Contos eróticos para ler inteiros.

Sexo Anal

Fazendo o Pedido no Restaurante

alessandra_0211 min

— Então... tô tentando cortar as gorduras e os carboidratos, comendo só as carnes e os laticínios. Você precisa de 3000 calorias por dia numa fase de bulking como a que eu tô agora...

Esse cara já tava há uns bons 20 minutos me contando sobre a rotina de exercícios dele, a dieta, os carboidratos, os passos, os micros? macros? Sabe-se lá... sem nem tomar fôlego.

Até que era bonito de olhar, claro, mas que saco.

Era o segundo encontro que eu marcava pelo aplicativo essa semana, e ele nem era o pior.

O último tinha acabado no apartamento dele, mas não foi nada de mais.

Se eu conseguisse aguentar aquele monólogo interminável, pelo menos ele parecia ter um pouco de fôlego.

Olhei pra esquerda e, claro, peguei o cara gordinho de umas mesas adiante me encarando de novo.

Ele desviou o olhar rápido. De novo.

Ah, que fofo.

Será que era o mesmo cara que meu encontro empurrou na fila do balcão? Achei que sim.

Continuei olhando pra ele, enrolando meu longo cabelo loiro nos dedos, esperando pra ver se ele se atrevia a mais uma olhadela.

Ele olhou, e quando nossos olhares se encontraram, dei a ele minha melhor expressão de "me come", só de zoeira, pra sentir a emoção de provocá-lo tão descaradamente.

Franzi os olhos e torci o nariz do jeito que os caras gostam, enquanto mordia sutilmente o lábio inferior.

Juro que ouvi ele engolir seco dali, e o tilintar dos talheres caindo fez até meu encontro se virar pra ver o que tinha acontecido.

Eu tava entediada, mesmo com todo o tesão que sentia, e comecei a me perguntar se aquele encontro valia a pena.

O gordinho se desculpou e se afastou da mesa.

Quem eram eles? Os pais, talvez?

Quem sabe ele tava na cidade por uns dias e tava se encontrando com a família. Ou o contrário.

Ele foi em direção ao banheiro.

Uma compulsão louca me dominou.

Eu vinha tendo pensamentos assim cada vez com mais frequência, e já tinha bebido vinho o suficiente pra decidir agir.

Seria uma crise de meia-idade?

Com 39 anos, recém-divorciada, a ameaça dos 40 tava pesando? Quem sabe?

— Desculpa — eu disse, colocando a mão sobre a dele pra fazê-lo parar de falar. — Banheiro feminino.

Me levantei, peguei minha bolsa e fui em direção aos banheiros, mas em vez de entrar no feminino, entrei direto no banheiro dos homens.

O cara da outra mesa tava de costas pra mim, no mictório, então aproveitei pra me olhar no espelho.

Maquiagem no ponto, olhos esfumados e batom intacto, cabelo loiro solto e ondulado nos ombros, um leve chacoalhar de um lado pro outro, lindo.

Vestidinho preto, decote plunging mostrando só o suficiente do formato dos meus seios pesados, mas bem torneados.

Fiquei na ponta dos pés pra checar minha bunda.

Sem dúvida, eu tinha começado a ganhar peso no derrière, mas ainda mantinha um formato empinado e redondo, só que bem mais cheinho do que na juventude.

Tirei os olhos do espelho e vi que meu novo amigo tava ali parado, me devorando com os olhos.

— Ei, você!... Você passou a noite toda me comendo com os olhos — eu provoquei.

Levantei ainda mais minha saia curta, mal acreditando na minha própria audácia.

Acho que o truque é não deixar a mente consciente interferir em nada.

O vestido subiu o suficiente pra expor o gusset de seda preta da minha tanga, e eu rapidamente enfiei o polegar nas tiras finas e as puxei pra baixo, descendo até os tornozelos.

Me endireitei e saí da única peça íntima que usava, e cobri a distância entre nós em uns poucos passos, enquanto simultaneamente tirava os braços das alças do vestido, deixando-o cair sobre meus quadris redondos, agora usando-o como um cinto.

A vantagem disso, pensei, é que escondia a leve barriguinha que tinha se formado na parte inferior da minha barriga. Era sutil, mas um parceiro já tinha mencionado, dizendo que era sexy, mas tinha me deixado um pouco insegura.

Meus seios agora balançando livremente pareciam tê-lo hipnotizado. Os olhos dele seguiram meus grandes mamilos rosados se soltando, com uma expressão de terror no rosto.

Ele não era lá grande coisa, meio cheinho, vinte e poucos anos, eu achava, mas bonitinho do jeito dele.

