Contos eróticos para ler inteiros.

Sexo a Dois

Luxúria, Mentiras e Roubo de Carro

rianafelix28 min

Quase bati num poste de luz quando a cabeça dela apareceu no retrovisor.

"Por favor, não roube meu carro", ela disse. "É tudo o que tenho."

Encostei o carro. Era quase meia-noite, então as lojas do centro que lotavam a rua estavam fechadas e não havia ninguém na calçada. Liguei as luzes internas e me virei.

Ela estava na área de carga atrás dos bancos traseiros, o cabelo bagunçado, piscando e esfregando os olhos. Não devia ter mais de 25 anos, com pele morena, sobrancelhas grossas e olhos enormes e escuros. Indiana? Latina? Mestiça? Difícil dizer.

Me xinguei por ser tão descuidado. Não roubava carros com frequência, mas tinham feito um pedido por aquela marca, modelo e ano específicos, o que significava que me renderia o dobro da 'taxa de localização' habitual. Então, quando passei por um no centro, fiquei animado. Pulei minha verificação de sempre, que era olhar pelos vidros escuros com uma lanterna antes de destravar o carro com meu chaveiro eletrônico.

Me estiquei para olhar na parte de trás e vi um saco de dormir fino, uma mochila e embalagens de salgadinhos espalhadas.

"Você está dormindo no seu carro?" perguntei.

Ela assentiu cansada, então rolou por cima do encosto dos bancos traseiros. Sentou-se no banco do lado do passageiro. As roupas dela estavam visivelmente gastas.

"Não tenho como pagar outra coisa", ela disse, alisando o cabelo escuro e me encarando com seus olhos tristes. "Se você roubar meu carro, vou dormir na rua. Por favor. Não tenho dinheiro, mas eu poderia, hum... eu poderia..."

Ela olhou deliberadamente pelo vão entre os bancos da frente na direção da minha virilha, então virou a cabeça, piscando para segurar as lágrimas, o lábio inferior tremendo.

Suspirei. Todo mundo dizia que eu era mole demais para ser criminoso. Eu sabia. Por isso roubava carros só quando precisava, e apenas de quem merecia. O SUV estava estacionado na frente de um restaurantezinho caro e muito moderninho que ainda estava aberto, com sons de alegria vindo de dentro. Imaginei que qualquer um que comesse ali podia ficar sem o carro até o seguro dar um mais novo.

"Tá bom, tá bom", eu disse. "Nunca roubo de gente em situação pior que a minha. Sabe, se você vendesse esse carro, conseguiria dinheiro para alugar um lugar por talvez um ano."

"Você precisa de carro nessa cidade", ela disse fungando. "Transporte público é uma piada, e a cidade é grande demais para ir andando pro trabalho."

"O que você faz?"

Ela pegou um lenço amassado da manga e limpou o nariz. "No momento? Limpo casas. Muitas ficam lá nos confins da cidade."

Foi aí que o cheiro dela me atingiu. Não era forte, mas ela tinha aquele odor característico de quem passou tempo demais sem tomar banho e lavar roupa. Ela deve ter notado a careta que fiz porque abriu a janela até a metade, deixando o ar frio da noite entrar.

"Desculpa", ela murmurou, olhando para baixo. "Geralmente, consigo tomar um banho escondido e lavar minhas roupas em uma das casas, mas isso vai ter que esperar até segunda."

Suspirei de novo. Eu devia saber que não era boa ideia. Sério, eu sabia. Mas ela era tão bonitinha e parecia tão miserável. "Se quiser", eu disse, "pode tomar banho na minha casa. E tenho máquina de lavar e secar."

Quando o rosto dela se fechou, levantei as mãos. "Não vou tocar em você, juro. Sou ladrão, mas não abuso de mulheres. Prometo. E quando foi a última vez que você comeu comida de verdade?" Olhei para as embalagens de doces e salgadinhos jogadas no fundo do carro. "Não tenho muita coisa em casa, mas posso pedir uma pizza ou algo assim."

