História de Garoto
Eu estava passando por uns tempos difíceis recentemente. Meu emprego foi cortado durante a recessão e eu tentava me virar com o mísero seguro-desemprego que recebia. Não ajudava o fato de eu ter um pequeno problema com jogos de azar. Eu estava muito endividado, mas praticamente imune a cobranças, então não me preocupava muito com isso. Às vezes, eu pegava meu cheque semanal e ia ao cassino na beirada da cidade e, na maioria das vezes, ele sumia em poucas horas. Ultimamente, eu estava indo ao apartamento do meu vizinho Gary e fazendo apostas com ele e outras pessoas que moram no meu prédio. Gary era mais flexível quando se tratava de coisas como me deixar pagar depois. Nós jogávamos por quantias pequenas, então nunca era grande coisa.
A maioria das pessoas não esperaria que Gary e eu andássemos juntos. Gary era bem mais velho do que eu. Ele era um homem alto e acima do peso, cuja cabeça calva contrastava com os pelos peitorais eriçados que saíam do topo de sua camisa. Comparado a ele, eu era muito mais jovem, com um corpo esguio e liso. Enquanto eu era tímido e quieto, Gary era barulhento e espalhafatoso. Se não fossem as apostas, eu não via motivo para passarmos tempo juntos.
As coisas ficaram estranhas um dia, quando eu estava no apartamento do Gary. Nós estávamos jogando sinuca e fazendo apostas a tarde toda. Gary estava numa maré de azar, tendo perdido vários jogos em que inicialmente parecia que ele estava na frente e que ia vencer. Isso irritou Gary profundamente, já que ele é uma pessoa muito competitiva. Eu percebia que ele estava ficando exaltado, pois ficava xingando baixinho.
Pela minha experiência, quando se joga um jogo que exige precisão, como sinuca, suas chances só podem melhorar se você enfrentar um adversário frustrado e potencialmente distraído. Então decidi tirar proveito da situação e apostar tudo o que eu tinha ganhado naquele dia no próximo jogo.
"Claro," Gary murmurou depois que eu fiz a aposta. "Maldito filho da puta," ele falou numa voz quase inaudível. Fiel à minha previsão, Gary jogou desleixadamente e teve dificuldade para encaçapar suas bolas.
Eu rapidamente assumi a dianteira no jogo. Enquanto Gary ainda tinha várias bolas na mesa, eu só precisava encaçapar a bola oito para sair dali com um punhado de dinheiro. Eu senti que tinha apostado com inteligência; minha previsão sobre o desempenho do Gary estava absolutamente correta. Infelizmente, isso me deixou um pouco arrogante. Quando fiz minha tacada, encaçapei a bola oito com facilidade. Decepcionantemente, também encaçapei a bola branca, fazendo com que eu cometesse uma falta e perdesse o jogo. Todo o dinheiro que eu tinha ganhado naquele dia se foi, incluindo o meu cheque do seguro-desemprego.
"Hahaha, você só pode estar de brincadeira comigo?" Gary se regozijou. "Finalmente, porra, eu tomei no cu o dia todo."
"Porra," eu murmurei baixinho. "Não é possível... Qual é, Gary, me dá mais um jogo, me dá uma chance de pelo menos recuperar o que eu trouxe."
Gary balançou a cabeça vigorosamente, "Você não tem mais nada para apostar. Não devia ter apostado tudo que ganhou naquele último jogo. Você não tem juízo com dinheiro, garoto."
"Qual é, Gary, você sabe que se eu perder eu te pago depois," eu argumentei. "Sempre paguei antes. Eu tenho uma conta de luz para pagar e estou realmente precisando do dinheiro. Eu dou conta de pagar."
"Isso não é problema meu," Gary disse revirando os olhos para mim. "Você tem que colocar algo em jogo além de uma nota promissória. Que tal você chupar meu pau se eu ganhar o próximo jogo?"
"Qual é, Gary," eu implorei. "Estou falando sério aqui. Eu recebo outro cheque daqui a uma semana."
"É, mais um jogo, se eu ganhar, você chupa meu pau." Gary respondeu de forma direta. O olhar que ele me lançava me deixou arrepiado.
"Você só pode estar de brincadeira?" Eu olhei para Gary incrédulo. "Você está tentando me zoar me chamando de gay? Eu não chupo rola. Olha, se eu ganhar, recupero a minha aposta inicial. Se você ganhar, eu te pago o dobro na semana que vem quando eu receber meu cheque," eu expliquei.
"Calma, calma," Gary riu. "Você ganha, você bate uma punheta para mim. É um acordo justo; não estou tentando te chamar de gay. Só seria legal ganhar uma boa e velha punheta."
"Tanto faz," eu disse irritado. "Para de me encher o saco e vamos jogar mais um jogo." Eu arrumei as bolas e Gary e eu acabamos jogando outro jogo. Eu não conseguia deixar de me sentir incomodado com o que Gary disse e com o jeito assustador como ele me olhou. Eu presumi que ele estava brincando, mas a coisa toda me deixou desconfortável. Infelizmente, minha preocupação me distraiu do jogo. A maré de azar que Gary estava enfrentando antes pareceu ter passado e, pela segunda vez naquele dia, eu me vi perdendo um jogo para Gary.
"Haha, ganhei de novo," Gary se vangloriou. Ele colocou o taco gentilmente contra a parede e se dirigiou com arrogância a um grande sofá de couro que estava próximo no cômodo.
"Você ganhou, Gary," eu disse abatido. "Eu te pago na semana que vem; eu prometo."
"Agora espera aí," Gary interrompeu. "Pode esquecer o dinheiro. O acordo era que você me daria uma punheta. Agora traga essa sua bundinha metida aqui e comece a bater meu pau."
"Sério?" eu perguntei. "Aquilo foi uma piada, você não pode esperar que eu faça isso... isso é nojento."
