Emily: Snowbunny Cap. 01
Enquanto Emily falava, Brad checou de novo o app Find My iPhone e, claro, ela e o celular continuavam no escritório. Mentalmente, se repreendeu por ter duvidado dela.
— Bom, não se preocupe — ele disse. — Vou deixar o jantar pronto antes de você chegar. A que horas acha que vai voltar?
Emily parou de chupar o pau do Damien e se inclinou na direção do viva-voz em cima da mesa. — Não sei. O Damien deixou mais da metade do projeto inacabado quando saiu e está sendo um baita de um chupa-pau pra eu terminar esse trabalho pra ele. — Ela lambeu a cabeça do enorme pau preto à sua frente. — Parece muita coisa, mas eu dou conta. — Ela olhou para Damien, que se esforçava desesperadamente para não rir. — Não devo demorar mais do que umas duas horas.
Com o físico escuro e poderosamente esculpido de Damien pairando sobre ela daquele jeito, Emily se sentiu uma puta completa. Quando Damien de repente entrelaçou as mãos enormes nos cabelos ruivos e grossos dela, puxando só o suficiente para que ela soubesse quem mandava, a sensação só aumentou. Ela adorava aquilo.
Ainda não tinha certeza até onde iria com ele, mas naquele momento decidiu que, no mínimo, precisava chupar aquele pau até sentir o gosto do gozo dele. Além disso, não sabia...
— Pois é — Brad disse, jogando-se desanimado no sofá. — Ele te fodeu de verdade dessa vez.
— Vou sobreviver — ela falou, começando a bater uma para Damien um pouco mais rápido. — Além do mais, precisamos do meu emprego para sobreviver até o seu bar começar a dar dinheiro. Então, seja lá o que ele me der, vou ter que aguentar. — Depois de outra pausa para se recompor e não rir das próprias piadas de duplo sentido, ela disse: — Te amo.
— Também te amo — respondeu Brad, se sentindo um pouco melhor com tudo ao desligar. Emily estava trabalhando até tarde com uma frequência absurda ultimamente, mas ela tinha razão: com o bar ainda novo (e muito no vermelho), o emprego dela era a única coisa que os mantinha à tona. O que quer que o chefe jogasse em cima dela, ele sabia que ela teria que aguentar. Só não entendia por que era sempre ela que acabava se fodendo? Com certeza havia outros funcionários que poderiam fazer sua parte do trabalho também.
Depois que Emily apertou 'encerrar' no viva-voz, Damien finalmente se permitiu rir. — Você é uma vadia cruel, sabia?
Ela chupou forte a ponta do pau dele por um segundo antes de responder: — Ah, como se você se importasse. Posso parar agora se de repente estiver com dor na consciência.
Ele agarrou os cabelos dela. — Nem fodendo. Você vem desfilando por aqui e me provocando pra caralho desde que começou a trabalhar aqui, e agora que te peguei sozinha, vou tirar a minha onda.
Ela voltou a chupá-lo com vigor renovado, enfiando o pau dele até o fundo da garganta enquanto fazia um boquete profundo. Ele segurava os cabelos dela enquanto ela fazia aquilo, forçando-a para frente e para trás e, de vez em quando, segurando-a lá embaixo para que ela subisse engasgando e cuspindo. Quando ele finalmente parou de foder a boca dela, o rímel tinha escorrido pelo rosto e o batom estava borrado tanto no rosto dela quanto no pau dele. Ele a puxou para trás e deu um tapa.
— Eu sabia que você era uma puta desde o primeiro dia — ele rosnou. — Sabe disso? No minuto em que você entrou aqui, já te marquei como uma tarada. O jeito que você andava por aqui com aquelas sainhas, eu sabia que você estava doida pra dar pra um homem de verdade. Aí te peguei olhando aquele irmão da UPS e soube que você iria topar um pau preto. Era só questão de tempo até eu pegar essa boceta branca de casada para mim mesmo.
