Mãe de Jogador
— Você ainda está tentando seduzir meu marido? — sussurrou a Sra. Anderson. — Achei que eu tinha mandado encher esses copos com gelo.
Sara deu um pulo. A mulher mais velha tinha se aproximado sorrateiramente por trás, prendendo-a contra a mesa sem fazer barulho.
— Não estou... não estou... — gaguejou Sara. — Sedu... — A ideia nunca tinha passado pela cabeça dela. O Sr. Anderson não era apenas o chefe do marido dela. Era também um velho feio e insuportável. E se suas feições avermelhadas e seu hálito serviam de indício, sua esposa gorda, preguiçosa e dominadora o tinha empurrado para a bebida.
— Não minta para mim, sua vadia — disse a Sra. Anderson. Seus dedos gordinhos deslizaram pelas coxas de Sara e acariciaram a cintura dos seus shorts finos e justos de náilon. — Eu conheço o seu tipo. Você vem aqui com seus shortinhos mostrando essas pernas compridas e essa bundinha apertada. Acha que eu não sei o que você está tramando?
— Eu estava... eu estava... pensando em correr esta tarde. — No entanto, a única corrida que ela tinha feito era de uma tarefa da Sra. Anderson para a outra.
A Sra. Anderson forçou a mão para dentro dos shorts de Sara, fazendo a jovem dona de casa arfar e lutar em vão contra os avanços da mulher mais velha.
— Que corpinho apertado — sussurrou a Sra. Anderson no ouvido de Sara.
— Pare com isso. — Sara puxou o pulso da Sra. Anderson, mas só conseguiu puxar os próprios pelos pubianos loiros que a velha segurava com firmeza. Tentou em vão chamar a atenção do marido.
— Vá em frente — disse a Sra. Anderson, enquanto deslizava um dedo gordo para cima e para baixo na fenda do sexo da jovem. — Chame-o aqui. Aí você pode explicar para o Frank... sim, para o Frank e para os seus filhos o que estávamos fazendo. Vou me certificar de contar a eles todos os detalhes suculentos do nosso caso ardente.
— Nós *não* estamos tendo um caso. — A voz de Sara estava indignada com a mera sugestão. Ela nunca tinha tido pensamentos sexuais sobre outra mulher. E mesmo que tivesse, não seria com uma mulher como a Sra. Anderson.
— Ah, mas estamos — continuou a Sra. Anderson. — Eu tenho vindo à sua casa todos os dias... todas as manhãs, depois que o Frank e os seus pestinhas saem para a escola. Eu tenho te fodido com todos os tipos de vibradores e consolos. Já te fodi na cama onde você dorme com o seu marido. Depois deixo você chupar minha boceta enquanto assisto às novelas. Às vezes até trago amigas e a gente se reveza desfrutando da sua língua talentosa.
— Não — gemeu Sara. Não só estava perdendo a batalha de astúcia com aquela mulher cruel, como seu corpo estava reagindo ao apalpamento indesejado.
— Você não pode negar — disse a Sra. Anderson. — Shhh... escute sua boceta. Escute esses sons molhados e famintos. Você adora, sua puta.
— Não. — Dessa vez saiu como um sussurro. Sara sabia que não podia impedir o que estava acontecendo, mas também sabia que não deveria estar gostando. Deveria estar enojada com aquela mulher mais velha e com certeza não deveria estar se excitando com aquela humilhação tão pública, com o marido e os filhos bem ali com ela. Mas seus quadris se moviam por vontade própria, para frente e para trás, fodendo o dedo cravado em sua fenda quente.
— Vamos ver mais desse corpinho quente que você anda exibindo. — A Sra. Anderson puxou delicadamente os shorts finos de náilon e a calcinha ainda mais fina até as coxas de Sara. Os olhos da jovem mãe correram ao redor para se certificar de que ninguém estava olhando.
— Ai, Deus — gemeu Sara, enquanto sua metade inferior era lentamente exibida. A área de piquenique era isolada, mas...
— Que bonito. — A Sra. Anderson sentou-se ao lado de Sara, a mão vagando pela carne nua da jovem, explorando suas fendas escondidas, e então deu um tapa na sua bunda nua. — O que se diz quando alguém te faz um elogio, sua puta?
A cabeça de Sara caiu, a franja caiu sobre os olhos. Ela se recusou a responder.
— Você diz obrigada, sua burrinha — disse a Sra. Anderson. — Agora diga!
