Minha Enteada, a Provocadora 05: Parte Cinco
— Eu senti tanta saudade de vocês! — Marie diz enquanto larga a mala perto da porta e abraça Gabby para cumprimentá-la.
Fico esperando atrás das duas enquanto elas se abraçam, pulando de alegria. Um nó se forma no meu estômago e tenho certeza de que Marie consegue ver a culpa no meu rosto.
Para ser claro, não me arrependo nem um pouco do que fiz. A noite passada foi o paraíso. Tirei a virgindade da minha enteada provocadora e gostosa. Enchi ela com meu pau, senti ela de um jeito que nenhum homem jamais sentiu...
Se eu fosse morto na hora, teria morrido um homem muito feliz.
Mas agora que Marie voltou, as coisas vão ficar complicadas. Quer dizer, eu comi a filha dela. Casei com Marie e comi a filha dela enquanto ela estava fora salvando vidas.
Embora eu não me arrependa de ter fodido Gabby, estou apavorado com o que pode acontecer se Marie descobrir.
— Espero que vocês não tenham começado a abrir os presentes sem mim — Marie diz enquanto vai saltitando para a sala com Gabby nos seus calcanhares.
Gabby para ao meu lado e me lança um sorriso malicioso. Ela deve saber o que estou sentindo e acho que gosta disso. Adora saber que me colocou nessa posição, que mesmo com minha esposa em casa no dia de Natal, tudo em que consigo pensar é no quanto quero sentir a boceta apertada dela em volta do meu pau de novo.
— Vem, papai? — ela sussurra, sabendo que pedi para não me chamar de papai na frente de ninguém.
— Cuidado — aviso, fazendo um sinal para ela andar na minha frente.
— O que você quiser, papai — ela sussurra e depois corre para perto da mãe.
Só de ouvi-la me chamar de papai já faz meu pau doer. Por mais errado que seja, saber que Marie está aqui e pode ouvir torna tudo ainda mais excitante.
Quando me junto às duas na sala, elas estão sentadas perto da árvore fazendo o inventário dos presentes. Cada um de nós tem dois aqui e Marie os distribui.
Começamos com os presentes que Marie nos deu. Gabby ganhou uma mochila de grife recheada com umas roupas fofas que ela estava de olho na loja. Marie me deu um Apple Watch com várias pulseiras intercambiáveis.
Em seguida, os presentes que Gabby me deu e à Marie. Marie abre o dela primeiro e vê um conjunto novo de facas de chef bem caras. É perfeito para ela porque adora cozinhar e estava de olho num bom jogo de facas há tempos. Gabby me comprou um kit inicial para fazer cerveja artesanal em casa.
Ela me observa enquanto abro e, quando agradeço, ela pisca para mim. Mesmo com o que aconteceu entre nós, não entendo o porquê.
Por último, elas abrem os presentes que eu dei. Marie sorri e se inclina para um beijo depois de ver a pulseira que comprei para ela. — Isso é realmente lindo! — diz com um sorriso largo.
Gabby abre o dela e solta um gritinho de empolgação ao ver outra pulseira.
— Achei que seria legal vocês duas terem pulseiras combinando de mãe e filha — explico quando Gabby exibe a joia com diamantes para a mãe.
— É maravilhosa! — Gabby diz enquanto pressiona o corpo apertado contra o meu para um abraço. Eu a abraço de volta e saboreio o breve momento de contato, sabendo que talvez não consiga segurá-la perto de mim por um tempo.
Nós três ficamos na sala conversando um pouco. Gabby senta no sofá entre Marie e eu enquanto um daqueles filmes antigos de Natal em stop-motion toca baixinho ao fundo.
— Algum plano para o Ano Novo? — Marie pergunta a Gabby. Marie e eu temos nossa própria tradição de assistir Arquivo X todo ano com uma quantidade absurda de pizza e cerveja enquanto fazemos a contagem regressiva para a meia-noite. Mas este é o primeiro ano de faculdade de Gabby, então talvez ela tenha algo divertido planejado com os amigos da faculdade.
