Contos eróticos para ler inteiros.

Grupal e Orgias

Erica Desce pela Toca do Coelho

Andressatimoteo15 min

Erica pestanejou seus longos cílios e sorriu enquanto colocava os pedidos dos clientes na mesa. Estava frio dentro do restaurante lotado e seus longos mamilos se marcavam contra o uniforme. Ela tinha seios pequenos e empinados, tamanho A, e raramente usava sutiã para trabalhar porque aprendera com os anos que as gorjetas eram bem melhores quando não usava.

"Posso trazer mais alguma coisa para os senhores?" Erica perguntou num tom agradável. Ela tinha um sotaque arrastado do sul, lindos olhos castanhos e um sorriso caloroso. Fora líder de torcida na faculdade e mantivera o corpo compacto em forma pelos quinze anos seguintes, mas sua bunda estava maior e mais redonda do que antes.

"Não, senhora," o homem à sua direita respondeu num tom profundo e autoritário. Ele não era mal encarado, mas era negro e Erica nunca achara homens negros particularmente atraentes. Ele tinha um corpo bonito, porém, e até ela não podia negar. Tinha ombros largos, pescoço grosso e abdômen liso como um linebacker da NFL.

Erica nascera e fora criada na Carolina do Sul. Ela era meio caipira e produto do seu ambiente. Gostava de carros velozes e caminhonetes grandes. Atirava com armas e adorava pescar, e em certas companhias usava a palavra com "n" indiscriminadamente.

"Tá bem, então viu, qualquer coisa é só me avisar," ela respondeu com um sorriso brincalhão. Sempre fora meio namoradeira e caprichava mais no trabalho para melhorar as gorjetas. Não importava se os caras eram negros, brancos ou verdes, ela flertava pelas gorjetas. Até flertara com algumas lésbicas no restaurante, mesmo não sendo a praia dela.

Erica virou-se e foi embora. Sentia os olhares na sua bunda grossa e suculenta e botou um requebrado extra no andar. Sentia-se bem quando os homens a olhavam daquele jeito. Não tinha intenção de fazer nada além de flertar, mas gostava da atenção e não faria nada mesmo que fossem homens brancos e gostosos. Ela era, afinal, feliz no casamento.

Erica e Jim eram casados havia cinco anos e ela o amava muito. Ele era 13 anos mais velho e em boa forma. Não era um homem grande, media só 1,70 m, mas era em forma, musculoso e muito bonito, com olhos bonitos e a cabeça raspada.

Erica saiu pela porta dos fundos para fumar rápido e puxou o celular. O cliente negro a lembrara do seu traficante de maconha, embora não se parecessem em nada, e ela ligou para confirmar se ele teria erva para ela depois do trabalho. Ela sempre fora uma festeira e adorava beber cerveja e uísque, mas recentemente começara a fumar maconha. Gostava muito da brisa e, como um benefício extra, especialmente para Jim, deixava-a com muito tesão.

Erica bateu o ponto às 23h e subiu na sua velha caminhonete Chevy. Virou à direita e acelerou para fora da cidade. Seu traficante morava numa casa de roça caindo aos pedaços no fim de uma longa estrada de terra. Ele ficava acordado até tarde e não se importava que ela passasse para pegar maconha a qualquer hora, mas ela queria chegar em casa para o Jim antes que ele apagasse de vez.

Ela apagou os faróis e ficou sentada sozinha na caminhonete. Seu traficante era sinistro e às vezes a assustava um pouco, mas comprava dele havia tempo suficiente para deixar o revólver calibre 38 debaixo do banco. Não reconheceu um dos carros na garagem e, sendo uma Mercedes, destoava completamente do lugar, mas presumiu que fosse só mais um cliente.

Erica bateu na porta e esperou. Carl abriu lentamente a pesada porta de madeira e acenou com a cabeça. Era um homem grande que a dominava. Tinha bem mais de 1,80 m e devia pesar uns 150 quilos. Tinha pescoço grosso, braços enormes e barriga grande. Provavelmente era o homem mais sem graça que ela conhecia, mas ele dava um bom preço na maconha. Deras a entender que estava aberto a formas alternativas de pagamento, o que a fazia se arrepiar de nojo.

"Entra aí, Neném," Carl disse num tom baixo e arrastado. Soava burro, mas fazia contas rápidas de cabeça e era malandro. Ele deu um passo para o lado e Erica passou por ele para a sua sala escura e úmida. Nuvens de fumaça enchiam o ar e o fedor de maconha agredia seus sentidos. Ela respirou fundo, tragando a fumaça passiva para os pulmões, o que lhe deu uma brisa rápida enquanto seus olhos vasculhavam o recinto.