— É mesmo? — ela perguntou, levantando-se. Tirou o vestido pela cabeça, ficando só de sutiã e calcinha pretos. A tatuagem com o nome de Brad descansava no quadril esquerdo, logo acima da linha da calcinha. Os olhos de Damien correram para ela por um instante antes que ele tocasse o desenho e risse.
— Bem — ela continuou, depois de desenganchar também o sutiã e jogá-lo atrás do vestido. — Nunca estive com um cara negro antes, e você tem fama aqui de foder qualquer coisa que tenha peitos. Imaginei que, se alguém por aqui estivesse a fim de foder uma mulher branca casada, seria você.
— Talvez eu tenha fama, mas você é a primeira vadia casada que eu fodo.
Ela agarrou o pau dele de novo. — Não fica muito convencido. Até agora você só fodeu a minha cara.
Damien tocou a tatuagem de novo enquanto ela começava a punhetá-lo. — Aquele putinho que você tem em casa esperando por você não te come direito, não é?
— Ah, ele me fode muito bem — só não com a frequência que eu gostaria — ela disse. — Aliás, que porra você se importa? Estou prestes a deixar você destruir minha bocetinha apertada com esse monstro que você tem. Era só isso que deveria estar na sua cabeça agora.
Damien chupou um dos mamilos dela e depois o outro, mordendo de leve intermitentemente enquanto fazia isso. — Então — ele disse finalmente. — Você é só uma puta. É isso? — Agarrou a bunda dela com as duas mãos. — De qualquer jeito, essa sua bundona de branquinha merece mais do que seja lá o que ele está te dando.
— Agora você está entendendo — ela disse, deixando-se cair de joelhos de novo e chupando-o mais uma vez, balançando a cabeça para frente e para trás o mais forte que podia. Só de chupar aquele pau grosso já a deixava molhada, mas o pensamento adicional daquela ferramenta enorme abrindo sua boceta no sexo a deixava praticamente pronta para gozar ali mesmo. Ela batia a cabeça do pau dele contra o fundo da garganta enquanto esfregava o clitóris por cima da calcinha. Levou exatos dois minutos para chegar lá.
Ela gemeu e apertou o pau dele quando o orgasmo a percorreu em tremores. Podia estar preocupada com sua determinação de ir até o fim e realmente foder Damien — a ideia de trair Brad com alguém do trabalho a deixava um pouco nervosa —, mas, enquanto ficava ali de joelhos, tremendo com um orgasmo provocado pelo mero pensamento de transar com ele, soube que tinha que ir adiante. Além do mais, Damien era lindo pra caralho, e ela não sabia quando teria outra oportunidade de ser aberta ao meio por um pau desse tamanho.
Quando ela se levantou, Damien estava rindo quase de forma maníaca. Ela finalmente chutou a calcinha encharcada e beijou-o com força, enfiando a língua na boca dele. Ele resistiu por um instante e depois começou a beijá-la de volta, explorando a boca dela com a própria língua enquanto suas mãos enormes e calejadas começavam a explorar o corpo dela. A mão esquerda se fechou na bunda dela de novo, enquanto enfiava dois dedos da mão direita na boceta molhada.
Ficaram ali entrelaçados, as mãos dela ao redor do pau dele, as mãos dele por todo o corpo dela, por uma eternidade. Ela havia prometido a si mesma não ir além de um sexo sem significado e de uma só vez, e no entanto ali estava, beijando-o mais apaixonadamente do que beijava o próprio marido na maioria das vezes.
Damien interrompeu o beijo e a empurrou um pouco para trás. Enrolou uma das mãos ao redor da garganta dela e enfiou os dedos enormes ainda mais fundo na boceta dela. — Aposto que você é o tipo de vadia que gosta de ser enforcada, não é?
Emily emitiu um som abafado de concordância, no mesmo instante em que sentiu que começava a se aproximar de mais um orgasmo. A boceta dela apertou involuntariamente os dedos dele quando ela começou a gozar, e sua visão ficou momentaneamente vesga quando Damien apertou o aperto para acompanhar.
