Contos eróticos para ler inteiros.

Gays

Esposa Me Fez Chupar Rola

AngelBeirao25 min

Uau. 21 anos desde minha primeira história. É louco pensar o quanto pode mudar, e como alguns desejos nunca vão embora. Se é que alguma coisa, eles ficam mais profundos, mais aguçados, mais honestos com o tempo. Essa é uma história para todos os amigos que fiz aqui no site. Vocês sabem que ao longo de 21 anos minha fome por pau só aumentaria. Aproveitem.

Meu nome é Eric. Minha esposa, Lisa, é tudo. Inteligente, sagaz, em forma pra caramba, e mais confiante agora aos 45 do que era aos 28. Sempre tivemos um sexo ótimo, conversas picantes, confissões tarde da noite sussurradas meio bêbados na cama. E enquanto eu sempre fui o de ultrapassar limites, ultimamente a Lisa tem guiado eles. O que me traz a esta noite.

Começou no nosso sex shop favorito. Já tínhamos comprado muito lá ao longo dos anos, e o dono, Dan, sempre nos dava aquele sorriso malicioso. Ele sabia para quem eram os brinquedos. Ele nos viu corar, depois voltar. Nos viu mudar de compradores tímidos para algo mais ousado.

Aquela noite, Lisa estava de salto e jeans apertado. Eu estava vibrando de nervosismo e excitação enquanto olhávamos as coisas. Estávamos prestes a perguntar ao Dan sobre um brinquedo novo quando ele se inclinou sobre o balcão e disse, "Vocês dois sempre vêm aqui, mas nunca visitaram nossa área privativa lá embaixo."

Lisa inclinou a cabeça. "Área privativa?"

"Cabines VIP. Discretas. Limpas. Vocês podem assistir cenas, brincar um com o outro, ou só curtir o quarto. Olha só, eu gosto de vocês dois. Peguem um brinquedo novo se quiserem, mas pulem as compras. Vão curtir a cabine. Uma hora. Por minha conta."

Lisa sorriu e olhou para mim. "O que você acha?"

Eu concordei, tentando bancar o tranquilo. Mas meu coração já estava acelerado.

Descemos as escadas. O corredor era escuro e acarpetado. Passamos por duas portas fechadas, então achamos a nossa, Quarto 4. Dentro era mais quente e convidativo do que eu esperava. Um banco macio, uma TV enorme, iluminação ambiente, água, lenços umedecidos. Aconchegante. Privativo. Quase limpo demais.

O quarto era menor do que eu esperava, limpo e macio. Um banco longo cobria a parede do fundo, uma tela enorme dominava a frente, e tiras de LED suaves brilhavam ao longo dos rodapés. Lisa entrou primeiro, os saltos estalando no chão polido. Ela estava tão bonita em seu jeans apertado e blusa preta. Confiante. Curiosa.

Eu a segui, um feixe de nervos e antecipação. Não tínhamos planejado isso. E era isso que tornava tudo excitante.

Ela se jogou no banco, cruzou uma perna sobre a outra, e pegou o controle remoto. "Vamos ver que tipo de sacanagem o Dan abasteceu este lugar."

A tela se acendeu com um carrossel de categorias.

Lésbicas. Peitões. Casais Amadores. Boquetes. Putaria em Público. BDSM. Falar Sujo. Bundas. Ménages.

Lisa ergueu uma sobrancelha. "Você sempre teve uma queda por bundas grandes."

Eu sorri. "Você tem uma bunda grande."

Ela sorriu com malícia. "Exatamente."

Ela rolou mais.

Gozada Dentro. Voyeur. Brinquedos. MILFs. Pés.

"Mmm, que tal MILFs? Devemos ver como é a concorrência?" Ela me deu uma piscadela e continuou rolando. Então parou.

Cintaralho.

"Ooh," ela disse devagar. "Seção de cintaralho." Sua voz mudou, baixa e brincalhona, meio cantarolada. Ela olhou por cima do ombro para mim. "O meu bebê quer assistir umas cenas com cintaralho?"

Eu engoli em seco. A palavra cintaralho sempre teve esse efeito. Especialmente quando vinha dos lábios dela.

