GILF de Natal
Derek, você está ocupado agora? — minha mãe perguntou ao entrar no quarto que eu tenho no porão.
Eu estava jogando basquete online, ou seja, estava ocupado, e felizmente era o que minha mãe ia pensar. — No meio de uma partida. — respondi.
— Quanto tempo falta para acabar?
— Dez minutos. — falei, vendo o time adversário fazer uma bandeja fácil em mim.
— Vem falar comigo quando o jogo terminar.
— Tá bom. — concordei, subindo a quadra com a bola.
Ela saiu.
Meu companheiro anônimo e eu ganhamos por três pontos, e alguns minutos depois subi as escadas.
Minha mãe estava enfeitando biscoitos natalinos de açúcar, meus favoritos.
— Preciso de um favor. — ela disse, sem desviar o olhar do trabalho delicado de fazer um biscoito do Papai Noel.
— Comer esses aqui? — perguntei, pegando um e dando uma mordida.
— Ei, acabei de fazer esse!
— E eu acabei de comer. — dei de ombros e engoli o resto. Nada melhor que um biscoito quentinho.
— Tudo bem. — ela suspirou. — De qualquer forma, fiz para você.
— É por isso que você é a melhor mãe do mundo.
— Só por isso?
— Bom, um dos três motivos. — brinquei.
— Você é um chato.
— E então, por que você me chamou? — perguntei. — Além desses biscoitos deliciosos.
— Preciso que você vá buscar a sra. Barnes e a leve para comprar uma árvore de Natal. Depois, leve a árvore de volta para a casa dela e ajude a montar.
— Ah. — Não era o que eu esperava. A sra. Barnes morava do outro lado da rua. Era uma senhora amável, na casa dos sessenta e poucos anos, que costumava cuidar de mim quando eu era pequeno.
— Com essa tempestade de neve no leste, a Gwen e a Hannah só devem chegar daqui a uns dois dias, no mínimo. Ela está chateada por ainda não ter uma árvore montada.
— Tá bom. — fiz que sim com a cabeça. — Acho que dá pra encaixar na minha agenda lotada.
— Pode ir agora?
— Depois de mais um desses. — emendei, pegando o biscoito que ela nem tinha terminado de decorar.
— Ei! — ela chamou quando eu já estava saindo. — Eu não tinha acabado esse!
Troquei o short que sempre usava quando minha mãe cozinhava e a casa ficava quente. Em vez disso, vesti uma calça de moletom e uma camisa de manga comprida, peguei meu gorro de lã, minhas luvas e minha jaqueta e saí.
Dirigi a caminhonete até o outro lado da rua e fui buscar a sra. Barnes. Me dei conta de que ela devia se sentir muito sozinha, morando lá sozinha desde que o marido morreu, uns dois anos antes.
— Você é um rapaz tão querido. — ela disse enquanto eu a levava até a caminhonete.
— É o mínimo que posso fazer. — respondi. — Você me aguentou nos meus terríveis dois anos.
— Você era um terror. — ela comentou com um sorriso e uma risada suave, enquanto eu abria a porta e a ajudava a subir. Era uma mulher corpulenta. Imaginei que, quando mais nova, deveria ser um arraso, e continuava muito bonita mesmo aos sessenta. Além disso, a filha e a neta dela eram de cair o queixo.
Eu já tinha batido umas boas pensando na neta dela, a Hannah, que era um ano mais velha que eu, e muitas outras pensando na Gwen — sim, eu tenho queda por mulheres mais velhas. Verdade seja dita, também já tive algumas fantasias impróprias com a sra. Barnes.
— Bem, eu meio que cresci. — brinquei.
— Você se tornou um rapaz muito bonito. — Ela era sempre tão amável.
— Obrigado. — sorri, sabendo que não era bem verdade. Eu não era muito popular na escola e, aos dezoito, ainda era virgem. Quer dizer, eu não era nenhum ogro, mas era uma nota seis, sete por fora. Estava malhando nos últimos dois meses para equilibrar os estudos. — Só preciso que as garotas da escola pensem assim.
Fechei a porta, dei a volta e entrei no banco do motorista. A viagem seria curta: o local de venda de árvores ficava a poucos minutos.
Enquanto partíamos, ela comentou: — As garotas do colégio são umas bobocas se não enxergarem que grande partido você é.
— Bem, acho que elas devem ser bem burras. — sorri de novo.
— Então não merecem você. — ela disse, colocando a mão na minha perna e dando duas palmadinhas.
— Obrigado. — Lembrei de que a sra. Barnes sempre foi muito de tocar as pessoas. — Estou planejando ir para a faculdade no outono. Então, de qualquer forma, não quero uma namorada.
— Ah, só uma amiga colorida? — ela perguntou.
Pego de surpresa, tossi. — O-o-o quê? — gaguejei.
— Estou por dentro das gírias adolescentes de vocês. — ela disse. — Também já fui jovem e tive um ou dois amigos coloridos.
Eu mal tinha controlado o ataque de tosse anterior, e agora isso! — Dona Barnes! — falei quando consegui respirar de novo. Ainda assim, consegui injetar um tom brincalhão. As palavras dela me surpreenderam, e ainda assim me intrigaram.
— Me chame de Mary. 'Dona Barnes' me faz sentir com cem anos.
— Tudo bem. — concordei. — Mary então.
— Além disso... — ela continuou com um leve suspiro — posso não parecer agora, mas eu era um avião no meu tempo.
— Você ainda é muito bonita, dona... quer dizer, Mary. — Eu falava sério. Ela tinha um sorriso lindo e olhos azuis hipnotizantes, e o corpo cheio exibia todas as suas curvas mesmo aos sessenta.
Não que eu fosse deixá-la saber que já havia batido umas boas pensando no corpo encorpado dela. Quer dizer, eu só via pornô de MILF e, de vez em quando, de GILF, e gostava de mulher com carne nos ossos. Não suportava a aparência anoréxica de tantas colegas de classe.
— Você é gentil, mas não sou nada parecida com o que fui. — ela disse com o que soou como um suspiro de nostalgia.
— Mary, você é uma mulher linda. — falei quando paramos num sinal vermelho. — E seu corpo é saudável e fruto de uma vida bem vivida.
— Ah, Derek, essa é a forma mais doce de me descrever. Você realmente é um rapaz querido. — Ela sorriu, novamente pousando a mão na minha perna. Dessa vez, deu uma apertada e uma carícia breve antes de retirá-la.
Tive certeza de que era apenas o jeito carinhoso dela. Como eu disse, sempre foi uma mulher que tocava bastante, como o abraço que me dera minutos antes na porta da casa dela. Mesmo assim, a carícia breve acordou meu pau. Era raro eu ser tocado por alguma garota ou mulher que não fosse parente.