Coloquei a mão no peito dele e o empurrei pra trás, pra dentro de uma cabine.

Era pequena e apertada lá dentro, pros dois.

Depois de pousar minha bolsa clutch na cisterna, levei as mãos ao cinto dele, puxando ansiosamente.

Passei mentalmente pela logística da situação, calculando como eu ia me abaixar pra chupar o pau desse cara. Parecia impossível, sem espaço pra me dobrar no ângulo necessário, e eu não ia me ajoelhar no chão de um banheiro masculino, não importa o quão chique fosse o restaurante.

Ah, bem, azar o seu, pensei.

Então me veio uma ideia.

Ok, então eu não podia chupar o pau dele, mas podia dar outro agrado especial.

Enfiei a mão na bolsa e peguei o discreto frasco de lubrificante à base d'água com cheiro de frutas (nunca saia pra um encontro sem ele, piscadinha) e enfiei nas mãos dele.

— Você vai me dobrar e comer meu cu agora — eu o informei.

— Mas... er... eu nunca... nunca fiz... er...? — ele gaguejou de volta.

— Escuta, campeão, não é ciência de foguete, não vai precisar de manual de instruções, você se vira, tenho certeza — provoquei.

Me virei, colocando os cotovelos na porta, me dobrando num ângulo de 90 graus, apresentando minhas nádegas trêmulas, dando a ele a visão do meu lindo cuzinho rosado dentro.

Olhei por sobre o ombro e lancei a ele um olhar sensual de incentivo. Senti o jato frio do lubrificante atingindo meu cu, e os dedos dele massageando a região da minha racha, a ponta do dedo ocasionalmente forçando meu buraco, esticando-o um pouco a cada vez.

Me deixei curtir a sensação enquanto ele colocava mais um jato e recomeçava, dessa vez deixando o dedo sondar mais fundo no desconhecido.

Lubrificado ao seu contento, senti a cutucada firme da glande dele contra meu buraco apertado, mas quase imediatamente ele começou a empurrar com força.

— Ei! Calma aí, cowboy — chamei por sobre o ombro — é melhor ir devagar. Pelo menos no começo.

— Ah... er... desculpa... mas... — ele se desculpou.

Eu ri internamente de suas gaguejadas fofas até sentir a pressão constante forçando meu ânus novamente, e minha mente mais uma vez mudou para a quente antecipação do que estava por vir.

Empurrei lentamente pra fora pra facilitar a entrada dele, e os movimentos curtos de vai e vem dele gradualmente me invadiram mais e mais contra a resistência.

Eu nem tinha reparado no tamanho desse cara, percebi, enquanto mais e mais pau enfiava no meu traseiro.

Empurrei meu cu violado pra trás e pra cima do pau ingurgitado dele até sentir ceder e o pau dele deslizar até o fim, até a base.

Ah, ok, ele tinha um tamanho decente e mais do que suficiente pra encher e esticar meu orifício mais apertado.

Ele se movia ritmicamente pra frente e pra trás, me bombeando lentamente por trás, provocando gemidos e guinchos involuntários de mim.

Eu gosto de incentivar os homens com quem estou, às vezes soando um pouco insincera, mas eu realmente tava gostando do jeito que esse cara tava me fodendo, então deixei que ele soubesse com gritinhos rápidos de "isso, amor" em sincronia com suas estocadas, e gemidos adicionais de incentivo.

Normalmente não gozo só com anal, mas definitivamente sentia o prazer crescendo dentro de mim conforme ele aumentava a velocidade e a urgência.

De repente, me senti claustrofóbica. Precisava sair daquela caixinha.

Abri a porta e saí cambaleando pro banheiro mais amplo, me virando e subindo na bancada, entre as pias.

— Vem — chamei pra ele, que ainda tava paralisado na cabine.

Ele me seguiu nervosamente, ferramenta lubrificada na mão.

Posicionei meus quadris na beirada pra dar a ele acesso ao meu buraco de novo.

Ele entrou de novo no meu cu, muito mais fácil dessa vez, e continuou metendo em mim.

— E se alguém entrar? — ele entrou em pânico.

Mal as palavras tinham saído de sua boca, a porta se abriu e entrou um homem alto, de meia-idade, calvo mas de terno elegante.

Congelamos. Meu novo amigo enterrado no meu cu, minhas pernas escarranchadas, minha boceta exposta deixando óbvio onde ele tinha o pau, e meus seios redondos e trêmulos à mostra.

O homem se virou pra sair, murmurando desculpas.

— Espera!... espera!... — eu chamei. — Fica... olha. Olha esse garanhão comendo meu cu.

Isso era insano, eu mal reconhecia essa vadia devassa.

