Dividindo a Cama com Minha Irmãzinha
Dezembro sempre foi um problema para mim. Vovô passava o mês na nossa casa e ia embora alguns dias depois do Ano Novo, o que significava que ele precisava de um quarto só para ele. Quando éramos crianças, eu e minha irmã dividíamos a cama e o vovô ficava com o quarto restante.
Conforme fomos crescendo, isso continuou, mas já não éramos mais pequenos e a puberdade tinha cobrado seu preço. Agora que eu tinha 19 anos e minha irmã 18, as coisas estavam... diferentes.
"Próxima regra: nada de punheta este mês", Chloe me encarou, erguendo os olhos das anotações no celular.
"Nem pensar, não vai mudar essa de novo! Ano passado combinamos que eu podia fazer dia sim, dia não, enquanto você ia na academia", respondi, mostrando as MINHAS anotações.
"Tá, mas põe os lenços no lixo", ela disse. "E eu digo antes de eu voltar da academia, Matt."
Eu balancei a cabeça e ajustamos nossas anotações.
"Sem usar meu quarto como central de controle do drama."
"Nosso quarto", ela apontou. Sim, a regra número 5 ditava que o quarto pertencia a nós dois durante dezembro. Eu não concordava totalmente com essa. "E combinado. Sem namorado este ano, de qualquer jeito."
Estalei a língua e ela riu. Tinha esquecido que ela estava solteira, o que significava que eu tinha desperdiçado uma regra.
"Podia ter me contado. Ou foi uma armadilha?"
"Te contei há 5 meses, idiota."
Ah, claro, o incidente. Agora eu lembrava. Como aquele cara tinha estragado tudo tão feio, eu nunca ia entender.
"Melhor você solteira", eu disse.
"Lóógiccooo. Próxima, nada de olhar quando o outro estiver se trocando." E antes que eu pudesse protestar, ela acrescentou: "Não vou ficar indo e voltando do banheiro com minhas roupas."
Olhei para o lado, onde ela tinha ocupado um pedaço enorme do quarto com roupas e um espelho, e fiz careta. "Beleza."
Continuamos nisso por mais meia hora, acrescentando novas regras e editando as existentes, até que ambos ficamos satisfeitos. A lista tinha começado vários anos atrás, quando nossos egos tinham ficado grandes demais para o meu — nosso — quarto, e ajudava a manter a sanidade.
Não que eu achasse ruim ter a Chloe ali, obviamente, mas um mês sem privacidade podia ser demais às vezes.
Nós dois paramos no meio do nosso quarto, Chloe mal chegando no meu queixo, nos olhamos nos olhos e apertamos as mãos para selar o acordo.
Dezembro começou no dia seguinte.
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A primeira noite foi um pouco estranha, já que não estávamos acostumados a dormir na mesma cama. Felizmente, nossos pais tinham comprado uma grande alguns anos atrás, quando eu cresci demais, então podíamos dormir confortavelmente.
Eu estava na cama antes de Chloe terminar sua rotina noturna no banheiro, rolando a tela do celular. Quando ela entrou, tive que me virar para que ela pudesse trocar para o pijama. Engraçado como a regra de não olhar existia porque a Chloe tinha olhado para mim enquanto eu me trocava, não o contrário. Embora, bem, talvez eu tivesse e ela só nunca me pegou.
Não que eu pudesse ser culpado, ela era linda, e o trabalho que fazia na academia realmente aparecia, especialmente na bunda. Caramba, ela tinha a bunda mais redonda, grande e empinada e...
Ah, sim, outro problema de dormir na mesma cama: ereções. Agora eu teria que esperar até passar antes de sequer pensar em me virar.
Chloe puxou o lençol para poder entrar, mas parou. Eu sabia que ela não podia ver meu problema atual, mas meu coração ainda acelerou.
"Só de cueca?" Ela perguntou.
Ah, isso. "Regra 32, posso dormir como quiser, só não pelado", respondi.
Chloe resmungou algo, mas entrou na cama mesmo assim, e eu apaguei as luzes.
"Durma bem, irmãozão", ela disse.
"Você também, irmãzinha."
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Como sempre acontecia, acordamos no dia seguinte com as costas dela para mim, e meu braço sobre ela, a segurando perto de mim. A gente não sabia por que isso acontecia, e tínhamos até gravado nossas noites para eu provar que não tinha feito de propósito. Mas todo dia, por anos, tínhamos acordado de conchinha.