"O acordo é um acordo," Gary interrompeu. "Se você tivesse ganhado, teria levado o dinheiro. Parece que eu estou brincando? Venha aqui agora mesmo e comece a esfregar, garoto!"
"Isso tem que ser algum tipo de pegadinha ou algo assim," eu disse incrédulo. "Por que você iria querer que eu fizesse isso? Não faz sentido." Minha voz ficou mais fraca e meus passos mais curtos enquanto eu me aproximava de Gary no sofá.
"Bem, o que você está esperando?" Gary disse irritado. "Sente-se!" ele exigiu, batendo na parte do sofá de couro ao seu lado.
Eu respondi submissamente à voz autoritária de Gary e me sentei ao lado dele. Enquanto eu permanecia lá estupefato, meus olhos percorriam o ambiente nervosamente.
Gary não perdeu tempo. Ele abriu o zíper da calça jeans e puxou tanto as calças quanto uma cueira xadrez num só movimento. O pau grande e grosso de Gary e o saco escrotal enrugado e volumoso caíram bem ao meu lado. Ouviu-se um baque alto quando as bolas pesadas bateram contra o couro. "Mmm," Gary gemeu. "Isso vai ser bom."
Eu não conseguia acreditar. Tinha certeza de que ele ia me chamar de viadinho a qualquer momento e cancelar aquilo, mas ali estava eu, sentado ao lado do seu pacote completamente exposto e volumoso. "G-Gary..." eu disse num tom que irradiava hesitação. "Não precisamos fazer isso."
"Não, você tem que fazer isso," Gary disse agressivamente. Ele puxou seu pau grande algumas vezes, fazendo a haste endurecer e crescer ainda mais rapidamente. "Vamos, toca nele, garoto." Gary rebolou os quadris, o que fez seu bastão de carne grosso balançar para frente e para trás na minha direção. Ele arrastou a bunda para mais perto de mim no sofá, aproximando cada vez mais aquele espetáculo veiudo e oscilante de mim. "Toca."
Eu corei num tom brilhante de vermelho enquanto via o pau balançante se mover em minha direção. Sentindo que não tinha escolha, estendi a mão hesitante em direção ao mastro pulsante. Estendi três dedos para frente e rocei as pontas contra as laterais carnudas do pau. Senti o pau ter um espasmo, o que me deu um arrepio na espinha. Rapidamente puxei meus dedos de volta. "Uhh..." eu gaguejei.
"Ah, é," Gary gemeu. "Vai, não para... esfrega. Estou com tanto tesão agora. Vou soltar uma quantidade enorme."
"Ugh.." Eu não queria continuar, mas nenhuma palavra vinha à minha mente. Estendi a mão novamente e agarrei totalmente o pau dele. Era grosso o suficiente para minha mão não conseguir envolver tudo. "Isso é tão... nojento," eu disse entre respirações nervosas. "É tão quente..." Passei a mão lenta e gentilmente para cima e para baixo no eixo pulsante. "Tem tantas veias nele..."
"Mmm... é," Gary gemeu aprovadoramente. "Esfrega esse pau, cadela. Suas mãos parecem tão delicadas tocando nele. É tão sujo."
Eu olhei para baixo para o pau de Gary e fiquei chocado ao perceber que ele estava certo. Minhas mãos lisas e delicadas esfregando para cima e para baixo em seu pau grosso e pulsante, pressionado contra sua barriga protuberante, pareciam como se uma garota de dezoito anos estivesse batendo uma para o amigo tarado do pai. "Ai, Deus..." eu suspirei enquanto esfregava a carne palpitante.
"Essas suas mãos são certamente melhores para manusear um pau do que um taco de sinuca," Gary riu. "Continue, tenho uma carga enorme vindo. Isso me lembra, esfrega minhas bolas enquanto você está aí. Quero mesmo gozar muito."
"Isso é tão nojento..." eu suspirei enquanto estendia minha outra mão e começava a apertar as bolas de Gary. Eram grossas e pesadas e eu podia sentir o odor almiscarado mesmo de onde estava sentado. Enquanto minha mão agarrava um dos testículos grandes de Gary, eu deslizei os dedos pelas dobras enrugadas e apertei gentilmente e depois com mais força. Depois passei para o outro testículo de Gary e fiz o mesmo. "São tão grandes," eu comentei enquanto fazia isso.
"Unh.. unh..unh" Gary grunhiu repetidamente. Ele fechou os olhos em prazer bem-aventurado enquanto minha mão subia e descia seu eixo palpitante. "É assim que as bolas de um homem de verdade devem ser."
Eu não conseguia acreditar que passei de ter um punhado de dinheiro há meia hora para agora ter um punhado da carne do pau do Gary. Eu não conseguia evitar de admirar o quão grande e masculino seu pacote era. Ele podia ser um homem mais velho e acima do peso, mas tinha o pau de um touro jovem. Enquanto minha mão subia e descia a carne, eu via um líquido pré-seminal pegajoso se formando na ponta de sua glande gorda em forma de cogumelo.
"Unh, unh" Gary gemeu cada vez mais alto. "Ahhh, merda..." ele gritou. "Vai acontecer... Eu vou explodir!" Seu corpo começou a tremer e seu pau começou a pulsar ainda mais pesadamente do que antes.
"Ai, meu Deus!" eu disse em pânico. Eu angulei o pau grande de Gary para que apontasse para cima e ligeiramente para longe de mim, mas não parei de esfregá-lo. Eu então assisti enquanto enormes jatos de porra começavam a jorrar da ponta por vários centímetros no ar. Um dos jatos grossos caiu no meu braço, enquanto a maioria caiu no chão ou no peito ou na barriga de Gary. Depois que os esguichos acabaram, grandes quantidades de porra pegajosa começaram a irromper da ponta e escorrer para baixo como um vulcão. Senti essa massa pegajosa de porra enquanto escorria pela cabeça do pau e encharcava completamente minha mão. Como Gary me instruíra antes, continuei apertando suas bolas e ordenhando-o de toda a porra.