Ela clicou. Miniaturas encheram a tela. Dominadoras de couro. Namoradas curiosas em camas de hotel. Maridos tímidos de quatro. Uma chamou sua atenção, uma morena curvilínea com uma barriguinha macia, amarrada em um consolo preto grosso, enfiando em seu homem enquanto sussurrava no ouvido dele.

Lisa soltou um assobio baixo. "Oh, essa parece boa."

A cena começou. Estocadas lentas. Respiração pesada. Os quadris dela rangendo contra a bunda dele enquanto suas mãos acariciavam o peito dele.

Lisa se virou para mim, olhos brincalhões. "Reconhece esse olhar no rosto dele?"

Eu ri, mas saiu trêmulo.

Ela deu tapinhas no seu colo. "Vem aqui. Senta do meu lado. Vamos assistir juntos."

Eu sentei, pulso acelerado. A mulher na tela murmurou algo que não podíamos ouvir, então empurrou mais fundo. Seu parceiro gemeu, arqueando as costas.

Lisa se inclinou. "Você lembra da sua primeira vez?" ela sussurrou.

Eu concordei.

Ela sorriu. "Me diz a frase. Aquela que você disse que bateu punheta por anos."

Eu hesitei.

Ela acariciou minha coxa através do jeans, lento e rítmico. "Diz."

Minha voz saiu baixa. "Você me perguntou se eu estava bem. Você estava indo devagar para não doer. Eu disse que estava ótimo e pedi mais. Você riu e disse 'alguém tem um cu guloso por rola, já estou com as bolas no fundo, querido'."

Ela mordeu o lábio. "Deus, eu amo essa frase."

Ela se virou de volta para a tela, ainda acariciando minha perna. "Você estava tão nervoso. Mas seu corpo sabia. Ele se abriu como se estivesse esperando."

Eu engoli seco.

Ela estendeu a mão, desabotoou o primeiro botão da minha calça. "Você ainda sente aquela vontade? Aquela sensação de fome por ser esticado?"

Eu concordei.

"Bom," ela sussurrou, pressionando os lábios no meu pescoço. "Porque assistir isso me dá vontade. Talvez eu precise colocar um de novo. Maior dessa vez. Algo novo. Algo que faça você esquecer cada brinquedo que já tivemos."

A mulher na tela gemeu mais alto. Seu consolo estava até a metade agora, grosso e brilhante. Os olhos de seu parceiro estavam arregalados, boca aberta de prazer.

A mão de Lisa deslizou sobre meu volume. "Mmm. Você já está duro."

"Pode me culpar?" eu sussurrei.

"Não," ela disse. "Mas posso provocar mais."

Sua mão diminuiu para um ritmo provocante, pressão suficiente para me manter duro, mas querendo mais.

"Sabe o que eu sempre amei?" ela ronronou. "Quando coloco o cintaralho e você olha para mim como se eu fosse a única coisa que você sempre quis. Aquele olhar como se você implorasse para eu ir mais fundo mesmo quando já está cheio."

Ela beijou meu pescoço de novo. "Qual era sua parte favorita? Hein?" ela sussurrou. "Quando eu te dobro? Quando seguro seus quadris e te fodo como se você fosse meu?"

Eu gemi baixinho. "Quando você sussurra. Quando você me faz dizer."

Lisa sorriu. "Dizer o quê?"

Minha garganta estava seca. "Dizer que é seu. Que meu buraco é seu."

Ela se inclinou e sussurrou, "Lembra quando eu fiz você chupar? Eu fiz você deixar pronto antes de usar."

Sua voz baixou, mais lenta agora. "Eu fiz questão de usar nosso pau preto realista. Sempre me perguntei como seus lábios bonitinhos ficariam enrolados em um grande pau preto."

Meu pau pulsou forte contra a calça.

"Ohhhh," ela sussurrou, olhando para baixo. "Isso está te excitando?" Sua palma pressionou meu volume novamente. "Você queria que eu tivesse aquele cintaralho aqui? Aquele preto grosso que fiz você adorar antes de enfiar?"

Eu gemi, incapaz de falar.

"Você quer isso de novo?"

"Sim," eu respirei.

"Você quer que eu faça você fazer isso na frente de alguém? Ou só sussurrar no seu ouvido enquanto você aguenta?"

