Contos eróticos para ler inteiros.

Corno e Traição

Eu Vi Seu Histórico de Navegação 02: O Acordo do Casamento Aberto

cara0229 minEpisódio 2 de 4

Corey estava deitado no sofá, no escuro, na suíte de cobertura de Ted, refletindo sobre sua existência. Ver Ted seduzir sua esposa antes fiel e pudica era o ápice de décadas de fantasias. Ver Anna alegremente chupando e fodendo o enorme pau de Ted até ter múltiplos orgasmos virou o mundo de Corey de cabeça para baixo. Era doloroso de assistir, mas ao mesmo tempo era a excitação mais intensa de sua vida. Ele nunca havia suportado tamanha humilhação, nem desfrutado de tantas emoções.

Corey estava apavorado em encarar a esposa pela manhã. Será que ela vai me largar? ele se perguntava. Corey não tinha ideia do que o seu corno-mansismo significava para o casamento ou para a família dele. Só havia uma coisa de que ele tinha certeza — ele não queria que aquilo parasse.

Depois do que pareceram horas de silencioso remoer, Corey ouviu barulhos vindos do quarto. A cama estava sacudindo e sua esposa gemia — baixinho a princípio, depois mais alto. Aquilo continuou por um tempo, aumentando até um crescendo estrondoso antes que tudo ficasse imóvel novamente.

Cerca de uma hora depois, talvez duas, aconteceu de novo. A cama tremeu e os amantes gemeram arrebatadamente. Eles nem sequer tentavam ser discretos. Corey ouviu atentamente, o pulso acelerado, o pau tão duro que parecia que ia explodir.

Quando finalmente amanheceu e a luz da manhã se infiltrou no quarto, Corey encarou a porta fechada do quarto, tentando imaginar a cena lá dentro. Ele visualizou sua esposa deitada nua ao lado de Ted, lençóis e travesseiros espalhados pelo chão, a pele macia coberta de chupões e sêmen seco.

O coração de Corey deu um salto quando ele viu a porta se abrir lentamente e sua esposa sair de trás dela, envolta em um roupão felpudo branco do hotel. Ela caminhou até o marido e se ajoelhou ao lado do sofá, colocando ternamente a mão no ombro dele.

"Você está bem?" ela perguntou.

Corey olhou nos olhos dela. Ele estava tomado de culpa e raiva, tanto por si mesmo quanto por ela, por deixar as coisas saírem tanto de controle. Apesar dos sentimentos, sua mente se fixou no fato de que o corpo de sua esposa estava cheio de múltiplas cargas de esperma das bolas enormes de Ted. Corey imaginou aquilo escorrendo pelas coxas dela enquanto ela se ajoelhava ao seu lado.

"Eu... eu não sei", Corey respondeu, sentindo uma poderosa saudade da esposa apesar do ciúme e da confusão que nubravam seu cérebro. Naquele momento, Anna lhe parecia mais desejável do que nunca.

"E você está bem?" ele perguntou.

Anna assentiu timidamente, como se não quisesse admitir. "Se você estiver", ela respondeu. Anna via que o marido lutava pelas palavras certas, doendo para expressar as emoções dolorosas que fervilhavam dentro dele.

"Fala comigo", ela disse amorosamente.

Corey não sabia por onde começar. Ele olhou nos olhos dela, sem dizer nada. Por fim, falou.

"Ainda somos... nós?"

Anna assentiu. "Espero que sim."

"Mas... como?" Corey gaguejou, a voz se perdendo.

Anna respirou fundo e segurou as mãos do marido nas dela.

"Olha, querido", ela disse. Corey percebeu que ela havia planejado o que ia dizer. Sempre que tinham conversas difíceis, Anna entrava no modo executiva de negócios, expondo as evidências como se estivesse fazendo uma apresentação numa sala de reuniões.

"Vamos dar um passo atrás e pensar em como chegamos aqui, está bem?" Anna começou, lançando sua explanação.

