Mel Proibido 01: Tempestade de Desejos
— Vai cair uma tempestade.
Olhei para minha irmã, parada junto à janela da cozinha, olhando para fora pensativa. Os braços estavam cruzados protetoramente sobre a barriga, e os dentes mordiscavam o lábio inferior.
— Isso me lembra a noite em que a mamãe foi embora — acrescentou num sussurro, enquanto um trovão ribombava ao longe.
— Bella — falei com um suspiro. Já tínhamos passado por essa cena o que parecia um milhão de vezes.
Fui ficar atrás dela, passei os braços ao seu redor e apoiei o queixo no alto de sua cabeça. — A mamãe se foi há muito tempo, baby boo. Você ainda tem a mim e o papai. E sabe o quanto a gente ama você.
— Mas o papai vive viajando a trabalho — queixou-se ela.
— Bem, é bom você ter um irmão mais velho fodão que ama você pra caralho, mesmo quando você é irritante pra dedéu.
Bella bufou e me olhou de canto, um sorriso iluminando seu rosto, exatamente o que eu esperava.
Dei um beijo em sua nuvem de cachos dourados. — Além disso, você não pode ficar triste no seu aniversário. É tipo uma regra ou coisa assim.
Ela deu uma risadinha e finalmente se afastou da janela. — Obrigada por cozinhar pra mim, Alex. Você é mesmo o irmão mais velho mais incrível do mundo.
Dei de ombros, o elogio me deixando sem graça. Enquanto servia o espaguete, acrescentei: — Espero que você não esteja decepcionada por passar seu aniversário de dezenove anos em casa.
Ela deu de ombros, imitando inconscientemente meu próprio gesto. — Eu e a Lashay saímos hoje para um almoço chique no Cheesecake Factory. Você sabe que sair pra festa não é a minha praia.
Eu sabia. E, egoisticamente, ficava feliz com isso. Eu era quatro anos mais velho que a Bella e extremamente superprotetor. Ficava maluco só de imaginar algum babaca botando as mãos nela. Quer dizer, eu sabia que um dia aconteceria, mas... É que a Bella era tão frágil e delicada. E desde que nossa mãe nos abandonou, quando minha irmã tinha oito anos, a tímida Bella ficou ainda mais ansiosa e insegura.
O trovão ribombou de novo, e a cabeça de Bella mais uma vez se virou para a janela.
Enfiei um prato de macarrão nas mãos dela. — Toma, vamos comer na sala. A gente vê o filme que você quiser.
— Oooooh, filme de mulherzinha! — Ela sorriu marota e se virou, rebolando de provocação.
Dei um tapa na bunda dela, e ela soltou um gritinho, entre risadinhas deliciadas.
Ei, ela era minha irmãzinha, mas a garota tinha um bundinha de pêssego, mostrada com perfeição naquelas calças justas de yoga que ela adorava. Até um irmão não podia deixar de notar aquele bumbum. Se ela queria exibi-lo em casa, quem era eu para reclamar.
Esta noite, suas amadas calças de yoga estavam combinadas com um top justo, fino e desbotado, num tom clarinho de rosa. Como de costume em casa, ela não usava sutiã para bloquear minha visão de seus peitos pequenos, mas bem torneados, e aqueles mamilos carnudos pareciam sempre durinhos e implorando por minha atenção.
Ela se virou para ver por que eu tinha parado, e não pude evitar de me perguntar se ela sabia como os lábios de sua boceta ficavam visíveis naquelas malditas calças coladas.
Me sacudi. Acorda, seu idiota.
— Já vou, vai indo — falei com um sorriso um pouco forçado. Me abaixei para ajustar meu pau meio duro assim que ela se virou de novo.
Comemos nosso macarrão no sofá, e, quando a comida acabou, não reclamei quando Bella se aconchegou em mim.
Sempre fomos muito próximos e mais de grudar do que outros irmãos e irmãs provavelmente são. Passei o braço apertado em volta dela. Sabia que ela gostava de se sentir segura e protegida. O filme era um porre, não a minha praia, mas Bella estava gostando, e isso era o que importava.
