 38, ela tentava me arranjar caras de 5 a 10 anos mais novos. Eu não saía muito com a Danielle, mas a gente mantinha contato.

Ela era um amor. Muitos dos meus amigos casados não queriam mais sair comigo. A maioria não queria uma divorciada atraente por perto. Com 1,70 m, 64 kg, olhos azuis, acho que eles se preocupavam com os maridos. É verdade, alguns deram em cima de mim, mas a culpa não era minha. Eu sempre dizia não.

Eu não tinha planos. Filhos na faculdade, divorciada, 41 anos, não levo a vida mais empolgante do mundo. Fora a academia, não tinha planos. Aceitei na hora.

Éramos quatro: Danielle, eu e duas amigas da Danielle, Kelly e Sam (Samantha).

As meninas eram divertidas, Kelly e Sam eram casadas. Danielle, solteira. Na sexta à noite, a gente se acabou. Bebemos vinho, rimos, tiramos sarro dos homens. Era exatamente o tipo de diversão que eu precisava. Eu realmente me diverti. Sentamos no deque e ouvimos o barulho da água. Havia casas dos dois lados com as luzes acesas.

Por volta das 22h, quatro homens saíram da casa ao lado e correram para a água. Digo homens porque foi o que pensei na hora. Na volta, eles nos viram no deque e vieram dar um oi.

Eram quatro. Todos tinham entre 22 e 24 anos. Contaram que estavam alugando a casa ao lado com mais dois amigos. Ficariam até segunda. Eles ficaram conversando. Muita bobagem, como é normal para rapazes jovens.

Danielle, Kelly e Sam já tinham tomado um drinque ou dois. Começaram a flertar. Não era sério, mas elas estavam se divertindo provocando os rapazes. Elas instigavam, faziam insinuações sexuais e riam. Era tudo brincadeira. Como a mulher mais velha, eu ria, mas não participava. Zoava as meninas por serem safadas. Elas sabiam que eu estava brincando e me zoavam por ser careta. Todas nós ríamos às custas dos rapazes, mas era tudo na zoeira.

No fim, ficou tarde e a gente enxotou os rapazes para irem dormir.

Ficamos mais um pouco fazendo piadas sobre contos eróticos de revista e pornô de mulheres mais velhas. Rimos sobre "fazer o dia deles" e nos provocamos sobre querer pegar um rapaz forte ou dois. Falamos sobre o tempo de recuperação de um homem jovem. Mais umas risadas e fomos todas para a cama.

Quando me deitei, comecei a pensar nas piadas. Homens jovens e fortes. Enquanto pensava neles, meus dedos deslizaram para a minha boceta. Com visões de ser devorada por rapazes jovens, eu brincava de leve com o clitóris, gozei e dormi.

Acordei antes de todo mundo. Estava sentada no deque com um shorts largo e uma camiseta, tomando meu café. Era umas 8h e eu curtia o silêncio e a vista.

Dois rapazes saíram da casa. Eles me viram e acenaram. A acenei de volta. Não fazia ideia se eram os mesmos rapazes da noite anterior ou não. Eles correram pela praia por uns 30 minutos. Era divertido de assistir. Eram jovens, em ótima forma, um colírio para os olhos. Tomei meu café e apreciei a vista.

Quando terminaram, eles correram até a varanda para conversar comigo. Acho que ficaram um pouco desapontados por eu não ser uma das garotas mais novas. Um deles perguntou pela Samantha pelo nome. Achei hilário.

Conversamos um pouco. Nada de flerte. Acho que eles ficavam olhando por cima do meu ombro, torcendo para alguém aparecer. Depois foram embora.

As outras garotas acordaram. Tomamos café, comemos algo e decidimos não fazer nada o dia todo além de ficar na praia. Por volta das 10h, peguei meu maiô e fui para a praia.

Aos 41 anos e dois filhos, não sou perfeita, mas malho 4 vezes por semana e até eu sei que estou bem. Ainda arraso de biquíni como qualquer mulher de 30. Como eu planejava pegar sol e não me importava com o que os outros pensassem, levei dois biquínis de cordinha bem minúsculos.

Vesti um e fui para a praia. Estendi minha toalha e me deitei para curtir o sol. Estava de bruços. Desfiz o top. Dois dos rapazes vieram e perguntaram se podiam sentar comigo. Eu disse que sim. Acho que eles ficaram surpresos de ser eu e não uma das garotas mais novas.

Eu realmente ouvi um sussurrar: "Meu Deus, você viu essa bunda?"