Ele se inclinou até que os narizes deles estivessem praticamente se tocando. — Eu sabia, porra — ele rosnou. — Algumas putas brancas adoram ser tratadas como lixo. Um negão grande te dá uns tapas e te chama de uns nomes, e você goza por toda parte.
Emily se soltou do aperto dele e se curvou sobre a mesa, abrindo levemente as pernas. — Então me chama de nomes enquanto me fode com esse caralho de pau de crioulo — ela disse, levando a mão por baixo e começando a esfregar o clitóris de novo.
Ele lambeu a mão e esfregou a cabeça do pau. — Quando eu terminar com essa boceta, você não vai conseguir mais sentir esses garotos brancos. Sabe disso, né?
— S... — Antes que pudesse terminar de falar, ele deslizou para dentro dela e o resto da provocação se perdeu numa súbita tomada de ar, e tudo o que ela conseguiu foi um arquejante: — Ah, meu Deus do caralho.
Ele deslizou mais para dentro e ela jogou a cabeça para baixo, quase batendo na mesa. Sentia as pernas começarem a tremer. Não tinha mentido quando disse que Brad a fodia muito bem, mas aquilo... aquilo era quase mais do que ela podia aguentar. Aquele era, de longe, o maior pau que ela já tivera dentro de si, e as paredes da boceta se esticavam ao máximo para acomodá-lo. Era como se ela nunca tivesse sido fodida antes.
— Caralho, menina — ele gemeu. — Você não estava mentindo quando disse que era apertada.
Ela queria dizer: 'Quando você terminar, não vou ser mais', ou algo igualmente vagabundo, mas tudo o que conseguia naquelas circunstâncias era um gemido de reconhecimento e uma respiração acelerada. Quando o que pareceu uma eternidade se passou, o pau enorme de Damien finalmente bateu no fundo, e os olhos de Emily ficaram momentaneamente vesgos. Ela arfou com dificuldade e finalmente conseguiu dizer: — Caralho... caralho.
Damien se enterrou nela o máximo que pôde e se inclinou perto do ouvido dela: — Tá pronta pra ter a porra da sua boceta destruída?
— Ah, meu Deus, sim — ela arfou contra o tampo da mesa. — Arrebenta minha boceta, Damien.
Ele agarrou um punhado dos cabelos dela e puxou a cabeça para longe da mesa. Dessa vez, rosnou no ouvido dela: — Você pode fazer melhor que isso, sua putinha imunda.
Emily empinou contra ele. — Me fode logo, seu filho da puta preto do caralho. Me fode com tanta força que eu não consiga andar depois.
— Mais — ele ordenou.
— Eu quero que seu pau preto enorme arruíne minha bocetinha branca.
Ele se empurrou mais para dentro e puxou os cabelos dela com tanta força que fez os olhos dela lacrimejarem. — Mais, sua boceta estúpida.
— Quero que você foda e abra partes de mim que o triste e pequeno pinto de 15 centímetros do meu marido nunca nem viu. Me transforma numa puta viciada em pau preto. Deixa minha boceta tão fodida, aberta e arrombada que eu não consiga foder nada além de filhos da puta pretos e enormes pelo resto da minha vida.
— Agora sim. — Ele soltou os cabelos dela e agarrou seus quadris com as duas mãos. Puxou para trás mais ou menos até a metade e se jogou para dentro de novo, ouvindo a respiração esbaforida dela enquanto fazia isso. Então puxou mais para trás ainda e se jogou com ainda mais força. Ele adorava o som que as garotas brancas faziam quando recebiam o pau dele pela primeira vez.
Depois de uma pausa momentânea para deixá-la se contorcer debaixo dele, ele começou a meter com força, estocando ritmicamente enquanto mantinha a pegada mortal nos quadris dela. Garotas brancas vêm e vão, mas uma ruiva branca e sexy com uma bunda de negra? Aquilo era algo especial, e a boceta ser tão apertada quanto era era só a cereja no topo do bolo. Ele queria foder aquela garota até o chão, arruiná-la para qualquer um e todos os outros, transformá-la numa viciada em pau preto de verdade, não só nessa merda de encenação.