— Tá frio aqui — murmurou Bella, se espremendo mais contra mim. — Por que você tem que deixar o ar-condicionado no morgue?
— Porque eu gosto assim — informei, cutucando-a nas costelas e arrancando uma risadinha.
Peguei a manta da poltrona ao nosso lado. Bella deslizou para o meu colo, e eu joguei a manta sobre nós.
— Ahh, melhor — disse Bella com um suspiro.
Meu celular emitiu um alerta de mensagem de texto, mas ignorei, inclinando o nariz para baixo para inalar o cheiro de maçã dos cachos de Bella. Deixei minha mão vagar suavemente, de modo reconfortante, subindo e descendo por sua espinha, encontrando a pele macia e nua onde o top terminava e deslizando por baixo dele para acariciar suas costas.
Ela se derreteu contra meu peito enquanto eu a mimava. Meu pau estava duro como pedra sob o bumbum dela, mas ela não comentou nada. Acho que já estava acostumada. Eu costumava ficar excitado quando nos aconchegávamos tão juntos.
Meu polegar fazia círculos sobre suas costelas, e eu fazia carícias lentas em seus cabelos com a outra mão.
— Te amo — ela sussurrou, esfregando a bochecha no meu ombro.
— Também te amo, baby boo — murmurei em resposta, afastando o cabelo dela do pescoço.
— Mais que tudo? — perguntou, me olhando com aqueles grandes olhos azuis.
— Mais que qualquer porra de coisa — respondi com firmeza.
Ela brilhou de prazer e baixou a cabeça, expondo a linha elegante de seu pescoço e ombro, por onde a alça fina do top havia escorregado.
Sua pele era pálida e cremosa, com um brilho quase perolado. Não pude evitar de roçar os lábios no ponto vulnerável entre seu pescoço e ombro. Ela tremeu em resposta, e meus testículos se contraíram.
Dei um rosnado de brincadeira e lambi lentamente seu pescoço, mordiscando de leve. — Mmm, você tem gosto bom — rosnei brincalhão.
A risadinha de resposta dela foi, sem dúvida, ofegante, com um toque de gemido, reparei. Então, mordisquei de novo.
Porra. Ela era tão doce. Eu queria devorá-la. Marcá-la como minha como um maldito homem das cavernas.
Minha mão estava firme sob o top dela e perto demais de apalpar seu peitinho. Me esforcei para acalmar meu coração acelerado. Sabia que Bella provavelmente me deixaria fazer o que eu quisesse com ela, e esse poder, às vezes, parecia um pouco esmagador.
Eu a desejava, mas não podia tê-la.
O que está te impedindo?, uma vozinha zombou dentro da minha cabeça.
Meu celular apitou de novo, então estendi a mão para ele na mesinha lateral para distrair meus pensamentos tabu.
Li a mensagem e sorri malicioso. Enquanto digitava uma resposta com o polegar, percebi Bella me encarando.
— É aquela mulher? — exigiu saber.
Eu ri e arqueie uma sobrancelha para ela. — Não é da sua conta, intrometida.
Seu lábio inferior se projetou num beicinho quase cômico. — Não gosto dela, e ela é velha! Velha demais!
— Bella — falei em tom de advertência.
Ela se sentou no meu colo, e tive que lutar contra o impulso de arrastá-la de volta contra mim, onde ela pertencia.
Bella me chocou pra caralho ao tirar o celular da minha mão. Ela olhou para a tela, carrancuda.
— Queria estar chupando seu pauzão de novo... Mmm, baby, você deixou minha boceta tão molhada enfiando esse pau na minha garganta... — Bella leu em voz alta.
Lutei contra um rubor e tentei puxar meu celular de volta. — Caralho, Bella! Me devolve o celular!
— Não acredito em você! — Bella gritou para mim, se remexendo para sair do meu colo e do meu alcance. — Ela tem tipo... trinta anos! Você só quer foder a boceta suja dela!
— Bella! — gritei incrédulo. Joguei-a para baixo no sofá com meu corpo maior.