Ri para mim mesma, mas pensando bem, tenho que admitir que me senti lisonjeada.

Os rapazes foram se juntando. Cada vez que um novo aparecia, os que já estavam ali sussurravam e explicavam que era eu e não uma das garotas mais novas. Ouvi uns "não acredito" e "caralho". A palavra MILF foi sussurrada. Eu estava adorando.

Por fim, as outras garotas se juntaram a mim, todas de biquíni, mas na verdade o meu era o mais revelador. Elas começaram a jogar conversa fora com os rapazes. As piadas e o flerte começaram. Dessa vez, os rapazes tentaram me envolver também. Eu entrei na brincadeira. Não no nível das outras garotas, mas estava me divertindo.

Num momento, me levantei para entrar na água. Quando me levantei, os rapazes pararam de falar. Prendi o cabelo com uma fita e fui para a água. Dois dos rapazes perguntaram se podiam ir comigo. Eu estava me sentindo flertante. Rebunguei a bunda para eles e disse: "Sou velha demais para vocês, rapazes."

Eles riram e disseram que não me achavam nem um pouco velha demais. Quando entramos na água, os rapazes começaram a ficar de toque brincalhão. Nada excessivamente sexual, mas em certo ponto eu estava boiando de costas enquanto eles me seguravam. Um dos rapazes estava com as mãos na minha bunda me segurando. Eu não o impedi.

O dia passou rápido. Almoçamos e passamos a maior parte do dia na praia com os rapazes. Eles eram uns amores. Amigos de colégio que, depois de se formarem na faculdade, decidiram viajar juntos uma vez por ano para manter o contato.

Quando saímos da praia, me enrolei numa toalha. Dois dos rapazes me acompanharam. Já no deque, decidi pendurar meu biquíni no corrimão para secar. Os dois rapazes comigo assistiram enquanto eu desamarrava o top, puxava para fora da toalha e pendurava para secar. Então, enfiei a mão por baixo, tirei a parte de baixo, saí dela e pendurei. Os rapazes só olhavam. Dava para ver que estavam fascinados pelo fato de eu estar nua sob a toalha.

Os rapazes disseram que iam sair para dançar naquela noite. Perguntaram se a gente queria ir. A gente só riu e disse que ia ver.

A cidade era praiana. Não precisava de carro para chegar a lugar nenhum. Tudo ficava ali perto. Decidimos jantar e sair para caminhar. Sem saber bem para onde íamos, vesti um vestido de verão fofo. Tinha estampa floral branca, mangas curtas e decote em V que terminava num território quase decente. Um sutiã push-up bonito adicionava interesse suficiente para manter alguém olhando. O vestido seguia a curva do meu corpo e quadris e depois fluía até o comprimento do tornozelo. Tinha uma fenda lateral até o meio da coxa. Quando eu andava, revelava um lampejo tentador de perna. Uma calcinha rosa fofa e sandálias de tiras e eu estava linda.

Entrei na sala principal. As outras garotas estavam lá de jeans e camiseta. Elas me olharam.

Danielle disse: "De jeito nenhum você vai ficar com toda a atenção."

Ela voltou para se trocar. Sam e Kelly decidiram fazer o mesmo. Quando elas voltaram, estávamos todas lindas.

Saímos por volta das 20h. Recebemos mais de um olhar dos homens e rapazes pela cidade. Tenho que admitir que me senti sexy fazendo parte daquele esquadrão de gostosas. Os homens da minha idade que me olhavam estavam todos acompanhados. Mas os grupos de rapazes jovens certamente subiram à minha cabeça.

Paramos para jantar. Meu vestido se abriu na fenda e mostrou bastante coxa. É sempre interessante que os homens demonstrem mais interesse quando veem algo que acham que não deveriam ver. Eu não estava mostrando mais perna do que as outras garotas, mas recebi muito mais olhares. Enquanto jantávamos, fazíamos piadas e nos provocávamos sobre os caras nos secando. Foi um enorme impulso no ego e, admito, um tesão.

Depois fomos a um bar local com dança e música. Encontramos os rapazes lá. Não éramos as mais velhas do clube, mas estávamos acima da média. Os rapazes passaram a noite dançando com Sam, Kelly e Danielle. Quando não estavam dançando, ficavam comigo. Era extremamente lisonjeador. Dava para ver os olhares das garotas de 20 e poucos anos enquanto aqueles rapazes bonitos as ignoravam e davam atenção para nós.

