Contos eróticos para ler inteiros.

Grupal e Orgias

Febre de Bebê

Deniserufino24 min

Jack entrou na garagem de casa no melhor humor de sua vida. Isso se devia em grande parte, mas não totalmente, ao fato de ter recebido a notícia do chefe, ainda hoje, de que fora escolhido para uma promoção importante.

A empresa financeira onde Jack trabalhava era uma operação pequena, de propriedade familiar (do meio-tio de Jack), e atendia quase exclusivamente os clientes agrícolas da cidadezinha ao redor. As oportunidades de crescimento costumavam ser limitadas, mas a esposa de Jack se recusara terminantemente a se mudar de sua cidade natal e, honestamente, Jack não se importava muito. Seus colegas de trabalho eram bons amigos, ele podia abrir mão de um pouco de salário e de um título pelo ótimo ambiente de trabalho e pela carga de trabalho, na verdade, bem leve.

Mas um de seus colegas ia se aposentar no mês seguinte, deixando uma vaga sênior em aberto; Jack não era o candidato mais velho, o que geralmente determinava as promoções, mas era muito querido e fazia um bom trabalho, então o escolheram. Era uma grande conquista, um enorme aumento de salário, e só de pensar nisso Jack sorria consigo mesmo.

Isso também vinha na hora perfeita: sua esposa, Melanie, estava prestes a dar à luz o primeiro filho do casal em apenas duas semanas. Ele faria a transição de seu cargo atual bem antes de sair de licença-paternidade, teria várias semanas totalmente afastado do trabalho e, quando voltasse, seria para começar seu novo cargo sênior. E o aumento de salário certamente ajudaria com todas as despesas associadas a um bebê novo.

Falando na esposa, ele estava ansioso para vê-la e contar as boas notícias. Desligou o carro e saiu para o dia quente, muito quente de verão. O som do cortador de grama do vizinho zumbia, competindo com o zumbido de fundo das cigarras nas árvores. Havia um carro que ele não reconhecia estacionado na rua bem em frente à sua casa, um sedã vermelho.

'Estranho', Jack pensou consigo, mas apressou-se para entrar, sem querer passar mais tempo do que o necessário no calor sufocante.

Ele abriu a porta da frente e ouviu a voz da esposa: "Não acredito que ela disse isso! Ela é tão... Ah, oi, amor!"

A casa de Jack e Melanie era espaçosa, mas térrea, e a sala de estar ficava diretamente adjacente à pequena entrada logo depois da porta da frente. Melanie estava sentada no sofá, recostada com os pés apoiados em um pufe. Uma mão descansava sobre sua barriga enorme. Na outra ponta do sofá estava Kara, sua melhor amiga desde a infância, que morava a apenas algumas ruas dali com o marido.

Melanie e Kara eram tão próximas quanto duas pessoas poderiam ser, mas também contrastavam bastante entre si. Melanie tinha cabelos castanhos longos e volumosos que gostava de usar soltos, um nariz elegantemente arqueado, uma boca de lábios carnudos feita para sorrir e grandes olhos castanhos expressivos. Tinha 1,75 m de altura e era curvilínea mesmo antes da gravidez.

Kara, em comparação, tinha talvez 1,62 m, uma atitude persistentemente alegre que combinava com olhos azuis brilhantes e um rabo de cavalo tingido de loiro-platinado. Era em forma, mas não magra, embora parecesse um pouco pálida e franzina perto do brilho da gravidez que quase irradiava visivelmente da esposa de Jack. No momento, a única semelhança notável entre elas era o fato de ambas estarem usando vestidos de verão brilhantes em tons pastéis por causa do calor: o de Melanie era azul e o de Kara, amarelo.

Jack quase não gemeu quando viu Kara ali, mas ficou desapontado. Ele esperava uma noite a sós com a esposa, tanto para celebrar a promoção quanto para ter um sexo muito necessário. A gravidez de Melanie trouxera muitas necessidades intensificadas — ela estava mais emotiva por causa de todas as mudanças hormonais, cada vez mais precisava de ajuda para fazer as tarefas de casa, etc. Mas a maior era a sexual; sua libido estava a todo vapor desde antes do primeiro teste de gravidez positivo. Raramente passava um dia sem que eles ficassem íntimos, e Jack podia dar a ela vários orgasmos seguidos com a boca ou as mãos e ela não se cansava. No momento, porém, fazia uns dois dias corridos e eles não tinham tido tempo. Jack sabia que a esposa devia estar excitadíssima e desesperada por um tempo a sós. A visita de Kara parecia que ia atrasar ainda mais o desfecho deles.