"Está bem", Corey concordou, curioso para ouvir a perspectiva da esposa sobre ser seduzida por um estranho num bar e ter sexo selvagem com ele enquanto Corey assistia.

"Bem, você sabe que eu era praticamente virgem quando nos casamos, certo?" Anna recordou.

Corey assentiu. Não havia dúvida quanto a isso.

"Toda a minha criação me ensinou que sexo era ruim", ela continuou, "escola católica, meus pais malucos, até minha irmã mais velha."

Corey ouvia, tentando conectar os pontos.

"Você não entende?" Anna exigiu. "Era você que devia ter me ensinado! Você tinha todas essas fantasias distorcidas — por que guardou tudo só para você?"

De repente, uma luz se acendeu na cabeça de Corey. Ela tinha razão.

"Você nunca tomou as rédeas!" Anna acusou. "A gente podia estar fazendo coisas incríveis nos últimos 17 anos, mas eu era travada demais e você não me trouxe junto. Você nem tentou!"

Corey olhou nos olhos de Anna com arrependimento.

"Desculpa, amor, mas a culpa é sua", ela continuou. "A noite passada foi, acho, o preço que você teve que pagar por tudo isso."

Corey exalou. Tudo o que a esposa dizia fazia sentido. Ele nunca tentou apimentar a vida sexual deles, apesar de seus desejos vívidos. Não só aceitava "não" como resposta — ele quase nem perguntava. Ele permitiu que a sexualidade reprimida de Anna se intensificasse por anos, como lenha seca no chão de uma floresta, até Ted finalmente chegar com um fósforo.

"Então", Corey falou com a voz rouca, "como é que a gente fica?"

Anna respirou fundo. Aquela ia ser a parte difícil da conversa.

"Eu amei a noite passada, amor", ela disse. "Não vou mentir."

"É, eu meio que percebi", Corey respondeu sarcasticamente.

Anna deu de ombros, ignorando o sarcasmo. "Bem, é o seguinte que estou pensando", ela disse, "e acho que você vai gostar. Eu espero que sim."

Corey a encarou desconfiado, esperando a bomba cair.

"Agora que eu sei o que é um orgasmo de verdade, não posso voltar atrás", ela confessou. "Pela primeira vez na vida eu fui uma vadia, querido, e amei. Amei o jeito como Ted me jogava de um lado para o outro e pegava o que queria. Ele não pedia. Simplesmente fazia."

Anna olhou nos olhos de Corey e viu que ele escutava atentamente. "Eu preciso disso, meu amor", ela acrescentou.

As palavras de Anna arrepiaram Corey até a medula, cada uma chiando em seus ouvidos, mas ao mesmo tempo causando um enjoo no estômago.

"Isso mesmo", Anna continuou, "eu amei especialmente o jeito como ele dominou você. Eu vi como você ficou excitado, mas também assustado e com ciúmes ao mesmo tempo. Por algum motivo isso me excitou demais, mesmo me deixando brava que você foi tão... patético."

Anna olhou para o rosto de Corey e viu a mesma expressão de assombro que ele usara na noite passada enquanto Ted a seduzia.

"É, amor", ela continuou, "ficar brava com você me deixou com um tesão absurdo. Não sei por que — simplesmente deixou."

Corey assentiu conscientemente. "Foi exatamente como me senti", ele disse baixinho.

"É, deu para perceber", Anna disse.

Os dois se entreolharam, espantados com a súbita virada que a vida a dois tinha tomado.

"E então?", Corey perguntou. "E agora?"

"Eu não vou parar, amor", Anna disse. "Não posso."

Corey tremeu. Ele tentou fingir que as palavras de Anna o entristeciam, mas ela o conhecia bem demais.

"Você não quer que eu pare, quer?", Anna disse. Foi uma afirmação, não uma pergunta.

