Home Servicing Inc: de Porta em Porta
*Ding dong*
Lucia esperou pacientemente após tocar a campainha, aproveitando para ajeitar o crachá preso ao uniforme da empresa: uma polo roxa bem ajustada que acentuava sua silhueta de ampulheta — especialmente combinada com a calça preta de yoga. Ela abriu um sorriso radiante ao ouvir passos se aproximando da porta.
— Alô? — disse uma dona de casa hesitante ao abrir a porta.
— Olá, senhora! Estou aqui representando a Home Servicing Inc. Seria possível falar com o Sr... — Lucia fez uma pausa para consultar sua prancheta. — ... ah, aqui está, Sr. Martell?
A mulher olhou Lucia com desconfiança, enquanto Lucia retribuiu com um sorriso despreocupado.
— Ele está na garagem. Do que você disse que se tratava?
— Ah, ele está em casa, que ótimo! — Lucia respondeu. — Como eu disse, represento a Service Inc. Nossos registros mostram que o Sr. Martell solicitou a contratação de nossos serviços pelo site, e eu gostaria de realizar uma avaliação inicial com ele.
— Harold! — gritou a mulher, ainda encarando Lucia com suspeita. — Porta!
Lucia aguardou, com o sorriso ainda estampado no rosto, enquanto Harold vinha pesadamente em direção à porta.
— A senhora tem uma casa adorável.
— ... obrigada — respondeu a mulher, enquanto o marido se aproximava. — Tem alguém aqui falando de serviços? Você finalmente vai mandar alguém dar uma olhada no ar-condicionado, como eu pedi?
Harold lançou um olhar feio para a esposa, mas não mordeu a isca. Com um bufo, ela se retirou para dentro de casa, e Harold se virou para Lucia.
— Então, o que posso fazer por você, mocinha?
— Olá, senhor — começou Lucia. — O senhor deve se lembrar de ter se inscrito em nossos serviços online na semana passada. Estou aqui para fazer uma avaliação inicial e configurar nossos serviços de visita domiciliar.
— Ah! — disse Harold, corando. — Aquilo! Quase esqueci que tinha me inscrito... foi uma noite longa, sabe, e eu tinha bebido um pouco...
Lucia riu calorosamente.
— Não há problema. O senhor ficaria surpreso com a frequência que ouvimos isso.
— Sim... — respondeu Harold, encabulado. — Bem, sinto muito por desperdiçar seu tempo, mas não tenho certeza...
Lucia o interrompeu.
— Ah, não há pressão nenhuma, senhor! Mas recomendo muito que o senhor ao menos faça a entrevista inicial antes de tomar qualquer decisão. Não tem custo algum, e vai lhe dar uma ótima visão geral dos serviços que oferecemos.
— Bem, não sei ao certo...
— Vai levar só 15 minutos, senhor, e tenho certeza de que depois vai concordar em contratar nossos serviços. — Lucia sorriu entusiasmada.
— Bem, tudo bem então — cedeu Harold, olhando de relance para a cozinha, onde a esposa estava à espreita. — Por que não vem comigo até a garagem? — Ele apontou para a porta da frente, onde se via uma porta externa para a garagem.
— Sem problema! Pode ir na frente. — Lucia deu um passo para trás, indicando que ele passasse.
Com a prancheta nas mãos, Lucia seguiu Harold até a garagem. Enquanto caminhava em direção à porta, ele olhou para trás, observando pela primeira vez as curvas de Lucia sob o uniforme. Lucia sorriu quando seus olhos se encontraram, e ele corou de novo antes de se apressar para a porta.
Ele abriu a porta e convidou Lucia a entrar na garagem para dois carros. Ele a seguiu e correu para puxar dois banquinhos de oficina onde pudessem sentar-se frente a frente. Lucia aceitou o assento oferecido com um aceno de agradecimento e sentou-se olhando para Harold, com a prancheta a postos.
— Então — perguntou Harold. — Por onde começamos?