— Obri... — Sara apoiou o peso com as mãos. Mal conseguia ficar em pé. Mal conseguia respirar. Seus pensamentos fluíam como melaço. — ...obrigada.
— Seu marido está olhando, sua puta. Dê um aceno para ele.
'Ai, Deus', pensou Sara. Frank estava olhando para ela. Pela expressão dele, felizmente não fazia ideia do que estava acontecendo fora de seu campo de visão. Ela forçou um sorriso nos lábios, acenou e fingiu voltar a encher os copos com gelo.
— Isso mesmo, sua puta. Dê um belo aceno. — Disse a Sra. Anderson, enquanto continuava a dedilhar a jovem dona de casa excitada. — Nada acontecendo aqui. Só duas esposas se conhecendo. Muito... muito bem.
— Por favor — implorou Sara. — Por favor, pare antes que...
— Seja um amor e me alcance aquela espátula — disse a Sra. Anderson, ignorando completamente os protestos de Sara.
A espátula estava gordurosa e coberta de pedaços carbonizados de hambúrguer e cachorro-quente. Sara a pegou cuidadosamente pelo cabo e entregou para a mulher mais velha.
— Você tem uma boceta apertada, Sara. Mesmo depois de dar à luz aqueles dois monstrinhos malcriados, ainda posso sentir sua boceta faminta apertando meu dedo — disse a Sra. Anderson, o dedo uma mancha borrada, entrando e saindo do sexo de Sara... fodendo-a... estuprando seu buraco quente. — Frank é um homem de sorte.
A Sra. Anderson desceu a espátula na bunda firme de Sara com um tapa, deixando uma marca vermelha com quatro buracos brancos no meio. Gordura e pedacinhos de fuligem ficaram na bunda firme e cor de marfim da jovem. — O que eu disse sobre dizer obrigada?
— Obrigada — arfou Sara. Isso não podia estar acontecendo. Não ali. Em público. Com os filhos e o marido à vista.
A Sra. Anderson sondou o cu de Sara com um dedo gordo.
— E que cu apertadinho também — disse a Sra. Anderson.
— Ugh... ai, Deus... o-obrigada. — A mente de Sara girava. O dedo cutucando seu traseiro a fez tremer de excitação, mas ela sabia que não deveria estar se sentindo assim.
— Frank te fode aí? — perguntou a Sra. Anderson. — Aposto que você adora dar o cu. Sua puta.
— Não... não, ele não faz isso — gaguejou Sara. Ela não era esse tipo de garota. E Frank não era esse tipo de cara.
— Mas você adora. Você adora dar o cu, não adora, Sara? Não adora... sua puta de sangue quente?
O dedo gorducho serpenteou para dentro do seu traseiro. Forçou a verdade a sair dos lábios firmemente cerrados de Sara. — Sim. Sim... eu adoro dar o cu.
— Boa menina — disse a Sra. Anderson. — Agora é melhor você tirar quaisquer pensamentos que tinha sobre o meu marido dessa sua cabecinha burra, está me entendendo, garota? De agora em diante, é para mim que você vai se arrumar. E esses pelinhos crespos têm que desaparecer.
A Sra. Anderson puxou os pelos pubianos de Sara, o nariz enrugando de desgosto. — Eu gosto de todas as minhas garotas limpinhas e frescas. E quero você marcada como minha. Talvez uma coleira ou uma tatuagem. Ainda não decidi.
Ai, Deus, não. Como ela esconderia algo assim do marido? Isso era loucura. E, no entanto, não podia negar como aqueles pensamentos... pensamentos de ser escravizada por aquela mulher mais velha transformavam seu interior em geleia.
— Estarei aí amanhã de manhã — continuou a Sra. Anderson, agora com dois dedos na passagem da frente da jovem dona de casa, e um na de trás. — E espero que você esteja pronta para mim. Perfumada e recém-depilada. Pronta para foder. Você ainda tem o seu vestido de noiva?
— Ugh... sim. Sim, senhora. — A voz de Sara estava rouca e grossa. Seu peito arfava. Mamilos duros despontavam na frente de sua blusa fina e justa. Seu corpo suado empapava suas roupas.
— Eu ainda não dei permissão para você gozar, sua puta — avisou a Sra. Anderson. — Não faça isso.
— Não consigo evitar. — Sara não conseguia. Seu corpo não podia ser negado.
