Filho Transviado
Você já viu aquele episódio de Scrubs em que eles têm um vaso no telhado? Chamavam de Episódio da Epifania. Era sábado à noite e eu estava tendo minha própria epifania; só que não era sentado no vaso. Era mais curvado sobre ele e vomitando minhas tripas na tigela fria de porcelana.
Já devia passar bem da 1 da manhã, diabos, eu não saberia dizer que horas eram. Eu estava na casa do meu amigo Mike, numa bebedeira infernal; basicamente o que eu fazia quase todo sábado à noite.
Para os certinhos de plantão; é melhor a gente esclarecer os fatos. Meu nome é Austin Preacher; é isso mesmo. Todos os meus amigos me chamam só de Preacher. Amanhã faço dezenove anos, então esta noite era minha festa de aniversário; não que eu precisasse de motivo para me entupir.
Não, eu não tenho idade para beber; mas bebo? Claro que sim, pra caralho. Tenho idade para enrolar um baseado? Nem fudendo, mas conte isso para o saquinho de maconha na minha escrivaninha no quarto.
Desde que terminei o ensino médio, passei basicamente um ano desperdiçando minha vida. Jogava videogame o dia todo; me enchia de cachaça todo fim de semana, e se fosse mulher e respirasse, segurava aí que eu como.
Em outras palavras, sou o pior pesadelo de qualquer pai. Só que eu só tenho uma mãe. O fato de meu pai ter morrido de toxicidade alcoólica quando eu tinha doze anos parece que não entrou na minha cabeça.
Sabe aquela música country antiga do Randy Travis? Minha Mãe Tentou. Ela tentou, tentou muito me colocar nos trilhos; honestamente, eu nunca ouvi uma palavra do que ela dizia.
Não, não vou dizer o nome dela; nunca a chamo pelo nome, por que diria agora? Sempre foi só mãe. Não, nunca olhei para ela de forma sexual; aliás, ela nem se encaixava no meu tipo de garota.
Ela estava tentando naquela noite, enquanto eu cambaleava pelo corredor de volta para o quarto. Com meu cérebro embaçado pelo álcool, ouvi um som que não consegui identificar e olhei ao redor no corredor escuro.
Encostado na parede do lado de fora do quarto da minha mãe, ouvi de novo. Desta vez reconheci o que era; um choro abafado. Vinha do quarto dela e me fez parar no ato.
"Por favor, Deus", ouvi a voz suave dela. "Não o tire de mim; ele é tudo o que me resta." Ouvi aquela voz suave.
Desabei no chão contra a parede, ouvindo uma conversa que nunca deveria ter ouvido; mas precisava ouvir. Minha mãe, implorando baixinho para não perder alguém de quem precisava... eu.
Nenhum pedido era para ela; nenhum. Ela suplicava e implorava para me manter vivo. Nem sequer mencionou o álcool ou as drogas, ou o sexo. Falou de sua solidão e de sentir falta do meu pai; e do mundo como era antes da bebida.
Sei que parece melodramático, mas até você passar por isso; faça um favor e não julgue. Enquanto eu praticamente me arrastava para ficar de pé e cambaleava para o quarto, senti as lágrimas quentes no rosto. Pela primeira vez nos meus dezenove anos, percebi não o que eu estava fazendo comigo mesmo, mas o que eu estava fazendo com ela.
Quando acordei perto do meio-dia no dia seguinte, a cabeça parecia que ia explodir dos ombros por causa da ressaca. Minha barriga doía de tanto vomitar, e parecia que eu não tinha dormido nada.
Ao sair da cama, ainda vestido da noite anterior, pela primeira vez eu conseguia enxergar — e Deus, como eu conseguia sentir o cheiro. Federava a suor e vômito, e meu quarto empesteava. Havia roupas sujas espalhadas, comida meio comida no chão ao lado da minha cadeira gamer; era uma das visões mais nojentas que já tinha visto; e era eu.
Tirei toda a roupa ali mesmo, em pé; não aguentava vesti-las nem mais um segundo. Sem nem pensar, fui pelo corredor para o chuveiro. Era sábado, mas eu sabia que mamãe tinha pegado um turno extra no trabalho.
Jesus, quantos fins de semana ela trabalhou a mais para pagar nossas contas?, pensei. Você é um babaca do caralho, pensei enquanto entrava no chuveiro. Depois do banho, voltei para o quarto e, droga, não consegui achar uma calça ou camiseta limpas. De cueca, fui juntando devagar os resquícios da minha vida sórdida do chão; e voltei para o corredor.
Tá, não sou a criatura mais prendada do mundo. Levei mais de alguns minutos só para descobrir como a maldita lavadora funcionava; foi tão ruim que eu já estava a três passos da máquina quando percebi que nem tinha colocado sabão na porcaria.
Enquanto as roupas lavavam, comecei a arrumar meu quarto. Deus, foi preciso quase um saco de lixo de cozinha inteiro para tirar o lixo. Era isso que a mamãe fazia? Ela aguentava isso de novo e de novo enquanto eu ficava alheio na frente do meu console?
Quando finalmente consegui ver o chão do quarto, fui investigar. Nunca soube que ela guardava o aspirador no armário com as roupas de cama. Diabos, nem sabia que era daqueles verticais. Até que descobri como ligar, e passei a hora e meia seguinte limpando o chiqueiro que eu chamava de quarto.
Às duas e meia, eu estava com uma camiseta e uma calça jeans limpas; e podia considerar meu quarto novamente habitável para seres humanos. Desci no silêncio da casa; fui para a cozinha porque minha barriga vazia estava me torturando. Peguei um pote de plástico com sobras da geladeira e coloquei no micro-ondas.
Enquanto esperava, dei uma olhada na louça acumulada na pia e na mesa bagunçada com a xícara de café e o cinzeiro da mamãe.
Pareceu a progressão mais natural continuar o que eu tinha começado no quarto, e desta vez fiquei surpreso quando me vi em pé na cozinha limpa apenas meia hora depois.
Olhei para o relógio, estava quase três horas e o turno da mamãe terminaria em breve. Tinha que ter mais alguma coisa? Vaguei pela casa só olhando; e desta vez, olhando de verdade. A sala estava limpa e organizada; Deus, há quanto tempo eu não sentava ali?
A pequena sala de jantar estava cheia de papéis da mamãe. Fiquei um momento olhando os envelopes abertos. Uma conta de luz, uma conta de água, uma conta de celular; Jesus, quanto a gente pagava? Tentei calcular os números, mas minha cabeça ainda doía, então desisti.
É mais do que ela está ganhando, com certeza, pensei. Precisava resolver ISSO, pensei baixinho. Imaginei que podia limpar meu carro; Deus, devia ser um chiqueiro pior que meu quarto. Saí pela porta da frente e atravessei a entrada do carro. Tinha dado uns três passos quando vi o gramado.
Puta merda, encarei. Era uma maldita selva, com ervas daninhas brotando por toda parte e grama alta ao lado da casa. Olhei para os dois lados do quintal, para os gramados impecáveis dos vizinhos. Mamãe devia ter vergonha até de encará-los, pensei.
Fui para a garagem e encontrei o cortador de grama num canto. Remexi até achar um pouco de gasolina velha e fiz a máquina funcionar. Tenho que admitir, no começo achei que o barulho ia derreter meu cérebro; mas depois de um tempo, a vibração e o zumbido tiveram um efeito quase calmante.
Senti o suor começar a escorrer depois de apenas algumas voltas pelo quintal. Está ficando fora de forma, babaca, me repreendi. Tirei a camiseta, cerrei os dentes e continuei empurrando a máquina.