A noite estava acabando. Os rapazes se ofereceram para nos acompanhar até em casa. Saímos todos juntos. Quando chegamos na nossa casa, eles perguntaram se queríamos mais um drinque. Dissemos que sim, eles correram e buscaram.

Sentadas na varanda, flertamos. Até eu entrei. Umas poucas pernas cruzadas estratégicas chamaram muita atenção. Os rapazes estavam disputando nossa atenção. A gente dava a eles só o suficiente para pensarem que tinham chance, mas sabíamos que não tinham.

Quando fui para a cama, já sabia que estava excitada. Tirei a roupa, pulei na cama e me masturbei até um orgasmo intenso. Visões de rapazes fortes me fodendo, porra quente me atingindo, passavam pela minha mente enquanto eu tinha os dedos enterrados na boceta.

Domingo era o dia de ir embora. Tínhamos a casa até as 20h. Fomos de novo para a praia. Assim que pisamos na areia, os rapazes já estavam lá.

Sam pediu a um dos rapazes para passar loção nas costas dela. Ele se prontificou na hora.

Eu ri e disse: "Eu também."

Achei que eles fossem se machucar na disputa para chegar em mim. Por fim, dois dos rapazes fizeram um acordo. Um pegou minhas costas, o outro minhas pernas. Eu estava aproveitando a atenção. Mãos fortes me massageando, vendo até onde podiam ir. Na verdade, eu não os estava impedindo. Eles pegaram na minha bunda, um pouco por baixo do biquíni. Na lateral dos meus peitos. Passaram as mãos de leve na virilha do meu maiô. O que eu me importava? Era divertido deixar os rapazes loucos e eu estava gostando.

Nadamos e curtimos o sol. A atenção dos rapazes nos mantinha entretidas. Infelizmente, toda vez que entrávamos na água, um dos rapazes tinha que fazer a função de passar loção de novo. Odiei.

O sol estava começando a baixar e já era hora de arrumar as coisas. Vesti um shorts cáqui de pernas largas e uma regata cortada com decote arredondado.

Todas arrumamos os carros e nos despedimos. Eu estava a mais ou menos um quilômetro de distância quando percebi que tinha esquecido algo. Eu ia devolver as chaves no dia seguinte, então as tinha comigo para entrar.

Quando saí e tranquei a porta, um dos rapazes veio. Disse que eles estavam grelhando uns bifes e perguntou se eu queria me juntar a eles.

Eu não tinha para onde ir, e bife parecia bom, então aceitei. Eles foram ótimos, muito atenciosos, mas muito respeitosos. Num momento, me espreguicei. Um dos rapazes se ofereceu para massagear meus ombros. Eu aceitei. Ele puxou a cadeira para trás de mim e começou a massagear. As mãos fortes dele eram uma delícia.

Dois dos outros rapazes pegaram cada um um pé e começaram a massagear. Eu não os impedi, era gostoso demais. Lentamente, o que massageava meus ombros expandiu sua área. Ele ia do meu pescoço, descendo para as costas e também ao redor do peito um pouco.

Eu estava amando. Tirei as alças da regata e do sutiã dos ombros para não atrapalharem.

Os rapazes que massageavam meus pés foram subindo pelas panturrilhas. Eu só suspirei e deixei.

O rapaz dos meus ombros agora fazia movimentos longos do meu pescoço até o topo dos meus seios. Ele chegou um pouquinho abaixo do decote da regata. Como eu tinha tirado as alças, a regata e o sutiã estavam um pouco baixos no peito.

Os que faziam minhas pernas tinham chegado às coxas. Um dos rapazes colocou minha perna no ombro dele para esticar enquanto massageava.

Tive certeza de que ele podia ver direto pelas pernas do shorts. Eu usava uma calcinha fio dental branca de renda fofa. Fiquei imaginando o quanto ele conseguia ver. O pensamento daquele rapaz jovem excitado olhando por baixo do meu shorts estava começando a me deixar excitada.

O amigo dele viu o que ele fez e colocou minha outra perna no ombro dele. Agora eu sabia que ambos tinham uma bela vista por baixo do meu shorts. Quase desejei não estar de calcinha.

As mãos do rapaz nos meus ombros agora percorriam do meu pescoço, descendo pelos ombros, chegando ao peito e tocando o topo do sutiã. Ao fazer isso, ele o empurrou um pouquinho para baixo. Estava a uns dois centímetros dos meus mamilos. Era gostoso. Tentei lembrar do último cara que tocou nos meus mamilos.