— É melhor você se segurar e dar um jeito. — A Sra. Anderson diminuiu o ritmo dos dedos, mas não parou. A boceta de Sara continuava fazendo sons molhados a cada investida dos dedos da mulher mais velha.
Enfiando a mão no cooler de gelo, Sara pegou um punhado e então o colocou sobre seu sexo. Rezou para que funcionasse. O frio foi um choque. Um choque doloroso. A necessidade de gozar passou. Ela segurou o gelo frio firmemente contra o sexo e estremeceu.
— Isso é uma boa vadia — disse a Sra. Anderson. — Agora, como eu estava dizendo. Quando eu for aí amanhã, quero encontrá-la na cama, usando seu vestido de noiva, pernas bem abertas, sua boceta aberta e pronta para mim.
— Quando... quando você vai estar aí? — Foi um esforço para forçar as palavras. Sara conseguiu uma palavra a cada respiração.
A Sra. Anderson tirou o dedo do traseiro da jovem dona de casa e deu um tapa. — Não importa quando eu chegar, sua vadia. Mas quando eu chegar, é melhor ver você na cama e ansiosa por mim. E por ansiosa, quero dizer dedos molhados e uma boceta quente e pronta. E é melhor não gozar sem minha permissão. Vadia, estou falando sério, é melhor não gozar.
A realidade caiu sobre Sara. Ela seria uma escrava. Seria a escrava sexual dessa mulher mais velha. A cama que dividia com o marido, até o vestido que usou no casamento, nada era sagrado. Ela deveria dizer não. De jeito nenhum. Nem pensar. Vá se foder, sua velha bruaca. No entanto, sua boceta estava mais quente do que nunca. Ela precisou disso a vida inteira, mas nunca soube até aquele momento.
— Por favor — implorou Sara.
— Por favor, o quê? — perguntou a Sra. Anderson.
— Por favor, senhora. Posso gozar agora?
— Ainda não, vadia — disse a Sra. Anderson. Ela removeu os dedos da jovem dona de casa. — Qual é a sua resposta, sua puta? Você vai ser minha vadia?
— Ai, Deus — gemeu Sara. — Sim... sim, senhora.
— Vou testar você. Você não tem ideia de como vou testá-la.
— Sim, senhora. Por favor, senhora. Preciso gozar. Preciso muito. — As pernas de Sara tremiam. Ela doía de necessidade. — ...muito.
A Sra. Anderson rolou o clitóris da jovem com a ponta do dedo. — Passe-me aquele frasco de mostarda — ordenou.
Sara pegou o frasco de mostarda French's e tentou passá-lo.
— Abra para mim, sua puta idiota.
Não, ah, não! Sara suspeitava do que ia acontecer, mas não, a Sra. Anderson não ousaria, ousaria? Com dedos trêmulos, ela desenroscou a tampa do frasco plástico de mostarda e o entregou à mulher mais velha.
— Boa menina — disse a Sra. Anderson. — Agora estenda a mão para trás e abra essa bunda bonita.
Ai, Deus, ela estava louca o suficiente para fazer isso. Pior, Sara percebeu que o marido estava olhando. Ela acenou para ele de novo. Por favor, ai, por favor, vire-se de volta, rezou. Não ousava olhar para ele, ou ele com certeza saberia que algo estava acontecendo. Olhando pelo canto do olho, viu que ele finalmente voltou a pescar. Sara estendeu a mão para trás e abriu as nádegas.
— Que cu fofinho — disse a Sra. Anderson. — Vejo ele piscando para mim.
— Obrigada.
— Você está perto de gozar? Pronta para gozar para mim, sua putinha?
— Sim. — Ai, Deus. Rápido, rápido, rápido. Sara empurrou para trás. Desejando que seu corpo gozasse antes que fossem pegas, mas ainda não estava acontecendo.
— Quanto a mim — disse a Sra. Anderson, mexendo o clitóris da jovem dona de casa em um círculo apertado. Ela cutucou o buraco apertado de Sara com a ponta cônica do frasco amarelo. — Eu não gosto de mostarda. Frank gosta? E o pequeno Jake e a Elizabeth?
As palavras da mulher mais velha atingiram Sara em cheio. Já era ruim o suficiente ter afundado a esse nível. Mas sua família, sua família inocente, eles também arcariam com as consequências de seus desejos desviantes. O pior de tudo, o mero pensamento, de ter que assistir impotente enquanto sua família usava o frasco de mostarda... mostarda que tinha sido... Era demais. Sara sucumbiu à loucura. Seu orgasmo veio forte e rápido.
