Me Convença
— No que você está trabalhando? — Sua irmã Elana perguntou. A voz dela guinchou de forma brincalhona como a de uma garota com metade da sua idade. Joe se encolheu. Ela sabia que ele odiava quando ela invadia o quarto enquanto ele estava trabalhando. — Coisa de finanças? Qual é! Você só vai ficar aqui no fim de semana, né? Sua lição de casa idiota pode esperar.
— Já me formei no colégio, lembra? — Joe suspirou. — E não são finanças. Estou dando um tempo disso. — Elana era dois anos mais velha que ele e estava deixando ele ficar no apartamento dela para dar uma olhada na faculdade. Era legal, mas ele estava pensando em só arrumar um emprego e não ir para a escola por um ano.
— Um tempo? Você acha que a mamãe e o papai vão deixar você ficar? — Ela zombou. — Praticamente me expulsaram.
— Porque eles sabiam que você só ia dormir e ver TV o dia todo. — Ele revirou os olhos. — A propósito, como está o seu trabalho?
— Pode esperar. É domingo. — Elana revirou os olhos. — Vamos fazer algo divertido!
— Eu estou me divertindo. — Ela fez uma banana para ele. — Muito maduro.
— Quer ver um filme? Eu ia colocar Kill Bill.
— Passo.
— Mas você passou o dia todo aqui!
— Você não tem outros amigos para sair? — Joe resmungou.
— Bem, não, na verdade não. — Ele piscou surpreso e se virou para ela. Ela estava do outro lado do quarto, em frente à mesa onde ele trabalhava, deitada na cama e olhando para o teto. Ainda vestia o pijama xadrez, mesmo sendo quatro da tarde. Estava um pouco pequeno demais para ela. O cabelo e os olhos dela eram de um castanho brilhante que ele não compartilhava. O cabelo dele era preto e arrepiado, e os olhos eram de um azul desbotado. Eles não eram irmãos de sangue, mas isso nunca tinha importado antes. Os pais biológicos dele tinham morrido antes que ele pudesse realmente conhecê-los, e eram amigos próximos da família dela. Ele não se lembrava de nada disso, mas ela parecia recordar bastante.
— Você tem amigos aqui, né? — Joe perguntou. — Você está aqui há anos.
— Está difícil. — Ela choramingou. — Ninguém gosta das coisas que eu gosto.
— Talvez você devesse tentar falar sobre o que eles gostam?
— O que pessoas normais gostam?
— Talvez você devesse perguntar?
— Muito trabalho. — Ela resmungou e se virou.
— Sabe, a mamãe e o papai acham que você está festejando esse tempo todo. — Elana rosnou, como se não gostasse da conversa. — Tá bom. Entendi. — Joe massageou as têmporas. Elana era uma pessoa fechada por natureza. Tinha sido ela quem o interessara por matemática e programação antes de tudo. Mas ele se interessava mais por psicologia, finanças, economia, coisas de gente. Ela era um osso duro de roer. Gostava de quebrar DRM e proteção antipirataria de filmes e jogos. Gostava de encontrar falhas de segurança em sites e quebrá-los só para provar um ponto. A menos que você tivesse crescido com ela, era difícil conversar. Ela era inteligente, capaz e confiável, mas só para pessoas em quem já confiava. Joe estava começando a perceber o quanto ela devia se sentir isolada. Ele adoraria estar num lugar com tanta gente o tempo todo. Para ela, provavelmente era sufocante.
— Estou trabalhando num experimento de psicologia. — Ele abriu o jogo. Ela se virou, interessada. — É um app de autoajuda. — Ele continuou enquanto ela pulava para olhar por cima do ombro dele. — Estou usando esses dados de treinamento e esse algoritmo. Estou pegando um código grátis dessas fontes, mas você provavelmente não liga para isso... — Ele apertou um botão para rodar a versão alfa.
Uma voz soou: "Todos os sistemas funcionando perfeitamente. Do que devo convencê-lo hoje?"
— Sabe aqueles dias em que é difícil sair da cama de manhã? — Joe começou. — Bom, você diz para o programa: 'Me convença a levantar!'
