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Diversão Suja e sem Banho no Festival

Pedro-evaristo15 min

Como é época de festival, não consigo evitar sentir inveja de todo mundo que está se divertindo agora. Eu costumava ir ao Download festival, e tive sorte porque nas vezes em que fui o tempo estava lindo, não essa monção que parece ser o normal hoje em dia. Festivais são ótimos para o meu fetiche por falta de banho, pois são dias seguidos sem se lavar, ficando quente e suado no meio da multidão, e simplesmente se largando. Pensei em compartilhar com vocês uma das minhas experiências favoritas de festival:

Era 2006 e eu tinha ido com meus amigos ao Download festival. Éramos 5, 3 caras e 2 garotas (a outra garota namorava um dos caras, e os outros dois não faziam meu tipo, então não ia rolar nada para mim dentro do meu grupo). Chegamos na quarta-feira, porque embora as bandas só comecem na sexta, uma das melhores partes dos festivais é o camping, então queríamos aproveitar ao máximo. Montamos nossas barracas e começamos do jeito que pretendíamos continuar, com muita bebida e drogas (só um baseado, não curtia nada mais pesado).

Festivais têm uma atmosfera incrível, todo mundo fica tão feliz e amigável, o sol brilhava e a gente só estava de boa, se divertindo e conhecendo as pessoas ao redor. Começamos a conversar com um grupinho de 3 que tinham vindo juntos, tinha um casal cujos nomes não lembro, e a amiga deles, Vicki.

Vicki era uma metaleira típica com um toque gótico. Botas grandonas, saia jeans e arrastão, e uma camiseta de banda (Halestorm, o que era legal porque é uma das minhas bandas favoritas). Ela era uma garota bem cheinha, e tinha um par de peitos incrível, no mínimo um sutiã tamanho G (sou muito fã de peitos, tenho tanta inveja, adoraria ter um par enorme para mim, rsrs). Nós nos conectamos na hora, e pelos dias seguintes ficamos todos juntos.

Lembro de uma noite em particular, estávamos discutindo a falta de higiene nos festivais. Eles até oferecem chuveiros, mas imagino que sejam aqueles bem básicos e horríveis, como se espera. Nunca usei, então não sei. Aí a Vicki disse algo que realmente despertou meu interesse: "Talvez seja por isso que todo mundo está sempre transando nos festivais, os feromônios naturais afloram o lado animal das pessoas." Todo mundo riu, e pode ser imaginação minha, mas juro que ela me lançou um olhar meio cúmplice.

Naquela noite, na minha barraca, eu estava com muito tesão. Deitei no saco de dormir completamente nua, pois ainda estava bem quente. Levei minha calcinha ao rosto e inalei profundamente, estava usando a mesma calcinha desde uns dias antes de chegar, então ela estava bem cheirosa. A maioria das pessoas, quando vai a um festival, toma um banho completo antes de ir, porque sabe que não vai ter instalações adequadas lá. Eu, no entanto, adoro a sujeira natural, então fico alguns dias antes sem me lavar, para ter uma vantagem sobre os outros, rsrs.

Enquanto inspirava o aroma da minha boceta, deslizei a mão sobre meus pelos pubianos naturais e passei os dedos sobre os lábios da minha boceta. Minha xoxotinha suja já estava encharcada quando enfiei os dedos, e ao tirá-los eles estavam lambuzados com o creme da minha boceta. Levei-os à boca e chupei os fluidos, saboreando o gosto enquanto continuava respirando através da minha calcinha imunda. Enfiei três dedos facilmente dentro da minha boceta encharcada e comecei a me foder com eles. Minha boceta estava tão molhada que eu ouvia o barulho molhado quando flexionava os dedos lá dentro, e tenho certeza de que qualquer um do lado de fora da barraca conseguiria ouvir também, mas eu não me importava. Enquanto respirava pesadamente dentro da minha calcinha nojenta e lambia o fundilho ensopado, o calor da minha respiração intensificava o fedor que ela exalava. Não demorou muito para eu gozar gostoso em cima dos meus dedos, recolhi meus fluidos e os lambi com avidez. Juntei mais do meu creme quente e esfreguei nos lábios, depois comecei a espalhar ao redor da boca. Depois de cobrir o rosto com os fluidos fedorentos da minha boceta, coloquei a calcinha de volta e me acomodei para dormir, o tempo todo pensando na Vicki.

