Contos eróticos para ler inteiros.

Hipnose e Controle Mental

Estudos de Duende

daniisidio16 min

Sob a luz forte de um abajur de mesa, Gregory Tills esfregava as palmas das mãos nos olhos. As palavras do livro didático giravam diante dele em círculos entorpecentes. Áuspice já era uma disciplina difícil por si só, mas ele tinha potencial, e era por isso que estava fazendo esse curso na Universidade Lovain. Mas não adiantava ter potencial se você não soubesse o que os sinais significavam. Ele não tinha a menor intenção de acabar como mais um adivinho vomitando bobagens enigmáticas para aldeões entediados. Ele tinha ambição.

Mas ambição exigia estudo.

Estudo exigia paz.

Silêncio.

E não uma república de duendes dando uma festa a noite toda do lado de fora de sua janela!

A música estava no último volume. Aquele som estranho e pulsante, com um grave pesado que batia nas paredes como um terremoto particular. Ele já tinha reclamado com a gerente do alojamento, mas ela só rira.

"Duendes são... cheios de energia! Especialmente no Dia Catorze."

"Mas eu tenho prova!"

"Pense nisso como um treino", ela dissera.

Ele tinha pensado.

Não tinha adiantado.

Pegou o livro, concentrando-se intensamente nas palavras, a testa franzida enquanto estudava. Vejamos. O sinal de uma coroa significava realeza. Mas se cruzado com uma espada, isso queria dizer que a morte viria para um rei. Mas se novamente cruzado com um cordeiro, isso significava...

Nada.

Onde ele estava?

"Merda!" gritou, finalmente jogando o livro de lado. Chega disso. Ele ia acabar com aquilo de um jeito ou de outro.

A cadeira rangeu quando ele se levantou bruscamente. Vestindo apenas o roupão de dormir, abriu a porta e marchou ao virar da esquina, descendo as escadas e atravessando o gramado com determinação.

Duendes raramente moravam no campus. Em geral, ficavam em suas próprias repúblicas, assim como as bruxas. Às vezes as duas coexistiam, mas raramente. Duendes preferiam se manter entre si, embora estivessem mais do que dispostos a convidar outros para a festa. Diziam que nada tinha um gosto tão bom quanto a cerveja dos duendes. Greg não sabia se aquilo era verdade. Nunca tinha experimentado a tal cerveja. Mas devia ser, a julgar pelo jeito que a república explodia em luz, vida, risadas e música. Todas as janelas estavam acesas e, na frente, havia garrafas espalhadas e luzes penduradas. Greg marchou até a porta e bateu com o punho para ser ouvido por cima da música que vinha de dentro.

A porta finalmente se abriu e Greg teve que se controlar ao vê-la.

Ela era como a maioria das duendes. Baixa, mal chegando à altura de seu estômago, mas compensava a falta de altura com uma abundância de curvas. Amplamente exibidas, já que ela vestia apenas uma saia curta e um top que apertava seus seios fartos e grandes. O cabelo era uma bagunça desgrenhada de preto, e seu sorriso era ao mesmo tempo lindo e descontraído.

"Ei, ei, garoto bonito", ela riu. "Como vai você?"

Greg ficou vermelho de irritação e vergonha. "Nada bem!" gritou. Ele gesticulou com raiva na direção do alojamento. "Estou tentando estudar! E as suas... suas... atividades estão ensurdecedoras!"

"Ah, isso é um problema!"

"Sim, é!"

"Aham. Garotos bonitos como você não deveriam ter que estudar. Você pode se virar totalmente com base na sua aparência!"

Por um momento, Greg ficou boquiaberto demais para falar. "Eu... você... o quê!"

"Ah, sim!" ela riu, os seios balançando dentro da blusa. "Você é tão bonitinho! Aposto que seria um marido dono de casa maravilhoso para uma garota. Garotos bonitos não deveriam desperdiçar seus cérebros bobos tentando aprender. Eles só precisam ser os garotos mais bonzinhos e fazer tudo o que a esposa mandar."

Greg sentiu o rubor aumentar. É claro que ele já ouvira falar das opiniões das duendes sobre os homens, mas fazer aquela vadia peituda falar daquele jeito com ele era... era...

"O-olha!" ele explodiu. "Será que você pode... pode abaixar o volume! Não consigo pensar!"

A duende ofegou. "Oh! Isso é um problema. Bem, então é melhor você entrar."

"O quê!"