"Mmm..." Gary gemeu entre respirações abafadas. Depois do que pareceu um fluxo interminável de porra de seu pau, suas emissões finalmente diminuíram. Gary rapidamente se levantou no sofá, fazendo seu pau ficar no nível do meu rosto. Ele o empurrou diretamente em direção à minha boca, o que me fez virar o rosto rapidamente. Como resultado, a cabeça gorda de cogumelo do pau acabou pressionando contra a lateral da minha bochecha, deixando uma marca pegajosa de porra em formato de cogumelo no meu rosto. Quando Gary recuou, um fio grosso e gosmento esticou-se da minha bochecha até seu mastro encharcado.
Eu virei a cabeça na esperança de quebrar o fio de porra. Consegui, mas isso fez parte da porra ricochetear na minha boca, fazendo-me engasgar. Tentei tossir para expelir, mas pareceu ficar preso na minha boca, então acabei engolindo a massa salgada, com um gole alto. "Eca, que nojo!" eu reclamei enquanto fechava os olhos com força.
"Acho que você tem um negocinho no rosto!" Gary riu ruidosamente enquanto batia gentilmente em seu pau gordo. "Obrigado pela punheta, eu realmente aprecio. Eu bem que poderia ter alguém para fazer isso para mim regularmente, então se quiser apostar de novo, é só vir aqui."
"Nunca mais vou tocar nessa coisa imunda!" eu insisti. Minha mão, braço e bochecha estavam tão grudentos com a porra do Gary. "Não acredito que eu fiz isso." Balancei a cabeça em choque e saí quietinho do apartamento do Gary. Eu mal podia esperar para lavar essa coisa. No caminho para as escadas, percebi que meu próprio pau estava duro como pedra. Quando cheguei no meu apartamento, eu estava com tanto tesão que nem me preocupei em lavar o sêmen seco de mim. Eu bati punheta por muito tempo, conseguindo múltiplos orgasmos. O tempo todo eu pensava no pau gordo e nojento do Gary e como ele tinha entrado em erupção.
Durante o dia seguinte, minha mente continuava voltando para a punheta que eu tinha dado ao Gary. Eu ficava pensando no quão excitado ele estava e em como eu me sentia sujo por ter servido ao seu pau gordo. Apesar de meus melhores esforços, não conseguia suprimir os pensamentos. Eu ainda não tinha dinheiro para pagar minha conta de luz, então liguei para a companhia elétrica e tentei conseguir uma extensão para pagamento até meu próximo cheque chegar. A atendente insistia que não havia nada que eles pudessem fazer e que a luz seria cortada se eu não pagasse até o final do dia seguinte, e se eu quisesse religar, teria que pagar uma taxa extra. Tentei várias formas de implorar, mas nada funcionou. Fiquei preocupado que minha luz fosse cortada e eu não teria nada para fazer a não ser ficar sentado batendo punheta pensando no pau do Gary. Decidi que tinha que fazer outra tentativa para conseguir o dinheiro e encerrar esse negócio com o Gary, então resolvi voltar ao apartamento dele.
Quando cheguei, mais uma vez Gary era o único lá. Ele abriu a porta e pareceu feliz em me ver. "Ora, se não é o garoto das mãos mágicas, entre," ele falou alegremente ao abrir a porta para eu entrar. "Tenho outro quentinho no forno se você quiser fazer apostas hoje."
"Gary," eu disse de forma incisiva. "Vou ser franco com você, preciso de dinheiro. Mas não sou gay e não vou tocar no seu pau de novo. O que você me fez fazer da última vez foi nojento e deveria ser algo que você faz no seu tempo livre quando eu não estou por perto. Se você está interessado em apostar de verdade, me avise, senão eu vou embora."
"Puxa," Gary disse num tom de voz agitado. "Você parecia que gostou da última vez, aparentemente não tanto quanto eu. Não estou muito a fim de apostar dinheiro que atualmente não existe. Que tal o seguinte: se eu ganhar, você tem que me servir bebidas a noite toda vestido com isso." Gary jogou uma peça de roupa em mim.
Eu peguei a peça de roupa. Segurando-a, parecia uma sunga laranja estilo speedo. "Acho que nem caibo nisso," eu disse perplexo. "Suponho que ficaria bem apertado. Não sei, Gary, isso parece algum tipo de coisa sexual estranha..."
Gary balançou a cabeça negativamente. "Não, não, não. Eu prometo, vou manter meu pau dentro das calças. Só quero ser servido como se eu estivesse de férias num resort. Você não será obrigado a fazer nada sexual, sem punhetas. Diabos, eu concordo em pagar você mesmo se perder, com pagamento após seus serviços. Mas sem voltar atrás."
"Hmm," ponderei em voz alta. "Algo parece estranho nisso, mas parece uma vitória garantida. Bem, se você promete que não preciso fazer nada sexual... acho que concordo."
"Maravilhoso," Gary disse, sua voz mostrando notas de surpresa por eu ter concordado tão facilmente. Ele me entregou um taco de sinuca e começou a arrumar as bolas.
Eu joguei muito bem e rapidamente encaçapei várias bolas em rápida sucessão. Parecia que eu nem teria que aturar as merdas do Gary. Eu me concentrei na bola oito e encaçapei... desta vez sem cometer falta. "Isso!" eu comemorei.
Gary riu. "Não vejo por que você está tão feliz. Você acabou de perder!"
"O quê?" eu disse em voz alta. Olhei para a mesa e, com certeza, eu havia esquecido de encaçapar uma das minhas bolas. "Droga..." eu balbuciei.
"Te vejo aqui às 8 horas, certifique-se de estar usando aquela sunga quando chegar!" Gary disse alegremente.