Carl acendeu um baseado e deu uma tragada. Passou para Erica, que fez o mesmo. Segurou a fumaça acre no fundo dos pulmões e caminhou até o sofá onde os amigos de Carl esperavam sentados.

Um sorriso se espalhou pelo seu belo rosto e ela exalou. Tossiu duas vezes e passou o baseado para o homem mais próximo.

"Eu conheço você," ela riu baixinho. Ele fora seu cliente no restaurante algumas horas antes e seu sorriso aumentou. "Você é o Michael, né?"

"Ei, gata," ele respondeu confiante. Deu uma tragada e bateu de leve no lugar ao seu lado no sofá de couro estofado.

Erica hesitou por um segundo, mas não quis parecer rude, então se largou e esperou por outra tragada. Ele dera uma gorjeta generosa no restaurante e ela se sentiu na obrigação de agradá-lo. Ele tentara, sem sucesso, pegar o número dela, mas ela dissera que era casada e nunca misturava negócios com prazer.

Ela pegou o baseado da sua mão grande e carnuda e puxou uma tragada longa para os pulmões. Seu corpo começava a zumbir e ela sabia que precisava ir embora antes de ficar chapada demais para dirigir.

Michael pôs o braço grande em volta dela e a puxou para perto. Ele cheirava bem, a colônia cara, e seu corpo grande era duro como granito. A brisa da maconha fazia sua boceta latejar e sua cabeça começou a girar. Queria chegar em casa para o Jim fazer sua mágica. Seu marido não era grande coisa na cama, pelo menos com o pau, mas tinha uma boca incrível e nunca falhava em fazê-la gozar gostoso. Tinha um pau minúsculo e, desde a vasectomia, tinha dificuldade em ficar e manter-se duro. Gozava rápido demais também, mas ela o amava.

A mão de Michael roçou seu seio direito e um gemido suave e involuntário escapou dos seus lábios. Ela tinha mamilos muito sensíveis e sempre fora uma mulher muito sexual. Às vezes, chegava a gozar só com o Jim chupando seus peitos, e seus longos mamilos se marcavam contra a fina camiseta preta do Lynyrd Skynyrd.

Ele alcançou seu seio e o enrolou entre o polegar e o indicador. Sua boceta pulsava e ela sabia que precisava ir antes que as coisas saíssem do controle. Ela acabara de menstruar e ela e o Jim não transavam havia mais de uma semana.

"Eu, eu preciso ir," Erica gaguejou. Ela olhou em volta procurando Carl para completar a transação, mas ele saíra do cômodo com o amigo do Michael, deixando-a sozinha com Michael.

"Você tem tempo, Neném," Michael respondeu sem hesitar. Ele pôs a mão esquerda sobre a direita dela e a moveu para a virilha da sua calça jeans.

Erica arfou e tentou se soltar, mas ele segurou sua mão no seu pau. Parecia enorme e seu pulso acelerou.

Apesar de ser uma festeira, Erica estivera com apenas cinco homens, incluindo o marido. Todos, exceto um, tinham sido caras brancos comuns, e o outro fora um mexicano de pele clara que conhecera depois da faculdade. Nenhum era particularmente avantajado nas calças e, infelizmente, aquele por quem se apaixonara e casara era o menor de todos.

"Cristo, isso é de verdade?" Erica ofegou. Ela nunca achara que tamanho de pau fosse importante. Era o movimento do mar, não o tamanho do barco, mas ela só tivera barquinhos e Michael tinha um iate.

"Tira pra fora e vê com seus próprios olhos," ele disse severo. A mão dele deslizara por baixo da sua camiseta e começou a brincar com seus dois seios pequenos e empinados. Seus olhos se fecharam por um instante e ela inalou devagar.

"Eu, eu não posso fazer isso," ela estremeceu. Seu coração disparou e seu corpo ardia. Precisava ir embora, mas a mão dele era gostosa nos seus peitos e ela queria ver o pauzão preto dele. Tivera algumas amigas no colégio e na faculdade que namoraram e deram para atletas negros e todas tinham suspirado por eles. Disseram que eram todos grandes e muito bons. Não chupavam boceta, mas fudiam como animais e, se ela não tivesse repulsa por eles, até ela teria tentado. Tivera ampla oportunidade ao longo dos anos. Para o desgosto do marido, homens negros pareciam gravitar para ela. Todos amavam sua bunda grande e davam em cima dela até quando ela e o Jim estavam lado a lado.

