Fode, Fode, Fode!
MERDA! MERDA! MERDA!
Esta é outra historinha curta, cerca de 3.000 palavras e sem sexo. Meus agradecimentos à CTC, mais uma vez, pela edição. Ainda ouço pessoas dizendo que todos os novos métodos de descoberta sumiram. Imploro para discordar. ++++++ MERDA! MERDA! MERDA! Como ele sabe? Como o Dave descobriu? Meu casamento está ferrado, eu simplesmente sei. Os tribunais vão julgar o Dave como o principal cuidador dos nossos filhos, ele vai ganhar a guarda. Vou ser uma pária social, rejeitada por quase todo mundo nesta comunidade religiosa. Perdoada pelo padre com palavras suaves mas expressão de julgamento. Bem como ele fez com a Mary Skelton. Ela só aguentou uns três meses depois que o marido descobriu o caso dela. Três meses solitários sendo rejeitada pelo resto da comunidade, apesar do que o padre havia recomendado. Esta comunidade realmente odeia cônjuges infiéis de ambos os tipos.Pisei no freio e parei com um guincho, parando a uns dois escassos metros de atropelar uma garotinha que tinha corrido para a rua atrás de uma bola. Ela parecia ter uns três anos, mais ou menos a idade da minha Paula. Eu estava dirigindo rápido demais, muito preocupada com meu problemão. A mãe da criança me lançou um olhar carrancudo da calçada, mesmo sendo culpa dela por não supervisionar melhor a filha. Olhei em volta e vi que estava perto do parque grande, a cinco minutos de casa. Suprimi meus medos, dirigi com mãos trêmulas mais uns 200m e encostei antes de atropelar alguém na minha distração.
Como o Dave poderia pensar... Não, isso é estupidez. Uma vez que o Dave descobriu que eu estava tendo um caso, é lógico que ele pensaria mal de mim e iria querer se resguardar. Ele pode ter um serviço de editoração mixuruca em casa, mas isso não significa que ele seja burro. Longe disso. Uma vez que ele descobriu, é claro que ele IA achar que não foi o primeiro e mandar fazer teste de DNA nas crianças. Mas como caralhos ele descobriu? Carl e eu fomos tão cuidadosos.Pensar em Carl me lembrou. Peguei meu telefone e naveguei até 'Carla', se o Dave algum dia perguntasse, uma colega de trabalho que conheci recentemente. Grudar o máximo possível na verdade era meu lema. Minha mensagem, 'Pode falar?'
Enquanto esperava resposta, continuei me martirizando. Por que, oh por que, eu deixei aquele desgraçadinho de papo furado me seduzir? Não, não, vamos ser honestos, isso não é justo. O motivo de termos dormido juntos da primeira vez não foi sedução e é perfeitamente explicável.
Aconteceu quando estávamos fora da cidade. Tínhamos acabado de passar dois dias inteiros negociando um acordo exaustivo, comemoramos com champanhe demais e caímos na cama juntos.
Se eu tivesse parado ali, teria ficado tudo bem. Eu teria um segredo que lamentaria até o meu último dia. Um segredo grave que só poderia machucar meu marido e minha família. Mas eu, ou melhor dizendo, nós, não paramos. Nós dois fomos enredados pela excitação de dormir com alguém diferente depois de mais de 10 anos de casamento. O fascínio da ilicitude de tudo isso, a emoção da safadeza. A superioridade de saber que estávamos enganando nossos cônjuges, duas pessoas que nos conheciam tão bem, e escondendo com sucesso.
Ou não escondendo com sucesso, como se viu.
Meus pensamentos foram interrompidos pelo plim de uma mensagem do Carl. Finalmente. ' Não, jantando com a Mary e as crianças. O que foi?'
Bom, dizem que desgraça pouca é bobagem. 'Ele sabe. O Dave sabe da gente.'
Como caralhos o Dave tinha descoberto? Nós tínhamos sido incrivelmente cuidadosos. Só nos encontrávamos quando estávamos viajando e mesmo assim só se conseguíssemos quartos conjugados. Nunca entramos juntos pela porta do mesmo quarto, sempre usamos camisinha, até na primeira vez. Fizemos absoluta certeza de nos comportarmos normalmente em público e quando estávamos em casa com nossos respectivos cônjuges.
Plim. 'Merda! Mary está agindo normalmente, então ele não contou pra ela. Você acha que ele vai contar? Quão bravo ele está?'
'Não sei. Ainda não conversamos. Eu fugi assim que descobri que ele sabia.'Desta vez não tive que esperar muito por resposta.
Plim. 'Por favor, implore pra ele não contar pra Mary'.