— Na verdade, não — Gabby dá de ombros. — Estava esperando poder ficar aqui com vocês.
Marie começa a falar sobre Arquivo X enquanto Gabby treme e pega a manta pendurada nas costas do sofá. — Está com frio, querida? — Marie pergunta.
— Só um pouquinho — Gabby diz, virando para mim com olhos arregalados. Eu aceno com a cabeça, sem saber exatamente o que ela quer. Quando aceno, ela sorri e ajeita a manta para cobrir minhas pernas. — Aqui, se você também está com frio, podemos dividir.
Não tenho chance de responder antes que ela se aconchegue mais perto e levante a parte dela da manta até os ombros. De onde estou sentado, consigo ver o corpo inteiro dela enquanto Marie fica completamente protegida. A manta forma uma tenda em volta das minhas pernas por causa da inclinação acentuada até os ombros de Gabby.
— Melhorou? — Gabby pergunta, virando um pouco para mim enquanto levanta a blusa debaixo da manta. Tudo o que ela vestia antes era um top com uma calça de pijama larga. Agora, a blusa está logo acima dos peitos nus, completamente à mostra para mim.
— Muito melhor — digo, lambendo os lábios enquanto olho para ela.
A conversa diminui enquanto todos focam no filme. Bem, Marie foca no filme. Eu foco na filha dela brincando com os peitos grandes e empinados debaixo da manta enquanto meu pau cresce rapidamente.
Saber que Marie está bem ali me estressa, mas me excita mais do que jamais imaginei.
Eu me movimento com cuidado ao estender a mão para tocar os seios de Gabby. Vejo ela sorrir e morder o lábio de leve enquanto meus dedos giram em volta do mamilo dela, provocando e enviando pequenas ondas de prazer por ela. Observo os abdominais dela se contraírem e flexionarem enquanto tenta se controlar.
Ela estende a mão e a pousa no meu colo, movendo para frente e para trás enquanto massageia o volume crescente.
— Qual era aquele filme que a gente assistia na véspera de Natal, mãe? — Gabby pergunta, aproveitando o barulho para abrir o zíper da minha calça sem ser óbvia.
Eu desabotoo o botão num movimento rápido e meu pau salta para fora.
— Você era obcecada pelo especial de Natal da Barbie — Marie diz com uma risada. Ela vira para olhar Gabby e Gabby congela quando a mão dela envolve meu pau duro. — Sei as falas do filme de cor até hoje.
Marie volta a olhar para a TV e Gabby move lentamente a mão para cima e para baixo no meu comprimento, provocando a ponta enquanto usa meu pré-gozo para lubrificar o pau. Minha respiração acelera e me recosto, aproveitando o momento enquanto meus olhos oscilam entre minha enteada jovem e gostosa e a mãe dela sentada ao lado sem suspeitar de nada.
Gabby me aperta com mais força e eu suspiro, mordendo a parte interna das bochechas para não gemer.
— O que foi isso? — Marie pergunta. Ela e Gabby olham para mim esperando uma explicação para o barulho. Se Marie pudesse ver o sorriso diabólico no rosto da filha sabendo que foi ela quem causou.
— Só lembrei que esqueci de enviar um relatório de despesas por e-mail na semana passada — minto.
— Bom, tenho certeza que pode esperar até amanhã — Marie diz enquanto volta a olhar para o filme.
Gabby me masturba mais um pouco e eu levo a mão até as pernas dela e a deslizo para dentro da calça do pijama. Sinto uma calcinha de seda e, quando abaixo os dedos até o centro, está encharcada.
Eu daria qualquer coisa para sentir o gosto agora, para ficar de joelhos na frente dela e lamber cada gota do seu mel.