Já tinha terminado os fundos e estava cortando ao lado da garagem; nem reparei no tempo. Por causa do cortador, não ouvi o carro da mamãe entrar na entrada. Dobei a esquina da garagem bem quando ela vinha andando para a casa. Ela parou em seco e me encarou.
"Austin", a voz dela mal saiu.
Abaixei e desliguei o cortador. Consegui ver os olhos dela arregalados como pires enquanto eu me aproximava. Era como se estivesse olhando para um estranho.
"Oi, mãe", eu disse, meio sem jeito.
"O que...", ela olhou para as partes cortadas do quintal; "Austin...", perguntou de novo.
"Já é hora de eu fazer minha parte", eu disse baixinho.
Não consegui me conter, aquela bravata adolescente. Estufei o peito nu. Eu tinha respeitáveis um metro e setenta e oito e uns setenta e cinco quilos. Tinha praticado esportes no colégio e sempre me orgulhei do meu corpo.
"Além disso, não faz mal entrar em forma para as garotas." Flexionei os músculos e tentei um sorriso.
Mamãe só ficou parada me olhando; os olhos dela deslizando pelo meu peito suado, depois de volta para o meu rosto. Desta vez, havia mais do que apenas surpresa e choque, havia algo mais latente ali que eu nunca tinha visto antes.
"Por que você não vai tomar um banho?", eu disse baixinho. "E não se preocupe com o jantar, está resolvido."
"Você é... o Austin, né?", mamãe perguntou suavemente.
"Sim, mãe, sou eu." Olhei nos olhos confusos dela. "Sabe; Austin, o vagabundo, Austin, o imprestável, Austin, o babaca.", eu disse.
Ela abriu a boca para falar, mas eu a interrompi.
"Eu sei; desculpa o palavreado." Sorri. "Mas não dá para negar a verdade.", eu disse baixinho.
Me inclinei e dei um beijo suave na testa dela; senti o perfume leve na pele. Por que eu nunca tinha notado antes?
"Vá tomar um banho, senhora", eu disse. "Preciso terminar." Antes que ela pudesse responder, voltei para o cortador.
Quando terminei e empurrei o cortador de volta para a garagem, o moleque ranhento que entrega pizza já tinha passado. Quando entrei na cozinha, mamãe estava parada olhando para a caixa na mesa.
"Como...?", ela me olhou.
"Vendi minhas coisas de volta para o Benny", eu disse quieto.
Vi o choque percorrer o rosto da mamãe. Eu vendi meu estoque, minha posse mais valiosa; para comprar uma pizza. Vi todas as perguntas nos olhos dela, mas não pude encará-las naquele momento.
"Preciso tomar um banho", murmurei.
"Austin", a voz suave dela me deteve no meio da cozinha.
Quando me virei para ela, ela deslizou pela sala na minha direção. Não, ela não andou. Essa mulher de um metro e sessenta, deslizou. A mão pequena dela subiu e pousou no meu peito; senti o coração bater forte quando a pele dela tocou a minha. O que estava acontecendo? Fiquei paralisado.
"Não... tome banho.", ela disse baixinho.
Olhei para ela, confuso; eu devia estar cheirando a suor e grama cortada. Olhei para baixo e vi um dedo traçando uma gota de suor sobre o meu músculo peitoral.
"Eu gosto...", a voz dela era um sussurro abafado.
Não me aguentei, me inclinei e beijei suavemente a testa dela de novo. "Vá sentar, vou pegar os pratos.", eu disse quieto.
Comemos em silêncio; mamãe não parava de me olhar, com tantas perguntas nos olhos. Eu mesmo não sabia nem metade das respostas; então fiquei feliz por ela não perguntar.
Ela foi para a sala enquanto eu recolhia a cozinha. Fiquei meio perdido naquele momento. Não me juntava a ela na sala desde o colégio. Subi para o meu quarto e tentei jogar alguns jogos de videogame.
Quando já passava das dez, meus músculos doíam e o cansaço estava tomando conta. Tinha sido um longo dia. O primeiro dia, pensei. Era sábado à noite, eu estava sóbrio e estava em casa.
Eu tinha tirado tudo, ficando só de cueca, e estava tentando endireitar o desastre dos meus lençóis quando ouvi uma batidinha suave na porta.
"Austin." A voz suave da mamãe veio do outro lado.
"Pode entrar, mãe", eu respondi.
Me virei da cama e a vi em pé ao lado da porta quase fechada, me olhando. Vi o cabelo loiro preso num rabo de cavalo, destacando seus olhos azuis claros.
Ela usava uma camisola velha bege; consegui ver a bainha desfiada. Mais uma vez os pensamentos vieram; quanto ela havia sacrificado por si mesma, por mim.
Fiquei em silêncio, observando os olhos dela enquanto me avaliavam. Definitivamente havia algo diferente no olhar enquanto ela percorria do meu abdômen tanquinho até o peito. Depois, o olhar de mãe voltou aos olhos quando encontrou os meus.
"Você é... o Austin?", ela perguntou baixinho.
"O novo Austin Powers, baby", eu disse, pensando naquele velho filme bobo e tentando aliviar o clima.
Mamãe só me encarou, confusa. Eu sabia que teria que encarar as perguntas mais cedo ou mais tarde, melhor acabar com isso logo, suspirei para mim mesmo. Sentei na beirada da cama e dei tapinhas ao meu lado.
Hesitante, mamãe veio e sentou do meu lado. Continuou me olhando por um momento, os olhos dela vasculhando os meus.
"O que está acontecendo?", ela perguntou num murmúrio.
"Eu... eu ouvi você... ontem à noite." Foi a única resposta que pude dar enquanto olhava para minhas mãos.
"Ah, Deus", mamãe sussurrou.
"Tudo bem, mãe", eu olhei para ela. "Você estava certa. Não sei por que nem como; mas... é hora... de crescer.", eu disse baixinho.
Mamãe só ficou sentada me encarando, os olhos dela procurando nos meus. Tentei colocar em palavras o que eu estava sentindo desde a noite passada, mas sou péssimo para achar as palavras certas. Costumo ser um cara de ação, não de palavras.
"Sei que não fui dos melhores", suspirei. "Sinto muito pela mágoa..."
"Shhhh", mamãe disse, estendendo a mão para a minha coxa nua. "Eu te amo.", ela sussurrou.
"Eu te amo", encarei os olhos dela. "Vai ser diferente."
Mamãe se inclinou e eu fiquei ali parado como uma pedra enquanto os lábios dela roçaram os meus. Senti como um choque elétrico minúsculo percorrer dos meus lábios até a virilha. Que diabo?
Mamãe tinha um olhar de surpresa quando se afastou. Os olhos dela desceram e viram o volume crescente na minha cueca. Queria me enfiar debaixo da cama.
"É melhor eu voltar para a cama.", mamãe disse baixinho.
Enquanto eu a observava sair do quarto, foi como se meus olhos não estivessem sob meu controle. Percorri suas pernas finas, até a bundinha apertada sob a camisola. Ela realmente não era meu tipo de corpo; mas também não conseguia negar o pequeno fluxo de sangue que encheu meu pau já ficando duro.
Me enfiei debaixo das cobertas e fiz o possível para afastar os pensamentos enquanto o sono tomava meu corpo cansado. Não podia acreditar que estava pensando na minha mãe daquele jeito; tinha que ser a ressaca da bebida e das drogas.
Na semana seguinte, fiquei sóbrio. Quer dizer, literalmente sequei. Tive tremores, suores; todos os desejos. Toda vez que eu queria ir ao Benny, ouvia o som do choro da mamãe. Se você já passou por isso, acredite, é uma merda.