Emily gemia, arfava e tremia a cada estocada de Damien. Gemia quando sua boceta se esticava ao máximo para acomodar o pau enorme dele; arfava toda vez que ele puxava para trás, deixando-a subitamente vazia; e tremia com cada mini-orgasmo que tinha quando ele estocava de volta, porque eles eram mais ou menos equivalentes ao que ela antes considerava 'orgasmos de verdade'. Orgasmos que ela só tinha conseguido sozinha. Brad a fazia gozar, mas muito mal e não sem um esforço significativo.
— Ah, porra — ela gemeu. — Me fode, Damien.
— Mais alto — ele exigiu, agarrando os cabelos dela de novo e puxando com força suficiente para manter a cabeça dela para trás e a bunda empinada na direção dele. — Me diz o quanto você ama essa porra desse pau.
— Ah, porra do caralho — ela gemeu de novo. — Eu amo o seu pau.
Ele deu um tapa nela.
— Eu amo o seu pau preto do caralho — ela quase gritou. — Continua me fodendo assim, papai. Me faz a sua puta do caralho.
Vinte minutos do ritmo alucinante de Damien e ela não aguentava mais. Já estava gritando tão alto naquele ponto que qualquer pessoa no prédio depois do expediente provavelmente pensaria que ela estava sendo esfaqueada. Havia perdido a conta dos orgasmos menores uma eternidade atrás e precisava de algo mais para precipitar o orgasmo massivo e destruidor de mundos que sabia estar se acumulando em algum lugar dentro dela.
— Ah, você quer ser a minha puta de verdade? — ele rosnou. — Minhas putas aguentam uma gozada.
— Então goza dentro de mim, porra — ela arfou sem hesitar. — Eu quero a porra do seu gozo.
Ela estava falando sério. Naquele momento, não havia nada que ela quisesse mais do que sentir o pau preto e enorme de Damien descarregar dentro dela.
Damien nem quebrou o ritmo. — Então diz como se estivesse falando sério, sua vadia estúpida.
— Eu quero que você despeje sua porra de leite dentro de mim — ela gemeu. — Me transforme de verdade numa viciada em pau preto e me mande de volta para o meu marido cheia de leite de crioulo.
— Você toma pílula?
Ela não dava a mínima. — Não.
— Ótimo — Damien grunhiu, estocando mais uma vez e de repente descarregando dentro dela.
O primeiro jato de gozo atingiu suas entranhas, e ela imediatamente soube para o que sua boceta havia estado se preparando todos aqueles anos. O orgasmo destruidor de mundos, de deixar vesga, a atingiu com força total, e seu mundo virou do avesso enquanto sua boceta se contraía e inundava. Ela gritou de prazer, e então o segundo, terceiro, quarto e quinto jatos do gozo dele repetiram o mesmo abalo sísmico. Ela sentiu as pernas cederem, mas Damien ainda segurava seus quadris e a mesa ainda estava debaixo dela; caso contrário, ela provavelmente teria caído no chão.
— Ah, meu Deus do caralho — ela conseguiu no meio do orgasmo. — Ah, meu Deus do caralho.
Damien grunhiu atrás dela e se enterrou nela o mais fundo que pôde.
Depois de outra eternidade, eles pararam de gozar, mas ele manteve o pau mal amolecido dentro dela.
— Não estou tomando pílula — ela riu com falta de ar contra o tampo da mesa. — Não estou tomando a porra da pílula e acabei de deixar você gozar dentro de mim.
— Deixei nada — ele disse, ainda se esfregando dentro dela. — Você implorou pra caralho pra eu gozar nessa boceta.
— Implorei pra caralho, sim — ela disse, ainda tentando se recompor. Ela podia sentir o gozo dentro de si, sentir como estava cheia tanto de gozo quanto de Damien, que ainda não tinha tirado. — Eu implorei para você gozar dentro de mim e você nem hesitou.
— Vou te contar um segredinho — ele disse, envolvendo as mãos enormes ao redor da garganta dela por trás. — Desde o minuto em que entrei nessa boceta, eu estava planejando te encher.
