Contos eróticos para ler inteiros.

Sexo Anal

Dominatrix Bruna

ilan_0716 min

Bruna assinou o recibo da encomenda e agradeceu ao entregador enquanto ele a entregava. Ela sabia o que havia dentro, e o pensamento a encheu de uma antecipação erótica tão avassaladora que não pôde deixar de sorrir ao pensar no que a chegada daquilo significaria para sua vida sexual.

Depois de fechar a porta, foi para o quarto e sentou-se na cama, onde abriu o pacote para revelar seu novo brinquedo. Rasgou ansiosamente a embalagem de papelão e plástico até finalmente conseguir pegá-lo. Primeiro, apenas o segurou, admirando sua forma e tamanho orgulhosos, antes de inspecioná-lo mais de perto e passar as mãos para cima e para baixo pelo eixo grosso do seu novíssimo cintaralho de 18 centímetros.

Bruna sempre tivera tendências dominantes no quarto. Ela sabia que gostava de estar no controle e que seus homens fazendo o que lhes era mandado lhe proporcionava um prazer intenso que nunca encontraria sendo submissa. Sempre gostara de provocar seus amantes, brincar com eles até que derretessem como massa em suas mãos. Isso, porém, era o próximo nível.

Ela já pensava em usar um cintaralho num homem havia um tempo, mas nenhum de seus amantes atuais se mostrara interessado na ideia. Assistira a muitos vídeos de mulheres dominantes, como ela, comendo homens com uma agressividade que muito a atraía, e sabia que precisava encontrar um homem para fazer de seu.

E assim, Bruna procurou online e conheceu Chris numa sala de bate-papo que permitia às pessoas discutir seus fetiches e desejos mais sombrios. Eles se deram bem e acabaram trocando fotos antes de fazer chamadas de voz durante as quais conversavam sobre suas fantasias.

Chris estava na casa dos 30, era bissexual e tinha muita experiência com homens e mulheres, mas nunca fora comido por uma mulher gostosa. Bruna sentiu-se atraída por sua honestidade e abertura, assim como por seus desejos que combinavam quase perfeitamente com os dela. Combinaram que se encontrariam pessoalmente, mas só depois que Bruna tivesse adquirido a ferramenta necessária para dominar seu novo amante.

Bruna continuou a brincar com o dildo, girando-o nas mãos, acariciando-o suavemente e pressionando os lábios contra o plástico preto brilhante. Optara por um modelo bastante realista, com a glande e as veias incorporadas no formato e na textura do brinquedo.

Ela o colocou sobre a cama, feliz com a compra e animada para experimentá-lo e usá-lo pela primeira vez. Pegou o celular e enviou uma mensagem rápida para Chris que dizia simplesmente: 'chegou'. Isso seria suficiente para ele saber que viesse o mais rápido possível; era o que tinham combinado.

Em poucos minutos, Chris respondeu com 'estou aí em meia hora', e Bruna começou a se arrumar para sua chegada. Ela sabia o que ia vestir; o cintaralho era uma espécie de peça de resistência da sua roupa.

Ela se despiu e abriu o guarda-roupa. No fundo, escondido atrás de suas roupas 'normais', estava o item que procurava – um espartilho de látex preto que deixava os seios expostos enquanto realçava suas curvas.

Bruna vestiu o espartilho com cuidado, apreciando a sensação do tecido envolvendo seu corpo miúdo. Olhou-se no espelho e segurou os seios pequenos e empinados que repousavam sobre a borda do espartilho. Ficou satisfeita com sua aparência, como o espartilho abraçava sua silhueta magra e erguia seus seios pequeninos só um pouquinho.

Vasculhando a parte de baixo do guarda-roupa, Bruna tirou suas botas de látex pretas de cano alto e sentou-se na cama para calçá-las. Tinham um salto considerável que a elevava da sua altura habitual de 1,52 m para impressionantes 1,63 m.

