Em Manutenção – Pt. 17
Ade tinha ouvido a gente. Na verdade, quando cheguei na cozinha naquela manhã, Ade estava sentada à mesa do café da manhã, de short de ginástica e camiseta. Ela levantou os olhos do celular e perguntou que porra tinha acontecido na noite anterior.
"O quê?" perguntei, sem graça.
"Olha, eu ainda tô me acostumando com você transando com a sua própria mãe, mas puta merda, não dava pra dar um tempo? Essas paredes não são exatamente grossas." Tentei ignorá-la e fiz meu café da manhã.
"Sério" Ade continuou. "Eu mal preguei o olho."
"Bom... isso é... só... que pena!" eu disse, sem conseguir pensar em mais nada pra falar.
"E aí de novo de manhã?!" Ade perguntou. "Porra, vocês dois parecem um casal novo." Eu a ignorei. "É isso que você é? Sua mãe é sua namorada?"
"Cala a boca!" eu disse, mas Ade continuou.
"O quê? Vocês transam, ficam de... conversa mole!" Eu corei profundamente.
"Você ouviu isso?"
"De novo, paredes finas, cara." Ade sorriu. "Ai, mãe!" ela gemeu com uma voz aguda de deboche. "Ai, mãe, você é tão gostosa! Ai, mãããe!" Continuei de costas, sem querer que ela visse o quanto eu estava envergonhado.
"Bom... vai se foder, você chupou o pau do seu padrasto!"
"Como se fosse a mesma coisa!"
"E transou com seu próprio primo!" eu rebati.
"De novo, não é a mesma coisa." Ade ficou quieta por um momento. "Então, que porra é essa?" Eu me virei.
"O quê?" Ade abriu as pernas de forma ostensiva.
"Vai compensar isso comigo ou não?"
Ade estava deitada na mesa do café da manhã, nua da cintura pra baixo, pernas bem abertas e meu rosto entre elas, gemendo profundamente e acariciando os seios. A boceta dela estava encharcada e era óbvio que ela estava com um tesão do caralho a noite inteira. Ela se contorcia de prazer enquanto eu a chupava e ficava sussurrando meu nome.
"Dan... Dan... ai, Dan! Porra!" De repente, ela se sentou e se afastou de mim. Eu olhei pra ela.
"Vai pegar uma camisinha." Ela disse com uma urgência real.
Pode deixar! pensei, corri pro meu quarto, peguei uma borracha e voltei correndo. Ade estava de costas de novo, pernas bem abertas e reclinada. Coloquei a camisinha, agarrei as pernas dela e guiei meu pau pra dentro. A boceta apertada e jovem dela me envolveu e ela soltou um gemido longo e profundo."Aaaah..."
"Porra, você é apertada." eu sussurrei.
"Mais apertada que a Abby?" ela perguntou e eu balancei a cabeça.
"Muito."
Desculpa, mãe."Aaaah... por que você gosta tanto de transar com ela?" ela perguntou, me pegando completamente desprevenido.
"O-o quê?"
"Continua, por favor!" Ade disse e eu enfiei meu pau nela de novo, fazendo-a gemer um pouco.
"Eu só... quero saber por que..." Eu fiquei quieto, metendo devagar nela, sentindo as paredes da boceta dela contra meu pau. "É porque você não pode?"
"Não." respondi, e agarrei ela pela cintura. De repente, eu estava metendo com força. Eu não deslizava, eu enterrava meu pau duro nela de novo e de novo. Ade soltou um gritinho surpreso e começou a gemer mais fundo.
"Me... conta! Por favor!"
"Ungh! Porra! É porque- ungh! Mmm... é porque agora eu sei que ela me quer!" eu deixei escapar, de olhos fechados, tentando me concentrar no aperto da vagina da Ade enquanto falava. Ade estava com as duas mãos nos seios, apertando-os enquanto eu a comia. Ela respirava pesado e falava em frases curtas e entrecortadas.
"O que... você... quer... dizer?"
"Quando eu era criança eu- mmm! Mmmm ai, porra! Porra, eu achava que a mãe não me queria, não- nggh! Não queria nada comigo! Estar com ela agora assim, isso... isso..." eu fui perdendo o fio da meada.
"Comer sua... mãe é... prova... que ela... te queria?" Eu não respondi. "Isso é... perturbado!" Eu parei por um segundo pra recuperar o fôlego.
"Tô com as bolas no talo na minha prima e comi minha mãe duas vezes nas últimas vinte e quatro horas, é, eu sou perturbado." eu disse, sarcástico. "Agora cala a porra da boca, Ade, e me deixa te foder." Ade riu, e sorriu.