— Ah, é mesmo? — ela engasgou, apesar do aperto dele na garganta.
— Porra, é mesmo — ele disse com arrogância. — O que eu não daria para o seu marido te ver assim. Inclinada sobre a mesa, suada e cheia de leite de crioulo.
— Foda-se ele — ela engasgou quando Damien apertou o aperto. — Essa boceta é sua agora.
Damien sorriu maldosamente, mas antes que pudesse dizer algo arrogante, o telefone tocou. Damien soltou a garganta de Emily e colocou as mãos de volta nos quadris dela.
Ela olhou para a identificação de chamadas. — É o Brad — ela disse com a voz rouca.
O sorriso maldoso de Damien voltou enquanto ele saía de dentro dela lentamente. — Deita de costas — ele disse. — E atende.
Ela lhe lançou um olhar incrédulo, mas subiu na mesa mesmo assim. — Seu filho da puta malvado — ela disse, apertando o botão para atender o telefone.
— Oi — ela disse, conseguindo soar surpreendentemente composta, considerando que Damien estava deslizando de volta para dentro de sua boceta enquanto ela falava.
— Oi — respondeu Brad. — Só queria saber como você está. Como está indo?
— Ah, está indo — ela disse, quando Damien bateu no fundo de novo. — Está indo melhor do que o esperado, na verdade.
Damien começou a fodê-la lentamente enquanto massageava o clitóris dela com o polegar. Ela quase imediatamente começou a ver estrelas.
— Que bom ouvir isso — disse Brad. — Não deixa aquele puto idiota te derrubar.
— Não vou — ela conseguiu.
Então mordeu o antebraço para abafar os gemidos. De alguma forma, o pau de Damien parecia maior naquela posição, e ele estava empurrando em partes totalmente novas dela. Ela queria muito desligar o telefone e se permitir começar a gritar de novo.
— Eu só não entendo por que ele é tão duro com você — continuou Brad. — Não é como se não houvesse outros funcionários por aí com quem ele pudesse ter empurrado essa merda.
— Não sei — ela respondeu indignada. — Talvez ele ache que eu consiga aguentar essa porra.
Damien se inclinou e enfiou a língua na boca dela. Eles se beijaram em silêncio por alguns segundos até Brad finalmente falar de novo.
— Ou talvez ele só queira te foder.
— O quê? — ela disse, surpresa. Colocou a mão no abdômen de Damien, inicialmente querendo impedi-lo por um minuto, mas depois que seus dedos sentiram o estômago suado e duro dele, ela mudou de ideia. — Talvez eu seja apenas boa pra caralho na porra do meu trabalho e meu chefe tenha pensado em me dar mais responsabilidade? Já pensou nisso?
— Você sabe o que eu quis dizer. É como um garotinho puxando as maria-chiquinhas de uma garotinha no jardim de infância. Talvez ele goste de você, então te trata como lixo. Esse tipo de coisa.
— Isso é retardado pra caralho — ela disparou, enrolando as pernas ao redor das costas de Damien.
— Não é, não. Você é uma garota branca gostosa e ele é... bem, você sabe.
Damien começou a fodê-la um pouco mais forte com aquilo, e ela viu pela expressão no rosto dele que ele estava ficando puto.
— Não, Bradley, eu não sei.
— Ele é um daqueles negros mal-encarados, não é? Aposto que ele gosta de branquinhas.
— Nossa — ela disse, legitimamente surpresa. — Isso é meio racista pra caralho da sua parte. Aliás, por que você está tão preocupado? Não confia em mim?
— Ah, eu confio em você — ele disse na defensiva. — Eu só não confio nele.
— Você nem conhece ele — ela retrucou.
— Eu conheço o tipo — Brad disse desafiador. — Eles aparecem na porra do bar o tempo todo com suas calças largas e dentes de ouro, e cada um deles acaba dando em cima de uma branca antes da noite acabar. Aposto que ele adoraria te pegar sozinha naquele escritório.