— Falo sério. — disse, esperando por mais reconhecimento carinhoso. Por mais inocente que fosse, aquilo provavelmente alimentaria minha masturbação noturna. — Você tem um corpo de mulher de verdade, não como a maioria das minhas colegas magrelas.
— Eu já fui uma colega magrela. — ela comentou quando o sinal abriu e voltei a dirigir.
— Imagino que você fosse tão linda naquela época quanto é agora. — Eu me esforçava para fazê-la se sentir melhor enquanto, discretamente, tentava ajeitar meu pau.
Começava a ver Mary como uma GILF. Percebi até que ela usava meia-calça, deixando meus olhos descerem para o náilon cor de café que cobria suas pernas. Meia-calça era meu fetiche, embora não tivesse ideia do porquê. Eu simplesmente achava sexy, e enquanto quase ninguém da minha idade usava, muitas mulheres mais velhas usavam — especialmente GILFs. Muitos vídeos de GILF incluíam náilon.
Aparentemente, minhas tentativas de ajeitar meu pau agora duro não foram tão discretas quanto eu esperava, porque a sra. Barnes olhou direto para o que eu estava fazendo. Seus olhos se arregalaram um pouco, mas ela não disse nada.
Depois de um breve silêncio, ela comentou: — Eu fui líder de torcida, rainha do baile e todo aquele drama de colégio.
— Isso faz de você a primeira líder de torcida que já entrou no meu carro. — brinquei.
Ela riu justo quando chegamos ao local das árvores.
Ajudei-a a descer e passei o braço pela cintura dela para firmá-la no terreno irregular. Começou a nevar durante os vinte minutos que passamos olhando as árvores. Depois que ela escolheu uma, ajudei-a a voltar para a caminhonete e pedi a um dos funcionários que me auxiliasse a carregar a árvore.
Na volta, a sra. Barnes disse: — Muito obrigada, Derek. Você é um cavalheiro. — Mais uma vez ela pousou a mão na minha perna e deu uma apertada. Dessa vez, acrescentou uma carícia um pouco mais longa.
— De nada. — respondi quando ela afastou a mão de novo. — Eu faço qualquer coisa por você, Mary.
— Isso é tão gentil da sua parte.
— Falo sério. — disse, tentando encontrar as palavras certas para que a mão dela voltasse para a minha perna. Eu estava surpreso com o quão bem aquilo me fazia sentir, com o quanto aquilo me excitava.
Mesmo assim, eu tinha dezoito anos. Virgem. Beijara duas garotas. Fizera sexo oral em uma. Recebera uma punheta. Era lógico que toques tão simples, provavelmente inocentes, me excitassem.
— Bem... — ela respondeu — eu poderia precisar de ajuda para montar a árvore e enfeitá-la, se você tiver tempo.
— Estou livre o dia todo. — De qualquer forma, minha mãe já tinha me mandado ajudá-la.
— Você é tão querido! — A mão dela voltou à minha perna, dessa vez apenas subindo e descendo por alguns segundos deliciosos antes de dar uma palmadinha e se retirar de novo. — Vai ser bom ter companhia. Tenho me sentido muito sozinha sem o Jack.
— Sinto muito pela morte dele. Era um grande homem. — falei, e era sincero.
— Sim, ele foi um marido e pai maravilhoso. — ela disse com um aceno, e um ar de tristeza tomou a caminhonete.
— Então, quando a Gwen e a Hannah vêm para casa? — perguntei para quebrar o silêncio incômodo.
— Em uns dois dias, se a tempestade der uma trégua. — ela disse. — Embora, quem sabe? É uma tempestade e tanto.
— Pois é, estão chamando de tempestade do século. — Eu tinha visto o noticiário, que mostrava mais de um metro e meio de neve sendo despejado nos estados do leste.
— Espero que consigam chegar a tempo.
— Com certeza vão conseguir. — respondi, tentando soar tranquilizador. Então, certo de que minha mãe e meu pai aprovariam o convite, acrescentei: — E se não conseguirem, você pode perfeitamente passar o Natal na nossa casa.
— Você é realmente um rapaz querido. — ela repetiu, e a mão dela foi mais uma vez para a minha perna, numa carícia terna um pouco mais longa, antes de se retirar. — É realmente uma pena que nenhuma mocinha ainda não te fisgou.
— Não, é você que é gentil. — disse, lutando contra a tentação de mover minha própria mão para a perna dela.
— Falo sério. — insistiu. — Você é um rapaz muito bonito.
De novo a mão dela foi para a minha perna, e dessa vez demorou. — Você merece uma mulher que saiba cuidar de você.
— Esse é o sonho. — brinquei enquanto ela apertava firme minha perna antes de se afastar outra vez.
Meu pau estava latejando dentro da calça e, de novo, precisei ajeitá-lo. Dessa vez eu tinha certeza de que a sra. Barnes notou. E sorriu.
Infelizmente, chegamos à casa dela nesse instante e foi o fim do surreal... flerte? A sra. Barnes estava flertando comigo? Quer dizer, eu sabia que tinha dificuldade de interpretar garotas, mas eu tinha certeza de que havia algo rolando ali... Porém também estava convicto de que estava interpretando mal.
Afinal de contas, ela tinha mais de sessenta anos. Eu só tinha dezoito.
Então, ajudei-a a descer da caminhonete, ofereci meu braço e a conduzi para dentro da casa.
Quando ela estava em segurança lá dentro, voltei, peguei a árvore e a trouxe para dentro. A sra. Barnes já tinha um suporte preparado, então só precisei pôr a árvore no lugar.
— Muito obrigada. — ela disse, olhando para mim e para a árvore.
— De nada. — respondi, devolvendo o olhar. Agora pude reparar bem nela sem os trajes de inverno. Ela mal tinha um metro e sessenta. Tinha seios muito grandes e quadris largos, duas coisas que eu gostava numa mulher. Havia tirado as botas, e através da meia-calça bege vi, para minha surpresa, que as unhas dos pés estavam pintadas de vermelho. O toque de cor aumentava a sensualidade dos pés, que eram pequenos e delicados. De alguma forma, jamais havia imaginado que ela pintava as unhas. Contudo, ao olhar para aquilo agora, senti meu pau endurecer de novo, depois da breve trégua enquanto montava a árvore.
— Quanto eu te devo? — ela perguntou.
— Nada. — respondi, encarando seus olhos azuis.
— Que bobagem. Seu tempo vale alguma coisa.
— Falo sério. — disse a ela. — Estou gostando de passar o tempo com você.
— Mesmo? — Ela estava claramente surpresa com minhas palavras.
— Sim, sério mesmo. — confirmei, notando sua expressão vulnerável, os fios grisalhos nos longos cabelos negros que, de algum modo, acrescentavam beleza ao seu charme desbotado. — E então, onde estão os enfeites e as luzes?
— No porão.
— Me mostre onde ficam que eu subo as caixas e ajudo você a decorar. — lancei outro olhar para os dedos adoráveis, graciosos e bem-cuidados dela envoltos na meia-calça.
