Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Diversão na Piscina com a Mãe Safada

Junior18 min

Tudo começou de forma bem inocente. Alguns sorrisos, olhares demorados. A gente se cruzava no corredor e eu olhava para trás, acompanhando o balanço dos quadris dela, que eu tinha certeza que ela exagerava só pra mim. Eu estava na cozinha bebendo água, sem camisa, e ela parava na entrada, me examinando. Se eu flagrava ela olhando, ela só sorria, encarava mais um pouco e depois ia embora. E quando ela me pegava olhando pra bunda dela, bom, eu também sorria.

Tô falando da minha mãe, aliás, e do que aconteceu durante o verão. Minha irmã e eu estávamos em casa da faculdade, passando o verão na casa dos nossos pais. Não sei por quê, ou o que aconteceu com a minha mãe, pra ela começar a me tratar desse jeito. Não sei o que aconteceu comigo pra eu começar a corresponder.

Tá, eu sei, eu sei. É a minha mãe. Eu não devia pensar na minha mãe desse jeito. Como alguém por quem eu posso sentir atração, sexualmente. Mas... aconteceu. Aos poucos, comecei a vê-la como a mulher que ela era. Tudo foi gradual. Até que deixou de ser. De novo, não sei como isso começou.

Tudo que sei é que as coisas escalaram. Rápido.

Não, não foram os beijinhos no rosto que ficaram mais frequentes e duravam mais. Nem os abraços apertados onde eu sentia os peitos grandes da minha mãe esmagados no meu peito, meu nariz enterrado nos cachos dourados dela.

Não, as coisas escalaram quando meu pai e minha irmã viajaram por um fim de semana. Meu tio tinha convidado eles pra pescar numa das propriedades dele, uma coisa que nem eu nem minha mãe nunca gostamos de fazer, então eles deixaram a gente sozinhos em casa e foram viajar. Saíram cedo no sábado, o carro lotado com todo o equipamento que iam precisar.

A gente tinha uma piscina, que todo mundo usava bastante, e o tempo tava simplesmente pedindo pra eu dar um mergulho. E foi o que eu fiz, com meu short largo. Umas braçadas, uns pulos meio acrobáticos, e aí eu tava numa espreguiçadeira, curtindo o sol.

Ouvi uma porta abrir e olhei pro lado, a mão protegendo os olhos do sol. Minha mãe saiu pela porta, e meu queixo quase caiu. Pra uma mulher de quarenta e poucos anos, ela era muito gostosa, e eu sabia disso. Mas agora, enquanto ela andava em direção à piscina, ela não era só muito gostosa. Ela tava um tesão.

Nada de roupa larga, nada de biquíni de mãe, nada de maiô inteiro. O que a minha mãe tava usando parecia mais um monte de cordõezinhos pretos minúsculos brigando pra esconder o que importava mais. Eles se juntavam em triângulos pequenos em três pontos: os dois mamilos dela e as partes íntimas.

Ela desfilou, as pernas longas cobrindo rápido a distância até a espreguiçadeira ao meu lado, onde estendeu uma toalha.

"Curtindo o... tempo, Matty?", ela perguntou, os lábios se abrindo num sorriso enorme.

Eu engoli em seco, trazido de volta à realidade pela voz dela. "Com certeza, mãe."

Os olhos dela percorreram meu corpo, absorvendo a visão do meu peito largo e abdômen definido. Eu malhei pra ter eles, e agora alguém... não, não só alguém... minha mãe tava curtindo meu trabalho duro.

"A casa tá vazia sem os outros dois, e eu vi você fazendo umas braçadas, então pensei em vir aqui fora com você", ela disse, sentando na espreguiçadeira. "Você não se importa, né?"

"Claro que não", respondi. Eu não me importava nem um pouco. Por favor, venha aqui mais vezes se for pra usar isso, era o que eu queria acrescentar, mas... era a minha mãe. Não uma gostosa qualquer por aí.

Minha mãe se virou, a barriga pra baixo, e deitou. Eu prendi a respiração quando vi que o biquíni dela realmente não cobria nada nas costas. Um cordãozinho segurava a parte de cima, e outro parecia desaparecer entre as nádegas gloriosas e redondas da bunda dela.

"Tá um calor de rachar. Você pode fazer a gentileza de passar protetor solar na sua mãe?", ela perguntou, balançando o frasco de protetor. "Por favorzinho?"

