Em Reparos Pt. 12
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Na manhã seguinte, acordei, fui ao banheiro e então bati na porta da mamãe.
— Entre. — ela murmurou e eu abri a porta o mais silenciosamente que pude. Mamãe estava na cama, mas quando eu apareci ela chutou as cobertas e ficou deitada lá em toda a sua glória nua. Ela abriu as pernas para mim e sorriu.
— Ouvi você se levantar e estava torcendo para que viesse me ver. — fechei a porta atrás de mim, mal contendo o som de serra elétrica que vinha de Ade no meu quarto.
— Eu tinha que vir. — disse e subi na cama, jogando minhas cuecas boxer para longe enquanto ia. — Pensei em você a noite toda.
— Pensou mesmo? — mamãe disse, sorrindo serenamente.
— A noite passada foi tão gostosa, mãe. — eu disse enquanto subia em cima dela e a beijava. — O que você fez com a Ade foi a coisa mais excitante que já vi.
— Foi mesmo?
— Totalmente.
— Então talvez você não ache isso tão excitante. — mamãe disse e quando olhei para ela confuso, ela gentilmente me afastou. Sentei-me, sobre meus joelhos, e observei mamãe abrir bem as pernas e começar a se tocar. Vi seu buraquinho molhado se abrir enquanto ela passava os dedos sobre e dentro de si mesma. Ela gemeu baixinho e eu distraidamente comecei a me masturbar.
— Claro que acho excitante, mãe. — protestei, mas mamãe balançou a cabeça.
— Não é isso, querido. — olhei para ela confuso e esperei. Mamãe respirou fundo, se ajeitou e continuou se tocando com a mão direita. Sua mão esquerda desceu até sua virilha, depois um pouco mais até pairar sobre seu traseiro. Ela começou a massagear seu cuzinho apertado e minúsculo, fazendo pequenos movimentos circulares sobre ele. Então lentamente, muito lentamente, ela pressionou um de seus dedos dentro de seu cu. Vi o dedo dela penetrando centímetro por centímetro até ultrapassar a primeira junta.
— Aaaaah... — mamãe gemeu. — Eu... não... estou... pronta para você ainda. — ela mordeu o lábio, momentaneamente perdida na sensação. — Mas estou... trabalhando nisso... — eu estava sem palavras. O dedo de mamãe mais tremia do que se mexia enquanto o esfíncter apertado pulsava, como se o dedo estivesse grudado.
— Eu... quero... tanto... meu filho... dentro do meu cu. — ela sussurrou. Observei, hipnotizado, enquanto minha mãe dedilhava sua boceta e seu cu para mim. Eu podia sentir o cheiro dela daqui. Continuei masturbando meu pau sem pensar.
— Você pode... me foder agora, por favor, Dan? Por favor?
Andei de joelhos até minha mãe. Levei um momento para encontrar uma posição onde eu pudesse entrar nela enquanto deixava espaço para ela continuar se tocando no traseiro, e então a penetrei. Fazia apenas dois dias desde que eu havia gozado dentro dela, mas parecia mais tempo.
Mamãe guinchou e se contorceu enquanto eu a fodia devagar, suavemente, imaginando, sonhando como seria preencher aquele outro buraco apertado.
— Quando... ah! Quando você acha que posso foder seu cu? — perguntei.
— Logo, querido... oh oh oh! Muito logo!
— Eu preciso... oh porra! Oh! Eu preciso estar dentro do seu cuzinho, mamãe.
— Eu quero você nele! — ela sussurrou. — Eu preciso de você nele.
— Posso gozar nele também, né, mamãe?
— Oooooooh porra, Dan! — mamãe sussurrou, tensionando o corpo inteiro. — Claro que pode!
— Eu... nnggh! Eu te amo, mãe!
— Eu também te amooo... — mamãe abriu a boca sem som, prendeu a respiração e de repente gritou: — Oooooo POOOORRA! — sua boceta apertou meu pau bem forte enquanto ela gozava, e isso me levou ao limite.