O interessante é que, conforme a semana passava, houve uma mudança sutil na mamãe também. Ela me tocava mais; meu braço ou meu peito. Ela me beijava de leve em momentos inusitados. Aí, quando ela entrou na cozinha de jeans e regata, achei que ia me mijar.
"O quê?", ela perguntou baixinho quando eu fiquei encarando.
Deus, como ela estava bonita. Onde aquele corpo estava escondido? Com pouco mais de um metro e sessenta, ela pesava só uns cinquenta e cinco quilos. Mais uma bundinha apertada enfiada no jeans; e uma regata esticada sobre um par de seios 36B. Ela podia não ser meu tipo antes, mas estava rapidamente entrando para o time.
"Nada", murmurei, desviando o olhar.
No dia seguinte, mais do mesmo. Ela usou um jeans justo com lantejoulas nos bolsos de trás. Eu nunca tinha visto aquela calça antes, mas aparentemente ela tinha um guarda-roupa que eu nunca tinha notado.
Em poucas horas, eu poderia desenhar o padrão das lantejoulas de olhos fechados, de tanto que eu olhei para a bunda dela.
Estávamos sentados na mesa pequena da cozinha, comendo um sanduíche no almoço; mamãe falava sobre o trabalho. Sinceramente, eu não estava ouvindo muito. Não por causa de bebida nem ressaca, mas porque meus olhos não paravam de descer.
Desta vez, ela usava uma blusa amarela clara bem fina, já que estava um calor dos infernos. O tecido era fino o suficiente para eu perceber que ela também não estava de sutiã. Eu conseguia ver quase que só a sugestão das auréolas escuras através do pano enquanto os seios dela balançavam.
"Austin...", eu não ouvi. "Austin...", ela falou de novo. Deus, fiquei ali sentado como um poste. Um dedo fino veio e tocou a base do meu queixo, erguendo meu rosto.
"Meus olhos estão aqui em cima, querido", mamãe sussurrou baixinho.
"Desculpa", murmurei enquanto o vermelho se espalhava pelas minhas bochechas.
"Desculpa pelo quê; por apreciar?", mamãe disse, levantando da cadeira para recolher os pratos.
"Por que você acha que estou usando isso?", ela olhou nos meus olhos.
Eu fiquei chocado. Ela estava usando aquelas roupas para mim, ou era algum tipo de recompensa? Que diabos estava acontecendo? Eu me levantei e fui em direção à porta da garagem, precisava fazer alguns trabalhos no quintal, e quente ou não, não ia desaparecer.
"Austin..." a voz da mamãe veio da pia onde ela estava.
Eu me virei e olhei para ela, mas ela estava encarando o prato que segurava na mão.
"Tire sua camiseta... por favor" ela sussurrou suavemente.
Eu saí para o quintal dos fundos, pegando o ancinho e olhei para a janela da cozinha. Mamãe estava em pé na pia, com os olhos grudados em mim. Sinceramente, não sei o que me possuiu naquele momento; larguei o ancinho e lentamente tirei a camiseta.
OK, eu admito; sou um jovem de dezenove anos. Flexionei meus músculos e fiz uma pequena exibição; me processem. Mamãe não era a única que gostava de ser apreciada.
Pelos próximos quinze minutos aproximadamente, trabalhei pelo quintal. Fiz questão de me curvar para apertar meus jeans na bunda. Ou me virar e ficar de perfil para a janela, com o peito brilhando de suor. Eu conseguia ver mamãe, em pé na pia, imóvel.
De repente, percebi que ela tinha sumido; ah, bem, fim da exibição. Mais tarde, quando voltei para dentro de casa, pensei em tomar um banho rápido e depois tentar jogar alguns games.
Quando atravessei a sala de estar, vi mamãe sentada no sofá. Algo me fez parar e olhar para o rosto dela. Vi uma lágrima descendo por sua bochecha.
"O que foi?" perguntei enquanto caminhava até o sofá.
"Eu sinto... muito" mamãe soluçou baixinho.
"O que foi?" eu me sentei devagar ao lado dela no sofá, esquecendo o banho.
"Eu não consegui... parar." Ela disse suavemente.
Eu não conseguia entender, o que ela tinha feito que pudesse ser tão errado? Enquanto olhava para ela, de repente me ocorreu que ela estava usando uma calça jeans diferente daquela com lantejoulas.
Olhei mais de perto para o rosto dela, sim, ainda havia aquele tom rosado revelador, sutil em suas bochechas. Tendo sido um especialista na arte; eu sabia.
"Você... você se masturbou?" perguntei suavemente.
"Sim" mamãe ofegou. "Na pia." Ela se virou e encarou meus olhos.
Eu podia ver uma mistura de vergonha e desejo nos olhos dela. Me ocorreu; ela era mais do que apenas minha mãe. Mais do que apenas uma máquina de limpar, ou uma máquina de cozinhar; ela era uma mulher. De todas as coisas que eu poderia retribuir a ela, talvez fosse um toque de humanidade.
Eu me inclinei e suavemente rocei os lábios dela nos meus. "É bom ser apreciado" eu sorri.
"Austin..." mamãe implorou.
"Acho que vou tomar meu banho" eu disse calmamente.
Me levantando do sofá, olhei para mamãe. Eu podia ver a tensão no rosto dela; mas ainda mais, podia ver como os mamilos dela cutucavam o tecido fino da blusa.
"Sabe" eu disse suavemente. "Preciso ter cuidado." Mamãe levantou os olhos para o meu rosto. "Esqueço de fechar a porta do banheiro tantas vezes." Eu quase sussurrei.
Sem esperar por uma resposta, fui em direção às escadas. Peguei uma muda de roupas limpas no meu quarto e entrei no pequeno banheiro no final do corredor. Fiz questão de deixar a porta entreaberta. Poderia ser errado, mas não havia muito que um ex-drogado desempregado pudesse dar à sua mãe. Se isso a fazia feliz, então eu faria o que fosse preciso.
Fiz questão de ignorar a porta entreaberta, ou o fato de que o vidro do box do chuveiro era transparente. Eu estava mais ou menos na metade do banho quando tive a sensação de que alguém estava me observando; ao olhar de lado para a porta, pude ver a forma esguia da mamãe enquanto ela se apoiava no batente.
Ela não estava exatamente no chuveiro, mais perto da porta. Provavelmente um meio-termo, ela sempre poderia alegar que nunca entrou no chuveiro, eu meio que sorri com a lógica.
Eu estava quase de lado para a porta, e sabia que ela não conseguia ver muito; respirei fundo e entrei debaixo do jato quente, molhando meu cabelo. Girei lentamente, até que imaginei estar mais de frente para a porta. Eu soube o ponto certo quando ouvi mamãe ofegar suavemente.
Meus braços estavam erguidos, começando a passar xampu no cabelo, deixando meus peitorais flexionarem. Se não bastasse, eu podia sentir a água quente escorrendo pelo meu corpo, deslizando sobre meu pau flácido. Ela devia estar tendo uma boa visão até agora, imaginei.
Enxaguei o xampu e limpei os olhos da água. Quando olhei para a porta, levei o susto da minha vida. Minha mãe estava em pé, ainda apoiada no batente, só que agora sua blusa pendia aberta e solta sobre os ombros, uma mão segurando o que eu tinha que admitir que era um seio muito bonito.
Ela tinha desabotoado a calça jeans e deslizado uma mão delicada para dentro, e eu podia ver seu pulso se movendo levemente. Seus olhos estavam grudados na minha virilha; não sei se ela tinha medo de olhar para o meu rosto ou se era apenas hipnotizante para ela.