Dois bipes marcaram que ele tinha ouvido o comando, então a voz retornou: "Ficar sentado por tanto tempo como você ficou tem sido associado a um risco maior de derrame e ataque cardíaco. Você deve se levantar e caminhar pelo menos uma vez a cada duas horas."
Joe riu e se levantou: — Viu? — Ele alongou os músculos. Realmente fazia muito tempo que não ficava de pé. — Tenta você.
Elana ficou pensativa por um momento antes de sorrir e dizer: — Convença o Joe a ver um filme comigo!
"Erro. Apenas comandos 'Me convença' são permitidos."
Ela fez beicinho. — Certo. Bom, me convença — ela começou, — a me exercitar mais. — Ela deu um sorriso malicioso.
Joe suspirou de novo: — Bom, não dê uma ordem impossível! É só para ajudar com motivação de curto prazo...
Depois de dois bipes, a voz começou: "Joe se preocupa com você e com sua saúde. Ele perde o sono por isso. Saber que você tem uma rotina deixaria a mente dele em paz."
— Isso é verdade? — ela perguntou.
— Bom, é, não é tão dramático assim. — Joe ficou estupefato. Não era para ser tão bom em adivinhação. Ele não tinha programado nenhuma dessas respostas; estava simplesmente descobrindo as coisas na hora.
— Queria saber até que ponto isso é bom. — Ela engoliu em seco. — Hmm, computador? — ela começou. — Qual é o limite do que você pode convencer as pessoas?
"Erro. Formato de pergunta inapropriado."
— Certo. — Ela coçou o queixo.
— Enfim, — Joe não achava que a máquina estivesse tão avançada ainda. Ele a tinha treinado de um dia para o outro e achou que ela só ia cuspir palavras sem sentido, mas isso estava bem perto do que ele procurava. Ele precisaria testar muito mais antes de mostrar de novo. — como eu disse, não é perfeito.
— É. — Ela riu. — Bem assustador, no entanto. Eu realmente sinto vontade de correr mais tarde, talvez. Só para você saber.
— Você não precisa.
— Eu sei. — Ela sorriu. — Mas, tipo, essa coisa é tão legal. — Então ela pensou em algo e riu, corando.
— O quê? — Joe perguntou.
— Nada.
— Qual é, me conta!
— É só uma piada suja.
— Desde quando isso te impediu antes?
— Eu só estava pensando, tipo, e se eu tivesse pedido para ele me convencer a chupar seu pau ou algo assim? Não seria—
Dois bipes precederam a voz mais uma vez: "Vocês dois se amam e confiam um no outro mais do que em qualquer outra pessoa no mundo. Quem melhor para ser o seu primeiro? Ele não diria não, e você já fantasiou com isso antes."
O silêncio depois foi sufocante. — Ha, ha. — Elana foi a primeira a fazer um som. — Engraçado. — Ela engoliu em seco. — Você ensinou isso?
— N-Não! Claro que não! — Joe balançou a cabeça.
— Ah. Bom. — Nenhum dos dois sabia o que dizer. — Vou deixar você com seu trabalho... — Ela se levantou e desviou o olhar.
— Espera! — Ela tinha virado as costas para ele, mas obedeceu. — Isso tudo é verdade? — ele perguntou. — Você realmente, hmm, já pensou nesse tipo de coisa? Comigo?
— Hmm, eu, — a voz dela estava trêmula. — Não era assim que eu imaginei que este fim de semana ia ser. — Ela riu de novo. — Quer dizer, — ela olhou para cima e nos olhos dele, como se estivesse admitindo ter invadido o computador dele de novo. — Sim. Sim, já pensei. E você?
Joe tentou pensar nisso. Ele também nunca tinha ficado com ninguém antes. Eles poderiam ser o primeiro um do outro. — Não.
— Claro que não. — Ela desviou o olhar. — Eu que sou estranha.
— Mas estava certo. — ele continuou. — Eu não diria não. Não se você realmente quisesse.
— Ha. — Ela estava corando loucamente a essa altura. — Seria difícil me convencer disso...
Dois bipes sinalizaram a resposta do computador: "Você é uma jovem bonita. Vocês não são parentes de sangue, e o pau dele já está duro."
— C-Computador! — Joe exclamou.