Mas antes que percebesse, a baixinha risonha agarrou sua mão e o puxou para dentro da república. Ele entrou cambaleando e a porta bateu atrás dele, e Greg se viu na barriga da besta, por assim dizer.

Mais luzes estavam penduradas no interior, piscando em tons caleidoscópicos. Pessoas estavam espalhadas por toda parte. Risadas e barulho e o burburinho de conversas preenchiam todos os cômodos. Para onde quer que olhasse, parecia encontrar uma duende nos braços de uma mulher, ou de um homem, ou de outra duende, beijando-se desleixadamente ou acariciando-se em afeto apaixonado.

"Por aqui!" sua guia riu, puxando-o por um corredor.

"E-espera! Eu não vim aqui para a festa!" ele objetou, mesmo enquanto seguia a mão que o puxava.

"Claro que não, bobinho! Nossa, vocês garotos são mesmo muito burros! Mas não podemos simplesmente acabar com uma celebração do Dia Catorze! Mamãe Hobb precisa das festividades dela. Teríamos que falar com a mãe da república primeiro."

"Teríamos?" Greg disse.

"Claro! Mas ela está ocupada, então vamos ficar confortáveis até ela se liberar!"

Com isso, ela girou e lhe deu um empurrão. Greg agitou os braços e caiu nas almofadas macias de um sofá realmente enorme e macio. Do tipo de maciez que só se consegue com muito uso.

Assim que ele aterrissou, a duende saltou para o assento ao seu lado, sorrindo encantada com sua expressão confusa.

"Meu nome é Abbie", ela disse, apertando a mão dele.

"Hã, Greg", ele disse. "Olha, isso vai demorar? Preciso voltar para os meus estudos."

"Ooh, que estudos?"

"Áuspice."

"Uau! Essa é uma matéria difícil para um garoto tão bobinho. Eu estou aqui fazendo graduação em química, com especialização em massoterapia!"

"Aham", Greg disse, afastando-se dela. Ela estava terrivelmente perto. E, era preciso dizer, bem bonita. Agora que sua raiva tinha diminuído um pouco, ele notava mais detalhes sobre ela. Como o brinco de argola único. O jeito que seus olhos brilhavam. O jeito que seus seios grandes e verdes-esmeralda esticavam seu top. Greg se sentia cada vez mais nervoso. Ele tinha vindo aqui com a intenção de invocar a ira dos deuses e acabar com a festa, mas agora estava sentado em um sofá ao lado de uma beldade verde-limão enquanto ela se aproximava cada vez mais.

"Você parece mesmo estressado", ela disse, acariciando a perna dele.

"Hum, sim. Quanto tempo... hã... a mãe da república vai demorar?"

"Ah, quem sabe!" Abbie disse. "Ela está sempre tãããão ocupada no Dia Catorze. Áuspice é uma matéria tão interessante. Não tão interessante quanto química, é claro. Eu uso para fazer meu próprio batom. Você gostou?"

Greg se viu encarando aqueles lábios vermelhos e deliciosos. Como eles brilhavam, carnudos, implorando para serem beijados.

"Ah, hã. É... muito bonito."

"Ah, que doce da sua parte! Quer dar uma olhada mais de perto?" ela perguntou.

Ele percebeu que ela estava bem ao seu lado. Tinha chegado ao canto do sofá. "Eu, hum... quer dizer..."

Ela sorriu, inclinou-se e plantou um beijo quente em seus lábios.

O mundo de Greg girou. Fogos de artifício explodiram em seu cérebro. Um arrepio de puro prazer correu de seus dedos dos pés, por cada nervo, até encontrar morada em sua virilha. Ele ofegou quando ela interrompeu o beijo, formigando por inteiro.

"Foi bom?" ela perguntou.

"Hum... U-au", ele ofegou.

Ela riu. "Que garoto bobinho. O gato comeu sua língua?"

"Hum, hã. Não. Quer dizer... hum..."

"Você já deve ter sido beijado antes. Aposto que as garotas caem em cima de um bonitinho assim. Tão ansiosas para fazer de um garoto tão lindo o marido bonitão delas."

"Eu, hum... eu não, hum, tenho muito tempo para... para namorar. Tão ocupado, hã... e-estudando..."

Ele estava ficando perturbado. Por que ele estava ficando perturbado? Ele deveria estar bravo. Furioso! Estava perdendo um tempo valioso de estudo. Horas sendo desperdiçadas. Desperdiçadas no sofá com a Abbie. A linda Abbie com seu top que mostrava o vale profundo de seus seios esmeralda. Abbie com os lábios mais macios e olhos brilhantes.