— Porra... oh mamãããe! — nenhum de nós conseguia fazer nada além de grunhir ou gemer. Agarrei mamãe e a segurei forte contra mim e senti as mãos dela nas minhas costas, cravando em mim. Gozamos juntos e depois de um minuto ou dois tirei meu pau mole e grudento de dentro dela e a beijei.
— Obrigado, mãe.
— Te amo, Dan. Agora vá se vestir, eu vou tomar banho.
Ade se juntou a nós para o café da manhã logo depois que mamãe saiu do banho. Ela entrou vestindo um roupão, disse bom dia sonolenta e foi direto para o café.
Sentou-se à mesa e desapareceu em seu celular por vários minutos. Eu a encarava, minha mente correndo de volta para a noite passada. A imagem de mamãe dando a ela meu gozo estava gravada no meu cérebro e mais imagens surgiram agora. Ade e mamãe ajudando uma à outra a me chupar. Ade e mamãe nuas juntas. Ade com o rosto enterrado entre as coxas da mamãe. Ade e mamãe entrelaçadas, fazendo um 69 uma na outra... Mamãe curvada, suas nádegas abertas, recebendo meu pau dentro dela enquanto seu rosto desaparecia na virilha de Ade...
Balancei a cabeça, banindo essas ideias. Considere-se sortudo com o que você já tem. lembrei a mim mesmo enquanto olhava de volta para mamãe, imaginando meu esperma repousando dentro dela neste exato momento. Como se pudesse sentir algo, ela tocou sua barriga naquele exato instante e por um segundo eu imaginei...
Pare com isso. disse a mim mesmo bruscamente.— Então, o que... vai acontecer hoje? — Ade perguntou, sonolenta.
— Você e eu vamos a uma aventura! — mamãe anunciou. Minha cabeça girou e as imagens que eu tinha acabado de suprimir voltaram à ação. Ade olhou para minha mãe com uma expressão genuína de surpresa e mamãe sorriu. — Vamos comprar uma porra de uma cama para você, para o Dan poder dormir na dele de novo.
— Ieeei! — exclamei, genuinamente.
— Ah. Por que o Dan não pode ir?
— Porque o Dan tem trabalho a fazer. — mamãe disse, sucintamente.
— Tenho? Ah, certo, as câmeras, sim. — eu disse, lembrando.
— Sim, as câmeras. — mamãe se levantou, colocou seu prato e xícara na pia, se inclinou e beijou o topo da minha cabeça. — E sua lição de casa.
— Mãe, essa redação não é para...
— Xiu, xiu! — mamãe levantou uma mão. — Não estou interessada. Você acha que eu não vou mais impor ordem? Pense de novo, rapaz. Você está adiando isso há semanas já. Vá escrever. — ela me deu um tapinha gentil na nuca e saiu alegremente para começar a limpar os últimos pedaços do quarto de hóspedes.
Ade e eu nos encaramos por alguns minutos antes de Ade finalmente falar:
— Sua mãe é meio engraçada.
— Como assim?
— Se um garoto me fizesse gritar do jeito que você a fez gritar esta manhã, eu deixaria ele fazer praticamente qualquer coisa. — corei e murmurei algo sobre precisar trabalhar e fui para o meu quarto.
Descobrir um hack para as câmeras foi muito mais rápido do que eu pensava. Tive que pesquisar algumas coisas, mas encontrei um emulador para fazer um teste e funcionou perfeitamente. Não era algo garantido, claro, mas parecia que eu tinha tudo sob controle antes mesmo de Ade e mamãe saírem para comprar uma cama.
O que me deixou tendo que trabalhar naquela redação idiota... típico.
Bem, sentei e comecei a trabalhar.
Por talvez quinze minutos antes de ficar entediado. Minha mente começou a vagar — e ultimamente fazia isso muito. Pensei na mamãe. Pensei nesta manhã, pensei na noite passada. Pensei em como seria bom esticar o cuzinho apertado da minha mãe... Pensei em fazer o mesmo com a Ade. Pensei em fazer isso com as duas, uma de cada vez. Visualizei mamãe e Ade, curvadas na minha frente, lado a lado, e meu pau deslizando primeiro em uma, depois na outra...