— Gozando. Ai, porra, estou gozando — gritou Sara. Seu interior fluía como cera derretida.
A Sra. Anderson enfiou a ponta cônica de mostarda com ranhuras amarelas no cu da jovem dona de casa e apertou com toda a força.
— Ai, caralho. Caralho, caralho. — A mostarda estava quente em seu interior sensível. Seu cu apertou. Sua boceta se contraiu a cada contração do orgasmo. Foi um orgasmo pesado que parecia durar para sempre. Incapaz de sustentar o próprio peso, Sara sentou-se no banco ao lado da Sra. Anderson e puxou fracamente os shorts de volta para se cobrir.
— Caralho — gemeu Sara. — Isso arde.
— Sim, querida, é para arder — disse a Sra. Anderson. — Agora me dê um beijo e me agradeça pelo seu orgasmo.
O cooler bloqueava a visão do marido, mas se os filhos se virassem, com certeza veriam. O que está acontecendo comigo?, perguntou-se Sara, enquanto abria a boca e beijava outra mulher pela primeira vez.
— Obrigada — disse Sara quando separaram o beijo. — Obrigada pelo meu orgasmo.
— De nada, querida.
— Está ardendo. — A dor tinha diminuído, mas ainda estava lá.
— Shhh. — A Sra. Anderson limpou a ponta do frasco de mostarda com uma toalha de papel e o colocou sobre a mesa. Então acenou para o marido e para Frank. — O almoço está pronto. Rápido. Todos venham aqui. Vamos comer. Vocês também, crianças.
— Falando em comer — disse a Sra. Anderson em um tom que só Sara podia ouvir. — Minha vadia já chupou uma boceta antes?
— Não, senhora. — Sara se mexeu nervosamente no assento, em parte por causa da ardência no cu. Pior, tinha que manter os músculos internos apertados para não se sujar. — Nunca.
A mulher mais velha enfiou um dedo molhado e brilhante na boca e chupou, limpando os sucos de Sara. — Você vai fazer bastante isso. Pretendo garantir que você se torne muito habilidosa nisso. Tenho até algumas amigas com quem pretendo compartilhá-la.
— Sim. Sim, senhora. — Sara se perguntou se seria capaz de levar aquilo adiante. Como seria ser a escrava sexual dessa mulher dominadora. Perguntou-se como conseguiria passar a tarde sem que algo ainda mais constrangedor acontecesse.
— Boa menina — disse a Sra. Anderson. — Agora fique aí sentada, eu tenho tudo sob controle. Mas amanhã... amanhã... pretendo receber minha medida completa.
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Sozinha no quarto, Sara olhou para o relógio. Dez e meia.
Ela se olhou. Saltos brancos. Meias brancas. Um véu branco puxado para baixo que nublava sua visão. Seu vestido de noiva de cetim amontoado na cintura. Um vestido que ela não usava desde o dia do casamento.
As pernas musculosas de Sara estavam bem abertas. Seu monte estava nu e um pouco vermelho depois de ter sido depilado pela primeira vez. Seu sexo estava molhado. Lábios inchados de tanto serem provocados por mais de uma hora. No começo, ela esperava que a Sra. Anderson não aparecesse. Depois passou o tempo imaginando o que a mulher mais velha pensaria dela por ter seguido cada instrução. Talvez ela estivesse brincando?
E agora? Agora, a parte mais difícil era não gozar. Deus, como ela queria. Doía de vontade. Provocando a si mesma. Mantendo sua boceta quente molhada. Ela não estava apenas molhada, estava encharcada. Pélvis empurrando. Coxas tremendo. Dedos agarrando punhados de lençóis. Ela achou ter ouvido o som da porta da frente se abrindo. O estalar de saltos altos subindo as escadas. Coração disparado, Sara percebeu que havia dois pares de saltos.
'Senhor', pensou Sara. 'Ela trouxe outra pessoa.' Mas agora era tarde demais. Tarde demais para qualquer coisa, exceto levar aquilo adiante. Ela estendeu a mão obedientemente e abriu os lábios do sexo. Com a outra mão, ofereceu o cabo de uma coleira, uma coleira que ia até um enforcador em volta do pescoço.
Essa era a sua sina agora, a sina de uma escrava.