— Merda — murmurei. Pelo menos eu ainda seria pago de qualquer jeito. O resto da tarde eu temi a perspectiva de voltar ao apartamento do Gary. Quando se aproximou das oito, vesti a desculpa esfarrapada de sunga que Gary tinha me fornecido. A sunga apertava minhas partes. Se por algum motivo eu tivesse uma ereção, seria muito perceptível. A parte de trás era ainda pior. O material deixava minhas nádegas penduradas para fora. Eu já tinha nádegas excepcionalmente grandes para um cara magro, e essa sunga fazia minha bunda parecer que pertencia a uma estrela pornô feminina. O pior de tudo, o material era solto o suficiente para que houvesse um balançar perceptível quando eu me movia, o que, eu tinha certeza, atrairia ainda mais atenção para a minha bunda.
Quando saí do meu apartamento, estava tão nervoso que senti um suor frio se formar pelo corpo. Em um momento extremamente embaraçoso, acabei passando pela Linda, uma garota por quem eu tinha uma queda no prédio, quando ela estava entrando no apartamento dela. Ela viu minha bunda balançando na sunga laranja e me lançou um olhar muito estranho. Não consegui pensar em nada para dizer, então só corei e passei por ela. — Ugh — murmurei enquanto descia para o apartamento do Gary. Ela deve ter pensado que eu era algum tipo de pervertido esquisito.
Bati na porta do Gary e o ouvi gritar para entrar. Entrei no apartamento e Gary estava estirado no mesmo sofá onde tínhamos sentado antes. Imediatamente me lembrei de estar bombeando o pau dele e esfregando suas bolas grandes. O pensamento me fez estremecer.
— A sunga fica bem em você — comentou Gary. — Mas você tem que me deixar ver a parte de trás.
— É meio revelador — admiti. Lentamente me virei e dei a Gary uma visão da parte de trás da sunga, com minhas nádegas curvilíneas penduradas para fora dos lados. — Algo maior poderia ser melhor...
— Não, está perfeita — Gary comentou rapidamente. — Gosto que as pessoas que me servem mostrem um pouco de pele. Agora vá e me pegue uma cerveja.
Atravessei a sala até a cozinha do Gary e notei Gary olhando fixamente para minhas nádegas balançantes enquanto eu andava. Pude perceber pelo olhar em seu rosto que ele estava sexualmente intrigado pela minha bunda. A atenção me fez corar vermelho.
— Tem vinho branco ali também, se você quiser pegar algo para beber para você — Gary ofereceu enquanto permanecia sentado no sofá.
Imaginei que conseguiria lidar melhor com a merda do Gary se tivesse uns drinks em mim, então alegremente me servi de uma taça de vinho branco e peguei uma cerveja para Gary da geladeira. Caminhei até Gary, entreguei-lhe a cerveja e depois fui me sentar em uma cadeira da mesa de jantar. Cruzei as pernas para cobrir a sunga que estava envergonhado de estar usando e dei um gole de vinho.
Houve uma batida na porta e Gary gritou: — Entre!
Outro homem entrou, que reconheci imediatamente como Paul. Paul às vezes também vinha jogar sinuca ou pôquer no apartamento do Gary. Diferente de mim, Paul era muito parecido com Gary. Ambos eram homens mais velhos, grandes e ligeiramente acima do peso.
— Olá Gary, ei Danny — Paul nos cumprimentou ao se sentar ao lado de Gary. Paul voltou sua atenção para mim e falou: — Ouvi do Gary que você está nos servindo drinks esta noite. Pode me pegar uma cerveja, garoto.
— Você não disse que eu também iria pegar drinks para o Paul! — protestei. — Ugh... tudo bem — falei, tomando outro gole da minha taça de vinho. Coloquei a taça de vinho na mesa, descruzei as pernas e me levantei. Caminhei em direção à cozinha com minhas nádegas mais uma vez balançando diante de Paul e Gary.
— Ufa! — Paul assobiou para mim enquanto eu andava até a cozinha. — Caramba, sua bunda sabe balançar, garoto.
Corei vermelho. Minha mente tentou buscar algum tipo de resposta sarcástica, mas acabou dando branco, então permaneci em silêncio. Continuei andando até a geladeira e peguei outra cerveja. Voltei para a sala de estar e entreguei a cerveja a Paul.
— Obrigado pela cerveja... e pelo show — Paul riu com escárnio. Ele estendeu a mão, agarrou a parte de trás da minha nádega direita e apertou com firmeza.
— Ei! — protestei, me afastando de Paul. — Não me toque! — Voltei para a mesa de jantar e me sentei na cadeira. Cruzei as pernas, peguei minha taça de vinho e tomei outro gole.
— Vamos, relaxa, Danny — disse Gary, dando um grande gole da cerveja que segurava. — Só estamos brincando aqui. Você não precisa ser tão sensível. Além do mais, por que você está sentado aí tão longe? Tem muito espaço no sofá. Vem pra cá.
Peguei minha taça de vinho e caminhei até o sofá onde Paul e Gary estavam sentados. Ao contrário do que Gary tinha dito, não havia muito espaço. Tive que me apertar entre os dois homens grandes e puxar minhas pernas bem cruzadas uma sobre a outra. O braço de Paul se esticou acima do meu ombro e eu podia sentir o peso de ambos os homens pressionando meus lados. Um tanto nervoso, tomei outro gole da minha taça de vinho.
— Vamos assistir alguma coisa na TV — Gary se ofereceu. Ele ligou o aparelho de televisão e começou a passar os canais. — Eu tenho todos os canais premium — explicou Gary. Ele acabou parando em um canal do qual eu nunca tinha ouvido falar antes. Era imediatamente aparente pelas imagens na tela que era um canal que transmitia pornografia explícita.
— Você quer assistir pornô? — perguntei com voz surpresa. Eu não entendia por que Gary simplesmente não fazia esse tipo de coisa sozinho, como uma pessoa normal.
— Por mim, parece ótimo — Paul interveio. Voltando sua atenção para mim, falou: — Gary me contou que você bate uma punheta muito boa. Vai lá e bate uma pra gente enquanto assistimos um pornô.
