Férias em Família Pt. 03
Esta história envolve incesto. Se isso te incomoda ou não é algo que você curte, por favor, siga em frente. Se não, aproveite.
Tom: Marido/Pai (quase 50 anos)
Alice: Esposa/Mãe (quase 50 anos)
Maggie: Filha/Irmã (19)
Mark: Filho/Irmão (18)
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Na última semana, Alice havia masturbado o pau do seu filho Mark duas vezes (até ele gozar) e permitiu que ele acariciasse e chupasse seus seios uma vez.
Após cada encontro, ela ficava cheia de culpa e jurava não deixar esses encontros continuarem.
Maggie (por outro lado) não teve tanto sucesso em cruzar a linha do incesto com seu pai. Tom viu a boceta depilada e os seios jovens da filha algumas vezes, e ela viu o pau nu dele uma vez, mas nunca chegaram a ter nenhuma atividade sexual (embora tenham tido conversas sobre sexo e relações sexuais).
Na quinta à noite, antes de ir dormir, Maggie decidiu presentear o pai com uma surpresa na manhã de sexta. Ela se masturbou com o dildo réplica do pau do pai e o deixou na mesa de cabeceira, junto com a foto do pau dele. Depois foi dormir completamente nua, com a boceta pingando seu próprio fluido vaginal.
Como de costume, Tom foi acordar a filha de madrugada. Quando entrou no quarto, a luz noturna iluminou o corpo reluzente dela para seus olhos. Ele encarou o corpo inteiro dela, depois focou na vagina extremamente molhada. Ao se aproximar, percebeu que a entrada da boceta estava dilatada pelo abuso que ela se infligiu, usando o dildo réplica do pau do pai.
Tom viu o dildo e a foto na mesa de cabeceira e ficou chocado ao descobrir que a filha estava usando a réplica do seu pau para se masturbar. Mas aquilo também confirmou para ele que sua filha queria transar com ele.
Maggie acordou e viu o pai encarando seu corpo nu.
"Bom dia, papai. Já está na hora de ir?"
"Quase, princesa. Se arruma rápido. É nosso último dia de pesca esta semana."
"Tá bom, papai." Maggie se levantou sem cobrir o corpo nu, e o pai ficou olhando enquanto ela se preparava para o dia. Nenhuma palavra foi dita, mas era óbvio que a nudez dela na frente do pai não incomodava nenhum dos dois. Maggie viu o volume exagerado no shorts do pai e soube que ver seu corpo nu estava surtindo o efeito desejado nele. Depois de apreciar a vista incrível do corpo perfeito da filha, Tom saiu para preparar o café da manhã para os dois.
Como sempre, comeram rápido e depois saíram para o dia.
Alice acordou e a culpa mais uma vez estava no centro de sua mente. Ela sabia que sua falta de sexo nos últimos 10 anos a deixou extremamente excitada e carente, mas ainda não entendia o que a levou a tocar (e ainda por cima bater punheta) no pau do próprio filho duas vezes, e permitir que ele acariciasse e, por fim, chupasse seus seios grandes.
Ela nunca tinha sentido atração sexual por ele antes, mas ver e acariciar o pau enorme dele tinha nublado seus pensamentos racionais. Ela sabia que o que aconteceu era muito errado, mas mesmo assim o fez. Ela prometeu transar com o marido em breve, para não ser tentada a transar primeiro com o próprio filho.
Ao longo do dia, as provocações e exposições foram constantes, tanto no lago quanto de volta à cabana. Mark foi chamado de novo para passar loção nas costas da mãe e aproveitou para dar umas apalpadas nos seios dela durante a aplicação. Ao fazer as coxas superiores, a lateral da mão dele tocou a boceta coberta da mãe. Ambos sabiam que a boceta dela estava molhada e carente.
Enquanto isso, Maggie vestiu sua saia curta e o top de novo, provocando o pai com vislumbres da sua bunda empinada (quando se curvava para pegar algo no cooler), da boceta depilada (quando relaxava no banco) e da metade inferior dos seios (quando se espreguiçava ou o vento soprava).
Ambos os pais precisavam de sexo, assim como os dois filhos. Tomara que eles transassem naquela noite.
Depois de um dia de provocações, os dois "casais" voltaram às suas respectivas posições de membros da família, embora todos estivessem extremamente excitados pelas atividades do dia. Após se limparem do dia no lago, Tom e Alice foram à cidade de novo para jantar e dançar (embora Tom não gostasse muito de dançar).