"Por que você faria isso por mim?" ela disse, estreitando os olhos.

"Porque também já morei na rua. Sem o luxo de um carro para dormir. Foi foda demais. Lembro de cada vez que alguém me deu dinheiro a mais, ou me pagou uma refeição, ou me deixou dormir no sofá por uma noite. Tento retribuir o favor quando posso."

Ela me estudou, sem se convencer.

Dei de ombros. "Tá bom então. Você que sabe. Vou descer aqui. Pode ficar com seu carro de volta."

Quando abri a porta, ela disse: "Espera! V-você mora longe?"

"Tenho um apartamento no lado leste da cidade. Nada chique, mas tem muitos vizinhos. Não é uma casa velha e sinistra no meio do mato com corpos enterrados no porão nem nada."

Ela forçou um sorriso.

De novo, ela me estudou, engrenagens girando na cabeça. Entendi exatamente o que ela estava passando — já tinha passado por situações parecidas quando estava na rua e me ofereciam uma refeição ou um lugar para ficar. A pessoa estava sendo gentil de verdade, ou queria algo em troca?

Aprendi rápido a ler as pessoas. E essa garota, eu tinha certeza, não estava me contando tudo, mas estava sendo quase toda sincera. Além disso, ela não tinha nenhum sinal de ser drogada ou maluca.

"Você gosta de abacaxi na pizza?" ela perguntou.

"Odeio com todas as forças", eu disse. "Mas podemos colocar na sua metade se quiser."

