Hora de Dormir no Ano Novo
"E-eu vou conseguir desta vez, Mamãe!"
"Tenho certeza que vai, docinho."
Claire se remexeu. Ela encarou ferozmente os olhos de sua Mamãe, incapaz de afastar a sensação de que Mamãe não acreditava muito nela.
Mamãe — ou Fern, como Claire a conhecia três anos atrás, antes de tudo mudar — sorriu com desdém para ela, os olhos cor de avelã brilhando na luz suave da árvore de Natal ao fundo.
Claire vacilou sob aquele olhar. Sua mão foi para a boca, e ela se viu chupando timidamente a ponta do dedo, se remexendo sob o olhar confiante de Fern. "V-vou", ela murmurou ao redor do dedo. "Eu consigo!"
"Eu sei, princesa." Fern se inclinou e deu um tapinha na cabeça de Claire. Fern quase gemeu com o toque carinhoso antes mesmo de notar os seios de Fern praticamente prestes a transbordar daquele suéter decote V vermelho. Ela olhou fixamente, instintivamente chupando um pouco mais rápido, um pouco mais delicado. "Você tem praticado! Não pense que eu não percebi você tentando ficar acordada até as onze no domingo passado."
Claire soltou um gritinho agudo, o rosto ficando vermelho vivo. "Eu—aah—"
Ela sentiu as pontas dos dedos de Fern sob seu queixo, unhas traçando delicadamente sua garganta. Ela gemeu baixinho e imediatamente ergueu a cabeça de admirar os peitões para encontrar os olhos de Fern novamente.
"Você está tentando vencer desta vez", Fern murmurou com carinho. "Ambas as metades da maldição, não apenas aquela sobre gozar seus miolos até virarem mingau."
A mão dela deslizou para baixo. Claire sentiu um arrepio de medo ao perceber, meio segundo antes, o que Fern estava prestes a fazer.
Ela ainda assim ofegou quando a mão de Fern pressionou bem entre suas pernas, esmagando suavemente contra seu pauzinho macio e sensível sob a saia.
"Você quer quebrar a maldição tanto assim, não quer, bebê?" Fern ronronou. Sua mão começou a esfregar. Os lábios de Claire se entreabriram, e ela começou a ofegar. "Tudo o que você precisa fazer é chegar à meia-noite sem adormecer, e Mamãe vai parar de fazer todo esse doce leitinho de boba! Tudo o que você precisa fazer é não gozar nem estragar, e sua mente finalmente vai clarear, e você vai poder escapar de tudo isso~!"
"M-Mamãe!" Claire guinchou. Ela não conseguia evitar. Ela se esfregou na mão de Fern, a língua pendendo para fora.
"Você só precisa provar que pode ser uma garota crescida!" Mamãe riu baixinho, pressionando a mão um pouco mais forte, fazendo Claire gritar em êxtase abobalhado. "Mostre para Mamãe que você consegue ficar acordada até essa hora, para Mamãe saber que você está pronta para cuidar de si mesma."
"E-eu consigo!"
"Hm~" Fern sorriu com malícia.
Sua mão recuou. Claire gemeu baixinho, se remexendo, esfregando as coxas uma na outra.
Então Fern sentou-se ao seu lado no sofá, e a respiração de Claire ficou presa. O perfume de Mamãe estava em todo lugar, e seu corpo voluptuoso era tão macio e quente...
"Eu sei que você consegue, bebê", Fern murmurou em seu ouvido. "Estou torcendo por você! Eu sei que você pode finalmente sair dessa, e então podemos voltar a ser amigas, e você pode voltar a agir como uma adulta. Isso não soa bem?"
A mão dela retornou para entre as pernas de Claire. Claire gemeu baixinho, chupando o polegar e acenando ansiosamente.
Tudo o que Fern dizia soava bem para ela. Mas... ah, mas era tão gostoso assim...
Não! Ela forçou o pensamento de volta. Já fazia dois anos. Pelo menos. Contar estava ficando mais difícil, ela só lembrava vagamente da vida antes disso neste ponto, mas ela sabia... ela sabia que precisava se libertar. Ela poderia provar para M—poderia provar para Fern!
"Você gostaria que a Mamãe lhe fizesse companhia?" Fern ronronou. "Ajudar a mantê-la acordada?"
Claire chupou o polegar, hesitando. Fern sempre ficava... estranha nesta época do ano. Mas Fern queria que ela se libertasse. Ela tinha dito isso!
E ter Mamãe por perto soava bem.
E o estímulo lento... ajudaria a mantê-la acordada, certo?
