Madressilva
A bomba nas costas de Ludwig estava lhe causando muito incômodo, mas ele não ousava tirá-la. Era sua única esperança de derrubar a colmeia das abelhudas.
Sua respiração ressoava na máscara, fazendo-a grudar no queixo. Ele balançou a cabeça, tentando soltá-la. Ah, tirá-la nem que fosse por um instante. Mas não ousava. Pois embora o ar lá fora certamente fosse doce, esse era o problema. Os feromônios que encharcavam os corredores dourados da colmeia das abelhudas seriam sua ruína. Ele quase podia senti-los mesmo através da acidez do repelente em que encharcara a máscara. Precisava se apressar.
Ajeitando mais uma vez o pesado barril nas costas, Ludwig rastejou mais adentro do túnel de favo de mel. Ainda não encontrara guardas, mas isso não era surpreendente. As abelhudas adoravam deixar mortais entrarem em suas colmeias. Muito poucos tinham resistência para conseguir sair de volta. Ele sentia a canção zumbidora da colmeia vibrar em seus ossos. Incitando-o a descansar. A relaxar. A simplesmente parar de lutar, deitar-se e ouvir a canção da rainha.
Ele afastou a sensação mais uma vez, grunhindo ao chegar a uma rampa. Deuses. Não admirava que tão poucos caçadores estivessem dispostos a enfrentar abelhudas. Nunca bastava matar apenas um ou dois zangões. Isso nem arranharia as capacidades de uma colmeia. A única maneira de lidar adequadamente com uma infestação de abelhudas era eliminar não apenas a rainha, mas toda a colmeia.
Daí a bomba gigantesca.
Ludwig balançou a cabeça para tentar clareá-la mais uma vez. Quase lá, no entanto. Ele estivera explorando o local na última semana, usando radiestesia para tentar descobrir a composição do interior da colmeia. Conseguira mapear algumas das passagens das operárias, que inevitavelmente levariam ao coração da colmeia. Ele só precisava se manter longe das áreas comuns, e ficaria bem.
Risadas abafadas chegaram de repente aos seus ouvidos. Ludwig congelou, olhou para os dois lados. Novamente as risadas, ecoando pelo corredor hexagonal. Mas vinham através de algo. Onde...
Ele rastejou mais adiante e notou um favo de mel levemente translúcido como um pedaço de vidro dourado. Não conseguiu resistir a espiar através dele.
Estava em um corredor superior, e abaixo podia distinguir um dos inúmeros banhos de mel que compunham a colmeia, e onde os zangões passavam a maior parte do tempo. Dois estavam lá embaixo no momento, e mesmo sabendo do perigo que representavam, Ludwig não pôde deixar de admirá-las.
Loiras, peitudas, a pele bronzeada e listrada de preto, a dupla relaxava em uma piscina reluzente de delícias douradas. Suas asas zumbiam, enchendo o ar com o murmúrio de sua canção hipnotizante. Algo que a terceira integrante do grupo certamente estava apreciando.
Ludwig estremeceu ao ver a garota no mel. Pelo seu vestido simples e agora muito desgrenhado, ela era uma camponesa, provavelmente de uma das aldeias próximas, mas não por muito mais tempo. As raízes de seu cabelo já haviam mudado de castanho para loiro mel. Seus olhos estavam nebulosos e os lábios entreabertos em gemidos ofegantes, seu vestido puxado para baixo revelando seios amplos enquanto ela se contorcia e serpenteava sob os toques provocantes das duas abelhudas.
"Tão bonitinha! Você vai ficar tão linda", uma abelhuda riu, dando um beijo carnudo no rosto sem resistência da garota.
"Tão linda! Só mais um pouco de mel", a segunda abelhuda arrulhou, mergulhando um jarro no banho e despejando o ouro xaroposo na boca da mulher.
A camponesa apenas gemeu, engolindo avidamente o mel, derramando-o sobre seus lábios carnudos e bochecha. Suas duas atormentadoras riram de seus esforços, abandonando o jarro, apertando a garota camponesa entre seus seios macios e cobrindo seu rosto de beijos adoradores.
Mas isso não era tudo. Pois mesmo enquanto a adoravam com seus lábios, as duas abelhudas mergulharam as mãos no mel, e os quadris da humana se ergueram das águas enquanto ela se arqueava, revelando a virilha de sua boceta e as duas mãos que a dedilhavam provocantemente. Gemidos lamentosos escapavam da garota cativa, seu corpo estremecendo enquanto as abelhudas tocavam seus lábios e clitóris como um instrumento, os gemidos e suspiros da garota sendo música para os ouvidos das abelhudas aduladoras.
