Esposa Vadia Asiática Cori Yee Pt. 01
— Mãe, confia em mim. O Clayton não sabe de nada. Ele é completamente por fora. Só trabalha e vai pra academia. Assim que eu fizer o Daniel largar ela, eu largo ele. — Cori Yee fez um biquinho de 'obrigada' com um sorriso para a vendedora, depois se afastou do caixa e continuou tranquilizando a mãe sobre o plano. — Pego minha metade e fico com o Daniel. Fácil.
Enquanto a sexy mulher chinesa desfilava pelo shopping movimentado, ela curtia o fato de homens solteiros ficarem babando e os casados roubarem olhares para usar depois. Como não? A combinação de salto alto com um macacão de manga comprida justinho era de matar. Em cima, o decote profundo deixava seus implantes de silicone balançarem soltos. E embaixo, mal cobria o bundão empinado, convidando olhares a cada passo. Ela entrou e saiu do prédio como uma rainha.
— Tenho que desligar, mãe. O Daniel acabou de chegar.
A porta do BMW se abriu e Cori deslizou para o banco do passageiro.
— Oi, amor — Daniel Hemingworth disse com um sorriso antes de se inclinar para beijá-la. — Você está cheirosa. É perfume novo?
— Você percebeu — Cori sorriu enquanto colocava as sacolas no banco de trás do cupê.
O olhar dele desceu para o peito dela enquanto ela se ajeitava e colocava o cinto. Ficou tão óbvio que ela não pôde deixar de notar, então olhou para ele com uma piscada antes de guiar o olhar dele de volta para o estacionamento com dois dedos.
— Vamos, tarado. Estou com fome.
***
A vista da churrascaria no terraço era de tirar o fôlego. As luzes da cidade cintilavam como um mar de diamantes. Uma brisa suave roçava as pernas longas e lisas de Cori. Era refrescante na noite quente de verão.
— Ah, se a gente não tivesse que ir pra casa tão cedo — Cori suspirou antes de terminar o último gole da taça. Embora fosse parcialmente verdade que ela queria ficar mais tempo com Daniel, era principalmente para fazê-lo imaginar uma vida só com ela. Quanto mais apegado ele ficasse, mais provável seria que ele se divorciasse da Bree.
Ele não respondeu de imediato. O gelo tilintou contra o copo enquanto ele virava o resto do uísque. Estava claro que ele estava considerando a sugestão. — Por que a gente não fica mais um pouco?
Um sorriso satisfeito surgiu no canto dos lábios vermelhos e brilhantes da mulher chinesa. Um passo mais perto. — Você sabe que não pode. Sua esposa está te esperando.
Daniel não gostou de ouvir aquilo. Seu rosto disse tudo. Com um bufo, ele fez sinal para o garçom trazer a conta. As palavras que ela tão meticulosamente plantou na cabeça dele estavam abrindo caminho para o coração e criando raízes.
***
— Me deixa aqui — Cori instruiu Daniel quando estavam a alguns quarteirões da casa dela. Ela não podia arriscar o Clayton vê-los juntos. Não nessa fase.
O BMW reduziu até parar e ele voltou a atenção para a mulher deslumbrante. Ele se inclinou enquanto a mão trazia o rosto dela para perto para um beijo profundo e cheio de desejo. O homem queria mais antes de a noite acabar. Os lábios dela. O toque dela. O calor dela.
Infelizmente para Daniel, Cori tinha outros planos. O beijo durou pouco. Os dedos dela pressionaram o peito dele, empurrando-o gentilmente enquanto olhava sedutoramente nos olhos azuis profundos dele.
— Preciso entrar, amor — Cori sussurrou. De jeito nenhum ela ia dar a ele mais do que um beijo. Isso estragaria o trabalho que ela fez a semana toda. Ela queria que ele ansiasse por ela. Que desejasse por ela. Que pensasse nela enquanto transava com a esposa.
A porta se abriu. Cori fez questão de que Daniel tivesse uma boa visão do seu traseiro redondo e torneado enquanto saía para a rua.
