Evelyn
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Acordei grogue, de ressaca. Tinha fumado muito na noite anterior. Claramente, os efeitos tinham passado para a manhã seguinte. Rolei na cama e dei uma olhada no relógio. 11h36. Esfreguei o rosto, tentando despertar. Não demorou muito para minha mãe, Evelyn, invadir meu quarto com uma pilha de roupa dobrada nas mãos. Ela é mãe solteira, mas me mimava. Vivía lavando minhas roupas e fazendo minhas refeições. Mesmo trabalhando em período integral. Sendo domingo, ela não estava no trabalho.
"Levanta, baby, já passa do meio da tarde", ela disse. Sentei na cama e continuei esfregando os olhos para acordar. Evelyn abriu minhas gavetas e começou a guardar minhas roupas.
"Bom dia", falei baixinho. Olhei para mim mesma no espelho preso à porta do armário. A maquiagem borrada da noite anterior ainda estava no meu rosto. Meus olhos estavam escuros, pareciam de guaxinim. Vestia um suéter preto oversized e shorts atléticos. Baixei o olhar para as mãos. Esmalte preto era a minha praia. Se eu tinha unhas, elas estavam pintadas de preto.
"Grace", Evelyn começou. Ergui os olhos para ela. Seu cabelo loiro comprido caía pelas costas, mais comprido que o meu. Ela usava um vestido de verão vermelho com estampa floral e sandálias. Assim como eu tinha minha fixação por esmalte preto, ela tinha a dela por esmalte vermelho. Acho que somos pessoas bem simples. "Você é virgem?", ela perguntou. Fiquei atordoada. Minha mãe não deveria me perguntar isso. Meu humor se desfez enquanto eu pensava tanto no motivo da pergunta quanto no que deveria responder. Imaginei que o melhor era falar a verdade, certo?
"Sou", respondi baixinho. Voltei o olhar para as mãos. Seria uma conversa estranha e eu não tinha certeza se queria olhar nos olhos dela caso ela continuasse.
Evelyn terminou de guardar as roupas e se virou para mim. "Bom", ela disse. Que raios isso significa? "Sei que você se masturba com muita frequência".
"É", respondi. Essa era a pior conversa para começar o dia. Evelyn saiu do meu quarto por um segundo antes de voltar com uma coleira de cachorro de corrente.
"Grace, vou te foder." Ela disse. O quê?! Que porra é essa? Por que ela diria isso? Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela correu até mim e prendeu a guia na coleira de cachorro que eu usava. É um acessório fashion.
"Mãe, que porr—" consegui falar antes que ela colocasse a mão sobre minha boca. Ela se aproximou mais.
"Vou te foder, entendeu?" Ela disse. "Estou com tesão, você está com tesão, obviamente. Por que não se ajudarmos, hein?"
Evelyn apertou a coleira em volta do meu pescoço. Olhei nos olhos dela o tempo todo. Foi uma reação de sobrevivência. Precisava saber o que ela estava fazendo. Ela agarrou um punhado do meu cabelo e me arrastou para trás, para a cama. Me empurrou de bruços. Achou um cinto e amarrou minhas mãos atrás das costas. Subiu sobre minhas pernas. Eu estava completamente imóvel. Impotente para fazer qualquer coisa se tentasse. Ela era maior e mais forte que eu.
"Você sabe que te acho sexy pra caralho", ela disse, "te olhei a vida inteira". Fiquei olhando para a parede do quarto enquanto era empurrada contra a cama. "E quando você fez a transição, eu soube que chegaria a isso, não consigo me controlar."
Evelyn esticou o braço até meu criado-mudo e o abriu. Enfiou a mão no fundo e tirou um vidro de lubrificante. Enterrei o rosto no travesseiro. "Sou sua mãe, não finja que não sei o que acontece na minha casa", ela falou.
Evelyn levantou meu suéter, colocou as mãos por baixo do cós do meu shorts e os puxou para baixo. Fiquei envergonhada. O que ela vai fazer comigo?
Ela se curvou para ficar ao lado da minha cabeça. Afastou fios do meu cabelo oleoso da minha orelha. "Você tem um corpo tão bonito", ela sussurrou.