Ela me conduziu até o porão e apontou as caixas. Peguei a primeira e fiz mais duas viagens. Quando terminei, ela já havia começado a enfeitar a árvore.
Largando a última caixa, perguntei: — No que posso ajudar?
— Pode me ajudar a enrolar as luzes na árvore, por favor?
Passamos os trinta minutos seguintes, mais ou menos, decorando a árvore. A sra. Barnes pôs umas músicas de Natal e cantamos juntos canções clássicas.
Quando terminamos, ela disse: — Espere aqui. — e foi para a cozinha.
Voltou alguns minutos depois com biscoitos e chocolate quente. Sentamo-nos, ela no sofá e eu numa poltrona de frente para ela, e ela pôs os pés de meia sobre a mesinha de centro.
Sentado à sua frente, eu bebericava o chocolate quente e admirava as solas sedosas dela o tempo todo. Assim como não conseguia explicar minha fascinação por pernas vestidas de náilon e dedos sedosos e transparentes, também me atraíam as solas sedosas dos pés de uma mulher — mas, por algum motivo, solas femininas descalças não me causavam absolutamente nada. Eu sei, sou um esquisito.
Após alguns momentos de silêncio, ela comentou: — Sou tão grata pela sua ajuda.
— Sem problema. — respondi, afastando os olhos das solas dela. — Foi divertido.
— Foi agradável ter companhia. — ela disse, roçando um pé no outro.
— Bem, não vou mentir. Foi uma pausa gostosa dos videogames. Preciso sair mais.
— Eu também. — ela suspirou. — Não saio tanto quanto deveria.
— Nem eu. — comentei. — Quer dizer, quando não estou na escola.
— Então você realmente não tem namorada?
— Não. — respondi, e acrescentei: — Nunca gostei muito de garotas da minha idade. — Pensei em ao menos plantar a semente, mesmo tendo certeza de que não daria em nada.
— Ah, não? — Ela mexeu os dedos dos pés como se pressentisse minha distração.
— Quer dizer, não tenho experiência real com mulheres de qualquer idade. — admiti. — Mas garotas da minha idade não me atraem muito.
— Você não é gay, é?
— Não, não, não. — enfatizei depressa. — Eu gosto de garotas. Quero dizer, mulheres.
— Mulheres? — Ela reacomodou os pés, pondo um sobre o outro e depois trocando de novo.
— Bem, eu simplesmente me sinto atraído por mulheres mais velhas.
— Interessante. — murmurou.
— Acho as garotas da minha idade superficiais e imaturas. — Era a verdade. Claro que eu adoraria receber um boquete ou poder foder uma das líderes de torcida, mas geralmente eu me masturbava pensando nas professoras.
— Entendo. — ela disse, parecendo ponderar minhas palavras.
— Sim, e para ser sincero, me sinto atraído por uma mulher que não vai voar num dia de vento. — acrescentei.
— Bom, precisaria de um tornado para me mexer. — ela brincou.
— Mary, você é uma mulher absolutamente linda. — repeti. Percebi que continuaria repetindo até que ela mesma acreditasse.
— Você é gentil demais. — ela disse, levantando-se. — Espere aqui. Tenho uma coisa para te mostrar.
Ajeitei meu pau duro antes de ela voltar com um álbum de fotografias nas mãos. — Venha sentar aqui do meu lado. — disse, sentando-se de novo no sofá.
— Tudo bem. — respondi, levantando-me e juntando-me a ela.
— Esta sou eu no colégio. — explicou, abrindo numa página em que aparecia de uniforme de líder de torcida.
— Nossa! — Ela estava absolutamente deslumbrante.
— Eu sei. — disse. — Eu já fui um avião.
— Mary, chega. — O joelho dela coberto de náilon apareceu quando o vestido subiu ao sentar, e eu pus a mão nele. — Você continua sendo uma mulher linda.
— Só que com o dobro do tamanho. — Ela não tirou minha mão da perna.
— E igualmente linda.
— Você acha mesmo? — Ela parecia completamente vulnerável.
— Acho. — respondi, a mão ainda na perna dela. — Você envelheceu com elegância.
— Faz tanto tempo que não recebo um elogio. — ela sussurrou, as bochechas um pouco vermelhas.
— Bem, então aqui vão mais alguns. — disse. — Você tem uns olhos azuis incríveis nos quais um homem se afogaria.
— Obrigada.
— Você tem um corpo encorpado lindo. — continuei.
— Bem, é encorpado. — Ela riu sem jeito.
— E lindo. — enfatizei, dando uma apertadinha suave no joelho dela. — Além disso, diferentemente das garotas de hoje, você usa meia-calça, o que, confesso, deixa suas pernas e pés super sexy.
— Achei que tinha notado você admirando meus pés.
— Se fosse minha mulher, eu os adoraria. — falei, minhas fantasias sacanas guiando o caminho.
— E o que implicaria adorar meus pés?
Olhei para cima, surpreso com a ousadia que eu havia tomado. — Desculpa, desculpa! — pedi desculpas. — Eu me empolguei demais.
— Não. — Ela fechou o álbum de fotos e o colocou ao lado. — Talvez eu não tenha sido direta o suficiente.
Ela virou o corpo e colocou as pernas no meu colo. — Você faria a gentileza de massagear meus pés? Eles estão um pouco doloridos.
— Claro. — respirei fundo. Os calcanhares dela, cobertos de nylon, estavam bem em cima do meu pau duro enquanto eu levava as mãos aos pés dela.
— Obrigada. — ela disse, soltando um gemido bem suave. — Jack costumava massagear meus pés sempre.
— Ele era um homem de sorte. — comentei.
— Sorte?
— Sim. — respondi, curtindo a sensação macia e sedosa, depois de tantas vezes ter imaginado como seria sentir as pernas e os pés de uma mulher com meias de nylon. — Toda mulher merece ser mimada.
— Você vai fazer alguma mulher muito feliz. — ela sorriu.
— Talvez um dia.
— Acredite em mim, assim que você sair do colégio e da fossa que é aquilo e entrar no mundo real, vai ser um ótimo partido.
— Aguardo esse momento. — eu disse. Quer dizer, eu era um cara de aparência mediana. Nem feio, nem bonitão; nem magro, nem gordo. Só não me encaixava nos grupinhas de popularidade. Era inteligente demais para ser legal numa escola que celebrava campeonatos de futebol, e não olimpíadas de conhecimento.
— Você vai se tornar um homem bonito. — ela continuou.
— Obrigado. — Fiquei lisonjeado, mas as palavras dela me deixaram um pouco desconfortável. Não estava acostumado a elogios.
— Estou falando sério. — ela prosseguiu. — Se eu fosse quarenta anos mais nova, estaria em cima de você.