"Oi, Kara. O que a traz aqui hoje? E cadê o Chris?" Jack perguntou, sorrindo com naturalidade. Mesmo que desejasse que ela não estivesse ali naquele momento, ele gostava de Kara. Sempre se deram bem, e Chris, o marido de Kara, também era um bom amigo.

"Preso nos campos de novo." Kara sorriu para ele. "Não sei te dizer o que ele está fazendo, mas parecia importante."

"Sempre tem alguma coisa, né?" Jack respondeu. Chris era um fazendeiro que assumira as terras do pai depois que o velho tragicamente morrera de ataque cardíaco havia mais ou menos um ano. Chris muitas vezes precisava trabalhar longas horas.

Ele se aproximou e deu um beijo em Melanie, segurando-o o tempo suficiente para dar a ela uma dica de que queria ação naquela noite, sem que fosse inapropriado na frente de Kara. Melanie pareceu entender a indireta e sorriu para ele.

"Como está o rapazinho?"

Melanie afagou a barriga: "Chutou muito esta tarde. A Kara pode confirmar, ele tem força nessas pernas."

Kara riu um pouco: "Ele só quer sair, acho. Quer conhecer a mamãe e o papai."

Jack riu enquanto desatava a gravata: "Bem, não falta muito para ele." Jack sentou-se no sofá entre as duas mulheres, passando um braço em volta da esposa. "Então nos conte, Kara, quando podemos esperar um anúncio seu e do Chris? Seria ótimo ter uns pequenos correndo juntos..."

Melanie inspirou fundo, e Kara baixou o olhar, desviando-se deles. Jack percebeu que tinha dito algo errado, mas não sabia bem o quê. Abriu a boca para se desculpar, mas Kara começou a falar primeiro: "Nós... na verdade, estamos tentando. Desde que a Melanie me contou que estava grávida, tive o mesmo pensamento. Começar nossas famílias juntas seria um sonho." Ela ergueu os olhos para Jack, aparentemente à beira das lágrimas, mas se contendo. "Depois de seis meses sem sorte, fomos ao médico. Ele... ele disse que provavelmente não será possível para nós. A contagem de esperma do Chris é muito baixa, eles não sabem por quê, mas suspeitam que seja genético." Agora as lágrimas começaram a cair, mas a voz dela permaneceu quase firme. "Começamos a pesquisar algumas opções, mas são todas tão caras... e mesmo com algo como fertilização in vitro, talvez precisemos usar esperma doado." Ela se calou e enxugou os olhos.

Jack se sentiu péssimo por ter tocado no assunto com tanta leviandade. Não conseguia imaginar a dificuldade de querer uma família e saber que nunca seria possível naturalmente. Isso seria... muito, muito difícil. Olhou de relance para Melanie e viu seus próprios olhos úmidos de lágrimas solidárias.

"Ah. Kara..." A esposa disse baixinho. "Sinto muito. Não sabíamos. Se houver qualquer coisa de que vocês dois precisem, qualquer coisa que possamos fazer..."

Kara fungou mais uma vez, mas depois se endireitou, claramente tentando tirar a dor do rosto. "Obrigada. Sério, é de coração. Vocês dois têm sido amigos fantásticos para nós por anos, vocês não imaginam o quanto significa para mim poder confiar em vocês com isso. Mas... acho que não há nada que possam fazer. Vamos ter que dar um jeito, e... continuar tendo esperança."

De repente, ela se levantou, enxugando uma nova onda de lágrimas. "Desculpa, vou... usar o banheiro."

Melanie olhou para Jack assim que Kara saiu da sala, os olhos distantes. "Que triste..." ela sussurrou. "Não poder ter isso... este presente maravilhoso e incrível." Ela esfregou a barriga enquanto falava: "Queria poder fazer alguma coisa — qualquer coisa..."

Jack apenas esfregou o ombro dela. Também se sentia mal, mas o que poderiam fazer? Kara tinha razão, parecia um problema que os dois teriam que resolver sozinhos. De repente, Melanie inclinou a cabeça e se afastou ligeiramente dele.

"O quê?"

"Eu... acabei de ter uma ideia." Ela disse lentamente. "Uma ideio meio louca."

"Para o Chris e a Kara? O que..." Melanie virou-se totalmente para olhar para ele, um pouco de incerteza na expressão facial. "Você confia em mim?"

"Claro!" Jack respondeu na hora, "Mas por que..." A esposa o interrompeu de novo. "Só escuta, e não surte." Ela estava perdendo a incerteza, que era substituída por uma confiança firme. "E se..."

