Minha Colega de Quarto Gótica Peituda Cap. 05
— Acorda. Vamos, acorda.
Eu gemi em protesto, abrindo um olho para espiar o relógio na mesinha de cabeceira da Alice. 6h17.
— Vai dormir — resmunguei. Minha boca parecia um deserto, e meu hálito estava pior ainda.
A mão da Alice me sacudiu pelo ombro. — Eu quero seu pau, idiota. Acorda, caralho!
— Tô com muito sono — gemi, sem vontade de virar para o lado dela. Não tive escolha por muito mais tempo.
— Só... caralho... Pronto, vamos lá, grandão.
Eu gemi como uma baleia encalhada enquanto a Alice me arrancava do colchão com o corpo todo, me virando de costas na penumbra do amanhecer de mais uma manhã de primavera. Já tínhamos largado a farsa de dormir em quartos separados há duas ou três semanas, fingindo que era mais fácil atender às necessidades de uso livre dela se eu já estivesse na cama quando a quisesse.
Como as coisas tinham mudado. Tipo, imediatamente.
— Ah, cala a boca — a mais velha insistiu num sussurro áspero enquanto subia em cima de mim debaixo das cobertas. — Você nem precisa fazer nada, só ficar... ah! — exclamou, enfiando a mão entre as minhas pernas. — Já tá duro! Bom, isso... isso é um bom garoto.
Eu lutei contra a vontade de sorrir. Claro que eu tava duro. Você também estaria no meu lugar; uma mulher linda e amazona, dez anos mais velha, se aconchegando em você logo de manhã, completamente pelada, implorando pelo seu pau? Você não teria a menor chance.
— Achei que teria que te masturbar pelo menos um pouquinho — ela refletiu, guiando meu pau contra os lábios peludos dela enquanto eu lutava para tirar as teias de aranha do sono profundo da mente.
— Você é mais que bem-vinda a fazer isso — brinquei, passando as mãos pelas costas longas e largas dela e pelos quadris amplos.
Ela riu baixinho. — Cala a boca — arfou, se assentando em mim devagar.
— Ai, Deus — gemi. O calor aconchegante e confortável de estar exatamente onde eu pertencia me inundou, afastando minha moleza num instante. — Como você sempre é tão gostosa pra caralho?
Eu finalmente consegui abrir os olhos. O sorriso da Alice brilhou pra mim de cima enquanto ela mexia os quadris devagar debaixo das cobertas; era o tipo de sorriso que ela só tinha começado a me dar recentemente. Era caloroso. Afetuoso. Quase terno, do jeito dela, pelo menos. Ela sempre tinha sido todas essas coisas, quase desde o começo, mas à sua própria maneira. Não abertamente, mas refletidas no jeito brusco e exigente com que enfrentava tudo. O afeto dela era uma marretada entre os olhos, imposto a você quer você procurasse ou não. Era possessivo no sentido mais estrito, e totalmente intransigente.
Só ultimamente os sentimentos dela pareciam, bem... sentimentos.
— É... ah! É porque você é — ela se inclinou para um beijo, sem medo do meu hálito horrível de manhã — muito grande pra caralho, e eu sou... Porra!.. eu sou muito apertada pra caralho.
Eu sorri pra ela, vendo os peitos volumosos balançando dentro e fora da visão periférica na borda do meu campo de visão. — Você com certeza é! — concordei, batendo na bunda grande e tatuada dela com preguiça.
Com um gritinho de menina que quase não combinava com ela, Alice se inclinou para perto de mim, se deliciando no meu pescoço, mandíbula, orelhas e bochechas. Senti os pés dela se curvarem debaixo das minhas panturrilhas enquanto os braços se enganchavam debaixo dos meus ombros. O leve balançar dos quadris me ordenhava suavemente enquanto ela fazia todo esforço para fundir nossos corpos.