Elana riu loucamente. Os olhos dela baixaram para a virilha dele e depois voltaram para ele. — Então, você faria isso...
— Elana. — Ele a interrompeu. — Isso está acontecendo muito rápido.
— Computador. — Ela caminhou até Joe, mais perto do que normalmente ficavam. Eles tinham quase a mesma altura. Ele podia sentir o cheiro de suor e desodorante do pijama dela, o hálito de menta. — Me convença a fazer isso agora. Antes que eu mude de ideia.
Dois bipes precederam a resposta: "Você não sabe quando seus colegas de quarto vão voltar. Quando eles estiverem aqui, provavelmente não vão sair a noite toda. Se não começar logo, você aumenta as chances de eles pegarem vocês no ato."
— Acho que você tem razão nisso. — A voz dela estava ofegante e baixa, quase um sussurro. — Joe, hmm, você se importaria se eu, hmm, — ela ainda estava tão tímida. Joe estava boquiaberto. — Ah, que se dane! — Ela se ajoelhou e mexeu no cinto dele. Ele não a impediu. Ela parecia faminta. Ela soltou o pau dele e, ao vê-lo, fez uma pausa. — Isso é tão estranho. — Ela engoliu em seco. — Não acredito que estou fazendo isso. — Ela riu de si mesma enquanto tocava o pênis dele. As mãos dela eram macias e quentes. Ela o masturbou lenta e firmemente. Ele mordeu o lábio com a sensação. Os olhos dela encontraram os dele. — Você gosta disso?
— Eu, hã, estou me acostumando. — Era tudo tão inédito. Ele nunca tinha tido esses pensamentos sobre ela antes. Mas agora? Ela parecia tão feliz, e ele tinha que admitir, isso era muito melhor do que ver filmes com ela. — Você ainda está a fim?
Ela parecia assustada e animada ao mesmo tempo. Tocou-o gentilmente e disse: — Computador, — ela engoliu de novo, — me convença de que isso não é uma péssima ideia.
Dois bipes: "Não há erro que você possa cometer aqui que ele não vá perdoar. Não há nada de errado em ser honesto com alguém que você ama." Ela sorriu e abriu a boca. Foi tudo o que ele pôde fazer para não gemer quando ela beijou a ponta. Ela provou e murmurou; ele sentiu as papilas na cabeça do pau.
Ela lambeu os lábios e soprou ar quente no pau dele enquanto dizia: — Me avise quando parar. — e então beijou o pau dele como nunca o tinha beijado antes. Não um selinho no pinto, mas uma chupada lenta, inspirando o cheiro dele e engolindo a masculinidade dele em suas mandíbulas. Ela foi tão devagar e tão constante que ele se perguntou exatamente para onde o pau dele estava indo; a boca dela não podia ser tão grande! Então ele sentiu chegar ao fundo da garganta dela e ela engasgou, mas não cuspiu. Em vez disso, brincou com a profundidade até achar o que gostava, e foi indo e vindo, sugando, depois puxando de volta na saída. Ela olhou nos olhos dele enquanto fazia isso. O rosto dela perguntava se ele estava gostando.
— Ah, uau, — ele gostou. Ele afastou o cabelo do rosto dela enquanto ela tomava quase tudo dele a cada investida. Os olhos dela pareciam pedir mais. Ela queria saber mais. — É bom. — estava molhado e quente, — mas, — ele acrescentou, — eu acho, talvez, que você poderia chupar um pouco mais... — ela aumentou a força, pressionando com os lábios e arrastando a língua ao redor da masculinidade dele quando podia. — Assim, é, e talvez um pouco mais rápido? — ela aumentou o ritmo, o rosto bonito inalando o pau dele a cada investida. — Mais fundo? — ele pediu. Ela tentou. Ele viu o esforço no rosto dela enquanto resistia à vontade de engasgar. Uma mão segurou a base do pau dele e tentou forçar mais para dentro.