"Sim. Qualquer coisa."

Lisa não moveu a mão. Em vez disso, ela pegou o controle e começou a rolar de novo.

"Quer saber? Vamos procurar algo maior."

Ela chegou em Paus Monstro.

Ela selecionou um vídeo. A tela se encheu de paus grossos, pendurados, incrivelmente duros. Lisa se recostou, mão ainda em mim.

"O que você acha desses, bebê?"

Eu engoli.

Ela clicou em outro vídeo. Um pau que parecia irreal, grosso e venoso, inchado de desejo. Um homem estava de pé sobre um cara ajoelhado cujos lábios estavam entreabertos, olhos vidrados. A cabeça do pau bateu em sua bochecha, lambuzando de pré-gozo.

"Deus," Lisa sussurrou. "Olha o tamanho disso. Você acha que conseguiria aguentar?"

Eu não respondi.

Ela se virou para mim. "Aposto que você tentaria. Já vi esse olhar nos seus olhos. Aquele que diz 'me abre e me faz sentir por dias'."

Meu pau latejou.

Ela enfiou a mão por baixo do cós e envolveu os dedos em mim. "Ainda duro. Ainda mais duro agora. Você gosta de vê-lo sendo alimentado com aquele pau? Está se imaginando lá embaixo?"

Eu concordei.

"Você chuparia se eu mandasse?"

Eu soltei um som. Não sim, mas não não.

Ela se inclinou. "Você adora me deixar orgulhosa. E se eu dissesse que queria ver, ver essa boquinha bonita aberta para algo grosso e pingando, você faria, não faria?"

Eu expirei lentamente.

Ela ronronou, "Ver você de joelhos. A mesma esticada... mas na sua garganta em vez do seu cu."

Então veio a batida.

Suave. Elétrica.

Nós nos viramos para a cortina.

Os olhos de Lisa se arregalaram. "Bem," ela sussurrou. "Parece que alguém quer brincar."

A cortina se afastou.

O que surgiu primeiro foi a forma. Então a luz o atingiu.

Um pau. De verdade. Pesado. Escuro e venoso. Mole, mas ainda com quinze centímetros. Grosso mesmo sem tentar. A cabeça cheia. Quente. Pendurado baixo. Já brilhando.

Eu congelei.

Ela se aproximou. "Isso é real, bebê. Maior do que qualquer brinquedo que já usamos. Quente. Vivo."

O aperto de Lisa em mim se intensificou. "Ai meu Deus," ela respirou.

Ela encarou aquilo, olhos arregalados, lábios ligeiramente entreabertos. Então ela olhou para mim. "Você está bem?"

Eu concordei, mas era mentira. Meu corpo inteiro estava vibrando. Meu pau estava duro como pedra, preso em sua mão. Minha boca seca. Meus pensamentos idos.

"Eu só..." ela sussurrou. "Está mole."

Ela estendeu a mão. Seus dedos o tocaram.

Ela suspirou. "É pesado. É pesado pra caralho, mole."

Ela o segurou gentilmente, como se não quisesse acordá-lo, como se estivesse segurando algo sagrado.

"Ai meu deus," ela repetiu. "Consigo sentir o peso na palma da mão. Nem está duro ainda." Ela soltou uma risadinha. "Eu não sabia que mole podia ser assim. Como se estivesse... vivo."

Ela virou a cabeça para mim, seus olhos brilhando de excitação e incredulidade. "Bebê," ela sussurrou. "Toca."

Eu hesitei.

Sua voz suavizou. "Vamos. Só sente. Quero que você saiba como é. Quero que nós saibamos."

Ela moveu a mão só o suficiente para dar espaço. Meus dedos se estenderam, hesitantes, tremendo, e fizeram contato.

Quente. Grosso. Mais pesado do que eu esperava. Ele pulsou. Quase me afastei, mas a mão de Lisa segurou a minha.

"Fica," ela sussurrou.

Eu concordei, a respiração presa. Ela se inclinou e beijou meu maxilar.

"É real. E é grande mole. Você sabe o que isso significa?"

Eu concordei de novo, incapaz de desviar o olhar.