Depois que eles saíram, Mark entrou na banheira de hidromassagem. Maggie, querendo ouvir as últimas aventuras da mãe e do irmão, vestiu o biquíni e foi se juntar ao irmão na banheira.
"E aí?"
"E aí, você!"
"Como foi sua semana?" Maggie perguntou.
"Tudo bem. Eu acho."
"Você acha? Conseguiu transar?"
"Você tá brincando? Fiquei preso com a mãe a semana toda." Mark reclamou.
"Preso? Achei que você gostava de ficar perto dela?"
"Desculpa. Sim, gosto. É que... ah, esquece."
"Fala comigo, mano. O que tá te incomodando?"
"Passei a semana inteira com a mãe e não consegui mais do que outra punheta. Ah, e chupar os peitos dela."
"O quê?! E você reclama?"
"Eu tô com um puta tesão acumulado."
"Eu realmente quero transar com ela, mas acho que não vai rolar. E você e o pai? Ele conseguiu um pouco daquela boceta Premiun?"
"Premiun. Gostei." Maggie riu.
"Você acha mesmo que minha boceta é material Premiun?"
"Com certeza! Quando o pai tiver a chance de experimentar, ele vai se arrepender de não ter aproveitado sua disposição mais cedo."
"Valeu, mano. E essa história de chupar os peitos da mãe?"
"A gente tava bebendo enquanto se bronzeava, e eu percebi que ela tava ficando alegrinha. Convenci ela a me deixar ver os peitos, já que ela viu meu pau. Ela finalmente concordou e, quando eu vi, meu pau saltou da sunga. Levei a mão dela até meu pau e ela bateu uma por um tempo. Com os olhos fechados, eu me aproximei e comecei a chupar os peitos dela. Foi demais pra mim e eu gozei. Depois ela correu pro quarto e não aconteceu mais nada."
"Nossa, isso é excitante pra caralho."
"Então, não rolou nada com o pai?"
"Na verdade, não. A gente trocou olhares furtivos nas partes expostas um do outro, mas não chegou a ter contato físico. Ele ficou duro de me olhar, e eu fiz uma oferta pra ele me comer, mas foi só isso."
Os irmãos relaxaram e curtiram o calor da banheira. Por fim, os pais voltaram pra casa. Tom foi dormir e Alice (estando alegrinha por causa dos coquetéis no jantar) decidiu se juntar aos filhos na banheira.
"Que bom ver que vocês não decidiram ficar pelados de novo," Alice provocou os filhos.
"É bom mesmo, mãe, ou você tava torcendo pra ver o pau enorme do seu filho de novo?" Maggie provocou e riu.
"Para com isso." Alice corou. "Nada de verdade ou desafio hoje?"
"A gente tava esperando você desta vez," Maggie disse.
"Ah, ok. De quem é a vez?"
"Eu começo. Verdade ou desafio, mãe?"
"Verdade."
"Ok, mãe. Vocês terminaram?" Maggie perguntou.
"Terminar?"
"É. Lembra? Eu interrompi você e o pai transando na semana passada. Então, vocês terminaram?"
"Hã?" Mark ficou confuso com essa informação nova.
"Meu Deus. Não acredito que você perguntou isso," Alice disse envergonhada.
"É, mano. Depois que deixei vocês aqui na semana passada, fui pedir uma coisa pra mãe. Quando abri a porta do quarto, o pai tinha acabado de tirar o pau de dentro da mãe e correu pra cama. A mãe abaixou a camisola, mas era óbvio que eles estavam transando."
Maggie percebeu a decepção no rosto do irmão. Então tentou consolá-lo.
"Eu vi o pau totalmente ereto do pai, e não chega nem perto do seu tamanho. Né, mãe?"
Alice também viu a decepção no rosto do filho e disse, envergonhada: "Ela tá certa, Mark. Seu pênis é muito maior que o pênis do seu pai."
Isso trouxe um sorriso ao rosto do rapaz.
"Então, vocês terminaram, mãe?"
"Infelizmente, não, Maggie."
"Nossa. Você deve estar super excitada."
"Minha vez," Alice interrompeu. "Verdade ou desafio, Maggie?"
"Verdade."
"Ok, Maggie. O que é essa história de continuar sua exploração com seu pai?"
"O quê?"
"Eu ouvi você e seu pai ontem, falando sobre continuar a exploração de vocês. Do que vocês estavam falando?"
"Ah... a gente foi mais longe no lago e encontrou uma ilha deserta, então eu estava..."