Dei uma risada sem graça e deslizei as mãos até os dedos dos pés dela, massageando um por um. Por fim, respondi: — E se eu fosse um pouco mais velho, estaria em cima de você.
— Estaria mesmo? — ela murmurou.
— Num piscar de olhos. — afirmei com firmeza, enquanto terminava o quinto dedo do pé direito.
— Por quê? — Ela claramente queria saber de verdade.
— Você é uma mulher de verdade, uma mulher linda. — Passei para o outro pé e comecei a massagear a sola.
— De que forma? — Ela parecia ter esquecido os elogios que eu já tinha feito antes.
— Não quero te objetificar. — protestei.
— Por favor, faça isso. Não sou objetificada há muito, muito, muito tempo.
Eu ri. — Verdade?
— Sim.
— Bem, além dos seus olhos inebriantes que eu já mencionei, e do fato de você usar meia-calça, que é o meu fetiche. — comecei, mas parei quando ela dobrou o joelho e moveu o outro pé para apoiá-lo diretamente no meu pau. Talvez fosse de propósito, talvez sem querer. De qualquer jeito, era perturbador.
— Continue. — ela disse num tom levemente sensual.
A sola inteira do pé dela estava apoiada no meu pau. Deixei meu pau dar uma pulsada contra ele. Se ela percebeu, o rosto não demonstrou reação alguma.
Engoli em seco e continuei. — Você tem dedos dos pés muito bonitos, e estão perfeitamente feitos.
— Estes dedos? — Ela perguntou, mexendo-os.
— Sim. — Deixei escapar um pequeno gemido quando o movimento dela provocou uma leve ondulação ao longo do meu pau.
— Pintei eles ontem mesmo, pela primeira vez em meses.
— Bem, acredite em mim, estão incríveis! — Eu falava sério. — Especialmente com essa cor de nylon.
— Estou lisonjeada. — ela disse, e então perguntou: — Mais alguma coisa?
— Tem certeza? Realmente não quero te ofender.
— Eu preciso disso, Derek. — O tom dela deixou claro que precisava mesmo.
Bem, se era isso que ela queria, eu estava dispostíssimo a fazer todos os elogios que pudesse. — Você tem seios fartos, quadris largos e sensuais, e uma bunda incrível. — despejei rapidamente, antes que pudesse mudar de ideia.
— Derek. — ela disse, movendo o pé de leve sobre o meu pau latejante. — Você não tem ideia do quanto eu precisava ouvir essas palavras.
— E eu falei cada uma de coração. — Levei as mãos aos dedos do pé dela. — Você é uma mulher linda por dentro e por fora.
— Tem certeza que não tem um harém de mulheres atrás de você?
Eu ri, e então, sem nem saber por quê, murmurei: — Eu nunca transei.
— Nunca? — Havia surpresa na voz dela, e talvez um toque de preocupação.
— Nunca. — admiti, um pouco envergonhado com a reação chocada dela.
— Um boquete? — ela perguntou. A pergunta quase me tirou o fôlego.
— Não.
— Uma punheta?
— Uma vez. — respondi sem jeito, enquanto terminava o último dedo do pé.
— Bem. — ela disse, o pé deslizando de novo sobre a minha virilha. — É bom você ter esperado pela pessoa certa.
Eu ri. — Essa é uma forma de ver.
O pé dela pareceu se arrastar bem devagar sobre o meu pau duro, antes que ela tirasse as pernas e se levantasse do sofá. — Já volto. — anunciou.
— Tá. — murmurei, envergonhado por ter revelado minha situação de virgem. Mais importante, eu estava decepcionado por ter estragado a emoção de massagear os pés dela e sentir o pé apoiado no meu pau.
Alguns minutos se passaram até eu ouvi-la voltar. Ela não entrou na sala, mas ficou do lado de fora da porta e disse: — Derek, feche os olhos e fique de pé.
— Hã, tá. — Fiz como ela pediu, embora estivesse preocupado que o volume do meu pau duro ficasse óbvio. A calça de moletom que eu usava não era das melhores para disfarçar uma ereção furiosa.
Uns doze segundos depois, ouvi a voz dela de novo, soando mais perto agora. — Abra os olhos.
Eu abri e suspirei de espanto.
A Sra. Barnes estava diante de mim, só de lingerie vermelha, com calcinha e meias presas por ligas. Um gorro de Papai Noel na cabeça completava o visual.
— Feliz Natal, Derek. — ela disse, cobrindo o um metro que nos separava e estendendo a mão até a minha virilha. — Isso é por minha causa?
— Éééééé. — gemi, estupefato com a súbita reviravolta.
— Este é o meu presente de Natal, Derek? — ela sussurrou, esfregando devagar o meu pau por cima da calça de moletom. Adorei a forma como ela repetia meu nome. Soava sensual.
— C-c-claro. — gaguejei, atordoado com o que estava acontecendo, embora fosse literalmente um sonho se tornando realidade.
— Não estou sendo atrevida demais, estou, Derek? — A mão dela continuava a deslizar lentamente sobre a minha ereção. — Não quero ser presunçosa e achar que você quer isso.
— Eu quero... eu quero sim! — eu disse, e então completei: — Quero muito.
Ela sorriu, então, inclinando-se, pressionou os lábios nos meus.
Eu já tinha beijado garotas antes, duas para ser exato, Sandra e Jamie, mas aquilo parecia mais real. Cru. Íntimo.
Retribuí o beijo, sentindo a mão dela deslizar para dentro da calça de moletom e da cueca até o meu pau pulsante.
Ela me masturbou devagar e passou os dedos pela cabeça do meu pau. O toque dela era como mágica; como nada que eu já tivesse experimentado.
Quando rompeu o beijo, ela se abaixou diante de mim, puxou a calça de moletom e a cueca para baixo num único movimento suave. Meu pau de dezesseis centímetros (eu sabia as medidas exatas) saltou para fora.
— Que pau adorável. — ela ronronou, segurando-o com a mão esquerda antes de se inclinar e envolver os lábios nele.
— Ah, meu Deus. — gemi. Olhei de olhos arregalados enquanto ela engolia meu pau lentamente. Dá para imaginar como seria um boquete, mas nada pode te preparar para as sensações incríveis de receber um de verdade.
— Mmmmmmmm. — ela cantarolou, indo e vindo no meu pau enquanto eu assistia em completo desatino.
Infelizmente, provavelmente não foram nem umas duas dúzias de movimentos, com meu comprimento inteiro dentro da boca dela, até eu perceber que ia gozar. Consegui balbuciar: — Vou... go... zar...
Ela me deixou escapar dos lábios e murmurou: — Goza na minha boca, querido. Preciso tanto do seu esperma. Faz tanto tempo. — E antes que eu percebesse, estava chupando meu pau de novo.