Não me importa quem você é; tenho novidades, o impulso para o seu ego masculino de ter uma mulher se masturbando enquanto olha para você é enorme. Mesmo que essa mulher seja sua mãe de quase quarenta anos; talvez ainda mais por causa desse tabu social, não sei.
De qualquer forma, eu podia sentir o sangue descendo para abaixo da minha cintura, e não havia nada que eu pudesse fazer para impedir. Pensei em me virar quando meu pau começou a engrossar. Não, droga, eu me repreendi. Você convidou a porra da mulher, aguente; pensei. Então, fiquei ali debaixo do jato quente, meu pau lentamente engrossando e se erguendo, enquanto minha mãe observava.
Mamãe apertou o seio, rolando o mamilo duro entre o polegar e o dedo; eu vi um arrepio percorrer o corpo dela. Não pude evitar, me perguntei quantos dedos ela tinha enfiado naquela boceta molhada, e o pensamento me fez tremer.
Eu observei os olhos dela subirem lentamente pelo meu corpo molhado, quando ela travou os olhos nos meus, seus olhos se arregalaram ao perceber que eu também estava olhando para ela. Eu a encarei em silêncio, enquanto minha mão descia para a cintura.
Não consegui suprimir o grunhido quando minha mão envolveu meu pau agora pulsante. Eu não estava nem na metade do meu próprio orgasmo, quando vi mamãe começar a tremer e estremecer de repente. Ouvi um gemido suave quando ela teve um orgasmo bem ali na minha frente.
Já estive com mais mulheres do que consigo me lembrar; droga, algumas eu nem sabia o nome. Mas isso foi de longe a coisa mais erótica que eu já tinha visto.
Assim que o corpo dela começou a relaxar, um olhar de pânico atravessou seu rosto corado. Ela puxou as mãos e fechou a blusa em volta do corpo. Sem uma palavra, ela desapareceu da porta. Bem, eu com certeza não tinha terminado.
Fiquei naquele chuveiro e lentamente bati uma punheta pensando na visão da minha mãe nos espasmos de um orgasmo. Eu gozei a maior carga da minha vida em toda a porra da parede do chuveiro, até meus joelhos parecerem que iam ceder.
Terminei meu banho e, de cueca box, voltei para o meu quarto. A porta da mamãe estava fechada e eu jurei ter ouvido um choro suave do outro lado. Pensei em bater, mas simplesmente não parecia o momento certo. Se eu fosse meu antigo eu, meio bêbado ou doidão, já estaria com o pau todo dentro da garota a essa altura. Isso era diferente, e eu senti algo que nunca tinha sentido antes... amor.
Por três dias mamãe conseguiu me evitar, eu estava ficando louco. Deixei a porta do chuveiro aberta, mas não houve mais visitas. Fiquei sem camiseta, e ela mudava de cômodo onde eu estava.
Ela nem mesmo discutia as coisas; toda vez que eu tentava, ela simplesmente saía do cômodo. Ao final do terceiro dia, eu já estava farto. O jantar terminou e, em vez da sala de estar; mamãe tinha se refugiado no quarto dela mais uma vez. Eu fiquei do lado de fora da porta no corredor, tentando ensaiar todas as coisas que queria dizer, mas só fiquei mais irritado.
Foda-se isso, pensei. OK, admito que não sou do tipo diplomático, nunca fui. Prefiro a honestidade bruta a pisar em ovos. Eu nem bati; apenas girei a maçaneta e entrei no quarto dela.
Eu estava dois passos dentro do quarto antes de ver mamãe, e congelei no lugar. Ela estava paralisada de choque, em pé na frente da cômoda. Em uma mão segurava a camisola surrada que costumava usar para dormir. Não foi isso que me parou; foi o fato de que a única coisa que ela vestia era uma calcinha azul-clara estilo cuequinha. Elas subiam bem nos quadris e abraçavam as curvas da sua bundinha pequena.
"Austin..." a voz da mamãe pareceu alta.
"Ai meu Deus" eu sussurrei, enquanto meus olhos a contemplavam.
Sua pele estava bronzeada do trabalho no quintal, com linhas ao longo dos braços de onde as mangas da blusa terminavam. A pele clara dos ombros descia em um brilho suave até a curva dos seios. Para uma mulher de quarenta anos, eles eram fantásticos; foda-se, eles eram fantásticos e ponto final. Eles se projetavam firmes na frente dela, no formato e tamanho perfeitos para segurar na palma da mão e levar à boca.
Sua barriga era lisa e esguia, apenas o leve inchaço que vem com a idade combinada com o parto aparecia. Sua bundinha empinada projetava-se atrás dela, a curva perfeita para se encaixar no seu colo, pensei. Quando ela se virou assustada com a porta, eu vi o formato de um V escuro bem aparado sob o tecido fino da calcinha. Suas coxas eram firmes e tonificadas, como as de uma dançarina, e eu as observei tremerem enquanto ela mudava o peso.
Cada palavra que eu tinha praticado simplesmente sumiu do meu cérebro. Eu apenas fiquei boquiaberto olhando essa visão a poucos passos de mim. Esqueça que ela era minha mãe, ela era linda pra caralho; por que eu nunca tinha percebido?
Mamãe lentamente começou a levantar o braço; ela ia segurar a camisola velha na frente dela, para se esconder atrás.
"Não" eu engasguei.
Mamãe inclinou a cabeça para o lado, um olhar de surpresa nos olhos. Eu vi os olhos dela piscarem para baixo e depois para cima, droga, ela tinha que ver o volume crescente nos meus jeans.
"Deus, você é linda." eu disse; dando dois passos mais perto dela.
"Austin" mamãe sussurrou, enquanto eu me aproximava. No entanto, ela não fez nenhum movimento para se cobrir.
"Foi errado..." mamãe sussurrou. "Nós não podemos... não deveríamos..." ela pareceu tropeçar nas palavras.
Agora eu estava bem na frente dela, seus olhos estavam grudados nos meus e era como se ela tivesse esquecido que estava quase nua na minha frente.
"Você realmente não sabe" eu disse suavemente.
Mamãe apenas ficou em silêncio na minha frente, eu podia ver seus seios subindo e descendo conforme sua respiração aumentava. Havia uma aparência corada em suas bochechas, seus lábios levemente entreabertos.
"Você é linda, mãe" eu sussurrei; e eu quis dizer cada palavra.
Talvez fosse todo esse tempo sem sexo que estava fazendo isso; eu estava acostumado a transar nas festas de fim de semana. Era sempre tão fácil; as garotas estavam ou bêbadas ou doidonas como eu. Mas eu duvidava disso, mamãe realmente era o que eu considerava uma beleza oculta. Atrás da bebida e dos baseados, eu simplesmente nunca tinha notado a mulher que vivia na minha casa.
Algo clicou no meu cérebro naquele momento; eu não era o único alcoólatra com quem mamãe lidava. A vida não tinha sido fácil para ela antes mesmo; papai nunca deve ter dito a ela.
"Não há álcool" eu disse suavemente "e nem drogas que me nublem, mãe" eu percorri com os olhos seu corpo agora trêmulo. "Mas droga, mulher, você é gostosa"
OK, não foi exatamente romântico, como eu disse, nunca tive o dom das palavras floreadas ou elaboradas de improviso; mas eu era honesto.
"Austin" os olhos da mamãe tinham se arregalado ainda mais. "Você não deveria estar dizendo..." ela sussurrou.
"Você está certa" eu respondi. "Eu não deveria estar dizendo" minha cabeça começou a se abaixar "eu deveria estar mostrando" murmurei. A ação sempre foi minha primeira linha.
"Austin... ai meu Deus." Mamãe gemeu quando minha boca quente envolveu um mamilo duro.