O sussurro sibilante dela no meu ouvido me fez tremer involuntariamente. — Me desculpa tanto ter te acordado — ela respirou —, eu só tinha que ter meu pau. Eu precisava. Acordei tão molhada por você, e não conseguia parar de pensar no que você fez comigo ontem à noite. — A reboladinha de um lado para o outro sugeria que ela tinha gostado de ser dobrada e completamente arrebentada o fim de semana todo, o que eu já sabia. Me perguntei se eu tinha conseguido deixar uma marca de mão, como ela tinha pedido ao redor do brinquedo na boca na noite passada.
— Que garota boazinha — gemi, passando as pontas dos dedos bem de leve para cima e para baixo nas laterais dela, pelas costas, pelos ombros e pelas coxas.
— Isso faz cócegas — ela murmurou. Eu ouvi o sorriso na voz dela. Isso era tão aconchegante.
Se apertando contra mim e se aninhando no meu ombro, Alice deixou claro que pretendia se balançar para frente e para trás devagar, quietinha e confortável até alguém gozar. Os barulhinhos molhados do buraco úmido dela, quase não abafados pela coberta pesada, e o hálito quente no meu pescoço foram os únicos sons por longos minutos. Eu acariciei o cabelo dela suavemente e esfreguei suas costas enquanto ela grunhia contra mim.
Era totalmente possível que eu a amasse.
— Bebê — ela ofegou baixinho —, eu tenho que gozar.
— O quê? — perguntei, perdido no devaneio flutuante de fazer isso toda manhã, para sempre.
— Eu preciso gozar — ela insistiu. Algo molhado já escorria pela minha rabeta e muito provavelmente fazendo uma pequena bagunça nos lençóis dela. — Posso?
Ela só pedia quando estava se sentindo submissa, mas eu nunca diria não para ela. — O que você diz? — perguntei.
— Por favor... — ela gemeu com urgência, franzindo a testa contra mim, sibilando para dentro com os dentes cerrados enquanto pegava um punhado doloroso do meu cabelo.
Eu segurei a nuca dela com a palma da mão e a envolvi com o braço livre, a prendendo firme, desesperado para sentir o corpo inteiro tremer contra o meu quando eu finalmente concedesse a liberação a ela. — Por favor, o quê?
— Por favor, posso GOZAR, caralho? — ela implorou.
— Claro que pode.
— Unf! — ela grunhiu, o estômago se contraindo contra mim enquanto a trava de pernas apertava debaixo dos meus joelhos. O aperto molhado e vicioso da Alice palpitava meu pau ritmicamente enquanto o cuzinho dela se contraía e relaxava no mesmo ritmo. — Porraaaaaa — ela gemeu, aguentando firme durante a coisa toda. Eu cocei a cabecinha dela com um sorriso extremamente satisfeito no rosto.
Eu gostava de fazê-la gozar. Gostava muito. — Essa é minha garota boazinha — arrulhei. — Essa é minha garota muito, muito boazinha.
— Ugh — ela ofegou. — Tão... bom... pra caralho...
Alice ficou imóvel contra mim, as costas subindo e descendo a cada respiração tranquila enquanto o orgasmo dela entorpecia num pós-gozo confuso e contente. Eu tensionei os músculos entre as minhas pernas, contraindo meu pau dentro dela para lembrá-la de que eu ainda estava lá. Senti o sorriso dela no meu pescoço.
— Desculpa, bebezinho — ela refletiu. — Você vai ter que esperar hoje. — Ela se inclinou para cima, o rosto nu radiante com o rubor que só uma liberação completa podia proporcionar. — Eu tenho que ir trabalhar, afinal.
Eu fiquei chocado, completamente. Alice estava sem trabalho há semanas e semanas, sem oportunidades viáveis à vista. Com o que uma gótica de meia-idade com meio diploma universitário e nada além de uma década de experiência como bartender poderia se alavancar? Fora isso, o verdadeiro choque era que ela tinha jogado isso tão casualmente por tanto tempo; seu desemprego tinha se tornado um ponto focal da rotina diária dela. — Trabalhar? — perguntei animado. O rosto dela se iluminou com a animação na minha voz, dando lugar a um orgulho envergonhado que ela não conseguiu disfarçar.