— Você contou pra ele sobre aquilo? — eu disse em tom elevado e horrorizado, dirigido a Gary.
— Bem, nunca dissemos que seria algum tipo de segredo — explicou Gary. — Caras falam sobre esses tipos de coisas. Sabe, quem está dando e quem é bom de cama. Os homens precisam saber diferenciar as vadias das gostosas.
— Bem, eu não vou bater punheta nenhuma! — falei com raiva. — Você disse que eu só estaria servindo drinks e não precisaria fazer nada sexual.
— Relaxa — disse Gary impacientemente. — Paul, mantenha seu pênis nas calças. Aparentemente você está deixando a princesinha aqui desconfortável.
— Você não tem graça — comentou Paul, tomando um gole de sua cerveja. Paul focou na pornografia sendo exibida na tela da televisão. Mostrava uma cena de gang bang onde uma mulher de seios grandes estava de quatro sendo fodida. De repente, um segundo ator se aproximou da mulher e enfiou o pau na boca dela. A atriz acabou sendo metralhada dos dois lados.
— Isso é tão excitante — comentou Gary. — Sempre foi uma fantasia minha. Foder alguma gostosa assim pelas duas pontas. Nunca participei de um ménage à trois antes, mas não hesitaria em ter uma chance de experimentar algo assim.
— Não poderia concordar mais — acrescentou Paul. — Nada deixa meu pau mais duro. — Voltando sua atenção para mim, Paul falou: — Você consideraria levar dois paus assim, um no seu cu enquanto um cara fode sua boca?
— Nunca vai acontecer — retruquei. — Não vou levar o pau de ninguém e certamente não vou fazer parte de algum experimento sexual nojento de velhos.
— Ah, mas se fossem dois caras jovens e musculosos como no pornô, você faria? — Paul me perguntou.
— Você não está ouvindo uma palavra do que estou dizendo — respondi.
— Eu, por exemplo, preciso de outra cerveja — Gary disse, interrompendo minha conversa com Paul.
Percebendo que minha própria taça de vinho estava vazia, concordei: — Vou pegar outra rodada para nós. — Ao me levantar, Paul agarrou minhas duas nádegas e as segurou com as mãos. — Pare com isso, pervertido — reclamei. Depois de me dar alguns apertões firmes, ele me soltou para eu andar até a cozinha. Me servi de outra taça de vinho branco e peguei duas cervejas da geladeira. Voltei para o sofá e entreguei as cervejas aos homens mais velhos.
— O espaço no sofá está apertado, talvez você devesse sentar no meu colo? — sugeriu Paul.
— Qual é, Paul — reclamou Gary. — Você pode deixar o garoto em paz por um minuto? Por que está pegando tanto no pé dele?
— Não preciso de você falando por mim — rosnei para Gary. Me virei, o que deu a Paul, agradavelmente surpreso, uma ótima visão da minha bunda torneada. Antes que ele pudesse comentar, eu gentilmente me abaixei e me sentei no colo dele. Quando me acomodei em cima dele, cruzei as pernas e tomei um gole de vinho.
— Fique bem confortável aí — Paul riu alegremente. Ele bebeu animadamente da nova cerveja que tinha recebido.
Senti algo duro cutucando minha bunda. Tentei me reajustar, mas continuei sentindo algo grande e duro me cutucando. Estava tonto por causa do vinho e não percebi no começo, mas com o tempo me dei conta de que Paul estava com uma grande ereção por baixo de mim. Isso não era surpreendente, já que estávamos todos assistindo pornografia. O pau dele parecia grande e poderoso sob mim e imaginei que fosse tão grande quanto o de Gary. A princípio, não me importei de estar sentado em cima dele, mas comecei a notar que Paul o estava movendo gentilmente, fazendo com que ele roçasse na minha bunda. O movimento me causou uma estranha sensação de arrepio. Por curiosidade, movi minha bunda para facilitar que ele a esfregasse contra minha bunda coberta pela sunga. O roçar continuou em um ritmo mais rápido. No entanto, fiquei perturbado quando notei que estava começando a armar uma barraca notável na minha sunga.
Olhei para Paul e vi que ele tinha percebido que meu pau estava duro. Quando tentei me levantar, Paul agarrou minhas pernas e me manteve na posição por um minuto mais ou menos, enquanto ele girava os quadris para que a ponta da barraca em suas próprias calças batesse repetidamente contra o tecido fino cobrindo meu buraco do cu. Depois de vários contatos desconfortáveis entre ponta e buraco, ele me soltou e eu me sentei, cobrindo com a mão livre o volume embaraçoso na frente da minha sunga.
— Acho que vou me sentar de volta na mesa de jantar... — falei, enquanto meu rosto corava vermelho.
— Na verdade, Danny, por que você não vai pegar o cooler no armário da cozinha e colocar algumas cervejas dentro? — pediu Gary. — Já chega de televisão por enquanto. Vamos subir para o terraço e usar a banheira de hidromassagem por um tempo.
— Certo... ok — murmurei enquanto caminhava para a cozinha. Abri o armário de Gary e tirei um pequeno cooler. Coloquei algumas cervejas dentro. Terminei o que restava na minha taça de vinho e me servi de outro drink. Depois coloquei a rolha de volta no topo e a deixei cair em cima das cervejas. Olhei para minha virilha e, para meu alívio, o volume tinha diminuído. Fechei o cooler e voltei para a sala de estar.
Quando voltei para a sala de estar, Paul tinha sumido. Gary falou comigo: — Por que você não sobe lá, garoto? Você já está vestido para a ocasião. Paul e eu nos juntaremos a você em um segundo.
Levei o cooler até a porta do apartamento de Gary. Quando espiei, não vi ninguém no corredor. Para meu alívio, também não havia ninguém na escada ou no terraço. Fui o primeiro a chegar na banheira. Coloquei o cooler em uma mesa do outro lado do terraço e depois caminhei até a banheira. Gentilmente, me deslizei para dentro da água, que estava quente e confortável. Dei um gole da minha taça de vinho e aguardei Gary e Paul.