Era até bonitinho, eu admitia. Confortável e seguro, também. Eu podia sentir o cheiro do cabelo dela de onde estava, o que eu adorava, e ela sempre puxava meu braço para que eu ficasse mais perto, meu corpo envolvendo a pequena estrutura dela.
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O dia seguinte trouxe algumas mudanças.
"Nova regra, posso dormir como quiser, contanto que não esteja pelada", ela disse, antes de se trocar.
"Podemos editar a regra 32", eu disse, mas a olhei interrogativamente. "Mas por quê?"
"É quente demais lá dentro! Suei horrores ontem com meu pijama."
"É, não está tão frio este ano. Então o que você vai usar? Topless está incluído na parte de pelada, desculpa."
Ela balançou a cabeça para os dois pesos e duas medidas e procurou um pouco antes de pegar uma camisa.
Minha camisa. A que eu tinha usado naquele dia.
"Não me olha assim", ela disse. "É grande e vai me cobrir."
"Alguma calcinha, pelo menos? Por favor?"
"Calcinha. Não posso dormir de sutiã."
Pensei a respeito, mas não encontrei objeção.
"Combinado."
"Ótimo!" Ela disse, e cheirou minha camisa, ao que eu arqueei uma sobrancelha. "Eba, tem seu cheiro."
Hã. Isso... isso fez meu coração pular uma batida. Por que ela estava sorrindo tanto? Me virei para que ela pudesse se trocar, e certamente não para esconder meu rosto corado.
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Quando ela se levantou da cama no dia seguinte, meus olhos arregalaram. Sim, uma garota vestindo só sua camisa era extremamente excitante, como eu pude confirmar agora. Como o tecido caía sobre os seios dela, depois mais para baixo sobre a bunda, escondendo-a por bem pouco. Aquilo era outra coisa.
Ela olhou para trás para mim no meio de seu alongamento. "Qual é?"
"Nada", respondi, virando.
"Hmm."
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Naquela noite, acordei, e de acordo com o relógio na mesa do outro lado do quarto, era cerca de uma hora depois que eu tinha apagado as luzes.
Para minha surpresa, eu já estava de conchinha com Chloe, então não me mexi ou fiz barulho, e estava pronto para voltar a dormir.
Mas então percebi que Chloe não estava dormindo. Como eu sabia que ela não estava dormindo?
Bem, do meu ponto de vista, eu podia ver uma de suas mãos segurando minha camisa em seu nariz, enquanto a outra mão estava no meio de suas pernas, se movendo ritmicamente. Minha camisa estava amontoada em seu quadril, e eu não via calcinha nenhuma.
Ah é, e ela estava lentamente esfregando sua bunda grande no meu pau ereto, separado apenas pela minha cueca.
É, isso era algo que eu nunca esperei ver ou experimentar.
Minha irmã estava se masturbando ali mesmo na minha cama — nossa cama — enquanto pensava que eu estava dormindo.
Eu nem conseguia processar o que estava acontecendo, tudo que tentei fazer foi não me mover ou fazer um som, mesmo que eu só quisesse contribuir com o que ela estava fazendo com a bunda.
Os minutos seguintes foram alguns dos mais excruciantes de todos, e eu nunca estive tão perto de gozar na minha cueca.
Finalmente, Chloe tapou a boca com a mão, abafando seus gemidos, seu corpo tremendo enquanto ela tinha um orgasmo.
Caralho.
Ela adormeceu depois de puxar a camisa de volta para baixo, e eu me forcei a me acalmar e dormi também.
Talvez fosse uma coisa de uma vez. Certamente ela não faria de novo. Eu ia ignorar e nunca mais pensar no que tinha acontecido.
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Ela fez todo dia pelos três dias seguintes. Toda vez, eu acordava com Chloe se dedilhando enquanto esfregava no meu pau. E nas manhãs seguintes ela estava toda sorrisos, uma bola de felicidade.
Eu nem podia bater uma sem pensar nela, e tinha que me parar toda vez. Ela era minha irmã, caramba. Pensar que ela era linda era ok, bater uma fantasiando sobre ela não era. Era errado.
E ainda assim, ela tinha feito muito pior comigo, não tinha?
Refleti sobre essa pergunta por horas, e comecei a perceber que estava olhando para ela de um jeito diferente durante o dia. O jeito que ela se movia, sorria, respondia minhas piadas, ou como ela focava no livro que lia naquela tarde. Tudo parecia mágico, sobrenatural. De algum modo, eu tinha parado de vê-la apenas como minha irmã mais nova, e comecei a vê-la como uma mulher.