— Cala a boca — ela riu, deslizando para fora de mim e se levantando na beirada da cama enquanto fazia um rabo de cavalo no cabelo preto curto. — É meio ridículo, mas eu cedi e liguei para uma agência de temporários. É tipo uma coisinha de secretária bem merda. Trabalho de escritório, como o que você faz.
— Alice — eu disse —, isso é tão bom! — Eu me joguei na cama para beijar o padrão tribal tatuado na barriga dela, estendendo o braço para puxá-la para perto antes que ela pudesse se esquivar. Ela fedia a sexo.
— Não fica muito animado — ela disse severa, ainda sem conseguir fingir que não estava orgulhosa de si mesma por guardar o segredo. — Você vai me fazer sentir idiota; é realmente só uma coisinha de merda para me segurar. Não posso continuar deixando você comprar as compras aqui.
Eu a soltei, sorrindo para ela como um idiota enquanto ela se deixava cair na penteadeira para pintar a cara de hoje. Que se danassem as bolas azuis, minha Alice estava bem de novo.
— Quando você começa? — perguntei.
— Disseram para estar lá às 9h; é no centro, mas não preciso sair daqui até depois que você for embora, então você sai antes de mim.
— E quando você vai estar em casa, mocinha?
Ela se virou para me encarar com um tipo de lenço em riste, pronta para esfregar o que restasse da bagunça da noite passada. — Por que tantas perguntas? — brincou.
— Para eu saber quando pedir um jantar comemorativo; de jeito nenhum você vai trabalhar o dia todo e depois voltar para casa para cozinhar para mim de novo.
— Ah, qual é o problema; não aguenta mais a ideia da sua putinha domesticada ganhando a vida honestamente E cuidando de você ao mesmo tempo?
— Cala a boca — eu ri. Me levantei e fui para o banheiro, beijando a cabeça dela no caminho. — Vou tomar um banho.
Alice me olhou com seu brilho diabólico. — Na verdade — ela disse —, acho que não vai. Eu te limpo depois do trabalho se você for bonzinho.
— Al, eu tô cheirando a buceta e porra seca!
— Bom — ela refletiu, fuçando numa caneca cheia de pincéis de maquiagem. — Deve manter as vadias com quem você trabalha longe do meu pau.
*******
Não havia vadias com quem eu trabalhava. Era um verdadeiro ponto de discórdia para a maioria dos caras no escritório.
E é exatamente por isso que a notícia da nova temporária se espalhou como fogo.
— Mano, você viu a nova garota? Jesus Cristo numa bicicleta fixa, eu mataria um homem só para cheirar a cadeira dela.
— Entra na fila, cara, eu já liguei pra minha mãe sobre ela; o casamento é ano que vem. Vocês otários não estão convidados. Vou adotar o sobrenome dela.
— Cala a boca, seu idiota engraçadinho; nenhum de vocês punheteiros merece estar na mesma sala que essa bunda, sem falar do resto dela.
— Vocês acham que ela me comeria com cinta? Eu deixaria ela me comer. Eu deixaria ela me abrir ao meio e agradeceria enquanto ela fizesse isso. Eu agradeceria o pai dela pelo serviço prestado ao país.
— Você deixaria sua própria irmã te comer só para sentir o toque de uma mulher, seu imbecil absoluto, se acalma!
Eu ri enquanto colocava meu café na sala de descanso, ouvindo os novatos se provocarem sem parar. — Do que vocês, palhaços de merda, estão se ouriçando agora?
Jeter se virou para responder. — Dan, escuta. Você tem que ver essa garota. Construção sólida, tipo uma fortaleza de tijolos, e alta também, tipo um metro e oitenta pelo menos. Uma mina com cara bem sombria, toda de preto com esses buracos gigantes nas orelhas que o Pete poderia enfiar o pau fininho dele. — Pete fez uma careta, mas soube que era melhor não responder depois de ter revelado que ele de fato tinha um pau meio fininho na festa de Natal. — E tatuagens também, porra, tipo... por toda parte — ele terminou, passando as mãos em si mesmo em demonstração.
