Mãe com Benefícios
— Querido, achei que você ia sair com a Tina hoje à noite — mamãe disse enquanto dobrava minhas roupas.
— Era o plano, mas ela não está se sentindo bem.
— Ah, que pena. Você não tem alguém para chamar de reserva?
— Bem, a Tina é meio que minha namorada agora, mãe, então acho melhor não — respondi, embora a ideia tivesse passado pela minha cabeça.
— Ah, entendo — mamãe disse. Mesmo eu tendo assumido um compromisso com a Tina, ela não pareceu muito empolgada. Meus olhos estavam hipnotizados pelo balanço dos peitos enormes da mamãe sob a blusa enquanto ela dobrava as roupas do meu irmãozinho. Mamãe era uma morena linda de cabelo curto e, se não fosse casada com o papai, provavelmente poderia ter qualquer homem que quisesse.
— Bom, seu pai vai trabalhar até tarde. Posso arranjar uma babá para os seus irmãos e NÓS podíamos sair, se você quiser?
— Você não precisa fazer isso, mãe.
Ela me lançou um sorriso malicioso. — E se eu quiser? Seu pai anda tão ocupado com esse novo projeto no trabalho que eu não saio para um encontro de verdade há semanas.
Mesmo sendo minha mãe, a ideia de sair com ela, como se fosse uma garota de 18 anos, da minha idade, era realmente empolgante, então não debati muito. — Ok, que horas a gente sai?
— Me deixa fazer uma ligação, tomar um banho e me arrumar toda. Tenho que ficar linda para o meu novo amor — mamãe brincou com uma piscadela.
— Engraçado, mãe.
— Uma hora parece bom?
— Claro — respondi, minha empolgação crescendo ao pensar em ficar sozinho com ela. Com dois irmãos mais novos e turbulentos, mamãe e eu raramente tínhamos um tempo a sós, então isso certamente seria algo novo e especial.
Vesti a roupa que tinha em mente e depois cumprimentei a babá quando ela chegou para cuidar dos meus irmãos. Era uma garota bonita da rua de baixo, mas não prestei muita atenção nela. Estava ansioso demais para ver o que a mamãe ia vestir para o nosso encontro.
— Mandy, muito obrigada por ter vindo em cima da hora — mamãe disse à babá enquanto desfilava para a sala, absolutamente deslumbrante. Seus saltos finos de dez centímetros ESTALARAM no piso de madeira quando ela veio na minha direção, usando um vestido tomara-que-caia justo cor de areia. Ela tinha passado um pouco de maquiagem, mesmo sem precisar, e seu perfume doce cheirava incrível.
Tenho certeza de que foi impossível para a mamãe não notar que eu estava encarando os seios dela balançando a cada passo. Tirando os biquínis de vez em quando, eu não conseguia me lembrar de uma roupa que ela tivesse usado que mostrasse tanto decote cremoso. — Pronto para isso? — mamãe disse com um sorriso ansioso.
— Claro — respondi, pegando a mão que ela estendeu para mim. Ela me levou para fora até o meu carro. O carro dela era bem melhor, mas eu concordei com o desejo dela de irmos no meu. Fui para entrar, mas aí mamãe pigarreou, parada do lado do passageiro e me lançando um sorrisinho divertido. — Não está esquecendo de algo? — perguntou.
— Ah — murmurei e, como um idiota, corri de volta e abri a porta para ela. Fui recompensado com uma vista ótima das pernas morenas e macias dela enquanto ela se sentava e o vestido curto subia quase até a virilha.
— Se quiser continuar impressionando uma garota, bem que você deveria limpar essa bagunça de vez em quando — ela disse, meio de brincadeira, quando eu me sentei ao volante.
— É, você tem razão. Está ficando bem ruim aqui dentro. Afinal, aonde a gente vai?
Mamãe deu de ombros e sorriu. — Sei lá. O que você e a Tina planejavam fazer?
Antes de responder, refleti um instante sobre meu relacionamento com a Tina. Sabe, não éramos realmente namorados, éramos mais amigos coloridos ou parceiros de sexo casual. Mamãe a via em casa ou nós caminhando juntos por aí e, por isso, devia presumir que éramos um casal, mas não éramos de verdade. O "compromisso" era que basicamente concordamos em não transar com outras pessoas. Decidi que aquele arranjo estranho acabaria gerando mais perguntas da mamãe, então era melhor ser honesto com ela.
— Bom, a gente, hã, não tinha realmente planos de ir a lugar nenhum e gastar dinheiro — respondi.
— Ah — mamãe murmurou surpresa. — Tem algum restaurante na cidade servindo comida de graça que eu não sabia?