"C-certo", me atrapalhei pra levantar e peguei o frasco.

Agora de pé ao lado dela, eu tinha uma visão completa das costas praticamente nuas, e tive que martelar forte na cabeça que aquela era a minha mãe. Minha mãe. Minha mãe linda, sexy, vestindo quase nada.

Minhas mãos tremiam enquanto eu ia pras pernas dela, e meus olhos grudaram nelas, tentando não olhar pra cima. Eu sabia o que veria se olhasse pra cima, e não sabia se tava pronto.

Abri o frasco e espremi um pouco de protetor nas pernas da minha mãe, depois comecei a espalhar com as mãos. Fiz questão de cobrir cada centímetro das pernas lisas e macias dela, pelo menos as partes que dava pra alcançar daquele ângulo.

Aí minhas mãos subiram, mais e mais, até que não tive escolha a não ser olhar pra bunda dela. De novo, era uma bunda gloriosa, redonda. E aquele biquíni realmente não fazia nada pra esconder, já que desaparecia entre as nádegas dela. Enquanto eu subia com as mãos, ela abriu um pouco as pernas pra me dar melhor acesso à parte de trás das coxas, e eu juro que ouvi um gemido baixinho quando minhas mãos se aproximaram mais e mais da bunda dela.

"Hmm... você tem um toque tão bom, Matty", ela disse. "Continua, você tá indo muito bem."

Pulei a parte das nádegas, sem coragem de tocar ali... ainda. Subi na espreguiçadeira, montei nas pernas dela com os joelhos de cada lado e cobri as costas com protetor. Minhas mãos faziam círculos largos, da parte baixa das costas pros lados, depois voltavam.

"Ah, não quero marquinha, então deixa eu só...", ela levou a mão pra trás e desamarrou os cordões da parte de cima do biquíni. "Prontinho."

Engoli seco de novo, mas continuei os movimentos. Espremi mais protetor nas costas dela e fui subindo, cobrindo tudo. Pra alcançar os ombros tive que subir mais as pernas, de forma que eu tava praticamente sentado na parte de cima das pernas dela. O que significava que meu short tava perigosamente perto das nádegas dela.

E se eu sabia de uma coisa, era que meu pau tava ficando duro. Pra minha mãe. Então não tinha jeito de eu deixar meus quadris caírem em cima dela. Ela me mataria... ou... será?

"Hmm, você esqueceu um pedacinho", ela disse, rebolando a bunda e fazendo ela chegar ainda mais perto de mim. Quase pulei pra longe, mas consegui me segurar no lugar. "Você não quer que eu pegue uma queimadura de sol, né, Matty?"

"Certo... claro que não", eu disse, descendo. Encarei as nádegas dela e respirei fundo. Aí, minhas mãos foram da parte baixa das costas pra bunda.

Me perdi. Minhas mãos se mexiam, apertavam, agarravam, e abriam as nádegas da minha mãe. Meus dedos se derretiam na carne dela, e o cordão do biquíni finalmente apareceu enquanto eu continuava a aplicar protetor, ou, bom, massagear as nádegas dela.

Em certo ponto, eu até espremi mais protetor e continuei a massagem, hipnotizado pela bunda dela. Dava pra ouvir gemidos fracos, mas eu não registrava nada. Tudo em que eu focava era a sensação das nádegas macias e maleáveis dela.

Por fim, soltei, sem saber por quê, e tive que ajustar o pau no short às pressas pra barraca não ficar totalmente visível pra minha mãe quando ela se virou. Ela tinha amarrado a parte de cima do biquíni de novo, pra minha decepção.

"Tudo pronto aí atrás, mãe", eu disse, antes de acrescentar, "Quer que eu faça a parte da frente das pernas também?"

Ah, agora eu tava me oferecendo pra continuar. Não era uma escolha sábia, dada a minha... condição, mas eu não tava mais pensando direito.

"Sim, eu quero, Matty", ela respondeu.

Passei protetor nas pernas dela e espalhei, enquanto ela fazia o mesmo na parte de cima do corpo. Conforme eu chegava mais e mais perto da virilha dela, de novo vinham os gemidos, e meu coração batia cada vez mais rápido.

"Seu pai fazia isso, normalmente, mas ele não tem prestado muita atenção em mim ultimamente", ela disse, me tirando do transe em que eu tava.

Olhei pra ela, a preocupação tomando meu rosto. "Tá tudo bem?"