Ludwig engoliu em seco e se virou apressadamente. Ele não sabia se a garota viera à colmeia por vontade própria ou não. Muitas vinham, a canção dos zangões tentadora demais para ignorar. Os prazeres prometidos em contos e relatos incitavam humanos a render sua humanidade ao enxame e se juntar aos zangões descerebrados em servidão sem mente à rainha.
Mas não importava, pensou, endurecendo-se e ajeitando o barril mais nas costas. Ele tinha um trabalho a fazer.
E iria cumpri-lo.
Ele recomeçou, rastejando pelos túneis. Quanto mais fundo ia, mais forte a canção zumbidora se tornava. Podia senti-la vibrar através dele e, de forma um tanto proeminente, em sua virilha. Ele mordeu o lábio, sua masculinidade engrossando, forçando contra suas calças como se cem línguas adoradoras o estivessem acariciando. Ele quase podia visualizar os dois zangões que vira antes lambendo-a. Provocando-a. Acariciando-a enquanto ele ofegava e gemia e ficava tão excitado e incomodado e impotentemente tarado...
Deuses. Ele limpou a testa. Deuses acima, esperava estar perto do centro da colmeia agora.
...Não estava?
Ludwig parou bruscamente. Oh não. Oh não, não! Ele se perdeu? Se distraiu? Ele olhou ao redor apressadamente e puxou sua corrente de radiestesia. A pedra na ponta vibrava, balançando e subindo lentamente, puxando para a direita insistentemente. Ludwig engoliu em seco. Estava fora de rota. Estivera tão distraído pela ideia de zangões abelhudas brincando com seu corpo ansioso que ele... ele...
Ludwig sentiu um tremor de medo subir nele e o esmagou apressadamente. Mas podia sentir a pressão dentro de si como uma panela prestes a ferver. Nada bom. Nada bom mesmo. Se estava se confundindo, significava que o repelente estava perdendo potência. Ele precisava se apressar!
Acelerou o passo, movendo-se rapidamente pelos corredores sinuosos. Sua direção agora era certa, graças à pedra de radiestesia, mas a rota se emaranhava. Ele parecia estar subindo, escalando rampas de mel cristalizado. Estava certo? Não. Não, não estava. Mas ele precisava descer? Oh não. Oh não, não.
"Ei, aí, bonitinho!"
Ludwig congelou.
Lentamente se virou.
Uma abelhuda estava em uma porta hexagonal à sua esquerda, a beleza peituda sorrindo sonhadoramente para ele com lábios macios e carnudos. Seus grandes seios listrados arfando, mamilos como cápsulas pretas em suas tetas. Uma ampulheta perfeita a definia, suas asas dando um zumbido provocante.
"O que você está fazendo aqui embaixo?" a abelhuda riu, pavoneando-se em sua direção, seus quadris balançando pendularmente, cativando seus olhos atordoados.
"Eu... eu..." Ludwig arfou, recuando.
"Hmmm?" ela disse, aproximando-se preguiçosamente, seus seios balançando, seus lábios carnudos sorrindo enquanto suas asas começavam a zumbir a sério. "E por que você está tão vestido assim? Não está muito quente aqui? Não seria tãããão mais confortável tirar tudo isso?"
Deuses, estava quente. Ludwig conseguira ignorar, mas agora que ela mencionara, ele podia sentir o sufoco de suas roupas. A coceira do suor e o calor que fazia seu pulso bater como um tambor. Sua máscara sugou contra seu rosto com uma respiração ofegante, enchendo seus pulmões com um súbito bafo acre de repelente, clareando sua mente por um precioso momento.
Com um susto, percebeu quão perto a abelhuda chegara, seus braços se estendendo em sua direção, o formato de coração de seus lábios se abrindo, seus olhos derretidos de desejo de tocar e adorar e brincar com ele até que fosse seu zangão escravo gemendo.
Sua mão tateou o cinto, puxou uma granada de fumaça dele. Seu polegar arrancou a trava, e da bola de metal um súbito jorro de fumaça inebriante se espalhou pela passagem.
A abelhuda piscou bruscamente, seus seios arfando ao tomar um fôlego surpreso.
Então seus olhos se semicerraram. Um sorriso abobado e atordoado iluminou seus lábios. "Oh", ela gemeu, suas bochechas bronzeadas corando lindamente. "Oh... o que era... mmmm..."