— E daí, porra!? Quem disse que eu daria pra ele? — A ironia da discussão não passou despercebida, mas até onde Brad sabia, ela estava de fato trabalhando naquele momento, e ele de repente deixou bem claro que achava que a única razão de ela estar progredindo no trabalho era porque o chefe queria comê-la. O que, convenhamos, era verdade, mas ela já tinha ganhado promoções antes de ceder às investidas dele.
— Eu não disse que você daria!
— Mas você está insinuando, não está? Você acha que ele me encurralaria e eu simplesmente não conseguiria me controlar, hein? Eu viraria uma daquelas garotas que só dão pra caras negros, é?
Brad ficou em silêncio agora.
— Ah, meu Deus! — Ela explodiu. — É exatamente isso que você pensa, não é?
Mais silêncio.
— Quer saber, Brad? Vai se foder.
— Não seja assim, Emily — ele disse, de repente encontrando a voz novamente. — Me desculpa...
Ela desligou sem deixá-lo terminar sua desculpa de merda.
— Nossa — foi tudo o que ela conseguiu dizer.
— Seu marido é um puta dum babaca — Damien disse, ainda a fodendo lentamente.
— Eu acabei de discutir com meu marido sobre se eu o trairia ou não — ela disse. — Enquanto eu estava traindo ele.
— É, bem, aparentemente ele é um escroto racista, então não posso dizer que sinto pena dele.
— É engraçado pra caralho — ela disse.
Damien olhou para ela com desejo renovado.
— Agora, por favor, me fode direito?
Damien agarrou os quadris dela e a puxou para mais perto, enfiando o pau nela o máximo que conseguia. Ele não estava totalmente duro por causa de toda a conversa e discussão, mas agora estava endurecendo de novo ao pensar em socar nela outra vez. Ele foi interrompido, no entanto, pelo telefone tocando de novo.
Emily olhou para o identificador de chamadas e afastou o telefone sem atender. — Isso não vai acontecer de novo — ela disse.
— Sabe de uma coisa? Eu nunca tinha fodido uma mulher casada antes, então achei que seria engraçado você falar com ele enquanto eu te fodia um pouco — ele disse quase distraído. — Mas depois de ouvir a merda que aquele desgraçado falou, eu quero te foder mais forte e com mais frequência.
— Ah é? — ela disse, rebolando contra ele. — Meu marido idiota e racista te deixa com raiva?
Ele começou a fodê-la ritmicamente. — Pra caralho que sim. Isso me dá ainda mais vontade de foder a esposa vadia dele.
— Ah é? — ela provocou, rebolando mais contra ele. — Você já está fodendo a vadia dele muito bem, na minha opinião.
— Então eu quero ir até aí e te foder na porra da cama dele.
— É? — ela disse, enquanto seu orgasmo começava a crescer de novo.
— Talvez eu e meus parceiros te levemos naquele bar vagabundo que ele tem e te exibamos por lá como uma verdadeira snowbunny.
— Ah é? — ela perguntou, rebolando com mais força contra ele. — Bem na frente dele, hein?
— Porra, sim — ele grunhiu enquanto a estocava. — Aí eu te dobro na mesa de sinuca e faço ele assistir enquanto um homem de verdade te fode bem gostoso. Faço ele ver eu gozar dentro dessa boceta de snowbunny.
Ela o puxou para dentro de si com as pernas. — Eu quero que você seja o único a gozar dentro de mim.
— Ah, essa boceta é minha — ele disse com autoridade. — Tô com meia ideia de mandar você ligar pra ele e dizer que agora é minha snowbunny.
Ela estava chegando perto de gozar de novo. Damien tinha começado a socá-la com força total a essa altura. Seus peitos balançavam pra frente e pra trás com tanta força que quase doía, então ela ficava agarrando eles, o que a fazia se sentir como uma puta de filme pornô.
— Eu faço o que você mandar — ela gemeu. — Só me deixa ser sua vadia.
— Ah, você já é minha, putinha — ele rosnou. — Você era minha assim que eu joguei minha porra dentro de você.
— Não — ela arfou. — Eu era sua antes disso.