— Ah, caramba — eu disse distraído enquanto colocava o creme para o café. — Parece uma verdadeira...
Você só podia estar brincando comigo.
— Gostosa de verdade. Onde ela está? — perguntei, tentando soar casual.
— Desculpa, cara, ela já é minha — Jeter gracejou. — Nada de ficar de olho na mercadoria.
Eu fingi acompanhar as risadas deles até que alguém me fez o favor. — Ela está na recepção. Você deveria ver como os peitos dela balançam quando ela se levanta para fazer uma cópia. Quase arruinou minhas calças.
Eu forjei um olhar convincente de interesse curioso e me afastei do grupo de idiotas. Um de nós precisaria pedir demissão. — Suas calças já estavam arruinadas quando você as pegou na prateleira de ofertas da porcaria do Wal-Mart, seu palhaço. Vejo vocês depois.
Eu não disse nada quando cheguei na mesa da Alice, optando por esperar até que ela me notasse. Ela era uma recepcionista meio ruim; eu mastiguei uma dúzia de jujubas do pote ao lado do telefone dela antes que ela levantasse os olhos.
De olhos arregalados, Alice mordeu os dois lábios juntos numa tentativa fracassada de esconder o choque. Por fim, ela tentou falar.
— Não — eu sussurrei, cortando-a. — Uh uh. Nem pensar. Nem uma palavra. Me escuta. Você não me conhece. Eu não conheço você. Não podemos estar aqui juntos, entendeu?
Alice assentiu, lutando contra um sorriso particularmente ignorante e cínico. Claro que ela ia gostar disso.
— Bom. Porque se meu chefe descobrir que eu conheço você, moro com você ou transo com você, então vamos ter que assinar um formulário dizendo que estamos namorando. É uma coisa do seguro.
Ela assentiu de forma caricata, mostrando um sinal de 'ok' com o polegar e o indicador. — Certo, ah sim, seguro, com certezaaa.
— Al — eu implorei. — Esse é um bom emprego pra caralho, e eu tenho sorte de tê-lo, então a menos que você queira que a maldita peneira do RH conte para todos os estagiários que a gente tá transando, precisamos ficar de boa aqui.
Ela espiou por trás de mim e abanou os dedinhos para um bando de idiotas babões do outro lado do escritório. Um deles deixou cair café da boca quando sorriu de volta para ela, o que ela achou infinitamente divertido. — Ah, qual é. Eles são inofensivos — ela riu.
— Eles são idiotas, mas eu serei chefe deles em seis meses se as coisas correrem bem, e preciso que eles me respeitem pelo meu trabalho se eu quiser que isso aconteça. Não posso me dar ao luxo de ser o chefe que transa com secretárias.
Ela fez uma cara indignada e bateu na placa na mesa. — Recepcionista, muito obrigada. E é melhor você estar transando só comigo.
Eu revirei os olhos com tanta força que pequenas estrelas nadaram na minha visão. Pelo menos a Alice riu.
— Não se preocupa — ela disse. — Vou me comportar.
— Obrigado — respondi, me virando para sair.
— Mas — ela me chamou de volta —, posso precisar de ajuda no armário de material mais tarde. Tem uma caixa que eu preciso que você dê uma surra para mim. — Eu lancei um olhar de advertência para ela. — Desculpa — ela sorriu —, levante para mim. É bem pesada.
— Te vejo em casa — ameacei.
— Até mais, chefe.
*******
Eu a vi em casa. Eu vi tudo dela em casa. Ela estava me esperando quando cheguei.
— Jesus, Alice!
De cara para baixo, bunda totalmente empinada, a bunda decorada da mulher estava virada para a porta da frente do nosso sofá modular quando entrei. Empurrei a porta para fechá-la rápido antes que um vizinho a visse em plena exibição.
— Você... isso é óleo na sua bunda?
Ela virou a cabeça, esticando os braços e os cruzando nos pulsos na frente, balançando os dedinhos dos pés para mim. — Como foi o trabalho, queridão?