Sua voz estava mais baixa agora, quase reverente. "Vai ficar muito maior duro. Mal consigo imaginar dentro de você ainda. Mas eu quero."

Eu engoli seco. Minha mão ainda descansava nele, e meu pau pulsava no aperto dela.

A voz de Lisa roçou meu ouvido. "Isso," ela sussurrou. "Deixa acontecer. Deixa crescer... bem aí na sua mão."

E cresceu.

Lentamente. Deliberadamente. Como se soubesse que eu o estava segurando. Como se também estivesse esperando por este momento.

O peso na minha palma mudou. Engrossou. Eu podia sentir a pulsação do sangue, o latejar enquanto se enchia. Centímetro por centímetro, ele se ergueu, não com urgência, mas com uma confiança desafiadora da gravidade. Como se sempre recebesse essa reação.

Lisa exalou ao meu lado. "Ai meu deus," ela sussurrou. "Está ficando mais duro."

Ela ainda segurava a base, o polegar roçando a pele como se estivesse memorizando a forma. A curva. O tamanho puro.

"Nem terminou," ela murmurou, olhos arregalados. "Sentiu isso? Ainda está crescendo."

E estava. Agora estava perto do nível dos olhos, apontando ligeiramente para cima, escuro e firme e massivo. Facilmente vinte e três centímetros, talvez mais. Grosso por inteiro. O tipo de pau que fazia você questionar cada decisão que pensou ter tomado, e querer tomar novas.

Minha mão mal o envolvia agora.

Lisa olhou, viu o jeito que eu estava respirando, o rubor nas minhas bochechas, o jeito que eu continuava involuntariamente apertando a base.

Ela sorriu. "Você está tremendo de novo."

"Eu sei," eu sussurrei.

Ela se inclinou, os lábios roçando minha orelha. "Você nunca tocou em um tão grande, tocou?"

Eu balancei a cabeça.

Sua voz baixou, quente e perversa. "Você já acariciou brinquedos desse tamanho. Já aguentou eles. Mas isso... isso é real. Está pulsando na sua mão."

O pau pulsou de novo, mais firme agora. As veias pronunciadas. A cabeça inchada e molhada de pré-gozo.

A mão de Lisa deslizou da base e subiu por trás da minha. "Acaricia, bebê," ela sussurrou. "Bem devagar. Me mostra como você cuidaria dele."

Minha mão se moveu, quase por instinto. Para cima. Para baixo. A pele quente e lisa. O tronco tão grosso que meus dedos não se fechavam ao redor. Meu próprio pau pulsou dentro da calça, doendo, impotente.

Lisa gemeu baixinho. "Isso."

Suas palavras caíram direto no meu peito como calor.

"Você ama isso, não ama?" ela respirou. "Ajudando. Preparando. Sendo útil."

Eu concordei. "Sim."

"Porque você sabe o que vem depois."

Eu congelei. Minha mão ainda enrolada em volta daquele tronco incrível, agora duro e orgulhoso e pronto.

Lisa se virou para mim, sua voz baixa e terna. "Ele não disse uma palavra. Está só te observando. Deixando você acariciá-lo. Deixando você sentir cada centímetro antes de decidir."

Ela beijou o lado do meu rosto. "Mas eu te conheço. Você não quer decidir. Você quer que te digam."

Eu engoli.

Ela estendeu a mão para o cós da minha calça. "Você está vazando."

Eu concordei.

Ela sorriu. "Claro que está."

Lisa virou a cabeça lentamente e finalmente olhou para o homem, para o seu rosto. Ele encontrou o olhar dela. Calmo. Confiante. Imperturbável.

Ela olhou de volta para mim e sussurrou:

"Ele está esperando, bebê. Mas acho que ele sabe. Acho que ele vê nos seus olhos que você está prestes a me implorar para deixar você colocar aquele pau lindo na sua boca."

Lisa segurou meu rosto nas mãos e o inclinou gentilmente para o dela. "Respira," ela sussurrou. "Olha para mim."

Eu olhei. Meus olhos estavam arregalados. Molhados. Abertos.

O polegar dela traçou meu lábio inferior. "Você sonhou com isso. Tantas noites. Tantas vezes com brinquedos. Sussurrando meu nome enquanto se fodia, desejando que fosse real."