Ela sorriu e balançou a cabeça. "Nem fodendo. Também odeio. Acho que vamos nos dar muito bem."

~~~~

Eu dirigi já que sabia o caminho para minha casa. Conversamos. O nome dela era Gabriella e ela tinha se mudado para a cidade dois anos antes, de uma cidadezinha no sul. Estava morando no carro há seis meses, depois de ser despejada por 'reforma' do seu apartamentinho no centro, para o dono transformar o prédio em condomínios caros.

"Não entendo por que você iria querer roubar meu carro", ela disse. "É de cinco anos atrás e bem mediano, sabe?"

"É uma marca confiável", eu disse. "Tá mais ou menos em 12º lugar dos carros mais roubados este ano, da última vez que vi. Não entendo exatamente como funciona, mas às vezes o Lisbon — é o nome do meu receptador. Você nunca vai adivinhar de onde ele é originalmente — ele faz um pedido por uma marca, modelo e faixa de ano específicos que alguém do exterior está louco para comprar. Nunca é coisa novinha em folha e nunca são marcas de luxo. Seja o que for, ele paga às vezes o dobro do valor normal. Você precisa tomar cuidado com seu carro agora, porque ele está pagando mais que o dobro por essa marca, modelo e ano exatos."

Já no meu apartamento, ela ficou parada perto da porta, braços abraçando a mochila, parecendo pequena e insegura. Eu queria tanto abraçá-la e dizer que estava tudo bem, mas sabia que devia manter distância.

Eu disse: "Sei que é difícil confiar em alguém, mas estou realmente só tentando ajudar. Olha, por que você não toma um banho enquanto eu peço a pizza? A porta do banheiro pode ser destrancada por fora, mas..." Peguei uma cadeira da cozinha. "Você pode prender ela por dentro com isso. Não vou conseguir abrir. Não que eu vá tentar. Só não vai usar droga lá dentro nem fazer nada que faça você desmaiar, porque eu teria que arrombar a porta pra te ajudar."

"Bebo cerveja de vez em quando e só", ela disse. "Nunca usei drogas."

Ela levou a cadeira para o banheiro, junto com a mochila. Antes de trancar a porta, ela tirou um saco plástico com roupas sujas da mochila, depois jogou para fora as roupas que estava usando enquanto eu ficava perto das janelas, bem do outro lado do apartamento.

Depois de colocar as roupas dela na máquina de lavar pequena do apartamento, arrumei pratos e guardanapos de papel na mesa de centro, coloquei a TV numa estação de videoclipes e abri uma cerveja.

A pizza chegou bem na hora que o som do meu secador veio do banheiro. Estava tudo pronto na mesa de centro quando ela saiu.

Ela estava radiante — cabelo escovado, a pele lisa e morena brilhando. Tinha uma expressão quase sonhadora enquanto ficava ali, enrolada num roupão reserva.

"Isso foi maravilhoso", ela disse. "Obrigada."

"Você não ficou muito tempo aí. Quer uma cerveja?"

Ela assentiu e enquanto eu buscava uma, ela disse: "Você tá brincando? Foi o banho mais longo que tomei em um ano. Tenho que entrar e sair em segundos quando tomo escondido nas casas que limpo."

Nos acomodamos no sofá, brindamos com as cervejas e atacamos a pizza.

Comemos, bebemos e assistimos aos videoclipes sem graça.

Depois de um tempo ela disse: "Não entendo."

"Entender o quê?"

"Este apartamento é ok, mas você rouba carros para viver. Não pode pagar algo um pouco mais — sei lá — chique?"

"Este lugar é tudo que preciso", eu disse. "Além disso, gente com renda não explicada não deve chamar atenção vivendo no luxo, sabe? E eu não roubo para viver. Só faço quando preciso. Tenho um emprego normal."

Apontei para a mesa perto da janela, onde ficavam meu computador e três monitores.

"Faço design gráfico, sites e, às vezes, apresentações de slides", eu disse. "Tudo projetos pequenos que pego em sites de freelas. Dá o suficiente para cobrir as despesas."

"Você não quer um emprego numa empresa grande?"

"Querer, queria. Mas tenho ficha criminal. Freela é o melhor que consigo. Escuta, sei que é difícil na rua, mas faça o que fizer, não seja condenada. Quando eu tinha 20 anos e era idiota, fui pego roubando uma TV. Isso arruinou minha vida."

"Tá", ela disse, "então o que você faz com o dinheiro dos carros?"

"Vai para a minha irmã. Ela nasceu... bom, ela precisa de cuidados 24 horas. Muito mais do que posso oferecer. Um carro paga seis meses onde ela está. Uma parte eu invisto. Em mais ou menos três anos, vai finalmente ser o suficiente para virar um fundo autossustentável para ela. Aí não vou precisar roubar. Vai ser uma vida nova para mim."

Gabriella pareceu duvidar. "Isso parece história inventada."

Assenti. "Com certeza parece." Pegando meu celular, mostrei a ela selfies com minha irmã, vídeos de aniversários e celebrações de Natal, e eu empurrando a cadeira dela em jardins.

"Ela se parece muito com você."

"É o que todo mundo diz. O engraçado é que ela tem um pai diferente."

"O quê?"

"Nossa mãe, hum, gostava de farra."

"A minha também. Fui criada praticamente pelo meu irmão mais velho. Nós temos o mesmo pai, no entanto. Teria sido melhor se nosso pai fosse um cara diferente."

Bebemos e revelamos aos poucos mais sobre nossas infâncias fodidas e nossas escolhas terríveis de vida. Gabriella, como eu, era realista, e não dava desculpas para si mesma nem se revoltava contra a própria criação.

Gabriella não era bonita de forma convencional. Tinha um formato de rosto estranho, algumas marcas de espinha da adolescência, e parecia que o nariz tinha sido quebrado em algum momento. No entanto, tudo junto, com seu jeito animado de falar — mãos gesticulando, as sobrancelhas grossas subindo com humor ou descendo numa carranca — ela era excepcionalmente encantadora.