Não demorou muito para Gary surgir da porta da escada. Ele vestia uma sunga estilo boxer muito mais apropriada. Sua barriga peluda pendia para o lado. Ele se aproximou de mim na banheira, colocou sua bolsa no chão e entrou na água comigo. — Mmm — ele gemeu enquanto deslizava para dentro. — Isso é bom, né?
Não muito depois de Gary se acomodar na banheira, Paul chegou. Ao se aproximar da banheira, ele removeu a camisa, revelando um formato de corpo muito parecido com o de Gary. Ele se aproximou de nós na banheira e declarou: — Minha sunga velha está muito pequena. Vou ficar pelado mesmo. — Antes que qualquer um de nós pudesse comentar, Paul baixou o short e a cueca. O pau de Paul caiu para fora, à vista. Fiel à forma como eu o sentira embaixo de mim, seu pau parecia grande e volumoso. Estimei que fosse potencialmente ainda maior do que a grande rola de Gary. Paul percebeu que eu o estava olhando e piscou para mim enquanto deslizava para dentro da banheira. Seu pau submergiu na água como algum tipo de serpente marinha.
— Gosto do seu espírito, Paul — falou Gary. — Acho que vou fazer o mesmo. — Os braços de Gary sumiram debaixo d'água e se agitaram. De repente, a sunga de Gary veio flutuando para cima. Eu agora me encontrava mais uma vez apertado entre os dois homens mais velhos e maiores, desta vez ambos nus.
Paul voltou sua atenção para mim e falou: — Ok garoto, você também. Tira a sunga.
— Tudo bem... eu vou mantê-la — respondi nervosamente.
Gary balançou a cabeça para mim. — Vamos, você já nos viu nus aos dois até agora. Não seja tão tímido. Além do mais, nenhum de nós consegue ver nada debaixo d'água.
— Ok... mas ninguém tente me tocar — eu disse. Hesitante, alcancei debaixo d'água e agarrei as laterais da minha sunga. Gentilmente puxei, descendo-a pelas pernas e eventualmente tirando-a dos pés. Coloquei a sunga ao meu lado. Imediatamente, senti uma mão firme apalpar minha bunda agora nua. — Ei! — gritei.
Gary e Paul ambos riram. — Desculpa, não resisti depois que você falou isso — Gary riu. — Você precisa relaxar, garoto. — Gary se virou, alcançou sua bolsa e tirou dois charutos e um isqueiro. Acendeu um dos charutos e entregou a Paul. Depois acendeu o segundo charuto e começou a fumá-lo.
Levei minha taça de vinho aos lábios e tomei outro gole. Então senti algo duro bater contra a minha perna. — Ei, cuidado — reclamei.
— Está apertado, o que você esperava? — comentou Paul. — Aliás, onde estão nossas cervejas? Trate de pegar, estou com sede.
— Aguenta aí — me virei na banheira e olhei ao redor. — Para onde foi minha sunga?
— Sei lá — disse Gary. — Vai pegar as bebidas para nós, não tem mais ninguém aqui que vai te ver.
Olhei em volta freneticamente pela sunga, mas não consegui encontrá-la. — Ok, mas ninguém olha quando eu sair da água — expliquei. Coloquei as palmas das mãos para baixo contra os lados externos da banheira e me levantei. Quando estava fora da banheira, senti alguém dar um tapa na minha nádega. Quando me virei, vi Gary e Paul olhando perversamente para minha bunda nua. — Deus, vocês são nojentos — reclamei.
Enquanto eu caminhava até a mesa onde tinha colocado o cooler, Gary e Paul assobiavam e lançavam gracejos para mim. — Por que você não senta de volta no meu colo quando voltar aqui, queridinho — Paul gritou para mim, em zombaria.
O comentário de Paul me fez pensar em antes, quando ele estava se esfregando em mim na banheira. Quando olhei para baixo, no cooler, percebi que meu pau estava duro como pedra. — Merda — pensei. Peguei duas cervejas e caminhei até a banheira. Tentei cobrir meu pau com as garrafas o melhor que pude. Quando cheguei perto da banheira, Gary estendeu a mão para pegar uma cerveja, mas em vez disso agarrou meu pau.
— O que é isso, garoto? — Gary riu. — Estamos te excitando? — Ele bombeou meu pau algumas vezes com a mão. — Você está duro como uma rocha.
— Não toca nisso! — rosnei, puxando meu pau duro para longe da mão de Gary. Coloquei as cervejas no chão e rapidamente me deslizei para dentro da água. Antes que minha bunda nua tocasse o fundo, Paul me agarrou e me puxou para o colo dele. Senti seu pau duro como pedra pressionar contra minhas nádegas nuas.
— Senta aí, garoto — disse Paul. Ele esfregou seu pau gordo para que roçasse na rachadura da minha bunda.
— Ai, Deus... — suspirei. Senti o pau deslizar contra a abertura da minha bunda e me vi estremecendo mais uma vez. — Pare com isso! — gritei e molhei Paul no rosto. Isso fez com que ele afrouxasse o aperto o suficiente para eu escorregar minha bunda para fora do seu pau enorme.
Gary riu. — Brinquem legal, vocês dois — Gary falou entre tragadas do charuto que estava fumando.
Senti a mão de Paul agarrar a minha debaixo d'água e guiá-la até seu grosso membro. Logo senti o toque inconfundível de carne de pau pulsante na minha mão. Hesitante, comecei a masturbar o pau de Paul na esperança de que ele me deixasse em paz e mantivesse seu monstro marinho longe da minha bunda.
— Ei, Paul — Gary falou, dando uma longa tragada em seu charuto. — Nunca te contei a melhor parte da punheta que o Danny me bateu outro dia. Depois que terminei, peguei meu pau e limpei uma gosma enorme de porra bem na cara dele.