Minha mãe se levantou e começou a tirar o vestido. Enquanto ela estava ocupada, tentei me levantar da cama. Antes que eu pudesse realmente escapar, Evelyn me agarrou pelo cabelo e me jogou de volta contra a cama, me fazendo soltar um gritinho. Ela voltou ao lugar ao lado da minha orelha. "Não tente fugir de mim, vou te fazer se sentir bem", ela disse.
Ela subiu em cima de mim de novo. "O que você vai fazer?", perguntei. Ela ergueu a mão e deu um tapa na minha bunda. Senti meu corpo estremecer com o golpe.
"Cala a boca", ela começou, "você é minha agora, então não fale a menos que eu mande". Enquanto Evelyn se movia, eu só podia imaginar o que ela faria comigo. Estava com medo. Sabia que o que ela estava fazendo era errado.
Senti um tapa na fenda entre minhas pernas. Como se algo tivesse caído em cima de mim. "Consegue me sentir, docinho?", Evelyn perguntou. Aquilo era ela? Ela se inclinou para mim de novo, dessa vez agarrando um punhado de cabelo para mover minha cabeça e eu ver o rosto dela. "A mamãe também tem um pau, só que bem maior que o seu", ela disse, encarando minha alma. Fiquei tomada de surpresa ao ouvir aquilo. Minha mãe tem pênis? Que porra é essa?
"Mãe, por que você—" ela me deu outro tapa na bunda e eu gritei.
"O que eu te disse?", ela falou, "nada de falar". Senti que ela estava se esticando de novo. "Já que não consegue ficar de boca fechada, vou te ajudar", ela disse. Moveu minha cabeça puxando meu cabelo para eu olhar para ela de novo. "Aqui, a calcinha da mamãe vai te manter ocupada", e enfiou a calcinha dela na minha boca. Pude sentir o gosto do suor e do sabonete líquido dela no tecido. "Qual é o meu gosto?", perguntou, mesmo eu não podendo responder.
Senti o líquido gelado característico sendo derramado no meu cu. Enquanto espalhava o lubrificante pela minha bunda, Evelyn movia a outra mão sobre si mesma. Enquanto fazia isso, pude sentir o peso sobre minhas pernas ficando maior. Sabia que era o pau dela.
"Tudo bem, baby, a mamãe vai fazer você se sentir tão bem", ela murmurou. Começou a espalhar o lubrificante em si mesma.
Evelyn subiu mais em cima de mim. Eu sabia que ela estava prestes a começar. E eu estava impotente para fazer qualquer coisa. Mesmo que quisesse detê-la. Ela se inclinou para minha orelha de novo. "Você está pronta?", ela perguntou. Murmurei através da calcinha na minha boca.
Evelyn agarrou a guia, enrolou-a bem na mão e fez pressão no meu pescoço. Senti que ela abria meu cu o máximo que podia. Eu tentava me preparar para o que estava prestes a passar. Senti ela colocar o pau contra meu buraco.
Com uma única estocada, Evelyn se enfiou toda dentro de mim. Nós duas gememos em sincronia. Ela de prazer, eu de dor. O pau dela era maior do que qualquer coisa que eu já tivesse colocado em mim ao longo dos anos. Me senti tão cheia dela.
"Ai, meu Deus, Grace", ela começou, "você é tão apertada". Senti lágrimas escorrendo dos meus olhos para o travesseiro, formando uma poça contra meu rosto. "Sua buceta é tão boa", ela disse. Ela se inclinou para mim de novo, beijando meu pescoço e mordendo enquanto apreciava as paredes do meu cu.
"Vou começar a me mexer", ela disse. Evelyn começou a meter devagar, realmente levando em conta meus sentimentos. Enquanto minhas lágrimas continuavam, me perguntei por que estava me sentindo bem, mesmo com minha mãe me fodendo à força. Ela viu as lágrimas, continuou beijando meu pescoço e rosto, tentando me manter calma. Não podia negar que estava gostando dela.
