Festa na Casa
— Então me explica de novo, como é que funciona essa tal de festa? — perguntei pro Steve enquanto ele dirigia.
— É simples, cara. A casa vai estar escura. As únicas luzes vão ser de luz negra, neon e estroboscópicas no salão principal. Música vai estar tocando pela casa toda. Quando a gente chegar, vai ter tigelas com pulseiras de glow stick. Pega duas, dependendo do que você tá procurando. Uma pra indicar o seu sexo, azul pra homem, rosa pra mulher. E outra pra indicar preferência, verde se você estiver aberto pros dois sexos, azul se estiver procurando um cara, e vermelho se estiver procurando uma mulher. — explicou Steve.
— E aí? As pessoas simplesmente se pegam aleatoriamente sem nem saber com quem estão transando? — perguntei incrédulo.
— Isso mesmo. Se alguém pegar na sua mão e apertar, significa que quer transar. Aperta de volta uma vez pra sim ou duas vezes pra não. Aí arruma um lugar pra fazer se você topar. Vai ter bastante cerveja se você ficar com sede. Deixa seu documento pronto, eles não deixam menor de 21 entrar.
Quando chegamos no lugar, Steve teve que estacionar a um quarteirão de distância, a rua estava cheia de carros. Caminhamos até a casa, e eu conseguia ouvir música abafada, e parecia que Steve estava certo. A única luz que saía pelas janelas escuras eram flashes de cores neon. A casa tinha uma varanda fechada. Fomos recebidos por um cara com cara de entediado sentado ao lado da porta. Ele conferiu nossos documentos e apontou a lanterna na nossa cara pra ter certeza de que a gente tinha mais de 21. Cada um pegou suas pulseiras, quebrou as cápsulas dentro delas pra ativar e colocou enquanto entrava na casa.
Logo na entrada estavam os barris de chopp e os copos vermelhos descartáveis que são onipresentes em festas pelo país. Steve desapareceu rapidamente dentro da casa, enquanto eu fiquei perto da área da cerveja. Virei três cervejas pra criar coragem e enchi meu copo uma quarta vez antes de entrar.
Steve tinha razão. A música estava alta o suficiente pra tornar impossível qualquer conversa casual. Estava escuro, mas entre a luz estroboscópica piscando no ritmo da música e as luzes negras, dava pra enxergar bem o suficiente pra circular pela multidão dançante, mas não tinha luz suficiente pra reconhecer quem era quem, mesmo de perto. Embora parecesse que muita gente veio preparada. Muitas mulheres e alguns homens tinham pintura corporal que brilhava sob a luz negra. Pela quantidade de tinta que dava pra ver brilhando numa pessoa, dava pra saber se estavam vestidos ou nus. Pelo jeito, a maioria das pessoas estava parcialmente ou completamente pelada.
Era engraçado, enquanto alguns tinham padrões legais pintados, outros usavam a tinta como placas de rua. Setas em cores neon apontando pra boca, boceta ou pau. Seios contornados com neon. Palavras como puta ou vadia pintadas no corpo.
Fui vagando de cômodo em cômodo, procurando um lugar pra sentar ou algo assim. De vez em quando mulheres vinham e apertavam minha mão. A cada vez eu apertava de volta duas vezes pra não, mesmo sentindo meu pau ficando duro nas calças só de pensar no que eu estava recusando.
Cada sofá e cadeira estava ocupado, geralmente por pessoas se beijando ou transando. No que parecia ser a sala de estar, a mesinha de centro tinha duas mulheres curvadas sobre ela, cada uma com um cara atrás metendo com força na boceta, e um cara na frente, fodendo a boca delas. Fiquei olhando por um minuto enquanto os quatro caras fodiam as garotas até elas ficarem bobas. Meu pau estava latejando dentro das calças a essa altura.
Fiquei encostado numa parede, observando uma mulher que tinha o corpo todo pintado. Ela tinha setas em cada bochecha apontando pra boca. Na barriga estavam as palavras "Vadia de Porra". De vez em quando um cara se aproximava, apertava a mão dela. Alguns enfiavam o pau na boca dela, agarravam os lados da cabeça e metiam com vontade. Outros ficavam parados e deixavam ela tomar a iniciativa e chupá-los. Quando terminavam, iam embora e ela só esperava até o próximo cara chegar.
Fiquei vendo ela ser usada por meia dúzia de caras assim. Depois de cada um, ela bebia um pouco da cerveja e esperava o próximo. Não a vi recusar nenhum cara. Terminei minha cerveja e criei coragem pra me aproximar. Ela ergueu a mão pra mim e eu apertei, ela apertou de volta sim, se inclinou e abriu a boca.