"Por favor."
Ade gozou antes de mim -- o corpo inteiro dela tremeu e ela fechou as pernas em volta da minha cintura. Conforme o orgasmo dela diminuía, ela tentou se afastar de mim, mas eu a segurei firme no lugar, meti nela várias vezes e explodi. Enquanto Ade estava deitada na mesa e eu lentamente saía dela, sem fôlego, ela de repente agarrou meu braço.
"Me dá a camisinha." Eu cuidadosamente tirei a camisinha, entreguei e assisti, hipnotizado, enquanto Ade a pegava, virava do avesso e pingava meu sêmen nos seios. Ela se deitou de costas, olhos fechados, e espalhou minha porra como loção nos peitos, respirando pesadamente enquanto fazia isso.
"É" eu disse quando ela pareceu terminar. "Claramente eu sou o único perturbado aqui." Ade só sorriu.
"Cara, você tem certeza que isso é de boa?"
"Como assim 'de boa'?"
"Sei lá, cara, tipo... a gente vai se safar?"
"A gente não vai fazer nada ilegal!" Bom, você não vai. pensei. Eu... bom, é mais nebuloso.
"Eu- é- você tem certeza?"
"Cara, ela vai lá pra transar com estranhos. Tá, então não era pra gente saber que é ela antes, mas não é como se isso não pudesse simplesmente acontecer, né?"
"Acho que sim. É só-" O sussurro frenético de Lee foi interrompido pela Harriet entrando na sala de aula e, conforme o murmúrio geral da turma diminuía, nós nos aquietamos. Mas, quando a Harriet começou a aula, tanto eu quanto Lee observamos as pernas finas e torneadas dela e seu corpo apertado mas ainda curvilíneo e, nas vezes em que ela se virava pra escrever algo no quadro branco, eu sei que nós dois demos uma boa olhada na bunda dela.
Alguns minutos depois, vi o Lee mexer no celular e o meu vibrou em resposta. Cuidadosamente, tirei o meu do bolso e olhei a mensagem dele:
>Beleza, cara, tô MUITO dentro -- mal posso esperar pra pegar aquela gostosa<
Você e eu, os dois, irmão...Quando cheguei em casa, a mãe estava cantarolando sozinha na cozinha, cozinhando. Espiei a cabeça e ela disse oi, animada.
"Pensei que a gente podia ter uma noite de cinema hoje!" ela anunciou feliz.
"Mas é sexta."
"Eu sei, mas, bom... você vai estar ocupado no domingo e pode estar um pouco nervoso, então achei que hoje seria melhor." Cético, olhei pra minha mãe, mas ela não estava entregando nada, então só dei de ombros e perguntei o que íamos assistir.
"Tô a fim de Tropas Estelares!"
Tropas Estelares era um dos filmes favoritos da minha mãe de todos os tempos. Ela achava que era foda em todos os sentidos que um filme deveria ser. Eu tentei uma ou duas vezes explicar que o filme meio que tirava sarro dos militares, mas, enfim, confia em mim quando digo que não funcionou. De qualquer forma, eu também achava um filme bem legal, embora já estivesse um pouco enjoado dele. Mas que seja, eu não ia discutir.
Nós três estávamos espremidos no sofá mais tarde naquela noite, enquanto a trilha sonora grandiosa e pompuda de Tropas Estelares tocava alto. A mãe passou um balde de pipoca pra mim e eu peguei um punhado antes de passar pra Ade.
Todos nós tínhamos vestido roupas confortáveis -- a mãe de jeans e camiseta, Ade de pijama e eu de calça de moletom e camiseta.
Eu definitivamente estava captando umas vibrações da mãe, mas não conseguia decifrá-la direito.
Ade não estava emitindo vibração nenhuma, exceto estar um pouco entediada. Ela passou a maior parte do filme monopolizando a pipoca.
Então chegamos naquela cena.
Como eu disse, esse era um dos filmes favoritos da minha mãe, o que significa que eu o vi muitas vezes. E, embora agora não fosse grande coisa, quando eu assistia mais novo, tinha aquela cena.
A cena do chuveiro.
A cena do chuveiro unissex.
Anos atrás, quando eu era mais novo, aquela cena tinha sido... muito interessante pra mim e eu frequentemente cruzava as pernas, tímido, enquanto assistia com a mãe. Obviamente, desde então eu tinha visto (e feito) coisas que faziam isso parecer incrivelmente suave em comparação. Mas, às vezes, a nostalgia é mais poderosa que qualquer coisa.