"B-Buh", ela conseguiu articular, então tirou o polegar da boca e assentiu fracamente. "Mas eu não preciso da ajuda da Mamãe. Eu vou fazer sozinha, Mamãe!"
"Mas você gostaria que eu ficasse?"
"Mmh..." Claire se aconchegou um pouco mais, voltando a chupar o polegar. "Mm-hm..."
Ela ouviu Fern rindo baixinho bem em seu ouvido. Um braço se estendeu sobre os ombros de Claire, e Claire percebeu como estava frio esta noite, como Mamãe era macia e quente.
"Tudo bem, princesa", Fern murmurou para ela. "Só mais duas horinhas~"
* * *
Os cílios de Claire pareciam cada vez mais pesados a cada ritmado ting, ting, ting do carrilhão de anjo no peitoril da janela. Seus pensamentos pareciam... mais densos... a cada segundo que passava.
Ela estava tão sonolenta hoje em dia. Não era justo. Ela tinha que pular sua soneca do meio-dia hoje—as regras eram muito claras sobre dormir antes da meia-noite—e ela sempre esquecia o quanto precisava daquela soneca. Tinha sido gentil da parte de Fern até mesmo deixá-la pular a soneca. Fern poderia ter estragado tudo se quisesse.
Ela tirou o polegar da boca—mesmo que seus lábios parecessem vazios sem ele, trazendo um desejo que parecia perigosamente próximo de ativar o Gatilho, ela sabia que chupar o polegar era calmante demais para arriscar—e se aninhou ao lado de Fern.
"Aww, ainda estamos acordados, bebê?" ela ouviu Fern ronronar em seu ouvido.
"Mm-hm", ela murmurou. "Sim, Mamãe."
"Estamos a apenas dez minutos." As risadinhas de Fern pousaram em Claire como flocos de neve. "Você vai conseguir, bebê~!"
"M-Mamãe", Claire gemeu.
"O que foi, princesa?"
"V-Você está..." Claire mordeu o lábio.
E se empurrou contra a mão que estivera esfregando entre suas pernas pelo último minuto.
"Eu estou o quê, bebê?" Fern perguntou docemente.
"N-Nadinha, Mamãe", Claire choramingou.
"Coitadinha. Você está tão sonolenta, não está?" A mão lentamente pressionou mais fundo. Claire gemeu enquanto seu pauzinho se contraía e pulsava carentemente. "Bebês não foram feitos para ficar acordados até tão tarde~"
"E-eu não sou um bebê, Mamãe!" Claire guinchou baixinho, se esfregando na mão de sua Mamãe e começando a chupar o polegar novamente. "'u não sou!"
"E você vai provar isso, não vai, princesa?" Fern murmurou. Sua voz era como calda grossa de cereja, do tipo que Fern às vezes dava uma colherada para Claire antes de dormir quando ela tinha sido boazinha. Ou quando estava sendo malvada. Ou quando estava doente, por algum motivo. "Você vai provar que é uma garota crescida? Você está tããão perto!"
"Mm-hm!" Claire sorriu orgulhosamente, se forçando a encarar o olhar de Fern enquanto chupava feliz o polegar.
"Sabe, um agradinho pode ajudá-la a cruzar a linha de chegada." Fern sorriu para ela, afastando o cabelo dos olhos dela com uma mão. "Você não gostaria disso? Algo para lhe dar energia?"
Claire sorriu abobalhada para Fern e chup-chup-chupava.
Mamãe é tão linda..."Só uma... bebidinha", Fern murmurou, e Claire percebeu que ela estava puxando para baixo o decote daquele suéter justo e elástico, "antes de dormir?"
ting~ ting~ ting~Os pensamentos de Claire se cobriram de doçura enquanto ela olhava fixamente para o seio perfeito, em forma de lágrima, enorme e arfante. Ela sabia que estaria esmagando contra a barriguinha macia da Mamãe se o decote não o estivesse segurando exatamente onde os lábios de Claire pudessem alcançar.
Seu polegar saiu. Seus lábios permaneceram entreabertos.
"Nn." Ela se sacudiu. "N-Não, Mamãe, eu... não deveria..."
"Você não deveria?" Fern inclinou a cabeça confusamente. "Por que não, bebê?"
Fern soava tão condescendente, tão intrigada, que Claire quase cedeu—tanto por tesão envergonhado quanto por uma certeza de que Fern estava sempre certa, que Fern sabia o que era melhor...
"S-Seus peitões, eles... eles..." Claire corou. "Eu te disse, Mamãe, sem leite! Isso... me deixa... sonolenta."
"Deixa?" Fern piscou.
A mão pressionou contra o volume de Claire. Esmaga, esmaga. Pulsa. Vaza.