"Ah, claro, nada pra se preocupar. Provavelmente uma coisa passageira", minha mãe disse. "Mas deixa a mulher... carente."

Minhas bochechas coraram com aquilo.

"Certo, imagino", eu disse, enquanto terminava de cobrir as pernas dela e sentava de volta na minha espreguiçadeira. Meu pau tava desconfortavelmente duro, mas escondido pelo short.

"Você imagina, Matty?", ela perguntou, já tendo terminado com a parte de cima. "Porque você não tem ajudado."

Meus olhos se arregalaram quando minha mãe passou de deitada pra sentada. "Como assim?"

"Qual é. Essa 'dança' que a gente tá fazendo nas últimas semanas, Matty?" Ela sorriu.

"Ah." Eu sabia o que ela queria dizer.

"'Ah' mesmo", ela disse, se levantando da espreguiçadeira. "Então, Matty, você tá me deixando louca, e eu tô deixando você louco. Certo?"

"S-sim..."

"E agora a gente tá sozinho por um fim de semana inteiro."

"Aham." Aonde isso ia parar?

"E aquela massagem agora há pouco... Matty, querido, eu sei que isso é errado, mas... não consigo mais segurar."

Ela levou o braço pra trás e num piscar de olhos a parte de cima do biquíni caiu no chão.

Dessa vez, meu queixo caiu de verdade. Minha mãe sorriu de novo. Na minha frente, os seios dela, em toda sua glória. Grandes e lindos. E os mamilos perfeitamente rosados, não mais escondidos pelos triângulos minúsculos, apontados diretamente pra fora.

"Mãe? A gente... a gente não pode", eu disse, mas não tinha força nenhuma nas palavras.

Ela se aproximou e montou em mim. Meus olhos grudaram nos seios dela, mesmo quando ela sentou nas minhas pernas. Ela usou a mão pra forçar meu rosto pra cima, pra eu olhar pro rosto dela.

"Eu sei", ela disse antes de se inclinar e me beijar nos lábios.

Um beijo pequeno, feito mais por ela, mas que quebrou a barragem. Retribuí o beijo, e minhas mãos foram pro corpo dela. Ela agarrou minhas bochechas, nossos lábios entrelaçados num beijo amoroso entre mãe e filho. Algo que não devia acontecer, mas tava acontecendo. Bem ali, comigo. Com a gente.

Puxei ela pra perto, e ela roçava os quadris no meu pau. Não dava mais pra esconder. Gemidos escapavam das nossas bocas quando a gente tinha tempo pra respirar. Nossas línguas se tocavam, puxavam, cutucavam. A gente explorava um ao outro. Passei as mãos pra cima e pra baixo pelo corpo dela, sentindo a carne macia da minha mãe.

Ela agarrou meu cabelo e gemeu ainda mais enquanto se esfregava no meu pau. Agarrei um dos seios dela e apertei, meus dedos explorando ele por inteiro. Belisquei o mamilo, e ela soltou um gritinho. Porra, minha mãe era um tesão.

Isso continuou por mais uns minutos antes de soltarmos a boca um do outro. Olhei nos olhos dela, sentindo a luxúria, a necessidade, e o amor. O afeto de mãe. E nos meus, eu sabia que ela via seu filho.

"Você quer--" ela começou, mas eu prendi a boca no outro mamilo. "Ah, você quer... hmmm, isso é bom. Chupa meu peito, meu filhinho."

E eu chupei. Lambi e chupei o mamilo dela, mordiscando de leve, enquanto minha outra mão continuava a apalpar o seio. Ela gemia e segurava minha cabeça perto dela, me puxando cada vez mais. Degustei o mamilo dela como se fosse algo que eu tivesse sentido falta por anos. Algo pelo qual eu ansiava.

Minha mãe continuou se esfregando no meu pau, até que por fim soltei o mamilo dela. Nós nos olhamos de novo e nos beijamos mais uma vez. Aí ela deslizou do meu colo e ficou de joelhos. Ah. AH.

Ela agarrou meu short e eu ajudei a puxar pra fora. Meu pau saltou em posição de sentido, e ela olhou, hipnotizada.

"Meu filhinho cresceu tanto", ela disse.

"Mãe... isso... isso é tão errado."

"É, Matty. Mas... nós dois queremos isso."

Era verdade.