Eu concordei, desesperado.

Ela se inclinou, seus lábios roçando os meus. "Você está pronto, não está?"

"Sim."

Seus olhos brilharam. "Diz. Diz o que você quer."

Eu hesitei, tremendo. Minha voz mal saiu.

"Eu quero chupar."

A respiração de Lisa prendeu. Seus olhos cravaram nos meus como se ela estivesse esperando ouvir isso por anos.

Então ela sorriu.

Ela se virou para o pau, grosso, pesado, ainda brilhando da punheta lenta que eu acabara de lhe dar, e envolveu sua mão na base novamente. Ele pulsou ao seu toque.

Ela o guiou gentilmente, trazendo-o a poucos centímetros dos meus lábios.

"Aí," ela disse baixinho. "Isso é para você."

Minha boca se abriu por instinto, calor irradiando através de mim. Eu podia sentir o cheiro dele. Limpo. Levemente almiscarado. Erótico de um jeito que nenhum brinquedo jamais foi.

Mas eu não me movi.

Lisa se inclinou de novo, seu hálito quente no meu ouvido. "Lambe."

Sua mão pressionou levemente a parte de trás do meu pescoço.

"Só a pontinha. Como praticamos."

Minha língua saltou para fora, trêmula a princípio, e encontrou a cabeça quente e lisa. Salgado. Grosso. Real.

Lisa gemeu baixinho.

"Isso aí," ela sussurrou. "Esse é o meu garoto."

Eu lambi de novo, mais lento dessa vez. Mais confiante. Minha boca se abrindo um pouco mais. Explorando.

O pau pulsou.

Lisa acariciou meu cabelo. "Prova ele. Usa a língua como se quisesse. Você quis isso. Precisou disso."

Meus lábios se separaram, e eu os enrolei em volta da ponta. Sucção suave. Uma chupada gentil.

A mão de Lisa agarrou meu ombro, firmando-se. "Porra," ela respirou. "Você está tão gostoso assim. Está sentindo?"

Eu concordei, pau pressionado contra minha língua, meus lábios deslizando um pouco mais fundo pelo tronco.

"Bom," ela ronronou. "Agora pega mais."

Eu peguei.

Cada centímetro deslizou mais quente que o anterior. Meus lábios esticaram, minha garganta tensionou. Meu pau pulsou, intocado e doendo.

Lisa observou, voz baixa e orgulhosa. "Isso. Usa a boca. Alimenta-se dele. Me deixa orgulhosa."

Ela pressionou a palma nas minhas costas. "Quero ver até onde você consegue ir."

Eu gemi ao redor do tronco, o som vibrando pela minha garganta.

Lisa se inclinou. "Olha para mim."

Eu olhei de relance. Seus olhos estavam arregalados, respiração rasa, dedos tremendo contra a coxa.

"Você está lindo," ela sussurrou. "Lindo com um pau na boca."

Ela beijou minha testa, então sussurrou:

"Você é meu. E agora ele também sabe."

O pau pressionou contra minha língua, mais pesado agora, mais firme. Não totalmente duro ainda, mas o suficiente para eu ter que me esforçar.

Os dedos de Lisa acariciaram meu maxilar enquanto eu começava a chupar, lentamente, cautelosamente.

"Mmm," ela respirou. "Olha esses lábios. Pegando como se já tivessem feito isso antes."

Ela se moveu atrás de mim, sua palma contra minhas costas baixas.

"Arqueia um pouco mais. Isso. Quero que ele sinta o quanto você está ávido. Não apenas chupe. Ofereça."

Meu corpo obedeceu antes que minha mente pudesse processar. Empurrei meus quadris levemente para frente, arqueando exatamente como ela mandou, como se minha boca e meu cu estivessem implorando para serem preenchidos.

Lisa gemeu. "Porra, bebê. Você está sendo tão bom. Não acredito que isso é real. Que é meu marido. De joelhos. Adorando pau como se tivesse nascido para isso."

O homem ficou em silêncio, deixando-a liderar.

Eu gemi ao redor do tronco, sentindo-o inchar. Meus lábios esticaram mais, meu maxilar afrouxando. Cada centímetro parecia uma nova rendição.