Ela passou de chupadas longas e lentas para tragadas rápidas e devoradoras, engolindo meu pau inteiro a cada movimento faminto. Depois de apenas umas doze ou mais estocadas com os lábios envolvendo, não consegui mais me segurar, por mais que tentasse desesperadamente, e grunhi, jorrando minha carga na boca dela. Foi de longe o orgasmo mais intenso e duradouro que já tive.
Ela não diminuiu o ritmo. Em vez disso, engoliu cada gota por mais um bom minuto antes de se afastar. — Mmmmmm, eu precisava disso.
— Isso foi incrível. — respirei, flutuando num torpor de prazer.
— Não tenho um pau na boca há uma década. — ela disse. O olhar que me lançou era surreal, um olhar de luxúria e satisfação.
— O Jack não morreu só há uns dois anos? — perguntei, e logo me arrependi. Que tipo de idiota iria querer estragar o clima de uma experiência única na vida mencionando o marido morto dela?
— Ele tinha disfunção erétil, e aí veio o câncer. Mesmo com Viagra, ele não conseguia ter ereção.
— Sinto muito. — eu disse, olhando para ela, ainda ajoelhada diante de mim.
— Tudo bem. — Ela deu de ombros e se levantou. — O passado é passado.
Esperando que a experiência não tivesse acabado, desesperado para que continuasse, levei as mãos à calcinha dela e a esfreguei.
— Você não precisa. — ela gemeu. Senti a umidade infiltrando pela calcinha.
— Ah, mas eu quero muito. — Passei as mãos para os quadris dela e puxei a calcinha para baixo, feliz por ela estar usando por cima das sensuais ligas natalinas.
O corpo todo dela estremeceu levemente enquanto eu tirava a calcinha e admirava a boceta peluda. Embora eu tivesse experiência limitada com vaginas, tinha muita experiência admirando-as em fotos e pornografia, e sempre achei uma boceta peluda mais visceral e visualmente atraente. A boceta quase embrulhada, suponho que como um presente de Natal, numa floresta de pentelhos.
Fiquei tentado a me inclinar e lambê-la ali mesmo, já que ela não me impediu de tirar a calcinha pelas pernas grossas cobertas de nylon. Mas eu queria que ela ficasse confortável, então me levantei de novo. — Sente no sofá, Mary. — Saiu quase como uma ordem.
— Muito bem. — Ela parecia estar num torpor confuso também, sem me questionar, embora as bochechas já estivessem coradas.
Ela sentou, e eu deslizei para ficar diante dela. Segurei as pernas cobertas de nylon e as afastei.
— Imagino que você também não faça isso há muito tempo. — Inclinei-me e afundei o rosto na região da boceta florestada.
Ao fazer isso, descobri que os pentelhos já estavam bem molhados, o cheiro dela incrivelmente forte, exótico e cativante.
— Oh, Derek. — ela gemeu, antes mesmo que minha língua abrisse os pelos e encontrasse o pêssego escondido.
— Você tem um cheiro absolutamente celestial. — Da minha extensa pesquisa online, eu sabia que muitas mulheres tinham insegurança sobre o cheiro e gosto naturais.
— Oh, Derek. — ela gemeu de novo. Por um instante, simplesmente curti a sensação de ser envolvido pelo perfume dela: tão único, tão diferente de qualquer coisa que eu já tivesse cheirado. E muito mais presente do que o aroma quase inexistente da única garota que eu havia satisfeito oralmente. Ela tinha muito pouco pelo na boceta.
— Celestial. — repeti.
— Por favor, Derek, me lambe. Preciso tanto disso. — O desespero na voz dela não podia ser fingido.
Eu queria fazê-la feliz, dar a ela o prazer que não experimentava havia anos. Queria retribuir o favor do orgasmo incrível que ela acabara de me dar. Estendi a língua, forcei-a pela floresta e encontrei a boceta muito molhada.
— Aaaaaaaah, sim! — ela gemeu no instante em que minha língua fez contato. O grito dela mandou uma descarga de adrenalina pelo meu corpo: eu não só estava chupando a boceta de uma das minhas MILFs de fantasia, ou melhor, GILFs, como o que eu fazia estava dando certo também. Aquele primeiro gemido foi mais alto do que qualquer som que Kate tinha feito quando eu a chupei.
— Mmmmmmm. — respondi e comecei a lamber para cima e para baixo entre os lábios da boceta.
— Isso é tão gostoso, Derek. — ela murmurou, me surpreendendo ao levantar a perna direita por cima do meu ombro.
— Você é absolutamente deliciosa, Mary. — Eu queria assegurá-la de que estava curtindo aquilo tanto quanto supunha e esperava que ela estivesse. Tinha feito muita pesquisa sobre mulheres, sobre como chupar boceta, sobre a melhor forma de fazer uma mulher gozar, e torcia para que meus esforços persistentes superassem minha experiência limitada para dar a ela o orgasmo que parecia desejar tanto.
— Obriiiiigada. — ela gemeu, colocando a outra perna no meu outro ombro. Isso me deu um acesso mais confortável à boceta deliciosa e me permitiu ir mais fundo com a língua.
Seguindo uma dica que li em algum conto erótico, comecei com a técnica do alfabeto, simplesmente recriando o alfabeto entre os lábios dela. De acordo com o conto, a imprevisibilidade dos movimentos criava um prazer selvagem que aumentava constantemente.
Parecia estar funcionando. Quando cheguei no Q ela estava gemendo alto, me implorando: — Não para, Derek, não para!
Claro que eu não tinha intenção de parar. Poderia ter me banqueteado com aquela iguaria deliciosa o dia e a noite inteiros, curtindo o sabor incrível. A emoção de fazer uma mulher gemer e suspirar, especialmente a Sra. Barnes, fez meu pau ficar duro de novo depois de só um brevíssimo descanso.
No V senti que ela agarrou a parte de trás da minha cabeça. — Bem aí, bem aí...
Achando que ela estava prestes a gozar, não terminei minha rotina do alfabeto. Em vez disso, voltei minha atenção para cima, para o clitóris, e o suguei para dentro da boca. A erupção que isso provocou foi imediata.
A bunda dela se ergueu, os joelhos apertaram contra a minha cabeça. Uma inundação maciça jorrou dela no meu rosto e na minha boca aberta.
Lambi o suco da boceta como se fosse minha última refeição. Eu tinha feito aquela linda GILF gozar! Uma nova descarga de adrenalina percorreu meu corpo, indo direto para o meu pau duríssimo.
— Me fode, Derek. — ela suplicou, ainda ofegante do orgasmo. O olhar que me deu era de absoluta luxúria e excitação. — Você quer me foder?
— Quero. — Assenti feliz, olhando para ela. Eu via o desespero nos olhos dela. — Quero muito.
Ela levantou as pernas dos meus ombros. — Me fode de quatro.
Eu me levantei, arrancando a camiseta.
— Nossa. — ela murmurou. — Que peitoral definido. — Ela também ficou de pé e colocou meu mamilo esquerdo na boca.