— Bem, primeiro — respondeu Lucia —, deixe-me agradecer por ter nos contatado. Esperamos estabelecer um acordo duradouro e mutuamente benéfico.
Ela prosseguiu.
— Para começar, vou anotar algumas informações básicas para montar uma ficha de cliente. Se o senhor decidir não nos contratar ao final desta reunião, simplesmente deixo o papel com o senhor. Nós sempre protegemos suas informações privadas e nunca mantemos um arquivo sobre o senhor sem seu consentimento.
Harold assentiu, e ela continuou, erguendo a prancheta.
— Então, para começar, senhor, posso perguntar como soube de nossos serviços?
Harold riu.
— Bem, para ser honesto, um amigo meu é cliente e me falou a respeito. Daí eu fui dar uma olhada no site e... aqui está você.
— Ótimo! Indicações de clientes atuais são realmente nossa principal fonte de novos clientes, já que fazemos muito pouca propaganda. Então, quando visitou nosso site, viu os diferentes pacotes que oferecemos?
— Bem... — gaguejou Harold, olhando para o chão. — Sim... mas talvez você pudesse repassá-los para mim de novo?
— Sem problema! — disse Lucia, com os olhos brilhando de genuíno prazer, enquanto aproximava seu banquinho do dele, ajeitando-se ao seu lado para que ambos pudessem ler a prancheta. Harold achou a proximidade dela inebriante, o aroma limpo do xampu dela enchendo suas narinas.
Lucia apontou para a prancheta, indicando os diferentes pacotes enquanto explicava cada opção.
— Então nosso serviço começa com o pacote Básico. Trata-se de um atendimento uma vez por semana, em horário comercial, com um de nossos técnicos iniciantes. Certamente é suficiente para muitos de nossos clientes que buscam apenas um nível básico de manutenção. O nível seguinte é o pacote Premium. Pense nele como um Básico Plus: com horários estendidos, técnicos mais experientes, a opção de reagendar as visitas semanais conforme a necessidade, e vários extras no próprio serviço que não são oferecidos aos membros do Básico. Na verdade, este é o pacote mais vendido, pois oferece bastante flexibilidade que o Básico não tem. Alguma dúvida até agora?
— Hum... *ahem* quais são exatamente os extras além do pacote Básico? — perguntou Harold, nervoso.
Lucia sorriu.
— Bem, vejamos. Só de cabeça: garganta profunda, faciais, espanhola e dirty talk são todas opções disponíveis para membros Premium, mas não para membros do Básico. — Ela estendeu a mão e a colocou no joelho de Harold. — É claro, engolir está disponível em todos os pacotes, mas gozar na garganta profunda só está disponível no Premium e acima.
— Entendo... — disse Harold, se remexendo enquanto sentia o pau começar a inchar dentro da calça jeans.
Ainda sorrindo, Lucia continuou.
— A seguir, o pacote Ouro, que é onde começam os serviços mais especializados. O Ouro inclui atendimento duas vezes por semana, sob demanda, com alguns de nossos técnicos veteranos. É um serviço 24 horas por dia, 7 dias por semana (exceto feriados oficiais), e podemos ter um técnico à sua porta em três horas ou menos — ou, claro, marcar visitas regulares. O pacote Ouro inclui extras como foda de garganta, tapa com pau, engasgo, edging, múltiplas gozadas por visita e nosso premiado serviço de bunda.
— Desculpe, o que é isso? — perguntou Harold.
Lucia explicou com entusiasmo.
— Bem, como você sabe, nossos serviços são geralmente de natureza exclusivamente oral, mas membros do pacote Ouro têm acesso ao nosso serviço de bunda. Basicamente, é como uma espanhola usando as nádegas. Temos várias técnicas brasileiras com traseiros generosos que combinam isso com twerk, proporcionando uma experiência de cair o queixo.
— Uau — exclamou Harold, com os olhos brilhando. — A gente aprende algo novo todo dia!