Deixando a camisola cair no chão, ela estendeu a mão e agarrou a borda da cômoda com uma mão, enquanto a outra subiu e segurou a parte de trás da minha cabeça.
"Nós não deveríamos... ai, amor" ela ofegou enquanto eu circulava seu botão duro com a língua.
Mamãe continuava ofegando que não deveríamos estar fazendo algo que ela obviamente não estava lutando contra; enquanto eu estendi a mão e segurei os dois seios. Deus, eles se encaixavam perfeitamente nas palmas das minhas mãos.
Enquanto eu massageava e moldava as esferas mornas, virei gentilmente e a conduzi para trás. Enquanto minha boca trabalhava de um seio para o outro, eu lentamente a guiei para trás, para longe da cômoda, até que ela ficou ao lado da cama.
Não sou um Casanova, mas tive muita experiência com mulheres. Mais do que qualquer homem deveria ter aos dezenove. Realizei o que gosto de chamar de trifeta. Eu a conduzi para trás para sentar lentamente na beira da cama, ao mesmo tempo que me ajoelhei entre suas pernas abertas, e abaixei sua calcinha até os tornozelos. E ao mesmo tempo, deixava um rastro de beijos suaves e úmidos descendo por sua barriga.
"Austin, o que você está... ai Deus, Austin... nós não deveríamos..." mamãe divagava acima de mim; mesmo que sua mão ainda segurasse minha cabeça, sem fazer nenhum esforço real para me deter.
Quanto mais eu descia, mais eu sentia o cheiro do seu almíscar. Eu achava que um baseado me deixava doidão, Deus, só o cheiro dela estava percorrendo meu corpo como uma droga. Eu tinha que prová-la; não podia chegar tão longe e não fazê-lo.
Meus lábios cruzaram seu monte, e fizeram cócegas no V que ela tinha aparado logo acima. Uma segunda mão segurava minha cabeça por trás, mas ainda assim ela não lutava.
"Austin... você não faria... eu sou sua mãe... Ooohhhhhhhhh" ela meio que suspirou quando meu hálito quente acariciou seus lábios encharcados.
Não quero dizer molhados, Deus, ela estava encharcada pra caralho. Eu podia ver gotículas de umidade grudadas em seus lábios inchados. Mamãe estava tão excitada que estava praticamente pingando.
Cada boceta tem um sabor e consistência diferentes. Eu devo saber, chupei minha cota. Assim como seu almíscar tem um odor diferente, cada uma tinha um gosto diferente; algumas são azedas, outras são pungentes e outras você nem saberia que está chupando uma boceta.
Mamãe tinha o que eu honestamente considerava uma das bocetas mais doces que já tive o prazer de enfiar minha língua. Seu néctar era espesso como mel, enquanto revestia minha língua, e o sabor era quase doce nas minhas papilas gustativas. Esqueça estar apaixonado por essa mulher; eu poderia me banquetear nela por horas.
Seus dedos se curvaram em meu cabelo enquanto minha língua deslizava entre seus lábios e sondava por dentro. Eu a ouvi quase arfar enquanto eu recolhia aquele creme grosso com minha língua, puxando-o para minha boca.
"Ai meu Deus... ai meu Deus" mamãe ofegou acima de mim. "Vou para o inferno" ela sussurrou.
Afastando meu rosto, já brilhando com seus fluidos, eu olhei para ela.
"Não, mãe" eu sussurrei. "Estou te levando para o céu."
Minha cabeça caiu entre suas coxas lascivamente abertas enquanto eu enfiava minha língua o mais fundo que podia alcançar dentro dela. Senti seus pés pequenos se erguerem do chão, enquanto suas pernas finas apertavam minha cabeça; eu realmente podia sentir seus dedos começando a se curvar enquanto ela arrastava seus pés pelas minhas laterais.
"Austin... você precisa parar... ai porra... amor... eu não consigo..." mamãe gemeu acima de mim.
Eu sabia o que estava acontecendo, eu podia sentir no tremor de suas coxas tonificadas enquanto ela apertava minha cabeça. Ela estava se aproximando. Eu balancei minha cabeça entre suas pernas, não apenas dizendo a ela que não tinha intenção de parar, mas também deixando a ponta da minha língua chicotear sobre seu clitóris inchado.
"Austin... ai merda... estou... estou indo..." mamãe gemeu acima de mim.
Então seu corpo inteiro ficou rígido na cama. Eu a senti começar a quase vibrar enquanto seus dedos se curvavam em meu cabelo. Um lamento quase desolado encheu o quarto quando mamãe encontrou sua liberação.
"Goooozandooooooo" mamãe gemeu enquanto seu corpo convulsionava.
Um jorro quente de fluidos espessos encheu minha boca, eu chupei ainda mais forte. Senti sua barriga flexionar contra o topo da minha cabeça enquanto uma segunda inundação derramava na minha boca.
Engoli seu mel, sentindo-o grudar na minha garganta enquanto escorria. Ele revestiu minha língua, intoxicando-me com o sabor. Eu nunca tinha chupado uma mulher tão intensamente quanto ataquei sua boceta pulsante.
Enquanto seu corpo tremia lentamente, descendo da montanha, eu recuei a cabeça. Suas mãos soltaram o aperto firme nos meus cabelos e caíram moles ao lado do corpo. Quando me ajoelhei diante dela, ela arfava para recuperar o fôlego. Um tom carmesim se espalhara de suas bochechas até cobrir o topo do inchaço dos seios. Eu fiquei ajoelhado, esperando que ela retomasse o ar, observando. Sua cabeça pendia, encarando o chão em silêncio.
Lentamente, suas mãos subiram para agarrar o cós da minha calça jeans. Seu corpo se ergueu devagar enquanto ela me fitava nos olhos. Não era o olhar de uma mãe; era o fogo de uma mulher que me fulminava. Eu me levantei lentamente e fiquei de pé diante dela, observando.
— Não fico com um homem há três anos — sua voz não era mais o sussurro de uma mulher em dúvida; dessa vez ela falou clara e deliberada.
— Quando você... voltou... comecei a sentir coisas. — Suas mãos brincavam com o botão da minha calça. — Quando você começou a me notar, foi bom. Eu não era olhada assim há muito tempo.
Seus dedos habilmente abriram o botão da minha calça e então seguraram a aba do zíper.
— Eu quero você, Austin... mais do que quis um homem em muito tempo. — Senti o zíper descer lentamente. — Se isso acontecer, não terá volta.
Ela abriu as abas da minha calça, e eu conseguia sentir um dedo traçar o volume do meu pau escondido sob a cueca boxer.
— Serei sua mãe — sua voz caiu para um sussurro baixo. — Também serei sua esposa... e sua amante. — A voz dela tremeu. — A escolha é sua. — Ela ergueu o olhar para mim.
Minha, a escolha era minha. Dessa vez não seria a bebida ou a droga decidindo; seria eu. Eu conseguiria me comprometer com isso, me comprometer com ela?
Estendi a mão e afastei as mãos dela da minha calça. Sem uma palavra, me virei e saí do quarto dela; sei que ela poderia pensar que eu a estava recusando, mas naquele momento eu não conseguia confiar na minha própria voz.
Dizer algo não havia entrado na minha cabeça; como sempre, deixei minhas ações falarem por mim. Levou talvez um minuto e eu voltei para o quarto. Mamãe não havia se mexido, acho que ela tinha ficado ali em choque, achando que eu a rejeitara.
Quando mamãe me viu entrar de volta, seus olhos se arregalaram ao perceber que eu estava totalmente nu; meu pau grosso balançando à minha frente enquanto eu retomava meu lugar diante dela.
— Austin... — ela disse suavemente, percebendo minha resposta.