Deslizei a ponta do meu pau na boca esperando. Ela envolveu os lábios no meu pau e passou a língua pela cabeça. Estendeu a mão e acariciou minhas bolas enquanto deslizava a boca pelo meu pau, levando cada vez mais do meu membro na boca. Ela massageava minhas bolas na mão enquanto trabalhava pra cima e pra baixo no meu pau, a ponta da língua e a bolinha do piercing pressionadas firmemente contra a parte de baixo do meu pau enquanto ela fazia o vaivém com a boca. Ela era boa. Cheia de entusiasmo pra chupar pau.
Agarrei o corrimão atrás dela e enrijeci quando senti o orgasmo se formando. Contraí cada músculo que pude, tentando segurar a gozada o máximo que conseguia. Eu estava tremendo quando não aguentei mais e me entreguei. Relaxei tudo menos as pernas, estendi a mão e agarrei a cabeça dela. Ela relaxou instantaneamente, e eu comecei a foder a boca dela. Mais rápido e mais forte, eu metia meu pau nela. Conseguia sentir minhas bolas batendo no queixo dela. Conforme o orgasmo crescia dentro de mim, puxei a boca dela pelo meu pau o mais fundo que pude. Ela relaxou, meu pau deslizou mais ainda e entrou na garganta enquanto eu explodia dentro dela. Continuei metendo enquanto sentia jato após jato da minha porra jorrar na boca dela.
Quando ela sentiu que eu parei, se inclinou pra trás, tirando meu pau da boca. Agarro meu pau e lambeu o resto da porra que pingava. Quando não tinha mais o que lamber, beijou a ponta do meu pau e então pegou a cerveja. Eu levantei as calças e voltei pro meu lugar na parede. Sentei num aparador e recuperei o fôlego. Vi mais três caras se revezarem fodendo a boca dela.
Cansado, e sem saber pra onde o Steve tinha sumido, vaguei de quarto em quarto, até achar um cômodo com um colchão vazio no chão. Um casal estava transando na cama principal, mas imaginei que não se importariam se eu apagasse no colchão no chão.
Fiquei deitado ali por um tempo, pensando em como foi gostoso ter uma estranha chupando meu pau. Abri os olhos quando senti o colchão balançar enquanto outra pessoa subia e deitava ao meu lado. Consegui ver a silhueta de alguém deitada entre mim e a porta. Pelas pulseiras brilhantes, percebi que era uma mulher e que estava aberta tanto pra homem quanto pra mulher pra transar.
Ela pegou minha mão e passou pelo corpo dela antes de apertar. Apertei de volta e passei a mão pelo corpo dela de novo. Conseguia sentir meu pau forçando as calças. Ela abriu as pernas e deslizei a mão entre elas. Era lisinha, depilada na hora, ao que parecia, deslizei um dedo entre os lábios e os esfreguei. Me inclinei e a beijei enquanto dedilhava sua boceta apertada e molhada.
Quando ela gozou, puxou minha mão da boceta e se ajoelhou aos meus pés, desabotoou meu cinto e puxou minhas calças. Estremeci um pouco quando o ar frio bateu no meu pau duro. Ela abriu minhas pernas e se ajeitou entre elas.
Começou a me masturbar enquanto se inclinava e lambia minhas bolas. Era gostoso sentir a língua dela lambendo minhas bolas, mas depois de um tempo, ficou meio chato. Se eu quisesse uma punheta, teria feito eu mesmo. Finalmente, estendi a mão e agarrei a mão dela, puxando-a do meu pau. Entendendo a dica, senti a língua dela acariciar a parte de baixo do meu pau e finalmente os lábios se fecharam apertados na cabeça do meu membro. A língua dela deslizou pela cabeça enquanto acariciava minhas bolas com a mão. Ela deslizou a boca pelo meu pau latejante, engolindo centímetro por centímetro de mim enquanto a língua pressionava firme contra a parte de baixo. Senti ela engasgar um pouco quando meu pau alcançou a garganta, os lábios pouco mais da metade do caminho. Ela agarrou meu pau com firmeza com a mão livre e começou a balançar a cabeça pra cima e pra baixo, a língua correndo ao longo do meu pau enquanto fazia o vaivém na boca, devagar no começo, depois cada vez mais rápido.
Quando ela pegou o ritmo, não demorou muito até eu sentir aquela pressão familiar se acumulando no pau. Estendi a mão e dei um tapinha no ombro dela quando senti o orgasmo chegando. Ela apertou minhas bolas com firmeza e me mandou pro além. Meu corpo teve convulsões enquanto eu explodia na boca dela. Ela continuou, os lábios subindo e descendo pelo meu pau, a língua pressionada firme contra a parte de baixo cada vez que puxava pra trás. Parecia que ela estava ordenhando meu pau, porque cada vez que levantava a cabeça, criava uma sensação de sucção, tirando outro jato de porra de mim.