— Cara, que tesão — Paul respondeu, entre gemidos baixos. — Queria ter estado lá pra ver isso!
Corei enquanto continuava a bater o pau de Paul debaixo d'água. — Meu Deus, Gary, não conta isso pra ele — implorei.
Gary se levantou na banheira e seu pau grande e cheio de veias emergiu. O pau de Gary agora estava na altura do meu rosto. A conversa deve ter o excitado, porque seu pau estava totalmente ereto e latejando. Gary puxou-o levemente, fazendo um pouco de pré-gozo escorrer da ponta. — Bem — começou Gary —, vou te dar uma reencenação agora mesmo! — Gary moveu seu pau gordo, pingando pré-gozo, direto para o meu rosto.
Soltei o pau de Paul e me levantei, recuando, com minhas costas pressionando a barriga protuberante de Paul enquanto o pau gordo de Gary pairava diante do meu rosto jovem e impressionável. Apesar dos meus esforços, Gary conseguiu manobrar seu pau de modo que a cabeça larga e carnuda ficou pressionada contra meus lábios. Imediatamente senti gosto de sal enquanto o pré-gozo era espalhado sobre meus lábios apertados. Então senti o corpo do pau pressionar meu rosto. Enquanto lutava para desviar o rosto, senti o pau duro de Paul cutucando minha bunda. — Mmph... para... mmph — foi difícil falar.
O pau duro como pedra de Paul batia repetidamente contra minha bunda. A cada pancada, a cabeça grossa do pau dele caía cada vez mais perto do meu cuzinho virgem. As mãos fortes de Paul agarraram meus quadris para mantê-los firmes no lugar enquanto ele tentava se enfiar em mim com movimentos de sarrada.
Senti a ponta do pau de Paul bater contra meu cuzinho e comecei a entrar em pânico. — Espera! — tentei gritar, mas Gary enfiou a ponta do pau na minha boca. Minha boca foi invadida pela textura emborrachada e pelo sabor almiscarado de carne. De repente, senti uma dor aguda quando a ponta do pau de Paul finalmente rompeu meu cuzinho virgem. Nesse ponto, minhas pernas pareciam ter falhado de choque. Senti minha bunda descendo cada vez mais no pau enorme de Paul. Enquanto minha bunda deslizava, centímetro após centímetro do pau de Paul desaparecia dentro de mim. Eu podia sentir a ferramenta pulsante e poderosa forçando violentamente minhas entranhas.
O pau de Gary deslizou para fora da minha boca e eu imediatamente ofeguei por ar. — Oh, Deus — exclamei. — É tão duro... oh, Deus... é tão nojento. Consigo sentir dentro de mim.
Os braços poderosos de Paul levantaram minha bunda, que ainda estava empalada em seu pau. Baixei os braços e minhas mãos tocaram o fundo da banheira. Nessa posição, era fácil para Paul bombar seu pauzão no meu cuzinho agora escancarado, e foi exatamente o que ele começou a fazer. Eu sentia sua ferramenta grossa martelando minha bunda e sua barriga batendo contra minhas costas.
Enquanto sentia minha bunda ser surrada, vi que Gary posicionara seu pau bem na frente do meu rosto. Tentei fechar a boca, mas as bombadas repetidas me faziam grunhir e gemer. Quando o momento certo chegou, Gary enfiou seu pau sujo na minha boca e começou sua própria sarrada rítmica. Agora eu era reduzido a um pedaço de carne impotente enquanto os dois homens mais velhos me surravam de ambos os lados.
A cada bombeada do pau de Gary na minha boca, eu soltava um ruído de sucção nojento. Suas bolas grandes balançavam e batiam no meu queixo enquanto ele fodia agressivamente minha cara. Em certo momento, ele tirou o pau da minha boca e começou a esfregá-lo no meu rosto.
— P-para-umph — tentei murmurar enquanto Gary esfregava alegremente seu saco escrotal no meu rosto. Gary estava se divertindo demais para parar e ouvir o que eu tinha a dizer.
— Mal posso acreditar que faço parte de um ménage à trois, isso é incrível — Gary comentou com Paul enquanto enfiava o pau de volta na minha boca e começava a bombar.
— Glup... — chupei quando o pau de Gary entrou na minha boca. — Glup... unh... unh... oh, Deus, lá vem de novo... glup... glup. — Eu não conseguia acreditar que tinha me tornado uma conquista para esses homens mais velhos; uma oportunidade de satisfazerem sua fantasia sexual de fazer dupla penetração num cara jovem.
— Ah, é, toma, sua putinha — Gary disse alegremente enquanto bombeava seu pau para dentro e fora da minha boca. — Como está esse cu pra você, Paul?
Paul continuava uma surra rítmica constante nas minhas entranhas enquanto apreciava o balanço das minhas nádegas. — Ah, está incrível — Paul respondeu. — Cuzinho bem apertado, bem virginal... claro, vai ficar bem mais largo quando eu terminar. Estou surpreso que você não tenha se oposto a eu tirar o cabaço dele.
— Unh, unh — gemeu Gary. — Ah, tudo bem... vale a pena ver a cara dele enquanto a gente o quebra. Uma semana atrás ele nunca tinha tocado em outro pau. — Gary voltou a atenção para mim. — Unh, chupa, putinha... unh. Ah, é, ele vai começar a gostar logo. Vai amar pau quando terminarmos de transformá-lo.
— Gluppp... ugh... gluppp. — Continuei a chupar o pau gordo de Gary enquanto ele o movia para dentro e fora da minha boca. Por essa altura, comecei a me sentir um pouco estranho. Um calafrio frio aliado a um tesão extremo estava tomando conta. Era como se os dois paus duros arando para dentro e fora de mim, vazando porra e testosterona no meu corpo, tivessem bagunçado meus hormônios e turbinado meu desejo sexual. Me vi ficando mais submisso. A dor na minha bunda diminuiu e foi substituída por uma sensação fria e prazerosa que fazia calafrios percorrerem meu corpo. O gosto de macho, carregado de testosterona, do pau de Gary começou a me excitar.