— Esta noite foi divertida — ela disse com um sorriso antes de seguir para o carro que havia chamado.
Frustrado e insatisfeito, Daniel observou a mulher chinesa se esgueirar para dentro do carro antes de acelerar e ir embora.
***
— Não tão forte, querido — Bree implorou enquanto Daniel continuava martelando a boceta dela por trás. — Ainda não estou molhada o suficiente. Mais devagar.
As palavras dela não surtiram efeito nele. O aperto dele no cabelo loiro dela aumentou. O ritmo permaneceu o mesmo. O corpo curvilíneo de Cori era tudo o que ele conseguia ver. O homem estava cego para as necessidades da esposa. Ele precisava do seu alívio. Nada mais importava.
— Porra! — Daniel soltou enquanto explodia dentro da boceta da esposa.
Bree desabou para frente sobre a mesa de jantar assim que ele a soltou. Ela permaneceu ali, tentando recuperar o fôlego. Já fazia um tempo desde a última vez que transaram, mas a agressividade a surpreendeu. Então, embora fosse bom finalmente quebrar o jejum, algo pareceu estranho.
Quando ela se virou para falar, Daniel já estava saindo da sala de jantar em direção ao banheiro para um banho. Ela imaginou que ele tivesse um dia difícil e mordeu o lábio.
***
Cori beliscou de brincadeira o nariz da filha enquanto a história de ninar chegava ao fim. — E foi assim que a princesa conseguiu viver feliz para sempre. Não apenas seguindo o amor, mas cuidando de si mesma primeiro.
Emi olhou para a mãe com um sorriso radiante. Ela esperou a noite toda para ser aconchegada com uma história de ninar e, como todas as outras noites, valeu muito a pena. Com a mãe ao lado da cama, ela adormeceu tranquilamente, agarrada ao seu coelhinho de pelúcia favorito.
Na porta, Clayton observava com amor suas duas pessoas favoritas no mundo. Não importava o quanto os dias de trabalho fossem longos, ver Cori e Emi fazia tudo parecer certo. Parecia mágico de certa forma; ter tanta sorte de chegar em casa para uma esposa linda e uma garotinha encantadora. Às vezes ele se perguntava se as merecia.
— Fiz chá — Clayton sussurrou baixinho enquanto Cori silenciosamente se aproximava dele. — Quer sair e relaxar na varanda antes de dormir? O ar está tão fresco esta noite.
A mão dela deslizou para a dele com um aperto carinhoso e um sorriso caloroso. — Sim, por favor.
— Como foi o seu dia? — Ele perguntou enquanto iam em direção à cozinha.
— Foi bom — Cori respondeu, a mão demorando no braço de Clayton antes de soltá-lo para servir o chá. — Fiz umas tarefas e depois fui às compras. Comprei uma coisa para você. Achei que você poderia gostar.
Ele colocou as xícaras em uma pequena bandeja de madeira e se virou para a esposa. — Eu te amo. Você sabe disso, né?
— Talvez — ela respondeu provocante, andando em direção à varanda com os quadris balançando.
Clayton admirou a silhueta sexy de Cori por trás. Esbelta, mas tonificada. Voluptuosa, mas atlética. Os shorts de cintura alta e justíssimos e o top esportivo que ela usava acentuavam cada curva deliciosa. Ela tinha o corpo de uma modelo de biquíni, mesmo que não fosse todo natural. Não que ele fosse reclamar. Embora, como ele explicou a ela muitas vezes antes dos retoques, ele honestamente se apaixonou pelo corpo natural dela desde o primeiro dia.
O casal se aconchegou no sofá externo, apreciando as luzes cintilantes da cidade e o ar refrescante da montanha. Eram momentos como este que lembravam a Clayton que as noites e fins de semana trabalhados valiam totalmente a pena. Este era o seu pedaço do paraíso.
***
— Não parei de pensar em você desde a semana passada — Daniel admitiu enquanto a cabeça de Cori subia e descia em seu pau grosso. Ele olhou para a mulher chinesa ajoelhada entre suas pernas. Cabelo preso em um coque bagunçado. Seios quase escapando do regata decotado. Jeans cavados o suficiente para mostrar a parte de cima da calcinha fio-dental rosa. — Sério. Não conseguia parar de pensar em você.