Conseguia sentir ela engolindo cada jato de porra. Quando não tinha mais o que sugar de mim, ela levantou a cabeça. Vi a silhueta dela bloquear a pouca luz que entrava pela porta aberta quando ela sentou. Estava escuro, mas a luz estroboscópica da sala da frente, junto com as luzes negras espalhadas pelo lugar, deixavam entrar luz suficiente no quarto pra eu distinguir bem o contorno dela. Queria que tivesse mais luz, adoraria ter visto o corpo dela. Os seios eram meio pequenos, talvez tamanho B, mas aposto que com aqueles biquinhos durinhos, deviam ser incríveis.
Ela deitou em cima de mim, montada na minha cintura. A boca dela encontrou a minha e ela enfiou a língua. Num cantinho da minha mente, fiquei meio enojado pelo fato de eu ter jorrado jato atrás de jato da minha porra grossa e quente naquela boca nem um minuto atrás. O resto de mim achou que se ela estava disposta a chupar meu pau e me deixar gozar na boca, o mínimo que eu podia fazer era beijá-la quando ela quisesse.
Conseguia sentir meu pau ficando duro entre nós enquanto ela se esfregava em mim. Os gemidos dela eram sentidos mais do que ouvidos sobre a música. Ela sentou e agarrou meu pau. Levantando-se, colocou a ponta contra a boceta apertada e molhada e esfregou pra frente e pra trás antes de descer pelo meu pau duro. Ela engoliu todos os vinte e três centímetros de mim dentro da boceta apertada. Estendi a mão e segurei um dos seios, beliscando o mamilo. Ela me cavalgou, devagar, girando os quadris contra mim cada vez que descia. Conseguia sentir a vibração dos gemidos pelo peito dela.
Ela parou de cavalgar e se inclinou pra frente, se apoiando com uma mão, enquanto agarrava minha outra mão e puxava pro pescoço dela. Continuava se esfregando em mim, e eu sentia os músculos da boceta se contraírem ritmicamente ao redor do meu pau. Ela apertou minha mão, o que entendi como ela querendo que eu a enforcasse. Apertei o pescoço dela, de leve no começo, mas quando ela apertou meu pulso algumas vezes, apertei cada vez mais forte até ela relaxar a pegada. O movimento de esfregar começou a ficar espasmódico, e senti o corpo inteiro dela tremer quando gozou. Ela apertou os músculos ao redor do meu pau o máximo que pôde.
Soltei o pescoço dela quando ela desabou sobre mim tremendo. Conseguia sentir a umidade se espalhando pela boceta. A boceta ainda estava tremendo ao redor do meu pau duro. Ela colocou a boca perto do meu ouvido e praticamente gritou por cima da música.
— Me usa, papai. Me faz sua putinha. Me castiga. — Ela mordiscava meu lóbulo entre cada frase.
Quando me sentei, ela me abraçou e descansou a cabeça no meu ombro. Olhei pelo quarto. O casal na cama parecia ter apagado. Mas tinha uma cômoda. Dei um tapa na bunda dela, e ela desceu de mim. Estremeci quando o ar frio bateu no meu pau quente e melado. Levantei e a virei de frente pra cômoda. Vendo o que eu tinha em mente, ela agarrou as laterais e se curvou sobre ela.
Coloquei uma mão no ombro dela, e a outra na bunda. Apertei a bunda algumas vezes antes de começar a dar palmadas. De leve no começo, tapinhas leves na bunda. Quando ela não protestou, comecei a bater de verdade. Mudei a outra mão pro pescoço dela e apertei de leve enquanto batia cada vez mais forte.
Quando minha mão começou a ficar dormente, parei de bater e fui pra trás dela. Enfiei meu pau ainda duro dentro dela. Com uma mão no quadril e a outra enrolada no cabelo comprido, comecei a foder. A boceta dela era apertada no meu pau, e eu puxava o cabelo pra trás enquanto metia fundo nela. Enquanto fodida, queria poder ouvir os gemidos. Não tinha nada mais gostoso que ouvir uma mulher gemer enquanto você fodia ela até ficar bobas.
Quando cansei de foder por trás, tirei. Não estava nem perto de gozar. Dei uns tapas na bunda antes de virá-la. Coloquei ela sentada na cômoda. Ela se recostou na parede e abriu as pernas pra mim. Me inclinei e a beijei enquanto enfiava o pau de volta na boceta apertada. Ela gemeu na minha boca enquanto eu enfiava centímetro por centímetro do meu pau latejante dentro dela.