Os passos de Kara soaram, voltando pelo corredor. Melanie se interrompeu, mas sussurrou para Jack: "Só segue a minha linha. Eu sei o que estou fazendo."

Kara voltou à sala, mas não se sentou. "Bom, acho que preciso ir... não quero me intrometer." Seus olhos estavam avermelhados, mas secos.

Melanie sacudiu a cabeça. "De jeito nenhum, amiga! Volta aqui e senta, tenho uma coisa para te falar."

Kara franziu a testa, mas se sentou. Melanie começou hesitante: "Bom, eu pensei que... já que, sabe, você e o Chris não tiveram sorte..."

Jack internamente se encolheu ao vê-la trazer o assunto delicado de novo.

"...e nós temos..."

'Bem na cara, amor', ele pensou consigo, e não conseguiu evitar que uma careta aflorasse em seu rosto agora.

"...que o Jack poderia talvez..."

Espera, o quê?

"...você sabe..."

A boca de Jack ficou seca. Ela não poderia estar sugerindo...

Kara pareceu juntar as peças ao mesmo tempo. Ela congelou e seus olhos se arregalaram enquanto Melanie deixava a frase no ar. "Mel, você não pode estar pensando direito", Kara disse, a voz pouco mais que um sussurro. "Eu não poderia fazer... isso."

Apesar de tudo, e apesar do choque, Jack pôde sentir que estava ficando duro. Engravidar a esposa, havia algo tão... satisfatório nisso. Reassegurador, quase. Como se sua masculinidade fosse reafirmada pelo fato de ele poder engravidar uma mulher. Bobagem, talvez, mas não podia negar que, mesmo que o primeiro bebê ainda nem tivesse chegado, ele já esperava ansiosamente o momento em que começariam a tentar outro.

E agora talvez tivesse a oportunidade de semear outro ventre antes do que imaginara. Tentou esconder a ereção crescente, mas não conseguia fazer muito naquela posição sem chamar mais atenção para ela. Até mesmo um movimento grande demais poderia denunciar a Melanie o quanto a ideia de foder a melhor amiga da esposa o excitava. Uau, isso soava tão errado até na cabeça dele!

Mas, afinal, era a esposa quem estava sugerindo...

"Kara, pensa bem." A voz de Melanie agora era estridente, quase autoritária. "Você mesma disse que o problema de fertilidade é do Chris. Não seu. Seu corpo está pronto para engravidar, e seu relógio biológico está dizendo que é hora. Como isso seria diferente de usar esperma doado? E assim não é caro — é de graça."

Kara não contestou nenhum dos argumentos, apenas ficou ali sentada, ouvindo.

"Além disso..." A voz de Melanie baixou para um tom sensual, "O Jack é MUITO bom nisso. Já dividimos muitas coisas ao longo dos anos, mas nunca um pau. Isto —" ela colocou a mão na virilha de Jack, onde a ereção já estava bem visível. "— dá conta de nós duas. Confia em mim."

Aquilo finalmente fez Kara erguer os olhos. Eles pousaram na mão de Melanie, esfregando o pênis de Jack por cima da calça jeans. Mais do que qualquer coisa, pareceu que isso a convenceu. Sua postura relaxou, seus ombros se descontraíram. Melanie continuou com a mesma voz baixa e sedutora: "Você quer que o meu marido te foda? Que te abra toda e enfie o pauzão dele bem fundo na sua boceta?"

Jack manteve os olhos em Kara o tempo todo, avaliando a reação dela. Ela estava fascinada agora, inclinando-se ligeiramente para a frente. As pernas se afastaram um pouco, inconscientemente.

"Você quer engravidar, não quer? O Jack pode fazer isso. Ele me engravidou, não foi? Você quer que meu marido te engravide? Que encha seu ventre com o esperma quente e grosso dele?"

Melanie sempre gostara de uma conversa suja no quarto, mas aquilo era demais até para ela. Jack olhou de relance para a esposa e viu que a outra mão dela, a que não estava desfazendo o cinto dele, tinha ido parar por baixo do vestido.

Com o cinto desfeito, Melanie passou a abrir o zíper da calça dele. Liberto do confinamento da calça jeans, o pau de Jack se ergueu em todo o seu comprimento impressionante, formando uma alta tenda na cueca boxer. Kara suspirou ao vê-lo.

"Vem cá." Melanie disse a ela, a própria voz agora pesada de excitação. Kara obedeceu, os olhos sem desgrudar da virilha de Jack. Quando chegou perto, ajoelhou-se diante dele e estendeu uma mão, depois hesitou, desviando o olhar para cima, para Melanie, que apenas acenou com a cabeça. "Vai em frente, está tudo bem. Eu quero que você faça."