"Besteira!" Ela sorriu. "Eu ouvi você oferecer favores sexuais ao seu pai durante essa conversa de exploração, então seja honesta comigo. Você e seu pai já fizeram algo?"
"Não," Maggie respondeu confiante.
"Mark, sua vez."
"Mas..." Alice tentou conseguir mais informações.
"Só uma pergunta, mãe." Maggie sorriu maliciosamente.
"Verdade ou desafio, mãe?"
"Verdade."
"Hmmm. Deixa eu pensar."
Pensando que talvez a mãe tivesse pensamentos de transar com alguém além do marido e que ele poderia ter uma chance de comê-la, Mark foi com tudo.
"Você já transou com alguém além do pai, desde que se casou?"
O queixo das duas mulheres caiu com aquela pergunta.
"Meu Deus, Mark!" Maggie disse.
"Rapaz!" Alice estava prestes a dar bronca.
"Espera, mãe. É uma pergunta fácil de responder se você não fez. Sua reação me leva a crer que você fez."
Uma lágrima se formou no olho de Alice, que olhou para baixo, derrotada. Mark pediu desculpas e foi abraçar a mãe.
"Desculpa por ter colocado você nessa situação, mãe."
"É que..." Ela começou a explicar.
"Então você fez?" Mark sussurrou.
Alice assentiu.
"Nossa, mãe. Sempre achei que você e o pai fossem um casal feliz."
"Nós somos felizes!" Ela disse frustrada.
"Felizes? Então por que você trairia ele? Nunca pensei que você trairia o pai."
"Eu não traí seu pai!"
"Mãe. Se você transou com outro cara, então..." Mark percebeu, no meio da frase, que talvez o pai soubesse.
"Ele sabia?"
Alice olhou de novo para baixo, derrotada.
"Espera aí. Então vocês são swingers?" A excitação percorreu seu corpo, pensando que agora talvez tivesse mais chance de comer a mãe.
"Não. Não somos swingers."
"Vocês eram?" o filho perguntou.
"É complicado."
"Mãe, somos adultos. Você pode contar pra gente."
"Eu simplesmente nunca imaginei que o que seu pai e eu fizemos no passado algum dia seria exposto, especialmente não pros nossos filhos."
"Mãe, somos adultos! A gente aguenta qualquer coisa que aconteceu no passado. Ter múltiplos parceiros sexuais é até bem legal."
"Legal?"
"É. Mas mesmo naquela época, o que você e o pai fizeram pra apimentar a vida sexual de vocês é perfeitamente compreensível."
"Eu sei. Só tô muito envergonhada."
Alice olhou para Maggie, e Maggie percebeu que a mãe queria um momento a sós com o filho.
Chocada e percebendo que Mark precisava consolar a mãe, Maggie decidiu deixar os dois sozinhos.
Assim que Maggie saiu, Mark continuou...
"Então o pai sabia de você fazendo sexo com outro homem?"
"Ah, sim!"
"Ah, sim? O que isso significa?"
"Quando éramos mais jovens, seu pai e eu experimentamos com outras pessoas pra apimentar nossa vida sexual."
"Então vocês eram swingers?"
"Não exatamente."
"Então o quê?"
"Seu pai sempre teve um fetiche de mostrar a esposa/compartilhar a esposa. Excitava ele saber que outros homens me achavam atraente e queriam fazer sexo comigo. Ele me pedia pra deixar outros homens terem vislumbres do meu corpo exposto (geralmente fingindo que era um acidente e não intencional). Eu sempre recusava, por causa da minha criação conservadora/religiosa e por ser tímida. Depois de muitos anos dele pedindo, numa praia, eu ajustava meu top pra que os homens pudessem ver uma parte dos meus seios, mas eu sempre ficava envergonhada. Isso sempre excitava seu pai, e depois o sexo era sempre incrível!"
"Depois de 15 anos dele me incomodando pra fazer sexo com outro homem, eu concordei. Ele achou um cara num site adulto, marcou um encontro, e acabamos nos encontrando com ele. Eu fiz sexo com o cara e seu pai assistiu. Depois a culpa foi grande demais, e eu disse ao seu pai que nunca mais faria. Depois de mais um mês dele implorando, concordei em fazer uma última vez. E foi isso."
"Você gostou?"
"Sim."
"O pai ainda quer que você faça?"
"Sim."
"Você está excitada agora?"