"Mamãe!" Claire gemeu. "E-eu, eu disse que e-eu..."
Suas palavras se dissolveram em um bocejo enorme, patético, de gatinha.
"Awww!" Mamãe acariciou o cabelo de Claire, esfregou impiedosamente através da calcinha de Claire. "Pobre bebê! Talvez isso simplesmente não vá funcionar..."
"N-Não, Mamãe, eu estou..." Claire percebeu que sua cabeça estava afundando diretamente em direção ao peito de Fern. Ela pressionou contra um seio e gemeu com a maciez, se empurrando, esfregando-se na mão de sua Mamãe. "... eu v-vô conseguiii..."
"Bebê bobinha", Mamãe murmurou. "Você só tem dois minutos! Por que está se aconchegando nos peitões da Mamãe agora?"
Claire choramingou. Ela tentou erguer a cabeça, mas era como se um peso a pressionasse para baixo, um peso que ela não conseguiria levantar de jeito nenhum. Ela se sentia tão fraca. Sua língua estava pendendo, e ela sabia que estava babando nos peitões da Mamãe, mas a mão simplesmente era tããão boa...
"Você sabe como fica bobinha e sonolenta perto dos peitões da Mamãe", Fern provocou. "Respirando o cheirinho da Mamãe." Como deixa, Claire se viu aspirando o perfume que ela fora treinada por três anos para associar à fraqueza.
Claire choramingou. "M-Mamãe", ela gemeu, se vendo compelida—forçada?—a se aninhar entre o decote de Fern, "E-eu não estou—"
"E como os peitões da Mamãe estão, princesa~?"
Claire tremeu.
Babou.
Se esfregou."M-Macios", ela choramingou.
"E~?"
"Mamãe, o que você está..."
Esfrega. Esfrega. Pulsa. Claire guinchou estupidamente.
"E?"
"Quentes", Claire gemeu, se aninhando ansiosamente. "Quentes... tãão macios..."
"Macios e quentes."
"Tãão macios..."
O cérebro de Claire parecia macio. O cérebro de Claire parecia quente. Derretido. Amassado. Ela... não, ela estava tão perto... mas ela não conseguia resistir a isso. Ela nunca conseguia resistir à Mamãe. Mamãe era mais forte que ela, ela sabia. A vontade da Mamãe, a beleza da Mamãe, a voz da Mamãe. Mas Mamãe não estava tentando sabotá-la... estava?
Oh, tudo estava tão quente... macio... sua cabeça parecia confusa, zumbindo, vidrada, e os sons do carrilhão de anjo soavam tanto quanto sua caixinha de canção de ninar no andar de cima.
Tudo parecia tão familiar, como... como se tudo aqui estivesse programado em sua mente para fazê-la pensar na horinha de dormir...
Como se isso... já tivesse acontecido antes? Mas ela não se lembrava disso, não fazia sentido...
Ela tinha que aguentar... só devia faltar um minuto...
Ela se sentiu sendo puxada para trás. Mamãe sorriu docemente para ela.
Os lábios babados de Claire tropeçaram nas palavras.
"Tudo bem, princesa?" Mamãe ronronou, acariciando o cabelo de Claire.
Esfrega. Esmaga. Pulsa."Mamãe—!" Claire choramingou. "Mamãe, isso—isso não é—"
Fern sorriu e inclinou a cabeça de Claire para baixo.
Claire olhou fixamente para o seio perfeito da Mamãe, aquele mamilo rosa perfeito.
Ele brilhava com umidade.
"Algo errado, bebê?" ela ouviu vagamente Mamãe murmurar. "Qual é o problema?"
"Eu—" Claire gemeu. "Você está—"
"Os lábios do bebê estão vazios."
Os olhos de Claire se arregalaram. O gatilho a atingiu como uma onda espessa e rosa-pegajosa. Sua boca estava salivando. "M-Mamãe—"
Ela tentou levar o polegar à boca para chupar. Mas ela estava imobilizada de repente. Mamãe a segurava firmemente.
Seus lábios doíam. Ela miou, a mente derretendo e escorrendo de necessidade, e procurou desesperadamente por sua chupeta—ah, ela estivera bem aqui um minuto atrás—
"Os lábios do bebê estão vazios."
"M-Mamãe—!" Até mesmo usar os lábios para falar a encheu de prazer formigante e hipersensibilizado. Ela choramingou, se contorceu, se esfregou—mais rápido, mais viscoso, mais burro, mais buro, mais estúpido—
"Os lábios do bebê estão vazios~"
"Mamãããe!" Claire guinchou, e se agarrou a um seio bem quando a mão se afastou, bem quando ela começou a estragar pateticamente dentro da calcinha como a princesinha burra chupadora de dedo que ela sabia que era, e—e—
—e todo o seu cérebro derreteu em uma gosma burra, pegajosa e viscosa.