— Meus quadris estão cansando — reclamou Gary. Ele puxou seu pau grosso e gordo para fora da minha boca. — Começa a chupar, putinha.
Eu levei um tempinho para recuperar o fôlego. Olhando para cima, vi Gary me dominando, sua barriga protuberante e, abaixo dela, seu pau molhado e escorregadio coberto da minha saliva. Ele sorriu com desdém para mim e balançou sua carne de pau ereta.
— Beija meu pau — ele exigiu.
— Unh... unh... — Meu corpo continuava a tremer enquanto Paul me bombeava. Fiz biquinho e beijei apaixonadamente a cabeça bulbosa do pau de Gary. Quando pré-gozo vazou da ponta, lambi feliz a substância morna e salgada.
— Gostei da atitude servil — Gary sorriu. — Agora minhas bolas, beija elas.
— Unh... unh — suspirei enquanto Paul continuava a foder agressivamente minha bunda, sua haste grossa desencadeando uma reação em cadeia por todo o meu corpo. Meus olhos estavam lacrimejando, mas depois de piscar algumas vezes, me vi encarando o saco enrugado de Gary. Abraçando minha nova submissão, fechei os olhos, estiquei os lábios em bico e beijei graciosamente as dobras dos sacos de homem carnudos de Gary. Então abri a boca e comecei a chupá-los.
— Isso, boa putinha — Gary riu enquanto enfiava violentamente sua haste de volta na minha boca e retomava a metralhadora de antes. — A princesinha aqui beijou minhas bolas imundas como se fossem o par do baile de formatura. Acho que quebramos a putinha.
— Glup... Unh... glup — mais uma vez me vi chupando enquanto Gary fodia minha cara de novo. Quando Gary enfiava seu pau na minha boca, eu fazia o possível para chupá-lo e massageá-lo com a língua. — Glup... mmm... glup.
— Ah, é, mmph — Paul grunhiu enquanto continuava a enfiar em mim. — Ele não está mais apertado como antes. Meu pau se encaixa no cu dele como uma luva. Estou pronto para pintar as entranhas desse garoto de branco.
— O que você acha, putinha? — Gary me perguntou enquanto seu pau estava enfiado na minha boca. — Quer que o Paul te dê um recheio de creme?
— Mmph, mmph — balancei a cabeça negativamente com a boca cheia de pau.
— Unhh... ah, é... — Paul gemeu. — Vou gozar litros no cu desse garoto.
— Mmph, mmph! — tentei suplicar enquanto sentia o pau que estava me empalando profundamente começar a inchar. As pulsações ficavam cada vez mais rápidas.
— Siiiiim! Unhhhhhh! — Paul gemeu alto. — Estou fazendo! Cara, estou gozando tanto dentro desse garoto!
Senti o pau dentro de mim ter espasmos intensos e pude sentir a gosma quente se espalhar dentro de mim. Era uma sensação tão estranha e nojenta. Conforme a porra enchia minha bunda, fui tomado pela sensação de que precisava ir ao banheiro — como se não tivesse escolha. Para meu horror, senti minha bunda se abrir como se eu fosse ter uma diarreia incontrolável, mas em vez disso, porra branca e pegajosa escorreu para fora. Tudo isso acontecia enquanto o pau de Paul permanecia profundamente dentro de mim, espasmando porra.
Gary puxou seu pau latejante e molhado para fora da minha boca. — Eu também preciso gozar; acho que vou despejar nessa sua carinha jovem, o que você acha?
— Não, unh, isso não! Não, unh, no meu rosto! — supliquei o melhor que pude com o pau de Paul e o sêmen vazando pela minha bunda.
— Na cara então — Gary sorriu com malícia. Umas poucas puxadas no seu pau intumescido com seus dedos gordos desencadearam uma torrente de porra. Jatos espessos e pegajosos dispararam, atingindo meu rosto com força. O material grudento escorreu rapidamente e cobriu meu rosto com sêmen salgado. Fiquei completamente sobrecarregado pelo cheiro almiscarado e masculino. As gosmas continuaram vindo, me acertando no rosto todo e no cabelo. A porra pingava do meu queixo como água da chuva num ralo. Quando eu já estava coberto com quatro ou cinco camadas, Gary enfiou seu pau ejaculante de volta na minha boca e começou a jorrar porra direto na minha língua e garganta abaixo. Quase engasguei enquanto a descarga salgada borrifava o interior da minha boca. Não tive escolha a não ser engolir uma leitada atrás da outra, meu estômago absorvendo a gosma cheia de hormônios.
Os dois paus duros e espasmódicos dentro de mim, junto com a porra crua escorrendo pelo meu rosto, me levaram ao limite, e meu próprio pau começou a jorrar porra direto na água. Senti uma mistura estranha de horror, nojo e euforia enquanto meu pau tinha orgasmos repetidos em uníssono com os dois homens mais velhos dentro de mim.
Paul e Gary ficaram alternando, gozando dentro e fora de mim, pelo que pareceu vários minutos. Mesmo depois de começarem a ficar esgotados, cada um agarrou as próprias bolas e ordenharam até a última gota no meu rosto e cuzinho humilhados. Quando terminaram, o cheiro de sêmen e de sexo cru de homem com homem com homem permeava todo o terraço.
— Oh, Deus — suspirei. — Foi tanta porra. Nem consigo mexer as pernas, minha bunda está tão dolorida. — Naquela noite, fui fodido com mais força na bunda e na boca do que eu jamais fodera alguém na minha vida, de longe. Tinha que admitir, o orgasmo foi intenso e me deixou me sentindo quente e formigando.
Gary deu uma tragada em seu charuto. — Parece que Paul e eu levamos a melhor sobre você esta noite — Gary riu. — Alguns jogos a gente ganha, outros a gente perde.