— Para com isso — sibilei.
Seus olhos expressivos se encheram de lágrimas enquanto me encarava, e minha raiva se dissipou.
— Bebê — sussurrei e acariciei seu rosto, limpando as lágrimas. — Eu nem gosto dela também — confessei. — E não transei com ela nem pretendo. Tá? Ela só se diverte me mandando mensagens sujas.
Bella fungou. — Eu vi ela quando veio aqui aquela tarde com as tetas grandes de vaca balançando e aquela saia curta. Ela quer você!
Eu ri apesar de mim mesmo. — Bem, eu sou bonitão pra caramba. Como ela não iria querer? — provoquei.
Ela me fulminou com o olhar. — Não tem graça!
Percebi tardiamente que eu estava esparramado entre as pernas abertas dela, e a única barreira entre meu pau latejante e duro e as calças de yoga dela era o tecido fino e sedoso do meu short de ginástica.
Ela rebolou levemente os quadris, consciente ou inconscientemente, alinhando meu pau bem contra o montinho macio de sua boceta.
Lutei contra um gemido de pura sensação sexual, e Bella mordeu o lábio, os olhos semicerrados.
Porra! Me perguntei se ela também estava ficando excitada.
— Não quero ela — falei, sendo quase sincero, e pressionei um beijo suave em seus lábios. Moí meu pau contra sua maciez por mais um instante, depois me levantei de cima dela.
Ela tocou os lábios com uma expressão de encanto, depois sorriu para mim. — Então apaga a mensagem dela. E apaga o número dela.
— O quê? — deixei escapar. — Bella...
Ela se levantou de joelhos e estendeu meu celular. — Faça isso, Alex.
Arranquei meu celular de volta. — Você está bem mandona pra uma pirralha.
Bella me encarou com as mãos nos quadris, e meu pau estremeceu com os mamilos duros dela furando a blusa.
Passei a mão pelos meus cabelos revoltos. — Porra — murmurei e lhe devolvi o celular. — Apaga a porra que você quiser.
Ela sorriu para mim como se eu tivesse realizado todos os seus desejos.
Observei contrariado enquanto seus polegares voavam ágeis pelo meu celular por alguns minutos e ela finalmente o devolveu.
— Ainda tenho alguma garota ali? — perguntei sombriamente.
— Não — respondeu com um sorriso atrevido.
— Traz sua maldita bundinha de volta pro meu colo pra gente terminar esse filme idiota. — Desabei de volta no sofá e franzi a testa.
— Sim, irmãozão — respondeu, doce como mel.
***
Eu tentava ser um cara legal, juro. Não usava drogas nem andava com más companhias. E raramente bebia ou saía pra festas.
Fazia faculdade na cidade vizinha, cursando minha graduação. Quando não estava na aula, trabalhava meio período na cafeteria do centro. Cuidava da Bella o melhor que podia, e fazia isso há anos. Nosso pai era representante farmacêutico viajante e raramente estava em casa.
Papai nos amava, e não havia dúvida de que Bella era a menina dos olhos dele, mas as coisas simplesmente nunca mais foram as mesmas desde que a mamãe se foi. Havia uma espécie de... desconexão emocional que nenhum de nós parecia saber como superar. Era como se nossa mãe tivesse sido o elo da família, e nada mais se mantivesse unido do mesmo jeito desde que ela nos deixou.
Eu tinha tentado muito tornar as coisas o mais normais possível para a Bella. Ser um cara legal. Um bom filho. Um bom irmão, não... o melhor irmão.
Mas esta noite, deitado na minha cama, meu pau estava tão duro que doía, e eu não conseguia tirar da cabeça imagens explícitas de gozar em cima dos peitinhos da minha irmãzinha.
Pensava obsessivamente nela chupando meu pau com aqueles grandes olhos azuis inocentes olhando para mim.
Eu era doente da cabeça. Devia ser.
Queria parar. Precisava parar com esses pensamentos terríveis e explícitos sobre ela.
Bella era meu mundo, e eu a amava mais que tudo. Num piscar de olhos, morreria por ela. E mataria qualquer um que a machucasse.