— Por último, temos o pacote Platinum. Este inclui chamadas de serviço ilimitadas, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. Em uma hora ou menos, uma de nossas técnicas especialistas estará à sua porta, pronta e com tesão. Este serviço inclui a opção de degradação e submissão mais pesadas, bondage e sessões de duas garotas e um pau. Além de tudo isso, o Platinum também inclui dois benefícios adicionais: serviço para Convidado e serviço para Festa. O serviço para Convidado permite que você ofereça um agrado a um amigo uma vez por mês, enquanto o serviço para Festa permite organizar uma festa para até 20 convidados, com serviços prestados pela nossa empresa. Este pacote obviamente é bem caro, mas você ficaria surpreso com a popularidade dele. Alguma pergunta sobre esses pacotes?
— Hããã... não — disse Harold, tentando discretamente ajeitar o pau agora ereto dentro da calça.
— Certo, vamos passar para a próxima parte então. — Lucia prosseguiu. — Vou começar a perguntar sobre suas preferências, para tentar garantir que o senhor receba o nível certo de serviço para suas necessidades. Para começar, com que frequência sente necessidade de receber um boquete por semana?
— Hum... provavelmente uma ou duas vezes? — disse Harold.
— Ótimo! Para as próximas perguntas, por favor responda numa escala de um a cinco, sendo um discordo totalmente e cinco concordo totalmente. Faz sentido?
— Claro.
— Então, numa escala de um a cinco, como se sente em relação à afirmação: 'Gosto dos meus boquetes o mais molhados possível'?
— Cinco.
— Excelente! — disse Lucia com uma piscadela. — Eu também. De novo, escala de um a cinco: 'Adoro ver meu esperma espalhado pelo rosto e peitos de uma mulher'.
Harold estava ficando profundamente excitado ao ouvir Lucia repetir cada frase.
— Quatro.
— Certo. E que tal: 'Fico desapontado quando uma garota não consegue engolir meu pau inteiro'?
Com um olhar furtivo para a casa e a cozinha, Harold respondeu:
— Quatro.
— 'Gosto de socar meu pau na garganta de uma mulher até ela engasgar'.
Harold corou.
— Dois.
— Certo, e última: 'Acho que vadias devem ficar de joelhos e adorar meu pau a qualquer hora e do jeito que eu quiser'.
— Um.
— Essa não é para todo mundo — disse Lucia. — Para ser honesta, a maioria dos caras que respondem Cinco nessa são uns esquisitões chatos. Bem, parece que o pacote Premium é provavelmente o certo para o senhor, o que acha?
— Bem... não sei... — Harold olhou nervoso para a casa, onde sabia que a esposa o esperava, irritada.
— Esperto — respondeu Lucia com uma piscadela. — Nunca se deve comprar sem experimentar. Que tal um test drive?
Harold corou e então ficou boquiaberto ao ver Lucia deslizar suavemente para se ajoelhar no chão sujo da oficina. Deixando a prancheta de lado, ela olhou para Harold enquanto delicadamente usava as mãos para afastar mais os joelhos dele e então deslizou as mãos para cima, pelas coxas, em direção à virilha. Ela via um volume dolorosamente contido crescendo ali e lambeu os lábios.
— Que pacote impressionante você tem aí! — ela o elogiou com um sorriso lascivo. — Se importa se eu tirá-lo para fora?
— Minha esposa... — protestou Harold debilmente. — E se ela...
— Não se preocupe, não vamos demorar. É só um test drive, afinal! — ela o tranquilizou.
Com Harold se ajeitando no banquinho para ajudar, Lucia habilmente abriu o zíper e deslizou a cueca e a calça para baixo, passando dos joelhos. Isso revelou um par de pernas pálidas e finas, e um pênis circuncidado muito longo e semirrígido. Os testículos pendiam muito baixo, cobertos de pelos, enquanto no topo da virilidade havia uma moita grande e farta. Harold corou novamente, desculpando-se.
— Desculpe, não tenho motivo para me aparar lá embaixo há muitos anos — murmurou.
— Para mim não é problema nenhum! — Lucia o tranquilizou, com as pontas dos dedos fazendo cócegas nas coxas dele. — Adoro um homem au naturel.