Creme doce e pesado escorreu em sua língua enquanto ela começava a mamar, burra e carente e com o cérebro de mingau e quebrada, se esfregando na mão de sua Mamãe como uma boa perdedora.
Puro prazer envolveu Claire enquanto os braços da Mamãe a seguravam firmemente, e...
* * *
"Feliz Ano Novo~!"
As pálpebras de Claire tremeram e se abriram. Ela estava aninhada no sofá, agarrada a um travesseiro grande. O carrilhão de anjo tocava suavemente ao fundo.
Ela esfregou os olhos, começando a se sentar... antes de ficar muito, muito imóvel.
Havia uma umidade pegajosa distinta entre suas pernas.
Percebendo o que era, e como ela estivera agarrada ao travesseiro, Claire se remexeu de vergonha. Será—será que ela estivera sonhando com algo—
A memória a atingiu como um carro em alta velocidade. Seus olhos se arregalaram.
Ela olhou para Mamãe. Mamãe estava do outro lado da sala, apagando delicadamente as velas, silenciando a canção interminável do carrilhão de anjo.
"Eu—" Claire lambeu os lábios. "Você—"
"Sim, bebê?" Mamãe lhe deu um sorriso malicioso.
Claire engoliu em seco.
"Você viu o quão perto eu cheguei?" ela choramingou. "E-eu consegui?"
E pelo sorriso da Mamãe, ela já sabia a resposta.
Mamãe veio gingando até ela, quadris balançando, seios quicando. Claire olhou avidamente para aqueles peitões saltitantes, notando como os mamilos marcavam o tecido do suéter, escurecendo-o com... umidade.
A primeira metade da maldição ainda estava em efeito. Ela adormecera, então ainda precisava...
Os lábios de Claire se entreabriram ligeiramente.
Dos cuidados da Mamãe.Oh, a maldição sempre era tão boa quando tinha acabado de ser renovada...
"Não, docinho", Mamãe murmurou, se inclinando e dando um tapinha na bochecha de Claire. "Você cochilou enquanto eu estava na cozinha. Sinto muito, bebê."
"Isso é—" Claire se mexeu. "T-Tudo bem." Ela baixou a cabeça, o embaraço queimando quente dentro dela. "Mas... mas eu pelo menos..."
Suas palavras se interromperam em um choramingo quando ela registrou o que a umidade significava. Ela tivera um clímax. Na véspera de Ano Novo.
"Não, bebê." A voz da Mamãe era doce, simpática, e calda pura para o cérebro cada vez mais derretido de Claire. A voz da Mamãe era como os... pensamentinhos burros e pegajosos de Claire... calda de cereja por toda parte... e ela finalmente registrou como suas palavras estavam ficando bobas e infantilizadas... "Você estragou seus miolos burros e estúpidos de bebê tudo de novo~"
Claire gemeu. Ela não conseguia falar de vergonha, mas também porque sabia o quão patética soaria agora se tentasse usar suas palavras de garota crescida...
"Você vê o que eu quero dizer, princesa?" A voz da Mamãe escorreu para seus ouvidos enquanto ela se sentia sendo puxada para os braços da Mamãe. "Você simplesmente não está pronta para ser uma garota crescida ainda!"
Claire assentiu pateticamente, piscando olhos arregalados e cheios de vergonha para Mamãe.
Mamãe sorriu com malícia e enfiou um mamilo entre seus lábios.
"Então... vai ter que ser mais um ano assim, tudo bem, bebê~?"
Claire choramingou e assentiu novamente, se aninhando mais perto, respirando fundo os doces feromônios da Mamãe. Ela guinchou quando sentiu Mamãe se inclinar e tocar entre suas pernas. "Nossa. Que baguncinha você fez, bebê~"
Claire mamou docilmente e assentiu novamente, ansiosa para concordar com o quão burra ela era. Ela se esfregou na mão da Mamãe, e bebeu o leite da Mamãe, e tudo parecia tão gosmento e pegajoso e... perfeito...
Ela se perguntou por que estivera tão chateada. A mão da Mamãe era tão gostosa! Ela sentira tããão falta da mão da Mamãe ali!
Ela riu estupidamente e moveu os quadris, quicou, chupou, babou...
Ela sentiu a risada suave de Fern ressoar contra ela como o ronronar de um gato. "Talvez no próximo ano, docinho~"