No dia seguinte, estávamos todos juntos como de costume. Era sexta-feira, então as bandas tinham começado, mas não tinha muitas tocando naquele dia que me interessassem. Vicki e seus amigos tinham trazido cadeiras de camping, então estavam sentados nelas, enquanto eu estava sentada num engradado de cervejas no chão, na frente da Vicki. Eu estava com as pernas dela de cada lado, com meus braços apoiados sobre suas coxas, usando-a como uma poltrona. Eu estava distraída acariciando as pernas dela (ela ainda usava a combinação de botas/saia/arrastão) e ela começou a brincar com meu cabelo. Eu estava no paraíso, adoro quando alguém brinca com meu cabelo, é algo que me excita muito. Olhei para ela e sorri, quando inclinei a cabeça para trás ela encostou nos peitos dela, e ela sorriu de volta para mim. Tentei agir naturalmente, conversando com nossos amigos, mas estava muito distraída. Ela passou os dedos lentamente pelo meu cabelo, depois as pontas dos dedos roçaram de leve na nuca e nos ombros, o que estava me excitando para caralho. Quando ela acariciou meu pescoço, eu involuntariamente apertei as pernas dela, e senti ela rir baixinho, depois continuou me acariciando. Ela sabia o quanto estava me provocando, e a julgar pela respiração dela, ela também estava gostando. Eu sentia os seios dela subirem e descerem contra a parte de trás da minha cabeça.

"Desculpa, querida, posso levantar um segundo? Preciso pegar uma coisa na minha barraca", ela disse. Enquanto ela se levantava e entrava na barraca, eu a observei ir, admirando sua bunda cheinha quando ela se abaixou para entrar. Ela saiu alguns segundos depois com o celular e sentou de volta na cadeira atrás de mim. Comecei a acariciar as pernas dela de novo e notei imediatamente que ela havia tirado o arrastão. Olhei para ela e ela me lançou um sorriso sexy, então se inclinou para frente dizendo que queria me mostrar algo no celular. Os seios dela pressionaram suavemente a nuca, e quando ela se ajeitou para frente, a boceta dela pressionou minhas costas. Mesmo através da minha camiseta, eu sentia o calor que emanava, especialmente porque ela estava esfregando de leve contra mim. Olhei para o celular dela e ela tinha a janela de mensagem de texto aberta, com uma mensagem curta escrita:

"Fica comigo se quiser se divertir."

Apertei as pernas dela de novo para sinalizar que estava interessada e empurrei de volta contra o calor nas minhas costas.

Pouco depois, nossos amigos anunciaram que estavam planejando ir para a arena porque as bandas começariam em breve. Vicki disse que ainda não estava com vontade porque não tinha nenhuma que ela quisesse ver até mais tarde, e tentando não soar muito empolgada, concordei com ela e me ofereci para ficar e fazer companhia. Combinamos de encontrá-los depois, e eles foram embora nos deixando a sós. Vicki sorriu para mim de novo e disse: "Que tal sair do sol e ficar na minha barraca?"

Sorri de volta para ela. "Essa é uma boa ideia, me guie." Fomos para a barraca minúscula de uma pessoa, e quando ela se abaixou para entrar, levantou um pouco a saia, revelando o que eu suspeitava. Ela não tinha apenas tirado o arrastão quando entrou mais cedo, e tive uma bela visão da boceta e do cuzinho dela bem na frente do meu rosto. Dei uma mordidinha de brincadeira na bunda dela, e ela riu enquanto entrávamos na barraca.

Por mais quente que estivesse lá fora no sol direto, dentro da barraca parecia um forno.

"Desculpa a bagunça", ela disse. Ela tinha um saco de dormir no meio da barraca e os pertences de cada lado. No canto mais distante tinha uma pilha de roupas que obviamente eram as roupas sujas dela, e em cima da pilha estavam o arrastão e uma calcinha preta de renda. Deitamos em cima do saco de dormir, o espaço apertado da barraca nos forçando a ficar bem juntas. Nos abraçamos e sem hesitar começamos a nos beijar com ternura. Estávamos provocando esse momento o dia todo e já estávamos muito excitadas a essa altura. Ela alcançou os botões da minha calça jeans e abriu, eu me contorci para tirar a calça, deixando minha calcinha suja. Passei a mão lentamente pelas pernas nuas dela, acariciando com os dedos suas coxas grossas, deslizando a mão por baixo da saia e apertando sua bunda, puxando-a para mais perto. Nossas pernas se entrelaçaram enquanto nos beijávamos com mais paixão, cada uma com uma coxa entre as pernas da outra, se esfregando. Eu sentia que ela já estava pingando de molhada, seus fluidos escorrendo da boceta quente e nua e cobrindo minha coxa. Eu me sentia encharcando minha calcinha também, pressionando com força contra a coxa dela enquanto esfregava minha boceta de calcinha suja.