Seus olhos caíram para minha mão, onde eu segurava um pequeno pacote de alumínio. Eu não apenas tinha me despido, como também peguei uma camisinha no meu quarto; ok, então foi para lá que meu cérebro de dezenove anos foi.
Mamãe estendeu a mão e pegou o pequeno pacote da minha mão, fitando-o. Ela ergueu o olhar para mim, um sorriso surgindo em seu rosto pela primeira vez.
— Jogue-os fora — ela disse com uma voz rouca.
— O quê? — Fiquei confuso; não íamos fazer amor?
— Você nunca mais vai usá-los; não comigo — ela disse. Sua mão se fechou em punho, amassando o pacote.
— Mamãe... — foi tudo o que consegui dizer, antes que o fogo incendiasse seus olhos.
— Nunca — ela sussurrou, jogando o pacote no pequeno cesto de lixo ao lado da cômoda.
Eu queria dizer que faríamos sexo sem proteção, queria dizer que precisávamos ter cuidado; todas as coisas responsáveis. Em vez disso, só consegui gorgolejar de prazer quando uma boca quente engoliu quase vinte centímetros de pau num único movimento fluido.
Meus olhos quase reviraram na cabeça quando seus lábios deslizaram por todo o meu comprimento. Porra, como uma mulher tão pequena... onde cabia? Eu não dava a mínima enquanto o calor envolvia toda a minha virilha.
— Jesus — arfei quando sua cabeça começou a subir e descer em mim.
Lábios arrastavam ao longo da haste do meu pau, e toda vez que sua cabeça recuava, sua língua rodopiava ao redor da ponta sensível. Sua mão embalava minhas bolas e as massageava, enquanto um aspirador Hoover se instalava no meu pau.
Vou te contar agora, já recebi uma porrada de boquetes. Alguns eram bons, outros uma merda. Alguns até beiravam o ótimo. Tenho novidades: eram todos amadores comparados ao que percorreu meu corpo nos dez minutos seguintes.
Eu só conseguia tremer e estremecer enquanto uma profissional chupava meu pau; seu nariz batendo na minha virilha enquanto ela me engolia fundo repetidas vezes.
— Ah, porra... mamãe... merda... Deus... — gemi enquanto ela provocava e depois me dava prazer.
Era como andar numa montanha-russa sexual, enquanto ela levava meu corpo para cima e depois aliviava. Eu estava perdendo o controle enquanto ela trabalhava meu pau e minhas bolas.
Olhei para baixo e vi o rosto dela cavalgando meu pau. Eu conseguia ver suas bochechas se inflar quando ela descia em mim, e ouvir o som obsceno de sucção quando recuava.
Eu sempre fui um daqueles caras que afirmavam que um baseado melhorava o sexo; porra, como eu estava errado. Minha cabeça caiu para trás e eu encarei o teto enquanto prazer bruto enchia minhas bolas.
— Ah, meu Deus do caralho — gemi. — Me chupa, mamãe... ah, Jesus... — eu estava perdendo o controle, e rápido.
Sua boca recuou e seus lábios envolveram a cabeça coroada do meu pau, sugando com mais força. Seu punho envolveu minha haste coberta de cuspe, dedos finos e pequenos mal conseguindo me abranger. Sua mão começou a deslizar para cima e para baixo na minha haste enquanto ela me masturbava para dentro da boca.
— Ah, Cristo... vou... — tentei avisá-la.
Nem toda mulher gosta do gosto de porra; assim como alguns caras não gostam de chupar buceta. Eu não sabia a preferência da mamãe, mas ela me respondeu de um jeito que eu jamais imaginei.
De repente, senti a ponta da língua dela se enfiar no buraco na ponta do meu pau; isso enviou um raio elétrico da ponta, pela haste, direto para minhas bolas ferventes.
— Arrrghhhhhhhhhhhhhhhhhhh — rugi enquanto meu corpo convulsionava.
— Mmmmmmmmmmmmm — mamãe cantarolou, mesmo quando senti o primeiro jorro da minha porra quente encher sua boca.
Fiquei ali como uma estátua, esvaziando minhas bolas na sua boca sugadora. Meus olhos se apertaram com força quando um segundo jorro irrompeu da ponta; Jesus Cristo, ela estava me drenando até secar, pensei vagamente.
Olhei para baixo e a vi recuar do meu pau. Sua mão continuou bombeando lentamente ao longo da minha haste escorregadia enquanto ela olhava para mim.
Um sorriso lento e perverso surgiu em seu rosto, enquanto seus olhos brilhavam para mim. Eu só conseguia olhar maravilhado quando sua boca se abriu lentamente, e ela exibiu a poça de creme branco e espesso que enchia sua boca. Porra, ela não tinha engolido; como uma prostituta profissional, ela quase gargarejou com minha semente grossa.
Inclinando a cabeça para trás, ela fez uma pequena produção ao engolir, e eu conseguia ver os músculos de sua garganta trabalharem. Quando sua boca se abriu de novo, era mais do que evidente que essa mulher tinha acabado de engolir cada gota da porra que eu tinha dado a ela.
Eu já estava apaixonado por ela antes; agora eu estava em total luxúria. Antes, eu geralmente gozava uma carga e precisava descansar um pouco antes de um segundo round. Entre o punho bombeador dela e a cena totalmente obscena que eu acabara de assistir, meu pau não tinha encolhido um centímetro.
Comecei a deitar mamãe de costas na cama; ela sorriu e balançou a cabeça. Estendendo a mão, ela pegou a minha e me puxou para a cama com ela. Normalmente, quando se trata de sexo, eu tendo a dominar; francamente, nunca dei a mínima para o que ela queria, só para o que eu queria.
Dessa vez, deixei mamãe me guiar; não que eu não pudesse ter feito diferente, era apenas diferente. Eu não queria dominá-la, nem que ela me dominasse. Eu queria me unir a ela, e isso significava fazer algo que eu nunca tinha feito antes... compartilhar.
Enquanto mamãe me guiava para a cama e depois de costas ao lado dela, ela começou a falar; dessa vez eu escutei, e o que ouvi me abalou até o âmago.
— Achei que, quando seu pai morreu, meu coração tinha morrido — mamãe disse suavemente. — Depois, quando você começou pelo mesmo caminho — ela engasgou ao me olhar — foi como se eu estivesse morrendo uma segunda vez.
— Rezei todas as noites — ela balançou a cabeça — e não, nunca tive a intenção de que você ouvisse. — Ela olhou nos meus olhos, um sentimento de tristeza nos dela. — Quando você começou... a mudar... foi como se eu tivesse recebido uma nova vida.
Ela me esticou de costas na cama, seus dedos traçando meu corpo. Ela desceu das minhas bochechas até os peitorais, e então traçou lentamente até meu pau latejante, que jazia úmido na minha barriga por causa da saliva dela.
— Quando você começou a me olhar... me assustou. — Sua voz era um sussurro agora. — Eu nunca tive um homem que me olhasse daquele jeito; nem mesmo seu pai.
Ela jogou uma perna sobre minha cintura, sua estrutura pequena literalmente descansando em cima de mim. Meu pau estava preso entre nossos corpos, e eu conseguia sentir seus lábios molhados e escorregadios deslizando para cima e para baixo em mim.
— Você estava duro... como agora — ela grunhiu. — Você me queria... como agora. — Seu corpo começou a se esfregar suavemente contra mim.
— Isso me excitou; me fez sentir como uma mulher. — Ela olhou para baixo, nos meus olhos.
Lentamente, ela ergueu os quadris e estendeu a mão entre nós, sua mão pequena agarrando meu pau duro, erguendo-o. Seus olhos nunca deixaram os meus.