E isso acionou uma chave em mim.
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Naquela noite, fui para a cama sem minha cueca. Sim, eu estava quebrando a regra 32. Eu me importava? Não. Ela se importaria? Eu... não sabia, mas eu ia arriscar e apostar que ela não ia reclamar.
Também, mantive a cueca aos meus pés, debaixo do lençol. Apenas no caso de precisar dizer que ela tinha escorregado enquanto eu dormia. Nunca quebre uma regra sem um plano de reserva.
Meu coração acelerou e eu podia sentir sangue correndo para o meu rosto, e para o meu pau, mas me acalmei, quando ela voltou do banheiro. Me virei, imaginando ela ficando pelada e vestindo minha camisa.
Chloe entrou na cama, dissemos boa noite, e eu apaguei a luz. Dessa vez, eu não adormeci, ao invés disso me forcei a permanecer acordado enquanto fazia parecer que estava dormindo.
Na marca de 30 minutos, Chloe começou sua rotina.
"Matt?" ela chamou. Eu não respondi, e permaneci de barriga para cima, fingindo meu sono. Ela repetiu isso mais algumas vezes até ficar satisfeita que eu estava dormindo.
Então, senti sua mão pegar a minha e começar a me puxar sobre ela. Então era assim que eu sempre acabava de conchinha com ela. A pestinha estava fazendo isso sozinha esse tempo todo!
Eu a deixei me puxar para o meu lado, tomando cuidado para não ser muito ansioso nem muito devagar. Acabei de conchinha com ela novamente, e ela manobrou seu corpo até ficar confortável. A esse ponto, eu abri meus olhos, sabendo que ela não podia me ver com as costas contra mim.
Chloe puxou a camisa que estava vestindo para cima, expondo sua bunda, e empurrou a bunda contra mim.
Ela ofegou quando sentiu meu pau tocar sua pele sem nenhuma roupa no caminho. Ela moveu sua bunda, sentindo meu pau, até que ele descansou perfeitamente dentro de sua racha.
"Ah porraaa", ela sussurrou, meio gemendo.
Eu tive que me conter de não comentar sobre a situação, e também de não simplesmente montar nela.
Não que eu tivesse que esperar muito, porque ela não perdeu tempo antes de começar a mover sua bunda, esfregando-a no meu pau. Suas mãos foram para seus locais de costume, uma se dedilhando e a outra segurando minha camisa em seu nariz.
Se as outras noites tinham sido difíceis para mim, então sentir meu pau se mover entre as nádegas dela era um inferno na terra. Bem, mais como céu, mas já que eu não podia simplesmente foder minha irmãzinha ali mesmo, tive que ficar parado pelos alguns minutos que ela levou para gozar.
Eu ainda acrescentei uma pequena investida aqui e ali, o que arrancou gemidos dela, e eu a puxei cada vez mais para perto de mim.
Finalmente senti os sinais que indicavam que ela estava prestes a gozar, e com gemidos e seu corpo tremendo mais forte que nas outras noites, minha irmã gozou.
Isso foi demais para mim, e eu não fui capaz de parar o que aconteceu em seguida. Senti meu pau estremecer e minhas bolas se mexerem, bem antes de esperma jorrar do meu pau nas costas e na bunda da minha irmã.
Eu a ouvi ofegar e gemer enquanto jorrada após jorrada de esperma caía sobre ela.
Porra, isso foi excitante.
Alguns segundos depois, a mão de Chloe se moveu entre nós, pegando um pouco do esperma em suas costas. Ela trouxe ao rosto, cheirou duas vezes e então lambeu limpo, engolindo tudo.
A vontade de foder ela até não aguentar mais cresceu.
Em vez disso, tentando parecer que estava dormindo, eu realmente acabei adormecendo bem ali, com meu pau ainda alojado entre as nádegas da minha irmã.
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Acordei no dia seguinte com minha cueca puxada para cima, significando que a Chloe tinha feito isso sozinha depois que eu tinha adormecido. Durante o dia, ela não deu indicação de ter me visto sem minha cueca.
Naquela noite, eu não me incomodei de colocar minha cueca aos meus pés, simplesmente me metendo na cama completamente pelado.
Chloe repetiu sua rotina mais uma vez, e meia hora em meu suposto sono, ela estava mais uma vez se esfregando em mim, meu pau preso entre suas nádegas.
Eu a deixei se dedilhar por um ou dois minutos antes de começar a meter nela a cada outro movimento de sua bunda. Ela não pareceu perceber muito, mas ainda gemia mais e mais com o passar do tempo.