Eu larguei minha mochila e chutei os sapatos, desfazendo o cinto na mesma correria de atividade. O brilho lustroso do que quer que ela tivesse se lambuzado pegava a luz da porta aberta da varanda de forma sedutora.
Deus, ela tinha uma bunda tão perfeita.
Meu pau estava duro antes das minhas calças caírem no chão. Eu não conseguia esperar tempo suficiente para tirar a camisa, então ela ficou com a gravata enquanto eu tomava meu lugar de direito atrás dela.
Penitência. Isso era penitência. Ela tinha abusado da sorte, e ia deixar a boceta dela fazer o trabalho de compensar.
Eu aninhei meu pau entre os lábios dela, deslizando a coisa para frente e para trás contra ela numa provocação indulgente que era mais para mim do que para ela. Batendo de leve duas vezes, recuei e pressionei a cabeça contra ela; é educado bater, afinal.
— Vai me foder, ou vai ficar aí a noite toda? — Alice provocou.
Eu bati com a palma da mão no retrato do Frankenstein no quadril esquerdo dela, e a outra num aglomerado de rosas no direito, enfiando meu pau nela com um bufo.
— Mmmmm — ela gemeu. — Era o que eu pensava.
— Como se eu fosse chegar em casa com você estendida assim e não te foder — eu disse, começando a dar estocadas longas e lentas entrando e saindo dela. A única resposta dela foi cruzar os tornozelos entre os meus joelhos e puxar os braços para usar como travesseiro. Eu não conseguia ver o rosto dela bem o suficiente através da confusão de cabelo preto, mas sabia exatamente que tipo de sorriso satisfeito ela usava.
Se ela queria pagar por ser uma pirralha, então eu faria o favor com prazer.
— Porra, Dan! — ela gemeu enquanto eu testava os limites do buraco faminto dela. — Isso é fundo pra caralho!
Minhas coxas faziam um PLEC PLEC PLEC satisfatório contra a bunda brilhante dela enquanto transávamos, com Alice jogando a bunda oleosa de volta em mim em perfeita sincronia. Os estalos eram certamente audíveis para qualquer um que passasse pela nossa porta.
A bunda dela. Sua bunda grande, redonda, com covinhas. Tão densa, tão pálida.
Tão nua.
Eu abri bem as nádegas dela enquanto ela gemia sem parar sobre o tamanho do meu pau, minhas bolas batendo no clitóris dela, o jeito que eu a esticava, e o quanto ela amava ser completamente preenchida por mim.
Eu ignorei tudo, bombeando roboticamente e me embriagando com a visão do corpo delicioso dela se mexendo e balançando, seus gemidos ofegantes atingindo picos em pequenos gritinhos exasperados cada vez que eu enfiava até o fundo na boceta arrependida dela. Eu cuspi no cuzinho dela.
— Bebê! Isso é... OH!
Eu enfiei um polegar na traseira dela e fiz um show de puxá-la de volta contra meu pau, penetrando seu cuzinho bonitinho com a ajuda da minha própria saliva. Eu ainda esperava pacientemente pelo dia em que ela me deixasse enterrar meu pau ali, mas ela não tinha ressalvas quanto a dedos e línguas.
— Sua coisinha suja, não é, hein? Sendo fodida assim, com seu cuzinho se abrindo para mim? Era isso que você queria?
Alice assentiu com a cabeça, os olhos firmemente fechados enquanto as mãos arranhavam por apoio na almofada do sofá.
— Me diz.
— Sim!
— Sim, o quê?
— Eu amo essa porra, tá? Amo sentir você tão fundo dentro de mim, me socando com os dedos no meu cu. Agora me dá essa porra! — ela terminou com um gemido petulante, enterrando o rosto numa almofada decorativa.
A apresentação vulnerável dela, o brilho oleoso do óleo perfumado na bunda, as exigências quase chorosas e o aperto cru de sua boceta imaculada eram mais do que eu conseguiria resistir por mais tempo.
— Dentro ou em cima? — perguntei.
— DENTRO DE MIM! — ela exigiu, soando genuinamente chateada por eu estar demorando tanto.