Bruna se levantou e andou pelo quarto, acostumando-se à sensação de estar alguns centímetros mais alta. Olhou-se novamente no espelho, virando de lado e notando como o espartilho fazia um belo trabalho em enfatizar sua bunda brasileira redonda.

Prendeu o cabelo longo e escuro num rabo de cavalo apertado e aplicou uma camada de batom vermelho-escuro nos lábios. Bruna nunca gostara muito de usar maquiagem, mas sentia que aquele toque de cor em seu rosto bonito a fazia parecer mais perigosa e sexy do que seu jeito naturalmente fofo e sorridente.

A única coisa que restava era o cintaralho. Bruna sentou-se na cama e pegou sua nova arma. Afrouxou as tiras, para que as alças ficassem grandes o suficiente para passar pelas botas e subir pelas pernas. Ao se levantar, sentiu o brinquedo deslizar no lugar ao redor dos quadris e notou o eixo grosso tremendo ao se projetar de sua virilha enquanto apertava as tiras.

Mais uma vez, contemplou sua nova aparência no espelho e pensou consigo mesma que estava ferozmente bela. Envolveu uma das mãos no apêndice falso e o acariciou lentamente, sentindo o poder que representava fluir por entre seus dedos. Era uma sensação encorajadora e empoderante, que fez sua buceta formigar atrás do cintaralho. Estava pronta para fazer de Chris sua vadia.

Bruna percebeu o quanto começara a entrar num estado de transe quando foi sobressaltada pela campainha avisando que alguém estava lá fora. Ela se recompôs e foi até o interfone, apertando o botão enquanto perguntava 'alô?' da forma mais inocente que conseguiu.

'Ah, oi, Bruna? É o Chris', veio a resposta.

'Sobe', disse Bruna enquanto apertava o outro botão que abria a porta do prédio.

Eles tinham combinado que ela o receberia já vestida com aquela roupa, mas Bruna de repente sentiu uma pontada de autoconsciência ao se ver de novo no espelho e pensar na realidade do que estava prestes a acontecer – encontrar um estranho com os seios à mostra e um pênis de plástico duro projetando-se da virilha.

De repente, tudo pareceu levemente bizarro, e ela riu um pouco sozinha ao pensar naquilo. Mas agora não havia mais volta, e ela relaxou, sabendo que era aquilo que queria, por mais surreal que pudesse parecer naqueles momentos finais e tensos antes de o encontro começar.

Houve uma batida leve, mas firme, na porta, e Bruna foi deixar Chris entrar no apartamento. Olhou pelo olho mágico e pôde ver sua cabeça raspada emoldurando os traços amigáveis que lhe eram familiares pelas fotos que ele enviara. Abriu a porta devagar, com cuidado para se manter atrás dela e fora da vista de qualquer transeunte no corredor externo.

Quando Chris entrou no apartamento, Bruna fechou a porta e se viu, enfim, cara a cara com o homem que estava prestes a dominar. Sorriu nervosamente ao sentir os olhos de Chris percorrerem sua silhueta pequena, demorando-se primeiro nos seios nus antes de focarem no seu orgulhoso pau do amor que apontava para ele.

'É bom finalmente te conhecer', ela disse suavemente, oferecendo a mão para apertar a de Chris enquanto olhava para ele. Com pouco mais de 1,90 m, Chris era muito mais alto que Bruna, mesmo de salto. O rosto dele se abriu num sorriso caloroso e gentil ao aceitar a mão dela e segurá-la com delicadeza.

'É bom te conhecer também', ele respondeu, e Bruna teve certeza de sentir uma nota de excitação nervosa na voz dele. Naquele momento, não sabia ao certo como proceder: deveria mostrar o apartamento e fazer um chá para o cara? Ou deveria entrar 'no personagem' imediatamente e se comportar como uma dominadora desde o instante em que o novo amante cruzasse a soleira?

Bruna ficou, portanto, um tanto aliviada quando Chris a ajudou a decidir perguntando:

'Tudo bem se eu tomar um banho rápido antes de começarmos?'

'Ah, sim. C-claro', ela respondeu. 'Vem por aqui, você pode usar a suíte.'