Então eu movi lentamente meu braço, que estava sobre ela, até que minha mão pudesse se esgueirar por baixo da camisa. Sua respiração prendeu quando eu rapidamente agarrei um de seus seios, meus dedos apertando-o.
Ela congelou. Eu não.
"Não pare agora", eu disse, bem próximo ao ouvido dela, enquanto continuava deslizando meu pau entre suas nádegas e apalpando seu seio direito.
Lentamente, Chloe relaxou e retomou seus movimentos. "Você sabia?" ela perguntou.
"Acordei algumas noites atrás com você fazendo isso." Ela gemeu quando eu passei para o outro seio.
"Sinto muito, eu... eu simplesmente não conseguia me controlar", ela disse.
Eu a beijei na bochecha. "Não há por que sentir muito."
Eu movi meu quadril para trás e empurrei meu pau em um ângulo diferente, e Chloe abriu suas pernas um pouco quando sentiu. Meu pau deslizou entre as pernas dela, e eu finalmente senti como ela estava molhada quando meu pau abriu seus lábios da buceta um pouco até encontrar os dedos dela.
Nós dois gememos com minha nova posição e eu comecei a deslizar meu pau para frente e para trás, provocando-a. Chloe não durou muito.
"Dentro... por favor", ela implorou, suas respirações saindo com esforço.
Eu apontei meu pau para cima, e empurrei para frente. Com a ajuda de seus dedos, meu pau entrou em sua buceta. Com gemidos de nós dois, eu continuei empurrando, lentamente, até que eu a preenchi completamente dentro dela. Dentro da minha irmãzinha. As paredes apertadas, quentes e macias da sua buceta envolveram meu pau.
"Caraaalho, você realmente é meu irmãozão", ela brincou e eu ri.
"Me diz quando eu posso começar", eu disse.
Levou alguns segundos para ela se acostumar com meu pau e acenar. Eu não perdi mais tempo depois disso. Puxei meu pau para fora lentamente, até que só a cabeça estivesse dentro, então eu empurrei para dentro, lentamente também, até preenchê-la completamente.
Continuei assim, beijando seu pescoço e trabalhando em seus mamilos, enquanto ela estimulava seu clitóris. Chloe teve que morder minha camisa para manter seus gemidos baixos. Por um lado eu queria ouvi-la gemer e gritar enquanto eu a fodia, por outro lado... nossos pais e avô não estavam longe e não podíamos arriscar ser pegos.
Movi minha mão do seio dela para seus quadris, enquanto eu começava a acelerar. O som dos meus quadris batendo na sua bunda lindamente redonda encheu o quarto, enquanto meu pau pistava para dentro e para fora da buceta apertada da minha irmãzinha.
Não levou muito até que ela começou a tremer, uma mão tapando sua boca enquanto ela gozava no meu pau. Infelizmente, a sensação da sua buceta apertando meu pau foi demais e em uma investida profunda, eu gozei dentro da minha irmã.
"Porra, porra!" eu disse, enquanto agarrava seu corpo trêmulo, e soltei uma enorme quantidade de esperma dentro dela.
Ela se debateu sob meu aperto, sobrecarregada, e tirou a mão de seu clitóris. Meu pau ainda jorrava esperma dentro dela.
Quando ambos nos acalmamos e restauramos nossa respiração, com meu pau ainda dentro dela, Chloe moveu a mão de sua boca, removendo uma grande parte da minha camisa de dentro de sua boca. Um amordaçamento improvisado.
"Caralho", ela disse, arfante.
"É", eu disse.
Movi minha mão para sua barriga, acariciando-a. Minha outra mão brincava com seu cabelo.
"Você gozou dentro?" ela perguntou, embora eu tivesse certeza que ela podia sentir que sim.
Pânico se instalou em minha mente quando ela fez aquela pergunta.
"Gozei... ah não", respondi.
"Tá tudo bem, é seguro", ela disse, me acalmando.
Bem, eu também comecei a imaginar minha irmã grávida dos meus filhos e meu pau saltou, mas eu sabia que não estávamos prontos para isso. Era nossa primeira vez juntos, afinal.
Chloe sentiu meu pau estremecendo, porém, e ela finalmente olhou de volta para mim com olhos cheios de fome.
"Segundo round?" ela perguntou.
Porra sim. Dando um tapa na bunda dela, eu tirei meu pau da buceta da minha irmã com um estalo molhado, e fiquei de joelhos. Virei Chloe de costas e abri bem suas pernas.