"Ooh, isso não é bom! Você não sabe que só trabalho e nada de diversão fazem um garoto chato?"

"Hum, minha matéria é... é muito c-complicada..."

"Isso mesmo! Você pode prever o futuro, certo?"

"Hum, algo assim. É... é complicado..."

"Não pode ser tão complicado assim se um garoto bobinho consegue fazer. Pode me mostrar agora?"

"Hum... quer dizer... eu não estou... no estado... certo..."

"Ah, claro!" Abbie riu. "Você precisa estar relaxado, não é?"

Foi o jeito que ela disse aquela palavra. O jeito que ela esticou o 'relaxado' que fez Greg ficar ainda mais consciente do formigamento em sua cueca. Consciente de quão frágil era o roupão de dormir que ele usava. Não parecia tão fino quando ele saiu do alojamento pela primeira vez, mas agora, ali, no coração pulsante da república das duendes, ele se sentia mais exposto do que nunca.

"Hum, s-sim. Relaxado. Tenho que estar relaxado..."

"Ah, bem! Eu posso ajudar totalmente com isso", Abbie exclamou, radiante. "Lembra? Estou me especializando em massagem. Aqui. Vamos deixar você bem bonzinho e relaxado..."

"Eu... não tenho t-tanta certeza..." ele disse.

"Bobagem. Tenho certeza que você vai adorar. Agora, apenas se deite."

Por que ele estava ouvindo ela? Por que estava deixando que ela o empurrasse de bruços, que puxasse o roupão de dormir para revelar suas costas? Ele não tinha certeza. Não tinha mais certeza de nada. A batida da música. O flash das luzes. Os sons de suspiros e gemidos e risadinhas vindos de toda a casa mexiam com sua mente, transformando-a em mingau enquanto Abbie subia em suas costas, o peso dela montado sobre ele. Ele deu um pulo quando a sentiu na parte baixa de suas costas, um ponto quente que só podia ser a boceta da duende provocando sua pele.

"Hum... talvez eu devesse..."

"Deveria apenas relaxar?" ela disse, rindo enquanto abria algo atrás dele. "Que boa ideia."

"N-não. Quero dizer oooooh", ele gemeu ao sentir as mãos dela se moverem contra sua pele, espalhando algo morno e espesso por suas costas.

"Mmm. Gostou? É minha receita especial. Vou fazer uma fortuna um dia com isso! É exatamente a coisa para deixar um homem bobinho todo derretido de felicidade."

"O-oh", Greg respirou. "Eu, hum... entendo..."

Ele se viu lentamente relaxando sob os toques suaves dela. Como eles desatavam os nós de seus músculos. Aliviavam a tensão dele. Ele piscou devagar, as pálpebras pesadas. A mente nebulosa enquanto toda a rigidez era provocada para fora dele pelos dedos tão habilidosos de Abbie.

"Viu? Não é bom? Estar bem relaxado. Bem burrinho e molezinho?"

"Mmmm", Greg gemeu.

"Que garoto bonzinho. Não é muito melhor simplesmente deixar esses pensamentos irem embora? Simplesmente esvoaçarem para fora do seu cérebro bobinho? É disso que se trata o Dia Catorze. Um feriado para garotos bonitos simplesmente deixarem suas esposas duendes mimá-los até não poder mais. É tão divertido brincar com garotos bobinhos. Garotos bobinhos, sem cérebro, tipo bimbo. Eles simplesmente não conseguem evitar relaxar. Não conseguem evitar ceder. Não conseguem evitar deixar suas cabecinhas bobas simplesmente se esvaziarem de tudo e esperarem para serem preenchidas de novo."

As pálpebras de Greg estavam caindo. Ele só conseguia murmurar em concordância, mal ouvindo. Apenas relaxando. Relaxando ao toque dela. Às mãos acariciadoras dela. À música que batia através dele como uma força física, sua pele tão quente e sensível e formigando. Ele se perguntou por que tivera um problema em ser chamado de garoto burro pela duende? Era uma coisa tão pequena, no fim das contas. E aquilo era tão relaxante. Tão fácil. Tão... tão...

"Mmm. Você está se sentindo bem relaxado, Greg?"

"Siiiiiim", ele balbuciou.

"Bem molezinho?"

"Uhum..."