Seus olhos se turvaram e suas mãos começaram a se tocar, percorrendo suas curvas em admiração das sensações agora formigando em suas veias. Ela riu, afundando de joelhos, depois caindo de costas, gemendo de prazer enquanto se esfregava e tocava em deleite decadente.
"Oh. Ohhhhh. É... é tão booom", ela gemeu, suas asas zumbindo em espasmos.
Ludwig arfou, deixando cair a granada gasta, respirando pesado e rápido. Essa foi por pouco! Tão por pouco!
Mas ele estava longe de estar fora da colmeia ainda.
Apressou-se para longe da beleza abelhuda se contorcendo, sabendo que onde havia um zangão, mais certamente haveria por perto. Mas já sua clareza inicial começava a desaparecer, o repelente em sua máscara perdendo cada vez mais potência.
E pior, encontrar a abelhuda o tornara intensamente consciente de suas roupas.
O tecido parecia áspero. Coçava. Suor perolava seu corpo com desconforto. Ele não conseguia parar de se mexer, e cada movimento roçava seu pau latejante contra o interior de suas calças. Deuses. Sua cabeça estava latejando novamente. O zumbido da colmeia estava tão intenso! Ele verificou sua pedra de radiestesia novamente. Estava tremendo, puxando-o adiante. Ele estava perto. Perto do centro da colmeia.
Quase lá.
Quase lá.
Uma porta estava diante dele. Sem guarda. Que sorte! Ele se apressou através dela, a pedra apontando para baixo.
Entrou em uma pequena sala abobadada através da qual raios de luz solar entravam, refratados por favos de mel tão finos que eram como vidro. Ele olhou ao redor vagamente. Este... este não podia ser o aposento da rainha. Onde...
Crrrrrk.Ludwig olhou bruscamente para baixo, e viu o fino favo de mel sob seus pés rachar.
Oh não.
Ele tentou pular para trás, mas o chão se estilhaçou sob seu peso. Ele gritou, despencando, coração saltando à garganta enquanto se debatia.
E aterrissou em um poço profundo de mel com um splash.
O impacto o deixou sem ar, mas a queda fora misericordiosamente curta. Ele se debateu, puxando-se através do espesso melaço dourado em direção à superfície. Emergiu, ofegante, agarrando-se à borda da piscina.
"Ora, ora! Que surpresa."
Ludwig ergueu a cabeça e a virou.
Uma mulher estava reclinada no mel não muito longe dele. Seus cotovelos a apoiavam na borda, seu cabelo loiro caindo sobre seus ombros em cachos revoltos de ouro. Sua pele brilhava com mel líquido e seus olhos estavam semicerrados e zombeteiros. Duas amplas asas de abelha se abriam atrás dela, emoldurando-a como o encosto de um trono. Adequado, pois em sua cabeça havia uma coroa feita de âmbar e mel cristalizado.
Ludwig olhou fixamente, por um momento atordoado demais por sua beleza para dizer algo. Ela sorriu com desdém e reclinou-se mais no mel espesso, seus seios amplos emergindo como duas ilhas coroadas com mamilos escuros e tentadores. "E quem devo receber na corte real da rainha Beatrix?" ela perguntou.
Terror apoderou-se de Ludwig.
Oh deuses.
Ele caíra direto no banho da rainha abelhuda!
O sorriso de Beatrix se aprofundou e ela se ergueu de sua extremidade da piscina, mel escorrendo dela em filetes preguiçosos. Ela caminhou em sua direção, o banho chegando logo abaixo de suas coxas, revelando as dobras exuberantes de sua boceta e porte orgulhoso, de rainha. Antes que Ludwig pudesse reagir, sua perna se ergueu, e seu pé cutucou sua virilha.
"O-ohhhh!" ele gemeu, tremendo enquanto o prazer pulsava através de seu pau e corpo, seus lábios se entreabrindo com um arquejo.
"Pobre, pobre mortal", Beatrix cantarolou enquanto seu pé o esfregava preguiçosamente através de suas calças, cada movimento provocante enviando outro pulso doloroso através de suas bolas e corpo. "Veja como você está duro. Pobrezinho. Esse é sempre o problema com os homens. Quanto maiores seus paus, mais indefesos seus corpos. Mais burras suas mentes. Eles simplesmente não conseguem evitar usar esses grandes membros para pensar por eles, não é?"