Eu nunca soube que os mamilos eram uma zona erógena para homens. Agora, com a língua dela brincando no meu e os lábios sugando meu mamilo e aréola para dentro da boca, eu só conseguia suspirar: — Ah, isso é tão gostoso.
O joelho coberto de nylon dela roçava no meu pau enquanto ela ia e voltava, dando atenção a cada mamilo por vez.
De repente, ela se afastou e girou. Apoiando os joelhos no sofá, com as mãos no encosto, ela olhou para mim por cima do ombro. — Agora, Derek, por favor, enfia esse pauzão em mim. Preciso tanto disso.
Mas eu parei para admirar o traseiro grande, curvado diante de mim. — Que bunda linda. — sussurrei, acariciando a pele macia.
— Você gosta da minha bunda grande e gorda?
Apertei as duas nádegas grandes. — Adoro.
— Isso é gostoso. — ela disse, balançando para frente e para trás contra minhas mãos. — Mas preciso tanto desse pauzão dentro de mim.
Fiquei espantado com meu próprio autocontrole. A Sra. Barnes - Mary - estava se oferecendo para tirar minha virgindade, e ali estava eu, prolongando o momento.
— Só enfia em mim, Derek. — ela implorou. — Faz tanto tempo que não dou.
— Não tanto quanto eu. — brinquei, nervoso.
Ela abriu mais as pernas enquanto eu posicionava meu pau nos lábios molhados da boceta e então o enfiei. — Isso, querido, deixa eu tirar sua virgindade. — ela gemeu quando eu a preenchi. — Ah, sim, me fode, Derek. Me dá esse pau todo!
— Ai, meu Deus! — A sensação de estar dentro de uma vagina era tão estimulante quanto estar numa boca, e ainda assim completamente diferente.
Eu ainda mal acreditava. Eu não só tinha acabado de receber meu primeiro boquete, como agora estava perdendo a virgindade também. Por meio minuto mais ou menos, ainda me ajustando ao surrealismo de tudo, me movi para dentro e para fora da boceta lentamente.
— Mais forte. — ela gemeu, — mais forte!
Coloquei as mãos nos quadris dela e a puxei contra mim, batendo nela repetidas vezes, amando a sensação das minhas coxas batendo nas dela.
— Issssso! — ela gemeu. — Me arromba, Derek, arromba minha boceta!
— Isssso. — gemi. Ouvir aquela senhora mais velha e doce falar tão safado me deixava louco.
— Mais forte. — ela implorou, — bate o teu corpo no meu.
Eu a estocava, grunhindo e ofegante, pelo que pareceu uma eternidade. Mas provavelmente foi só um minuto ou algo assim, antes que ela estendesse a mão para trás e colocasse no meu peito. Diminuí o ritmo, decepcionado, pensando se estava fazendo algo errado, me amaldiçoando pelo que quer que fosse.
Mas ela se soltou de mim e desceu do sofá. — Senta. — ela instruiu, gesticulando. — Quero cavalgar em você.
Aliviado, obedeci rapidamente. Ela mal esperou eu estar sentado antes de montar em mim, segurar meu pau e se abaixar nele. Então ela se inclinou para frente e começou a subir e descer devagar.
Ser fodido daquela forma era uma sensação muito diferente de quando eu estava fodendo. Por mais que eu tivesse gostado da visão da bunda dela, agora os seios enormes balançavam bem diante do meu rosto. — Posso chupar seus mamilos? — sussurrei.
— Por favor, chupe. — ela disse, enquanto puxava o sutiã para baixo para libertar os seios.
Quase antes de ela terminar, com o sutiã amontoado na cintura, minhas mãos já os seguravam, os moldavam, os apertavam. Tomei um momento para me maravilhar com o quanto eram pesados antes de me inclinar e sugar um mamilo grande e duro para a boca.
— Ah, sim, chupa meus peitos! — As palavras saíram num gemido enquanto o corpo grande dela subia e descia no meu pau num ritmo suave.
"Tão grande," eu suspirei. Os peitos dela me deixavam tão atordoado quanto qualquer uma das outras loucuras que eu tinha vivido hoje.
"Brinque com eles," ela insistiu, pressionando-se para frente.
"Eu poderia fazer isso o dia todo." Minha boca ia de um mamilo ao outro.
"Cuidado," ela gemeu enquanto eu apertava e chupava. "Posso nunca mais deixar você ir embora."
"Eu não ia querer." Eu estava perdido de tesão por esses peitos, esse corpo, essa experiência.
Então o mundo inteiro era só eu indo de um lado para o outro, de um lado para o outro entre aqueles dois peitos enormes com seus mamilos duros. Chupei. Passei a língua ao redor deles. Até deslizei a língua em volta e enfiei o rosto entre as montanhas voluptuosas de carne.
Durante todo esse tempo, ela rebolava devagar no meu pau. Eu estava feliz só de deixá-la fazer o que quisesse, mas então percebi que ela tinha acelerado o ritmo. Um pé estava no chão e ela se levantava mais do meu pau antes de cair de volta. Os peitos enormes balançavam no meu rosto como balões de tentação.
Recostei-me e a observei me cavalgar.
Observei a expressão no rosto dela.
Observei o corpo dela quicar.
"Quero que você goze dentro de mim, Derek," ela gemeu. O orgasmo dela parecia estar se aproximando. "Você vai fazer isso? Vai gozar dentro de mim?"
"Sim," arfei, "mas quero te foder primeiro. Deite de costas."
"Sim, baby, me diga o que você quer." Ela saiu de cima de mim, deitou no chão e abriu as pernas cobertas de meia-calça.
Eu rapidamente saí do sofá, me posicionei entre as pernas abertas dela e deslizei para dentro rapidamente. Nessa posição, os peitos enormes dela de alguma forma pareciam ainda maiores.
"Ah, sim, Derek," ela gemeu. "Me fode, me fode com força! Me dá todo esse pau!"
Agora eu estava no controle, e descobri que conseguia ir mais fundo do que quando a comi por trás. "Deus, você é linda."
"Obrigada." Ela sorriu, e então seu rosto ficou mais sério. "Agora me fode, arromba minha boceta com esse pauzão!"
O que mais eu podia fazer?
Eu a comi o mais forte e rápido que pude. Foder era um baita exercício, percebi. Eu tinha começado a frequentar uma academia nos últimos dois meses, por sorte, e estava começando a entrar em forma.
Continuei metendo até ela ordenar: "Agarra meus tornozelos. Junta minhas pernas. Se apoia nelas e me estoca!"
Fiquei um pouco preocupado em machucá-la nessa posição, mas fiz como ela mandou. Um momento depois, eu estava apoiado nas pernas fortes dela cobertas de meia-calça, socando-a desse novo ângulo.
Aparentemente, esse ângulo funcionou bem, porque essa vovó doce ficou perversamente verbal. Ouvir ela falando putaria fez minhas bolas ferverem, mas eu estava determinado a fazê-la gozar antes de mim.