Ela agarrou meu pau com as mãos e começou lentamente a bombear pra cima e pra baixo na haste. Eu gemi com a sensação dos dedos da minha mãe enrolados no meu pau grande.

Meu pau deu um pulo quando senti o hálito dela nele. Olhei pra baixo, e minha mãe tava com os lábios perigosamente perto da cabeça do meu pau. Ela olhou pra mim.

"Vou te chupar, Matty", ela disse, e meu pau deu outro pulo com as palavras. "Vou chupar esse seu pau grande, lindo, grosso. Tá bem?"

Só consegui balançar a cabeça em aceitação antes que ela abrisse a boca e colocasse meu pau dentro. Minha cabeça caiu pra trás e soltei um gemido lento e baixinho, enquanto ela girava a língua em volta da cabeça do meu pau. Minha mãe tava me fazendo um boquete. Minha MÃE.

Com avidez, minha mãe engolia mais e mais do meu pau, parando pra lamber a haste e subindo e descendo a cabeça. Ela subia pra respirar, depois mergulhava de volta pra mais do meu pau. As mãos continuavam a bombear a haste, somando ao prazer que ela tava me dando, até que por fim ela teve que tirar as mãos, uma por uma, pra conseguir engolir mais do meu pau.

Quando chegou na base do meu pau, com o nariz e os lábios tocando minha pele, ela olhou pra mim e abanou as mãos com um floreio. Exibida.

Manteve contato visual enquanto lentamente deslizava a boca pra cima, até que meu pau saltou pra fora.

"Caralho, mãe."

Ela ofegou e sorriu, as mãos bombeando minha haste de novo.

"Ah, ainda tenho o toque. Agora... vamos ficar sérios", ela disse.

Fiquei me perguntando o que ela queria dizer, bem antes de mergulhar de volta no meu pau. Não engoliu tudo dessa vez, mas o que fez foi ainda melhor. Enquanto as mãos trabalhavam a parte delas da haste, minha mãe subia e descia a cabeça. Lambia a cabeça e a haste. Chupava como se fosse um aspirador, puxando meu pau pra dentro.

E durante tudo isso, manteve contato visual comigo. Os olhos dela grudados nos meus enquanto eu olhava, e sentia, ela trabalhando no meu pau. E foram aqueles olhos, o olhar dela, o foco, o amor, que me levaram ao limite.

"Mãe... Mãe, eu vou... gozar!", avisei, enquanto meu corpo se contraía.

Minha mãe gemeu, e eu explodi na boca dela. Jatos grossos de porra saíram do meu pau e foram pra boca dela, e ela continuou chupando. Puxava e puxava, engolindo minha porra enquanto ela continuava a jorrar. Com avidez, continuou a chupar, as mãos espremendo o gozo pra fora. Mesmo quando meu pau ficou sensível do orgasmo, ela chupava.

Quando parei de ejacular e recuperei o controle da respiração, ela diminuiu, antes de lentamente deslizar meu pau pra fora da boca com um estalo audível.

"Ai, Matty, isso foi tanta porra, e tão deliciosa", ela disse, lambendo os lábios.

Eu olhei pra ela, pros olhos cheios de luxúria, pros lábios brilhantes, e soube que aquilo não ia ser o fim. Então me levantei, e minha mãe soltou um gritinho quando eu a peguei no colo. Deitei ela na espreguiçadeira e desci até a virilha.

Ali, arranquei a parte de baixo do biquíni, o cordãozinho fino sem conseguir me deter. Percebi que o tecido tava encharcado, e rapidamente encontrei a fonte. A boceta dela se revelou pra mim. Dobras rosadas, brilhando com os fluídos, um cheiro perfumado batendo no meu nariz.

Minha mãe tinha me ensinado a sempre tratar uma mulher bem. E, depois do boquete dela, e embora eu tivesse certeza que ela nunca imaginou que seria assim, eu ia mostrar os frutos dos ensinamentos dela.

"Hmm, Matty!"

Minha boca se prendeu na boceta dela, minha língua lambeu as dobras, e eu bebi os fluídos, engolindo conforme vinham. Meus braços se enrolaram nas pernas dela, mesmo quando ela as empurrou contra minha cabeça.

Língua entrando e saindo, continuei a dar prazer à boceta dela. Seus gemidos, seus tremores, tudo servia pra me impulsionar, pra me guiar no que eu tava fazendo. Ela agarrou meu cabelo e esfregou a boceta na minha cara, tentando me puxar ainda mais pra perto.