Ludwig choramingou, força o abandonando sob a massagem terna de seu pé, esmagando sua vontade sob o toque delicado de seus dedos e o prazer tremendo através dele. Suas mãos mergulharam na piscina de mel, tentando encontrar as granadas em seu cinto. Só... só precisava de uma. Apenas uma...
"Oooh, já tirando as calças?" Beatrix riu enquanto se agachava sobre ele, sorrindo com desdém, seus seios pesados balançando a um centímetro de seu rosto. "Quer uma mãozinha?"
Ludwig gaguejou, sua língua atrapalhada enquanto aqueles imensos e macios globos balançavam tão perto. Ele ouviu um clique e estremeceu, percebendo que as mãos dela mergulhavam em seu colo, desfazendo seu cinto.
"E-espere!" ele arfou.
Mas era tarde demais.
Seu cinto se soltou, o peso de seus estojos e granadas arrastando-o para fora e mais fundo no banho de mel. Ele tentou agarrá-los, mas o mel espesso paralisou sua mão tateante até que o cinto escapuliu.
"Oh, você tem toda razão!" Beatrix riu, seus olhos derretidos com diversão e luxúria. "Devemos tirar essa camisa primeiro. Você deve estar oh tão terrivelmente quente e desconfortável com ela."
"Eu... você... p-por favor!"
"Por favor, tire-a? Que educado", Beatrix riu, inclinando-se e abrindo seu casaco com um puxão.
Ludwig gritou, mas não pôde negar o alívio abençoado quando o tecido áspero deixou sua pele sensível. Sem pensar, ele rolou os ombros, o tecido descascando dele e expondo seu peito nu.
"Mmm. Nada mal", Beatrix arrulhou, seus dedos dançando sobre seu peito nu, fazendo Ludwig choramingar e gemer. "Magrinho e esbelto. Eu realmente detesto aqueles garotos com músculos ondulantes e poderosos. Prefiro muito mais os delicados. Os bonitinhos. Os garotos fracos... e patéticos... e carentes que só anseiam por sua rainha para comandá-los."
"Eu... eu não sou... não sou f-fraco!" Ludwig arfou, sem saber por que estava tentando discutir, sua mente lutando para lembrar o que estava fazendo enquanto o zumbido espalhava seus pensamentos.
"Ah, não?" Beatrix disse com um sorriso zombeteiro para ele. "Você se acha um caçador grande, forte, musculoso? Mas eu acho que você é apenas uma abelhuda fraca e boba. Um pobre garoto que precisa aceitar o quanto quer me servir. Mas eu não tenho escravos fortes, garoto bobo. Eu só tenho abelhudas fracas, doces como mel, carentes. E você pode ser isso", ela disse, pegando uma porção de mel, deixando-a pingar e escorrer de um dedo que ela estendeu em sua direção. "Se você apenas der uma rápida... pequena... chupada no meu mel real..."
Seus lábios tremeram sob sua máscara. O mel pingava espesso de seus dedos, pairando a um centímetro diante de seu rosto.
"Vai ser tão bom", Beatrix arrulhou enquanto se inclinava mais perto, sua mão subindo, balançando sobre ele, gotículas de mel caindo em seu rosto, cada uma enviando uma onda de choque irradiando através dele como uma pedra jogada em um lago plácido. "Tão maravilhoso."
Ludwig choramingou quando sentiu sua outra mão deslizar em seu colo. Dedos envolverem seu pau.
Apertarem.
Acariciarem.
"Mmm", Beatrix arrulhou. "Paus grandes e burros para zangões grandes e burros. Se você tivesse um pauzinho educado e minúsculo, então talvez eu pudesse fazer de você uma abelhuda adequada. Mas um garoto zangão burro também será divertido. Divertido para brincar. Para subjugar. E tudo o que você tem a fazer é chupar. Apenas chupar meu dedo como um bom zangão. Obedeça sua rainha, garoto bonito.
"Obedeça.
"Obedeça.
"E chupe."
Ludwig sabia que não deveria. Sabia que não podia. Isso o condenaria. O subjugaria. Uma vez que começasse, não poderia parar.
E ainda assim.
E ainda assim...
Sua língua formigava com a necessidade de prová-lo. Seu corpo tremia com o impulso de ceder. De chupar e afundar no prazer melado. Ele sentiu o peso da bomba atrás de si. Ele... ele ainda podia detoná-la. Explodir a rainha e a colmeia para o inferno. Ele estava aqui.
Ele estava bem...
Aqui...