O egoísta de merda. Dane-se meu casamento, contanto que o dele não seja afetado. Babaca! Estou com uma vontade de contar pra esposa dele se o Dave não contar.Como eu disse, desgraça pouca é bobagem.
Então como fomos descobertos? Eu tinha feito questão que meu amor pelo meu marido não sofresse. Não introduzi nenhuma posição ou técnica nova que tivesse aprendido com o Carl. Grande merda. Dizer que sexo com o Carl era vanilla e sem inspiração seria um eufemismo. Ele era menor, durava menos tempo, e não era nem de longe tão experimental quanto meu Dave. Na verdade, se não fosse pela ilicitude de tudo, não teria durado os sete meses e seis encontros que durou. Que azar termos sido descobertos antes de eu terminar o caso depois da nossa próxima viagem, daqui a duas semanas.
Merda, merda, merda! Foca, Megan. Como você foi descoberta não é relevante. Você foi pega e agora seu marido confia tão pouco em você que está fazendo teste de DNA nos seus filhos.Minha mente voltou rapidamente a escassos vinte minutos antes, quando eu tinha chegado em casa tarde, tarde demais para jantar com minha família. Por sorte, Dave trabalhava em casa, fazia as corridas de escola e preparava o jantar seis noites por semana. Eu deveria cozinhar aos domingos, mas normalmente eu pegava comida pronta. Digamos que cozinhar não é um dos meus pontos fortes.
Entrando pela porta, eu congelei com a visão horrível. Dave sentado numa das cadeiras da cozinha com um daqueles cotonetes num palito, esfregando-o em volta do interior da boca da Jillian, nossa filha de cinco anos. O pacote esterilizado aberto em cima da mesa. Peter, nosso filho de sete anos, também parado ali, ou esperando sua vez ou já tendo sido feito. Eu tinha lido histórias o suficiente e visto TV o bastante para saber que estava olhando para o ato inicial de um teste de DNA.
Minha reação inicial foi de raiva. Como Dave ousava pensar que as crianças não eram dele. Eu não era uma vagabunda. Ou era? Sabendo que tinha que pensar na melhor forma de sobreviver a isso, eu simplesmente me virei e fugi. Um pouco antes, Dave virou-se para me olhar, uma expressão neutra no rosto. Eu levei as mãos às bochechas, lembrando a sensação do sangue escorrendo delas, o que era uma confissão flagrante da verdade nas circunstâncias do que o teste estava me acusando.
Vinte minutos depois, aqui estou eu. Contemplando a destruição da minha família e social.Eu conhecia o Dave, o conhecia tão bem quanto ele se conhecia. Uma vez que ele estivesse pronto para me confrontar, ele o faria de modo firme e calado. Ele não iria querer que a cidade toda soubesse que ele tinha sido corneado. Se eu não conseguisse impedir que pelo menos ele se divorciasse de mim, eu pediria a ele para fazer isso discretamente, só dizer que nós nos distanciamos. Desse jeito, mesmo que eu perdesse a segurança do meu casamento, eu ainda poderia continuar na cidade e ver meus filhos, talvez ter a guarda compartilhada. Eu realmente os amava.
Minha mente divagou por sabe Deus quanto tempo, rodando diferentes cenários de como o Dave reagiria, tentando achar aquele que me fizesse perder o mínimo. De repente, percebi que estava pensando como uma derrotista. Estava usando meu conhecimento do Dave e assumindo que a separação era certa e que o melhor cenário dali em diante era um divórcio silencioso.
Mas e se eu estivesse errada?
E se eu me jogasse à misericórdia do Dave? Contasse a ele sobre a primeira vez perdoável e a continuação lamentável. Ele não iria querer o divórcio mais do que eu. Claro, sua fé e confiança em mim seriam destruídas e levaria anos para ele confiar plenamente em mim de novo, mas eu ainda teria respeitabilidade e o apoio da comunidade.
Se você fizer isso, Megan, você vai ter que ser absolutamente honesta com o Dave. Um cheiro de inverdade e você chega na calçada mais rápido que um guepardo turbinado.Dei uma olhada no meu relógio. Pouco menos de duas horas desde minha descoberta de que eu não tinha sido tão esperta em esconder meu caso com o Carl quanto eu pensara. Duas horas desde que eu tinha passado de segura no meu casamento para lutar pela sua própria vida. Duas horas desde que ver meu marido fazendo teste de DNA nos meus filhos elevou minha pressão arterial cem pontos.
Digitei uma mensagem rápida, 'Estou indo para casa implorar seu perdão pelo meu caso com o Carl, por favor não faça nada precipitado', e então lentamente rumei meu carro para casa.