Descobri que, como eu, ela não tinha desistido. Disse que estava economizando e, quando tivesse o suficiente, ia se mudar para outra cidade onde tinha uma amiga para dividir casa e começar a vida de novo.

"A começar a vida de novo", eu disse, e bebemos nossa cerveja.

"Então como você fez?" ela perguntou. "Como entrou no meu carro e ligou o motor? Eu teria ouvido na hora se você tivesse usado um slim jim para destrancar. E depois fazer ligação direta leva muito tempo. Ouvi um bip e, quando levantei a cabeça, você já estava indo embora."

"Carros novos são muito mais fáceis que os antigos", eu disse. "Com o equipamento certo, você pode destrancar e ligar o motor da maioria dos carros clonando a chave."

Peguei minha bolsa de laptop e mostrei o aparelho, explicando como ele podia interceptar o código quando era transmitido da chave para o carro.

"E todo mundo aperta a chave na hora de dormir para ter certeza que trancou o carro", eu disse.

Em seguida, mostrei como o aparelho também podia rodar todos os códigos possíveis em segundos, e depois o outro dispositivo que se conecta na porta de diagnóstico embaixo do painel para ligar o motor.

"Incrível", ela disse. "Pensei que carros novos fossem mais difíceis de roubar."

"Muito mais fáceis", eu disse. "Os métodos antigos ainda podem funcionar, mas é mais lento e você precisa arrebentar a coluna de direção para fazer a ligação direta."

Quando a máquina de lavar terminou o ciclo, levantei, coloquei as roupas dela na secadora e voltei com mais cerveja para nós dois.

Quando me recostei no sofá e coloquei os pés na mesa de centro, Gabriella fez o mesmo. As pernas nuas e morenas dela pareciam torneadas e deliciosas.

"Obrigada por isso", ela disse. "É a primeira vez que consigo relaxar à noite desde que fui despejada."

"Sei como é", eu disse. "Quando eu estava na rua, morria de medo o tempo todo. E de fome, na maior parte do tempo."

"Já se meteu em situações bizarras?"

Dei uma risada. "Ah, claro. Você sabe como é. Você segue alguém para casa que parece legal, só para descobrir que o que a pessoa realmente quer é sexo, ou te vender a religião dela, ou pedir para você fazer alguma coisa indescritivelmente esquisita."

Gabriella assentiu com conhecimento de causa. "É. Já passei por tudo isso. Uma vez, um casal de velhos — deviam ter bem mais de 60 anos — me convidou para casa para usar o quarto de hóspedes no fim de semana. Isso era inverno, então não precisei de muito convencimento."

"E eles queriam que você fosse uma terceira pessoa, né?"

Ela riu. "Sim. Para ser o unicórnio deles. Eu gosto de caras mais velhos, mas ele era velho demais. Eu estava na mesa de jantar terminando de comer e os dois apareceram usando aqueles conjuntos de arreios de couro. Com argolas de metal, tachinhas e tal. Foi a primeira vez que vi um pênis com piercing."

"Hm, como exatamente..."

"Ah, você não quer saber", ela disse, balançando a cabeça. "Não quero fazer kinkshaming, e bom para eles por ainda transarem naquela idade, mas o que ele tinha feito parecia meio, hum, nada prático."

Ela virou para me encarar, a parte de cima do roupão se abrindo e revelando a curva dos seios.

"Você tem algum piercing?" ela disse, me olhando de cima a baixo.

"Nunca senti necessidade. E quando você é ladrão, quer ser o mais difícil de identificar possível. Sem tatuagens visíveis, piercings... nada disso."

Gabriella se aproximou, o roupão se abrindo ainda mais. Ela umedeceu o lábio inferior.

"Inteligente", ela disse. "Quer verificar se eu tenho algum?" As mãos dela foram para o cinto do roupão.

"Ei", eu disse. "Você não precisa fazer isso. Não te convidei aqui para isso."

"Eu sei", ela disse. "Mas quer saber? Estou quentinha e segura, comi uma pizza excelente e tomei umas cervejas. Pela primeira vez em um ano, não estou apavorada. Não preciso me preocupar com a polícia me acordar e mandar eu circular. Nenhum merda tentando roubar minhas rodas ou serrar meu catalisador ou arrombar o carro." Ela esticou o braço e tocou meu braço. "Você é o cara mais legal que conheci em muito tempo. E você tem um visual super sexy de 'ladrão cavalheiro'. Mas posso te contar uma coisa? Vim pra cá meio que esperando..." Ela engoliu em seco. "Isso soa muito vadia... esperei que você fosse realmente um cara legal e a gente pudesse, hum, se divertir um pouco. Porque... eu gosto de você. Gosto mesmo. E não tenho nenhuma... diversão... há mais de um ano."

Com o cinto desatado, Gabriella tirou os braços do roupão, deixando-o cair até a cintura. Ela me olhou por baixo das sobrancelhas grossas, vulnerável, mas esperançosa. Mesmo com a pele morena, as bochechas ficaram rosadas enquanto corava.

Os seios dela eram de tamanho médio, redondos e pesados, projetando-se para a frente daquele jeito que desafia a gravidade das mulheres mais jovens. Os mamilos pequenos estavam eretos, como se ansiosos pela minha boca.

Ela colocou a mão atrás do meu pescoço, os olhos cravados nos meus.

"Se eu entendi você direito", ela disse, "você vai protestar e agir como um cavalheiro, negar que me quer e dizer que acabamos de nos conhecer e não nos conhecemos o suficiente para isso. Se eu entendi você direito, acho que você também não tem nenhuma diversão há muito tempo. E, se eu entendi você direito, acho que você tem a paciência e a experiência para ser realmente bom de cama."

Ela me puxou para um beijo. Nossos lábios se tocaram de leve, deixando eu sentir o gosto dela e a maciez quente de sua boca, antes de nos apertarmos mais, provocando e mordiscando os lábios um do outro. Deslizei uma mão atrás do pescoço dela e coloquei a outra em seu ombro, o toque de sua pele quente e lisa sendo elétrico.

Nos beijamos por mais tempo e então ela se afastou.

"Quero ver seu rosto quando você gozar dentro de mim."