Interrompi o beijo e a empurrei de leve para que ela rolasse de costas. Sentei sobre ela (até onde dava no espaço apertado da barraca) e levei a mão entre as pernas dela. Passei os dedos sobre a boceta pingando, esfregando os lábios enquanto dois dedos deslizaram para dentro dela sem resistência alguma. Ela gemeu profundamente quando meus dedos entraram, e empurrou de volta contra eles. Curvei os dedos dentro dela, pressionando o ponto G, e ela gemeu ainda mais alto, então se conteve. "Estou muito barulhenta, vou precisar de algo para me amordaçar", ela disse com um sorriso safado, enganchando os dedos na cintura da minha calcinha imunda.

Me levantei de cima dela para que ela pudesse puxá-la, mas falei: "Não sei se você quer fazer isso, não troco desde que cheguei." Ela sorriu ainda mais e levou a calcinha ao rosto, inspirando profundamente como resposta.

"O cheiro está muito bom para mim", ela disse.

Fiquei muito excitada com isso e enquanto continuava brincando com a boceta encharcada dela, acrescentei um terceiro dedo, flexionando-os dentro. Ela enfiou minha calcinha na boca (notei que ela fez questão de colocar o fundilho primeiro, para que o tecido imundo ficasse contra a língua, sentindo todo o sabor da minha boceta fedorenta) e agarrou meu pulso, puxando-me ainda mais fundo, fodendo meus dedos com força. Eu podia perceber que ela não ia durar muito, pois estava rebolando contra minha mão, gritando em gemidos abafados, sua boceta pingando fazendo barulho em volta dos meus dedos. Acrescentei o quarto dedo (ela certamente não era virgem) e ela me puxou ainda mais fundo. Contorci os dedos o quanto pude, sentindo suas paredes vaginais quentes e carnudas espremerem ao redor enquanto ela começava a gozar. Senti seus fluidos quentes fluindo pela minha mão, encharcando a parte de trás da saia dela e o saco de dormir.

Quando o orgasmo dela diminuiu, deslizei lentamente para fora da boceta, os fluidos cobriam minha mão até o pulso e pingavam das pontas dos dedos. Dei a ela um sorriso safado desta vez e levei minha mão encharcada ao rosto. Lambi meus dedos com avidez, sendo deliberadamente bagunceira para que os fluidos dela lambuzassem meu rosto. Depois puxei minha calcinha da boca dela e me inclinei para beijá-la profundamente. Ela me beijou de volta apaixonadamente, lambendo ao redor dos meus lábios para sentir o próprio gosto. Eu sentia o cheiro da minha própria boceta suja no hálito dela, de onde ela tinha chupado minha calcinha imunda. Diferente do jato fresco dela, o cheiro era rançoso e nojento.

Enquanto nos beijávamos, senti a mão dela se mover entre minhas coxas, eu sabia que minha boceta estava uma bagunça encharcada e cremosa a essa altura. Ela passou os dedos pelos meus lábios molhados, recolhendo um pouco dos meus fluidos, depois colocou na boca, chupando-os. "Desculpa, minha boceta está muito suja", sussurrei como uma desculpa meio sem jeito, mas ela certamente não parecia se importar.

Então veio a resposta perfeita: "Está imunda pra caralho, mas eu adoro."

Fiquei impressionada, tive tanta sorte de encontrar alguém que realmente gostasse de uma boceta suja e sem lavar. Decidi testar o quanto ela gostava e disse a ela: "vai lá então, come minha boceta suja e fedorenta."

Deitei e abri as pernas, a essa altura estávamos as duas cobertas de suor e a barraca quente e abafada fedia absolutamente a odor corporal e fluidos de boceta. Ela montou em mim com entusiasmo na posição 69, e sem hesitar começou a lamber minha boceta imunda com avidez. Gemi alto quando senti a língua quente e molhada deslizando para cima e para baixo sobre meus lábios bagunçados e pegajosos. Eu sabia que não ia durar muito, estava excitada pra caralho com tudo que tinha acontecido até ali. Olhei para cima entre as coxas grossas e cheinhas dela, e tive minha primeira chance de olhar a boceta dela em detalhes.