Olhando com desejo para a virilha dele, Lucia estendeu a mão e começou a explorar gentilmente os testículos, o pau e a glande. Ela massageou com as pontas dos dedos de maneiras que ele nunca havia sentido, acariciando, provocando e apertando com destreza, estimulando-o a uma rigidez maior.
— Eu estava certa sobre este pacote — ela disse, fazendo contato visual. — Muito impressionante.
Harold a observava maravilhado, o nervosismo desaparecendo rapidamente. Ele estendeu a mão e acariciou o cabelo dela, recebendo de volta um sorriso grato antes que ela voltasse a fixar o olhar na virilidade dele. Ele estava totalmente ereto agora, apontando diretamente para o rosto de Lucia. O pau era muito longo e um tanto fino, encimado por uma cabeça um pouco pequena e levemente pontuda. Lembrava Lucia de uma flecha, e ela sorriu consigo mesma com a comparação.
— Parece que ele está pronto para começar — disse Lucia, fazendo contato visual novamente e inclinando-se lentamente para a frente até que seus lábios encontrassem a glande dele.
Harold gemeu baixinho ao primeiro toque dos lábios macios e carnudos dela. Ela fez uma pausa ali, provocando a cabeça dele contra eles, e então serpenteou a língua para fora, circulando gentilmente a coroa. Deixou a saliva fluir livremente enquanto provocava a glande e então lambia molhadamente para cima e para baixo no pau, virando a cabeça para atingir o lado direito na descida e o esquerdo na subida. Em seguida, inclinou-se, lambuzando o topo enquanto a baba começava a pingar levemente no chão da oficina.
Sentando-se sobre os calcanhares, ela olhou para Harold, que a observava atentamente. Acariciando suavemente o comprimento lubrificado dele na mão, ela perguntou:
— Que tal isso para começar?
— Bom — Harold conseguiu grasnar em resposta. A mão dele se estendeu e segurou a cabeça dela. — Agora me coloque na sua boca.
— Com prazer — disse Lucia com alegria autêntica.
Mantendo contato visual, Lucia o levou à boca, deslizando para cima e para baixo na metade do comprimento. Harold gemeu mais alto, incapaz de se conter ao sentir a boca mais quente e molhada que já experimentara chupando seu pau. Ele já sentia a baba dela escorrendo por todo o comprimento e pingando dos testículos pendentes no banquinho e no chão. Ele guiou a cabeça dela para cima e para baixo, e em pouco tempo começou a aplicar mais pressão, incentivando-a a ir mais fundo. Lucia obedeceu sem pestanejar.
Em três investidas, ele se viu enterrado até o talo na garganta de Lucia — uma proeza que sua esposa nunca havia conseguido nos últimos 40 anos. Ele se agarrou desesperadamente enquanto Lucia o recebia com suavidade, sem sinal de engasgo. Ela balançava a garganta nele, fazendo sons suaves de garganta que ele só ouvira em pornô. Ela parecia respirar pelos ouvidos enquanto mantinha aquilo por mais de um minuto sem pausa para descansar. Quando finalmente parou, recuou e sorriu para Harold, com os olhos marejados de lágrimas e fios babados de saliva pendendo dos lábios. O pau de Harold pulsou involuntariamente, fazendo-o perceber quão perto ela já o levara do orgasmo. Ela passou as pontas dos dedos suavemente pelo comprimento dele, espalhando o muco espesso da garganta que reluzia por todo o pau.
— Normalmente um test drive termina com uma engolida simples — provocou Lucia enquanto o masturbava. — Mas para o senhor, para mostrar o valor do nosso pacote Premium, que tal gozar em cima de mim? — perguntou Lucia.