"Ah, sim, Derek, estoca minha boceta! Me fode, me fode, não ouse parar. Me dá todo esse pauzão gostoso de foder vovó! Ah, sim, martela, perfura, mete!"
O suor escorria de mim nesse treino perverso e nada ortodoxo. "Goza pra mim, minha vovó gostosa," eu rosnei enquanto martelava, perfurava e socava a boceta dela.
"Vovó gostosa?" ela arfou. Seu orgasmo estava perto.
"Avó que eu gostaria de foder."
"Ah, seu menino safado," ela gritou, "então fode a sua vovó gostosa, me dá todo esse pauzão gordo e goza dentro de mim."
"Você primeiro, minha vovó depósito de porra em tempo integral," eu grunhi com um sorriso malicioso. Claramente eu estava lendo erótica demais.
"Ah, sim, Derek," ela gemeu, "eu vou ser sua vovó putinha, sua vovó depósito de porra e seu brinquedinho sexual de vovó gostosa."
A insinuação dela de que isso poderia ser mais do que uma aventura selvagem de uma vez só me arrepiou e fez minhas bolas ferverem com a iminência da minha explosão. "Eu vou gozar nessa boceta de vovó, sua coisa sexy," eu assegurei. Me segurar estava exigindo cada fibra do meu ser. "Vou gozar dentro da minha vovó putinha assim que ela gozar no meu pau."
Algumas estocadas profundas depois, ela deu um grito e seu corpo estremeceu contra o meu. "Aaaah, sim, Derek, eu vou ser sua putinhaaaaaa!"
Apenas segundos depois, acionado pelos sons que vinham da boca dela, pela declaração de ser minha puta, meu próprio orgasmo foi liberado e eu descarreguei fundo dentro dela.
"Só... me enche," ela gemeu alto.
"Tão bom," eu grunhi, jorrando jato após jato dentro dela.
"Tão bom," ela concordou com uma voz fraca.
Ambos exaustos dos nossos clímax, tão próximos, desabamos em um amontoado ofegante.
Depois de um momento, eu saí de dentro dela e a ajudei a abaixar as pernas. Então me inclinei e a beijei.
Terno e doce.
Depois de um longo beijo, eu a ajudei a se levantar e nos sentamos no sofá, ainda tentando recuperar o fôlego.
Por fim, ela disse: "Eu falei sério o que eu disse, Derek. Sempre que você quiser vir aqui e me foder, você é bem-vindo."
"Eu planejo aceitar essa oferta com frequência," eu assegurei.
"É melhor você aceitar mesmo," ela disse com um sorriso. "Agora que você reacendeu minha libido negligenciada, eu vou precisar de muita foda."
"E eu sempre preciso."
"Eu não me sentia mulher há muito tempo," ela sussurrou, descansando a cabeça no meu peito.
"Você é toda mulher," eu comecei, quando um som repentino da campainha nos assustou.
"Droga, quem pode ser?" ela disse, enquanto eu me levantava e olhava cautelosamente pela janela.
"Merda, é a minha mãe!"
"Rápido!" a Sra. Barnes sibilou. "É melhor você se vestir."
Eu comecei a pegar minhas roupas apressadamente de onde estavam espalhadas no chão. "Vá para o seu quarto e vista algo por cima dessa roupa," eu sugeri, "eu atendo a porta."
"Acho que devo," ela disse com uma risadinha fofa. "Seu gozo está escorrendo pela minha perna."
"Tem mais de onde esse veio," eu rosnei para ela enquanto vestia minha calça de moletom e escondia minha cueca debaixo da almofada do sofá.
Bem quando eu estava vestindo a camisa, a campainha tocou de novo e eu corri para abrir.
"Por que demorou tanto?" Mamãe perguntou, entrando.
"Eu estava lá embaixo guardando uma caixa."
"Onde está a Sra. Barnes?"
"No banheiro, eu acho." Era bem possível que ela realmente estivesse.
Mamãe olhou ao redor. "Eu estava preocupada com você."
"Minha caminhonete está lá fora, na garagem. Onde você achou que eu estaria?"
"Você não estava atendendo o celular," ela disse.
"Ah, hmm, talvez esteja na caminhonete." Eu não tinha certeza de onde estava.
"Talvez. De qualquer forma, por que você não vê se a Sra. Barnes gostaria de vir jantar conosco hoje?"
"Eu vou perguntar a ela," eu respondi com um aceno.
"A árvore está bonita, a propósito." Mamãe disse, observando-a.
Naquele momento, notei uma pequena mancha de gozo no chão. "Sim," eu murmurei, tentando esfregá-la sem chamar a atenção da Mamãe. "Ela escolheu uma ótima árvore."
"Seu filho é um cavalheiro absoluto." A voz de Mary atrás de nós quase me fez pular.
"Ele certamente é," Mamãe concordou, enquanto nós dois nos virávamos.
Mary estava de suéter, calças e chinelos, nem um vestígio remoto das nossas transgressões recentes visível.
"Mamãe está convidando você para jantar hoje à noite," eu disse.
"Isso seria adorável," Mary sorriu calorosamente. "Você gostaria de um chocolate quente agora?"
"Eu adoraria, mas preciso ir para casa," Mamãe disse com um sorriso pesaroso. "O frango está no forno."
"Bem, eu levo a sobremesa," Mary disse. "Não, eu insisto," ela continuou, ignorando os protestos da Mamãe, antes de acrescentar com o menor dos sorrisos maliciosos na minha direção: "Eu faço uma torta caseira deliciosa. Já tenho uma pronta que só precisa ser assada no forno."
"Bem, então, obrigada. Isso seria ótimo." Mamãe olhando para a árvore de novo. "A árvore está incrível."
"Seu filho foi muito prestativo," Mary respondeu com um sorriso para mim."
"Sinta-se à vontade para ficar com ele o tempo que precisar. Faça ele trabalhar duro."
"Ah, eu vou!" Mary e eu trocamos um sorriso malicioso pelas costas da Mamãe. "Se ele estiver disposto," Mary continuou, "eu adoraria que ele viesse me ajudar com algumas coisas nas próximas semanas."
"Use e abuse dele," Mamãe brincou, virando-se para nos encarar novamente. "É bom para ele sair do computador."
Eu estava lutando para manter a cara séria com todas essas insinuações, e Mary não estava se saindo muito melhor.
"Eu vou fazer ele trabalhar até os ossos," ela disse à Mamãe, e meu pau se mexeu dentro da calça de moletom. Sem cueca, eu não conseguiria mantê-lo escondido por muito tempo.
"Bem, Derek, você fica aqui e ajuda a Sra. Barnes com o que ela precisar," Mamãe instruiu. "Só certifique-se de estar em casa às cinco."
"Eu vou colocar a torta no forno," Mary disse, indo para a cozinha. "Até daqui a pouco."