"Bem bobinho e burrinho. E você sabe por que estava tão estressado?"

"Hmm?"

"Porque você estava tentando pensar, bobinho! Garotos bonzinhos não precisam pensar. É por isso que eles só têm que se casar com a duende mais bonita por perto. Ela faz todo o pensamento por ele! Tudo que ele precisa fazer é ser o maridinho dono de casa feliz dela, sempre pronto para foder ela e enchê-la de filhas! Isso não parece bom?"

Parecia bom. O que era estranho, porque não tinha soado tão bom antes. Mas isso era antes de Abbie pôr as mãos nele. Aquelas mãos suaves e quentes. Provocando ao longo de suas laterais. Fazendo-o suspirar e gemer. Sua cueca formando uma tenda, seu pau espremido entre as almofadas do sofá.

"E eu amo garotos que se acham inteligentes", Abbie cantarolou, e Greg gemeu ao senti-la se apoiar nele, pressionando seus seios grandes e macios contra suas costas quentes. Não tinha uma blusa ali? Ele tinha a sensação de que ela estava usando uma blusa. Mas também sentia um par de mamilos pretos e firmes pressionando-se contra ele como botões cheios de nós, provocantes. "Sabe por quê?"

"Mmm..."

"Porque é tão divertido mostrar a eles os grandes bimbo burrinhos que eles realmente são."

"Ah...ah..." Greg gemeu, seus quadris se movendo timidamente, esfregando seu pau entre as almofadas do sofá, sua mente uma bagunça derretida de puro prazer. Deleite dolorido.

"Sabe", Abbie riu. "Eu também sou meio que uma áugure!"

"É-é?"

"Sim! Na verdade, aposto que posso prever seu futuro aqui mesmo. Chama-se Adivinhação Masculina. Uma técnica muuuuito única. Só as duendes conhecem. Quer ver?"

Ele queria ver. Greg sempre se orgulhara de conhecer todos os meios de adivinhação, mas nunca ouvira falar de Adivinhação Masculina. "Uhum", ele ofegou baixinho.

"Que garoto bonzinho! Aqui. Primeiro, precisamos fazer você se sentar de novo."

Greg sentiu um rubor crescer, percebendo imediatamente o que sentar revelaria, mas não conseguia fazer nada além do que ela mandava. Simplesmente... era tão bom deixar a Abbie assumir o comando. Deixá-la acomodá-lo de volta no sofá, ofegante, seu pau saltando de seu colo, tremendo.

Os olhos da duende brilhavam com diversão e excitação. Ela riu, estendendo a mão, envolvendo provocativamente os dedos ao redor de sua virilidade. "Mmm. Perfeito. Veja, a primeira coisa que fazemos é encontrar um homem bem excitado, e tocamos o pau dele assim. Acariciamos o eixo bobinho de bimbo dele assim... desse jeito..."

"Oooooh", Greg gemeu enquanto os dedos dela subiam e desciam por seu eixo sensível, provocando a cabeça, com um giro preguiçoso antes de voltar para baixo, fazendo-o tremer de excitação.

"Porque hoje é um dia muito especial", Abbie cantarolou enquanto o acariciava, deslizando para perto dele, seus grandes seios verdes pressionados contra seu lado. Tão macios. Tão quentes. "É o Dia Catorze, e Mamãe Hobb deu a suas filhas um presente muito especial. O dom de prever o futuro de um homem apenas acariciando o pau dele. Mmm. E você tem um futuro e tanto."

"Ah... Ah..." Greg ofegou, seu pau se contorcendo nos dedos delicados dela enquanto ela continuava a acariciá-lo.

"Ah, sim!" ela riu, olhos brilhando de prazer. "Você tem um grande futuro pela frente. Nada parecido com o que você pensou que seria. Não! Eu posso ver claramente. Você não precisa de um diploma em áuspice ou nada disso. Ah, não. Porque seu futuro vai ser muito melhor! Vai envolver você ser o marido bimbo mais bonitão para uma linda garota duende."

"Eu... ah... mas... hum..."

"Shhh. Não faça algo bobo como pensar. Minhas previsões nunca estão erradas. Na verdade", Abbie disse, inclinando-se mais para perto, aqueles lábios macios e vermelhos brilhando. "Eu posso ver que você vai conhecer sua nova esposa nesta mesma noite. E ela vai mimar você até você ficar bobão. Porque ela adora ter um marido bobo, bonitão, sem cérebro, tipo bimbo. Um marido só precisa ser um garoto bonzinho e gozar para ela. Deixá-la bem cheia de filhotes e grávida e pensar com seu pauzinho bobo de bimbo. Não é?"