~~~~

Eu sabia que não devia. Sério, eu sabia. Mas ela estava certa: fazia muito tempo. Ela era tão doce e carente, era tão gostoso sentir. Enquanto nos beijávamos e começávamos a acariciar um ao outro em todo lugar, o cheiro inebriante da excitação crescente dela me alcançou, e eu me perdi. Eu precisava dela. Ia possuí-la. Muitas, muitas vezes.

De pé, eu a puxei para ficar de pé também, deixando o roupão cair no chão, deixando-a nua. Ela era perfeitamente modelada, quadris mais largos do que eu esperava. Mais abaixo, fiquei feliz de ver que ela era aparada mas não depilada por completo.

Gabriella sorriu e deu uma voltinha provocante para eu ver tudo.

"Gostou?" ela disse, me lançando um olhar brincalhão por cima do ombro.

A bunda dela era incrivelmente redonda e firme. Aproximei-me, passei as mãos sobre as duas nádegas e subi pelas costas, então a abracei por trás, segurando e acariciando seus seios pesados.

"Gostei", eu disse, sussurrando em seu ouvido. "Você é linda. Nunca conheci ninguém como você. Mas você não precisa fazer isso."

"Tenta me impedir", ela disse com um suspiro ofegante. Ela segurou minhas mãos nos seios e soltou sons profundos de "mmm" enquanto eu depositava beijos leves ao longo de seus ombros e na curva do pescoço.

Quando mordisquei sua orelha, Gabriella guinchou e se contorceu, puxando meus braços com força ao redor dela. Então ela se virou nos meus braços, sorriu e deu um selinho nos meus lábios antes de pegar minha mão e me arrastar para o quarto.

Tirei minha camisa enquanto Gabriella se ocupava em abrir minhas calças. Ela se agachou enquanto as puxava para baixo até que ficaram amontoadas nos meus tornozelos e ela ficou de joelhos.

Ela olhou para cima com seus grandes olhos escuros e envolveu a mão ao redor do meu pau.