— Não, mãe, nada disso, é só que, bem... Tina e eu não somos realmente um casal. Não temos essa coisa de namorado, namorada, a gente só...
Os olhos da mamãe se iluminaram quando ela entendeu o que eu queria dizer. — Ahã!
— É.
— Então, vocês dois só estavam planejando ir para algum lugar e transar? — perguntou francamente.
— Esse ERA o plano.
Mamãe olhou para a pilha de roupas, equipamentos esportivos e outras tralhas no meu banco de trás. — Por favor, não me diga que você esperava que ela transasse com você nesse banco de trás?
Eu ri. — Não, a gente tem outro lugar que vai.
— Outro lugar, hein? E onde seria?
Fiquei meio relutante em contar. Meu amigo Trey comprou uma van velha e a estacionou na mata da propriedade dos pais dele. Era um lugar legal, tranquilo, com vista para um pequeno lago, mas bem reservado. Depois que expliquei isso, ela ainda parecia curiosa.
— E precisava fazer reserva? — brincou.
— Não — respondi com uma risadinha. — Só precisava mandar uma mensagem avisando que ia usar hoje à noite. O que me lembra... acho que devia mandar outra mensagem avisando que não vou precisar.
— Por que faria isso?
— Bem, porque a Tina e eu íamos usar, mas agora... bom, você e eu provavelmente vamos jantar fora ou algo assim, certo?
Mamãe pareceu pensativa por um instante, olhando pela janela. Finalmente, olhou para mim de forma decidida. — Me leva lá — disse.
— Na van?
— É, quero ver.
Pareceu um pouco estranho, mas não discuti. — Hã... ok — murmurei, traçando rota para a propriedade dos pais do meu amigo.
A terra deles ficava fora da cidade e, por sorte, tinha uma pequena estrada de terra que chegava perto do local onde a van estava estacionada. — Bem, vocês realmente escolheram um lugar reservado — mamãe disse, os peitos enormes balançando cada vez que passávamos num buraco grande.
— É, a gente costumava pescar no lago aqui.
Mamãe me lançou um sorriso travesso. — Até passarem a fisgar peixes maiores?
— É, acho que sim — corei, tirando o carro da estrada de mata e entrando numa pequena clareira onde a van estava estacionada. — Aqui está!
Mamãe e eu saímos e ela pareceu instável nos saltos. — Ok, não é o melhor lugar para usar salto, claro — ela riu, e então os tirou.
Admiramos o lago tranquilo. — Lugar lindo — ela disse, então olhou para a van. — Me mostra o interior.
Abri as portas traseiras. A cama de casal ainda estava montada, mas, por sorte, meus amigos tinham tirado os lençóis manchados de porra. — Parece que seus amigos tiraram os lençóis. Devem ter tido uma aventura bem bagunçada — ela disse, fazendo nós dois rirmos.
— Bem, cada um de nós tem seu próprio jogo de lençóis.
— Ideia inteligente. Então... cadê o seu jogo? — perguntou.
Olhei para o meu carro. — No porta-malas.
— Limpos, espero?
— Sim.
Um sorrisinho se formou nos lábios da mamãe. — Vai buscar. Vamos deitar aqui e olhar o lago.
Claro que não objetei. Depois de pegar os lençóis, mamãe me ajudou a colocá-los no colchão. — Bem, pelo menos a van está limpa e cheira bem — ela disse.
Eu estava tão ocupado admirando o decote generoso enquanto ela se inclinava que esqueci de responder. O jeito que os peitos dela balançavam pesadamente de um lado para o outro enquanto ela puxava o lençol era absolutamente hipnotizante. Mamãe engatinhou para o colchão e se espalhou de lado, com a cabeça apoiada na mão e o cotovelo no estofamento. — Não é o colchão mais confortável do mundo, mas ainda assim não é ruim — comentou.
Foi um pouco estranho deitar ao lado dela, numa cama onde eu e meus amigos tínhamos fodido inúmeras garotas, mas a mamãe era linda. Tinha um corpo matador, muito além das que eu já tinha comido, então era excitante ao mesmo tempo.
— É um ótimo lugar, mas você e seus amigos não vêm aqui pela vista, imagino? Então, quantas garotas você já fodeu nessa cama? — perguntou francamente, olhando para mim.
Meu coração deu um salto. Raramente ouvia minha mãe dizer a palavra com F e geralmente era porque ela estava brava com algo. Ela percebeu meu choque na hora. — Querido, é só uma palavra e apropriada para esta conversa. Afinal, É isso que você faz aqui, certo? Essas garotas não são suas namoradas, então você não está fazendo amor. Está fodendo elas.