Eu fiquei de pau duro. E na minha calça de moletom, não tinha muitas formas de esconder. Olhei pra Ade, depois pra mãe, pra ver se elas tinham notado, e quando olhei pra mãe, vi que os olhos dela já estavam grudados na minha virilha.
"Ai, céus..." ela disse. "Ah, eu lembro que isso acontecia quando a gente assistia esse filme quando você tinha quinze anos." Ela estendeu a mão, agarrou o contorno do meu pau duro por cima da calça de moletom.
"Eu costumava tentar ser uma boa mãe e fingir que não notava." ela deu um aperto no meu pau. "Não queria te envergonhar." Ela sorriu.
"Mas não preciso mais me preocupar com isso, né?"
Sei lá, isso ainda é bem constrangedor. pensei comigo mesmo. A mãe, no entanto, se inclinou pra frente, puxou minha calça e cueca pra baixo e meu pau saltou pra fora."Mmm..." ela olhou pra Ade, que estava encarando em silêncio. "É uma beleza, você não acha?" Então, mantendo contato visual com ela, a mãe abriu a boca e começou a chupar meu pau. Ela estava curvada sobre meu colo e eu senti os seios pesados dela apoiados na lateral da minha coxa enquanto eu gemia baixinho e olhava pra parte de trás da cabeça dela. Ela parou por um momento, acariciou meu pau e disse pra Ade:
"Você vai só ficar aí sentada olhando ou vai me dar uma mão?"
Por favor, diz que sim, por favor, diz que sim, por favor, diz que sim pensei, enquanto a ideia de receber um boquete duplo da minha mãe e da minha prima entrava no meu cérebro. Ade olhou nervosamente pra minha mãe, me olhou de relance e de repente colocou um sorriso corajoso."Sei lá... você acha que ele ia gostar?" A mãe sorriu de volta.
"Ah, você tem razão -- ele provavelmente não gostaria." ela virou a cabeça e me olhou. "Provavelmente seria estranho e constrangedor pra você, não seria?"
"Ele provavelmente quer que eu vá embora."
"É."
"Por favor, não." eu finalmente consegui murmurar.
"Por favor, o quê?" A mãe perguntou.
"Por favor... eu quero."
"Quer o quê?" Ade perguntou.
Caralho, elas estavam adorando isso."Um... eu... eu quero... as duas..." eu disse, baixinho. A mãe riu um pouco, pegou o controle e pausou o filme.
"Finalmente. Não foi tão difícil, foi?" ela disse, então fez um gesto pra Ade.
Ade se levantou, prendeu o cabelo num coque rápido e então prontamente se ajoelhou na minha frente. A mãe segurou meu pau pra ela como uma oferenda e ela o envolveu na boca e começou a trabalhar. Eu gemi profundamente enquanto a boca e a língua dela começavam a brincar com meu pau e me recostei no sofá. Enquanto eu fazia isso, a mãe se aconchegou ao meu lado, me deu um beijo na bochecha.
"Meu bebezinho gosta de ter o pau chupado?" Eu olhei pra mãe, meio confuso com o jeito dela de falar.
"S-sim."
"Sua prima é muito boa em chupar pau, não é?" Eu balancei a cabeça, mas fiquei quieto. A mãe virou a cabeça e olhou pra Ade por um momento antes de se virar de volta pra mim e me dar um beijo longo, profundo e apaixonado. Nossas línguas se encontraram e eu saboreei o momento de beijar a mãe enquanto Ade me chupava. Finalmente, a mãe desfez o beijo e me deu uma piscadela. Ela se levantou, se ajoelhou ao lado da Ade e delicadamente puxou meu pau pra longe dela. A mãe o colocou na boca, mas só a ponta -- ela cutucou a Ade e eu assisti em câmera lenta enquanto a Ade se aninhava de volta e então as duas estavam trabalhando meu pau com a boca.
Os lábios da mãe e da Ade se encontraram com a ponta do meu pau entre eles. Ade esticou a língua e a passou pela parte de baixo do meu pau enquanto a mãe fechava os lábios em volta da ponta, e eu gemi pateticamente -- eu já estava incrivelmente perto e não queria que aquilo acabasse. A mãe deve ter notado porque se levantou e se inclinou pra frente, me beijando.
"Tudo bem, querido, você pode gozar -- a gente ainda não terminou nem de longe."
"Não... terminamos?" eu perguntei, sem fôlego.
"De jeito nenhum. Eu queria que a noite de hoje fosse toda sobre você, porque amanhã à noite vai ser toda sobre a Ade." Ade olhou pra cima, de entre as minhas pernas -- ela tinha avidamente tomado o lugar da mãe e agora estava com metade do meu pau na boca. A mãe se ajoelhou de novo ao lado dela, deu um beijo rápido na bochecha dela.