Os rapazes nas minhas pernas tinham chegado ao shorts e estavam a uns dois centímetros da minha boceta.

Eu estava ficando excitada e amando a atenção. Minha mente estava acelerada. Eu estava amando aquilo, mas até onde eu deveria deixar continuar?

Eu sabia que deveria parar. Percebi que minhas amigas tinham ido embora. Eu nunca mais veria aqueles rapazes.

Uma das mãos nas minhas coxas roçou na calcinha. Uma faísca de eletricidade percorreu meu corpo todo. Logo os dois rapazes estavam passando as mãos pelas minhas pernas, roçando a calcinha e voltando para baixo.

O dos ombros tinha empurrado meu sutiã para baixo, então meus mamilos apareceriam na próxima passada. Eu sabia que deveria parar aquilo. Também sabia que não queria.

Por fim, tomei uma decisão. Me levantei e disse: "Já chega."

Os rapazes me olharam. Dava para ver que estavam preocupados por terem passado dos limites e eu estar brava.

Andei até a porta da cabana. Tirei a regata pela cabeça e disse: "Vamos brincar lá dentro então", e deixei a regata cair no vão da porta.

Ninguém se mexeu. Desabotoei e abri o zíper do shorts, deixei cair no chão e disse: "Vêm?"

Todos se entreolharam. Acho que, de algum jeito, uma faísca coletiva percorreu todos eles. Todos entenderam e começaram a me seguir pela porta. Enquanto eles entravam, eu estava andando em direção a um quarto e tirando o sutiã.

Quando chegaram ao quarto, eu estava sentada na cama de calcinha. Todos se amontoaram, mas obviamente não faziam ideia do que fazer agora.

Estendi a mão e agarrei os dois mais próximos pelo cós do shorts. Puxei-os para perto. Desabotoei o shorts de um deles. O pau dele saltou para fora, ereto. Enrolei a mão ao redor do pau dele e o coloquei na boca. Ele gemeu. Os outros só olhavam.

Agarrei o shorts do outro rapaz e puxei para baixo. Ali estava outro pau jovem me encarando diretamente. Enrolei a outra mão ao redor dele e comecei a alternar entre os dois rapazes, fazendo sexo oral neles.

Os outros olhavam com assombro. O quarto estava em silêncio, exceto pelos sons dos dois rapazes gemendo.

Olhei para os outros quatro e disse: "Bom, tirem a roupa."

Os rapazes se apressaram para tirar a roupa. Continuei chupando pau. Agora eu tinha seis rapazes nus sem saber o que fazer em seguida.

"Venham para a cama."

Os quatro cujos paus não estavam na minha boca subiram na cama.

Os dois que eu estava chupando começaram a gemer.

Comecei a falar. "Onde vocês querem gozar? Vocês estiveram falando de mim o fim de semana todo. Me contem algumas coisas que disseram. Vocês fantasiaram sobre eu chupar seus paus? Vocês queriam foder 'A MILF'?

"Onde vocês querem gozar? Na minha cara? Na minha boca? Nos meus peitos? A escolha é de vocês, rapazes.

"Vocês se masturbaram à noite pensando em mim? Na minha bunda? Nos meus peitos?"

Vi os garotos atrás de mim na cama acariciando lentamente seus paus. Eu estava cercada por 6 paus duros.

Senti o pau na minha mão começar a inchar. "Me dá. Vamos. Enche minha boca."

Fechei minha boca em volta do pau dele. Ele explodiu. Senti o gozo bater na minha garganta, encher minha boca. Engoli o mais rápido que pude. Peguei a maior parte. Um pouco escorreu pelo meu queixo.

Senti um movimento na cama atrás de mim. Um dos garotos se ajoelhou atrás de mim. Ele começou a gozar. Atingiu minhas costas e bunda, molhando minha calcinha de gozo.

Olhei para ele por cima do ombro, com o gozo pingando no meu queixo, e apenas disse: "Mmmmmmm."

O outro cara que eu estava chupando se perdeu. Com minha mão em volta do pau dele, ele gozou. Mirei nos meus peitos. Adorei a sensação do gozo quente espirrando e grudando nos meus mamilos.

Então me levantei. Virei para encarar a cama. Olhei para um dos caras que tinha acabado de gozar e disse: "tira essa calcinha de mim."

Ele se esticou e a puxou até o chão.

Saí delas e engatinhei na cama, dando àqueles dois uma bela vista da minha buceta depilada.

Engatinhei até um dos caras e montei nele. Alcancei para baixo e coloquei o pau dele na entrada da minha buceta.