Apertei os seios, beliscando os mamilos com força. Tenho certeza que se a música estivesse desligada eu a teria ouvido choramingar. Lembrando da única coisa que ela tinha me dito, soltei os peitos e enrolei uma mão no pescoço. Segurando o rosto parado, dei um tapa. Os músculos da boceta apertaram ao redor do meu pau quando fiz isso. Comecei a foder, deslizando o pau pra dentro e pra fora da boceta. A cada meia dúzia de metidas mais ou menos, batia nela de novo. Em pouco tempo os tremores percorreram o corpo dela, e parecia que a boceta tinha um aperto mortal no meu pau. Me inclinei e a beijei quando a represa estourou e eu explodi dentro dela, jorrando jato após jato de porra quente a cada metida. Ela me abraçou com braços e pernas e me puxou apertado contra ela enquanto nos beijávamos. Ela continuou contraindo ao redor do meu pau, tirando cada gota de porra de mim. Fiquei ali ofegante, meu pau enterrado fundo nela.
Me afastei dela, meu pau deslizando pra fora. Ela escorregou da cômoda e caiu de joelhos na minha frente. Se inclinou e começou a lamber meu pau mole limpando. Não demorou muito pra ela lamber toda a umidade de mim, e me deixar duro de novo no processo.
Depois que me lambeu até ficar duro, ela voltou pro colchão e deitou. Levantou os joelhos em direção ao peito e os segurou ali com uma mão atrás de cada joelho. Me ajoelhei na frente dela e dei uns tapas na bunda. Comecei a esfregar a boceta antes de dar uns tapas também, fazendo ela se contorcer. Enfiei meu pau dentro dela enquanto ela descansava as pernas nos meus ombros. Inclinei pra frente, forçando os joelhos contra o peito. Ela era bem flexível, e consegui me abaixar e beijá-la enquanto começava a meter fundo e com força.
Em um tempo que pareceu nem existir, o corpo dela tremia e eu sentia os espasmos ao redor do meu pau enquanto ela gozava. Eu saí de cima dela e fui para perto da cabeça. Montei no rosto dela e me abaixei devagar. Um tremor percorreu meu corpo quando ela começou a lamber meu cu. Fiquei ajoelhado ali, minhas bolas apoiadas nas bochechas dela enquanto ela chupava meu cu por quanto tempo eu aguentasse. Meu pau latejante parecia ainda mais duro, se é que era possível. Quando não consegui mais manter a posição, saí de cima dela. Enfiei os braços por baixo dos ombros e joelhos dela, a levantei e a carreguei até a cômoda. Deitei a sobre ela, com a cabeça pendendo de um lado.
Estendi a mão e agarrei os dois seios dela enquanto enfiava meu pau molhado na boca dela. Ela levantou a mão e acariciou minhas bolas enquanto eu começava a foder sua boca. Ela soltou minhas bolas e as deixou bater no rosto dela enquanto eu fodia sua boca cada vez mais rápido. Apertei os mamilos dela e os torci enquanto metia fundo na boca, enfiando meu pau na garganta. Ela começou a engasgar quando eu enfiava cada centímetro do meu pau na boca, de novo e de novo, minhas bolas batendo com força no rosto a cada vez. A pressão cresceu rápido dentro de mim e, antes que eu percebesse, estava jorrando jato atrás de jato de porra na boca e pela garganta dela. O orgasmo foi tão intenso que meus joelhos quase falharam. Tirei meu pau da boca dela. Ela segurou meu pau e o manteve ali enquanto lambia a cabeça, recolhendo as últimas gotas de porra que escorriam de mim. Voltamos para a cama e adormecemos de conchinha.
A luz do sol entrando pelas cortinas me acordou na manhã seguinte. Eu estava deitado de costas, e ela estava enroscada em mim, uma perna pendendo sobre a minha. O braço dela caía sobre meu peito. Pisquei algumas vezes até enxergar claramente. Me desenrosquei do corpo dela e fui ao banheiro do outro lado do corredor. Enquanto lutava para mijar lidando com o tesão matinal mais intenso que eu lembrava de ter, notei que tinha uma mina pelada apagada na banheira. Fechei a cortina do box para dar um pouco de privacidade a ela, e voltei para a cama. Com sorte, eu ganharia pelo menos outro boquete, se não a chance de foder ela de novo antes de ir embora.
Voltando para o quarto, pela primeira vez, pude ver com quem eu tinha transado naquela noite. Eu engasguei e senti a bile subindo pela garganta. Tive um impulso repentino de vomitar. Lutando contra isso, fiquei olhando para a mulher dormindo na cama. Não era uma ficante aleatória. Vomitei um pouco na boca. Engoli de volta, me vesti o mais rápida e silenciosamente que pude e corri para fora do quarto. Finalmente dizendo as três palavras que trovejavam na minha mente.
"Minha irmã mais velha..."