"Você definitivamente não precisa fazer isso", eu disse enquanto ela começava a masturbar meu membro. "Já estou duro e pronto para você o máximo que posso."

"Só uma provinha?", ela disse em tom suplicante. "Eu realmente amo fazer isso. Sei que a maioria das garotas acha que é uma tarefa chata que precisam fazer para agradar o cara, mas..." ela beijou e então lambeu toda a borda da glande. "Eu amo ter um pau na boca quase tanto quanto na buceta."

Ela colocou a glande entre os lábios, balançando apenas a ponta para dentro e para fora de sua boca quente e úmida enquanto girava a língua. Tive que me segurar no criado-mudo atrás de mim, pois meus joelhos quase cederam com a sensação. Boquetes nunca tinham sido a minha praia, mas Gabriella era muito, muito boa nisso.

Ela começou a me engolir cada vez mais fundo enquanto masturbava a base do membro com uma mão e acariciava levemente a parte inferior das minhas bolas com a outra. As sensações misturadas de sua língua e sucção no meu membro enquanto as pontas dos dedos deslizavam suaves como pena sobre minhas bolas eram eletrizantes.

Dando um leve aperto nas minhas bolas, ela moveu uma mão para trás de mim e começou a arranhar minhas nádegas com as unhas enquanto pressionava para frente e abria a boca para enfiar meu pau na garganta.

Eu nunca tinha recebido uma garganta profunda antes e quase gozei ali mesmo. Gabriella pareceu sentir isso e apertou a base do meu membro com força enquanto pressionava o polegar contra a parte inferior das minhas bolas, contendo e reprimindo meu quase orgasmo.

Ela repetiu isso várias vezes: masturbando e então apertando minhas bolas enquanto lambia, chupava e bombeava meu pau, depois acariciando e arranhando minhas nádegas com as unhas enquanto me engolia fundo. O tempo todo ela mantinha seus olhos penetrantes fixos nos meus, brilhantes e cheios de luxúria.

Depois de me levar à beira do orgasmo pela quarta vez, ela se sentou sobre os calcanhares, uma mão ainda masturbando a base do meu membro reluzente.

"Isso foi muito divertido", ela disse, limpando a boca nas costas da mão. "Obrigada. Você tem um pau maravilhoso. E se você faz essas expressões com um boquete, mal posso esperar para ver seu rosto quando você me encher com sua porra."

Ajudei-a a se levantar e a abracei, sentindo sua nudez quente pressionada contra a minha pela primeira vez. Ela parecia perfeita em meus braços. Descansando a cabeça sob meu queixo, ela guiou meu pau de ferro entre suas pernas, empurrando a parte superior do meu membro entre seus lábios vaginais quentes e escorregadios. Instintivamente, fiz pequenas investidas enquanto ela retribuía, angulando os quadris e então ofegando cada vez que meu pau deslizava sobre seu clitóris excitado.

"Você é absolutamente incrível, Gabriella. Quero te provar. Quero que você goze no meu rosto antes de eu te foder."

Nossas investidas estavam aumentando, e a expressão de Gabriella ficava mais carente.

"Eu vou. Quero isso. Mas preciso que você me foda agora. Quero você dentro de mim agora. Por favor."

Jogamos as cobertas para fora da cama e deitamos um ao lado do outro, nos beijando famintos e nos acariciando por toda parte. Eu amava seus seios firmes — como preenchiam minha mão perfeitamente e como ela ofegava e suspirava quando eu passava a palma sobre seus mamilos duros. Deslizei uma mão sobre sua barriga lisa, acariciando-a ali enquanto seus quadris se elevavam e remexiam enquanto ela agarrava e masturbava meu membro.

Ela gemeu quando guiei dois dedos pelas laterais externas de sua boceta e então acariciei as partes internas de suas coxas, descendo até a parte de trás dos joelhos, e então subindo de novo um pouco mais perto de sua boceta carente. Ela empurrava e remexia os quadris, buscando mais contato.

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