Ouvir aquelas palavras fez o pênis de Jack pulsar. A combinação da situação incrivelmente proibida e sexy em que ele se encontrava com alguns dias de abstinência significava que ele estava dolorosamente duro. A mão de Melanie se retirou, mas foi rapidamente substituída pela de Kara. Assim que ela o tocou, mesmo por cima da cueca boxer, a última tensão pareceu deixá-la e ela soltou uma respiração trêmula.

"É tão grande. Você cabe tudo isso, Mel?" Ela riu baixinho.

Melanie também riu. "Acredite se quiser. Com o Jack, descobri que adoro a sensação de ser fodida beeeeem fundo. Aquele pouquinho de dor quando ele atinge meu colo do útero na profundidade máxima? Eu anseio por isso agora."

"Você quer isso?" Jack se intrometeu, tirando o resto da calça jeans e chutando-a para longe dos pés. "Você quer ser fodida tão fundo que minha porra seja esguichada até o fundo do seu ventre?"

"Porra, sim", Kara disse, enquanto as mãos voltavam para a virilha de Jack. Elas não ficaram ali mais do que alguns segundos, no entanto, antes que ela pegasse o cós da cueca boxer dele. "Posso... tirar isso?"

"Só se você tirar esse vestido primeiro." Jack disse em tom de brincadeira. Kara sorriu e se levantou: "Combinado." Ela deixou uma alça cair do ombro, depois a outra, e deixou o tecido solto cair no chão. Não estava de sutiã, mas a calcinha amarelo-clarinha combinava com o vestido. Seu corpo era o que Jack esperaria, se alguma vez tivesse pensado nisso antes. Os seios não eram grandes, mas eram muito atraentes, empinados e redondos, com auréolas rosadas e mamilos tipo borracha de lápis eretos. O resto dela era magro e tonificado, mas não esquelético, com carne suficiente nos ossos para formar algumas curvas sedutoras.

Ele ficou tentado a ir direto ao que interessava e meter em Kara com toda a força que pudesse (ou toda a força que ela aguentasse), e seu pau estava definitivamente pedindo por isso, mas então teve um pensamento. Virou-se para a esposa.

"Não queremos deixar a mentora disso tudo jogada de lado, queremos, Kara?" A mão de Melanie ainda estava enfiada por baixo do vestido, mas ela a puxou para fora quando Jack começou a levantar a barra. Jack podia vê-la reluzente de fluido e logo entendeu por quê. Melanie não estava de calcinha (nem de sutiã, mas ela raramente usava em casa), e sua boceta estava literalmente pingando. Os lábios inchados estavam abertos de excitação e o clitóris se destacava proeminentemente, vermelho de tanto que ela devia estar esfregando-o.

Ela gemeu quando Jack ergueu o vestido para fora do corpo dela, expondo sua barriga enorme de 9 meses de gravidez e os seios túrgidos. Aqueles seios lindos e fartos tinham começado a lactar havia uma ou duas semanas, e Jack adorava ver os peitos da esposa expressarem leite. Ainda não estavam pingando, mas ele sabia que, com excitação contínua e algum estímulo, eles pingariam.

Kara parecia maravilhada com a visão daquela deusa nua da fertilidade. Jack pegou a mão dela e a guiou de volta para que se ajoelhasse, desta vez diante de Melanie em vez dele. Os olhos de Kara cravaram-se na boceta da amiga, e Melanie se remexeu um pouco mais para baixo no sofá, aproximando-a do rosto de Kara.

"Você é tão linda." Kara disse enquanto Jack descartava a camisa em cima da pilha crescente de roupas. Ela estendeu as mãos para percorrer a barriga de Melanie, de cima a baixo e pelas laterais, quase descendo até a bunda, e voltando de novo. Jack sentou-se ao lado da esposa no sofá e começou a acariciar o seio direito dela. As mãos de Kara chegaram às coxas de Melanie, logo seguidas pela boca. Ela começou logo acima dos joelhos de Melanie, e levou o tempo que quis trilhando a boca para cada vez mais perto da flor encharcada do sexo dela.

"Eu... nunca fiz nada com outra garota antes", ela disse entre os beijos.

"Nem eu", Meg admitiu, "Mas você sabe o que é gostoso em você, né? É só fazer isso."