EPÍLOGO DA MEGANBom, o que aconteceu depois disso superou meu pior pesadelo. Dez minutos depois de enviar minha mensagem, cheguei em casa. Assim que entrei na garagem, Dave irrompeu porta afora, jogou um "Fique aqui e cuide das crianças" para mim e saiu cantando pneus com o carro.
Descobri mais tarde que ele foi direto para a casa do Carl e quando meu amante atendeu a porta, quebrou seu nariz com um único soco enquanto berrava "Comer minha esposa, não é?"
Essas palavras impediram que a esposa do Carl chamasse a polícia e entre ela e o Dave eles arrancaram a história completa enquanto Carl implorava que chamassem uma ambulância. Com Carl dizendo que foi socado, mas sua esposa alegando que ele caiu contra a parede, a investigação policial não deu em nada.
Quando ele voltou do pronto-socorro, as fechaduras de sua casa tinham sido trocadas e sua esposa tinha uma consulta online com um advogado de divórcio.
Como eu sei de tudo isso? Dave veio direto para casa, me disse para fazer uma mala e ir embora. Com um olhar para o fogo nos seus olhos e seus nós dos dedos machucados, com um pressentimento de como ficaram assim, fiz como pedido e fugi para um motel mediano na cidade. Vi um Carl enfaixado no café da manhã no dia seguinte.
Quaisquer esperanças de que Dave fosse discreto foram frustradas no início da tarde, quando Carl e eu fomos convidados ao escritório da COO e sumariamente executados. Ela não citou nenhuma cláusula moral em nossos contratos, só disse que não queria empregar destruidores de lares, escória de fundo de poço como nós dois. Uau.
Eu pude ver como seria o futuro imediato quando liguei para todos os três advogados de divórcio da nossa cidade e nenhum retornou minha ligação. Quando fui a uma lanchonete jantar, a garçonete se recusou a reconhecer minha existência. O prego no caixão, no entanto, foi quando me encontrei com o Carl e descobri que ele já estava sendo tratado como um leproso por família, amigos e ex-colegas de trabalho.
Em dois dias, incitados por uma visita do gerente do motel, que alegou que seu estabelecimento estava lotado a partir daquela noite, ah tá, Carl e eu nos curvamos ao inevitável e deixamos a cidade. Não queríamos nos tornar fantasmas sociais, como tínhamos visto a Mary Skelton se tornar, apenas no ano anterior quando ela foi pega traindo.
Dirigimos por 300 km e começamos uma nova vida juntos. Isso não durou muito. Sei que posso estar afirmando o óbvio ululante, mas quando dois traidores vão morar juntos não há confiança. Zero! Nadica! Bulhufas! Nunca tinha percebido o quão importante a confiança era para um relacionamento até a noite em que tive que lutar contra o impulso de checar o telefone dele enquanto ele estava no banheiro.
Quando eu finalmente criei coragem de perguntar ao Dave se eu podia voltar à cidade para visitar as crianças em um fim de semana, ele e eles já tinham me substituído. Ele era um bom partido e uma vez que ficou livre, os abutres, ou seja, todas as solteironas e viúvas atraentes, fizeram seu interesse conhecido. Quando eu consegui me organizar, já havia um par delicado de sapatos debaixo da cama do Dave, meus filhos tinham uma meia-irmã e já estavam chamando outra mulher de 'mãe'.
Agora, velha demais para começar outra família, tudo que posso fazer é sentar e contemplar a vida solitária que tenho pela frente.
EPÍLOGO DO DAVEEstou deitado aqui tendo olhado para o relógio de cabeceira, 23h05. A respiração suave de Ruth, deitada ao meu lado, me lembrando da nossa maratona sexual das últimas duas horas. Merda! Sexo com alguém nova depois de dez anos com a mesma mulher era bom. Bom pra caralho. Fizemos umas coisas que eram quase ilegais e eu gozei pelo menos três vezes, Ruth muito mais.
É, a vida é boa, ainda que um pouco bizarra. Uma esposa me traiu, mas antes que eu pudesse lamentar muito a morte daquele casamento, eu estava sendo seduzido por alguém mais jovem, mais bonita e sexualmente muito mais aventureira, e eu tenho o pau murcho e as bolas vazias para provar.
O último dia surreal do meu antigo casamento ainda me confunde pra caralho. Talvez se eu revivê-lo na minha cabeça, pela décima milésima vez, finalmente faça sentido.
Como foi? No último dia do meu casamento, Megan chegou em casa, entrou na casa e sem dizer uma palavra, simplesmente se virou e foi embora de novo. Ouvi o carro dela ligar e ir embora. Fiquei ocupado por mais alguns minutos e quando liguei para o celular da Megan, estava ocupado.