Mas, caralho, como eu ansiava ser o homem que tiraria sua virgindade... fazê-la gozar no meu pau gordo enterrado fundo naquela boceta apertada. Queria ensiná-la a chupar meu pau... como me dar prazer com a língua e as mãos. Queria ouvir seus suspiros ofegantes de prazer enquanto lambia o doce mel proibido entre suas pernas. Me fartar de seu gosto íntimo e cheiro feminino.
Pré-gozo pingou na minha mão enquanto eu me masturbava, me torturando com pensamentos que nenhum bom irmão teria.
A porta do banheiro que ligava meu quarto ao de Bella se abriu, e eu congelei no meio do movimento. Era tarde. Tínhamos terminado o filme e ido para a cama havia mais de uma hora. Ela já deveria estar dormindo.
Mas então ouvi o trovão ribombar e xinguei. Claro, estava chovendo pra caralho de novo. Claro que estava.
A porta do meu quarto rangeu ao abrir.
— Alex? — sussurrou ela, queixosa.
Limpei a mão na minha cueca boxer e a puxei para cima sobre minha ereção volumosa com um suspiro.
— O que foi, baby boo? O trovão?
— É... — disse ela lentamente. — Eu sei! Tá, eu sei, já sou adulta. Mas... — Sua voz se perdeu incerta. — Não consigo dormir — terminou, desolada.
Fechei os olhos por um momento, reunindo toda a força de vontade que eu possuía para acalmar meus hormônios furiosos e tirar minha mente dos pensamentos sexuais com Bella.
Eu era o irmãozão bom e calmo. Eu era, caralho! Eu era.
— Precisa dormir aqui? — perguntei, torcendo para que ela não precisasse... não esta noite.
Ela correu pelo quarto e mergulhou debaixo das minhas cobertas quase antes de eu terminar de falar.
— Bem — falei secamente. — Acho que isso é um sim.
Ela rolou em minha direção; sua pele estava fria ao toque. Tentei aconchegá-la em meus braços sem esmagar minha ereção contra ela.
— Tô com frio — gemeu, determinada a grudar em mim.
Dei um grunhido quando os pés dela pressionaram minhas panturrilhas. — Seus pés estão gelados!
Ela riu baixinho e se virou, enfiando a bunda na minha virilha. — Me faz de conchinha.
Desisti de tentar manter distância entre nós e a puxei contra mim, beijando seu cabelo.
Ela se remexeu, e eu apertei meu braço em volta dela, desejando que ficasse quieta. Meu pau estava felizmente alojado contra a fenda da bunda dela, e eu queria aproveitar sem perder a cabeça. Ela se mexeu de novo, e coloquei a mão em seu quadril para conter seus movimentos.
Minha mão encontrou pele nua e sedosa, e reprimi um gemido. Percebi que sua camisola curta estava amontoada na cintura, deixando apenas uma calcinha minúscula entre ela e o tecido fino da minha cueca boxer.
Meu pau latejou. A tira da calcinha dela parecia um mero fio sobre seu quadril nu.
Minha mão se apertou convulsivamente. Meu Deus, ela estava de fio dental? Engoli em seco.
— Alex? — sussurrou ela.
— Hmm? — respondi com os dentes cerrados.
— Você me beijou mais cedo — disse baixinho.
Afastei meus quadris dos dela uma fração e engoli um palavrão quando os quadris dela seguiram meu recuo.
Meu polegar deslizou sobre a tira lateral fina da calcinha dela. De novo e de novo, então meu polegar estava por baixo dela. Meu coração batia forte. Isso era loucura. Eu devia mandá-la de volta para a própria cama.
— Te beijo toda hora — resmunguei de mau humor.
— Mas não nos lábios.
Pensei a respeito. Acho que eu havia beijado a boca dela. Pareceu natural fazer aquilo. Agora era minha vez de me remexer.
— É, desculpa por isso — falei sem graça.
Ela se virou para me encarar de novo num instante. — Você está arrependido?