Corey olhou para ela sem jeito, sentindo o pulso acelerar. Ele negou com a cabeça.

"Achei mesmo", ela disse, um sorriso malicioso se espalhando em seu rosto. "Acho que podemos fazer isso funcionar."

Corey assentiu, ansioso por ouvir o plano dela.

"Escuta, amor", Anna disse. "É o seguinte — eu vou ficar com Ted sempre que ele vier à cidade, e talvez com outros caras também. Você pode assistir se eles não se importarem, mas se não, eu sempre vou te contar. Nunca vou mentir. Prometo."

"Ficar com eles?" Corey perguntou. Ele sabia o que ela queria dizer, mas precisava ouvi-la dizer em voz alta.

Anna revirou os olhos. "Foder eles, querido. Eu vou foder o Ted e talvez outros caras também. O que você achou que eu queria dizer?"

Corey exalou e assentiu. "Você vai me contar?" ele perguntou, a voz pingando expectativa.

Anna riu. Ela sabia que em algumas histórias sujas de Corey, o marido corno se excitava ao ouvir a esposa descrever suas atividades devassas.

"Tanto quanto você quiser saber, amor", ela respondeu.

Uau! Corey pensou. Ele não tinha dúvidas de que ouvir sobre as façanhas de Anna seria quase tão excitante quanto assistir, talvez até mais.

Corey mal conseguia falar. "Está bem", ele balbuciou envergonhado.

Anna riu. "Tem certeza? Você acha que vai ficar bem comigo te contando o que faço com outros caras?"

Corey assentiu, olhando nos olhos de Anna com uma expressão culpada. "Eu odeio e adoro", ele disse, "mas é isso que torna tão excitante. Como na noite passada."

"Bem, está bem", Anna respondeu, "mas temos que tomar cuidado. Vamos manter tudo em segredo absoluto, está bem? O resto das nossas vidas vai ser como antes — nossos empregos, nossa família — ninguém vai saber, certo?"

Corey assentiu nervosamente. Anna percebeu que alguma parte desse acordo estava incomodando ele.

"Qual é o problema?" ela perguntou.

Corey hesitou. "Você ainda vai transar comigo?" ele perguntou ansiosamente.

Anna riu. "Sim, amor. Vou sim. Ainda tenho mais um presente de aniversário para você, sabe."

Corey suspirou. O aniversário dele foi o que os meteu nessa confusão para começo de conversa.

"Qual é?" ele perguntou.

Anna deslizou a mão do ombro de Corey para o colo dele, sentindo o volume nas calças. "Isso era o que eu estava planejando te dar antes de tudo enlouquecer na noite passada", ela disse.

Corey olhou para baixo e viu os dedos com unhas feitas dela desabotoarem o fecho das calças e abaixarem o zíper. Anna olhou para ele com um sorriso diabólico, mordendo o lábio enquanto empurrava as calças e a cueca para baixo e os tirava. A ereção de Corey saltou para fora como se fosse uma mola. Anna desamarrou o roupão e o sacudiu dos ombros, depois envolveu a mão em torno da ereção negligenciada do marido. De joelhos, nua, ela se inclinou para beijá-lo, enfiando a língua na boca dele e girando-a enquanto começava a masturbá-lo.

Corey pensou nos dedos pintados dela envolvidos em torno do membro de Ted. Pensou em Ted gozando na boca de sua esposa, a mesma boca que ele agora beijava com língua. As imagens em sua mente turbinaram sua libido. O toque da esposa nunca havia sido tão erótico antes.

"Me conta..." Corey sussurrou entre o beijo, "me conta o que você mais gostou."

"Você quer mesmo saber?" Anna provocou, descendo a mão para fazer cócegas nas bolas de Corey.

Corey assentiu. Ele temia a resposta, mas precisava ouvir.

Anna pôs os lábios no ouvido do marido. "O pau grande do Ted", ela sussurrou.