Bruna o conduziu pelo quarto até o banheiro anexo. Ela apontou para a pilha de toalhas no canto.

'As toalhas estão ali, gel de banho e essas coisas no chuveiro. Fique à vontade para usar o que quiser.'

'Claro, obrigado', disse Chris, enquanto Bruna o deixava. Ela voltou para o quarto e ouviu o barulho do chuveiro sendo aberto. Tentou sentar-se na cama enquanto esperava, mas tinha energia demais para ficar parada. Começou a andar pelo quarto, verificando-se novamente no espelho e, de vez em quando, acariciando o cintaralho que continuava a balançar suavemente à sua frente enquanto andava.

O som da água foi cortado, e Bruna pôde ouvir Chris se secando atrás da porta fechada. Depois de um minuto ou dois, a porta se abriu, e Bruna se deparou com a imagem de Chris, completamente nu e já semiereto, parado na porta do quarto.

Ela levou um momento para apreciar seu torso – tonificado e poderoso – antes de deixar o olhar cair para o pênis – grosso, carnudo e depilado – e então descer até as pernas – fortes e atléticas. Ele é lindo, pensou, e é meu.

'Onde você me quer, Senhora?', perguntou Chris. Eles haviam combinado que ele se dirigiria a ela nesses termos, mas ainda assim pegou Bruna um pouco desprevenida por uma fração de segundo. Percebendo o que acontecia, ela abraçou seu novo papel e disse, com o máximo de autoridade que conseguiu:

'Vem aqui e me beija.'

Chris obedientemente deu um passo em direção a ela, e os dois se abraçaram. Bruna sentiu os seios pressionarem o peito de Chris, enquanto o pau cada vez mais duro dele roçava suavemente em sua cintura. Ela olhou para cima e encontrou os lábios dele com os seus. Enquanto as línguas se entrelaçavam e Bruna passava as mãos por todo o corpo nu de Chris, ela pôde senti-lo ficar completamente ereto, o pau se misturando ansiosamente com seu cintaralho. Ela estava pronta para a próxima ordem.

'Senta na cama e adora meus peitos', disse firmemente depois de quebrar o beijo. De novo, Chris fez como lhe foi dito e sentou-se na cama de Bruna. Ele ergueu as duas mãos, pegando um de seus seios pequenos em cada uma e massageou-os suavemente, beliscando os mamilos de vez em quando.

'Mmmmm, isso mesmo, bom garoto', Bruna gemeu baixinho, fechando os olhos e apreciando a sensação das mãos grandes de Chris esfregando seus seios.

'Agora chupa', ordenou, dando um tapa de leve no ombro dele, como que para lembrá-lo de quem mandava. Chris se inclinou para frente para abocanhar cada peito, um depois do outro, com sua boca faminta. Bruna pôde sentir a língua dele deslizando rapidamente sobre seus mamilos, seus lábios engolfando amorosamente suas aréolas empinadas.

A sensação de ser adorada por um escravo obediente estava começando a excitar Bruna. Ela sentiu sua buceta começar a umedecer atrás do cintaralho e simplesmente permitiu que Chris continuasse por vários minutos, sabendo que ele não pararia até que ela desse a ordem.

Bruna olhou para baixo e viu que o pau de Chris agora estava duro como pedra, apontando para ela de forma convidativa. Foi uma emoção ver o quanto aquilo estava excitando seu novo amante, e ela percebeu que ambos estavam prontos para levar as coisas ao próximo nível.

'Fica de quatro', disse de forma brusca.

'Sim, Senhora', respondeu Chris, de maneira um tanto patética, ao parar de devorar os peitos de Bruna e virar-se para engatinhar na cama, expondo a bunda à sua dominadora.

Bruna o seguiu na cama e agarrou uma nádega com cada mão, de forma bruta. Começou a esfregar e beliscar as nádegas firmes e carnudas de Chris antes de dar um tapa em cada uma com força suficiente para deixar marcas vermelhas na pele.