"Meu Deus, quero te arrombar com força", ela começou, sussurrando, "quero ouvir você chorar enquanto te fodo, quero te quebrar". Senti meu estômago revirar com as declarações. Não de nojo, no entanto. Era mais como frio na barriga. Eu também queria essas coisas. Só não conseguia admitir. Comecei a me empurrar para cima contra ela. Não só contra o pau, mas contra o corpo dela também. Queria senti-la. Queria sentir a pélvis e os quadris batendo em mim. Queria sentir o calor do corpo dela sobre o meu.
"Olha só você empinando os quadris para mim", Evelyn disse. Ela diminuiu a velocidade por um segundo. "Você quer isso, eu sei que quer", continuou, "você me olha do mesmo jeito que eu olho para você. Já te vi encarando meus peitos. Sei que você assiste principalmente pornô de madrasta. E sei que você fantasia em me foder. Só que agora sou eu que estou te fodendo." Continuei enterrando o rosto no travesseiro de vergonha. "Agora vou tirar minha calcinha da sua boca e você vai dizer que quer que a mamãe foda sua bucetinha", ela disse.
Enquanto tirava a calcinha da minha boca, me perguntei se conseguiria dizer aquilo. Era tão vergonhoso ouvir que minha mãe sabia que eu fantasiava com ela. Como eu poderia admitir a ela que queria que ela me fodesse se eu nem conseguia dizer os pensamentos para mim mesma?
"Diga", ela ordenou. Continuei em silêncio, pensando se conseguiria. "Só vou fazer se você admitir. Pode sussurrar se quiser." Fiquei deitada, olhando para o nada, ainda sem saber se conseguiria.
Evelyn colocou o ouvido perto dos meus lábios, esperando a declaração. Juntei toda a coragem que pude. Sussurrei no ouvido dela: "Quero que você me foda."
"Não, docinho, diga que quer que a mamãe foda sua buceta", ela disse.
"Quero que a mamãe foda minha buceta", murmurei envergonhada. Ela riu da minha humilhação. Meu estômago estava embrulhado com a experiência.
A mamãe colocou os braços um de cada lado de mim e se reposicionou. "Você vai ficar dolorida amanhã", ela disse. Colocou um dos braços nas minhas costas e me empurrou contra a cama. Começou a me foder de novo, ficando mais agressiva e mais forte à medida que avançava. A dor era terrível, mas através dela eu sentia mais prazer do que jamais havia experimentado. O pau dela era mágico. Eu o queria mais do que tudo. E eu a queria.
Parecia que ela estava me destruindo completamente. Senti como se estivesse partindo meu cu ao meio. Meu pau não parava de latejar de prazer. Roçando na cama, uma poça de pré-gozo se acumulava nos lençóis. A mamãe estava me fazendo babar por toda a cama. Eu queria que ela me fizesse gozar.
Evelyn parou de me foder. "Vamos, vamos mudar de posição", ela disse. Desamarrou minhas mãos e me virou de costas. Agora eu poderia vê-la me foder. Ela notou a mancha molhada que estava embaixo de mim. "Aww, a mamãe estava fazendo seu pauzinho de menina babar por toda a cama, que fofo", ela murmurou. Minhas bochechas ficaram vermelhas de êxtase. Estava começando a gostar de ela me humilhar e me tratar como uma puta.
"Mamãe", eu disse.
"Sim, baby?" Ela perguntou. A essa altura, eu já quase tinha perdido completamente a noção das coisas.
"Você pode tirar meu suéter?", pedi. Ela riu e começou a tirá-lo de mim.
"Você quer que eu brinque com seus peitos?", ela perguntou retoricamente. Enquanto jogava meu suéter no chão, ela se sentou. Minhas pernas estavam bem abertas para ela. Meus mamilos estavam eretos, quase implorando para que ela brincasse com eles. Ela se colocou entre minhas pernas, admirando o que tinha ajudado a criar. Seu olhar era malicioso. Como se tudo em que conseguisse pensar fosse o quão forte ia me foder. Senti-me petrificada sob seu olhar. Ela tinha controle total de tudo que acontecia comigo. Eu me sentia segura com ela me controlando. Ela começou a passar as mãos por todo meu corpo, excitando meus mamilos e brincando com meu pau. Eu me contorcia debaixo dela. Ela havia amarrado minhas mãos na cabeceira da cama, me deixando inútil para fazer qualquer coisa além de ficar ali e ser seu animalzinho. Não que eu quisesse fazer outra coisa. "Seus mamilos são tão doces e bonitos. Estão inchadinhos por causa do estrogênio. Parecem tão femininos." Ela disse.