— Certo — murmurei, o coração batendo mais rápido que o normal.
— Então quantas já foram?
— Algumas — confessei, embora soubesse que tinham sido pelo menos cinco, contando a Tina.
— Algumas, tipo três? — perguntou.
— Cinco, na verdade.
Os olhos da mamãe se iluminaram. — Cinco é mais que algumas.
Eu sei.
— Então por que você disse "algumas"? Estava com medo que eu fosse pensar que você é um puto galinha ou algo assim? — riu.
— Talvez.
— Você é um garoto bonito, então estou surpresa por ter tantas garotas querendo te dar? Não.
— Algumas delas não foram exatamente planejadas... simplesmente aconteceram — respondi.
Mamãe riu. — Então você as trouxe até aqui sem saber que ia rolar sexo? Ah, sei.
Uma coisa sobre a mamãe é que ela sempre conseguia ver através das minhas mentiras bobas e exageros.
A pergunta seguinte dela causou um grande alvoroço nas minhas calças. — Você é gentil com elas... ou fode com força e rápido como uma fera selvagem?
Soltei um suspiro profundo e excitado antes de responder. — Depende do que elas querem, eu acho.
Mamãe rolou de lado para a barriga, me encarando diretamente. Ela dobrou o joelho, balançando um dos pés sexy e descalços de forma provocante. Os peitos enormes esmagados contra o colchão eram incríveis. Eu só podia imaginar como seria sentir aquilo contra o peito de um cara. — Bem, você tem bastante experiência. Deve ser muito bom nisso a essa altura?
— Você teria que perguntar a elas, eu acho.
— Fez todas elas gozarem? — perguntou, fazendo meu pau pulsar.
— Sim.
— Então não preciso perguntar a elas. Você sabe o que está fazendo — disse, fitando meus olhos. — Imagino que seja um ótimo lugar para foder. Dá para ir com tudo como animais aqui, sem se preocupar com outras pessoas ouvindo.
— É verdade. As garotas ficam barulhentas às vezes.
Mamãe riu. — Bem, somos programadas assim, querido. Se um cara está acertando todos os pontos certos, vai nos fazer gritar de prazer. Faz tempo que não fodo em algum lugar onde eu possa REALMENTE me soltar — disse, olhando ao redor da van.
Larguei uma sugestão idiota. — Bem, eu podia perguntar ao Trey se talvez você e o papai pudessem usar a van algum dia.
Mamãe sorriu de forma provocante. — Não era isso que eu tinha em mente.
— Ah, hã... o que você tinha em mente?
— Bem, estamos aqui... e EU sou seu par. Por que não damos um jeito?
Fiquei tão chocado e emocionado que mal conseguia falar. — Você quer dizer você e eu...?
Mamãe deu de ombros. — Por que não? Você é bom nisso. Eu sou MUITO boa nisso. Seria uma foda incrível, não acha?
— Acho. Acho que sim — respondi com um suspiro animado.
Mamãe se sentou e eu também, mais ansioso do que tinha estado com qualquer encontro que trouxe para cá. Ela se inclinou e plantou um beijo sensual, seus lábios pousando suavemente nos meus por um instante. — Quebra-gelo — riu, e então se ajoelhou, puxando minha camisa para cima e tirando-a.
Assisti com os olhos arregalados enquanto ela puxava o vestido tomara-que-caia por cima dos peitos enormes, que estavam maravilhosamente envolvidos em um sutiã de renda branco lindo. Através do tecido transparente, eu podia ver claramente os círculos escuros das auréolas largas.
Mamãe passou lentamente os braços sobre meus ombros, pressionando o peito macio contra o meu. Ela me fitou com o olhar mais selvagem de desejo que eu já tinha visto. — Me mostra o que você faz — disse baixinho.
Se havia um momento para vacilar, não era este. Passei os braços ao redor e abri os ganchos do sutiã da mamãe, então puxei as alças e as copas, liberando os peitos carnudos e balançantes. Só de vê-los pelados me deixou sem fôlego. Eram enormes, gordos e maravilhosos, e os mamilos eram grossos e emborrachados, muito mais sexy do que os das garotas da minha idade. — Caramba, mãe, esses são incríveis! — murmurei.
Ela sorriu orgulhosa e então balançou os ombros, fazendo os peitos nus oscilarem para frente e para trás de um jeito que fez meu pau latejar deliciosamente. Ela tirou o vestido e depois se recostou na bunda, tempo suficiente para descer a calcinha minúscula branca pelas pernas morenas e macias.