'Você gosta disso, sua vadiazinha? É? Gosta de ser minha putinha?', perguntou provocativamente, começando a se deleitar em seu papel de controle.

'Sim, Senhora', veio a resposta sofrida.

Bruna afastou as nádegas dele enquanto se inclinava e deixou uma gota de saliva cair da boca direto no cuzinho apertado de Chris. Esfregou-a delicadamente na rachadura, sentindo a pele umedecer enquanto seus dedos se moviam sobre o orifício.

Inclinando-se ainda mais, Bruna colocou a língua no orifício expectante de Chris e começou a lamber, devagar a princípio, mas com um aumento gradual de intensidade ao sentir o buraco começar a relaxar ao redor de sua língua ocupada.

Enquanto isso, sua mão esquerda saiu da nádega de Chris e agarrou o pau duro dele com força. Bruna ordenhou-o lentamente enquanto lambia, os gemidos abafados vindos da outra ponta da cama sendo o único ruído a se ouvir, além do som molhado de sua língua e lábios contra o cu saboroso dele.

Ainda puxando o pau de Chris, Bruna lambeu em direção às bolas, tomando cada uma na boca antes de lamber de volta para cima e para baixo, para realmente deixar a área mais íntima dele o mais molhada possível. Parou brevemente para pegar um frasco de lubrificante na mesa de cabeceira e aplicou uma quantidade generosa sobre a região que estivera lambendo.

'Ora, você não é um garoto de sorte por ter o cu e as bolas lambidos assim, hein?', disse com desdém, enquanto esfregava o lubrificante na rachadura dele. 'Espero que você esteja grato pra caralho.'

'Sim, Senhora. Obrigado, Senhora... ahhh, PORRA', disse Chris, quando Bruna enfiou dois dedos no cuzinho dele e começou a dedilhá-lo. Ela podia sentir o cu dele apertando e relaxando ao redor dos seus dedos, enquanto o penetrava, acelerando o movimento a cada investida, enquanto sua outra mão continuava a massagear o pau grosso dele.

De repente, Bruna puxou os dedos de dentro do cu de Chris e observou o buraco escancarado se fechar lentamente agora que ela o desocupara. Era hora de usar seu brinquedo novo.

Bruna se aprumou para alinhar o cintaralho com o cuzinho de Chris. Segurou o eixo do pau falso e encostou a ponta entre as nádegas dele, posicionada e pronta para foder.

'Você está pronto para isso então, putinha? Pronto para ser possuído por mim?', perguntou, quase se surpreendendo com o quão dominante soava.

'Sim, Senhora', veio a resposta sem fôlego, e Bruna lentamente empurrou os quadris para frente, introduzindo o grosso cintaralho no buraco apertado e úmido de Chris.

Ela podia sentir o corpo dele a aceitando, enquanto o objeto preto desaparecia dentro dele. Podia ouvi-lo gemendo enquanto ela o penetrava lentamente, indo e vindo, agarrando seus quadris. Podia vê-lo apertando os lençóis ao ser dominado por sua linda Senhora.

Bruna acelerou o movimento, acostumando-se à ação incomum e sentindo o lubrificante permitir uma passagem mais suave a cada estocada. Ela se viu de relance no espelho ao lado da cama e sorriu ao se ver – tão pequena e delicada – fazendo picadinho daquele homem alto e atlético com sua arma sexual.

Era uma imagem e um pensamento que a excitavam imensamente, e ela fodeu Chris ainda mais rápido. Os gemidos dele estavam ficando mais altos, mas ele nunca disse a palavra de segurança, então Bruna continuou a martelá-lo impiedosamente e sentiu o impulso de enfatizar seu domínio enquanto o fodia.

'DE QUEM VOCÊ É?', gritou com uma estocada longa e forte dos quadris.

'Seu, Senhora', Chris mal conseguiu responder.

'COM CERTEZA DO CARALHO QUE É!', Bruna deu mais várias estocadas rápidas e fortes em Chris antes de puxar para fora, enquanto recuperava o fôlego.