— Eu sei que isso é errado; mas não consigo me controlar. — Ela quase gemeu, alojando a cabeça do meu pau entre seus lábios inchados.
Suas mãos desceram e agarraram meu peito; ela pairava sobre meu corpo como algo de um sonho, esperando.
— Eu te amo — mamãe sussurrou.
Estendi a mão e agarrei sua cintura fina; eu conseguia sentir seu calor beijando apenas a ponta do meu pau. Deus, eu nunca quis uma mulher como a queria naquele momento. Quando seus fluidos escorreram pela minha haste, soube que o sentimento era mútuo.
— Eu fui um vagabundo, um idiota e um bêbado — eu disse. — Está na hora de eu ser o homem da casa.
— Então me tome... meu homem — mamãe sussurrou.
Olhei entre nossos corpos, meu pau latejando de necessidade, mas um pensamento me deteve. Olhei de volta para mamãe.
— Você sabe que eu não sou... — comecei a dizer.
— Eu sei — suas unhas cravaram no meu peito. — Agora me fode até me encher. — Ela grunhiu.
Ela era tão leve; não precisei de muita força para puxá-la para baixo sobre mim. Eu poderia ter enfiado direto para cima nela. Três anos a tinham deixado quase tão apertada quanto se fosse virgem de novo. Admito que não sou pequeno, mas também não sou enorme como em pornô. Com sua estrutura pequena e sua falta de sexo, apertada não era a palavra.
Eu a trouxe para baixo uns cinco ou sete centímetros; vi sua testa franzir e então seus olhos se apertarem. Suas paredes agarraram minha cabeça como uma morsa, enquanto eu deslizava para dentro. Ela estava pingando de molhada e ainda era apertada pra caralho.
— Ah, Deus... grande — mamãe grunhiu quando chegou mais ou menos na metade. — Calma, querido — ela arfou.
Ela era literalmente tão apertada que estava espremendo minha haste. Eu a segurei no ponto médio por um momento e então acrescentei mais uns dois centímetros. Lá pelos quinze centímetros, não sei quem estava ofegante mais, mamãe ou eu. Quando ela finalmente se assentou em mim, todos os vinte centímetros enterrados dentro dela, seus olhos apertados se abriram e ela olhou para mim.
— Deus, você se encaixa tão perfeitamente — ela suspirou.
— Fica mais apertada e eu gozo só de entrar — eu disse a ela.
— Contanto que você possa fazer mais de uma vez — mamãe sorriu e rebolou a bunda nas minhas coxas. — Você pode gozar quantas vezes quiser, amante. — Ela sorriu.
Deslizei minhas mãos pelo corpo dela, embalando seus seios nas minhas mãos. Era a primeira vez que eu realmente os segurava, e me maravilhei com a sensação contra meus dedos.
— E quantas vezes você vai gozar? — Não resisti a provocá-la um pouco.
— Já que já gozei uma vez em você — seus olhos flamejaram para mim. — Vamos descobrir.
Mamãe se ergueu lentamente, suas paredes apertadas me agarrando, enquanto os sons de sucção da sua boceta me puxando enchiam o quarto. Com um grunhido, ela deixou seu peso leve cair de volta sobre mim, conduzindo lentamente meu pau de volta ao lar.
— Ah, meu Deus — mamãe gemeu quando eu a preenchi de novo.
— Tão... bom... pra caralho. — mamãe ofegava entre as estocadas. Seu corpo subindo e descendo enquanto uma fina camada de suor começava a cobrir seu rosto.
Eu só ficava deitado de costas, segurando levemente seus quadris; era estranho não ser o parceiro ativo, isso era novo para mim. Eu sentia suas paredes me arrastarem para cima e depois deslizarem de volta. Calor úmido envolvia meu pau repetidas vezes, enquanto fluidos quentes escorriam para cobrir minhas bolas.
Ela começou a acelerar o ritmo, seus seios firmes balançando enquanto ela se jogava para baixo com cada vez mais força. Eu já tinha sido fodido antes, como eu disse; mas, bom Deus, isso era inacreditável. Essa mulher me cavalgava como um campeão de rodeio, seus quadris se movendo mais rápido enquanto ela torcia a cintura, fazendo a cabeça do meu pau raspar suas paredes.
Suas mãos deslizaram pelo meu peito, seus dedos envolvendo ambos os meus mamilos, enquanto ela cerrava os dentes. O som de seus quadris batendo contra minhas coxas se misturava com nossa respiração ofegante, e eu conseguia sentir o cheiro de almíscar se misturando com suor no ar.
— Ah, porra... ah, Deus... — mamãe grunhia enquanto seu corpo quicava para cima e para baixo.
Ela estava colocando tudo o que tinha para se impulsionar sobre mim, mas com sua estrutura pequena, havia um limite para o que ela conseguia fazer. Eu conseguia sentir uma fome nela, uma necessidade que igualava a minha. Apertando mais o agarre em sua cintura, esperei; bem quando ela começou a deixar seu peso cair de novo, eu a puxei para baixo, adicionando força ao impacto.
— Unnghhhhhhhhhhh — mamãe estremeceu ao aterrissar em mim. Todo o seu corpo tremeu.
— Faça isso... de novo. — Ela arfou.
Em vez disso, eu a agarrei e ergui seu corpo leve; sua boceta sugando meu pau enquanto eu a deslizava para cima. Bem quando suas paredes apertadas atingiram a borda na cabeça do meu pau, eu a inverti e puxei com força para baixo pela cintura.
— Ah, porraaaaaaaaa — mamãe gemeu enquanto seu corpo sacudia em cima de mim.
Senti um jorro de fluidos quentes cobrir minha virilha já encharcada. Jesus Cristo, ela tinha acabado de gozar em mim de novo. Comecei a erguê-la e baixá-la, enquanto seus dedos se flexionavam contra meu peito.
— Sim... sim... sim... — mamãe cantava a cada estocada. — Me fode... Deus, me fode, querido. — Ela gemia.
— Mamãe... eu vou gozar — eu conseguia sentir aquela tensão nas minhas bolas crescendo.
— Goza — mamãe quase rosnou. — Me enche, querido. — Ela ofegava.
Ela estava tão apertada que, quando comecei a inchar, foi como se um torno de veludo me agarrasse. Seus olhos se arregalaram quando ela sentiu meu pau crescendo profundamente dentro dela.
— Ah, Deus... tão grande... — ela estava quase rouca. — Continua... não para... — ela implorou.
— Goza em mim... me enche... eu quero... me dáááá — mamãe balbuciava enquanto eu a empurrava para cima repetidas vezes.
Sua cabeça tombou para trás e sua boca ficou aberta; achei que ela fosse gritar, mas apenas um gemido escapou quando seu corpo começou a convulsionar em cima de mim. Creme quente e espesso jorrou dela para cobrir meu pau que martelava. Eu conseguia sentir aquilo grudar nas minhas bolas enquanto a bunda dela as esmagava.
Mesmo com minha proeza sexual, ou assim eu dizia, eu nunca tinha visto uma mulher ter um orgasmo. Não porque a oportunidade não estivesse lá, mas porque eu nunca tinha me importado antes. Dessa vez, eu me importei; e observei mamãe enquanto tremores percorriam seu corpo.
Eu conseguia sentir suas pernas tremerem ao longo das minhas coxas, ver os calombos surgirem em suas auréolas escuras. Ver os músculos de sua barriga se flexionando a cada onda, enquanto fluidos quentes fluíam sobre meu pau e minhas bolas.
Meus dedos cravaram em sua cintura, segurando-a firme contra mim. Minha própria barriga se retorceu com a primeira onda quente.