Eu mal podia acreditar que estava olhando para a boceta da minha própria mãe. Estava toda depilada, exceto por um pequeno triângulo de pentelhos finos coroando o monte pubiano. O monte era carnudo e inchado, e a ideia dele se abrir, revelando os preciosos lábios internos, me deixou tonto de expectativa.
— Sua vez — ela disse com um sorriso ansioso, voltando a se ajoelhar e abrindo meu cinto.
Não fui tímido em mostrar meu pau. Eu sabia, de ver outros caras no vestiário, que estava acima da média em tamanho. Quando a mamãe puxou minhas cuecas e minha ereção saltou rigida para cima e para baixo, pude ver pelo jeito que os olhos dela se arregalaram que ela ficou satisfeita com o que viu. — Ah, querido! — murmurou, olhando fixamente enquanto se espalhava no colchão. Ver sua própria mãe linda se posicionar de costas e abrir as coxas grossas para você engatinhar entre elas tinha que ser a melhor cena de todas para um cara da minha idade.
Os peitos dela se espalharam no peito como grandes orbes fofas, os mamilos grossos e eretos. Ela inclinou a cabeça para cima, olhando por cima deles para mim. — Vem me foder! — disse sexy, no tom mais sexy que já a ouvi usar.
Era hora da ação! Eu já tinha balançado muito essa van, mas sabia que desta vez seria diferente. Mamãe tinha experiência em foder e provavelmente faria coisas que iam explodir minha mente. Sabendo quantas garotas eu já tinha fodido, eu sabia que ela também esperava muito de mim. Esta tinha que ser minha maior performance até agora.
Engatinhei para frente, maravilhado por estar vendo a mamãe de um jeito totalmente novo. Ela estava nua e as pernas estavam descaradamente abertas de um jeito que provavelmente só meu pai tinha visto. Lambi os lábios, encarando a fenda da buceta e o clitóris redondo que se projetava do capuz carnudo.
Ajustei o ângulo, alinhando meu pau e encaixando a cabeça em forma de sino na entrada cremosa da buceta. Mamãe de repente fez algo inesperado: estendeu os braços, me agarrou e me puxou para cima dela. — Preciso com força! — gritou, jogando as pernas ao meu redor.
O puxão fez meu pau afundar dentro dela, me fazendo engasgar com o aperto quente, escorregadio e apertado que envolveu meu pau. Não perdi tempo bombeando para dentro e para fora. Sabia que era isso que a mamãe queria.
— Isssso! — ela gritou, enquanto minha ereção mergulhava mais e mais fundo a cada estocada.
Senti como se tivesse escalado o Everest. Conquistado a garota mais gostosa do planeta enquanto a ponta do meu pau batia no fundo da boceta dela. Eu tinha visto o pau do papai acidentalmente algumas vezes e sabia muito bem que ele não conseguia fazer isso. O meu era muito maior!
Enquanto entrávamos num ritmo constante e agradável e a van balançava sob nós, comecei a fazer outras coisas na mamãe que eu sabia que as garotas gostavam, beijando e apertando os peitos dela enquanto eles sacudiam entre nós. Como resultado, senti os músculos da boceta dela se apertarem ao redor do meu pau, o que quase me deixou louco. — Ai, caralho! — suspirei.
— Isso, querido! Fode essa garota! Mostra a ela que garanhão você é! — mamãe gritou.
Apesar da resistência na boceta apertada, eu enfiava o pau com força, impressionado pela sensação requintada da carne interna madura, apertando e ordenhando meu pau grande.
— Ahhh! Ahhhsim! — mamãe gritou delirantemente, levantando a bunda do colchão e indo de encontro a cada estocada da minha foda.
Parecia quase surreal que eu já tivesse escorregado por aquele mesmo túnel que estava sentindo ao redor do meu pau, quando ela tinha me dado à luz. Claro que não tinha lembrança disso, mas a sensação do canal de parto apertado ao redor do meu pau enfiando era algo que eu nunca esqueceria.
Nossas barrigas batiam juntas, assim como minhas bolas contra a bunda dela, enquanto fodíamos sem parar. Me agarrei a um dos mamilos dela, abocanhando o máximo de carne de peito que pude, enchendo a boca e chupando e puxando o peito grande. Sabia pela minha experiência que isso faria uma garota chegar ao cume dourado rapidinho.
— Aaaah baby! — mamãe gritou, a voz trêmula de prazer pré-orgasmico. — Aaaah baby, você vai me fazer gozar em você!
— Hmmff! — gemi, meu pau formigando com o anúncio dela. Tentei todos os truques para continuar martelando sem gozar. Queria fazê-la gozar forte e continuar fodendo firme durante todo o orgasmo.