"Prove um pouco", Beatrix arrulhou, seu dedo descendo, deslizando por sua máscara, seu dedo traçando o contorno de seus lábios trêmulos.
E sua língua serpenteou para fora.
E roubou uma gota.
Ludwig gemeu, seus olhos revirando com aquele sabor delicioso. Ambrósia dourada. A mais doce rendição. Todo o resto foi esquecido. Varrido. Seus lábios se entreabriram. Ele se inclinou para frente, seus lábios envolvendo o dedo dela.
E chupou.
Beatrix riu com divertimento enquanto o caçador gemia, olhos semicerrados, seus lábios e língua chupando o mel de sua mão. Ela deslizou seus dedos de sua boca, deixando seus lábios trêmulos, seus olhos vazios com gloriosa rendição.
"Bom garoto", ela arrulhou, movendo-se sobre ele, seu corpo pingando mel enquanto se agachava sobre ele, suas asas zumbindo, vibrações ressoando através do mel e direto em seu corpo trêmulo. "Mmm. Normalmente, eu não aceitaria um pau tão grande. Mas por ser um garoto tão bom, abrirei uma exceção. Contanto que você me recompense. E você vai, não vai?"
"S-sim", Ludwig arfou, dourado sangrando em seus olhos. Um sorriso abobado em seus lábios. "Qualquer coisa!"
"Que garoto abelhudo bom e burro", Beatrix riu.
E preguiçosamente se abaixou sobre seu pau.
Ludwig gemeu em deleite impotente enquanto sua boceta real devorava sua masculinidade latejante. Doçura sedosa o engolfando. Apertando-o.
"Mmmm", Beatrix gemeu, inclinando-se sobre ele, seus corpos vibrando com o zumbido de suas asas. "Me lamba, zangão. Lamba o mel de sua rainha."
Ludwig obedeceu.
Amorosamente.
Adoradoramente.
Sua língua lambeu o mel pingando de seus seios.
Chupou-o dos mamilos escuros.
Enquanto isso, Beatrix quicava em seu colo.
Quicava em seu pau.
Fodeu com ele no banho de mel, enviando ondulações irradiando pela superfície.
"Oh siiiim", Beatrix gemeu, paredes internas ondulando, apertando, ordenhando seu pau indefeso e tarado. "Booom garoto. Boooom zangão. Sua rainha está tããão satisfeita. Tããão feliz."
Ludwig gemeu. Gemeu. Afogando-se em prazer. Em mel. Seus pensamentos eram dourados de adoração por sua rainha. Seu propósito. Ele a lambia e adorava. Venerava suas curvas infindáveis, suas mãos a acariciando. Espalhando mais mel do banho pelo corpo dela para ter mais o que lamber. Cada lambida da língua o afundava mais em êxtase sem fim.
"Sim. Sim!" Beatrix gritou, deleitando-se com sua adoração fraca e impotente. "Lamba-me, zangão. Me foda, escravo. Obedeça-me. Venera-me. Venera sua rainha! Sua deusa! Sim. Siiiiim!"
Ludwig gemeu e choramingou, metendo-se nela em rendição feliz, saboreando cada ondulação de sua boceta em volta do seu pau. Tão bom. Tão maravilhoso. Ele sentiu seu orgasmo preenchê-lo. Dolorido através dele.
"Sim!" Beatrix arfou enquanto o pau dele pulsava no auge. "Sim! Goze para mim, zangão. Sua rainha exige. Exige sua mente. Seu corpo! Sua liberdade! Goze! Goze para sua rainha! Goze... goze... A-agora!"
Beatrix gemeu a palavra ao se contrair de repente, apertando-o. Ludwig gemeu debaixo dela, tremendo, seu orgasmo irrompendo através dele enquanto o orgasmo dela o ordenhava até o limite, seu pau regando as entranhas dela com jorradas agudas de sua semente. Cada jorro mais êxtase orgásmico. Mais alegria sem mente. Sua missão esquecida. A bomba menos que uma lembrança.
Ele desceu lentamente, seu corpo escorregando mais fundo no mel até que apenas sua cabeça permanecesse acima da superfície, seus olhos cheios de ouro derretido e submisso.
Beatrix sorriu maliciosamente para ele, acariciando seu rosto, cobrindo-o ainda mais com mel corruptor. "Bom zangão," ela ronronou. "Bom escravo."
Ludwig estremeceu de prazer. "Sim," ele gemeu em alegria enquanto afundava mais fundo no mel real. "Sim, minha rainha..."