Pop. Cori tirou o pau da boca e olhou para o homem com um sorriso travesso. Ela segurou as bolas dele com a mão esquerda enquanto circulava provocativamente a cabeça inchada com o dedinho direito. — É mesmo? E quando você estava com... ela? Você estava... pensando... em mim?
Ele se inclinou para frente de seu assento no sofá do quarto de hotel, colocando a mão no rosto de Cori para acariciar sua bochecha. O polegar deslizou sobre o lábio inferior carnudo dela antes de trazê-la para perto o suficiente para beijar. — Eu estava pensando em você o tempo todo. Seu corpo. Seu rosto lindo. Eu te amo.
— Eu não acredito em você — a mulher chinesa disse enquanto as mãos deixavam o membro latejante dele. Isso não era nem de longe suficiente. Ela queria ouvi-lo afastar a esposa. — Você só quer sexo.
Houve hesitação na expressão dele. Romper com o casamento não era fácil, especialmente quando ainda havia amor. O romance tinha esfriado, mas isso não significava que ele não se importasse com Bree.
Ajoelhada no chão do quarto de hotel com o pré-gozo dele manchado nos lábios, a mulher chinesa percebeu quão vulnerável era a posição em que estava. As coisas não estavam fluindo tão suavemente quanto ela pensou. Parecia que aquele momento era decisivo. A próxima coisa que ele fizesse ou dissesse poderia levá-lo a finalmente se comprometer a se divorciar da esposa ou a se afastar do caso. O homem para quem ela vinha abrindo as pernas no último ano detinha todo o poder real.
Na mente de Cori, ela repetia sem parar 'largue sua esposa e me escolha'. Ela sentiu o coração disparar a cada segundo que passava sem uma palavra.
— Tudo bem — Cori disse, quebrando o silêncio. Ela decidiu tentar algo. Tinha investido muito nesse caso para deixá-lo simplesmente escapar. — Eu entendo. É com ela que você realmente quer ficar. Isso aqui é só diversão.
— Cor— Daniel começou a dizer, mas parou quando a mulher chinesa deslizou para fora dos jeans enquanto se levantava sedutoramente. Seus olhos se fixaram na minúscula calcinha fio-dental rosa que mal cobria a boceta depilada. Na verdade, o tecido era tão estreito que estava enfiado confortavelmente entre os lábios vaginais, expondo por completo os grandes lábios. Havia uma vontade avassaladora de puxar aquela cordinha e vê-la se contorcer.
— Não se preocupe, Daniel — Cori assegurou enquanto tirava lentamente o regata. Ele caiu no chão, deixando-a apenas de salto alto e calcinha. Então, entendendo o que o homem desejava, ela pegou a mão dele e a colocou bem no topo do tecido liso em seu quadril. — Vamos nos divertir uma última vez. Podemos esquecer que um dia nos conhecemos depois.
Ele ficou surpreso com o que foi oferecido: uma chance de aproveitar aquela deslumbrante bomba asiática uma última vez antes de seguir em frente sem consequências. Sem repercussões. Mas era isso que Daniel queria?
O homem pensou em todas as noites cheias de sexo que teve com Cori enquanto a mão seguia a borda superior da calcinha fio-dental rosa do quadril dela até o centro da barriga lisa. Ela ficou ali. Os olhos dele não conseguiam desviar da cordinha ansiosa aninhada ordenadamente entre aqueles lábios vaginais carnudos e caramelados. Cori sempre estava disposta a se aventurar em lugares que Bree nunca sequer consideraria.
Daniel não queria parar de ir a esses lugares.
A mulher chinesa estava prestes a dizer algo quando os olhos dele voltaram a atenção para cima e encontraram os dela. Havia uma intensidade inexplicável no olhar dele que fez os lábios dela tremerem. Ela sabia exatamente o que aquele homem estava prestes a fazer.