Mamãe tinha outros planos, apertando a boceta como um torno de veludo em volta do meu pau duro. "Goza comigooo!" ela gritou suplicante enquanto seu corpo começava a tremer embaixo de mim.
Sentir minha própria mãe se agarrar a mim enquanto eu fodia seu corpo grande e encorpado e a fazia gozar foi uma viagem total. Seus fluidos quentes esguicharam em volta do meu pau e todo o seu ser estremeceu em êxtase. Se você é um cara que conseguiu continuar fodendo sem gozar, enquanto experimentava algo assim, eu te parabenizo. Eu sabia que estaria pronto para o segundo round logo depois, então deixei meu canhão disparar.
"Aaahhhporrrra!" eu gemi, sentindo aquele primeiro jato de porra explodir com mais força do que nunca. Mais e mais jatos pulsantes de creme de pau se seguiram em rápida sucessão, misturando-se com os fluidos da Mamãe, criando um coquetel cremoso e espumoso que imaginei estar escorrendo do buraco da boceta dela. "Me beijaaa!" Mamãe soltou, quase incoerentemente enquanto continuava a se contorcer embaixo de mim.
Nos beijamos apaixonadamente, entrelaçando nossas línguas enquanto continuávamos a balançar e saracotear, gozando juntos em puro deleite incestuoso.
"Ufa!" Mamãe suspirou quando finalmente rolei para fora dela.
"Agora ESSA foi a melhor foda que já tive," confessei abertamente.
"Eu também!"
Olhei para ela, um pouco surpreso. "Sério?"
"Tá brincando? Claro. Você foi inacreditável."
Meu coração inchou de orgulho. Imaginei todas as maneiras que eu poderia fodê-la. Sem mencionar experimentar o que tenho certeza que eram algumas habilidades INCRÍVEIS de chupar pau. "Quer ir de novo?"
O rosto da Mamãe parecia tão ansioso quanto o meu provavelmente estava. "A pergunta mais idiota de todas!" ela disse sarcasticamente.
"Você pode ir por cima dessa vez?"
"Por quê, para você poder olhar para cima e ver esses peitões balançando em cima de você?" ela provocou.
"Com certeza!" "Deite de costas, rapaz!"
Me esparramei de costas e assisti a mamãe subir em cima de mim. Seus melões tamanho gigante balançavam e pendiam bem acima dos meus olhos arregalados enquanto ela se abaixava e enfiava minha ereção de volta dentro dela. "Aaah caramba!" foi tudo o que consegui murmurar quando ela se sentou e sua boceta apertada e escorregadia embainhou meu pau inteiro em uma longa estocada. Agora nossos púbis pareciam fundidos, meu pau estava até as bolas em um abraço apertado e amoroso.
Mamãe olhou para mim por cima de seus seios protuberantes. "Você já me impressionou. Agora é a vez da Mamãe mostrar suas habilidades na foda," ela disse.
Coloquei as mãos atrás da cabeça, me preparando para mais ação selvagem. "Estou pronto!"
"Parece que você arranjou uma nova parceira de foda hoje," ela piscou.
"Uma mãe com benefícios," acrescentei.
Ela riu, então passou a língua longa pelo lábio superior lascivamente. "Pronto para ver o quão bons esses benefícios podem ser?"
"Claro!" respondi, meu coração martelando de excitação.
Mamãe soltou um arquejo quase animal enquanto se inclinava para frente, apoiando os braços estendidos ao lado da minha cabeça. Agora meu rosto estava imprensado entre seus peitos macios como esponja e eu podia perceber que ela estava se posicionando para me foder até não aguentar mais.
Ela empurrou os quadris para cima e meu pau deslizou molhado pelo túnel da boceta dela, até que apenas minha glande permaneceu dentro. Então, de uma vez só, ela mergulhou sua boceta suculenta sobre meu pau, flexionando seus músculos coitais ao mesmo tempo. "Aaahporra!" eu gritei, jogando a cabeça para trás em êxtase enquanto meu pau duro como pedra cortava o revestimento muscular estriado da vagina dela.
Ela esfregou nossos púbis juntos, mexendo meu músculo carnudo dentro de seu lugar mais secreto. Minha glande arou contra os portões franzidos do útero que uma vez me abrigou.
Apertei meu rosto contra a parte interna de um de seus peitos, me mascarando em massa macia de carne de peito como massa de pão enquanto me preparava para o que eu sabia que seria a foda mais intensa que já recebi. Eu tinha visto minha mãe em muitos papéis e este era um novo - Mamãe, o animal sexual desinibido.
Melhor encontro de todos!