Harold assentiu, incapaz de encontrar palavras enquanto imaginava descarregar sua carga em cima da bela mulher mais jovem. Seus olhos se arregalaram ao ver Lucia puxar a camisa polo por cima da cabeça, revelando seios que transbordavam por cima do sutiã preto simples. Ela enfiou a mão dentro de cada bojo, puxando cada seio para fora, de modo que ficassem apoiados no sutiã, apresentados como presentes. Os mamilos estavam duros e rosados, destacando-se como se implorassem para ser chupados. Lucia olhou para si mesma e depois para Harold. O pau dele estremeceu na mão dela.
— Levante-se — ela o incentivou, ainda brincando suavemente com ele. Enquanto uma mão provocava o pau, a outra massageava os testículos.
Harold ficou de pé sobre pernas trêmulas, olhando para baixo enquanto seu longo pau parecia elevar-se sobre Lucia, ajoelhada no chão sujo — e agora molhado — da garagem. Lucia sorriu e então voltou ao trabalho, girando a língua nele de forma desleixada, para então mergulhar, engolindo todo o comprimento num movimento fluido. O nariz dela bateu na pélvis dele uma, duas, três vezes seguidas, enquanto ela recuava até a glande e voltava até a base com precisão especializada. Harold sentiu o orgasmo começar a ferver e, não querendo perder a chance, agarrou a cabeça de Lucia com as mãos e deu duas estocadas poderosas na garganta dela. Isso a pegou de surpresa e provocou um pequeno engasgo, seguido de um gemido de aprovação. Ele a soltou após as duas estocadas, pois sabia que agora estava no limite. Lucia também sentiu, e recuou, masturbando-o agonizantemente devagar com um aperto firme.
— Goze em cima de mim, Harold — ela disse suavemente. — Me cubra com essa carga.
Aquilo foi o suficiente para acabar com ele. O pau dele deu um solavanco na mão dela, saltando quase comicamente como uma mangueira de incêndio mal controlada. O esperma jorrou dele em jatos selvagens e bagunçados, em vez de esguichos discretos, parte voando por cima da cabeça dela e espirrando audivelmente no chão. Mas nem tudo errou o alvo, e Harold observou filete após filete de esperma atingirem o rosto sorridente de Lucia. Ela nunca quebrou o contato visual, nem mesmo quando grandes gotas cobriram seu olho esquerdo. Ela simplesmente o fechou e continuou olhando para ele com o outro, enquanto o cabelo, a testa, as bochechas e a boca eram cobertos. Seus seios e pernas também receberam sua cota, à medida que o clímax dele diminuía e os jorros se transformavam em gotejamento em vez de disparos.
— Ah, Harold. Você definitivamente precisa ser atendido com mais frequência — Lucia riu. — Isso foi uma explosão e tanto! — Ela lambeu os lábios, provando-o. — E uma carga deliciosa também!
Harold riu e lutou para subir as calças, percebendo de repente o quão vulneráveis estavam com a esposa dele dentro de casa.
— Acho que vamos precisar nos encontrar em outro lugar na próxima vez... — começou Harold.
— Vou tomar isso como um sinal de que o senhor quer se inscrever em nossos serviços! — disse Lucia com alegria indisfarçável, sem fazer esforço para se limpar ou se levantar do chão. — Excelente! Ficamos felizes em ter um representante encontrá-lo em outro lugar.
Enquanto Harold se recompunha e suas pernas começavam a se recuperar, Lucia simplesmente vestiu a polo de volta por cima da cabeça, ignorando o esperma que a cobria. Ela discretamente puxou um lenço umedecido de uma pequena bolsa presa à prancheta e o usou para limpar o olho manchado, mas, fora isso, permaneceu de pé, ainda coberta pela semente dele, enquanto estendia a mão para apertar a de Harold.
— Acho que vou sair pela garagem aqui para evitar sua esposa, Harold — disse Lucia. — Mas agradeço por fazer negócio conosco e estou muito feliz por ter conseguido conhecê-lo hoje! Entraremos em contato por e-mail para agendar sua próxima sessão.
E com isso, Lucia saiu pela porta lateral da garagem, deixando Harold se sentindo feliz e satisfeito, imaginando como poderia garantir que Lucia fosse a pessoa a vir atendê-lo novamente.