Um grito agudo cortou o ar carregado de desejo quando Daniel puxou com força a calcinha fio-dental para cima. O tecido instantaneamente se enfiou profundamente na fenda apertada dela, roçando com força contra o clitóris e fazendo os joelhos dela cederem. A dor pungente não dava sinal de alívio enquanto ele apertava o aperto. Ela só podia se debater no lugar.
A agonia estampada no rosto da mulher chinesa o excitou. Aquela criatura deslumbrante estava completamente disposta a abrir mão do próprio conforto para agradá-lo. Isso levou o pau já duro dele a um novo estado de rigidez. Ele pulsava ansiosamente, aguardando para violentar aquela vadia submissa.
— Eu vou largar ela — Daniel declarou enquanto arrancava a calcinha fio-dental rosa do corpo de Cori. — Eu escolho você.
A visão de Cori embaçou e suas pernas falharam. Ela desabou de joelhos. O membro latejante dele estava ereto bem na frente da boca ofegante dela.
— Eu te amo — a mulher chinesa sussurrou antes de abrir bem a boca para receber o pau duro como pedra em sua boca quente e molhada. Era hora de ela provar que ele tomou a decisão certa.
A mão de Daniel encontrou a nuca de Cori e a segurou firmemente no lugar enquanto ele empurrava os quadris para frente. Ele mergulhou fundo na garganta dela repetidas vezes sem se importar com a capacidade dela de respirar. Não havia necessidade. Ela aceitou de bom grado seu papel de bainha de pau para o prazer de Daniel.
Os olhos dela começaram a se encher de lágrimas com a foda de boca violenta. Ela se concentrou em respirar pelo nariz, mas era difícil se concentrar em qualquer coisa quando um membro daquela grossura ameaçava rasgar sua traqueia a cada estocada. Nunca ela se sentiu tão impotente. Até mais do que na vez em que chupou um policial para evitar ser acusada de dirigir embriagada. Aquele policial pelo menos permitiu que ela guiasse o ritmo do boquete, enquanto Daniel tomou controle total e usou a garganta dela como um fleshlight.
Pareceu uma eternidade antes que ele tirasse o pau para dar a ela um breve momento de descanso. Um fio de saliva e pré-gozo ligava a ponta do membro dele aos lábios brilhantes dela.
O homem sorriu para ela. Ele amava o que via e curtiu cada segundo daquilo. E ela ficou feliz em vê-lo assim. O plano estava funcionando.
Cori balançou os quadris de um lado para o outro enquanto se levantava lentamente, olhando profundamente nos olhos de Daniel. Era hora de selar o acordo. — Eu preciso de você dentro de mim.
— Me mostra como você quer — ele ordenou.
Sem dizer uma palavra, a mulher chinesa se virou e encostou o traseiro redondo no pau à espera de Daniel. Ela sentiu a mão dele agarrando firmemente seu braço esquerdo enquanto a outra guiava o grande pau branco para a entrada de sua apertada boceta asiática.
— Me fode — Cori arrulhou enquanto arqueava as costas.
Ele agarrou o outro braço dela. Ambos estavam seguros atrás das costas dela, forçando aqueles peitos chamativos a se projetarem para fora com um balanço juvenil enquanto mantinha o buraco dela perfeitamente posicionado para ele usar.
Ela se virou para olhá-lo com lábios fazendo biquinho. — Por favor...
Daniel tomou seu tempo apreciando a vista. Aquela deslumbrante mulher chinesa era dele. Toda dele. E tudo o que ele precisava fazer era reivindicá-la.
— Goza em mim... — Cori implorou enquanto sentia a cabeça latejante do pau dele cutucando sua fenda molhada e pingando. Temendo não conseguir o que desejava, ela acrescentou um incentivo tentador. — Por favor, mestre. Eu quero.
O aperto dele nos braços dela aumentou. Essas palavras o deixaram em um frenesi. Ele enfiou todo o comprimento na ansiosa boceta chinesa sem mais demora. Vez após vez. Cada vez que ele ia até o fundo, ela gritava como um animal selvagem no cio.