Tentei me afastar desses pensamentos, mas era muito difícil. Junto com outra coisa. Distraidamente, tentando me distrair, decidi dar outra olhada no telefone copiado da Harriet. Ela tinha algumas mensagens novas, mas a maioria parecia bem desinteressante, exceto uma.
Ela recebeu um texto na noite passada, e lê-lo me deixou ainda mais excitado:
>ei coisinha gostosa. Tá pensando em voltar pro clube logo?<
>Talveiz. pq pergunta?<
>pq eu tô com sdds dessa sua boca e bunda gostosa é por isso<
>Bom, por acaso eu tava pensando em ir pro fundão no prox sábado. te vejo lá?<
>pode apostar q sim<
Harriet ia ao Delight daqui a uma semana! Era hora de levar a sério.Contei para mamãe e Ade assim que elas voltaram. Bem, depois que ajudei Ade a carregar uma cama desmontada e enquanto ela xingava e praguejava me fazendo fazer a maior parte do trabalho de montagem.
— Isso é ótimo! — mamãe disse animada quando mostrei as mensagens. — Significa que estamos a uma semana de tê-la nas mãos! — mamãe cerrou o punho no ar e eu e Ade a encaramos. — Modo de dizer. — ela murmurou.
— Certo, exceto que primeiro preciso instalar meu hack nas câmeras.
— Ah. — mamãe disse. — Certo. Bem... então... volte lá e faça isso.
— E ei, talvez você consiga outro boquete daquele cara da última vez! — Ade provocou e eu joguei um manual de instruções amassado nela.
— Bem, funcionou bem da última vez, não foi? — mamãe perguntou, inocentemente, e eu senti um pequeno arrepio percorrer meu corpo ao me lembrar da boca do estranho no meu pau e, por reflexo, uma sensação de vergonha me invadiu. Eu me senti envergonhado; envergonhado porque Ade tinha zombado de mim, envergonhado por não ter pensado melhor, envergonhado pelo quanto aquilo me excitou na hora... e um pouco envergonhado pelo quanto ainda me excitava...
— Tá bom. Claro. — eu disse baixinho enquanto apertava o último parafuso.
— Ótimo! — Ade comemorou. — Vou reservar um reservado para nós.
— Nós? — perguntei.
— Modo de dizer. — Ade olhou para a cama e deu um pulinho rápido sobre ela, jogando seu corpo leve no colchão e dando alguns quiques de teste. — Legal! Valeu, primo!
— Eu que paguei... — mamãe acrescentou baixinho.
— E obrigado, tia Abby! — ela se levantou voando e deu um beijo rápido na bochecha da mamãe, depois se virou e chutou distraidamente algumas das caixas vazias. Ela olhou para mim.
— Quer experimentar? — eu disse claro, sentei na cama e dei alguns quiques de teste, mas Ade balançou a cabeça. — Não foi isso que eu quis dizer, idiota. — ela sorriu. Eu olhei para mamãe que sorriu, balançou a cabeça e assentiu.
— Vão em frente, seus jovens loucos. — e se levantou para sair. Assim que ela saiu do quarto, Ade bateu a porta e se virou.
— Finalmente. Pensei nisso o dia todo. — ela sorriu.
Eu também pensei. Só... talvez não exatamente como você pensa...Ade se aproximou lentamente, agressivamente, como um animal caçando. Ela abriu o zíper do moletom e o jogou no chão enquanto avançava, e casualmente puxou a camiseta. Seus lindos seios empinados estavam envoltos em um sutiã esportivo cinza e ela fez uma pausa por um segundo, inclinou a cabeça e olhou para mim.