Corey estremeceu, as palavras da esposa ardendo em seus ouvidos.

"Amei em todo lugar, amor", ela sussurrou. "Na minha boca... na minha boceta. Ele me comeu mais duas vezes na noite passada. Ele me fodeu muito gostoso."

"Eu sei", Corey arfou, "eu ouvi."

"Você adorou, não adorou?" ela exigiu, os dedos deslizando sobre a rigidez dele.

Corey suspirou. Ele queria negar, mas não conseguia.

"Adorou sim!" Anna declarou, apertando o pau dele. "Você adorou ouvir a gente fodendo, não adorou? Admita!"

"Ai, Deus! Adorei."

"Você adorou me ver lamber as bolas do Ted, não adorou?"

Corey estremeceu, as palavras sujas da esposa fazendo sua cabeça girar.

"Ooohhhh, você é um corninho sujo", Anna provocou, masturbando mais rápido. "Aposto que você adorou mesmo me ver deslizar minha boceta nele, não adorou, amor?"

Corey fechou os olhos e tremeu, as palavras da esposa fazendo seu sangue ferver.

"Você me mandou fazer isso!" Anna sibilou. "Você me mandou foder ele! Lembra?"

"OHHHHH!", Corey gritou. "Eu vou —"

Anna sentiu Corey pulsar em sua mão e rapidamente baixou a cabeça sobre a glande, banhando-a com a língua e fechando a mão na base.

Nunca Corey havia gozado tão intensamente. Cada jorro parecia que ia partir seu pênis torturado em dois. Ver a boca da esposa envolvida em volta dele enquanto ele esguichava repetidas vezes era sua fantasia ganhando vida. Desde o dia em que conheceu Anna, ele sonhava em encher a boca dela com sua semente, e agora finalmente estava acontecendo depois de quase 20 anos.

Anna olhou nos olhos dele, a língua girando sobre a cabeça pulsante. Ela sorriu enquanto os últimos resquícios vazavam em sua língua, fazendo Corey saber que, apesar de tudo o que acontecera, ele ainda importava.

Por fim, quando sua erupção cessou, Anna se afastou e fez um show ao engolir a carga espumosa dele.

"Está gostando do seu fim de semana de aniversário até agora?" Anna riu, limpando uma gota pegajosa do canto da boca e chupando o dedo.

Os olhos de Corey viraram para trás.

"Mais alguma coisa sobre a qual você queria conversar?" Anna perguntou com um sorriso.

Corey sorriu. "Acho que estou bem", ele disse.

Anna riu, balançando a cabeça. "Não acredito que me excita você ser um corno. Acho que nós dois somos um pouco pervertidos, não somos?"

Corey assentiu, uma onda de alívio o percorreu, sua cabeça indo para cima e para baixo como um boneco de mola.

"Talvez muito pervertidos", ele sugeriu.

"Não acredito em nada disso, mas amo", ela disse.

Corey fez um gesto de se beliscar, certificando-se de que não era um sonho.

* * * * *

Com o gosto do esperma do marido na boca pela primeira vez na vida, Anna se levantou. "Ted tem reuniões esta manhã, depois vai direto para o aeroporto", ela contou a Corey. "Vou pegar minhas coisas, está bem? Ainda temos dois dias para comemorar seu fim de semana de aniversário!"

Corey observou, o coração cheio de amor, enquanto ela desfilava pelo carpete até o quarto de Ted, completamente nua. Ela fechou a porta parcialmente, deixando apenas uma fresta.

Corey podia ouvir Ted conversando com a esposa nua. Ele a ouviu dizer, "sim, ele está bem", mas não conseguiu distinguir mais nada, embora se esforçasse para ouvir. Ele ouviu risadas, então depois de um ou dois minutos a conversa ficou quieta. Após um tempo, ele ouviu a porta do chuveiro deslizar e a água ligar.