Ele a estocou e ela gritou. Ele começou a fodê-la com tanta força que a mesa deslizava pelo chão enquanto ele fazia isso. A boceta dela era a boceta mais apertada e quente que ele já tinha experimentado, e essa putinha aguentava o pau dele como nenhuma outra puta tinha conseguido antes. Essa boceta era dele agora, porra, e ele pretendia socá-la até a submissão.
Ele enrolou as mãos no pescoço dela e apertou sua garganta até ela começar a ficar vermelha, e ele sentiu a boceta dela se apertar. Então ele sentiu aquela inundação quando ela gozou com o abuso. Ele agarrou o cabelo dela então e a puxou para cima para olhar para ele.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, sua puta estúpida — ele rosnou.
— Sim, senhor — ela disse obedientemente.
— Abre a boca — ele ordenou, e quando ela obedeceu, ele cuspiu em sua boca. Ela não perdeu o ritmo e engoliu sem hesitar. — Você é mesmo uma vadia nojenta — ele disse com satisfação.
— Só para você — ela disse.
— Seu marido te trata como uma vadia?
— Não.
Ele ainda tinha o cabelo dela enrolado na mão, ainda a segurava inteiramente pelas madeixas. — Você não pode mais foder nenhum branquelo, tá me ouvindo?
— Não, senhor — ela disse.
Ele a beijou com força, puxando seu cabelo enquanto fazia isso.
— Diz então — ele exigiu.
— Eu nunca mais vou foder outro branco — ela disse. — Essa boceta é só para pretos.
Ele a estapeou. — Eu vou gozar dentro de você de novo.
— Ah, Deus — ela disse. — É melhor você gozar mesmo.
Ele se inclinou para beijá-la de novo e ela mordeu o lábio dele. Ele tentou se afastar, mas ela segurou firme. Ele a penetrou o mais fundo que pôde e despejou sua porra dentro dela de novo.
O primeiro jato de gozo, pesado e quente dentro dela, disparou outro orgasmo devastador imediatamente. Ainda nem tinha começado a diminuir quando a segunda bomba dele a encheu de novo. Ela finalmente soltou o lábio dele porque precisava começar a gritar em êxtase enquanto o orgasmo a percorria. Seus olhos ficaram vesgos de novo e ela sentiu cada músculo do seu corpo tremer independentemente.
— Eu sou sua — ela gemeu entre os tremores. — Ah, Deus, eu sou sua. — Ela estava falando sério também. Naquele momento, convulsionando com tremores pós-coito em sua mesa enquanto cheia da porra de outro homem, ela falava sério, não queria nada com nenhum outro homem, nenhum outro pau.
Ele não tirou o pau. — Prova então — ele disse, de repente completamente sério. Ele a encarou nos olhos com uma intensidade que beirava o assustador. — Quando você voltar ao trabalho na segunda-feira, quero que você tenha uma tatuagem de coelho preto em algum lugar visível. Marcando você como uma snowbunny de verdade.
Ela ainda estava tendo tremores secundários, mas conseguiu ouvir e processar o que ele disse. — Sim — ela sussurrou. — Sim, senhor.
Ele de repente tirou o pau completamente de dentro dela, puxou-a da mesa pelo cabelo e a empurrou de joelhos. A porra dele começou a escorrer para fora dela, mas ele colocou a mão dela sobre sua boceta dolorida e escancarada. Preciso manter a porra dele dentro de mim, ela pensou.
— Me limpa — ele ordenou.
Ela o colocou na boca, sentiu o gosto de sua própria boceta nele, além de sua porra e, por baixo de tudo, aquele pau musculoso e lindo. Ela não tinha realmente percebido o quanto amava o gosto do pau dele antes, quando estava sendo fodida na cara, mas agora, de joelhos e tomando seu tempo, ela percebeu como o pau dele era realmente magnífico. Poder parecia irradiar dele.
Ele segurou o cabelo dela de novo. — Você sabe que eu estou falando sério, né?