Então eu a enchi.
— POORRRRRA! — ela gemeu alto, sentindo-se montada e preenchida ainda mais desesperadamente enquanto eu a puxava contra mim, regando-a com a carga acumulada do dia enquanto grunhia como um macaco. — Me dá, me dá, me dá!
Esgotado, sem fôlego e exausto, deixei-a cair para frente, longe de mim, mal me importando que ela estivesse pingando porra por todo o sofá. Ela estava linda demais para ser perturbada. Inclinei-me para dar um beijo exagerado em sua bunda nua.
— Nunca mais vou reclamar de ter que fazer uma cópia para você, chefe, juro.
Eu ri, indo buscar uma toalha.
*******
— Cara, eu quero tanto deixar ela pisar em mim. Bem nas minhas bolas. Não me importo, estou apaixonado.
Pisquei, olhando lentamente para longe do monitor. — Bom dia pra você também, Brent.
Brent não estava ouvindo. O ogro continuou a clicar sua caneta furiosamente enquanto se apoiava no meu cubículo, admirando Alice do outro lado do escritório.
— Será que eu devia chamar ela pra sair? Eu devia, né?
Balancei a cabeça, incrédulo com o otimismo dele, voltando para minha planilha. — Vai fundo, cara, qual é o pior que pode acontecer?
— É, é. Você tem razão. Acho que vou fazer isso. Vou fazer. Valeu, Dan, você é o melhor.
Sorri, sabendo que ela recusaria o idiota educadamente e a gente daria uma boa risada disso em casa, provavelmente depois que eu terminasse de encharcar os peitos dela com porra ou algo assim.
O que eu não esperava era ouvir do Jeter que ela tinha concordado em jantar com ele no final da tarde.
*******
Entrei furioso pela porta do apartamento naquela noite.
— ALICE!
Sem resposta.
— AL!
Em retrospecto, eu devia saber que ela só estava tentando me provocar.
— Aqui — ela chamou baixinho.
Era obviamente uma armadilha, mas a visão dela deitada nua na cama, com a cabeça pendurada na beirada, e o batom vermelho-rubi em seus lábios normalmente enegrecidos faziam dessa armadilha algo que valia muito a pena cair.
O pequeno volume na garganta dela quando a cabeça do meu pau aravou bem além dos lábios tornou seu engolir silencioso quase perturbador; Alice era uma chupadora de pau dedicada, e mal fez careta mesmo quando minhas bolas fizeram contato com seu rosto.
Grunhi, apalpando um peito com veias aparentes para me firmar. Os músculos abdominais de Alice se contraíram, tensionando-se em lampejos de concentração que faziam sua barriguinha macia dançar enquanto ela lutava contra a vontade de tossir meu pau para fora, mas ela aguentou firme até que eu me retirei quase por culpa. Ela conseguiu fazer seu ofegante arquejo com catarro soar mais como um elogio do que uma reclamação. Eu mergulhei de novo.
— Grrgg — veio o som molhado do protesto de sua garganta quando arrisquei uma leve investida de quadril, metendo uma vez para testar as águas. Quase desisti de ir mais fundo até que Alice estendeu as mãos sobre a cabeça para puxar gentilmente meus quadris. Confiando que ela me avisaria se precisasse de ar, segurei sua cabeça em minhas palmas e bombeava em sua garganta lentamente, fios viscosos de cuspe gosmento começando a cobrir seu rosto de cabeça para baixo.
Seu tapinha gentil na minha bunda veio meio minuto depois, sinalizando sua necessidade de ar. — Ahh, porra — ela suspirou, cuspindo um pouco de baba ruidosamente. — Esqueci o quanto você adora foder minha garganta! Mas achei mesmo que você seria um pouco mais bruto — ela disse com um sorriso diabólico enquanto limpava o nariz e me olhava através de cílios melecados.
— E por que eu estaria bravo?
Ela deu de ombros com malícia.
— Desça na cama — ordenei.