Era bem peluda, do jeito que eu gosto, sempre acho que uma boceta peluda parece muito mais sexy do que uma raspada. Ela tinha grandes lábios carnudos, que estavam abertos pela excitação e por onde eu tinha acabado de dedilhar, e eu conseguia ver dentro da sua boceta encharcada. Agarrei as nádegas gordas dela e a puxei para baixo, conforme a boceta aberta se aproximava, eu sentia o cheiro da sua excitação. Fiquei um pouco decepcionada porque quando eu a fiz esguichar, aquilo limpou a boceta dela e eu prefiro rançoso e fedido, mas os fluidos quentes e fresquinhos da boceta ainda tinham um cheiro adorável. Fui engolida pela boceta carnuda dela, quando sufocou meu rosto, estiquei a língua e comecei a lamber. Eu lutava para respirar enquanto ela esfregava a boceta pingando contra o meu rosto, gemendo profundamente na minha boceta imunda e fedorenta.

Enquanto a boceta dela esfregava para cima e para baixo no meu rosto, me cobrindo com seus fluidos quentes e pegajosos, meu nariz vivia roçando no cuzinho dela. Eu sentia o cheiro do funk suado e sem lavar do cu dela, e quando ela esfregou para baixo no meu rosto de novo, agarrei suas nádegas carnudas, separando-as e empurrando-a ainda mais para baixo até que minha boca estivesse no seu cuzinho franzido. Dei lambidinhas com a língua molhada e comecei a lamber ao redor do seu buraquinho apertado e moreno. Senti que ela ofegou de choque, claramente não esperava por aquilo, e eu retesei a língua o máximo que pude e empurrei contra o seu cuzinho enrugado e contraído. Ela gemeu alto e enterrou o rosto mais fundo na minha boceta cremosa e sem lavar, lambendo com ainda mais avidez. Minha língua começou a entrar lentamente nela, o anel apertado do seu cuzinho deslizando ao redor da minha língua enquanto eu sentia traços da merda mais no fundo. Levei a mão por baixo do meu queixo até onde estava a boceta pingando dela e enfiei todos os 4 dedos lá dentro, as paredes quentes e molhadas da boceta quase não oferecendo resistência. Agarei a nuca dela com a outra mão e a puxei com força contra mim, sufocando-a com minha boceta imunda e fedorenta, esfregando minha boceta cremosa por todo o rosto dela. Contorci meus dedos dentro dela, sentindo suas paredes carnudas apertarem ao redor, eu sabia que ela estava prestes a gozar de novo. Dessa vez, eu também estava.

Gritei, abafada pela bunda gorda que engolia meu rosto, puxando a cabeça dela com força contra minha boceta suja enquanto gozava pesado, sem me importar se ela conseguia respirar. Eu sentia os fluidos quentes dela jorrarem pela minha mão, meus dedos se contorcendo tão fundo dentro da boceta dela e minha língua forçada dentro do seu cuzinho sujo. Enquanto gozávamos simultaneamente, nós duas gemíamos tão alto que tenho certeza que qualquer um ao redor da barraca teria ouvido. Quando nossos orgasmos diminuíram, soltei a cabeça dela e a ouvi ofegar por ar, depois ela deitou em cima de mim, lambendo suavemente minha boceta como um gatinho bebendo leite. Deslizei minha língua para fora do cu dela e meus dedos para fora da boceta, que estava escancarada agora e eu podia ver os fluidos dela pingando, eles tinham me encharcado completamente onde ela esguichou em cima de mim.

Nós duas nos sentamos e sorrimos uma para a outra, estávamos uma bagunça absoluta. A barraca já era um forno completo a essa altura, e o fedor da nossa paixão pairava forte no ar úmido. Nós duas estávamos encharcadas de suor e uma mistura dos nossos dois fluidos, deitamos juntas e nos beijamos lenta e ternamente, passando as mãos por todo o corpo molhado e escorregadio uma da outra. No fim, tínhamos que ir encontrar nossos amigos, então nos vestimos (usando a calcinha uma da outra, é claro, hehe) e saímos juntas. Passamos o resto do fim de semana juntas, escapando para nos divertir sempre que tínhamos chance. Mantivemos contato por um tempo depois, e até nos encontramos de novo outra vez, mas isso é história para outro dia.

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