Lisa acariciou meu cabelo.

"Lembra o que eu te disse?" ela sussurrou. "Se não conseguir pegar tudo, bate na base com a mão. Deixa sua garganta aprender. Deixa abrir."

Eu fiz. Minha mão encontrou a base lisa e quente e bateu enquanto meus lábios se enrolavam mais apertados em volta do topo.

"Ohh bebê," Lisa disse, a voz ligeiramente embargada. "Você está me deixando tão molhada agora. Ver você assim... é melhor que qualquer pornô. Melhor que qualquer coisa que já fizemos."

Ela enfiou a mão na calça jeans. Ouvi o som molhado de dedos encontrando seu clitóris.

— Deus, você já parece usado. E ele nem começou a foder sua garganta ainda.

Eu gemi de novo.

Ela se inclinou, a voz grossa de excitação. — Você adora isso, não adora?

Eu assenti com a boca ainda em volta do pau.

— Diga. Tire só o suficiente para dizer.

Eu deslizei para trás, ofegante. — Eu adoro.

— Adora o quê?

Eu engoli em seco. — Adoro chupar o pau dele para você.

Ela gemeu. — Bom garoto.

Ela tirou minha mão do pau dele e a substituiu pela sua.

— Agora apenas o receba. Não pense. Apenas sirva.

Na próxima vez que desci, não hesitei. Deixei o tronco pressionar mais fundo na minha boca, meus lábios se apertando com mais força, minha respiração desacelerando para acompanhar o ritmo da minha entrega.

A voz de Lisa era tudo.

— Olha para você... você foi feito para isso. Seus lábios. Sua língua. Essa boca bonita fica perfeita enrolada em um pau.

Então, suavemente, como uma recompensa:

— Estou tão orgulhosa de você.

Ele estava quente na minha boca, macio, mas grosso, pesado, pulsando suavemente a cada respiração que eu dava. Deixei meus lábios se fecharem ao redor dele, a língua pressionada para baixo, ainda sem saber o quanto me mover.

Então eu a ouvi.

— Meu Deus — Lisa sussurrou. — Olha para você.

A voz dela era tudo.

Abri os olhos. Ela estava ajoelhada ao meu lado agora, sem tocar, apenas observando, os lábios entreabertos, as pupilas totalmente dilatadas. Ela me olhava como se eu fosse um milagre.

— Isso é tão gostoso — ela disse. — Você está conseguindo, amor. Está chupando seu primeiro pau.

As palavras dela encontraram um lugar fundo em mim. Gemi baixinho ao redor dele.

Ela sorriu e se aproximou. — Você fica lindo assim. Tão suave. Tão ávido. Eu sabia que você seria bom nisso.

Eu sugava suavemente, devagar. O pau dele estremeceu, engrossando um pouco mais. Eu podia sentir o gosto do pré-gozo dele agora, ligeiramente doce, desconhecido. Lisa percebeu o jeito como minhas coxas se contraíram.

— Mmm. Aí está — ela ronronou. — Esse seu tremorzinho quando você gosta de algo mais do que esperava.

Eu corei, mas não parei. Na verdade, me inclinei mais.

Ela afastou meu cabelo da testa, terna. — Você não está fazendo isso por ele, está? — Os olhos dela buscaram os meus. — Está fazendo por mim. Para me mostrar que vai aonde eu o levar.

Assenti lentamente, os lábios ainda envolvendo-o.

Ela exalou, a voz trêmula. — Esse é meu bom garoto.

A mão dela roçou minhas costas, leve como ar. — Sabe o que me deixa mais excitada? Não é só ver seus lábios deslizando nesse pau, mas saber que você está orgulhoso de me dar orgulho.

Meu coração disparou. Meu pau latejou, intocado.

Lisa se inclinou, sussurrando agora, como um segredo entre nós. — Você está fazendo isso parecer adoração. Como se o pau dele fosse sua oferenda para mim.

Outra gota de pré-gozo tocou minha língua.

Gemi, mais fundo desta vez.

Ela fechou os olhos, quase dominada. — Esse som — ela disse. — É o mesmo som que você faz quando eu enfio algo fundo dentro de você e seu corpo todo cede. Esse som significa que você se foi. Você é meu.

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