— Porra — grunhi suavemente quando minhas bolas se abriram.
Senti o primeiro jorro grosso espirrar da ponta do meu pau para dentro do seu útero ansioso. Seus olhos se arregalaram e ela olhou para mim.
— Ah, Austinnnnn — ela gemeu. — Me enche, querido; enche a mamãe. — Deus, ela realmente queria isso, percebi.
— Toma, mamãe, toma cada gota da porra — retruquei com voz áspera.
— Sim, dá... dá — ela gemeu enquanto um segundo jorro lavava suas paredes.
Observei uma segunda onda de tremores percorrer seu corpo pequeno; porra, ela estava gozando de novo. Ela esfregou a bunda com mais força contra mim, tentando levar minha porra quente ainda mais fundo.
Enquanto gemiaíamos através do nosso orgasmo combinado, mamãe se abaixou lentamente até que seu corpo descansasse sobre o meu, seus seios pressionados contra meu peito. Sua respiração estava quente e enchia meu ouvido.
— Eu te amo — ela sussurrou.
— Eu te amo — gemi de volta.
Deus me ajude, eu ainda não tinha terminado. Meu pau ainda estava como um poste de aço enterrado nela. Era como se eu não conseguisse me saciar, eu queria tudo naquele momento. Não sei de onde veio isso, normalmente a essa altura eu já estaria desmaiado ou partindo para a próxima mulher.
Dessa vez, eu passei os braços ao redor da minha mãe e lentamente rolei nossos corpos unidos na cama. Eu me levantei sobre os braços, meu pau ainda profundamente enfiado dentro dela.
A primeira rodada tinha sido dela, dessa vez seria eu. Eu queria que não houvesse dúvida de que aquilo era mútuo. Meus quadris começaram a subir e descer enquanto eu enfiava meu pau molhado na buceta dela, mesmo enquanto nosso creme misturado escorria para fora dela.
"Porra... caralho" eu grunhi sobre ela.
"Ainda... duro" mamãe gemeu. "Me fode, Austin... nunca pare de fazer amor comigo." Ela gemeu.
A parte obscena era: eu podia realmente sentir o creme do meu primeiro orgasmo grudado no meu pau. A ideia de que eu tinha acabado de despejar uma carga dentro dela sem proteção me enviou um arrepio.
Eu me senti como um homem possuído, não conseguia parar de fodê-la. Não que ela parecesse se opor, enquanto eu sentia suas pernas finas se enrolarem na minha cintura. Os calcanhares dela tamborilavam na minha bunda enquanto eu descia com força na sua buceta encharcada.
"Ai, Deus, bebê" mamãe gemeu debaixo de mim. "Estou gozando de novo, me faz gozar... ah, porraaaaa" a cabeça dela rolou de um lado para o outro.
Eu senti as paredes apertadas dela me prenderem ainda mais, como se estivessem tentando tirar até a última gota do meu esperma quente das minhas bolas. E caramba, elas iam conseguir.
Eu comecei a me inclinar para trás enquanto a penetrava, meu pau pulsando de necessidade. Mamãe estendeu as mãos e as enrolou na nuca, me puxando de volta para ela. O rosto dela estava a centímetros do meu, enquanto seu hálito quente banhava meu rosto.
"Estou gozando, Austin" Deus, eu podia sentir as paredes dela me ordenhando. "Me dá essa semente quente" os olhos dela queimavam.
Então mamãe disse as três palavras mais quentes que eu já tinha ouvido dela, logo depois de eu te amo. A voz dela estava baixa e rouca, mas muito clara.
"Engravida... a sua... mãe." Ela grunhiu.
Ela me puxou para baixo, seus lábios se esfregando nos meus em um beijo apaixonado. Eu queria gritar quando minhas bolas se contraíram tanto que doeram, mas ela estava com a língua enfiada na minha garganta quando aconteceu.
Tudo o que saiu de mim foi um rugido gutural quando meu pau estremeceu e começou a jorrar semente quente dentro dela pela segunda vez. Eu senti o gemido dela contra meus lábios tanto quanto o ouvi, quando ela sentiu a primeira golfada bombear em seu ventre.
Eu podia sentir seus mamilos duros como pedra pressionados contra meu peito e suas pernas finas travadas nos tornozelos na minha cintura. Ela estava garantindo que eu não desperdiçasse uma única gota dentro dela.
Suas pernas lentamente se desenrolaram de mim, e seus lábios se afastaram dos meus. Ela relaxou lentamente na cama debaixo de mim, com o sorriso mais satisfeito que eu via em anos.
"Finalmente" ela sussurrou.
Como você passa de um bêbado para o filho pródigo, e então para um comedor de mãe em questão de semanas? Eu não tinha certeza de como cheguei aqui, mas podia apostar que não tinha intenção nenhuma de voltar atrás.
Foi por isso que as coisas foram diferentes dessa vez quando o Benny apareceu em casa. Acho que ele queria descobrir o que tinha acontecido com seu melhor cliente; já que eu não comprava nada há quase dois meses.
Quando ele encostou na garagem, eu estava trocando o óleo do carro da mamãe. Achei que não fazia sentido ele sequer sair do carro, então fui até ele para conversar.
Acho que ele percebeu só de olhar para mim que as coisas estavam diferentes; pude ver pela cara dele que estava decepcionado, mas também parecia feliz por eu finalmente estar me endireitando.
"Desculpa, cara" eu disse a ele. "Só me tira da linha de vez" eu disse ao Benny.
"Você é um bom garoto, Austin" Benny estendeu a mão e me deu um tapinha no ombro. "Fico feliz de ver isso, embora odeie perder a grana." Ele riu. "Então, o que fez você mudar?" perguntou.
Eu olhei por cima do ombro para a mamãe, que tinha saído para ficar nos degraus da frente; ela estava nos observando, e eu pude ver a expressão preocupada no rosto dela.
"Agora tenho compromissos" eu disse ao Benny. "E nem um minuto para estragar tudo" eu disse a ele.
"É a velha senhora?" Benny assentiu com a cabeça na direção do meu ombro.
Benny nunca tinha conhecido minha mãe, então eu sabia que não tinha como ele saber quem ela era. Olhei de volta para a mamãe, minha voz alta o suficiente para ela ouvir.
"Ela não é minha velha senhora" eu disse ao Benny. "Ela é minha esposa" eu vi um sorriso se formar no rosto da mamãe.
"E sim" eu me virei e olhei para o Benny. "Pode apostar que ela tá grávida."
Eu dei um tapa no teto do carro dele. "Se cuida, Benny... e fica na boa, cara."
Quando o Benny saiu da garagem, eu caminhei até a mamãe. Ela estava me olhando com uma expressão divertida.
"Sua esposa?" os lábios dela se curvaram num sorriso. Então ela olhou para o Benny partindo e aquela expressão de preocupação tomou conta do seu rosto.
"Não se preocupe, eu não comprei nada" eu disse baixinho, enquanto colocava a mão sobre a leve protuberância da barriga dela. "Tenho coisas melhores para gastar meu dinheiro" eu a tranquilizei.
"Você terminou... com as drogas..." mamãe sussurrou; seus olhos fixos nos meus.
"A única droga que eu quero" eu deslizei a mão da barriga dela até apalpar sua boceta por cima dos jeans apertados. "É esse suco quente" eu sorri.
Mamãe estendeu a mão e entrelaçou seus dedos nos meus, me puxando em direção à porta da frente da casa. Eu sabia o que ela queria e não ia resistir; caramba, eu queria a mesma coisa.
"Bem-vindo em casa, bebê." Mamãe sussurrou enquanto a porta da frente se fechava atrás de nós.