— Porra! Você é tão apertada! — Daniel exclamou enquanto sentia as paredes de Cori espasmando contra seu pau quando ela começou a gozar. Era como se a boceta dela estivesse tentando puxá-lo mais para dentro.
Cori estava perdendo a cabeça com a martelada sem parar. Sua cabeça sacudia violentamente, fazendo seus gemidos agudos soarem distorcidos. Parecia e soava como se ela estivesse com defeito. — Eu preciso que você me encha com seu gozo! Por favor! Me engravida!!
Essas palavras o levaram ao pico. De alguma forma ele conseguiu acelerar ainda mais o ritmo, martelando a boceta carente dela como se quisesse reorganizar completamente as entranhas da mulher. — Você é minha. Você é minha!
A cabeça dela balançava loucamente de um lado para o outro. Olhos arregalados em êxtase enquanto ela gritava entre dentes cerrados. O orgasmo atingiu Cori como um trem de carga a toda velocidade, fazendo suas pernas cederem completamente. Ela teria desabado no chão se não fosse pelo aperto de aço do homem em seus braços. Em vez disso, a mulher chinesa se viu pendurada como uma boneca de pano no ar, absolutamente à mercê dele.
— Porra! — Daniel grunhiu antes de inundar o útero fértil dela com esperma espesso e viril. Sua semente preencheu cada fenda daquela boceta acolhedora até que não houvesse mais espaço a ser reivindicado. O resto da carga dele escorreu para fora, descendo pelas coxas trêmulas dela.
Cori estava completamente mole. A mulher chinesa queria levantar a cabeça para olhá-lo, mas simplesmente não havia mais força naquele corpo exausto. Então ela apenas sorriu no lugar enquanto sentia o creme quente dele se fixar.
'Eu consegui', a amante pensou orgulhosa para si mesma. 'Finalmente... eu consegui. Em breve vou carregar o filho dele. Um menino lindo. Ah, por favor, que seja um menino. Olhos azuis lindos e maxilar forte. Meu principezinho perfeito.'
Daniel a abaixou gentilmente no chão acarpetado. Ele ficou ali por alguns segundos, admirando a visão de sua conquista. A mulher chinesa estava apoiada nos joelhos, mas com o tronco espalhado contra o chão. Traseiro apontado para ele. Um filete de gozo fluía lentamente para fora da boceta dilatação, encharcando as fibras sob seu corpo fraco. Sua respiração estava lenta e pesada, claramente ainda se recuperando da surra intensa que acabara de receber. Ela não ia se mexer tão cedo.
— Eu te amo, Daniel — Cori murmurou. — Nós vamos ser tão bons juntos. Uma família perfeita.
O homem observou enquanto a mulher chinesa tentava se virar para encará-lo, mas mal se moveu um centímetro antes de desabar novamente. Um sorriso satisfeito se espalhou pelo rosto dele quando ele se ajoelhou ao lado da amante exausta e passou a mão pelas costas lisas e curvilíneas dela até chegar à nuca. Ele acariciou Cori gentilmente, como se recompensasse um cachorro bem-comportado.
Ela olhou para cima com um sorriso apaixonado, cheio de confiança e afeição. — Eu sou sua.
A mão dele a acariciou mais uma vez antes de deslizar o pau ainda lubrificado na boca submissa dela para uma limpeza. Não demorou para que ela terminasse, deixando para trás um membro limpo e brilhante.
Cori ergueu o olhar para ele, orgulhosa. Era um momento para comemorar. O grande pau branco ereto diante do rosto dela era seu para servir e manter limpo. Um papel que ela finalmente havia conquistado.
"Eu te amo tanto", disse a chinesa antes de beijar a cabeça do pau de Daniel sedutoramente.
Inesperadamente, uma carga de esperma espirrou pelo rosto de Cori e em seus olhos, borrando sua visão novamente.
"Merda. Desculpe. Não foi de propósito." Daniel então empurrou o pau pelos lábios dela de volta para outra limpeza. "Você é a melhor, amor."
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