Sem sinal dela, comecei a rotina de dormir das crianças e elas rapidamente pegaram no sono. Não ver a mãe antes de se deitarem, infelizmente, não era uma ocorrência incomum.
Fui para a cozinha e estava prestes a ligar para a Megan de novo quando o telefone de casa tocou. A tela mostrava um número de celular não reconhecido. Os próximos minutos foram mais ou menos assim, de memória.
"Alô, David Brown, falando."
"Hã, alô, Dave, é o Carl."
Eu conhecia o Carl, claro, ele tinha começado a trabalhar com minha esposa há algum tempo. Eu o tinha visto em algumas funções do trabalho e até fomos convidados para a festa de inauguração da casa dele. Qual era o nome da esposa dele? Rebeccca? Bec? Algo assim. Muito bonita, corpo escultural e uns dois anos mais nova que Megan e eu. Carl, por outro lado, eu achava um babaca. Arrogante, cheio de si, e me olhava com nariz empinado. Uma lenda na própria mente. A última pessoa com quem eu queria falar depois de um dia duro. Por isso minhas próximas palavras provavelmente não saíram muito amigáveis.
"Sim, Carl, o que posso fazer por você?"
"Quanto vai custar?"
Eu não tinha a menor ideia do que ele estava falando e não disse nada na minha confusão, forçando-o a continuar.
"Se minha esposa descobrir que eu estou tendo um caso com a Megan nos últimos seis meses ou mais, ela vai cortar minhas bolas fora e eu vou perder meus filhos. Então, vou ser franco, Dave, quanto vai custar para você manter a boca fechada?"
Não me lembro de ter derrubado o telefone e desabado no chão enquanto a notícia devastadora de que minha amada esposa tinha me traído da pior maneira possível fustigava minha consciência. Eu estivera totalmente desprevenido e não conseguia acreditar. No entanto, o tom suplicante na voz do Carl era bastante convincente. Então minha mente se voltou para o problema recentemente muito ponderado. Por que minha esposa parecia ter se distanciado emocionalmente de mim e das crianças no último meio ano ou mais? Nada drástico, só definitivamente perceptível.
Mais tarde eu perceberia que o primeiro estágio do luto, a negação, durou menos de trinta minutos no chão. Substituído pela raiva. Uma fúria cega para mascarar a dor da minha perda. Ainda tive controle suficiente para não descontar na Megan. Por aí estava o caminho da prisão. O amante dela, no entanto, era uma coisa totalmente diferente. Assim que ouvi a Megan voltar, dirigi até a casa do merda e com toda a raiva que eu possuía, soquei-o em cheio. A sensação de osso e cartilagem quebrando sob meu punho me fez sorrir até agora.
A confissão forçada do Carl na sua sala de estar, pingando sangue, foi completamente desnecessária para meu esclarecimento, mas necessária para sua esposa. A liberação da raiva me permitiu voltar para casa e calmamente dizer para a Megan se foder.
Enquanto eu escutava minha parceira de cama roncar levemente, percebi que não estava mais perto de resolver o mistério do que estive nas últimas cem vezes que tentei decifrar.
Por que o Carl plantou as sementes da destruição do seu próprio casamento confessando para mim quando eu não fazia ideia? Não pude deixar de pensar, de novo, que o comportamento estranho da Megan naquela noite, de chegar do trabalho e depois sair de novo sem uma palavra, tinha algo a ver com tudo. Mais uma vez repassei aquela noite na minha cabeça.
Eu tinha cozinhado o jantar, como sempre. Confirmei que a Megan se atrasaria, então sentei e comi com as crianças, conversando como fazemos. Depois comecei a limpar. Jillian reclamou que estava com um ponto dolorido na boca. Peguei uma lanterna, virei seu lábio inferior para trás e vi a afta. Indo até nosso armário de primeiros socorros, peguei o tubo de Bonjela e um daqueles cotonetes embrulhados individualmente, abri ambos, passei um no outro e usei o creme para o propósito para o qual foi projetado.
Absolutamente nada a ver com o mistério em questão. Droga, estou começando a suspeitar que nunca saberei.
Virando-me de lado, coloquei meu braço sob a cabeça da bela adormecida e a encoleirei, beijando suavemente a nuca dela. Ela se aninhou em mim e ronronou um pouco.
Dane-se o mistério, a vida é boa.
AGORA DESCONTRAIA. Você pode culpar o 26THNC pela piada a seguir. Um sujeito e a esposa estavam se ocupando uma noite... Ela sussurrou de forma sexy, "Apague a luz e enfia na minha bunda." Pensando bem, eu provavelmente deveria ter deixado a lâmpada esfriar primeiro.