Corey se levantou do sofá e escutou. Não ouvindo nada, ele vestiu o roupão da esposa e silenciosamente se dirigiu ao quarto. Era estranho se sentir um intruso, mas Anna era sua esposa, afinal de contas. De qualquer forma, ele estava curioso demais para se conter.

Corey parou na porta do quarto, ouvindo. Escutando apenas o jato do chuveiro, ele empurrou a porta delicadamente e examinou o quarto. Estava vazio. Ele caminhou de mansinho pelo carpete e encostou o ouvido na porta fechada do banheiro. Ele pensou ter ouvido grunhidos, mas era difícil distinguir por sobre o barulho da água.

Corey segurou a maçaneta e a girou lentamente. Ele entreabriu a porta e espiou bem no momento em que sua esposa soltou um gemido alto.

"Oooooh, ISSO TED! ME FODE!"

A porta do chuveiro estava embaçada, mas Corey conseguia ver o contorno nebuloso de sua esposa com as costas contra o azulejo, as pernas enroladas em volta do tronco de Ted. Ted segurava uma nádega em cada mão, sustentando-a enquanto bombeava seu pau grosso e duro dentro dela.

O coração de Corey deu um salto. Ele sempre quis transar com sua esposa sexy no chuveiro. No começo, antes de se casarem, ele a convidou para lavar suas costas enquanto ele se ensaboava, mas ela riu e desconversou. Ele nunca mais pediu.

Agora, os gritos dela mostravam o quanto ela adorava Ted a penetrando com força sob o jato. Era tão erótico quanto ele imaginara todos aqueles anos atrás.

Ted grunhia a cada investida de seus quadris. Corey parado na porta aberta, assistindo, sabendo que sua esposa estava prestes a ser preenchida com mais uma carga do pau gigante de Ted.

Ted notou Corey parado na porta, o que o inspirou a socar Anna com ainda mais força. Ele adorava foder aquela bela mulher na frente do marido covarde.

"Ei Corey, olha isso!" Ted ribombou enquanto deslizava a porta do chuveiro aberta. Corey absorveu a visão do corpo nu de sua esposa, água escorrendo pela pele suave, as pernas apertadas em volta da cintura de Ted, uma expressão de puro prazer no rosto.

Quando Ted falou no ouvido de Anna, ela assentiu e rapidamente se desvencilhou para ficar de joelhos. Ela lançou um olhar rápido ao marido e depois olhou para Ted com expectativa.

"Abre bem, amor!" Ted rosnou enquanto segurava o queixo de Anna com uma de suas mãos grandes e se masturbava com a outra.

"Estou... vou... GOZAR!" Ted berrou enquanto esguichava um globo espesso no lábio inferior de Anna. Anna guinchou de deleite enquanto a porra de Ted espirrava em sua boca aberta e escorria pelo queixo. Corey assistiu hipnotizado enquanto Ted jorrava o próximo jato sobre a ponte do nariz dela e na pálpebra direita, depois pela testa e pela bochecha esquerda. Anna estendeu a mão para acariciar as bolas ofegantes de Ted enquanto ele segurava a cabeça dela e descarregava gosma perolada sobre seu rosto.

Quando Ted finalmente terminou, ele olhou para Corey com um sorriso orgulhoso, como se o rosto de Anna fosse uma tela na qual ele acabara de pintar uma obra-prima.

"Caramba, Corey", Ted se vangloriou. "Sua esposa é incrível mesmo!"

Anna olhou para o marido, o olho direito colado de porra. Ela usava um sorriso satisfeito, como se o esperma de Ted fosse algum tipo de tratamento de pele mágico. Ela passou um dedo sobre a pálpebra coberta de esperma e a lambeu, depois espremeu o resto da carga de Ted do rosto e a enfiou na boca faminta, lambendo a porra de Ted dos dedos e da palma da mão, engolindo tudo como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.