Com isso, Mark estendeu a mão para a parte de cima do biquíni da mãe e apalpou seus seios. Os mamilos estavam duros e ela fechou os olhos. Vendo aquilo, Mark abaixou os bojos do biquíni e os grandes seios da mãe ficaram mais uma vez diante dos seus olhos. Ele massageou os seios dela e estendeu a mão atrás dela para desenganchar o top. Tirou-o completamente, e a respiração dela mudou. A boceta estava ficando molhada, e ela estava extremamente excitada.
Mark pegou a mão dela e a levou até seu pau. Mais uma vez, ele tinha tirado a sunga ao entrar na banheira antes, então o pau nu estava acessível para a mãe. Os olhos dela se arregalaram, e ela olhou para ele, chocada com a descoberta.
"Tá tudo bem, mãe. Por favor, me toca."
Alice segurou o pau totalmente ereto do filho e começou a bater punheta de novo.
Mark se inclinou e tomou um dos mamilos da mãe na boca, enquanto a outra mão estimulava o outro.
"Você tá tão duro," Alice sussurrou.
"Você me deixa assim, mãe."
Alice estava ficando mais excitada e, por fim, sentiu a mão do filho deslizar pela sua barriga e por baixo do cós da parte de baixo do biquíni. A mão continuou descendo até sentir o monte de vênus liso.
"Nossa! Você tá completamente lisinha."
"Não sei por que fiz isso, mas raspei todo o pelo pubiano outro dia."
"Adorei."
A mão dele continuou descendo, e o dedo médio deslizou sobre o capuz do clitóris, fazendo o botão crescer e sair do esconderijo. Ele deslizou o dedo pra cima e pra baixo no clitóris até ela gemer.
"Porra, isso é tão bom," ela sussurrou.
"Não acredito que outro homem deu prazer a essa boceta e que você permitiu que o pau de outro homem entrasse na sua vagina. Tô com tanto ciúme."
"Você tá dando prazer a ela agora," ela disse sedutoramente para o filho adolescente.
"Talvez, mas não tão bom quanto meu pau se sentiria aqui dentro." Ele então enfiou o dedo médio inteiro na vagina dela. Ela mal podia acreditar que permitiu que o próprio filho inserisse o dedo completamente dentro do seu canal do amor. Era incrível para sua boceta abandonada, e ela saboreou o momento.
"Nossa, mãe, você tá encharcada."
"Faz muito tempo que não tenho nenhuma atividade sexual. É tão bom."
Mas foi demais para ela, e ela se afastou.
"Desculpa, querido, mas precisamos parar antes que eu implore pra você me comer."
Enquanto isso, lá em cima, Maggie foi ver o pai. Quando ela abriu a porta silenciosamente, viu o pai espiando pela janela, observando a ação lá embaixo. Ele estava nu e punhetando o pau totalmente ereto enquanto assistia o filho dedando a esposa (a própria mãe do filho). Silenciosamente, ela tirou o biquíni e se aproximou do pai completamente nua.
"Você gosta disso, né?" Ela sussurrou sedutoramente enquanto envolvia os braços no pai e o apertava contra si.
Tom soltou o pau ao perceber que foi pego. Ele sentiu os seios nus incríveis da filha nas costas, enquanto o corpo inteiro nu dela pressionava contra o dele. Instintivamente, as mãos dela foram direto para o pau dele e começaram a massageá-lo.
"Deus, eu amo seu pau, papai."
"Mmmm."
"Você tá tão duro agora."
"Já te disse que faz tempo."
"Tempo desde que você transou, ou tempo desde que viu sua esposa com outro homem?"
"Os dois," ele riu.
Maggie beijou o pescoço e os lóbulos das orelhas do pai, depois se moveu pra ficar cara a cara, mas deixando um espaço entre eles.
"Olha pra mim," Maggie pediu.
Tom olhou pra baixo e viu a filha completamente nua diante dele. O pau pulsou, e Maggie sentiu.
"Você gosta do meu corpo, né?"
"Eu amo seu corpo!"
"Você quer enterrar esse pau duro dentro da boceta apertadinha da sua garotinha, né?"
"Mais do que você imagina. Mas não posso."
Maggie puxou o pai apertado contra seu corpo nu e beijou seus lábios. Depois ela abriu a boca e lambeu os lábios dele. Por fim, ele abriu a boca, e pai e filha logo estavam envolvidos num beijo extremamente apaixonado. Eles se agarraram, e a boceta de Maggie exsudava aquele fluido mucoso do seu líquido vaginal. Durante o beijo, ela se ergueu no corpo do pai, envolveu as pernas na cintura dele e esfregou os lábios da boceta contra o pau extremamente duro do pai.