— Elana, — isso foi bom. — Você realmente gosta disso, não gosta? — ela murmurou afirmativamente e ele sentiu as vibrações através da garganta dela. — Está se divertindo? — ela murmurou de novo, quase rindo enquanto chupava. Enquanto ela o chupava, ele não pôde deixar de notar o resto dela. Ele podia ver por dentro da camisa de flanela dela, entre os seios sem sutiã. Ele podia ver uma linha de pele entre a camisa e a calça. Ele podia ver a calcinha aparecendo acima do cós, e o começo da rachadura acima disso. Ele via um vislumbre dos quadris e da bunda dela a cada movimento de cabeça. — Não é justo. — Ele sussurrou. Ela murmurou agudo, como uma pergunta. — Minhas calças estão abaixadas. — ele disse. — mas não consigo ver nada de você.
Foi uma situação que ela rapidamente remediou. Ela continuou chupando, num ritmo mais lento, enquanto desabotoava a camisa e lentamente a abria até que seus seios empinados copa B balançassem no ar com o ritmo da cabeça dela. Então ela abaixou as calças até que o traseiro ficasse nu. Ele podia ver a curvatura dos quadris dela claramente. Quando a cabeça dela estava para trás chupando a ponta, ele podia ver entre os seios dela e o cálice entre as pernas. Ela cobriu a virilha com um punho, de um jeito fofo e tímido, por vários segundos antes de movê-lo para a cintura dele. Uma mão estava no pau dele, a outra no quadril dele enquanto ela abria as pernas e mostrava a boceta.
— Você é linda. — ele disse enquanto ela acelerava o ritmo mais uma vez. Os seios dela balançavam com entusiasmo. — Talvez você pudesse se depilar lá embaixo, no entanto. — os olhos dela se estreitaram, mas ela não parou. — Uau, — ele podia sentir chegando. Ver o rosto e o peito avermelhados dela contra a pele branca pálida era o suficiente. A cabeça e a bunda balançando eram o suficiente para fazê-lo gozar. — Se prepara. — ele avisou. — Eu estou...
Ela acelerou ainda mais. A mão no pau dele foi para o outro quadril e ela forçou o pau ainda mais fundo; ele sentiu a garganta dela em volta do pênis. — Ohh! — ele grunhiu. Isso foi bom. Ele segurou a cabeça dela e passou os dedos pelo cabelo. Ela gemeu enquanto ele fazia isso. Ele a forçou ainda mais fundo e, enquanto ela soltava um gritinho de surpresa, ela parecia mais do que feliz em deixá-lo escolher o ritmo. Com um grunhido final, ele ficou na ponta dos pés e sentiu jorrar de dentro dele. Ele a segurou no pau enquanto gozava na garganta dela. Ele bombeou lentamente e sentiu a língua dela lutando contra a grossura dele. Ele a ouviu sorvendo e engolindo. Ele foi mais raso e a ouviu ofegar pelo nariz agora que a traqueia estava livre. Ela ainda estava chupando como se estivesse bebendo sorvete por um canudo, e ele tremeu com a sensação. Outra carga, dessa vez dentro da boca dela. Os olhos dela estavam arregalados com o gosto, e depois se estreitaram de novo enquanto ela sentia o membro dele terminar. Cada jato era menor que o anterior, e mais fácil de aguentar. A boca dela devia estar cheia quando ele terminou, no entanto.
Depois de cerca de um minuto descarregando nela, ela engoliu e limpou o pau amolecido. Ela sorriu e tossiu antes de dizer: — Devia estar bem acumulado.
— Eu estava ocupado. — Joe admitiu.
— Bom, não use isso como desculpa. — Ela sorriu. — Você pode vir a mim a qualquer hora.
— Desde que não seja só para ver filmes, claro. — Ele disse.
— Claro que não, isso é muito mais divertido. Na verdade, — ela tinha um sorriso malicioso. — Talvez da próxima vez você possa ir ainda mais longe.
— Até onde você está disposta a ir?
Ela ponderou a pergunta. — Não sei. — Então ela pareceu ter um pensamento sujo e riu. Ele a questionou com os olhos. — Eu só estava pensando, você planejou tudo isso?
— O quê? Claro que não!
— Sério? Tem certeza de que não estava tentando me convencer a ser sua putinha pessoal... — os olhos dela se arregalaram de repente quando ela ouviu dois bipes do computador, — E-Espera, espera! Eu não quis dizer isso!...