Eu acompanhei Mamãe até a porta. Antes de sair, ela se virou para mim e disse: "Obrigada por fazer isso. A Sra. Barnes realmente precisa da ajuda, e da companhia."
"Foi muito divertido," eu disse, ainda tentando não sorrir maliciosamente.
"Você é um menino doce," ela disse, beijando minha bochecha e saindo. Eu fui para a cozinha.
Mary já estava sem as calças, revelando a lingerie sexy por baixo da roupa rápida que ela tinha vestido para se cobrir. "Venha pegar um pouco de torta caseira," ela disse com uma voz rouca, sentando-se em uma cadeira da cozinha e abrindo as pernas.
"Mmmmmmm." Eu me ajoelhei diante dela. "Isso é você me fazendo trabalhar duro?"
"Isso é só o aquecimento," ela murmurou com um sorriso enquanto eu começava a lamber uma torta de creme atrasada da boceta dela.
Eu a fiz gozar de novo com a língua.
Ela me chupou por um tempo.
Eu a debrucei sobre o balcão da cozinha e a comi por trás, antes de gozar dentro dela pela segunda vez.
Naquela noite, no jantar, ela passou a refeição inteira esfregando meu pau por baixo da mesa. Quando terminamos de comer, Mamãe insistiu que eu levasse Mary para casa. Fui recompensado com outro boquete que terminou comigo jorrando uma carga no rosto dela.
Foi o melhor dia e a melhor noite da minha vida.
.....
No dia seguinte, levei Mary para fazer compras e depois a uma sex shop. Compramos alguns brinquedos e algumas fantasias sexy para ela, incluindo uma fantasia de Mulher Maravilha bem safada que ela me deixou escolher para ela.
Quando voltamos para a casa dela, assim que guardamos as compras, transamos de novo, bem ali na cozinha. Ela ainda estava com gozo vazando quando a campainha tocou.
"Quem pode ser dessa vez?" ela suspirou enquanto pegava o vestido. A gente tinha acabado de se preparar para o segundo round. Ela não estava de calcinha, mas ainda estava de sutiã e meia-calça - rasgada de onde eu estava ansioso para chegar na boceta dela.
"Eu vou ver," eu disse enquanto vestia a calça. Eu estava começando a apreciar como as calças de moletom eram convenientes.
Fui até a porta, olhei pelo buraco da fechadura e senti meus olhos se arregalarem.
Corri de volta para a cozinha. "É a Gwen e a Hannah," eu disse urgentemente.
"Ai, céus," Mary disse. "Acho que é melhor eu atender a porta, então. Você pega essa caixa e desce."
"Tá," eu disse, enquanto a campainha tocava de novo.
"Como estou?"
"Gostosa." Eu a apalpei e apertei. "Você sempre está gostosa."
"Você é tão doce," ela disse com um sorriso largo e me enxotou.
Peguei a caixa de ontem e a levei para o andar de baixo. Quando voltei alguns minutos depois, tentei ser casual enquanto cumprimentava a filha e a neta de Mary.
"Derek?" Gwen perguntou.
"Derek está me ajudando," Mary explicou. "Fizemos a árvore de Natal ontem, e hoje ele está fazendo alguns bicos pela casa."
"Ela me deixou ocupado," eu acrescentei com um sorriso. Olhei para a Hannah e não conseguia acreditar como ela se parecia com a avó nas fotos da juventude de Mary.
"Oi, Derek," ela sorriu, me dando um abraço.
"O-o-oi," eu gaguejei, pego de surpresa pelo abraço repentino dessa garota gostosa que era um ano mais velha que eu.
"Obrigada por ajudar a mamãe," Gwen interveio enquanto Hannah me soltava. "Foi muito gentil da sua parte."
"Ah, eu faria qualquer coisa pela Mary," eu disse, tentando soar indiferente.
"Por que você não fica para o jantar hoje à noite?" Gwen perguntou.
"É," Hannah acrescentou. "Eu adoraria colocar o papo em dia."
Eu concordei, um pouco surpreso que Hannah estivesse tão animada para me ver. A gente era amigo desde muito novos, embora não muito próximos. Eu mandava mensagem para ela de vez em quando para perguntar sobre Harvard; ela estudava lá, e eu tinha notas para talvez entrar também.
"Bem, então está decidido," Mary disse, sorrindo para todos nós.
EpílogoNa semana seguinte, eu estava na casa dos Barnes a maior parte do tempo. Até consegui foder a Mary uma vez, quando Gwen e Hannah saíram para fazer umas compras de Natal de última hora.
Passei bastante tempo com a Hannah também, e nos conectamos de uma forma que nunca tínhamos feito antes. Não transamos nem nada, mas nos beijamos. Eu me senti mal por isso, mas não contei para a Mary até depois que Gwen e Hannah voaram de volta para Boston.
Mary sorriu durante minha segunda gozada, que eu tinha jorrado no rosto dela depois de uma sessão de foda maratona com ela vestida de Mulher Maravilha, que foi perversamente excitante.
Ela disse com um suspiro suave: "Vou sentir falta disso."
"Eu também."
"E isso pode parecer loucura depois de tudo que a gente fez, mas acho que você e minha neta formariam um ótimo casal."
"Você ficaria bem com isso?" eu perguntei, estremecendo. A mão dela estava acariciando meu pau. Ainda estava duro, mas definitivamente precisava de um momento para se recuperar. Claro, era um momento estranho para ter uma discussão sobre a neta dela, já que ela estava com minha gozada no rosto e estava masturbando meu pau para mais um round, mas essa era exatamente quem ela era, carinhosa e compassiva.
"Claro!" ela disse. "Eu adoraria que você eventualmente se tornasse um membro oficial da família."
Meia hora depois, ela me fez uma punheta com os pés cobertos de meia-calça e eu gozei nos pés dela.
"Ela adora como você me ajuda e me escuta na maior parte do tempo," Mary disse, tirando a meia e chupando o gozo dela, "Eu vou me certificar de dar uma boa recomendação."
Epílogo 2Cinco anos depois, Hannah e eu nos casamos.
Mary estava em uma cadeira de rodas a essa altura, e eu só a via ocasionalmente. Não tínhamos transado desde uma sessão maratona durante o verão, seis meses depois da quinzena de Natal de alegria sazonal. Transamos sem parar durante um fim de semana de três dias antes de eu voar para Boston. Como presente de despedida, ela até me convidou a comê-la no cu.
Combinamos de não levar adiante se Hannah e eu ficássemos juntos.
Bem, nós ficamos juntos. Nos apaixonamos. Nos casamos.
Infelizmente, Mary faleceu dois anos depois, apenas semanas antes de Hannah dar à luz nosso primeiro filho. Era uma menina. Claro que a nomeamos Mary.
Amor. Ele funciona de maneiras misteriosas.
Fim