Ela tentou alinhar a cabeça do pau com os portões do seu pote de mel, mas Tom não permitiu. Ele a afastou gentilmente e disse que não podia transar com ela.
"Tá bom, então," ela respondeu, enquanto se ajoelhava e engolia o pau do pai dentro de sua boca delicada. A sensação da boca da filha envolta em seu pau e o jeito que ela usava a língua na glande o estavam deixando mais perto do orgasmo.
De volta à banheira, Mark se ergueu e sentou na beirada.
"Você quer tocar de novo, né?" Mark percebeu os olhares contínuos da mãe para seu pau duro. Alice olhou para baixo, envergonhada.
"Vem aqui."
Alice foi até ele. Mark pegou a mão dela e a colocou em seu pau duro. Imediatamente, ela começou a punhetar o pau do filho.
"Você precisa começar a trazer uma toalha pra cá, pra não fazer sujeira na banheira."
"Tenho uma ideia melhor." Ele levou a mão à cabeça dela e a guiou para baixo, em direção ao seu pau. Instintivamente, Alice abriu a boca e enfiou o pau enorme do filho nela.
"Isso, mãe! Chupa meu pau. Eu sabia que você queria."
Enquanto isso, Tom olhou pela janela de novo enquanto sua garotinha chupava seu pau.
"Porra, isso," ele disse.
— Gostou, né? — Maggie respondeu, pensando que o pai estava reagindo às suas habilidades orais.
— É. Chupa o pauzão do seu filho, amor.
— Hã?
Maggie ergueu o olhar e viu que o foco do pai estava no que acontecia lá fora, na banheira de hidromassagem, com a esposa e o filho. Ela soltou o pau do pai e se virou para olhar pela janela também.
— Ah, porra, isso aí! — ela disse ao ver a mãe chupando o pauzão do irmão.
— Você quer ver ele enfiar o pauzão na boceta apertada da sua esposa, né, papai? — Maggie provocou o pai.
— Ah, com certeza.
— Se o Mark comer a mamãe, você me come?
— Quem sabe? — Tom sorriu maliciosamente. — Agora termina o que começou.
Maggie se virou e continuou chupando o pau do pai.
De volta à banheira de hidromassagem...
Alice massageou a grossa vara do filho e balançou a cabeça para cima e para baixo até ele gozar. Jato após jato irrompeu do pau do filho e ela engoliu e engoliu, torcendo para não derramar nenhuma gota da semente dele. Mark esguichou 6 jorros fartos e mais alguns menores cheios de porra na boca receptiva da mãe, antes que ela o soltasse e continuasse lambendo toda a extensão da vara.
Diante daquela cena, Tom despejou sua carga na boca da filha. Embora não tão volumosa quanto a do filho, Tom esguichou jato após jato de sua semente potente na boca receptiva da filha. Ela saboreou o gosto, depois engoliu a semente do pai. A mesma semente que ele bombeara na vagina da esposa para fazer Maggie, vinte anos atrás. Lá no fundo da mente, Tom imaginou esguichando seu sêmen no buraco apertado da sua garotinha.
Maggie se levantou e enfiou os dedos na própria boceta encharcada. Ela recolheu sua secreção vaginal viscosa e levou ao rosto do pai. Esfregou nos lábios dele e Tom inalou, sentindo o aroma pungente da vagina da filha. Naturalmente, sua boca se abriu e ele foi presenteado com o sabor do fluido vaginal da filha. Tom chupou os dedos da filha, não deixando nenhum resquício da porra dela na mão.
Tom esticou o braço e massageou o clitóris inchado da filha, antes de deslizar pelas dobras da flor celestial da filha.
— Um dia, eu vou foder essa boceta, ouviu?
— Mal posso esperar, papai.
Naquele momento, Mark também conversava com a mãe.
— Da próxima vez, vou enfiar meu pau em você e gozar bem fundo na sua vagina, mãe.
— Promessas, promessas... — Alice provocou. — Mas, sinceramente, não podemos continuar fazendo isso.
— Besteira, mãe. Você vai adorar sentir meu pau esguichando jato após jato da minha porra bem fundo no seu útero.
— Talvez.
Depois, Maggie foi para o quarto, Tom voltou para a cama, Alice foi se juntar ao marido, Mark fechou a banheira de hidromassagem e foi para o quarto.
— Gostou de assistir?