"Amanhã eu vou te ensinar a fazer anal." Ela sussurrou, embora alto o suficiente pra eu ouvir. Ade corou e soltou meu pau.
"Sério?" ela disse. A mãe assentiu.
"Vou te ensinar tudo -- vamos bem devagar e no final meu filho vai deixar uma bela e grande gozada bem fundo na sua bundinha. O que você acha?"
"Parece ótimo, ti-" a mãe levantou um dedo na cara dela e Ade se corrigiu. "Parece ótimo, mãe."
"Boa menina. Agora vamos engolir a gozada do Dan e aí podemos recomeçar." Com isso, as duas abriram a boca e dividiram meu pau de novo. Momentos depois, eu gemi profundamente, agarrei o encosto do sofá e comecei a gozar. Ade travou a boca no meu pau enquanto eu bombeava minha gozada na cara dela, praticamente gritando. A mãe ficou de lado assistindo, sorrindo o tempo todo.
Quando terminei, Ade lentamente se afastou, colocou a mão pra aparar uma gota perdida que vazava e eu percebi que ela não tinha engolido. Ela olhou pra mãe, que instantaneamente a puxou pra um beijo. Elas trocaram um beijo longo e profundo que, no começo, eu imaginei que fosse só pra mim, mas conforme durou mais e mais, comecei a me perguntar. Finalmente, a mãe se afastou e então, com um alto 'gulp', engoliu o que estava na boca e a Ade fez o mesmo. Elas me olharam como uma só, a mãe com um sorriso grande e feliz e a Ade com um sorriso tímido.
"Você gostou, querido?" Eu balancei a cabeça ansiosamente, meu pau mole pendurado a centímetros de seus rostos. A mãe se inclinou e deu um beijo rápido nele. "Bom, porque vamos de novo já já. Mas primeiro, vamos ficar um pouco mais confortáveis." A mãe se levantou e puxou a camiseta e começou a abrir o jeans. Ade seguiu o exemplo e tirou o pijama e eu arranquei a calça de moletom e a cueca dos tornozelos e tirei a camiseta enquanto a mãe e a Ade ficavam completamente nuas na minha frente. A mãe olhou pra Ade, depois pra mim e sorriu.
"Pronto pro segundo round, querido?" Ade sorriu.
"Você acha mesmo que ele consegue?"
"Ora, ora, querida -- não seja má." E com isso, a mãe se sentou ao meu lado, pressionou os seios contra mim e me puxou pra perto e me beijou de novo. Minhas mãos subiram pela barriga dela e agarraram seus seios enquanto começávamos a nos beijar, de olhos fechados. Senti um segundo corpo se sentar ao meu lado, abri os olhos e me virei pra ver a Ade sentada ao meu lado. Ela deu de ombros, se inclinou e me beijou. Eu virei o corpo e nos beijamos profundamente, apaixonadamente, e minhas mãos se moveram para os seios dela -- pequenos e empinados em comparação. Logo a mão da Ade estava na minha coxa e subiu em direção ao meu pau lentamente endurecendo e eu retribuí na mesma moeda -- minha própria mão subiu pelas pernas dela e encontrou a umidade quente de sua boceta. Ela fechou a mão em volta de mim em troca e por um tempo ficamos ali nos beijando, nos tocando enquanto a mãe assistia e acariciava meus ombros.
Finalmente, Ade desfez o beijo.
"Ai... mãe?" ela perguntou, a voz trêmula.
"Sim, querida?" a mãe respondeu atrás de mim.
"Eu vou mesmo fazer anal amanhã?"
"Sim, querida." a mãe se inclinou sobre mim e colocou a mão na bochecha da Ade. "Vou te ensinar tudo -- vamos bem devagar e te mostrar exatamente como fazer pra não doer. E no final você vai sentir o pau duro e grosso do Dan bem, bem fundo na sua bundinha apertada e virgem."
Ade gozou. Suas coxas de repente se fecharam em volta da minha mão e tremeram o corpo inteiro enquanto sua voz falhava e ela gritava seu orgasmo -- e eu juro por Deus que pensei que podia fazer o mesmo -- a única razão de não ter feito é que já tinha gozado não fazia muito tempo.
"Mmm... boa menina." A mãe disse e Ade, de rosto ruborizado e respirando pesadamente, corou. A mãe tirou a mão da Ade do meu pau à força pra poder me acariciar enquanto Ade se acalmava.