Chamar meu amigo de garanhão o tinha incentivado e ele voltou a bombar contra minhas nádegas estalantes.

O calvo parou e olhou pra gente fodendo como animais na frente dele.

A sensação de olhos em mim, meu corpo sendo devastado diante desses estranhos, de ser essa puta, tinha me levado à beira do abismo e eu esfreguei furiosamente meu clitóris, rapidamente gozando em ondas de êxtase sublime.

A mão do calvo cobriu a virilha. Ele devia estar morrendo de vontade de puxar pra fora e começar a se masturbar.

Mantive contato visual com ele enquanto balançava pra frente e pra trás com a martelada que eu agora recebia, erguendo as mãos e apertando meus próprios seios, puxando e esticando meus mamilos.

Olhei fixamente pro rosto do recém-chegado, uma expressão de êxtase furioso no rosto, enquanto curtia o último do meu orgasmo.

De repente, lembrei do meu encontro esperando na mesa. O encontro todo devia ter durado uns 5 minutos, mas ele com certeza tava se perguntando se eu tinha fugido.

Empurrei meu suado amante gordinho pra fora de mim.

Eu ainda não ia me ajoelhar nesse chão, mas agora tinha espaço pra me agachar nos calcanhares, joelhos abertos, bunda apoiada nos saltos altos.

— Você pode gozar na minha cara — eu disse a um Chubbs em estado de choque.

— Você também — virei e falei pro calvo.

— Mas minha esposa... ela tá... — ele apontou pra porta.

Sorri maliciosamente. — Eu nem vou te tocar, com certeza isso não é traição? — sugeri.

— Sabe, goza no chão e eu só vou estar no caminho — ri da minha própria lógica maluca.

O calvo deve ter gostado, porque veio, pau duro na mão.

Foquei minha atenção no meu parceiro, enfiando o pau dele todo na boca um par de vezes. Senti só o gosto do lubrificante e me fez pensar em morangos.

Masturbei ele desesperadamente, abrindo bem a boca e esticando a língua.

Senti ele tensionar e um jato longo de porra branca jorrou do pau pulsante, batendo forte na minha bochecha, subindo e me fazendo fechar um olho brevemente. Espirrou pela narina e traçou uma linha grossa pelo lábio superior, dentes e língua.

O segundo jorro foi direto pro fundo da minha garganta, o terceiro, quarto e quinto, muito menos potentes, escorreram e encheram minha boca de porra, tanta que escorreu pelo meu queixo e caiu em fios pegajosos nos meus seios.

O espetáculo foi suficiente pro calvo, que gozou também, de cerca de um palmo acima do meu rosto (sua esposa com certeza ficaria aliviada), esguichando três jorros grossos da sua semente em linhas diagonais retas pelo meu rosto, o resto escorrendo tristemente de seu membro bastante pequeno.

Me levantei e inspecionei a bagunça no espelho.

Porra! Eu parecia a convidada especial de uma festa de bukkake, pensei deliciosamente.

Engoli o que tinha na boca e usei um dedo pra pegar mais esperma do queixo, lambendo-o famintamente, só pelo show.

— Ok, rapazes, deem o fora daqui.

— Mas eu preciso fazer xixi? — implorou o calvo.

Lancei a ele um olhar duro ainda coberta de sua porra.

Ambos saíram, se ajeitando e tentando endireitar as roupas amarrotadas, então comecei a me limpar e me vestir de novo.

Quando voltei pra mesa, vi Chubbs parado ao lado da sua mesa, conta aparentemente já paga, se despedindo dos pais.

Meu encontro parecia furioso.

— Onde diabos você tava? Achei que tivesse ido embora?

Senti os olhos do meu garanhão em mim quando caminhei direto pro meu encontro e o beijei profundamente, deixando minha língua empurrar e explorar sua boca.

Pisquei discretamente pro Chubbs enquanto ele sorria de boca aberta e se virava pra sair.

O calvo não tava em lugar nenhum.

Sentando na minha cadeira, vi que a comida tinha chegado.

— Desculpa, amor, problemas femininos — expliquei.

A desculpa universal nunca levava a mais perguntas.

— É, bom, enfim, como eu tava dizendo, a questão dos carboidratos...

Ele se conteve de relançar seu discurso e estalou os lábios.

— Hmm, que gosto é esse? — um olhar de leve confusão no rosto. — Você pediu as ostras, não foi? — ele lembrou.

Ergui as sobrancelhas e mordi ambos os lábios numa paródia de inocência, assentindo afirmativamente.

Só esperava que ele não percebesse que eu ainda não tinha dado uma mordida.

Não no meu prato, pelo menos!

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