Enquanto Anna se limpava, ela encarou o rosto do marido, um sorriso lascivo no rosto. Corey assistiu extasiado enquanto ela lambia as costas da mão e chupava cada dedo pegajoso.

"Mmmmm, amor", ela riu. "Aposto que você sempre quis fazer isso comigo, não queria?"

Corey deixou-se cair no tapete e escorregou contra a parede. Aquela manhã já estava sendo tão incrivelmente excitante e vergonhosa quanto a noite anterior. Ver Ted agarrar sua esposa e cobrir o rosto dela de sêmen era tão empolgante quanto ter gozado na boca dela havia pouco. Suas maiores fantasias estavam sendo realizadas uma atrás da outra, sem parar.

Enquanto Anna lavava os restos da ejaculação de Ted do rosto, Ted enrolou uma toalha na cintura e foi para o quarto, passando por cima de Corey, que estava sentado no chão.

— Escuta, Corey — Ted explicou enquanto se secava. — Tenho que pegar um voo mais tarde, mas volto no mês que vem.

Corey assentiu. Dava para perceber pelo tom do Ted que aquilo não era uma conversa, mas sim Ted dando instruções — impondo as regras. Corey se sentiu humilhado pelo tom autoritário de Ted, mas, em algum nível, aquilo o excitava, especialmente com os fluidos de Ted ainda escorrendo pelo rosto da esposa.

— Quando eu estiver na cidade, a buceta da sua esposa me pertence, entendeu, Corey?

Corey assentiu timidamente. Ele notou a esposa saindo do chuveiro, secando o corpo nu com uma toalha. Ela observava atentamente pela porta. Corey percebeu que a dominação de Ted também a excitava, exatamente como ela havia confessado antes.

— Você entende, certo? — Ted exigiu.

Corey assentiu de novo, os olhos baixos. Ele sentia o olhar da esposa sobre si. Pressentia que ele e Anna estavam silenciosamente compartilhando uma conexão íntima e pervertida enquanto Ted o humilhava.

— Quero ouvir você dizer, Corey — Ted falou com firmeza.

Corey estremeceu. — Eu entendo — ele grasnou.

— Diga — Ted ordenou. — Tudo.

Corey ergueu os olhos para Anna. Os olhos dela estavam ardentes, observando atentamente o marido se humilhar diante do amante.

— Ela... — Corey começou, baixando o olhar. Ted e Anna esperavam, o silêncio ensurdecedor.

— A buceta da minha esposa é... sua — Corey gaguejou, a voz quase inaudível, as mãos tremendo. Ele ouviu a esposa arfar.

O coração de Corey parecia prestes a explodir. Ele ergueu os olhos para o rosto de Ted. — A buceta da minha esposa é sua quando você estiver na cidade — repetiu com submissão.

— Bom garoto — Ted disse com aprovação. — E enquanto eu estiver fodendo ela, você vai fazer o que mandarem, certo?

Corey assentiu.

— Bom garoto — Ted repetiu. — Corey, você pode pensar no seu corneamento como meu presente de aniversário para você, tá?

Corey fez uma careta. Não conseguia acreditar no quanto ficava excitado ao ser envergonhado diante da esposa e do novo amante dela. Ele ergueu os olhos e viu Anna encarando-o, de olhos arregalados.

— Bem, o que se diz quando alguém te dá um presente, Corey? — Ted provocou.

Corey ouviu o ar escapar dos pulmões da esposa, chocada com os níveis a que Ted o estava forçando a se rebaixar. Parecia não haver fim para a humilhação do marido.

— Obrigado, Ted — Corey sussurrou.

Ted riu. — De nada, Corey. Feliz aniversário! Mandei mensagem com as datas em que volto. Deixem a agenda livre e nos vemos lá. Check-out às 11! — Ele pegou a mala de rodinhas e saiu pela porta.

* * * * *

— Ai, Corey! — Anna arfou. — Isso foi tão quente!

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