'Vira, putinha. Deita de costas', disse, enquanto Chris, agora uma casca quebrada do homem que entrara pela porta, rolou de costas, expondo o pau duro.

Bruna estendeu a mão e agarrou o pau de Chris antes de se inclinar e enfiá-lo na boca. Começou a chupá-lo agressivamente, sentindo o gosto de sua própria saliva e do lubrificante que antes escorrera por ele. Enfiou outro dedo no cuzinho de Chris, notando quão pouca resistência era oferecida agora que ela o tinha soltado com o cintaralho.

Após alguns minutos de uma chupada rápida e feroz, e dedilhada intensa, Bruna afastou a cabeça e parou para recuperar o fôlego. Segurou as bolas de Chris com uma das mãos e brincou com o fio de saliva que ainda ligava sua boca ao pênis pulsante dele. Ela sabia que ele estava perto de gozar e estava pronta para terminar o serviço.

'Pronto para o round dois, putinha?', perguntou, enquanto conduzia o cintaralho de volta ao cuzinho da sua vítima, a mão novamente firmemente enrolada no pau dele.

'Sim, Senhora', foi a resposta, mas Bruna nem esperara para ouvi-la, enfiando seu membro molhado de volta entre as nádegas de Chris e conseguindo sincronizar as estocadas com o movimento de punheta que fazia com a mão no pau dele.

'Você vai gozar para mim agora, putinha, ok? Você vai disparar uma carga de porra desse pau gordo, e vai ser tanta que vai cobrir meus peitos, mesmo daqui, ok?'

'Sim... S-senhora', Chris estava praticamente ofegante, mal conseguindo articular a resposta.

'E aí você vai lamber tudinho como a vadiazinha patética que você é, não vai?'

'Sim, Senhora', Chris sussurrou.

'Não tô TE ouvindo', Bruna gritou, estocando com mais força.

'SIM, SENHORA! SIM! SIM! SIM!', gritou Chris, enquanto o pau explodia na mão de Bruna. Jorro após jorro de porra quente espirrou no ar enquanto Bruna mirava o canhão explodindo em direção a si mesma.

Ela sentiu os respingos de porra contra os seios, algumas gotas até ricochetearam em seu queixo. Observou os rastros de esperma escorrendo entre seus bonitos seios 32B e contra a borda do espartilho.

— Bem? O que você está esperando? Lamba tudo, putinha — disse ela com rispidez enquanto Chris, meio atordoado após seu orgasmo devastador, se ajoelhava e se aproximava engatinhando de sua Dona.

Bruna agarrou a cabeça de Chris e a pressionou contra seu peito nu, forçando-o a lamber cada centímetro da própria porra. Ela sentiu a língua dele mais uma vez percorrendo seus seios torneados e roçando seus mamilos rosados enquanto ele devorava com voracidade o que Bruna o fizera produzir.

Ela olhou para ele lambendo obedientemente seus seios e sorriu. Dava-lhe um estranho orgulho erótico ter usado aquele cara grande e forte de uma forma tão implacável. Ela acariciou a cabeça de Chris com ternura e o beijou suavemente enquanto ele recolhia as últimas gotas de esperma.

— Pronto, pronto, putinha — disse ela baixinho. — Você foi um bom garoto, não foi?

— Sim, Dona — ele murmurou. — Você é incrível.

O sorriso de Bruna se alargou.

— Eu sei — respondeu com naturalidade, beijando a cabeça dele novamente.

Bruna olhou de novo para o espelho enquanto Chris descansava a cabeça contra seu peito. Ela notou que o pau dele agora estava mole entre as pernas, exausto pela experiência, enquanto seu cintaralho sobressaía, implacavelmente duro e pronto para mais ação.

Ela soube naquele momento que Chris seria o primeiro de muitos a cair vítima de seu novo brinquedo. Já estava pensando em toda a diversão que teria com essa adição poderosa à sua vida sexual. O pensamento encheu Bruna de uma antecipação faminta pelas aventuras que a aguardavam.

Ela mal podia esperar para começar.

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