— O que está esperando? Um convite por escrito? — eu me apressei e comecei a me despir. No meio do caminho, as mãos de Ade encontraram meu peito nu e ela começou a me acariciar, e a próxima coisa que soube é que estávamos nos beijando. Ade me ajudou a tirar a roupa e eu desabotoei o sutiã dela. Tomei seus seios em minhas mãos e os acariciei, novamente impressionado com como os de mamãe eram fartos, mais macios, enquanto os de Ade eram firmes.
— Tira seu pau para fora. — ela sussurrou. Tirei minhas calças, seguidas pelas cuecas, enquanto Ade se sentava na cama usando apenas calcinha e abria as pernas convidativamente.
— Vem aqui. — obedeci, e quase por instinto caí de joelhos e coloquei ansiosamente minha cabeça entre as pernas dela. Afastei sua calcinha preta de lado e a beijei ali, e ela deu um gemido encorajador em resposta. Deslizei minha língua para dentro dela e comecei a trabalhar em seu clitóris enquanto ela colocava as mãos na minha cabeça, me mantendo no lugar.
— Oooh... oh porra, Dan, você é realmente muito bom... — Não era fácil arrancar elogios de Ade. Pensei e mantive o ritmo. Repetidamente minha língua batia contra o clitóris dela, parando apenas para beijá-lo em vez disso. Os gemidos de Ade ficaram mais profundos e intensos, e depois de vários minutos ela me empurrou para longe, subiu na cama, deitou de costas e sussurrou para eu fodê-la.
Levantei-me, meu pau pronto, abri suas pernas e a ponta de mim estava a centímetros de distância dela quando a porta se abriu e mamãe entrou.
— Você esqueceu isto. — ela disse e jogou uma camisinha para nós. Ade soltou um suspiro frustrado.
— Sério, tia Abby?!
— Sério.
— Tá bom! — ela disse enquanto eu pegava a camisinha e abria a embalagem. Houve uma pausa. Ade olhou por cima do corpo para mamãe. — Bem?
— Ah, eu não vou a lugar nenhum. — mamãe disse, virou-se e pegou uma cadeira de cozinha bem ao lado da porta. Ela a colocou no quarto, fechou a porta novamente e se sentou. — Continuem.
— Eu... — Ade começou. — Tia Abby, eu...
— O que foi? Você nos assistiu na noite passada! Além disso, você mesma não disse que queria aprender truques novos? — ela perguntou, inocentemente. Eu tentei muito não sorrir, mesmo também me sentindo estranho. Mamãe acharia demais me ver com Ade? Ade levaria numa boa? Eu levaria?
Olhei para Ade, que eu via estar ponderando as coisas na cabeça. Eu estava prestes a dizer algo quando ela finalmente decidiu.
— Foda-se, deixa ela assistir. — excitadamente, coloquei a camisinha e me guiei para dentro dela. Ade deu um gemido profundo e satisfeito quando entrei nela e eu também. Ela era tão apertada — eu me peguei comparando-a com mamãe toda vez que transávamos. Até mesmo pensar nisso me fazia sentir culpado e lancei um olhar para mamãe, mas ela só estava sentada na cadeira, assistindo em silêncio.
— Porra... porra, isso, Dan! — Ade sussurrou enquanto eu deslizava todo para dentro dela.
— Oh porra! Oh porra! — eu disse de volta. Ela era incrivelmente apertada e Deus, como eu queria que pudéssemos tirar a camisinha, mas o rosto da mamãe não parecia estar disposto a negociar.
— Mmmm... mmm! — Ade gemeu, suas mãos agarrando seus peitos e massageando-os enquanto eu a fodia. Ela mordeu os lábios, seus olhos fechados e senti suas pernas me envolverem como se implorassem para eu ir mais fundo. Logo eu estava metendo nela com tudo que tinha quando mamãe se moveu. Ela ficou ao nosso lado, olhando para Ade.
— Você gosta do pau do meu filho dentro de você? — ela perguntou e Ade abriu os olhos e encarou o rosto questionador da minha mãe.
— Gosto.
— Ele tem um pau maravilhoso, não tem?
— Ele tem e ele... ah! Ele sabe, ooooh! Ele sabe como usar!