— Bella... Tô cansado. Não podemos só dormir?
Antes que eu pudesse perceber o que ela pretendia, minha irmã se inclinou para frente e pressionou a boca na minha. Meu cérebro levou alguns segundos para processar. Congelei por um momento enquanto seus lábios se moviam lentamente sobre os meus.
Ela recuou e mordeu o lábio. — Acho que não devia ter feito isso.
Minha mão subiu para se entrelaçar em seus cachos e a puxei de volta para mim. Beijei-a com muita suavidade, lambendo seu lábio inferior. Ela soltou um pequeno suspiro em resposta, e minha língua travessa aproveitou a oportunidade para deslizar para dentro e explorar sua boca.
Bella enrijeceu em meus braços, depois relaxou, sua língua roçando na minha hesitantemente.
Me esforcei para manter o aperto leve enquanto nos beijávamos de boca aberta, explorando a boca um do outro.
— Ooh — suspirou ela quando finalmente me afastei para deixá-la respirar.
— Mmm — concordei, voltando a provar sua boca mais uma vez. Eu tinha uma mão na nuca dela e a outra achou caminho para apalpar sua bunda, incitando seus quadris mais para perto do meu pau latejante.
Seus braços estavam ao redor do meu pescoço, e eu devorava seus pequenos gemidos com minha boca faminta e língua penetrante.
— Alex — ela respirou. — Você está me dando uns formigamentos.
Fechei os olhos com força, sentindo meu pulso disparar. Espalhei beijos por seu maxilar até a orelha.
— Onde, bebê — sussurrei em seu ouvido. — Onde você está formigando?
Ela ondulou contra mim com um leve gemido. — Entre minhas... na minha...
— Diga — ordenei bruscamente.
— Minha boceta — respondeu com um suspiro agudo quando meus dedos deslizaram sobre a frente da calcinha.
Porra, estavam úmidas. A bocetinha de Bella estava ficando molhada para mim.
Me mandei parar. Me mandei pedir permissão a ela. Mas o que fiz foi deslizar descaradamente a mão para dentro da calcinha dela para sentir sua lubrificação.
.
— Alex... Alex... — ela gemeu.
— Porra, bebê — sussurrei. Arrastei meus dedos sobre suas pregas úmidas e macias, acariciando sua boceta. — Você é tão gostosa.
Os pensamentos de parar fugiram da minha mente, enquanto eu ousadamente separava seus lábios molhados e pressionava um dedo mal entrando nela. Meu polegar deslizou sobre seu clitóris, e ela estremeceu e gemeu, apertando as pernas.
— Não, bebê — falei, ajeitando-a mais de costas. — Abra as pernas e deixe eu tocar sua boceta. Deixe eu te fazer sentir bem.
Ela relaxou as coxas, e eu rapidamente puxei sua calcinha pelas pernas e a tirei. Coloquei meu joelho entre suas coxas para mantê-las afastadas. — Isso é uma boa menina — murmurei, inclinando-me sobre ela para beijá-la de novo.
Bella choramingou e abriu a boca ansiosamente para aceitar minha língua.
Meu pau pulsou quando comecei a dedilhar sua boceta doce de novo, agora aberta e exposta ao meu toque ganancioso.
Soltei sua boca e me ergui para vê-la revirar a cabeça no meu travesseiro. Seus olhos estavam apertados e ela arfava, se contorcendo contra minha mão investigadora entre suas pernas.
Em algum canto da minha mente, um alarme soava que eu estava indo longe demais. Que tocar minha irmã tão intimamente era errado.
Mas minha mão livre parecia pertencer a outra pessoa quando agarrei a fita rosa no decote de sua camisola e a desatei. O tecido sedoso se abriu, e eu o afastei mais até que seus peitinhos ficassem nus e expostos ao meu olhar faminto.
Embora pequenos, seus seios eram lindamente moldados e levemente carnudos embaixo, empinados e implorando por minha atenção. Seus mamilos endureceram rápido ao serem expostos ao ar frio.
Me inclinei e, quase reverentemente, encostei o rosto em seu peito.