Enquanto a mamãe me olhava, eu fazia o mesmo com ela. Admirei seu rosto lindo e marcante. Sua pele pálida e cabelo loiro. As unhas vermelhas que traçavam meu corpo inteiro. Eu amava cada centímetro dela. Eu a queria mais do que tudo. Minha mente implorava para que ela me fodesse sem parar.
"Quero que você faça barulho", ela começou, "quero ouvir seus gemidos enquanto emprenho seu cu". Fiquei olhando para ela enquanto se posicionava de novo. Não pude evitar admirá-la, debruçada sobre mim. Seus peitos grandes e maternais balançando. Seus mamilos eram grandes. Seus seios tinham veias correndo por eles. Mais do que tudo, ela era real. Era complexa. Como poesia, ela era expressiva. Seu corpo é uma história. E uma que eu quero conhecer.
Evelyn enfiou o pau em mim de novo. Fiz o que ela mandou e não segurei meus gemidos. Soltei meu primeiro gemido quando ela estava entrando. No mesmo instante, ela exalou com força enquanto enfiava. Ela me encarou o tempo todo, me observando fechar os olhos e jogar a cabeça para trás em dor e prazer. "Olha só a garotinha da mamãe, gemendo como uma puta", ela disse, rindo. Começou a meter de novo, começando devagar, como da última vez. "Vou fazer você gritar", ela disse.
Evelyn pegou a guia debaixo de mim e se inclinou para trás, apertando a coleira em volta do meu pescoço. Começou a acelerar de novo. Minhas pernas abertas, ela me enforcando, me fodendo e me humilhando. Me senti uma puta. Como se estivesse sendo usada e emprenhada. Amei isso. Meus gemidos se tornaram mais fáceis e naturais. Uma vez que comecei a deixar minha euforia sair, não tinha mais volta. Ela havia me transformado numa vagabunda de beco e eu não podia mais voltar atrás.
"Geme para a sua mamãe, baby", ela disse por entre os grunhidos da sua atividade. Enquanto metia em mim, meus testículos ficavam presos entre nós. A pressão e o impacto eram gostosos contra a barriga cheinha dela. Meu pau balançava no ar descontroladamente, ocasionalmente batendo em mim ou nela.
Evelyn agarrou minha perna direita e a trouxe até ela, beijando-a de cima a baixo. Ela cheirou meus pés, roçando meus dedos contra os lábios. "Vou usar cada parte de você se eu quiser", ela declarou. Acreditei nela. Queria que ela usasse cada parte de mim. Era tudo que eu queria. Ela começou a chupar meus dedos do pé. Senti como se ela estivesse usando cada parte de mim para seu próprio prazer. Amei aquilo. Amei ser possuída por ela. Gostei de vê-la chupar meus dedos. Não sei bem se tenho fetiche por pés, mas achei pés atraentes. Especialmente quando ela estava usando os meus.
Enquanto continuava chupando meus dedos, o ritmo da mamãe aumentou. Ela voltou a me arrombar. Era melhor nessa posição. Gostava de tê-la na minha frente e perto para poder vê-la enquanto me agredia. Gostava de ver nossos peitos balançando em sincronia. Eu me sentia em sintonia com ela.
Evelyn começou a me foder o mais forte que conseguia. Parecia que meu cu estava dormente. Tudo que eu sabia era que estava em pura euforia. Não havia pensamentos na minha cabeça além de quão forte ela estava me fodendo e como eu queria que ela me fodesse mais forte. Meus gemidos estavam se transformando em gritos. Meu rosto estava quente e meu corpo coberto de suor. "Vamos, docinho, deixa sair", ela dizia em intervalos entre as estocadas.
"Por favor, mamãe, fode minha cabeça, por favor", eu gritei. Estava completamente embriagada com aquele prazer e com ela. Ela sorriu com meus gritos por mais. Adorava me ver assim. Sua putinha que só se importa com o pau da própria mamãe. Não posso dizer que isso não seja verdade a essa altura.