Antes que eu possa enfiar a mão dentro da calcinha e dedilhar Gabby, Marie se levanta. Ela ainda está de frente para a TV, então nós dois só temos um momento para esconder o que estávamos fazendo antes que ela se vire. Eu tiro a mão da calça do pijama dela e Gabby solta meu pau, puxando a blusa de volta para baixo.
— Vocês estão com fome? — Marie pergunta, pegando suas facas novas. — Vou começar o jantar para ficar pronto às sete. Mas que tal eu preparar uma tábua de frios também?
— Você está morrendo de vontade de usar essas facas — Gabby provoca, sorrindo para a mãe como se não estivesse provocando meu pau ao lado dela.
— Culpada — Marie ri antes de ir para a cozinha.
A porta se fecha atrás dela e Gabby não perde um segundo antes de se inclinar e me beijar. A língua dela desliza dentro da minha boca e um gemido desesperado escapa da garganta dela. A mão dela aperta meu pau antes de levá-lo à boca e lamber o pré-gozo.
— Que tal eu te dar seu presente de verdade agora? — Gabby pergunta, mordendo o lábio e sorrindo para mim.
— O que você tem em mente?
Sem hesitar, ela mergulha a cabeça debaixo da manta e começa a lamber meu pau. Só a sensação do hálito dela contra mim já é suficiente para enviar um arrepio pelo meu corpo. Ela beija a ponta e passa a língua delicada em volta, ensopando com sua saliva.
É quente. Quente demais para afastá-la e pará-la, embora haja apenas uma parede fina entre nós e Marie na cozinha.
Quando os lábios de Gabby envolvem minha cabeça, sei que não tenho chance. Preciso deixar isso acontecer. Eu preciso disso.
Ela geme enquanto coloca mais do meu pau duro na boca, subindo e descendo a cabeça. Ouço atentamente o barulho das panelas na cozinha enquanto Marie começa a cozinhar, mas não posso olhar a porta. Tenho que olhar para Gabby.
Levanto a manta e observo minha enteada gostosa me engolir inteiro com a boca. Ela olha para cima com olhos vidrados de luxúria enquanto engole meu pau tão fundo que sinto a garganta dela se contrair em volta de mim.
— Você chupa meu pau tão bem — sussurro, olhando rapidamente para a porta da cozinha. — A putinha do papai sabe como deixá-lo feliz...
Ela geme em aprovação e eu solto um gemido involuntário. Marie ainda está ocupada na cozinha, então felizmente não ouve.
Meus dedos se entrelaçam nas lindas ondas loiras de Gabby enquanto seguro a cabeça dela firme e empurro meus quadris contra ela. Ela engasga no meu pau e me preparo para gozar na garganta dela quando ouço silêncio na cozinha, seguido de passos.
Eu afasto Gabby de mim e ela prontamente se senta, limpando a saliva do queixo bem quando Marie entra pela porta.
— Vocês querem queijo gouda ou cheddar? — Marie pergunta, sem perceber o menor sinal do que está acontecendo aqui.
— Cheddar está bom — digo e Gabby concorda com a cabeça.
Marie faz um joinha e volta para a cozinha. Gabby imediatamente abaixa a cabeça de novo para me chupar, e eu a impeço. Ela olha para mim confusa e eu apenas sorrio.
— Sua boca é ótima, bebê, mas eu quero sua boceta — sussurro. — Vai dizer para sua mãe que você vai visitar a Nadia e me espera no carro. Chego logo depois.
Fico sentado no sofá enquanto Gabby se levanta e faz o que eu pedi. Ela corre para o quarto, se troca e então sai de casa, demorando um instante na porta para me mostrar que está com as chaves do meu carro na mão.
— Acho que vou me vestir e ir ao mercado na rua de baixo comprar um egg nog — digo para Marie.
— Ótima ideia! Se você vir molho de cranberry, pode pegar um para mim? — Faço um joinha para ela e vou até meu carro.
Gabby já está esperando no banco de trás, deitada de costas com a blusa levantada de novo.