"Matty... querido... Ah, poooorra", ela disse.

Com uma das mãos, contornei e comecei a esfregar o polegar no clitóris. Ela deu um pulo com o toque, as costas arqueando enquanto eu a estimulava tanto no clitóris quanto dentro da boceta. Continuei assim até que, com um gemido longo e alto, ela alcançou o próprio orgasmo. O corpo dela tremeu e se contorceu, e as pernas quase esmagaram minha cabeça.

Levou um tempo pra ela se acalmar, enquanto eu lentamente, muito lentamente, lambia e chupava o sexo dela, absorvendo todos os novos fluídos. As pernas relaxaram, e a mão dela soltou meu cabelo.

Satisfeito, soltei as pernas dela e subi, beijando o corpo no caminho. Nos seios, chupei e beijei os dois mamilos. Na clavícula, no pescoço, no maxilar, na bochecha, e finalmente, na boca. Um beijo profundo, cheio de amor, antes de finalmente olhar nos olhos dela.

Sonhadores, luxuriosos, amorosos.

A mão dela descansou no meu rosto, e a gente só se olhou nos olhos por alguns segundos.

"Eu te amo, Matty", ela disse.

"Eu te amo, mãe", eu disse, ao mesmo tempo.

Nós dois sorrimos com aquilo.

"Mãe, posso--"

"Sim, Matty", ela interrompeu.

"Você tem certeza?"

Ela assentiu e disse, "Tenho."

Eu movi meus quadris, e meu pau duro se alinhou com a boceta dela. Olhei de volta para ela, nossos corações batendo rápido, ansiosos mesmo depois de tudo que tínhamos feito. Ela assentiu de novo e eu enfiei meu pau na boceta da minha mãe.

A entrada molhada e bem lubrificada se abriu, e meu pau grosso deslizou para dentro com facilidade. Nós dois gememos enquanto eu a preenchia, e as paredes dela apertaram meu membro com força. Eu me encaixei perfeitamente, como se fosse onde eu sempre deveria estar. Aconchegante, quente e confortável.

Eu a beijei de novo, um beijo longo e intenso. Meus quadris se moveram e eu comecei a meter dentro e fora dela. Devagar, sem pressa. Eu estava tão focado no beijo quanto no meu pau fodendo a boceta dela.

Eu estava realmente transando com a minha mãe e, embora de certa forma parecesse errado, também parecia tão, tão certo. E eu sabia, e ela sabia, que isso não seria o fim. Não seria a última vez. Já estávamos viciados. Não havia mais volta agora.

Nós gemíamos entre os beijos, enquanto eu fodia minha mãe lentamente por vários minutos. Ela me abraçou, puxando meu peito contra os seios dela, me segurando com força. Senti meu orgasmo se formar.

"Mãe, eu tô... hmm... chegando perto", eu a avisei. Mais um beijo, mais uma metida. Ela contraiu as paredes da boceta em volta do meu pau.

"Goza dentro de mim, bebê", ela disse, com a respiração pesada. "Enche sua mãe com a sua porra. Faz isso por mim, Matty."

Ela envolveu as pernas nas minhas costas e me puxou para dentro enquanto eu dava uma última metida. Meu pau pulsou, e jato após jato de porra jorrou fundo na boceta da minha mãe.

"Ai, Matty!!!"

Ela gozou também, suas entranhas apertando forte em volta do meu pau, sugando mais e mais porra de mim. Ela me agarrou com força com os braços e as pernas, e nós gememos enquanto cavalgávamos nossos respectivos orgasmos juntos. Carga após carga da minha porra quente e grossa foi depositada dentro dela. Fundo na boceta da minha mãe.

Minha porra. Meu pau. Dentro dela. Dentro da minha mãe.

Nós nos beijamos e nos aconchegamos, e "eu te amo" voou das nossas bocas várias vezes.

Nós não conversamos sobre o que tínhamos acabado de fazer, ou o que aconteceria quando meu pai e minha irmã voltassem. Só nos importava que ainda tínhamos até o fim do fim de semana para continuar o que estávamos fazendo.

E nós continuaríamos.

Mesmo enquanto estávamos deitados na espreguiçadeira, nos abraçando e beijando, aproveitando o sol, sabíamos que continuaríamos isso por muito mais tempo do que apenas dois dias. A dança que tínhamos começado inocentemente algumas semanas antes não ia terminar tão cedo.

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