Obedecendo, Alice abriu espaço para eu colocar um joelho na cama. Baixando meu pau melecado em sua boca esperante novamente, inclinei-me para frente e estendi o braço todo para enfiar dois dedos em sua boceta previsivelmente molhada. Curvando-os para cima, massageei a área macia de seu buraco esponjoso e comecei a bombar seu rosto lentamente.
— Hrrk hrrk hrrk — ela engasgou, agarrando punhados de lençol em concentração. Suas pernas se sacudiam em pequenas respostas espasmódicas ao trabalho dos meus dedos dentro dela. — Pwah! — ela tossiu quando tirei de sua garganta. — Porra, eu... eu adoro quando você me toca assim... Ai, Deus!... Assim! Me faz sentir tão puta!
— É? É por isso que eu tenho que ouvir sobre seus planos de jantar no trabalho? Hmm?
Ela se lançou em direção ao meu pau, preferindo uma boca cheia de carne dura à chance de responder por sua insolência, mas consegui desviar os quadris bem a tempo.
Ela riu como uma louca.
— Qual é o problema? OH! — ela deixou escapar quando seus quadris saltaram contra minha palma. Ela devia estar quase lá. — Preocupado que eu não vou ser sempre sua putinha boazinha?
— Vai se foder, eu sei que você vai ser — rosnei.
— Então fode minha cara como se fosse uma boceta e prova!
A cacofonia de ânsia, tosses engasgadas e gemidos balbuciantes de delírio ao redor do tronco de carne de pau em sua garganta forçou Alice a cumprir seu desafio. Seu corpo se contorceu e tremeu sob a sobrecarga sensorial da maré constante de seu orgasmo e do esforço para manter a garganta aberta para mim.
— GRRRRK GRGRGRGRKKK — foi sua resposta quando perguntado se ela ia engolir minha porra. Ela teve sentimentos semelhantes quando exigi saber se ela estava *realmente* esguichando na minha mão. Não havia como negar o segundo fato; uma mancha crescente de lençol molhado e os sons molhados de dedos penetrantes contavam a história.
Enquanto a maquiagem dos olhos escorria em rios pretos e encardidos pela testa, e seu batom pintava meu pau com uma camada vermelha e cerosa, Alice exigiu um empate. Para ela, isso significava que ambos precisávamos gozar e dar o assunto por encerrado. Agarrando minha bunda novamente, ela forçou minha virilha contra seu rosto até suas pernas tremerem e seus olhos ficarem vermelhos, me desafiando a pintar suas amígdalas pela centésima vez.
— PORRA Alice! — gritei, páreo para o fervor dela. Bem além da barreira de sua garganta, foguetes de porra jorrando dispararam da minha ponta, deslizando para dentro de sua barriga até que ela me empurrou para longe com o pouco oxigênio que restava em seu corpo.
— Ah, ah, ahhh — ela arfou. Seu rosto era uma máscara caricata de meleca escorrendo, totalmente coberto pelo que sua boca e meu pau tinham cozinhado juntos. Pequenos riachos de maquiagem dos olhos e um cílio postiço deslocado eram quase os únicos marcos de onde suas feições faciais se escondiam atrás da gosma melecada que ela fez de si mesma até que um sorriso largo e dentuço dividiu a meleca em dois.
— Eu tô bonita? — ela perguntou com uma risada.
— Maravilhosa — respondi no mesmo tom, inclinando-me contra meu bom senso para trocar um beijo desnecessariamente molhado com ela.
— Awn, que fofo — ela disse, recolhendo a saliva do rosto e espalhando no topo das coxas. — Mas você sabe, isso é meio inapropriado. A gente trabalha junto, afinal.
— O que você quer dizer? — eu disse, caindo novamente na provocação dela.
— Eu só faço isso pra caras com quem eu tô saindo.
— Nesse caso — eu disse, esfregando um glóbulo errante de porra do queixo dela. — O que você vai fazer para jantar?
— Ah — ela refletiu com falsa seriedade —, eu até tinha uns planos, mas acho que posso furar. Ele não era tão bonito quanto você, de qualquer jeito.