"Pronto?" eu disse.

Ele apenas assentiu. Bem lentamente, fui descendo no pau dele. Estava curtindo cada centímetro. Adorava a sensação do gozo secando no meu corpo. Muitas vezes fantasiei em ser uma puta, mas quando você teria a oportunidade perfeita? Essa era. Deixei o pau afundar completamente em mim. Gozei.

Estendi a mão para os outros dois garotos e os fiz ajoelhar dos meus lados. Agarrei-os e comecei a alternar entre chupar um e depois o outro.

Olhei para o cara entre minhas pernas. "Me fode. Me fode com força. Não se segura. Goza em mim."

Para o grupo, eu disse: "Hoje à noite, neste quarto, só para vocês, eu sou a sua puta. Quero seus paus e quero seu gozo. Sou sua puta de gozo. Brinquedo sexual. Vocês podem me foder até cair. Vou aguentar tudo."

Com isso, o cara debaixo de mim começou a me foder. Ele segurou minha bunda e usou suas mãos fortes para me puxar para cima e para baixo no pau dele.

Ele me virou de costas e começou a bombar forte e rápido. Os outros dois caras enfiaram seus paus na minha boca para eu continuar chupando. Os outros três estavam em pé ao redor, acariciando seus paus para ficarem duros de novo.

Eu sentia o pau dele pronto para explodir.

"Isso. Goza em mim. Enche minha boceta. Me fode."

Ele começou a gozar. Senti jorrar quente na minha buceta. Tive um orgasmo intenso.

Ele saiu de mim, o gozo pingando da minha buceta.

Olhei para um dos caras que eu estava chupando.

"Sua vez", eu disse.

Ele não conseguiu chegar lá rápido o suficiente. Ele simplesmente enfiou o pau na minha boceta. Eu estava tão molhada com meus fluidos e uma carga de gozo que ele deslizou direto. Gozei de novo. Ele começou a me foder.

"Mmmm, eu adoro", eu disse. "Como está a sensação da minha buceta encharcada de gozo?"

Ele apenas gemeu e continuou me fodendo. Quando virei a cabeça, havia outro pau na frente do meu rosto. Eu tinha dois de novo. Alternei entre masturbá-los e chupá-los.

Um cara começou a ficar tenso.

"Onde você quer?" eu disse. "Quer que eu engula tudo? Quer espirrar no meu rosto e peitos? Onde você quer?"

Ele enfiou o pau na minha boca e a encheu. Engoli e chupei tudo. Um pouco pingou no meu queixo. Comecei a me concentrar no outro pau. Passei ele pelo meu rosto, misturando o pré-gozo dele com o gozo no meu rosto, e depois por todo o pau dele e meu rosto. Voltei a chupá-lo.

Ele gozou. Me pegou de surpresa. Tirei o pau da boca e a maior parte caiu no meu rosto, peitos, e um pouco na cama.

Passei os dedos pelo gozo e os levei à boca para lamber.

Enquanto eu fazia isso, o cara na minha boceta gozou. Gozei de novo.

Agora via três paus duros. Eu disse: "alguém tem lubrificante?"

Eles se entreolharam e um saiu correndo. Mandei o outro deitar. Desci minha buceta cheia de gozo no pau dele. Estava tão lambuzada que mal podia senti-lo, mas isso só deixava tudo mais excitante. Mandei o outro cara deitar na minha frente. Comecei a chupar o pau dele.

O cara voltou com lubrificante. Peguei dele e comecei a lubrificar o pau dele. Depois derramei um monte na minha mão, alcancei para trás e comecei a lubrificar meu cu. Todos os caras assistiam fascinados.

Eu já tinha feito anal antes, mas não era meu favorito; contudo, a ideia de ter todos os três buracos preenchidos me excitava imensamente.

Parei de foder o cara em quem estava montada.

"Fica parado", eu disse.

Olhei para o cara lubrificado. "Fode meu cu. Devagar."

Senti a ponta do pau dele na entrada do meu cu. Enquanto relaxava, ele começou a penetrar. Nunca me senti tão cheia na vida. Quando precisei, mandei ele parar. Ele esperou até meu cu se ajustar. Finalmente, ele estava todo dentro. Comecei a me mover, tentando estabelecer um ritmo. Os garotos me deixaram no controle. Eu podia sentir os paus deslizando um contra o outro dentro de mim.

Agarrei o pau na frente do meu rosto e comecei a chupar.

"Algum de vocês já viu uma puta de três buracos antes?" perguntei.

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