— Eu sei. — mamãe se virou, se inclinou e me beijou. — Ele certamente é especial. — corei e tentei me concentrar no que estava fazendo, mas minha cabeça estava girando. O que mamãe estava fazendo?
— Vira ela. — mamãe disse. Eu e Ade a encaramos. Ela olhou para Ade. — Eu tenho joelhos ruins. Não posso fazer de quatro muitas vezes ou por muito tempo. Você pode. — ela se virou para mim. — Vira ela e fode ela como um cachorro. — outra pausa enquanto eu hesitava.
— Isso é uma porra de uma ordem, soldado. — mamãe disse, e juro que quase gozei ali mesmo. Mas não. Em vez disso, me afastei de Ade e a ajudei a ficar de quatro. Olhei minha mãe diretamente nos olhos enquanto penetrava minha prima por trás, sua bunda jovem e firme exposta diante de mim. Comecei a martelar, Ade gemendo de prazer na minha frente. Mamãe nos observou em silêncio por alguns minutos. Ela continuou olhando para Ade e depois de volta para mim. Meus grunhidos estavam ficando mais profundos e altos e os gemidos de Ade enchiam o quarto agora: eu estava chegando perto.
Foi quando mamãe se inclinou, me beijou novamente e sussurrou:
— Quando finalmente fizermos no meu traseiro, prometo que será assim que faremos.
Eu explodi. Quase esqueci que estava usando camisinha, mas quando dei uma última estocada em Ade, comecei a enchê-la e soltei um gemido profundo e animalesco. Ade gritou, caiu de cara e cavalgou seu orgasmo também. Continuei metendo nela por vários segundos, finalmente parando e meu pau caiu para fora dela. Como se liberta, Ade se enrolou em posição fetal e respirou pesadamente, suas pernas apertadas com força.
— Porra, porra, porra.... Porra! — ela sussurrou. — Por que você não pode deixar ele gozar dentro de mim? É tão injusto! — ela choramingou.
— Minha casa, minhas regras. — mamãe disse. Então ela se moveu até mim. Eu estava de joelhos, meu pau coberto de camisinha lentamente amolecendo. Mamãe me beijou e agarrou meu pau. Lentamente, cuidadosamente, ela desenrolou a camisinha, mantendo a porção cheia segura. Ela a segurou e a inspecionou. — Talvez um dia eu deixe você foder no pelo. Mas por agora, aqui está seu prêmio de consolação. — Ade olhou para cima enquanto mamãe se movia até ela, a camisinha na mão.
— Abre a boca.
Ade encarou minha mãe por vários segundos, ainda tentando recuperar o fôlego. Então, lentamente, abriu a boca. Mamãe segurou a abertura da camisinha com uma mão sobre a boca de Ade e levantou a parte cheia com a outra. O esperma escorreu para dentro da boca de Ade — um pouco caiu fora e escorreu pelo queixo, pelo pescoço. Mamãe despejou o conteúdo devagar, com cuidado, até esvaziar, e Ade manteve a boca aberta, vez ou outra ajudando com a ponta da língua. Mamãe olhou para baixo e, satisfeita, jogou a camisinha fora.
— Engole.
Ouviu-se um gole alto enquanto Ade fazia minha carga desaparecer. Houve uma pausa e então mamãe se inclinou sobre Ade. Ela hesitou, e por um instante não tive certeza do que estava acontecendo, até ouvir Ade sussurrar 'Tudo bem'. Então elas se beijaram. Os lábios de mamãe e Ade se encontraram. No início foi só isso, mas depois se beijaram de verdade. Vi suas bocas se abrindo e imaginei o cheiro e o gosto do meu esperma ainda no hálito de Ade; na boca, nos dentes. Ficaram assim por vários segundos antes de mamãe se afastar. Ade olhou para mamãe e depois para mim com orgulho nos olhos.
— Não se esqueça de se livrar dessas caixas. — disse mamãe, pegou a camisinha do chão e saiu.