Ela não parou de chupá-lo, mas olhou para cima. O rosto dele estava sombrio, sua expressão grave. — Você é minha agora. Se eu mandar você cortar o cabelo e pintar de loiro, você faz. Se eu mandar você contar pro seu marido que você é uma vadia de pau preto, você faz também.
Ela assentiu sem soltar o pau agora limpo e gemeu um acordo. Ele estava amolecendo, mas ainda não totalmente flácido, e ela queria aproveitar o máximo que pudesse.
— Eu não tô de brincadeira sobre fazer seu marido me ver te foder também. Aquele filho da puta racista merece ver a mulher dele ser comida por um preto. Fazê-lo virar um daqueles corno manso e afeminado.
Emily tinha visto esse tipo de coisa na internet e sempre a deixava meio excitada, mas ela nunca tinha tido coragem de mencionar a ninguém, exceto para sua amiga Angie, e mesmo assim ela tinha tentado fazer parecer uma piada depois que Angie a olhou estranho. A ideia de ser fodida por Damien na frente de Brad a deixou toda molhada de novo. Então, de repente, ela imaginou Damien dando uns tapas no Brad, talvez fazendo ele limpar depois que eles terminassem, e sua boceta teve um espasmo involuntário.
Damien puxou o pau da boca dela e pegou sua cueca do chão.
— Agora se limpa — ele ordenou. — Quero que você vá para casa com meu gozo dentro de você para o seu marido inútil. Não conta nada pra ele e não deixa ele encostar nessa porra de boceta, tá me ouvindo? Aí, esta noite, quando ele estiver deitado ao seu lado na cama com o pintinho triste dele apertado contra você, quero que você se lembre dessa porra de pau e como ele é muito melhor. — Ele deu uma palmada com o pau nela.
Ela se levantou. — Você é um filho da puta nojento, sabia? — Ela agarrou o pau dele momentaneamente antes de procurar suas próprias roupas.
— É, e você ama pra caralho — ele disse, jogando para ela a saia e a calcinha quando as encontrou.
Ele vestiu suas roupas e veio até ela. Ela ainda estava quase nua, só de calcinha, porque suas pernas e joelhos ainda estavam fracos por causa da surra industrial que ela tinha acabado de receber.
Ele a beijou profundamente e a envolveu nos braços, apertou sua bunda, brincou com seus peitos. Ao todo, eles se beijaram por quase cinco minutos. Quando interromperam o beijo, ele apertou sua bunda de novo.
— Não tem nada que eu ame mais do que uma bunda grande de branca.
— Aparentemente, eu devia ter namorado caras negros todos esses anos — Emily respondeu. — Os branquelos que namorei nunca ficaram tão felizes com minha bunda grande.
— Foda-se eles — ele disse com desdém. — Eles podem ficar com todas aquelas piranhas anoréxicas.
Ela terminou de se vestir no mesmo momento em que ele terminou de arrumar sua maleta e checar o celular em busca de chamadas perdidas. — Eu tô falando sério, sabe — ele disse sem levantar os olhos.
— Sobre o quê? — ela perguntou enquanto pegava suas próprias coisas.
— Você é toda minha agora — ele disse, finalmente olhando para cima. — Eu vou continuar te fodendo. Segunda de manhã, quero você aqui com uma tatuagem de coelho preto no tornozelo ou algo assim. E toda aquela merda sobre te foder na frente do maridão e corneá-lo como um vira-lata? Completamente falando sério.
Ela assentiu solenemente.
— Posso até botar um dos meus parceiros que já foi preso pra arregaçar ele como uma vadiazinha de prisão. Fazer ele virar um afeminado de verdade, sabe? — Ele a olhou de cima a baixo. Ela ainda estava só de calcinha, então era impossível esconder o fato de que estava ruborizada com a ideia. — Você me entende?
Por alguma razão, seu tom controlado e autoritário era ainda mais sexy do que qualquer outra coisa que tinha acontecido até agora. Ela sentiu sua boceta umedecer enquanto ele, de forma calma e quase sem emoção, a informava que ela pertencia a ele, que ela era agora inequivocamente uma snowbunny — sua snowbunny.
— Sim, senhor — ela disse com total sinceridade.