Ela suspirou e gemeu, agarrando a parte de trás da minha cabeça enquanto eu passava a língua em círculos sobre seus mamilos rosados e pálidos, lambendo e levando um à boca para chupar.
"Ai... aaaaah..." ela murmurou, mordendo o lábio inferior.
Tomei meu tempo lambendo cada monte suculento com igual atenção, minha mão trêmula explorando a maciez suave e flexível de seus seios e depois descendo para a extensão sedosa de sua barriga.
Devagar, fui descendo na cama, plantando os dois joelhos entre as pernas dela e gradualmente abrindo mais suas coxas.
Sua pele brilhava pálida na luz fraca, e meus olhos estavam grudados no monte liso e delicioso entre suas pernas. Porra, a boceta dela era ainda mais bonita do que eu imaginara, com lábios externos cremosos e carnudos entreabertos mostrando seus lábios internos rosa-claros.
O trovão ribombou alto lá fora, mas Bella apenas gemeu inquieta quando eu abaixei minha boca gananciosa até suas dobras, separando-as com os dedos para poder arrastar a língua sobre seu clitóris inchado.
"Alex!" ela engasgou.
Segurei seu quadril para mantê-la no lugar para minha boca, lambendo seus sucos, circulando seu clitóris sem parar. Explorei sua abertura com a língua, seus gemidos crescentes inflamando meu desejo e afrouxando quaisquer inibições remanescentes.
Seus quadris se moviam contra minha boca em um ritmo brusco que fazia o pré-gozo pingar copiosamente do meu pau. Apertei meu pau na mão, me masturbando enquanto chupava e lambia a boceta da minha irmãzinha. Nada na minha vida jamais tinha tido um gosto tão doce na minha língua quanto o creme da boceta da Bella.
Comi seu buraco apertado com a língua, enfiando-a para dentro e para fora dela. Caralho, eu queria tanto estar com meu pau até o fundo dentro dela. Queria esticá-la devagar e fazê-la receber cada centímetro de mim. Enfiar meu pau naquela boceta virgem e rasgar seu cabacinho que eu podia sentir com os dedos.
"Isso mesmo, bebê," sussurrei contra sua boceta, parando para lamber seu clitóris. "Goza na minha boca, garotinha."
"Ai... ai, meu deus!" Bella gemeu.
Senti seu corpo tremer quando o orgasmo veio, e seu corpo se arqueou para cima. Ela se debateu contra meu aperto enquanto eu continuava chupando seu clitóris, penetrando sua boceta repetidamente com a ponta do dedo.
Me ajoelhei quando ela ficou mole, o peito arfando.
Acariciei meu pau febrilmente sobre suas dobras rosadas abertas, imaginando quão bom seria deslizar para dentro dela.
Meu gozo jorrou em um fluxo pesado para cair sobre aqueles lábios inchados, ainda brilhando da minha boca e da própria lubrificação dela.
"Porra, porra, porra," gemi em êxtase com o prazer ardente do meu clímax. Satisfação masculina me preencheu enquanto mais gozo espirrava e marcava a barriga e as coxas da Bella.
Seus olhos estavam arregalados quando ela ergueu a cabeça para olhar para si mesma.
Naquele momento, aprendi rapidamente quão rápido a satisfação pode se transformar em vergonha e culpa quando a névoa sexual da luxúria se dissipa e você percebe que acabou de banhar sua irmãzinha em jatos cremosos de gozo proibido.
"Ai, merda," soltei horrorizado, recuando dela e desabando de costas, quase caindo da cama. "Merda!"
Vi a mágoa cruzar seu rosto e me xinguei por ser um idiota. Maldito inferno! Eu estava lidando com isso tudo errado!
Ela saltou da minha cama, puxando a camisola para baixo sobre os filetes do meu gozo esfriando em sua pele.
"Bella," rosnei.
Tentei agarrar seu braço, mas ela me esquivou, correndo para o banheiro e batendo a porta na minha cara.
"Porra!" bati a cabeça contra a porta enquanto ouvia a chave girar. "Porra..."
(Continua)