"Sim, você pode e você vai," ele ordenou firme. Ele apertou seu mamilo com força e Erica guinchou de dor. Ela nunca gostara muito de dor, mas parecia haver uma ligação direta entre seu mamilo e sua boceta pulsante. Ele a estava deixando excitada e ela obedientemente abriu o zíper da calça do Michael.

Sua mão tremeu ao alcançar dentro da sua calça jeans folgada. O pau dele era tão grosso que seus dedos não conseguiam circundá-lo completamente e ele ardia e escaldava na sua palma lisa.

Michael levantou sua camiseta e ela ergueu os braços para que ele a tirasse. Seu coração parecia que ia explodir. Batia como se ela tivesse corrido uma maratona e ela puxou para fora o seu pau pulsante. Seus olhos se arregalaram e ela puxou para trás o prepúcio solto para expor a glande roxa e dilatada.

"Que porra é essa," ela ofegou. Uma enchente de umidade molhou sua boceta carente e ela começou a masturbá-lo lenta e demoradamente. Ela sentia o sangue bombear pelo seu eixo túrgido e sua língua lentamente percorreu seus lábios carnudos.

"Ele não vai se chupar sozinho," ele disse numa voz baixa e firme. Pôs a mão na nuca de Erica e empurrou sua cabeça para baixo, na direção do seu pau preto e raivoso. Uma grande gota de líquido transparente escorreu da ponta e ela guinchou como um rato assustado.

Ela resistiu e se contorceu. O cheiro almiscarado do seu pau pairou sobre ela e sua boca começou a salivar, apesar da repulsa.

"Espera," Erica guinchou nervosa. Ela nunca traíra homem nenhum antes e, apesar das limitações do marido, nunca quisera, mas sentia-se dividida. O pau dele parecia incrível e uma parte dela era inegavelmente atraída por ele, mas ao mesmo tempo sentia nojo. A carne preta e acinzentada e o cheiro salobro de pré-gozo a deixavam enjoada.

"Cala a porra da boca e faz o que é natural, Vadia," Michael disse asperamente. Ele a forçou para baixo, entre suas pernas fortes, e ela fez como ele dizia. Seus lábios se entreabriram e ela lambeu o seu eixo duro. Era salgado e ácido, mas diferente de qualquer outro que ela provara. Seus olhos se fecharam e ela abriu bem a boca. Seus lábios se fecharam em volta da ponta bulbosa e ela gemeu baixinho enquanto sua língua girava, lambendo o seu uretra minúsculo, sorvendo o pré-gozo na sua boca surpreendentemente ávida.

Erica chupou e sorveu o seu cacete enorme até seu maxilar doer. Ela cuspiu no eixo e o masturbou com as duas mãos e chupou a ponta. Seu sexo babava como um cão faminto e molhou sua pequena tanga preta, e, quando Michael a puxou para cima dele, ela estava pronta e disposta.

Ele alcançou e levantou a barra da sua saia curta. Manejou a calcinha para o lado e deslizou para dentro do seu buraco espumante. Ela não usava anticoncepcional desde a vasectomia do Jim, mas não reclamou quando ele enterrou 23 centímetros de pau preto no fundo do seu ventre fértil. Sua bunda redonda rebolou e ela começou a gemer. Ela nunca imaginara sentir-se tão preenchida. Ele tinha o dobro do comprimento do marido e parecia uma lata de Pepsi dentro da sua boceta rosa e apertada.

Michael estocou duro e fundo. Seu cacete maciço batia contra o colo do útero e ela se encolhia de prazer e dor a cada vez que ele tocava o fundo. Ele puxava seus mamilos longos e duros e ela saltava como uma estrela pornô. Sua boceta batia contra a sua pelve peluda e ela grunhia como um animal ferido ao gozar gostoso. Seus fluidos escorriam da sua boceta, cobrindo o seu pau com um creme branco e espesso, e ela arfava como uma cadela no cio. Sentia-se voraz e perversa. Era um momento definidor e ela sabia que nunca mais seria a mesma.

Erica grunhiu e gemeu. Seu corpo tremeu e suas unhas cravaram na sua carne morena achocolatada. Ela o olhou com um olhar cheio de luxúria e gozou uma segunda vez no seu poste enorme.