Olhei para ela de cima. Ela ainda estava agarrando minha camisa em seu rosto, se escondendo.
Fofo.
Alinhei meu pau com sua buceta e empurrei para dentro. Ela gemeu mas manteve contato visual.
Quando eu a penetrei totalmente, me abaixei até estar praticamente tocando nariz com nariz. Ela deixou minha camisa cair de seu rosto, seu rosto corado de rosa.
Quando vi sua boca, eu a beijei. De verdade, meus lábios encontraram os dela, e nos beijamos, empurrando e puxando com nossas línguas. Comecei a mexer os quadris, investindo lentamente para dentro e para fora dela.
Chloe passou as mãos pelo meu cabelo, gemendo na minha boca enquanto eu a foderia devagar. Bem, não exatamente fodendo... era mais como...
"Eu te amo", deixei escapar, interrompendo o beijo. Meu pau continuava entrando e saindo da minha irmã.
"Eu também te amo, Matty", ela respondeu.
Ficamos nos olhando nos olhos por um instante, antes de nos beijarmos de novo, nos perdendo no momento, naquele longo beijo.
Quando soltei seus lábios, paramos um momento para recuperar o fôlego. Então minha irmã agarrou minha cabeça, prendeu as pernas nas minhas costas e me olhou.
"Agora me fode. Com força", ela disse.
Eu sorri, puxei os quadris para trás e enfiei tudo na minha irmã de uma vez só.
"Isso!" ela gemeu. Fiz de novo, uma estocada lenta e profunda. "Mais rápido."
Aumentei a velocidade, puxando meu pau para fora e enfiando de volta, estocadas longas e profundas que preenchiam a boceta apertada da minha irmã mais nova.
Nós dois gemíamos enquanto eu continuava metendo para dentro e para fora dela, suas mãos arranhavam minhas costas e suas pernas me puxavam para dentro dela.
"Continua indo", ela disse, antes que eu a beijasse de novo.
Continuamos assim por um tempo, meu pau entrando e saindo dela como um pistão enquanto nos beijávamos fervorosamente. O corpo dela subia para encontrar o meu, só para ser jogado de volta para baixo. O som de pele batendo em pele encheu o quarto, acompanhado pelos nossos gemidos.
Me perguntei se poderíamos ser ouvidos lá fora, mas não me importei. Tudo o que me importava era a Chloe, minha linda irmã, e o quanto eu a amava. E o quanto eu queria continuar fodendo ela.
Mas eu não podia durar para sempre, e ela também não.
"Estou... quase lá", eu disse, entre respirações.
Ela assentiu. "Eu também."
"Vou gozar... bem fundo dentro de você... porra, você quer isso?" perguntei.
Chloe gemeu e suas pernas me apertaram. Seus olhos mostravam a fome que havia nela.
"Goza em mim, irmãozão. Me enche!"
"Vou te encher! Vou... porra... engravidar minha irmãzinha!"
Chloe enrijeceu ao atingir o limite, e seu orgasmo explodiu pelo corpo. Sua boceta apertou meu pau, incitando-o a gozar, e eu a segui. Com uma última estocada profunda, o esperma subiu pelo meu pau e entrou na boceta da minha irmã. Jorros e mais jorros de porra pintaram seu interior de branco enquanto meu pau pulsava e bombeava mais e mais para dentro dela. Chloe estava em um gemido longo e silencioso, ainda tremendo.
Eu queria, não, precisava, deixar meu corpo relaxar, mas não em cima dela. Sem querer escorregar para fora dela enquanto nós dois cavalgávamos nossos orgasmos, eu a segurei perto e rolei de costas, puxando-a para cima de mim.
Acariciei seus braços e rosto, meu pau ainda dentro de sua boceta encharcada de porra.
"Uau", ela finalmente disse.
"É", concordei.
Seus olhos lindos me olharam.
"Edita a regra 32 para nos permitir ficar pelados", ela disse.
Eu ri. "Estou com o pau bem fundo em você, e você está falando das regras?"
Ela continuou me olhando, séria como sempre.
"Sim", ela disse.
"Combinado", respondi.
"E vamos precisar de novas para tudo o que vamos fazer", ela acrescentou.
Meu pau pulsou dentro dela e eu levantei uma sobrancelha.
"Tudo?"
O que ela tinha em mente?
"Tudo."
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Acordei no dia seguinte com um boquete, o primeiro de muitos.
E estendemos as regras para além de dezembro.
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