— Achei que você ia se juntar a mim aqui no banco de trás — Gabby provoca, esfregando as mãos nos mamilos duros.
— Pode confiar, vou sim. Só precisamos nos afastar da casa primeiro — digo enquanto engato a marcha. Gabby não se mexe do lugar e eu olho para ela pelo retrovisor enquanto dirijo até o parque e encontro uma vaga isolada.
Felizmente, não tem muita gente aqui no dia de Natal, então Gabby e eu temos bastante privacidade.
Subo para o banco de trás e imediatamente abaixo a boca para os peitos dela com fome. Ela passa os dedos pelo meu cabelo e geme enquanto eu giro a língua nos mamilos dela.
— Ai, meu Deus, papai! — ela geme, jogando os quadris contra mim. — Estou tão molhada para você, papai. Não sei como vou me controlar perto de você com a mamãe em casa.
— Não se controle — digo com um sorriso enquanto afasto a boca dos peitos dela. — Eu adoro isso. Provocar meu pau perto dela, quer dizer. Você é tão safada e eu amo isso. Olha só o que você faz comigo.
Desabotoo minha calça e mostro meu pau pulsante. Ela morde os lábios e abaixa as calças para ele. — Eu quero tanto, papai.
— O que você quer? — pergunto, passando o dedo pela boceta rosa perfeita dela e levando à boca para sentir o gosto dos seus fluidos. — Diz para o papai o que você quer.
— Eu quero seu pau — Gabby geme enquanto o aproximo da boceta dela. — Quero que você me encha com seu pau grosso, papai. Me enche com sua porra!
Deslizo todo o comprimento do meu pau dentro dela com facilidade. Em instantes, está apertando em volta de mim, ela já está à beira de gozar.
— Porra, você é tão apertada — gemo enquanto meu pau estremece dentro dela. Com toda a provocação, já estou perto de enchê-la com minha porra. Eu me seguro contra ela e espero meu pau se acalmar antes de começar a meter.
Quando faço isso, Gabby geme no meu ouvido enquanto meus quadris batem nela. A cada estocada sinto meu pau enrijecer, implorando para se liberar dentro da boceta apertada dela.
— Isso, papai, porra! — ela grita quando goza, a boceta apertando ainda mais em volta de mim, puxando para dentro a cada estocada como se não quisesse soltar.
Finalmente gozo e gemo enquanto fodo minha enteada com mais força, deixando a boceta dela ordenhar meu pau e enchê-la com minha semente. Inclino para frente e chupo o mamilo dela, mordendo de leve enquanto gozo e Gabby grita meu nome tentando se controlar.
Quando ambos nos acalmamos, tiro meu pau de dentro dela e observo a boceta exausta expulsar minha porra. Ela tenta recuperar o fôlego contra o banco enquanto cutuca a boceta na minha direção com um sorriso.
Lambo os lábios e olho para ela com uma risada. Meu pau está mole agora, e por mais que eu adorasse enchê-la de novo, preciso esperar um pouco. Mas até lá, posso sentir o gosto dela.
— Você é insaciável — digo antes de grudar os lábios no clitóris inchado dela. Ela suspira e geme enquanto giro a língua em volta, olhando para ela com um sorriso satisfeito.
A boceta dela está encharcada com uma mistura do nosso gozo e enfio um dedo dentro para dar ainda mais prazer. Ela geme contra o banco do carro enquanto o corpo todo treme e estremece.
— Sim, sim, sim — ela repete sem parar enquanto outro orgasmo a invade. A boceta agarra meu dedo e enfio outro dentro enquanto ela goza para preenchê-la completamente. — Você me faz sentir tão bem, papai!
Quando ela tem o segundo orgasmo, me afasto e sorrio para ela, limpando os fluidos do queixo.
— Como eu tive tanta sorte com você? — pergunto enquanto nós dois nos recompomos e nos preparamos para ir embora e voltar ao nosso dia de Natal normal.
Eu realmente poderia me acostumar com isso.