Ele a levantou e ficou de pé com Erica empalada em sua virilidade. Ela roçou os quadris e mordeu seu ombro enquanto um orgasmo se transformava em outro. Ele a baixou até o chão e seu pau saltou para fora do seu buraco carente, fazendo-a choramingar como um filhote repreendido. Sentia-se vazia e precisava de mais.

Ela olhou para ele por cima do ombro e o viu ajoelhar atrás da sua bunda redonda. Ele a estapeou com força e ela gritou. Ele fez de novo e ela arfou. Ele esfregou a cabeça do seu pau preto e escorregadio contra os seus lábios inchados e então o enfiou de vez, fazendo-a chorar de prazer e dor. Seus quadris estocaram duro e fundo. Seu corpo batia contra sua bunda e seus olhos reviraram em puro êxtase. Ela balançou para trás ao seu encontro e outro orgasmo se formou no seu ventre espumante.

Erica olhou para cima, para Carl, e sorriu debilmente. O pau preto dele se projetava do seu corpo preto, gordo e nojento e seu estômago se embrulhou. Ela se sentiu enjoada e balançou a cabeça. Seus longos cabelos loiros jogaram de um lado para o outro, mas ele não se importou. Ele entrelaçou os dedos nas suas longas madeixas e guiou seu pau preto e sujo para dentro da sua boca disposta. Ela chupou forte, tirando pré-gozo dele como um milk-shake por um canudo, enquanto Michael continuava a arrebentar sua boceta branca e macia.

Michael estapeou-a várias vezes e então agarrou seus quadris. Ele estocou dentro dela num ritmo estonteante e seu pau penetrava suas profundezas como uma britadeira. Sua respiração ficou pesada e seu cacete cresceu ainda mais. O gozo jorrou pelo eixo e irrompeu no seu ventre fértil e ardente. Sua semente potente inundou sua boceta e pingou dos seus lábios inchados enquanto ele continuava a martelar duro e rápido até que amoleceu.

Ela sentiu o amigo dele entrar nela e olhou para trás com olhos cansados. Ela chupou e masturbou o pauzão do Carl. Ele testava e cheirava mal, mas ela não se importava. Sentia-se depravada e suja e amava isso.

Carl agarrou seu cabelo e fudeu sua boca. Saliva escorreu pelos cantos da sua boca e pingou no carpete manchado abaixo. Sua respiração ficou profunda e constante e ele soltou um grunhido longo e baixo ao esvaziar as bolas goela abaixo.

Erica desabou para frente e escorregou para o chão enquanto o pau do Carl saía dos seus lábios. Ela engoliu sua semente e o terceiro homem, cujo nome ela nem sabia, a montou até o chão com o pau dentro dela. Ele estocou os quadris e seu corpo batia na sua bunda. Ela perdera a conta de quantas vezes tinha gozado, mas estava quase cansada demais para terminar novamente.

Ele se retirou e cuspiu na sua racha. Esfregou o seu pau viscoso contra o seu cu e ela gemeu debilmente.

"Não," Erica suspirou, "Aí não." Ela fora comida atrás algumas vezes, mas nunca gostara. Ele não se importava com o que ela queria e pressionou os quadris para frente, deslizando no seu cu cansado. A dor a perpassou e ela grunhiu e gemeu. Ele enterrou o comprimento inteiro lá dentro e começou a estocar com movimentos suaves e constantes. A dor se dissipou e Erica começou a se contorcer. Sua respiração acelerou e ela começou a arfar e gemer mais alto.

Ele estocou duro e rápido e então fez uma pausa no fundo. Ela sentiu seu pau explodir e seu gozo jorrar no seu intestino.

Ela ficou deitada no chão por vários longos minutos. O gozo escorria da sua boceta e do seu cu e ela finalmente rolou de lado. Sua calcinha sumira, sua camiseta estava do outro lado do quarto e sua saia se amontoava na cintura. Sentia-se suja e usada, mas estava estranhamente satisfeita e olhou para eles com um olhar sonolento.

Michael e Carl fumavam um baseado e o outro homem fora ao banheiro se lavar e mijar.

"Posso dar um trago?" ela perguntou, estendendo a mão para o baseado. Deu uma tragada longa e então se sentou no chão, encostada no sofá. Ela não tinha certeza do que acontecera. Não fora estupro, mas também não fora algo que ela quisesse. De qualquer modo, gostara e sabia que voltaria.

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