Evelyn soltou meu pé, agarrou meus quadris e meteu mais fundo. Lágrimas voltaram aos meus olhos, escorrendo pelas minhas bochechas até o cabelo. Senti que estava perto de gozar. Queria gozar, mas não queria que aquela excitação acabasse. "Mamãe, vou gozar", gritei em meio aos berros e lágrimas.
"Goza, goza, baby, goza", ela ordenou. Sob suas ordens, me deixei gozar. O gozo jorrou de mim com mais força do que nunca. Nunca tinha conseguido me fazer gozar tão forte. Uma onda de prazer percorreu meu corpo como eletricidade. Senti meu corpo inteiro tremer debaixo de Evelyn. Mesmo depois que parei de gozar, Evelyn continuou me fodendo e meu corpo continuou a tremer.
"Olha só você, docinho", ela começou, "gozando toda em si mesma". Ainda corei com as declarações dela. Enquanto continuava a me foder, ela recolheu um pouco do meu gozo da minha barriga. Levou a mão à minha boca e me fez comer. A essa altura, ela podia me obrigar a fazer qualquer coisa. Eu estava pronta para fazer o que ela quisesse.
A foda dela começou a chegar a um clímax agressivo. Ela estava me comendo sem nenhuma consideração pelo que eu estava sentindo. Evelyn havia me transformado em uma fleshlight, me fodendo como se eu fosse de plástico. Eu sabia que ela estava perto de gozar pela força com que me fodia.
"A mamãe vai te engravidar, bebê", ela disse. "Você quer ter o bebê da mamãe?"
"Sim, eu quero seu bebê, por favor me encha", eu murmurei. Senti que estava me excitando de novo. Nunca tinha gozado duas vezes seguidas. Adorei que ela pudesse me fazer isso.
"Mamãe, acho que vou gozar de novo", eu chorei. Senti meu corpo continuar a se contorcer sob ela.
"Goza, então, de novo", ela disse. Eu me deixei gozar de novo. Mas não era gozo. Ela estava me fodendo tão forte que eu estava me mijando. Como meu pau estava mole depois de gozar da primeira vez, eu estava me mijando. Depois que parou, Evelyn disse: "olha só você, bebê, se mijando todo."
"Bebê, estou prestes a gozar", ela disse. Ela empurrou minhas pernas completamente contra a cama e se deitou em cima de mim, continuando a me violentar. Ela colocou o peito acima do meu rosto. "Chupa os peitinhos da mamãe, bebê", ela disse. Eu obedeci e chupei seus mamilos. Passei levemente os dentes por eles, dando-lhe um choque de dor. "Ah, porra, tira o leite, bebê, a mamãe vai te encher com o leite e a porra dela", ela gritou.
"Deus, bebê, a mamãe vai gozar", ela gritou. Ela estava me fodendo o mais forte que podia. Eu a senti latejando dentro de mim. Ela estava o mais dura que conseguia. Senti todo o corpo dela se tensionar em cima de mim. Ela se empurrou toda para dentro de mim. Enquanto estava nas minhas entranhas, ela se soltou. Ela jorrou suas cargas de porra bem fundo dentro de mim com um gemido alto. Se eu pudesse engravidar, estaria grávida. Parecia que ela havia se empurrado e sua porra até o meu estômago.
Ela desabou em cima de mim, me sufocando com os seios. Senti nossos corpos quentes e suados colidirem. Nós duas estávamos descendo do nosso êxtase. Enquanto ela ficava lá deitada, respirando pesadamente, eu só podia me deleitar na glória da nossa proximidade. Evelyn desamarrou minhas mãos. Ela imediatamente se inclinou e me beijou. Ela me envolveu em seus braços, me segurando apertado. Nunca me senti tão próxima e tão vista por alguém antes. "Você foi tão bem, docinho", ela disse com uma voz mais baixa. Ela havia retornado à sua personalidade pré-enfurecida. Eu corei com o comentário. Ela estava me elogiando. "Eu te amo", ela disse. Eu podia sentir as palavras vibrando através do seu peito.
"Eu também te amo", respondi. Minha voz estava tensa e rouca de tanto gemer e gritar. "Vamos fazer isso de novo?" perguntei. Eu queria. Não queria que isso parasse nunca mais a partir de agora.