"Aposto que você também tá ansioso, hein, Dan?" Eu balancei a cabeça, mal conseguindo falar. "Comer a bundinha apertada da sua própria prima." Eu balancei a cabeça de novo, e então a mãe se levantou. Ela me montou, o que exigiu um pouco de manobra num sofá que mal cabia três, mas ela acabou no meu colo, meu pau roçando na virilha dela.
"Me diz a verdade, Dan: Qual você prefere? Boceta ou cu?" Eu olhei pra mãe, que estava fazendo movimentos rítmicos, esfregando a boceta nua no meu pau. Olhei de relance pra Ade, mas a mãe agarrou meu rosto e o manteve no lugar.
"Olha pra mim. Me diz a verdade."
"Eu amo seu cu, mãe..."
"Mas?"
"Mas eu amo gozar dentro da sua boceta."
— Você é um garoto doce. — ela se esfregou lentamente sobre meu pau — Senti seus lábios da boceta roçarem toda a minha extensão. — Gosta de encher a boceta da mamãe com seu esperma quente? — Corei, muito consciente da Ade ao nosso lado — eu nunca tinha dito essas coisas na frente dela antes. Ade ainda estava respirando pesadamente, e pelo canto do olho eu podia vê-la segurando os peitos e massageando-os.
— Gosto.
— Você também quer encher a bocetinha apertada da sua prima safada, não quer? — Meus olhos se arregalaram e eu assenti ansiosamente — mas não demais, eu esperava.
— Posso? — Mamãe olhou para Ade.
— É seguro? — Mamãe perguntou e Ade assentiu.
— Deveria ser.
— Então só desta vez. — ela se inclinou e me beijou. — Mas a partir de amanhã vai ser no cuzinho dela. — Mamãe saiu do caminho e fez sinal para Ade. Ade, ainda com as pernas um pouco trêmulas, montou em mim e não perdeu tempo nenhum — ela segurou meu pau com firmeza, me guiou para dentro e desceu por toda a minha extensão de uma vez.
— Oooooooooh PORRA! — ela gemeu com a voz trêmula. Mamãe sorriu.
— Não exagere, querida. — Ela piscou para mim, mas eu não conseguia responder. Não era estar dentro da boceta da Ade — embora estivesse tão apertada e incrível como sempre — era a mamãe nos dar permissão que me excitava mais do que qualquer coisa. Mamãe se inclinou para outro beijo.
— Seja um bom garoto agora e encha a bocetinha apertada da sua prima com seu gozo. — Ela me beijou, língua com língua. Ade gemeu, quicando no meu pau.
— Quando você terminar, vou lamber seu pau grande e lindo até ficar limpo e depois eu e a Ade vamos te fazer um último boquete.
É isso. pensei. Eu morri. Eu morri e isso é o paraíso.— Porra! Porra, porra, porra! — Ade gemeu atrás da mamãe e ela se levantou de novo. Ela ficou atrás de Ade, se inclinou e cobriu os seios dela por trás.
— Esta é sua primeira vez num ménage, Ade querida?
— Ah! Aaaah! N-não, m-mamãe! — Ade arfou. — É-é a minha segunda!
— Primeira vez com outra mulher?
— S-sim.
— Isso deixa os homens loucos, você sabe.
— Eu- oooh! Eu... meio que sabia disso. — Mamãe sorriu e, com uma mão ainda cobrindo o peito esquerdo dela, segurou a cabeça de Ade, virou-a para o lado e a beijou. Mamãe e Ade se beijaram enquanto ela me cavalgava — a mão da mamãe apertando o peito de Ade enquanto faziam isso.
Aquilo foi tudo que eu aguentei. Eu gozei. Jorrei minha carga bem fundo, fundo na boceta ansiosa e receptiva de Ade, e a senti se contrair ao meu redor, me apertando enquanto ela começava a ter câimbras e convulsões. Ela quebrou o beijo, gritando em êxtase.
— Oh, porraaaaa! — Ade gritou, primeiro se debatendo, depois se curvando para a frente para cair em cima de mim.
— Oh, Deus! Oh, porra, porra, PORRA! — gritei de volta, metendo para cima, querendo colocar meu pau e minha semente o mais fundo possível dentro dela. Gritamos e gememos por vários momentos até que finalmente ficamos deitados juntos, Ade em cima de mim, ambos respirando pesadamente, nossos corpos agora grudentos de suor.
— Bom garoto. — Mamãe disse, se inclinou para a frente e me beijou. Então ela se virou para Ade. — Ok, você já se divertiu. Agora sai, temos que chupar um pau!
Eu realmente estava no paraíso, pensei, enquanto a mamãe chupava meu pau até ficar limpo e então ela e Ade me deram mais um boquete duplo.