"Mnnnnn", Greg gemeu, tentando encontrar palavras para discutir, e sem conseguir. Havia simplesmente algo tão certo sobre o que ela estava dizendo. Tão perfeito. Tão maravilhoso. Ele se sentia tão quentinho e confuso e mole e macio. Ele olhou para ela desesperadamente, implorando para que ela explicasse mais.

Abbie deu uma risadinha. "Mmm. E eu posso ver outra coisa", ela cantarolou, movendo-se sobre ele, montando em seu colo, seu corpo verde e compacto balançando sobre seu pau pulsante, sua boceta praticamente pingando em seu eixo trêmulo. Seus seios grandes, fartos e verdes tão cheios. Tão grandes. Tão incríveis e perfeitos. "Eu vejo que a duende que receber seu pauzinho bobo de bimbo vai ser sua esposa. Uau! Imagine só. Quer testar se a profecia é verdadeira?"

"Ah... hum... Eu, hum... s-sim... P-por favor... por favor..."

Ela riu. "Garoto bonzinho."

E o embainhou até a raiz em um único movimento preguiçoso.

A cabeça de Greg rolou para trás. Seus olhos se agitaram. Seu gemido tremeu desde seu peito e escapou de seus lábios ofegantes. Ele agarrou o sofá enquanto sentia o aperto de seu orgasmo se erguendo diante dele.

"OOoooh!" Abbie gemeu, seus quadris se movendo, balançando-a, fodendo-a em cima de seu pau trêmulo. "Siiiiim! Que garoto tãããão bonzinho. Que bimbo bonzinho! Oh, nossa. Oh, sim!"

"Nnnnn!" Greg gemeu, sua cabeça girando, sua respiração ofegante. Seus quadris se contorcendo enquanto ele enfiava freneticamente no torno apertado que era a boceta de Abbie. Ele estava praticamente babando de prazer, sua mente afogada em prazer. Em amor. Em felicidade, boa e obediente.

"Siiiim!" Abbie gemeu, sentindo-o ceder sob ela. Render-se a ela. "Isso aí. Ooooh! Goza. Goza dentro de mim. Me emprenha, garanhão! Faça de mim sua esposa. Me enche com sua porra burra! Ah, caralho. Sim. Sim! Goza para mim. Goza!"

"Siiiiiim!" Greg gemeu, estremecendo enquanto a última de sua resistência se quebrava, varrida por sua necessidade desesperada. Ele gritou ao gozar, seu pau se contorcendo no torno quente da boceta apertada de sua esposa. Gemendo em deleite enquanto gozava e gozava, mais forte do que jamais conhecera. Melhor do que nunca antes.

"Ohhhhhh!" Abbie gemeu, estremecendo ao se juntar a ele em êxtase. "Sim! Sim! Goza em mim! Me emprenha, garanhão! Ah, caralho, sim. Sim! Garoto bonzinho. Garoto tãããão bonziiiiinho!"

Greg estava perdido. Sua mente rodopiava. Seus quadris se moviam fracamente enquanto ele gozava de novo e de novo dentro dela. Cada pulsação mais doce que a última.

Abbie se inclinou para frente e o beijou, com força, bem nos lábios. Ele se afogou naquele beijo. Seus grandes seios verdes se amassaram contra o peito dele enquanto ele gemia, ainda tão duro, e os quadris dela continuavam trabalhando. Fodendo-o no sofá.

Ela interrompeu o beijo, rindo e acariciando o peito dele. "Mmm. Que marido maravilhoso eu encontrei. Este é o melhor Dia Catorze de todos!"

Greg não conseguia responder. Apenas gemia em abençoada felicidade. E pensar! Uma hora antes, ele estava preocupado com uma prova. Que perda de tempo. Maridos não precisavam estudar. Não precisavam de diploma. Eles só precisavam ser os melhores bimbos para sua esposa. Um bom garoto bonito que assaria e limparia e faria tudo o que ela quisesse. Como gozar de novo e de novo e de novo.

Greg sorriu feliz enquanto Abbie ria e enterrava o rosto dele em seus grandes, macios e esmeralda seios, recebendo uma dúzia de beijos de seu adorado novo marido. Ela já conseguia imaginar o futuro deles, e não precisava ler entranhas para saber como seria.

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