A esposa de Jack gemeu mais longo e mais fundo do que antes quando os dedos de Kara encontraram os lábios de sua boceta. Ele continuou acariciando o seio da esposa, alternando entre apertar suavemente a maciez empapada e passar a ponta do dedo em pequenos círculos sobre o mamilo dela.

A boca de Kara finalmente alcançou a boceta de Melanie, e ela brindou a amiga com uma longa lambida, da base da vagina até o clitóris e por cima dele, depois de volta para baixo, enfiando a língua no buraco gloriosamente molhado da mulher grávida. Na verdade, ela teve que recuar e engolir o fluido que lambeu antes de continuar. Meg estava ofegante agora, remexendo os quadris para tentar obter o máximo de fricção possível.

Jack aumentou a intensidade de suas atenções, e foi recompensado com as primeiras gotas de leite. Ele se inclinou e substituiu os dedos pela boca, sugando enquanto massageava o seio. O fluxo aumentou, e ele bebeu por um ou dois minutos, depois se afastou e deixou o leite jorrar, direcionando-o para pingar sobre a barriga de Melanie e escorrer entre suas pernas.

Os olhos de Kara se arregalaram, mas então ela começou a lamber o leite avidamente da boceta de Melanie. "Mmmm, isso é tão excitante," ela disse em um momento, enquanto recuperava o fôlego. A esposa de Jack estava claramente chegando ao orgasmo, e ela esticou a mão para puxar a cabeça de Kara para mais perto, gerando o máximo de pressão que podia. Havia tanta umidade ali que os sons eram principalmente de sucção, e a mulher grávida mantinha um fluxo constante de conversa e instruções soltas: "Ah, não para. Não para, querida! Isso, bem aí! Isso, aíííí! Eu vou... EU TÔ GOZANDO!!" Melanie gritou quando o orgasmo a dominou, seu corpo se retesando. Jack sentiu onda após onda percorrê-la, até que finalmente ela ficou mole em seus braços, respirando pesadamente.

"Você está mesmo me dizendo que foi a PRIMEIRA vez que você fez isso com outra mulher?" Kara havia parado a estimulação intensa, mas ainda lambia a combinação de leite e fluidos de excitação que cobriam a boceta de Melanie. Ela se afastou e se levantou, porém, ao ouvir isso. "Foi, mas acho que não vai ser a última." Ela riu de si mesma.

Melanie puxou Jack para um longo beijo e um pouco de luta de línguas, "Obrigada por pensar em mim, amor. Mas estou pronta para assistir ao evento principal."

O pau de Jack, que havia amolecido um pouco com a falta de atenção, imediatamente ficou duro de novo. Ele olhou para Kara, que observava meio sem jeito o casal se beijando. "E você, querida?" Melanie ronronou, "Pronta para meu marido foder essa boceta gostosa e fundo, e colocar um bebê em você?"

Kara se aproximou de Jack e colocou uma mão na nuca dele, puxando sua cabeça para baixo para que pudesse beijá-lo. A outra mão enfiou-se dentro da cueca boxer dele e encontrou seu pênis. Ela sorriu enquanto o beijava. "Se. Eu. Estou."

Enquanto se beijavam, era quase como se Melanie não estivesse bem ao lado deles. "Quero uma barriga grande e grávida como a da sua esposa," ela disse a ele entre beijos.

"Quero seios grandes e cheios, pingando leite." O ritmo da mão dela aumentou em seu pau,

"Quero que você coloque um bebê em mim, que encha meu útero com sua semente." Jack abaixou-se e tirou completamente a cueca, depois fez o mesmo com a calcinha de Kara. Eles estavam próximos o suficiente para que a ponta de seu pau roçasse a boceta molhada e sem pelos dela.

"Quero sentir seu pauzão bater no fundo da minha vagina, bater no meu colo do útero e atravessá-lo, entrar todo para não pingar nada para fora."

Jack não aguentava mais esperar. Ele interrompeu os beijos e praticamente jogou a mulher pequena no sofá, de costas para ele. Ela rapidamente e ansiosamente ficou na posição que ele queria, com a bunda voltada para ele e levantada no ar. Ele a virou de modo que a cabeça dela ficasse perto de sua esposa. Sem precisar de incentivo, a boca de Kara desceu e se prendeu ao seio de sua esposa. Melanie gemeu novamente, e uma mão desceu de volta à sua boceta.

Jack se posicionou atrás da melhor amiga da esposa e pausou com a ponta do pau na entrada dela. O corpo dela se moveu para trás contra ele, tentando fazê-lo entrar. "Por favor, por favor, enfia!" Kara implorou, "Preciso sentir você me enchendo."

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